julho 2018 | Página 2 de 4 | Grupo Verde Ghaia
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Por que pensar em Gestão de Risco para o meu negócio?


 

Você sabe o que é Gestão de Risco?

Nesse texto abordaremos o que é gestão de riscos, quem é o profissional capaz de oferecê-la e quem deve procurá-lo. O famoso dito popular “é melhor prevenir do que remediar” é, como veremos, uma das grandes verdades no mundo empresarial.

Colocá-lo em prática pode ser decisivo para o seu empreendimento.Felizmente, existem ferramentas e profissionais capazes de auxiliar o empresário a se antecipar e enfrentar esses imprevistos.

O que é Gestão de Riscos?

A vida de um empreendedor, seja de qual ramo for, é feita de desafios. Momentos de altos e baixos são comuns e muitas vezes o inesperado acontece. Eventos que possam prejudicar a imagem da empresa, comprometer seus recursos materiais ou humanos e colocar a empresa diante de situações complicadas, como aquelas de alto impacto ambiental, social e financeiro. Estas são a regra e não exceção para aqueles que se aventuram no complexo e desafiador universo dos negócios.

Antes de tudo vale conceituar o que é um risco. E principalmente explicar o que é Gestão de Risco. Portanto, sempre que pensarmos em risco, temos que ter em mente, que se trata de uma probabilidade ou a possibilidade de um perigo. Assim, o risco nada mais é do que a probabilidade de um evento e os impactos por ele gerados.

Diante disso, a gestão de risco atua, com atividades sistematizadas. Isto é, antecipa-se à probabilidade de um perigo, reagindo aos desvios em relação ao esperado. Podendo assim, guiar e controlar uma empresa em busca de melhorias contínuas. Visando sempre reduzir ou até mesmo, beneficiar-se dos riscos e incertezas que se coloquem diante dela.

Gestão de Risco: solução para toda a organização

A consultoria consiste em uma prestação de serviço realizada para solucionar questões, acerca de um assunto específico por um profissional qualificado da área. Desta forma, a consultoria em gestão de risco representa uma atividade realizada por um profissional competente e que entende o que é gestão de risco a fundo. Tendo como finalidade, amparar àquele que necessita de ajuda para entender, examinar e tratar seus riscos.

A presença de um profissional qualificado é de extrema importância para gestão de risco de um empreendimento. Bem como, apresentar à organização a definição do que é gestão de risco, direcionada a área de atuação do empreendimento. Através de conhecimento e experiência técnica, o profissional tem a possibilidade de aplicar procedimentos e práticas de gestão, visando identificar, analisar, monitorar e tratar situações que possam comprometer a organização.

O risco é algo que faz parte da vida de qualquer pessoa.
Em um empreendimento não poderia ser diferente. Por isso, é fundamental que uma organização esteja sempre preparada para o surgimento de um determinado evento. A fim de que, caso este acontecimento resulte em impactos negativos, a organização consiga minimizar ou até mesmo evitar a ocorrência destes efeitos.

Assim, a preocupação e antecipação diante de riscos nunca deve ser secundarizada. Uma vez que qualquer empreendimento está constantemente exposto à riscos. Desta forma, um empreendedor responsável que faz gestão dos seus fornecedores e se preocupa com a longevidade de seus negócios, não pode deixar de buscar a assessoria de um Consultor de gestão de riscos.

Traçando ações Estratégicas para a sua Gestão de Risco

Através dos conhecimentos técnicos de um Consultor de gestão de riscos, é possível traçar um conjunto de ações estratégicas que irão identificar, controlar, coordenar e prevenir os riscos ligados à sua atividade empresarial. Para cada ramo de atividades os riscos são diferenciados e exigem soluções específicas. Ressalta-se que a organização deve entender bem o que é gestão de risco e como ela pode implicar no seu negócio.

Todavia, são comuns os benefícios advindos da contratação de um consultor em gestão de riscos. Enumeramos alguns:

* Fortalece a empresa no mercado, diante de concorrentes que não a façam e a colocando-a em pé de igualdade com as que fazem. Assim torna a empresa mais competitiva.

* Poupa dinheiro! Uma vez diante de um prejuízo – seja humano, material, ou à imagem da empresa – se gasta mais dinheiro do que se ele não tivesse acontecido. Além disso, se o empreendedor for pego de surpresa por um desvio, terá custos maiores para corrigi-lo do que se a ele tivesse se antecipado.

* Impede a perda de negócios feitos e a fazer. Consequentemente, dinheiro. Ninguém prefere fazer negócios de curto ou longo prazo, com uma empresa de imagem pública abalada. Ou até mesmo com saúde financeira prejudicada. A segurança e a confiança são fatores fundamentais para qualquer investidor.

* Impede danos a imagem da empresa, tais como os resultantes de diversos fatores como desvios éticos, danos ambientais, corrupção, etc. Hoje em dia, em tempos de rápida difusão da informação, pequenas coisas podem se torna uma verdadeira tempestade para a imagem da pública da empresa. É preciso se antecipar a elas e trabalhar estrategicamente quando acontecem.

Consultores para Gestão de Risco

É evidente que a não contratação de um Consultor de Gestão de Riscos poderá trazer resultados negativos. Por exemplo, tornar a empresa pouco competitiva, fazer com que perca dinheiro, perca de negócios futuros ou já firmados. Além de poder prejudicar a imagem da empresa.

Em cada ramo de uma atividade empresarial, os riscos são diferentes, contudo, os benefícios em administrá-los são comuns. Como foi dito, qualquer empreendimento está constantemente exposto a riscos. Portanto, não há um momento específico para a contratação de um Consultor em Gestão de Riscos. Porém, é aconselhável que a gestão de risco já esteja esquematizada antes mesmo da abertura de sua atividade empresarial.

Caso seu negocio já esteja em atividade, é recomendável que em momentos de expansão e/ou diversificação dos serviços, a ajuda especializada seja buscada.

Fale conosco e obtenha as orientações necessárias para começar a sua Gestão de Risco!

Camila Mota Cavalcante
Estagiária do Departamento de Gestão de Risco do Grupo Verde Ghaia
Graduanda em Direito / Participa Grupo de Estudos e Pesquisa em Bioética – GEPBio

Referências:
Dicionário Online de Português.
O que é gestão de riscos?
Gerenciamento de Risco e Sustentabilidade Empresarial


Padrões microbiológicos em alimentos serão revisados


 

Publicada consulta pública para revisão dos padrões microbiológicos em alimentos

Foram publicadas na edição do último dia 18/07 do Diário Oficial da União as consultas públicas referentes à revisão da RDC nº 12/2001 que dispõe sobre o regulamento técnico sobre padrões microbiológicos de segurança para alimentos.

A proposta é de substituição da RDC 12/2001 por uma Resolução que dispõe sobre os critérios microbiológicos de segurança e higiene para os alimentos. Além de uma Instrução Normativa. Na qual se estabelece as listas de critérios microbiológicos de segurança e higiene para alimentos.

Principais alterações propostas:

  • Os critérios microbiológicos foram divididos. Critérios Microbiológicos de Higiene (CH) e Critérios Microbiológicos de Segurança (CS). Sendo que no primeiro, fica definida a aceitabilidade de um produto ou de um lote de alimento, em função da presença ou quantidade de micro-organismos indicadores de higiene Enquanto que no segundo, a aceitabilidade de um produto ou de um lote de alimento, em função da presença ou quantidade de micro-organismos patogênicos e/ou suas toxinas/metabólitos.
  • As metodologias para coleta, acondicionamento, transporte e análise de amostras dos alimentos foram complementadas. Mas, os procedimentos que constavam na norma foram excluídos.
  • Os critérios para Listeria monocytogenes ficaram mais claros.
  • Para os alimentos comercialmente estéreis foram estabelecidos critérios específicos, apresentados em tabela separada.

As consultas públicas nº 541 de 17/07/2018 e nº 542 de 17/07/2018 estarão abertas a partir do dia 25/07 . E o prazo para envio de comentários e sugestões aos textos das propostas é de 60 (sessenta) dias, após abertura do processo. Ou seja, até o 23/09/2018.

As propostas dos textos poderão ser acessadas no site da Anvisa ou clicando aqui!

As sugestões devem ser enviadas eletronicamente por meio do preenchimento de formulário específico, disponível  aqui a partir da data de abertura das consultas.

Confira na íntegra: CONSULTA PÚBLICA Nº 541 GGALI e CONSULTA PÚBLICA Nº 542 GGALI.


Não deixe de participar!
Envie sua contribuição!
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Raquel Alvares da S. Soares de Melo
Consultora Jurídica do Grupo Verde Ghaia
Engenheira de Alimentos Especialista em Qualidade e Segurança de Alimentos


Quais as vantagens ao implementar a Norma ISO 22000?


 
imagem de várias frutas, legumes e verduras sob a mesa - ISO 22000 - Saúde e segurança de alimentos e Segurança Alimentar
ISO 22000 – Saúde e segurança de alimentos

Há muitas vantagens ao implementar um sistema de segurança de alimentos. Primeiro porque é um padrão internacional. Outra é o que seu negócio se torna capacitado, o suficiente, para fazer negócio dentro e fora do país! Além disso, você consegue estabelecer relações comerciais com clientes mais exigentes.

Vantagens da implementação da norma ISO 22000.

homens trabalhando com luvas e manuseando alimentos perecíveis - - ISO 22000 - Saúde e segurança de alimentos e Segurança Alimentar
ISO 22000 – Saúde e segurança de alimentos

Segundo informações da própria ISO 22000, a implementação dessa Norma pode ajudar na gestão da segurança de alimentos da organização. Definindo requisitos que permitam à organização:

a) planejar, implementar, operar, manter e atualizar um sistema de gestão de segurança de alimentos projetado para fornecer produtos que, de acordo com o uso pretendido, sejam seguros para o consumidor;

b) demonstrar o cumprimento dos requisitos legais e regulamentares aplicáveis em matéria de segurança dos alimentos;

c) reconhecer e avaliar os requisitos dos clientes mutuamente acordados e demonstrar conformidade, com o objetivo de aumentar a sua satisfação;

d) comunicar efetivamente as questões relacionadas à segurança de alimentos a seus fornecedores, clientes e partes interessadas relevantes na cadeia de alimentos;

e) assegurar que a organização esteja em conformidade com a política de segurança de alimentos declarada;

f) demonstrar conformidade com as partes interessadas relevantes, e

g) buscar a certificação ou registro de seu sistema de gestão de segurança de alimentos por uma organização externa, ou realizar uma autoavaliação ou autodeclaração de acordo com a Norma.

As consequências do consumo e fornecimento de alimentos inseguros podem ser graves e os padrões de gestão de segurança de alimentos da ISO ajudam as organizações a identificar e controlar os riscos à segurança de seus produtos.

A Norma ISO 22000 proporciona benefícios tanto para e empresa que implementa quanto para os fornecedores, clientes, partes interessadas e principalmente, o consumidor final. Nessa perspectiva, podemos observar os quatro principais benefícios:

1. Confiança e garantia ao consumidor.

2. Mais credibilidade.

3. Maior valor agregado.

4. Transparência.

Além disso:

1. Reconhecimento internacional aplicável a todos os entes da cadeia produtiva de alimentos;

2. Redução de perdas financeiras significativas atuando preventivamente na identificação e controle dos riscos reduzindo custos com retrabalho, desperdício e recolhimento de produtos.

O que pretende a Revisão da Norma ISO 22000

Contaminação de alimentos – ISO 22000 – Saúde e segurança de alimentos

Todas as Normas ISO são revisadas regularmente para garantir que estejam atualizadas. E sempre de acordo com as frequentes mudanças nos cenários globais. No setor de produtos alimentícios estas mudanças podem ser ainda mais impactantes. Isto é, se considerarmos a infinidade de riscos aos quais os produtos estão sujeitos ao longo da cadeia de produção.

A revisão da Norma ISO 22000 introduziu novos recursos. Os quais são também observados em outros sistemas de gestão, como a ISO 9001 e 14001. A proposta da nova revisão foi de adaptar os requisitos às necessidades das organizações do setor alimentício. Por exemplo, o contexto da organização, stakeholders, liderança, riscos e gerenciamento de mudanças.

Principais novidades contempladas na revisão da norma ISO 22000.

imagem de um fábrica de laranjas - ISO 22000 - Saúde e segurança de alimentos e Segurança Alimentar

A nova versão da Norma esclarece alguns requisitos. E faz sua adaptação de acordo com as necessidades e a realidade do setor alimentício. Por exemplo:

1. Uso da estrutura de alto nível cujo objetivo é o de oferecer termos e contexto em comum a todos os sistemas de gestão. Isto possibilita uma maior integração com outros sistemas. Eliminando desse modo, as duplicidades e diminuindo o tempo dedicado à administração.

2. Implementação da Gestão de Risco abrangendo o conceito de risco percebido pelas organizações. Além dos relacionados ao HACCP (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle). É aberta uma nova perspectiva de risco relacionada tanto ao nível do negócio quanto do operacional.

A nova revisão propõe também um novo olhar para as oportunidades. isto é, as oportunidades devem ser consideradas, uma vez que o pensamento baseado no risco, não pode ser vinculado a algo negativo. O risco gerenciado corretamente pode se tornar uma oportunidade valiosa.

3. Ênfase sobre a metodologia PDCA (Plan – Do – Check – Act). Propõe uma separação em dois ciclos. Sendo o primeiro, focado em sistema de gestão. Enquanto que o segundo, é focado na operação abrangendo os princípios de HACCP (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle).

4. Mapeamento das partes interessadas e identificação de suas necessidades e expectativas a fim de garantir o fornecimento de produtos e serviços. De modo que estes atendam aos requisitos estatutários, regulamentares e de clientes.

Como melhorar o gerenciamento do Sistema de Gestão?

imagem de uma mão com luvas entregando um hambúrguer -  - ISO 22000 - Saúde e segurança de alimentos e Segurança Alimentar

Como vimos até agora, as organizações terão muitos benefícios ao implementar os novos recursos da ISSO 22000. Mas, para alcançar o sucesso da sua implementação é preciso uma equipe capacitada. Assim, você evita falhas na implementação da norma.

Conte com o Grupo Verde Ghaia. Possuímos uma equipe especializada e capacitada para auxiliá-lo na implementação da nova versão da norma ISO 22000. Bem como para todos os outros sistemas de Gestão.

Você precisa melhorar seu gerenciamento?
Entre em
contato com um dos nossos Consultores e saiba Quais são os requisitos que seu sistema está cumprindo e Quais serão os requisitos necessários para ajudá-lo a melhorar seu gerenciamento.

E melhor ainda!!

Se você está iniciando um planejamento de certificação da ISO 22000 ou planejando realizar uma auditoria interna, conte conosco! Ajudamos você no levantamento de dados para a verificação dos requisitos que a sua organização precisa atender.

Lembre-se:

1. A ISO 22000 é um sistema de gestão globalmente aceito.

2. Pode e deve ser aplicado a qualquer empresa da indústria de alimentos. Assim como, agricultores, fabricantes e transportadoras e até mesmo varejistas.

3. A certificação ISO 22000 tem reconhecimento mundial.

4. Os Requisitos da Norma que atendem aos critérios são reconhecidos por todo o mundo.

5. Muitas empresas exigem de seus fornecedores a certificação ISO 22000.

6. Todos os padrões são validados para a ISO 22000.


Leia nosso E-book sobre as Mudanças ocorridas na Norma ISO 22000. 

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Raquel Alvares da S. Soares de Melo

Consultora Jurídica do Grupo Verde Ghaia
Engenheira de Alimentos Especialista em Qualidade e Segurança de Alimentos


Saiba como o Outsourcing LIRA pode te auxiliar no monitoramento dos seus Requisitos Legais


 

O outsourcing LIRA auxilia a equipe de gestão de SSO (saúde e segurança ocupacional) e MA (meio ambiente). O serviço de outsourcing é realizado através de uma consultoria jurídica de ponta. Todos os profissionais são altamente capacitados, conhecedores das leis e obrigações aplicáveis ao negócio.

Além disso, os profissionais tem know how para todas as funcionalidades do LIRA. Otimizando tempo e trazendo qualidade para os seus processos. Conheça como funciona o Outsourcing LIRA e economize tempo e recurso.

O que é Outsourcing?

Como o Outsourcing LIRA auxilia no monitoramento de requisitos legais

O outsourcing LIRA é um contrato entre a Verde Ghaia e o cliente. Tendo como objetivo principal, o monitoramento dos requisitos legais aplicáveis ao negócio. Sabemos das inúmeras obrigações presentes no nosso ordenamento jurídico. Além da quantidade, destaca-se a dificuldade técnica e tempo de dedicação das áreas operacionais em gerir o processo de interpretação das leis, em busca constante das evidências de atendimento.

Neste contexto, soma-se a exigência cada vez maior de conhecimento jurídico e técnico na avaliação das obrigações. Assim como, na qualidade da elaboração de textos nas evidências e inserção das informações nos sistemas de monitoramento legal como o LIRA.

Temos também, a notória necessidade de atualização das novas publicações legislativas e aplicação prática eficiente para um melhor controle dos processos. Diminuindo, portanto, os riscos e sanções legais pelo não atendimento de uma obrigação.

Outsourcing LIRA

Ajudará sua equipe de gestão de SSO e MA, prestando serviços de consultoria jurídica personalizadas e com profissionais altamente capacitados. Tendo todo know how necessário para interpretação de leis e compreensão das obrigações aplicáveis ao seu negócio. Você ainda conta com a competência destes profissionais para uso de todas as funcionalidades do LIRA. Isso significa que você irá otimizar seu tempo e trazer qualidade para o seu processo. 

Como funciona o Outsourcing

* O cliente envia os principais documentos, evidências e responsáveis pelos planos de ações com contato (telefone e/ou e-mail) ou via plataforma Consultoria Online.

* A Verde Ghaia revisa a aplicabilidade dos REQUISITOS LEGAIS e OBRIGAÇÕES. Removendo aqueles que não são pertinentes.

* A Verde Ghaia realiza o preenchimento da LIRA inserindo as descrições de evidências de atendimento ou não atendimento das obrigações.

* A Verde Ghaia cria os Planos de Ação corretivos com os responsáveis. Estabelecendo prazos para as obrigações legais e identificadas como não conformes.

A equipe jurídica dedicada ao outsourcing manterá a empresa informada das alterações mais importantes das obrigações legais. E ainda, enviará mensalmente gráficos estatísticos de atendimento. Dessa maneira, você pode acompanhar e ter controle da liderança da empresa.

 

Outsourcing LIRA

Planejamento das Ações, Evidências e Documentos

Após a formalização do contrato de outsourcing, a equipe jurídica encaminhará um planejamento anual de envio das informações, evidências e documentos. Dessa forma, as seguintes atividades, podem estar previstas no seu outsourcing LIRA. Como, por exemplo:

* Validação mensal dos novos requisitos. Visando, instruir a empresa sobre novas obrigações importantes aplicáveis.

* Classificação das obrigações de acordo com as áreas de abrangência. Sendo estas predefinidas e informadas pelo cliente, se aplicável.

* Revisão da aplicabilidade do requisito e das obrigações aplicáveis ao cliente.

* Alinhamento mensal com o cliente através de gráfico estatístico de atendimento da LIRA.

* Preenchimento das evidências de atendimento das obrigações. Tudo conforme as informações enviadas pelo responsável da empresa.

* Criação dos planos de ações corretivos, de acordo com as indicações do cliente.

Importante ressaltar que as informações prestadas pela empresa são consideradas fidedignas e poderão ser avaliadas em auditorias de conformidade legal anual. Dessa maneira, você estará contribuindo para a melhoria contínua da organização. 

 

Quer saber mais sobre Outsourcing LIRA?
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monitorar requisitos legais


STF torna ilegal aterros em área de preservação ambiental


 

Em uma decisão tomada em fevereiro deste ano, mas apenas está sendo entendida pelas empresas agora, aterros em

área de preservação ambiental, as APPs, não mais poderão funcionar.

Dessa forma, 16 capitais brasileiras deverão encontrar novos locais ou novas formas de destinação do lixo gerado diariamente pela população.

Atualmente, cerca de 80% dos aterros estão, mesmo que parcialmente, nessas áreas legalmente, sob a alegação de serem de utilidade pública e de interesse social, de acordo com o Código Florestal. No entanto, o STF considerou inconstitucional estas considerações. A insegurança de especialistas agora é que essa decisão inviabilize a implantação de novos aterros sanitários no país, proporcionando o surgimento de lixões a céu aberto.

A gestão de resíduos sólidos é um serviço que faz parte do saneamento básico. As finalidades seriam proteger o meio ambiente e zelar pela saúde pública. Com esse dispositivo, segundo especialistas, os aterros ficarão restritos a algumas áreas sem grandes espaços para viabilizar a estrutura e uma boa logística.

Confira a notícia completa.

Solução

Cada vez mais, e principalmente com essas novas mudanças, será necessário ter referências de fornecedores na área de resíduos sólidos. Uma facilidade para o processo seria ter um sistema confiável que já mostrasse fornecedores com licenças e documentação em dia.

Único no mercado, é o VG Resíduos. A startup premiada e com vários cases de sucesso, além de fomentar a gestão de resíduos de forma fácil para as grandes empresas, também oferece a ferramenta Mercado de Resíduos que ajuda com a indicação dos melhores fornecedores da área.

 

 


Por que e como implementar a ISO 14001:2015 na sua empresa?


 

ISO 14001. Tem sido o assunto mais discutido, principalmente por ser o último ano de vigência da versão 2008. A nova Norma ISO 14001:2015 entrará em vigência a partir de Setembro e todas as organizações já deverão ter feito a migração para a nova versão. E como fica quem precisa implantar? Você não precisa esperar chegar setembro. Já pode implementar a norma e buscar pela certificação.

Porque implementar a ISO 14001 na sua empresa?

Porque implementar a ISO 14001 na sua empresa?

Com a crescente demanda de ser ambientalmente sustentável a ISO 14001 é reconhecida como um primeiro passo. O seu próposito é de minimizar e controlar os impactos das atividades que acarretam ao meio ambiente. Com o passar do tempo, a evolução do número de certificações do SGA comprova quehá um aumento na preocupação das organizações. Sendo estas a de estarem integradas às suas práticas de negócio com o meio ambiente.

No entanto, a primeira questão a ser levantada é por que uma empresa busca se certificar? Você já deve ter feito essa pergunta alguma vez. Ou ouviu alguém perguntar. Muitas pessoas não sabem porque elas devem buscar pela certificação ISO 14001. A ideia que se tem é que servirá apenas para dizer que é “ambientalmente correto”. A resposta vai além dessa concepação.

A resposta para essa pergunta não é díficil. Certificar-se consiste em desenvolver práticas que incentivam a proteção do meio ambiente para as futuras gerações. Isto é, ter ações que melhorem a reputação da sua empresa, colocando-a em um lugar competitivo no mercado. Além de visar a redução de desperdícios e consequentemente gerar baixo custo para o seu negócio

Como é a Implantação de um SGA

A implantação de um SGA muda a organização como um todo. A busca por processos ou produtos ambientalmente viáveis contribuem para uma melhoria contínua. O acompanhamento e cumprimento de requisitos legais aplicáveis à sua organização previnem possíveis penalidades etc.

Por fim, o desempenho ambiental proporciona a otimização do consumo de energia, prolongamento do ciclo de vida e se alinham com os objetivos, culturas e estratégias do negócio.

Portanto, a Verde Ghaia não só incentiva através de seus serviços, mas também busca superar as expectativas. Uma vez que, se contribuímos para integrar os princípios desta norma em suas atividades diárias, seu desempenho ambiental será inquestionavelmente vantajoso para a organização.

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Quer saber mais sobre as novas versões das normas? Confira o material orientativo que a equipe de Consultoria Técnica e Jurídica da Verde Ghaia preparou:

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Potabilidade da água: Breve Introdução


 

A água é um bem extremamente valioso. Estima-se que o corpo humano, em média, é composto de 70% a 75% de água. De modo semelhante, nosso planeta também é composto pela mesma média desse recurso hídrico.

Contudo, apesar de tanta abundância, em termos de água potável, a qual atenda os parâmetros de qualidade para consumo o humano, esse bem não é tão vasto assim. Cerca de 97% dessa água é salgada, logo considerada imprópria para o consumo. No entanto, já começam a avançar os estudos e tecnologias para a dessalinização das águas dos mares.

Estudos indicam que 3% da água de nosso planeta é doce. Desse montante, 2.5% estão presas em geleiras. Já dos 0.5% de água que resta no mundo, grande parte está depositada em aquíferos subterrâneos. Tal fator, dificulta ainda mais o acesso humano. Em outras palavras, esse líquido que tanto consumimos, em nosso dia-a-dia, e que nenhum ser humano é capaz de viver sem, por mais de 5 dias, merece uma atenção especial.

Deve-se, portanto, garantir a manutenção das condições de potabilidade da água. Isso, porém, se torna tarefa cada vez mais árdua e a ausência de controles pode resultar em consumo de água contaminada. a qual, hoje, é causa de diversas doenças à população, incluindo os trabalhadores.

Legislação Nacional regula a potabilidade da água

A escassez desse recurso hídrico , explica porque a legislação nacional, a qual normatiza a potabilidade da água, já está na sua 6ª versão. Ademais, desde 1977 a mesma vem passando por revisões/revogações.  Essas  se justificaram pelo avanço dos estudos científicos sobre o controle da potabilidade e avaliação de riscos associados à mesma.

Tais revisões tiveram como principais finalidades atualizar as regras de controle de acordo com os avanços tecnológicos e científicos. Buscou-se dessa maneira, o progresso do controle da potabilidade. Além disso, propiciar que cada vez mais, a sociedade, as concessionárias de abastecimento público, as indústrias e empresas em geral, além dos órgãos fiscalizadores do poder público, estejam envolvidos e alinhados quanto a importância de seus papéis. De tal modo, que seja garantida a qualidade desse bem (água potável) tão precioso para vida em nosso planeta.

A última revisão se deu com a publicação da Portaria MS Nº 2.914, de 12-12-2011. Esta foi recentemente consolidada pela Portaria MS Nº 05, de 28-09-2017, que por sua vez não trouxe nenhuma modificação ao texto já aprovado em 2011. Contudo, norma anterior já havia gerado uma série de questionamentos os quais serão abordados em um próximo artigo.

Antes, é importante considerar dois pontos introdutórios. Isto, porque são objetos de dúvidas de muitos responsáveis pelo controle da potabilidade da água nas empresas. O primeiro: que tipos de utilização de água se enquadram como “consumo humano”. E o segundo: se é necessária autorização de algum órgão para fornecimento de água para os trabalhadores.

Água para consumo Humano

Sobre o primeiro questionamento.

O artigo 5º da Portaria MS Nº 05, de 28-09-2017 (Consolidação da 2.914/11), é claro ao definir sobre a água para consumo humano. O artigo diz que “água potável destinada à ingestão, preparação e produção de alimentos e à higiene pessoal, independentemente da sua origem”.

Nesse sentido, está englobada em “água para consumo humano” as águas utilizadas em pias e chuveiros dos banheiros. Isso porque  são destinadas à higiene pessoal. Esse é um ponto que tem passado despercebido por muitos profissionais quando da reutilização de água Considerando a crescente escassez dos reservatórios de água, a preocupação  com a reutilização de águas (que não atendam aos parâmetros de potabilidade) na descarga de vasos sanitários (os quais demandam um tratamento menos rigoroso) tem sido mais comum. Entretanto, caso não se tome os devidos cuidados, a mesma água pode acabar sendo direcionada para pias e chuveiros.

Isso,resultaria, por consequência , em ingestão de água imprópria para consumo humano. Além de gerar contaminação alimentar e outros problemas de saúde para os trabalhadores. Por esse motivo, deve-se saber compatibilizar as práticas sustentáveis de reutilização da água. Isto significa ter os devidos controles para se evitar que as águas (ainda que tratadas), que não atendam aos padrões de potabilidade, não gerem riscos à saúde dos trabalhadores.

Além de reuso em descargas sanitárias, o reaproveitamento de águas industriais em jardinagem e lavagem de piso são outros exemplos que permitem racionalizar o uso da água, sem gerar maiores riscos de contaminação dos trabalhadores.

Autorização para fornecimento de água potável

Já quanto ao segundo ponto, a questão é um pouco mais complexa. Pode variar de acordo com o estado em que a empresa está localizada e com a forma com que a mesma recebe e fornece a agua potável.  Caso seja abastecida por concessionarias de serviço público, não é necessário solicitar autorização a nenhum órgão para fornecê-la aos trabalhadores.

Entretanto, caso esteja localizada em local em que não haja concessionárias de abastecimento público e necessite realizar a própria captação e tratamento para fornecimento aos trabalhadores (classificada como solução alternativa coletiva de abastecimento de água)  pode ser necessária uma autorização da vigilância sanitária municipal para tal fornecimento. De uma forma geral, o art. 14 da  Portaria MS Nº 05, de 28-09-2017 determina:

Art. 14. O responsável pela solução alternativa coletiva de abastecimento de água deve requerer, junto à autoridade municipal de saúde pública, autorização para o fornecimento de água tratada, mediante a apresentação dos seguintes documentos: I – nomeação do responsável técnico habilitado pela operação da solução alternativa coletiva; II – outorga de uso, emitida por órgão competente, quando aplicável; e III – laudo de análise dos parâmetros de qualidade da água previstos nesta Portaria”.

A Atuação dos municípios

Apesar da obrigatoriedade da disposição legal supramencionada, na prática, a maioria das vigilâncias municípios não aplica na íntegra tal disposição federal. Deixa-se, portanto, de emitir tal autorização, mesmo que o interessado a solicite. Por outro lado,  no estado de São Paulo  há legislação própria. Por meio da Resolução SS Nº 65, de 12-04-2005 estabeleceu-se a necessidade de submissão à Autoridade Sanitária Municipal a solicitação para fornecimento de água. Tal solicitação é realizada por meio do cadastro no SISAGUA – Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano.

Dessa forma, ao realizar o cadastro devido e mantê-lo atualizado anualmente, as empresas podem fornecer a água captada e tratada a seus funcionários. Entretanto, deverão garantir o atendimento aos padrões de qualidade, cujos resultados das análises devem ser apresentados semestralmente.

Como proceder ante a ausência de regulamentação local?

Se a empresa realiza captação e tratamento da própria água fornecida e não está localizada no estado de São Paulo (nem outro estado que possua legislação específica) o recomendado é apresentar à vigilância municipal solicitação para fornecimento de água, junto com o plano de amostragem de controle da qualidade da água.  Adiconalmente,, deve-se indicar o responsável técnico pelo monitoramento da potabilidade , e outorga do órgão ambiental (conforme art. 14 da Portaria MS Nº 05, de 28-09-2017).  Nesse caso, deve-se arquivar o protocolo da solicitação para o devido respaldo da empresa.

Dessa forma, ainda que o órgão municipal não se manifeste sobre a autorização do fornecimento, o protocolo de apresentação será documento suficiente para demonstrar a adequação do fornecimento de água potável. Desde que atenda  também os padrões de potabilidade previstos na Portaria MS Nº 05, de 28-09-2017.

Elias Temponi
Coordenador Jurídico Verde Ghaia.

Fontes:
Sobiologia
A disponibilidade de água no mundo e no Brasil
Cursos online – Potabilidade da água
Future Legis SOGI Legislação
Future Legis SOGI Legislação
Saúde.gov


Você sabe como classificar seus processos para atender a nova ISO 9001?


 

A adoção de um sistema de gestão nos moldes da ISO 9001 traz a ideia de qualidade na fabricação de um produto ou prestação de um serviço de uma organização. Mas, internamente, isso significa que a empresa tem conhecimento refinado de seus processos, orientados no sentido de seus objetivos.

Para tanto, ao determinar os processos necessários para a execução de suas atividades, um trabalho de análise se faz necessário. De tal forma que a empresa possa identificar os riscos e oportunidades que possam surgir durante a realização dos procedimentos adotados.

O que são processos?

O que são processos

Para a fabriacação de um produto ou na prestação de um serviço, as empresas necessitam ordenar suas atividades da maneira mais eficiente. E assim, permitir e oferecer o controle e a manutenção dos recursos necessáros para produzir o resultado pretendido. Assim nascem os processos onde encontramos as diversas ativididades inter-relacionadas a serem desempenhadas pela organização.

Para melhor entender o que é um processo, imagine que você irá fazer um bolo: você tem todos os ingredientes, que são os insumos. Além dos outros ingredientes, tais como ovos, farinha de trigo, fermento, leite, etc. Na sequência você coloca em prática o que descreve a receita do bolo que traz as instruções de como fazê-lo, como por exemplo, a mistura do ovo com a farinha e o leite, utilizando uma batedeira. E o forno que deve ser pré-aquecido a determinada temperatura. E ao final, temos um delicioso bolo pronto! Que corresponde a saída.

Conheça o nosso curso Online sobre como identificar e avaliar os riscos de processos:

O “pensamento baseado em risco” sempre esteve presente na ISO 9001, e essa revisão considera o risco em toda a norma, desde o começo, tornando a ação preventiva parte do planejamento estratégico, assim como da operação e da revisão.

Como funcionam os processos dentro de uma empresa

Da mesma forma funciona um processo organizacional.  Você terá a necessidade de um cliente ou o requisito do cliente assim como, os meios para sua execução. Ou seja, insumos que serão as entradas ou inputs do processo. As atividades a serem executadas envolvendo os conhecimentos, os procedimentos, as pessoas e os equipamentos que resultará na saída ou outputs do processo. Portanto, estes vão se tornando um produto ou serviço que atenda ao seu cliente.

Os processos dentro de uma organização podem ser subdivididos em gerenciais ou de gestão. Eles devem funcionar para orientação estratégica da empresa, atuando no estabelecimento de métricas, políticas e diretrizes para alcançar seus objetivos. Mas, sem contato direto com o cliente.

Lembrando que é importante realizar, sempre que possível, o mapeamento dos processos da organização!

Processos primários ou essenciais

São aqueles que representam as atividades essenciais da empresa. Podendo ser considerados os mais importantes pois, agregam valor diretamente ao cliente e permitem uma visão completa e funcional do negócio.

Processos de suporte ou apoio

Proporcionam apoio aos processos primários. De modo que este permitam assim, uma boa realização. Bem como, suportar outros processos de mesma natureza ou até mesmo processos gerenciais que são dotados de estrutura especializada e funcional. Além de também não terem contado direto com os clientes. Mas sim, agregando valor para outros processos.

Como analisar o fluxograma dos seus processos

 Tanto para a criação de um fluxograma quanto para sua análise, a fim de entender melhor o processo retratado, há algumas perguntas devem ser feitas. Por exemplo:

  • O que é feito?
  • Para que serve esta fase?
  • Por que esta fase é necessária?
  • A sequência está corretamente fixada?
  • Quem deve executar a fase?

Através de uma análise criteriosa é possível identificar e resolver problemas e gargalos nos processos. Apontando assim, melhorias como a atualização de formulários e documentos. E até mesmo simplificar o modo de como fluxo do próprio processo está sendo realizado. Desta forma, é possível que uma organização entenda seus processos, identifique os “gaps” e proponha melhorias necessárias.

Nesse sentido, agindo de forma proativa rumo a excelência na fabricação de seus produtos ou na prestação de serviços.

Como criar um fluxograma de processos

Uma maneira muito comum e eficiente para se entender um processo é através de um fluxograma: uma representação gráfica que utiliza de símbolos para retratar de forma descomplicada o fluxo das informações e a sequência operacional traduzindo o trabalho que é realizado.

Principais símbolos para criação de um fluxograma

Cada símbolo retratado em um fluxograma tem uma função ou um significado sendo que os principais são:

Fluxograma dos Processos

 

Tipos de fluxogramas

Existem diversos tipos de fluxogramas com formatos e simbologias diferentes. Mas, basicamente, são os fluxogramas verticais e horizontais os mais comuns.

Portanto, não se apegue a um fluxograma. Escolha o que mais se identifica ao seu negócio. Se precisar de apoio, conte com a Equipe Especializada da Verde Ghaia. Nós te ajudaremos a organizar seus processos e melhorá-los continuamente.

 

 

Maicon Daugiê Jacinto
Consultor Jurídico Especialista em SGI
Bacharel em Direito, Pós-Graduado em SGI

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O que fazer quando ocorrem falhas na hora de implementar? Parte II


 

É muito frustrante realizar a implantação do Sistema de Gestão, e ele falhar. Investimos não apenas em recursos, como também tempo e equipes.
Selecionamos algumas falhas mais comuns, para realizar uma análise crítica das nossas ações e assim, tomar decisões mais assertivas.

Implantação do Sistema de Gestão - falhas acontecem na hora de implementar? Você sabe como resolver?

Falhas durante a Implantação do Sistema de Gestão

As falhas durante a implementação do Sistema de Gestão pode estar em diversos pontos. Porém, no geral, podemos destacar os seguintes itens abaixo:

Falaremos sobre cada uma delas para você mais abaixo com o intuito de levar você a analisar as falhas.
Ou então, tomar decisões para que nunca aconteça com você.

1. Falha no entendimento do Requisito Normativo

As normas ISO são genéricas. Isto é considerado um ponto positivo, pois faz com que qualquer empresa possa se certificar. Porém, pode ser um ponto falho das empresas. Em outras palavras, por estar muito nas mãos de cada organização, o entendimento dos requisitos e criar a melhor forma de se adequar para atendê-los.
A experiencia em certificações conta muito nesse momento.

2. Atendimento superficial às exigências das normas

As normas foram desenvolvidas de forma a agregar valor à forma de trabalho da organização. Sendo assim, não satisfaz para uma certificação a criação de documentos e práticas que não sejam realmente implantadas e adequadas à realidade da empresa em questão e seu escopo de cerificação.

Implantação do Sistema de Gestão - falhas acontecem na hora de implementar? Você sabe como resolver?

3. Cultura organizacional e Conscientização

Assim como citado no título, um dos grandes desafios na implementação dos sistemas está na mudança dentro da cultura organizacional. Além disso, as normas são muito claras no que diz respeito à conscientização dos colaboradores quanto:

  • À Política do sistema;
  • Aos objetivos, metas e indicadores relacionados;
  • Aos controles operacionais;
  • Aos aspectos ambientais significativos;
  • Aos perigos e riscos à saúde aos quais estão expostos; dentre outros itens.

Sendo assim, faz-se necessário um projeto que envolva mais do que treinamentos. Isto é, que haja preocupação com a conscientização e envolvimento de todos os cargos dentro da organização. Devendo incluir as lideranças, pois eles podem contribuir para o sucesso nas certificações.

Vale lembrar que conscientizar envolve não apenas informar. Mas, transmitir aos envolvidos o porquê de cada item repassado e que esse trabalho é relevante ao ponto de observar desde o planejamento até a estrategia da empresa.

4. Envolvimento de terceiros

Colaboradores e empresas terceiras interferem diretamente no sucesso das atividades da organização. Logo, no momento de implantação dos Sistemas de Gestão esse público não pode ser excluído, seja da exigência de documentações especificas ou na conscientização dos seus colaboradores

5. Tratamento de Não Conformidades

A busca por melhoria continua, exigida pelas normas de sistema de gestão força as organizações a realizarem uma tratativa adequada de suas não conformidades. Ao contrário do que muitos pensam, encontrar não conformidades é algo que agrega, e muito, ao sistema de gestão. Uma vez que mostra a maturidade da empresa em conseguir evidenciar as falhas internas.

O ponto essencial nesse momento é que as tratativas dessas quebras de requisitos devem ser adequadas ao problema evidenciado. Desse modo, portanto, busca-se evitar a sua recorrência. Isso significa que não conformidades devem ser estudadas, por grupos de mais de uma área, na maioria das vezes, de forma a identificar as reais causas de sua ocorrência. E logo em seguida, criar planos de ação adequados a cada situação.

A análise de eficácia das ações em cima de não conformidades irá refletir diretamente a qualidade dessas analises.

6. Deficiência no levantamento e atendimento a requisitos legais

A falta de um suporte jurídico adequado faz com que muitas vezes as empresas pequem na identificação, no diagnóstico, no monitoramento e no atendimento a legislações por falta de conhecimento ou acompanhamento de atualizações. Com isso, percebe-se que as normas exigem a real dedicação dos colaboradores nos diversos níveis hierárquicos que representam, incluindo os trabalhadores de empresas terceiras em muitos casos.

Aliar-se a uma empresa de consultoria que seja responsável, comprometida, com equipe capacitada e conhecimento técnico amplo, auxilia na prevenção dessas falhas . E se, caso ocorram, existe uma detecção e eliminação de forma ágil, contribuindo para o sucesso da implementação.


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Fernanda Innecco
Consultora Externa
Engenheira Química Especialista em Segurança do Trabalho


Por que muitas implantações do Sistema de Gestão são falhas? Parte I


 

Implantar Sistema de Gestão e mante-lo, envolve desafios diários!
Entenda mais sobre como se planejar na hora de iniciar esse processo e atingir o objetivo da sua empresa!

Implementando um Sistema de Gestão: Planejamento

Por que muitas implantações do Sistema de Gestão são falhas?

Em alta no mercado, a implementação de Sistemas de Gestão visando certificações internacionais tem se tornado o foco de muitas empresas. Sejam de pequeno, médio ou grande porte, a ponto de já apresentarem esse objetivo em seus planejamentos estratégicos.

Extrapolando uma comum visão inicial, de que a obtenção dessas certificações irá possibilitar a qualificação como fornecedor. Mesmo que seja em algum mercado específico, as organizações estão percebendo que essa busca traz benefícios diversos. Por exemplo:

  • Melhoria de seus processos internos;
  • Redução de impactos ambientais;
  • Redução de acidentes e doenças ocupacionais;
  • Melhoria na relação com órgãos fiscalizadores;
  • Redução de custos para o negócio.

É preciso, porém, compreender que esse processo deve ser muito bem planejado, desenvolvido e acompanhado. Para assim, garantir o sucesso em relação aos objetivos e metas internas, clientes e demais partes interessadas, além dos órgãos certificadores.

Para qualquer que seja a norma escolhida para atendimento aos requisitos do Sistema de Gestão, o sucesso dessa empreitada irá depender diretamente de uma adequada organização e de cada passo da implementação. E que deve se iniciar com um bom planejamento.

Esse planejamento deve envolver toda a alta direção e lideranças da empresa. Estando estas aliadas à uma equipe multidisciplinar. De forma a entender claramente qual a realidade da organização e quais objetivos e prazos envolvidos nessa implementação. Saber o cenário atual da empresa ajudará a entender onde serão necessários mais esforços e tempo desprendidos nas etapas de implementação do Sistema.

Entendendo o cenário atual da organização

Um bom planejamento para implementação de um Sistema de Gestão, inicia-se com um bom diagnóstico da situação atual.

Confrontando as exigências dos requisitos normativos e a realidade atual da empresa, analisa-se nessa etapa o grau de atendimento a cada item das normas. Abrangendo desde a presença da consultoria, de uma empresa especializada em sistemas de gestão. E desde essa etapa auxilia-se, e muito, no sucesso e economia de tempo nas etapas que estão por vir.

Na análise do cenário atual da organização, livre-se de pré-conceitos e pensamentos comuns. Como, por exemplo, o de que “as coisas sempre foram feitas de tal forma. Portanto, está satisfatório”. Um dos grandes ganhos que as normas trazem para as empresas é forçar que todos pensem fora da caixa. E assim, visualizem constantemente formas de melhorar a forma de trabalhar. Consequentemente, há aumento da produtividade, satisfação dos clientes e até mesmo melhorias no clima interno da organização.

Pontos chaves durante a implementação

Pontos chaves durante a implementação

Em geral, os requisitos normativos exigem um bom planejamento estratégico da empresa, O qual desdobra-se em objetivos, metas e planos de ação que darão o norte para atingir os resultados esperados. Além disso, há diversas obrigações relacionadas. Inclusive, aos requisitos legais que precisam ser atendidos e monitorados, ativamente.

Outro ponto forte na implementação de um Sistema de Gestão está nos controles aplicados a cada etapa de processos. Bem como, na tratativa de não conformidades. Nessa etapa, em conjunto com as análises dos resultados atingidos, é possível verificar a maturidade do Sistema implementado e o grau em que é atendido.

Além disso, cada norma a ser implantada traz uma série de documentações específicas. Dentre elas é possível citar, por exemplo:

1. Os levantamentos de riscos e oportunidades presentes nas normas mais atualizadas;

2. O mapeamento de processos e macrofluxos que demonstrem suas interações, fundamentais na ISO 9001;

3. O levantamento de aspectos e respectivos impactos ambientais, envolvendo a perspectiva de ciclo de vida para a ISO 14001;

4. O criterioso levantamento de perigos e riscos associados aos colaboradores nos locais de trabalho. Assim como, os respectivos controles operacionais, exigidos pela recém emitida ISO 45001;

5. A avaliação de usos significativos de energia. Seus respectivos indicadores e programas para melhoria na eficiência energética exigidos pela ISO 50001. Dentre outros pontos.

Por que a implementação pode fracassar?

Por que a implementação pode fracassar?

Outro ponto chave na implementação e motivo de fracasso, em muitos casos, está a cultura da empresa. Isto pois, a empresa deverá passar por mudanças que irão impactar significativamente no sucesso da organização. Está cada vez mais claro, que a criação de toda parte documental da empresa, se não aliada a mudanças comportamentais dos colaboradores, não consegue sustentar uma certificação. São trabalhos diários e intensos de conscientização e envolvimento de todos da organização. 

Assim, é possível garantir uma adequada retroalimentação das informações, o levantamento de oportunidades de melhoria, a redução de riscos. Bem como, a solução de possíveis não conformidades encontradas no dia a dia.

Portanto, mais do que conseguir uma certificação, é necessário ter claro que um Sistema de Gestão. Este precisa estar vivo e funcionando diariamente e, o qual depende diretamente da alta direção, lideranças e demais colaboradores envolvidos.

Deste modo, os requisitos das normas de sistema de gestão apresentam diversas formas de avaliação de atendimento às suas exigências. Podendo citar, por exemplo:

  • Monitoramento de indicadores;
  • Resultados planejados;
  • Avaliação de eficácia;
  • Auditoria interna;
  • Análise crítica;

Portanto, todas as etapas são fundamentais quando se visa uma certificação. No caso das auditorias, vale ressaltar que elas devem ser realizadas por auditores capacitados e experientes que consigam testar o sistema de gestão de forma crítica, criteriosa e imparcial.

Reportando-se à alta direção e às lideranças da organização sobre a situação real em que a empresa se encontra. Bem como, em relação ao atendimento aos requisitos normativos e aos pontos em que serão necessários mais auxílio, para melhoria do sistema.


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Fernanda Innecco
Consultora Externa
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