outubro 2015 | Grupo Verde Ghaia
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Concessionárias de Sete Lagoas-MG plantam árvores por veículo vendido


 

Plantio de árvore: Concessionárias de Sete Lagoas plantam árvores por veículo vendido

Plantio de árvore. No dia 12-09-2015 foi publicada a LEI MUNICIPAL (Sete Lagoas-MG) Nº 8.481 DE 03-09-2015 que dispõe sobre a obrigatoriedade das concessionárias de automóveis plantarem árvores para mitigação do efeito estufa.

As concessionárias de veículos automotores (automóveis, motocicletas ou outros veículos automotores) localizadas no Município de Sete Lagoas – MG estão obrigadas a comprovar o plantio de árvores para cada veículo automotor novo vendido.

A concessionária vendedora deve plantar uma árvore, contribuindo para a formação de contínuos florestais, corredores ecológicos e unidades de conservação, compensando assim a emissão de gases (CO2) que contribuem para o efeito estufa.

 

Plantio de Árvore

O plantio deverá ser feito em áreas de preservação permanentes, reservas florestais, parques, canteiros e jardins, corredores e outros ambientes ecologicamente apropriados ao plantio dentro do Município, ficando a concessionária obrigada a adquirir as mudas e fazer o plantio respeitando as técnicas e normas para manutenção do Meio Ambiente equilibrado.

A infração ao disposto nessa lei, será punível com multa, que implicará no valor de R$ 100,00 (cem reais) para cada automóvel que for vendido sem a compensação do plantio de árvore.

Saiba porque é importante ter uma marca ecologicamente correta.

Rodolpho Cavanelas Mares
Consultor Jurídico – Verde Ghaia


SEMAD e IGAM publicam, definições de novos critérios sobre uso de água


 

Foi publicado no Diário Oficial do Estado de Minas Gerais do dia 06 de outubro de 2015, a, “Resolução Conjunta SEMAD – IGAM Nº 2.302, de 05-10-2015”, a qual estabelece critérios para implantação de sistema de medição para monitoramento dos usos e intervenções em recursos hídricos visando à adoção de medidas de controle no estado de Minas Gerais.

Critérios para implantação de sistema de medição para monitoramento dos usos e intervenções em recursos hídricos.

Tal Resolução define que é obrigatória a instalação de sistema de medição e de horímetro na implantação de intervenções consuntivas em águas superficiais com vazão outorgada igual ou superior a 10 L/s (dez litros por segundo). Já nas derivações de curso d’água com vazão outorgada igual ou superior a 10 L/s (dez litros por segundo) deverá ser instalado, exclusivamente, sistema de medição.

Ficam dispensadas das obrigações previstas neste item da “Resolução Conjunta SEMAD – IGAM Nº 2.302, de 05-10-2015”, as captações em águas superficiais feitas para abastecimento de caminhão pipa. No entanto, o volume diário de captação deverá ser registrado em planilhas de monitoramento, que deverão ser apresentadas à autoridade outorgante quando da renovação da regularização do uso de recursos hídricos e em momento de fiscalização realizada por órgão integrante do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos – SISEMA ou entidade por ele delegada.

O prazo para a adequação às obrigações definidas para as captações superficiais com vazão outorgada igual ou superior a 10 L/s (dez litros por segundo), em data anterior à publicação desta Resolução Conjunta, é de 120 (cento e vinte) dias.

Critérios técnicos

Para as captações subterrâneas por meio de poços tubulares, é obrigatória, também, a instalação de sistema de medição e horímetro. As captações de águas subterrâneas por meio de poços tubulares deverão ser dotadas de dispositivos que permitam a coleta de água para monitoramento de qualidade e medições de nível estático e dinâmico. Coloca, ainda, esta Resolução Conjunta, que nos poços tubulares instalados em data anterior à publicação desta, é obrigatória, no momento da renovação da regularização do uso outorgado ou quando solicitado pelo órgão, a instalação de dispositivos que permitam a coleta de água e medições de nível.

Os prazos para a instalação de sistema de medição e horímetro, para as captações subterrâneas por meio de poços tubulares instalados anteriormente à publicação desta Resolução Conjunta, serão variáveis de acordo com a sua vazão. Serão definidos por critério técnico estabelecido quando da concessão da outorga de direito de uso de recursos hídricos: a instalação e o monitoramento de dispositivos de controle de vazão captada tempo de captação e níveis de água subterrânea a que se refere essa Resolução, utilizados em sistemas de rebaixamento de nível d’água para fins de mineração e remediação de áreas contaminadas.

Esta Resolução Conjunta define, ainda, que o sistema de medição adotado na intervenção outorgada deverá ser tecnicamente aplicável ao meio de captação e monitoramento, e possuir Anotação de Responsabilidade Técnica – ART expedida pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CREA.

Monitoramento para realização das medições

Quanto ao monitoramento, ficou definido que o outorgado deverá realizar medições diárias da vazão captada, do tempo de captação e do fluxo residual, quando for o caso, armazenando estes dados em formato de planilhas, que deverão estar disponíveis no momento da fiscalização realizada por órgão integrante do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos – SISEMA, ou entidade por ele delegada. É importante ressaltar que a instalação de sistema de medição e de horímetro deverá ser realizada individualmente para cada intervenção em recursos hídricos.

Além das medidas acima citadas, a “Resolução Conjunta SEMAD-IGAM Nº 2.302, de 05-10-2015” revogou a “Resolução Conjunta SEMAD/IGAM nº 2.249/2014, 30 de dezembro de 2014”.

Para maiores informações, acesse o texto da norma, que está disponível, na íntegra, na LIRA das atividades que realizam captação de recursos hídricos e tenha atualização essa informação no questionário on-line do Sogi.

Marina Souza Castro
Estagiária do Banco de Dados


A nova ISO 19011 – Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão


 

A versão publicada em 2011 está mais abrangente e alinhada com conceitos atuais de gestão

Disponível a nova norma ISO 19011:2011

Apesar de ainda não ter versão traduzida para a língua portuguesa, já está disponível a nova norma ISO 19011:2011 – Guidelines for auditing management systems. Já era tempo se considerarmos que a edição anterior da norma data de 2002 e também o fato da ocorrência da publicação de uma gama considerável de normas no período sem contarmos com referenciais para execução de auditorias internas suficientemente abrangentes.

A principal mudança é que ISO 19011:2011 não se restringe as auditorias de qualidade e ambientais como a versão anterior e pode ser utilizada por auditores de variados sistemas de gestão, empresas de consultoria que implementam estes sistemas, e organizações que necessitam realizar auditorias por razões contratuais ou regulamentares. Seguem abaixo comentários sobre as principais mudanças em alguns elementos da norma em questão.

Seção 3 – Termos e definições

Novas definições para “Observador”, “Guia” e “Risco” foram introduzidas.

O termo risco será usado na ISO 19011:2011 em contextos mais atuais de auditoria baseada em risco e de riscos do programa de auditoria – ver comentários adicionais mais adiante.

A definição de competência foi revista e, embora a mudança pareça pequena, vai exigir que as organizações determinem a competências necessárias à equipe de auditoria para realização dos trabalhos. O ponto de partida para isso será definir os resultados pretendidos para as diversas atividades relativas à gestão de um programa de auditoria e a execução do mesmo. Esta mudança é compatível com a norma ABNT NBR ISO/IEC 17021:2011 – Avaliação de conformidade – Requisitos para organismos que fornecem auditoria e certificação de sistemas de gestão.

Seção 4 – Princípios da Auditoria

Em relação aos princípios de auditoria a norma passou a considerar de forma mais clara os requisitos de confidencialidade e segurança da informação, devendo os auditores observar as restrições do uso indevido de informações dos clientes, colhidas durante auditorias, para obter ganhos pessoais.

Seção 5 – Gestão de programas de auditoria

Além de permitir e fornecer base para gerenciar programas de auditoria de mais de um sistema de gestão na norma agora há orientação para alocar os recursos de auditoria para auditar as questões mais importantes dentro do sistema de gestão. Este conceito é conhecido como auditoria baseada em risco – em consonância com a norma ABNT NBR ISO 31000 – Gestão de riscos – Princípios e diretrizes.

A nova versão da norma orienta agora para a definição dos objetivos, escopo e critérios para cada auditoria individualmente o que indica que cada auditoria deve ser única – parece óbvio que uma auditoria não é exatamente igual à outra, mas ao observarmos registros de várias auditorias em uma mesma organização verificamos que muitas vezes isso não é respeitado na prática. Observa-se desta maneira que cada vez mais os programas de auditorias precisam ser personalizados, considerando o tamanho da organização auditada, nível de maturidade do seu sistema de gestão, natureza e complexidade da organização a ser auditada, dentre outros fatores.

Esta seção também destaca outras questões a considerar como a adequada seleção dos auditores, os critérios que serão utilizados para a auditoria e a avaliação dos riscos do programa definido – este último destaca-se por reforçar a introdução do conceito de risco no texto da norma.

Seção 6 – Condução de auditorias de sistemas de gestão

Nenhuma mudança relevante foi realizada.

Seção 7 – Competência e avaliação de auditores e de equipes de auditoria das organizações

Por trazer maior aprofundamento em relação às competências e avaliação de auditores, a ISO 19011 pode ser utilizada para fins de declaração de conformidade, bem como pode ser útil para organizações envolvidas em ações de formação e certificação de auditores. Este tópico é importantíssimo e merece atenção, pois como a norma agora está direcionada a sistemas de gestão integrada, cobrindo várias disciplinas, espere-se que a devida avaliação de competências para auditar seja aplicada, de acordo com orientação constante na norma, melhorando assim o nível de contribuição das auditorias e que as mesmas realmente agreguem valor a organização auditada, considerando que a segurança e a confiança no processo de auditoria dependem da competência daqueles que a conduzem.

Os anexos informativos

Os anexos informativos podem ajudar muito na compreensão da norma, uma vez que trazem exemplos da aplicação de seus conceitos. Vale a pena consultar:

Anexo A – Conhecimentos e competências específicas de auditores

Anexo B – Exemplos de avaliações de conhecimentos específicos da equipe de auditores

Anexo C – Guia adicional para auditoria no planejamento e condução da auditoria

Em resumo a 1515:2011 não estabelece requisitos, mas sim fornece orientações sobre a gestão de programas de auditoria e sobre a condução de auditorias de sistemas de gestão em geral, também aborda aspectos relativos a competência e a avaliação de auditores e de equipes de auditoria.

A equipe de consultores da Verde Ghaia encontra-se preparada para realizar auditorias, bem como para fornecer treinamentos para formar novos auditores de acordo esta norma. Entre em contato com nosso depto Comercial.


Marcelo de Souza – Gerente de Projetos Integrados
FONTE: Verde Ghaia

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ISO 9001:2015 – Vocês perguntam a gente responde!


 

É possível implantar a ISO 9001 em empresas de construção civil, prestação de serviços e em indústrias?

É possível implantar a ISO 9001 em empresas de construção civil, prestação de serviços e em indústrias?
Exigências da nova ISO 9001:2015 que vão influenciar o seu negócio

Sim! A certificação ISO 9001 é aplicável e indicada para qualquer tipo de empreendimento, seja escritório, prestação de serviço, construção civil ou indústria, independente do porte da empresa.

Por um bom tempo as pessoas acreditaram que a implantação do Sistema de Gestão da Qualidade era possível apenas em empresas com processo produtivo, ou seja, indústrias. No entanto, na prática, a norma ISO 9001 mostra-se cada vez mais aplicável para qualquer segmento empresarial.

Afinal, a norma traz orientações e definições essenciais para que qualquer organização busque assegurar a qualidade de seus produtos/serviços, a melhoria contínua de seus processos e a satisfação de seus clientes.

É por isso que, independente do porte ou do segmento da empresa, a certificação na norma ISO 9001 é sempre indicada, pois representa a melhoria da gestão e um diferencial de mercado.

Quais características uma empresa precisa ter para possuir o certificado da ISO 9001?

Quais características uma empresa precisa ter para possuir o certificado da ISO 9001?
Gestão de Alimentos: um diferencial em seu programa de Gestão da Qualidade

Não há definição sobre um padrão de empresa para possuir o certificado ISO 9001, já que não existe qualquer restrição em relação ao porte ou segmento da organização.

No entanto, existem critérios que a empresa precisa seguir para conquistar a certificação:

Ter um Sistema de Gestão da Qualidade implementado e ativo,

Atender aos requisitos definidos na norma ISO 9001,

Estar em dia com as legislações aplicáveis ao negócio.

Para as empresas que desejam iniciar a implementação da ISO 9001 recomenda-se uma Consultoria Especializada que poderá orientar os profissionais e auxiliar em todo o processo: interpretação da norma, diagnóstico da realidade da empresa, planejamento e implementação, treinamento e capacitação da equipe, auditoria interna, entre outros.

O que é mais indicado: implementar a ISO 9001:2008 ou a iso 9001 versão 2015?

O que é mais indicado: implementar a ISO 9001:2008 ou a iso 9001 versão 2015?
Como preparar a sua empresa para as Auditorias conforme a ISO 19011

A nova versão da norma ISO 9001 foi publicada em setembro de 2015. A partir desta data as empresas já certificadas têm um prazo de 3 anos para fazer a migração. Após 2018, somente será válido o certificado referente à nova versão.

Por isso, recomenda-se que os processos de migração e re-certificação (empresas já certificadas) ou de novas certificações (ainda não certificadas) já sejam feitos na versão 2015. Afinal, além de ganhar mais tempo para adaptação, a empresa se beneficia com os aspectos de gestão trazidos pela nova ISO 9001, entre eles: maior alinhamento com planejamento estratégico, foco no cliente, tomada de decisões baseada em análises, facilidade de implementação e certificação de outras normas ISO.

No entanto, caso prefira, a empresa ainda poderá manter o certificado ou buscar a certificação na versão antiga, afinal o prazo final para a transição é até setembro de 2018.

A Verde Ghaia oferece serviços de consultoria especializada para migração e certificação da norma iso 9001 versão 2015.


Para mais informações ou dúvidas: atendimento@verdeghaia.com.br

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Atualização dos preços dos serviços e produtos do IBAMA e da TCFA


 

ATUALIZAÇÃO DOS PREÇOS DOS SERVIÇOS E PRODUTOS DO IBAMA E DA TAXA DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO AMBIENTAL – TCFA

IBAMA: Serviços e Produtos

IBAMA.
Foi publicada no dia 30 de setembro de 2015 a PORTARIA INTERMINISTERIAL CONJUNTA MF – MMA Nº 812 que atualiza monetariamente os preços de serviços e produtos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA e da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental – TCFA.

Foram atualizados os valores para licença e renovação, licenciamento ambiental, registros, autorizações, inspeções e demais serviços realizados pelo órgão de acordo com a atividade realizada e que constam no Anexo I da LEI Nº 6.938, DE 31-08-1981. Para a Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental foram atualizados os valores de acordo com o porte da empresa e o potencial poluidor/grau de utilização dos recursos naturais.

As alterações nos valores estão disponíveis nos Anexos I e IX da LEI Nº 6.938, DE 31-08-1981 que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente.

Departamento Jurídico


Grupo Verde Ghaia: Eleita uma das 200 empresas que mais crescem no Brasil


 

Deivison Pedroza, Fundador e Presidente do Grupo Verde Ghaia se sente honrado com a sua Equipe. E não é para menos. Pelo quarto ano consecutivo a Verde Ghaia está no ranking das empresas que mais crescem no Brasil.

Deivison Pedroza Verde Ghaia

Verde Ghaia: eleita pela Revista Exame como uma das empresas que mais crescem no Brasil

Em cerimônia realizada hoje, em São Paulo, foi apresentado o estudo anual da Deloitte e Revista Exame que aponta as empresas que mais expandem seus negócios no Brasil, considerando gestão e faturamento.

Até o ano passado eram indicadas 250 empresas e em 2015 o ranking passou a contar com apenas 200 empresas.

Para o Presidente do Grupo Verde Ghaia, Deivison Pedroza, estar pela quarta vez entre as maiores do Brasil é representativo para a empresa e mostra o resultado de um trabalho sério e sustentável. “Investimos permanentemente em novos negócios e mercados. A nossa meta é sempre estar à frente pelo menos 4 anos do mercado”, explica. Desde a sua primeira participação, a Verde Ghaia vem melhorando o seu posicionamento no ranking, avançando mais de 20 posições em 2015, em relação ao ano anterior.

Daniela Pedroza Verde Ghaia

Comunicação e Marketing Verde Ghaia


Publicada Portaria que altera NR 12


 

NR 12 – segurança. Foi publicada, no dia 26/06/2015, a Portaria MTE Nº  857, que trouxe alterações ao texto da NR 12. Dentre as alterações mais significativas podem ser destacadas a exclusão do termo “falha segura” e a definição de quais tipos de máquinas e equipamentos que não são aplicáveis às exigências da Norma.

De acordo com a Portaria 857, são desobrigadas de atendimento à esta NR as seguintes máquinas e equipamentos: aquelas comprovadamente destinadas à exportação, as movidas ou impulsionadas por força humana ou animal, as de exposição ou as classificadas como eletrodomésticos.

Outra importante alteração refere-se ao inventário de máquinas e equipamentos que foi dispensado para microempresas e empresas de pequeno porte bem como para  máquinas autopropelidas, automotrizes* e máquinas e equipamentos estacionários utilizados em frentes de trabalho**.

Mudanças da NR 12 – 2019

* máquina autopropelida ou automotriz: para fins desta Norma, aquela que se desloca em meio terrestre com sistema de propulsão próprio (Glossário NR 12);

** frente de trabalho: área de trabalho móvel e temporária, onde se desenvolvem operações de apoio e execução à construção, demolição ou reparo de uma obra (NR 01, 1,6 “g”).

Ricardo Henrique Ferreira Cardoso – Consultoria Jurídica Verde Ghaia


VAGA – Consultor Externo Pleno – SP


 

VAGA

Consultor Externo Pleno – SP

• Irá realizar auditorias em sistemas de gestão baseados nas normas ISO 9001, ISO 14001, OHSAS 18001, ISO 22000, SA 8000/ISO 16000 e outras. Rotinas dos respectivos sistemas de gestão, elaboração de procedimentos, relatórios, controles, gráficos e planilhas de forma a fornecer suporte e soluções aos clientes e para o desenvolvimento do seu próprio trabalho. Atualizar acerca dos requisitos legais relacionados ao sistema de gestão integrado.
• Experiência na implantação de sistemas de gestão conforme as normas de referência.
• Ensino Superior completo em Engenharia Ambiental, Gestão Ambiental, Engenharia de Segurança do Trabalho, Engenharia de Alimentos, Direito e outras áreas afins.

Necessário certificação como Auditor Interno ou líder.

Salário: a combinar. Enviar pretensão salarial
Benefícios: Assistência Médica e Assistência Odontológica Bradesco (após período de experiência), Ticket Car ou Vale Transporte, Ticket Refeição, Seguro de Vida em grupo, celular corporativo e notebook.
Regime de contratação: CLT (Efetivo)
Horário: De segunda a sexta, das 8h30 às 18h.
Informações adicionais: O escritório da empresa é no Centro de SP, porém é necessário disponibilidade total de viagens para todo o Brasil. Imprescindível possuir CNH categoria B e ter facilidade de dirigir em estradas quando necessário.

Interessados enviar currículo para rh@verdeghaia.com.br e colocar o cargo da vaga no assunto do e-mail.

divulgação vaga comercial Sp 2

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ABNT ISO 9001 e ISO 14001 versões 2015: Saiba mais sobre as mudanças


 

Está prevista para amanhã (25/09) a publicação em português da versão 2015 das normas internacionais de certificação ISO 9001 – Gestão da Qualidade e ISO 14001 Gestão Ambiental.

 

NBR ISO 9001:2015

NBR ISO 9001:2015. Milhares de empresas de todo o mundo são certificadas nessas normas e aguardam com ansiedade as alterações trazidas pelas novas versões. A equipe de Consultoria Técnica e Jurídica da Verde Ghaia antecipa para a sua empresa algumas das principais mudanças da ISO 9001 versão 2015 e da ISO 14001 versão 2015.

A) Por que as normas foram revisadas? Para garantir que os padrões estabelecidos pelas normas continuem relevantes e alinhados às expectativas das partes interessadas e ao desenvolvimento tecnológico, periodicamente as normas passam por revisões.

B) Entenda como é o processo de publicação da norma: 

DIS – Draft International Standart – publicado pela ISO.
FDIS – Final Draft International Standart – em setembro de 2015.
Publicação da versão final da norma ocorrerá logo após a publicação do FDIS.
Período de transição de 3 anos a partir da data de publicação da versão oficial da norma.

C) Questões centrais da mudança da ISO 9001:2015?

Incorporar modificações nas práticas e tecnologia de Sistema de Gestão da Qualidade.
Incorporar o papel da gestão de riscos nas organizações.
Estar atualizada às práticas empresariais modernas, contemplando as mudanças do ambiente de negócios, da tecnologia e das partes interessadas.
Maior ênfase na abordagem dos processos, análise dos objetivos e na conformidade do produto.
Ser mais compatível com outras normas de sistemas de gestão.

D) Questões centrais da mudança da ISO 14001 versão 2015?

Incorporar modificações nas práticas e tecnologia de Sistema de Gestão Ambiental.
Estar atualizada às novas necessidades do mercado e das partes interessadas, para que seja relevante e agregue valor.
Maior compatibilidade com outras normas do Sistema de Gestão.
Maior facilidade para implementação de uma ou mais normas do Sistema de Gestão.
Garantir a flexibilidade de aplicação para as mais diversas realidades das organizações – setores, culturas, tamanhos.
Manter uma base sólida tecnicamente, sempre adequada a boas práticas de gestão.
Buscar a facilidade de compreensão, evitando problemas de ambiguidades, independente de viés cultural, tradução e aplicação nas empresas.
Permitir o livre comércio de bens e serviços, em conformidade com os princípios do Acordo da Organização Mundial do Comércio.
Não incluir produtos diretamente relacionados (incluindo serviços) especificações, métodos de ensaio, os níveis de desempenho (ou seja, estabelecimento de limites) ou outras formas de normalização para os produtos produzidos pela organização de execução.

E) Principais pontos de mudanças ISO 9001 e ISO 14001 versão 2015

Principais mudanças ISO9001 ISO14001 2015

 

F) Pontos chaves da nova versão das normas iso 9001 versão 2015 e ISO 14001 versão 2015

Pontos chaves normas ISO900:12015 ISO 14001 versão 2015

G) Passo a passo para adequação de sua empresa nas novas normas:

Treinamento: no período de adaptação é recomendável que os responsáveis pelo Sistema de Gestão, bem como, os Gestores e a Alta Direção busquem cursos e/ou treinamentos de interpretação da nova norma, para melhor entendimento dos conceitos e dos novos requisitos.
Consultoria: ter o acompanhamento e a orientação de um profissional capacitado na nova norma será muito benéfico para empresa no processo de adequação das mudanças e implementação dos novos requisitos.
Transição: a organização tem um prazo de 3 anos, a partir da data de publicação da versão final da norma, para implementar os novos requisitos.
Certificações: após o período de transição, as certificações nas versões antigas das normas ISO9001 e ISO14001 não serão válidas. Os certificados da versão anterior, emitidos durante o período de transição, terão validade correspondente à data final do período de 3 anos da publicação da versão 2015.

H) Como a Verde Ghaia pode ajudar a sua empresa a se adequar à iso 9001 versão 2015 e ISO 14001 versão 2015?

Treinamentos: oferecemos cursos in company e on-line sobre as normas iso 9001 versão 2015 e ISO 14001:2015.
Consultoria presencial e on-line: Contamos com equipe técnica especializada nas novas normas para os serviços de Consultoria presencial e on line.
Conteúdo didático: E-books, mini-cursos e artigos técnicos sobre as principais mudanças da iso 9001:2015 e ISO 14001:2015.

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Saiba tudo sobre as mudanças trazidas pela ISO 14001 versão 2015


 

Enfim, a tão esperada ISO 14001:2015 saiu. E apesar da versão em português ainda não ter sido publicada pela ABNT aqui no Brasil, muitas já são as perguntas que inquietam as organizações e profissionais que atuam na área.

O que há de novo?
Quais são as mudanças mais relevantes?
Como e até quando as organizações que já possuem Sistemas de Gestão Ambiental certificado poderão se adequar as modificações?

ISO 14001 versão 2015

Um dos principais objetivos dessas mudanças é propiciar uma evolução dos sistemas de gestão atuais, com base nos avanços tecnológicos, as mudanças climáticas e o aprimoramento das práticas ambientais sustentáveis em todo o mundo, tendo em vista o cenário socioeconômico e ambiental atual.

Pretende-se que a implementação e manutenção dos sistemas de gestão seja encarado como algo relevante para as organizações, por meio do qual também lhes permita a redução de custos e alcance de resultados pretendidos, para a maioria das organizações, leia-se lucro.

Mas de que forma isso se materializa na redação da nova versão e na vida prática de milhares de empresas? E por que do caráter convidativo para a Alta Direção? É sobre isso que vamos falar a seguir, considerando a versão já publicada pela ISO – International Organization for Standardization, agora no final de setembro de 2015.

 1 – Desenvolvimento Sustentável:

Primeiramente, a nova versão passa a dar maior enfoque à necessidade de se buscar um equilíbrio entre os três pilares da sustentabilidade: meio ambiente, sociedade e economia. Com destaque para o pilar ambiental, cuja atenção tem sido cada vez mais acentuada, em virtude das pressões da sociedade junto ao setor produtivo em decorrência do uso ineficiente dos recursos naturais, gestão inadequada dos resíduos, emissões de gases poluentes, entre outros.

Determina-se que abordagem sistemática conferida à gestão ambiental pode fornecer informações para se construir resultados de sucesso a longo prazo, desenvolver alternativas para o desenvolvimento sustentável como, por exemplo, a possibilidade de se alcançar benefícios financeiros e operacionais que podem resultar da implementação de alternativas ambientalmente saudáveis que fortaleçam a posição de mercado da organização.

Tanto em épocas de crise como em períodos de maior equilíbrio econômico e político, toda organização almeja manter sua posição fortalecida no mercado e auferir resultados lucrativos. Portanto, esses objetivos devem estar integrados com os objetivos ambientais.

2- Gestão Ambiental Estratégica:

Uma das principais mudanças da nova versão foi o reconhecimento da importância da Gestão Ambiental Estratégica, com sendo aquela cuja problemática ambiental em que a organização está inserida, também se torna fator relevante entre os aspectos que são considerados no planejamento estratégico da mesma. Ou seja, a Alta Direção da organização precisa estar envolvida com o sistema de gestão ambiental e assegurar que os objetivos ambientais estejam alinhados com os objetivos de seu negócio. Na verdade, o caráter “convidativo” da Alta Direção é, na verdade, uma imposição, ou seja, não é possível a recusa de tal convite por parte da Alta Direção de uma empresa que deseja além de se certificar, obter o resultado almejado.

Dessa maneira, será possível que se reconheça tanto o valor estratégico dos indicadores ambientais, quanto a importância ambiental dos indicadores estratégicos.

3- Gestão de Risco:

Outra mudança relevante e que poderá embasar a priorização dos aspectos ambientais considerados na gestão estratégica das organizações é a inclusão do conceito de risco ambiental e oportunidades, de forma integrada com a ISO 30001 que determina diretrizes para gestão de Risco.

Apesar de não se determinar qual a metodologia de risco deverá ser utilizada, permitindo-se que tal escolha seja feita pela organização, a norma de gestão de riscos da ISO é citada como referência normativa. Segundo esta norma, risco é o efeito da incerteza de um evento; e a incerteza é considerado o estado, mesmo que parcial, de deficiência de informações relacionadas com entendimento ou conhecimento de um evento, sua consequência ou probabilidade.

Ora, incluir a necessidade de avaliação dos riscos de eventos ambientais negativos e/ou positivos (oportunidades) em função da atividade da organização é reconhecer que certos eventos podem ter repercussões muito mais amplas do que ambientais, como repercussões sociais e econômicas, podendo representar consequências para as comunidades vizinhas e/ou para a reputação/credibilidade e saúde financeira da organização e sua marca.

Na prática, isso envolve manter medidas de controle, e, preferencialmente, preventivas para além dos aspectos significativos, considerando também os eventos ou condições que representem maior risco para a organização, como aqueles que possam abalar a reputação de sua marca ou mesmo sua relação com a comunidade e demais partes interessadas. Exemplo disso é o risco relacionado a contratação de fornecedor de destinação de resíduos perigosos sem avaliar sua idoneidade, ou mesmo sem considerar outros fornecedores para o mesmo serviço em caso de necessidade ou emergências.

Se contrato somente um único fornecedor para esse serviço e, além disso, não avalio a sua idoneidade legal e ambiental, quais os riscos de destinação ilegal dos resíduos, ou de falta de condições de atendimento do frete em um certo período? Isso é algo cujo risco deveria ter sido avaliado previamente à contratação do serviço.

4 – Melhoria Contínua:

Houve uma adequação de um dos mais importantes conceitos das normas de sistema de gestão certificáveis, com o objetivo de deixar mais claro o enfoque da norma. A preocupação antes, mais abrangente, com a “melhoria do sistema de gestão” passou a ser mais específico e agora está voltada para a “melhoria do desempenho ambiental”.

Dessa forma, pretende-se demonstrar que melhorias contínuas de outros aspectos do sistema de gestão que, de forma coerente com a política da organização, não consistam em redução de geração de resíduos, efluentes, emissões atmosféricas e outras formas de poluição, não pode ser considerada uma real melhoria contínua.

5- Abordagem de Ciclo de Vida

Abordagem de Ciclo de Vida

Não obstante a já existente exigência de gerenciar aspectos ambientais relacionados a bens e serviços adquiridos, as organizações precisarão ampliar seus controles e influência para os aspectos ambientais associados com a utilização de produtos, desde o desenvolvimento e fabricação do produto utilizado, até o tratamento ou disposição final dos mesmos.

Entretanto, não necessariamente, a avaliação do ciclo de vida do produto precisará ser realizada de uma forma detalhada nos moldes da ISO 14040, por exemplo, mas precisará ser levado em consideração, principalmente quanto aos produtos relacionados aos aspectos mais significativos da organização.

6 – Validade das Certificações ISO 14001:2004

Ficou definido que o prazo para início da vigência da nova versão será de 3 (três) anos, a partir da data de publicação da ISO 14001:2015. Logo, as certificações já existentes não serão válidas após o final de 03 anos da data de publicação da norma, ou seja, após 14-09-2018.

Contudo, o prazo para vencimento dos certificados ISO 14001:2004 emitidos durante o período de transição das normas, devem corresponder à data final do período de 03 anos a partir da data de publicação da ISO 14001 versão 2015. Na prática, mesmo que no Brasil ainda não tenha ocorrido a publicação da versão brasileira: NBR ISO 14001: 2015, o prazo máximo para as organizações brasileiras se adaptarem as novas mudanças e obter renovação do certificado, será o mesmo já mencionado.

7 – Adaptação às mudanças da ISO 14001 versão 2015

Toda mudança causa impacto e é comum que, no início, haja algum tipo de resistência às mesmas. Por isso, para que a adaptação a tais mudanças ocorra de forma mais rápida e eficiente, sem impactar nas atividades rotineiras da organização é necessário planejamento.

Cada organização possui suas características próprias, políticas e nível de amadurecimento que certamente precisarão ser compatibilizados com os novos desafios da revisão atual da norma. Porém, um diagnóstico da situação atual da empresa, frente aos novos mecanismos e práticas introduzidas é o primeiro e fundamental passo a ser dado, para que se verifique o tempo e recursos necessários para uma transição eficiente e sem impactos nos resultados almejados.

Porém, para que esse passo seja dado com maior firmeza e na direção correta, é de fundamentação importância que Alta Direção participe de forma mais direta e ativa da gestão ambiental da empresa e seja capaz de entender o valor estratégico dos indicadores ambientais, conferindo, consequentemente, importância ambiental aos indicadores estratégicos.

Verde Ghaia: Suporte Completo para a sua empresa

Diante desse cenário, a Verde Ghaia oferece suporte completo para a sua empresa nesse processo de transição, incluindo:

Diagnóstico do sistema de Gestão da empresa, quanto aos aspectos incluídos pela nova versão da ISO 14001 versão 2015;

Treinamentos: principais mudanças da norma; Interpretação e Implementação da ISO 14001 versão 2015; Auditor Interno e Auditor Interno Integrado (9001 e 14001);

Sensibilização da Alta Direção: Quanto ao valor estratégico da Gestão Ambiental, baseado na ISO 14001 versão 2015;

Consultoria Presencial e Consultoria On-Line: Por meio de equipe técnica especializada para adequação e implementação dos requisitos, revisão de procedimentos, orientações e esclarecimentos de dúvidas.


FONTE: Consultoria Jurídica Verde Ghaia
Elias Temponi – Consultor Verde Ghaia, Advogado, Gestor Ambiental e Auditor Líder da ISO 9001 e 14001.

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