novembro 2018 | Página 2 de 5 | Grupo Verde Ghaia
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Como preparar a sua empresa para as Auditorias conforme a ISO 19011


 

Você sabe como preparar a sua empresa para as auditorias conforme a ISO 19011?

Saber isso é essencial para seu negócio, porque ao passar por auditorias, sejam auditorias internas ou externas, você precisa se planejar para preparar seus departamentos e o seu negócio para dar início a todo o processo. E após o resultado, sua empresa também precisa seguir alguns procedimentos para manter a gestão organizacional e assim estar preparada para receber, quando for necessário, a visita dos auditores, de acordo com a necessidade do seu negócio.

Neste artigo, falaremos exatamente sobre isso. Além disso, você vai encontrar dicas sobre como tornar todo esse processo muito mais fácil e eficaz para o seu negócio.

O que é a ISO 19011?

A auditoria é “caracterizada pela confiança em alguns princípios que fazem dela uma ferramenta eficaz e confiável em apoio às políticas de gestão e controles, fornecendo assim informações pertinentes para que a organização possa agir para melhorar seu desempenho”. Estes princípios são: integridade, apresentação justa, devido cuidado profissional, confidencialidade, independência e abordagem baseada em evidências.

A ABNT NBR ISO 19011 – Diretrizes para Auditoria de Sistemas de Gestão – é uma norma considerada até certo ponto flexível quanto às diretrizes de auditoria, podendo variar de acordo com cada tipo de organização (tamanho e complexidade de processos). Além de estabelecer diretrizes para uma auditoria, a ISO 19011 também determina requisitos para a competência e a avaliação de um auditor e da equipe auditora.

A primeira versão da norma ISO 19011 foi feita em 2002. Nela, as auditorias se restringiam às auditorias de qualidade e ambientais. Em 2011 ocorreu uma atualização, e ela passou a ser utilizada por auditores de variados sistemas de gestão, empresas de consultoria que implementam estes sistemas, e organizações que necessitam realizar auditorias por razões contratuais ou regulamentares.

Em julho de 2018 foi publicada uma nova versão da norma cancelando e substituindo a segunda edição (ISO 19011:2011). Ela foi tecnicamente revisada e desenvolvida pelo comitê de projetos ISO/PC 302 para garantir que continue fornecendo orientações eficazes.

As principais mudanças referem-se à expansão das orientações sobre a gestão de um programa de auditoria, aumento dos requisitos de competência genérica para auditores, ampliação das orientações sobre a condução de uma auditoria, ajustes de terminologia e remoção e expansão de alguns anexos. Ela também introduz o conceito de risco para as auditorias de sistemas de gestão, aborda mudanças no mercado, tecnologias em evolução e muitos novos padrões de sistema de gerenciamento recentemente publicados ou revisados.

Além disso, por permitir uma auditoria eficaz em vários sistemas de gestão ao mesmo tempo, ela torna o processo de auditoria muito mais simples e fácil,

Como preparar a sua empresa para uma auditoria conforme a norma ISO 19011?

A ISO 19011:2018 é aplicável a todas as organizações que necessitam realizar auditorias internas ou externas de sistema de gestão ou gerenciar um programa de auditoria, sejam pequenas, médias ou grandes empresas, independentes da sua atividade ou complexidade de processos.

Seguindo esta norma, o processo de planejamento para passar por uma auditoria, tanto interna quanto externa, ficou muito mais facilitado. E esse planejamento de cada etapa é fundamental para garantir que todas as diretrizes sejam cumpridas e devidamente documentadas, permitindo assim que cada nova auditoria seja comparada à anterior com o objetivo de corrigir erros e melhorar processos.

A orientação contida na ISO 19011 foi ampliada em várias áreas, e vai te auxiliar desde a gestão de um programa de auditoria até a realização da auditoria, estabelecendo também requisitos para a competência e a avaliação de um auditor e de uma equipe auditora.

Dessa maneira, esta norma permite que você conheça:

  • os princípios de auditoria: ajudam a entender a natureza essencial de uma auditoria;
  • gerenciamento de um programa de auditoria: fornecem orientação para gestão de um programa de auditoria, considerando responsabilidade, objetivos, coordenação de atividades e disponibilização de recursos;
  • as atividades de auditorias: englobam as orientações sobre a realização de auditorias, inclusive a seleção da equipe auditora; e
  • competência e avaliação de auditores com orientação sobre a competência necessária a um auditor.

Além disso, a ISO 19011, além de estabelecer as diretrizes para a execução das auditorias, ela define os princípios relacionados à parte comportamental das equipes envolvidas. E também inclui uma abordagem baseada em risco. Ou seja, através dela você pode ter dicas sobre a auditoria de riscos e de oportunidades, bem como informações sobre como aplicar a mentalidade do risco no processo de auditoria.

Seguindo todas estas diretrizes e princípios, você e a sua empresa estarão preparados para receber as auditorias e também saberá agir depois que obtiver os resultados das auditorias, orientando de forma eficaz os processos que ajudam a alcançar os resultados positivos que auxiliem na tomada de decisão. Terá inclusive orientação organizacional e conhecimento para a preparação das equipes de modo que tenham segurança para responder aos questionamentos, verificar as não conformidades e tratá-las.

Quais as vantagens da norma ISO 19011 para minha empresa?

Através da norma ISO 19011, você terá uma abordagem uniforme do seu processo de auditoria, especialmente se a sua empresa tem múltiplos sistemas implementados e precisam ser mantidos sempre em conformidade.

Realizando auditorias, você garante que estará cumprindo as leis, melhorando a qualidade dos procedimentos da organização e, consequentemente, dos seus produtos, serviços e colaboradores. Conhecerá os riscos a que seu negócio está sujeito, vai aprofundar seu conhecimento sobre processos e controles, prevenindo erros e aumentando a transparência e confiança perante os parceiros.

Considerações Finais – Auditoria do Sistema de Gestão

Com a auditoria externa, você vai assegurar que sua empresa esteja em conformidade legal com todos os requisitos e garante a transparência de seus processos (principalmente nas questões contábeis). Elas podem ser realizadas de acordo com a necessidade legal estabelecida por cada norma ABNT.

Por sua vez, as auditorias internas são muito importantes para garantir a eficácia do seu sistema de gestão, pois é através delas que você identifica possíveis falhas, previne erros e acidentes e realiza ações para correção, evitando multas, riscos diversos, sanções legais, paralisação de atividades, processos judiciais, danos à reputação da empresa, perdas financeiras e de mercado e até a interdição de seu negócio. Ou seja, vai melhorar processos e controles e reduzir custos desnecessários, agilizando suas operações. Através destas auditorias você pode também avaliar a performance dos processos, colaborando de forma direta nos resultados da sua empresa e se preparando para uma auditoria certificadora.

As auditorias internas devem preceder as auditorias externas e também seguir um cronograma que se baseará no tempo necessário para correção de cada não conformidade identificada, ficando assim a critério do gestor o momento adequado.

Portanto, ao orientar a avaliação de sistemas de gestão, as auditorias garantem a eficácia da gestão organizacional do seu negócio e se tornam o caminho para a competitividade no mercado, permitindo obter melhor desempenho e também a economizar dinheiro, bem como contribuir para a identificação de necessidades e atividades de melhoria.

Como tornar as auditorias conforme a norma ISO 19011 mais seguras e eficazes?

Para tornar as auditorias a serem realizadas em sua empresa mais seguras e eficazes, a melhor maneira é utilizar a plataforma SOGI da Verde Ghaia. Ela é a ferramenta essencial para auxiliar no monitoramento dos requisitos legais aplicáveis ao seu negócio, de modo que as informações ficam sempre atualizadas e facilmente disponíveis.

O SOGI, através de uma metodologia inovadora desenvolvida pela própria Verde Ghaia, e utilizando o que tem de mais moderno em sistemas de gestão, possui um módulo exclusivo sobre auditorias: o Módulo Auditorias. Nele você pode programar auditorias internas e externas, registrando as informações e gerando relatórios automaticamente com todas as informações e comparativos dos processos e procedimentos da sua empresa. Assim é possível analisar se existe algo para modificar ou melhorar.

Na auditoria externa, utilizar o Módulo Auditoria do SOGI permite acompanhar as auditorias realizadas pelos Organismos de Certificação Credenciados, conferindo maior segurança e credibilidade aos resultados apresentados.

Para as auditorias internas, o SOGI possibilita que este procedimento seja feito de maneira completa, organizada, fácil e segura. Ou seja, é possível iniciar um programa de auditorias internas de seu sistema de gestão introduzindo critérios claros já determinados pelo seu sistema, de acordo com a periodicidade definida pela sua organização, bem como acompanhar as ações preventivas e corretivas.

Além do SOGI e do seu Módulo Auditorias, a Verde Ghaia também disponibiliza cursos online através da plataforma EaD e oferece treinamentos para formar auditores de acordo com a norma ISO 19011. Você se prepara, prepara seus colaboradores e sua empresa para as auditorias, com segurança, qualidade e eficiência, contando com a ajuda de consultores especialistas da Verde Ghaia.

Quer saber mais? Entre em contato conosco! E comece agora a mesmo a preparar a sua empresa para receber as auditorias internas e externas conforme a ISO 19011, organizando seus departamentos e o seu negócio para dar início a todo o processo e garantindo assim a eficácia da sua gestão organizacional. Aproveite e conheça sobre Auditoria de Due Diligence .


Brasil é o primeiro país a assinar acordo para redução de açúcar nos alimentos


 

A Organização Mundial de Saúde tem alertado a sociedade quanto ao uso do açúcar nos alimentos, devido ao uso exagerado nos últimos anos. Estima-se que a população consome mais de 20% do alimento, sendo a recomendação de no máximo 10%, o que corresponde a 25 a 50 gramas ao dia.

Brasil busca reduzir a quantidade de açúcar até 2022

O grande problema é como controlar o consumo. Existem três problemas atuais, o primeiro é que o açúcar está presente na maioria dos alimentos do supermercado e “assume” vários outros nomes, xarope de milho, glicose de milho, frutose.  O segundo é que a legislação brasileira não exige que as indústrias alimentícias informações mais precisas, esclarecendo o que é açúcar natural e os adicionados. Por último, é o aumento do índice de doenças relacionadas ao excesso de uso desse alimento, tais como, glicose alta, diabetes, obesidade infantil.

Diante desse cenário, o Ministério da Saúde em parceria com a Organização Mundial de Saúde, fecharam um acordo no qual empresas brasileiras do ramo de alimetnos que reduzirão o açúcar nos alimentos industrializados até o ano de 2022. O Brasil é o primeiro país a fazer esse tipo de acordo. Inicialmente serão 68 indústrias de alimentos compreendendo 1.147 produtos.

A maioria das indústrias envolvidas já fazem uso do açúcar acima da meta sugerida. Gilberto Occhi do Ministério da Saúde, disse que “Estamos começando um processo de redução, é gradativo nos próximos 4 anos. Não será dividido linearmente. Dentro daquilo que a OMS recomenda sempre que o cidadão tenha uma informação. Gradativamente, com o nível da redução de açúcar destes alimentos, eles vão se tornando mais saudáveis”, disse Occhi”.

Leia o conteúdo completo sobre a matéria de redução de açucares no alimento nesse link.

Fonte: Jornal GI.conteúdo adaptado.


CRH publica novos critérios para emissão de Outorgas


 

O Conselho de Recursos Hídricos do Rio Grande do Sul publicou a Resolução CRH Nº 312, de 07-11-2018, que estabelece critérios gerais de outorga de usos não consuntivos e normas para cadastro no Sistema de Outorga de outros usos não consuntivos não outorgáveis, mas que dependam de qualidade ou quantidade de água para sua operação ou funcionamento

De acordo com a norma usos não consultivos, são aqueles que não reduzem a disponibilidade volumétrica de água entre uma seção transversal localizada imediatamente a montante do empreendimento ou intervenção e outra seção transversal localizada imediatamente a jusante do empreendimento. No entanto conforme disposto no parágrafo segundo do art. 1° o atendimento as disposições desta resolução não dispensam as demais autorizações ambientais e urbanísticas.

Assim, estarão sujeitos à outorga os usos não consultivos de água que alterem o regime da água em um corpo hídrico, os usos classificados como eclusa, hidrelétricas, pequenas centrais hidrelétricas e centrais geradoras hidrelétricas.

No art. 5° a Resolução define os usos não consultivos dispensados de outorga. Vale ressaltar que os usos não consultivos que não alterem o regime da água do corpo hídrico não estão sujeitos a outorga, no entanto, estes devem ser cadastrados no Sistema de Outorga, para o seu planejamento e resolução de conflitos.

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do texto desta Resolução por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI ou através do site Future Legis.

 

Ana Paula dos Santos
Advogada
Consultora Jurídica
Departamento Jurídico – Grupo Verde Ghaia

 

 


Qual a importância das Normas Regulamentadoras para a gestão?


 

As Normas Regulamentadoras (NR) do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE) referem-se ao conjunto dos requisitos e procedimentos que dizem respeito à segurança e à medicina do trabalho, bem como à preservação e proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.

Na gestão empresarial, cumprir estas normas é imprescindível para garantir um sistema de gestão eficaz, e evitar que sua empresa esteja suscetível a sofrer as penalidades previstas nas legislações pertinentes.

As NRs devem ser cumpridas por todos os empregadores e são obrigatórias tanto para as empresas privadas quanto para as públicas, e também para órgãos públicos da administração direta e indireta e órgãos dos poderes Legislativo e Judiciário, principalmente quando há colaboradores geridos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Dada sua importância, vamos então saber um pouco mais sobre as normas regulamentadoras, como surgiram, quais são e por que são tão importantes para garantir o sucesso da gestão da sua empresa.

Surgimento das Normas Regulamentadoras

Qual a importância das Normas Regulamentadoras para a gestão?

Antes do estabelecimento das NRs haviam muitos acidentes, adoecimentos e mortes motivadas pela falta de segurança nos mais diversos tipos de trabalho. A informalidade dos contratos laborais também era bem elevada. Se fazia necessário um norteamento legal e parâmetros regulatórios para balizar ações de melhorias nesses ambientes, reduzindo assim o alto número de acidentes.

Dessa forma, a lei n° 6.514 de 22 de dezembro de 1977 contém os artigos 154 a 201 da CLT que tratam sobre a segurança e a medicina do trabalho. Mais especificamente, no artigo 200, fica definido que cabe ao MTE estabelecer as disposições complementares às normas relativas à segurança e à medicina do trabalho.

Foi assim que em 08 de julho de 1978, o Ministério do Trabalho, com o objetivo de padronizar, fiscalizar e fornecer orientações sobre procedimentos obrigatórios relacionados à Segurança e Medicina do Trabalho, aprovou 28 Normas Regulamentadoras. Atualmente, temos 36 NRs aprovadas pelo MTE.

Cada uma das Normas Regulamentadoras visa:

Prevenir acidentes e doenças provocadas ou agravadas pelo trabalho;
Estabelecer os parâmetros mínimos e as instruções sobre saúde e segurança de acordo com cada atividade ou função desempenhada; e
Nortear as ações dos empregadores e orientam os colaboradores, fazendo com que o ambiente de trabalho se torne um local saudável e seguro.

Mas, quais são as NRS existentes?

São as 36 Normas Regulamentadoras: Conforme definido pelo MTE, hoje existem 36 NRs, que abrangem as mais diversas atividades a fim de garantir a segurança e a saúde do trabalhador, e também preservar e proteger o meio ambiente. São elas:

NR-01 – Norma Regulamentadora Nº 01 – Disposições Gerais;

NR-02 – Norma Regulamentadora Nº 02 – Inspeção Prévia: todo estabelecimento novo, antes de iniciar suas atividades, deverá solicitar aprovação de suas instalações ao órgão regional do TEM. Logo após a inspeção prévia, é emitido o CAI (Certificado de Aprovação de Instalações). Quaisquer modificações substanciais nas instalações e/ou nos equipamentos de seu(s) estabelecimento(s) deve ser comunicada e solicitada aprovação do órgão regional do MTE;

NR-03 – Norma Regulamentadora Nº 03 – Embargo ou Interdição: estabelece situações de emergência nas quais empresas se sujeitam a paralisar totalmente ou parcialmente suas obras, considerando obra todo e qualquer serviço de engenharia de construção, montagem, instalação, manutenção ou reforma. Durante o embargo da obra, podem ser desenvolvidas atividades necessárias à correção da situação apresentada, desde que seja adequado aos trabalhadores, que continuam recebendo os salários como se estivessem trabalhando;

NR-04 – Norma Regulamentadora Nº 04 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT): todas as empresas que possuam empregados regidos pela CLT, conforme o grau de risco de sua atividade principal e o seu número de empregados, obrigatoriamente, deverá constituir o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), com a finalidade de promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador no local de trabalho.

NR-05 – Norma Regulamentadora Nº 05 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA): a formação da mesma deva ocorrer em qualquer empresa ou instituição que podem admitir trabalhadores, além de empregados contratados com carteira assinada. Empresas que possuem no mínimo 20 empregados são obrigadas a manter a CIPA. A realização do treinamento da CIPA maximiza a conscientização de prevenção dos acidentes e das doenças de trabalho, de modo a assegurar um local de trabalho apropriado para as funções que serão exercidas.

NR-06 – Norma Regulamentadora Nº 06 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI): a empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, os EPIs adequados ao risco do trabalho. Os EPIs devem estar em perfeito estado de conservação e funcionamento, a fim de resguardar a saúde, a segurança e a integridade física dos trabalhadores.

NR-07 – Norma Regulamentadora Nº 07 – Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO): o objetivo desta norma é promover e preservar a saúde dos trabalhadores. É obrigatória a elaboração e a implementação do PCMSO, por parte dos empregadores, que admitam trabalhadores como empregados.

NR-08 – Norma Regulamentadora Nº 08 – Edificações: estabelece requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nas edificações, para garantir segurança e conforto aos seus trabalhadores.

NR-09 – Norma Regulamentadora Nº 09 – Programas de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA): estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação do PPRA, que visa à prevenção da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.

NR-10 – Norma Regulamentadora Nº 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade: estabelece os requisitos e as condições mínimas de execução de medidas de controle e sistemas preventivos, visando garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade. E somente poderão trabalhar com instalações elétricas os trabalhadores que tiverem treinamento sobre os riscos desse tipo de trabalho.

NR-11 – Norma Regulamentadora Nº 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais: refere-se à implantação da segurança para operações de elevadores, guindastes, transportadores industriais e máquinas transportadoras, a fim de garantir resistência, segurança e conservação.

NR-12 – Norma Regulamentadora Nº 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos: estabelece medidas de prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos e ainda visa regularizar a sua fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão a qualquer título.

NR-13 – Norma Regulamentadora Nº 13 – Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações: dispõe os requisitos mínimos para a gestão da integridade estrutural de caldeiras a vapor, vasos de pressão e suas tubulações de interligação nos aspectos relacionados à instalação, inspeção, operação e manutenção, visando à segurança e à saúde dos trabalhadores.

NR-14 – Norma Regulamentadora Nº 14 – Fornos: determina recomendações de utilização, instalação, manutenção e construção de fornos industriais em ambientes de trabalho.

NR-15 – Norma Regulamentadora Nº 15 – Atividades e Operações Insalubres: descreve as atividades, as operações e agentes insalubres, sendo eles qualquer tipo de ambiente que possa vir a oferecer algum risco a saúde dos trabalhadores.

NR-16 – Norma Regulamentadora Nº 16 – Atividades e Operações Perigosas: regulamenta as atividades e operações legalmente consideradas perigosas, estipulando as recomendações prevencionistas correspondentes. Esta norma determina que o exercício de trabalho em condições de periculosidade assegure ao trabalhador a percepção de adicional de 30% (trinta por cento), incidente sobre o salário, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participação nos lucros da empresa. Todo trabalho considerado de risco está descrito no Anexo nº1 e no nº2 da NR-16.

NR-17 – Norma Regulamentadora Nº 17 – Ergonomia: estabelece parâmetros de ergonomia a fim de garantir a saúde, segurança e conforto do funcionário. Cabe ao setor de segurança do trabalho estruturar um ambiente ergonomicamente apto para o desempenho das funções.

Qual a importância das Normas Regulamentadoras para a gestão?

NR-18 – Norma Regulamentadora Nº 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção: estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização, que objetivam a realização de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na Indústria da Construção.

NR-19 – Norma Regulamentadora Nº 19 – Explosivos: determina o parâmetro de depósito, manuseio e armazenagem de explosivos. É uma atividade de alto risco em envolve a NR-16.

NR-20 – Norma Regulamentadora Nº 20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis: estabelece as disposições regulamentares acerca do armazenamento, manuseio e transporte de líquidos combustíveis e inflamáveis, objetivando a proteção da saúde e a integridade física dos trabalhadores em seus ambientes de trabalho.

NR- 21 – Norma Regulamentadora Nº 21 – Trabalho a Céu Aberto: impõe a existência de abrigos, ainda que rústicos capazes de proteger os trabalhadores contra intempéries, sendo eles quaisquer condições climáticas que estejam mais intensas; vento forte, chuva torrencial, tempestade, furacão, seca, vendaval etc.

NR-22 – Norma Regulamentadora Nº 22 – Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração: determina os preceitos a serem observados na organização e no ambiente de trabalho, de forma a tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento da atividade mineira com a busca permanente da segurança e saúde dos trabalhadores.

NR-23 – Norma Regulamentadora Nº 23 – Proteção Contra Incêndios: destaca as medidas de proteção contra incêndios, visando à prevenção da saúde e integridade física dos trabalhadores e a mesma deve ser realizada em todas as empresas.

NR-24 – Norma Regulamentadora Nº 24 – Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho: decreta condições sanitárias e de conforto em locais como instalações sanitárias, vestiários, refeitórios, cozinhas, alojamentos e refeitórios.

NR-25 – Norma Regulamentadora Nº 25 – Resíduos Industriais: refere-se a medidas preventivas relacionadas a resíduos industriais no que diz respeito ao destino final do mesmo.

NR-26 – Norma Regulamentadora Nº 26 – Sinalização de Segurança: fixa as cores que devem ser usadas nos locais de trabalho para prevenção de acidentes, identificando os equipamentos de segurança, delimitando áreas, identificando as canalizações empregadas nas indústrias para a condução de líquidos e gases advertindo contra riscos.

Qual a importância das Normas Regulamentadoras para a gestão?

NR-27 – Norma Regulamentadora Nº 27 – (Revogada pela Portaria GM n.º 262, 29/05/2008).

NR-28 – Norma Regulamentadora Nº 28 – Fiscalização e Penalidades: estabelece os critérios a serem adotados pela fiscalização do trabalho quando da aplicação de penalidades pecuniárias (multas), critérios que devem ser aplicados durante a visita do agente fiscal do trabalho (prazos, por exemplo) e a interdição de locais de trabalho ou estabelecimentos.

NR-29 – Norma Regulamentadora Nº 29 – Segurança e Saúde no Trabalho Portuário: regula a proteção obrigatória contra acidentes e doenças profissionais, assim como facilitar os primeiros socorros a acidentados e alcançar as melhores condições possíveis de segurança e saúde aos trabalhadores portuários.

NR-30 – Norma Regulamentadora Nº 30 – Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário: refere-se à proteção e regulamentação das condições de segurança e saúde dos trabalhadores aquaviários e que realizem trabalhos a bordo de embarcações.

NR-31 – Norma Regulamentadora Nº 31 – Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura: estabelece os preceitos a serem observadas na organização e no ambiente de trabalho, de forma a tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento de quaisquer atividades da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura com a segurança e saúde e meio ambiente do trabalho.

NR-32 – Norma Regulamentadora Nº 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde: tem a finalidade de cuidar da saúde dos profissionais da área da saúde, tanto da área hospitalar quanto os que estão no Ensino e Pesquisa.

NR-33 – Norma Regulamentadora Nº 33 – Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados: define o reconhecimento de espaços confinados, assim como a avaliação, monitoramento e controle de riscos que ali pode haver.

NR-34 – Norma Regulamentadora Nº 34 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval: estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção à segurança, à saúde e ao meio ambiente de trabalho nas atividades da indústria de construção e reparação naval.

NR-35 – Norma Regulamentadora Nº 35 – NR-35 – Trabalho em Altura: estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.

NR-36 – Norma Regulamentadora n.º 36 – Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados: estabelece requisitos mínimos para avaliação, controle e monitoramento dos riscos existentes nas atividades desenvolvidas na indústria de abate e processamento de carnes e derivados destinados ao consumo humano, de forma a garantir a saúde e segurança do trabalhador.

Estas são as 36 NRs aprovadas no MTE. De acordo com a evolução dos meios de trabalho, do avanço da tecnologia e da mudança nas relações de trabalho, estas Normas Regulamentadoras passam por alterações, de modo a atualizar os conceitos existentes e inserir as boas práticas legais vigentes nas normas internacionais e nacionais. Sempre com o objetivo de preservar a saúde e a integridade dos trabalhadores, considerando também a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.

Qual a maneira mais fácil de cumprir as NRs?

Se você acha difícil seguir as NRs que sua empresa é obrigada a cumprir, a Verde Ghaia está aqui para te ajudar!

Cursos de EAD da Verde Ghaia.

A Verde Ghaia é uma empresa de consultoria ambiental que está há mais de 20 anos no mercado, possui mais de 2000 clientes e trabalha com consultores especializados utilizando o que tem de mais moderno quando o assunto é sistema de gestão. Ela é especializada nas áreas de Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho, Responsabilidade Social, Qualidade, Segurança de Alimentos, Sustentabilidade e Mudanças Climáticas.

Através de uma metodologia própria, a Verde Ghaia desenvolveu a plataforma online SOGI que te auxilia a cumprir os objetivos e metas do seu negócio de maneira personalizada. O SOGI possui diferentes Módulos que se encaixam perfeitamente à atividade desenvolvida pela sua empresa, garantindo que assim você esteja cumprindo todas as NRs aplicáveis a ela.

Utilizando o SOGI, você pode ter a certeza que estará cumprindo todas as obrigações exigidas para sua empresa, vai conhecer todos os perigos e riscos significativos em seu ambiente de trabalho, vai descobrir onde há oportunidades de redução de custos ou de investimentos, vai proporcionar maior qualidade de vida para seus colaboradores, obtendo assim maior produtividade para seu negócio, além de outras inúmeras vantagens.

Se você possui colaboradores no regime CLT e deseja que a sua empresa tenha um sistema de gestão eficaz, então é obrigatório que você cumpra com todas as NRs que dizem respeito a seu negócio. E isso é importante para seu sistema de gestão pois garante a melhoria na qualidade de seus processos e dos seus resultados e também a saúde e a segurança de todos os seus colaboradores, evitando toda e qualquer forma de sanções, multas e penalidades que poderia vir a sofrer caso não cumprisse as NRs.

As NRs são muito importantes para a gestão da sua empresa!
E não importa qual o seu negócio.

Se você tiver qualquer dúvida ou quer saber mais como estar de acordo com todas as NRs, entre em contato agora com um dos consultores Verde Ghaia!

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Surtos de Doenças transmitidas por Alimentos no Brasil


 

As DTA’s ou Doenças Transmitidas por Alimentos são síndromes geralmente caracterizadas por anorexia, náuseas, vômitos e/ou diarreia, acompanhadas ou não de febre, relacionadas à ingestão de alimentos ou água contaminados.

Surtos de Doenças transmitidas por Alimentos no Brasil

Surgimento de Doenças através de Alimentos 

Estas doenças são uma importante causa de morbidade e mortalidade em todo o mundo e estão relacionadas, principalmente, às condições de saneamento e qualidade da água para consumo humano impróprios, práticas inadequadas de higiene pessoal e consumo de alimentos contaminados.

O quadro clínico depende do agente etiológico envolvido e varia desde leve desconforto intestinal até quadros extremamente sérios, podendo levar a desidratação grave, diarreia sanguinolenta e insuficiência renal aguda.

A OMS estima que, anualmente, uma em cada dez pessoas sofrem com doenças transmitidas por alimentos, sendo que boa parte destas doenças pode levar a óbito. Em uma estimativa de 2015, as DTA’s foram responsáveis por 420 mil mortes em todo o mundo, sendo que 1/3 destas foram de crianças com idade inferior a 5 anos. (OMS, 2015).

Desde 1999 o Brasil iniciou a vigilância de surtos de DTA’s onde são contabilizados episódios em que duas ou mais pessoas apresentam os mesmos sinais ou sintomas após ingerir alimentos e/ou água da mesma origem. Estes surtos são considerados eventos de saúde pública e têm notificação compulsória conforme Portaria de Consolidação MS nº 04 de 28 de setembro de 2017 (Anexo 1 do Anexo V).

Anualmente, o Ministério da Saúde, através da Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis, elabora um compilado sobre os surtos de Doenças Transmitidas por Alimentos no Brasil e faz sua divulgação para conhecimento e providências dos órgãos e entidades envolvidos.

Seguem abaixo dados publicados em junho de 2018 sobre a série histórica de surtos de DTA no Brasil entre os anos 2000 e 2017.

Surgimento de Doenças através de Alimentos
Surgimento de Doenças através de Alimentos
Surgimento de Doenças através de Alimentos
Surgimento de Doenças através de Alimentos
Surgimento de Doenças através de Alimentos
Surgimento de Doenças através de Alimentos
Surgimento de Doenças através de Alimentos
Surgimento de Doenças através de Alimentos

Fonte:   OMS, 2015
Sinan/SVS/Ministério da Saúde, 2018


Raquel Alvares da S. Soares de Melo
Consultora Jurídica do Grupo Verde Ghaia
Engenheira de Alimentos Especialista em Qualidade e Segurança de Alimentos

o que é ISO 22000

Conheça também o curso EAD – ISO 22000:2018 – O que mudou?


Novos Limites para Emissão de Gases Poluentes e Emissão de Ruídos de Passagem


 

O Diário Oficial da União publicou esta semana a Resolução CONAMA Nº 490, de 16-11-2018, que estabelece a fase PROCONVE P8 de exigências do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores – PROCONVE para o controle das emissões de gases poluentes e de ruído para veículos automotores pesados novos de uso rodoviário.

Dentre as exigências previstas na norma, está a medição das emissões em condições reais na rua. A fase P8 do Proconve engloba, também, questões como fatores de deterioração e o acompanhamento das emissões de acordo com a vida útil do veículo.

Fabricantes e importadores dos veículos tratados na norma deverão se atentar ao cronograma estipulado para que os novos padrões sejam adotados. Segundo o órgão, o objetivo é limitar poluentes e ruídos dos novos veículos de uso rodoviário destinados ao transporte de passageiros (ônibus) e mercadorias (caminhões).

Quanto a homologação de veículos que nunca obtiveram licença para uso da configuração de veículo ou motor (LCVM), os novos padrões passam a viger em 1° de janeiro de 2022. Para os demais veículos, os novos limites valem a partir de 1º de janeiro 2023. A norma elenca uma série de limites em seu texto.

A Resolução ainda dispõe sobre o controle de ruído de passagem, prevendo novos limites de sua emissão a serem atendidos pelos veículos pesados. Os limites máximos estabelecidos na Etapa 1 do programa passam a valer para todos os modelos de veículos.

Já na Etapa 2 do Proconve, os limites máximos de ruído de passagem definidos passarão a valer para novos modelos de veículos a partir de 1° de janeiro de 2027 e, em 1° de janeiro de 2028, para todos os modelos de veículos.

Na Etapa 3, em 1° de janeiro de 2032, passará a valer para novos modelos de veículos, e em 1° de janeiro de 2033, para todos os modelos de veículos da Fase Proconve P8.

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do texto deste Decreto por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI ou através do site: https://futurelegis.sogi.com.br

 

Gabriela Cristina U. Viana
Setor Jurídico Verde Ghaia


Publicada a Resolução que determina Padrões de Qualidade do ar


 

Conselho Nacional do Meio Ambiente determina os Padrões de Qualidade do Ar

Foi publicado no Diário Oficial da União no dia 21 de novembro de 2018, a Resolução CONAMA nº 491, de 19 de novembro de 2018 que estabelece os padrões de qualidade do ar.

A presente Resolução denota como definições o poluente atmosférico, o padrão de qualidade do ar, episódio crítico de poluição do ar, Plano de Controle de Emissões Atmosféricas, Material Particulado, Partículas Totais em Suspensão e Índice de Qualidade do Ar.

Entretanto, os órgãos ambientais estaduais e distrital deverão elaborar o Relatório de Avaliação da Qualidade do Ar anualmente, contendo os dados de monitoramento e a evolução da qualidade do ar, conforme conteúdo mínimo estabelecido no Anexo II, e resumo executivo, de forma objetiva e didática, com informações redigidas em linguagem acessível, garantindo assim sua publicidade.

Em conjunto com os órgãos ambientais estaduais e distrital, o Ministério do Meio Ambiente, tem o dever de no prazo de 12 meses após a entrada em vigor desta Resolução, elaborar guia técnico contendo, dentre outros, os métodos de referência adotados e os critérios para utilização de métodos equivalentes, da localização dos amostradores e da representatividade temporal dos dados e sistematização do cálculo do índice de qualidade do ar. Assim como, disponibilizar consolidada, as informações prestadas pelo órgãos ambientais estaduais e distrital referentes ao Plano de Controle de Emissões Atmosféricas e Relatórios de Avaliação da Qualidade do Ar , apresentando ao CONAMA até o final do quinto ano da publicação desta Resolução, de forma a subsidiar a discussão sobre a adoção dos padrões de qualidade do ar subsequentes.

A respectiva Resolução também revoga os subitens 2.2.1 e 2.3 (dos padrões de qualidade do ar e prevenção de deterioração significativa da qualidade do ar ) da  Resolução Conama Nº 05, de 15-06-1989.

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do texto desta Resolução por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI: SOGI ou através do site Future Legis.

 

Thais Cardinali
Legislação e Pesquisa

 

Conheça o curso EAD Verde Ghaia “Regulamentações de Emissões Atmosféricas no Brasil” e saiba mais sobre a regulamentação legal que rege as emissões de poluentes atmosféricos no país.

 


Verde Ghaia é premiada no Guia Exame de Sustentabilidade mais uma vez


 

Melhor Empresa de Consultoria, Gestão e TI segundo o Guia Exame de Sustentabilidade, promovido pela Revista Exame e Fundação Getúlio Vargas

Pela segunda vez, a Verde Ghaia foi reconhecida no Guia Exame de Sustentabilidade, mas dessa vez como a Melhor Empresa de Consultoria, Gestão e TI do Brasil. A premiação de Primeiro Lugar em Sustentabilidade, aconteceu nesta quinta-feira, 22 de novembro de 2018, em São Paulo, onde o CEO da Verde Ghaia, Deivison Pedroza compareceu para ser agraciado.

Com mais de 180 empresas participantes do processo de seleção, o Guia apresenta apenas as que pontuaram acima da média no questionário preenchido online, elaborado pela equipe técnica do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGVCes). O FGVCes também é o responsável pelo processamento de todas as informações e pela pontuação das empresas.

A análise dos premiados levou em consideração vários fatores, como por exemplo o alinhamento aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU. Também categorizou as empresas em dez indicadores como governança da sustentabilidade, direitos humanos, relação com a comunidade, gestão de fornecedores, gestão da água, gestão da biodiversidade, gestão de resíduos, mudanças climáticas, relação com clientes e ética e transparência.

As empresas selecionadas pela revista Exame recebem o reconhecimento público de um dos mais tradicionais e prestigiosos prêmios de sustentabilidade empresarial do país. O Guia Exame de Sustentabilidade nasceu no ano 2000, sob o nome Guia Exame de Boa Cidadania Corporativa. Seu propósito é identificar, avaliar e divulgar as melhores práticas de responsabilidade social adotadas pelas organizações no Brasil, selecionando as chamadas “empresas-modelo”.

O Grupo Verde Ghaia agradece aos colaboradores pela conquista desse prêmio em 2017 e agora, em 2018! Isso significa que estamos caminhando conforme os nossos valores, visão e missão. Parabéns a todos que fazem parte desse Grupo e acreditam no potencial que temos de ir cada vez mais longe!!

 

 


Aprovada Deliberação Normativa CONSEMA Nº 01


 

Licenciamento Ambiental – CONSEMA

A Deliberação Normativa Consema Nº 01, DE 13-11-2018, publicada no DOU 13-11-2018, revoga a Deliberação Consema Normativa 01/2014 e fixa a tipologia para o licenciamento ambiental municipal de empreendimentos e atividades que causem ou possam causar impacto ambiental de âmbito local.

A norma prevê em seu artigo 8° que o licenciamento dos empreendimentos e das atividades que se enquadrem na lista constante do Anexo I e que na data da publicação desta deliberação já tenham protocolizado o pedido de licença ambiental junto à Cetesb- Companhia Ambiental do Estado de São Paulo será concluído por ela até a obtenção da licença de operação ou até o indeferimento da licença. Já a renovação de licença de operação será conduzida pelo Munícipio.

Assim, recomendamos que os empreendedores verifiquem a listagem trazida no anexo I para verificar se as atividades desenvolvidas pela empresa, causam ou podem causar impacto ambiental de âmbito local.

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do texto desta Deliberação por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI ou através do site Future Legis.

 

Ana Paula dos Santos
Advogada / Consultora Jurídica
Departamento Jurídico – Grupo Verde Ghaia


Qual a importância da Metodologia 5S para as Organizações?


 

Estamos quase finalizando o ano de 2018. Falta pouco para começar aquele período em que desfazemos de muita coisa acumulado no decorrer do ano. Mas, já pensou ter sua empresa em ordem o ano todo? Não acumular papéis e objetos desnecessários?

Muitas organizações estão preocupadas em manter seus processos em ordem, através de uma boa gestão. É neste momento que entra o Plano de Implantação do sistema 5S. Obviamente, todos nós já ouvimos falar a respeito. Quer saber sobre a Implantação do 5SSuas vantagens para a empresa? E quanto isso pode custar? Então, vamos lá!

Plano de Implantação da Metodologia

5S é uma metodologia que ajuda na melhoria e na , compreendendo desde a organização e limpeza até o comportamento dos colaboradores. É uma metodologia simples é prática que qualquer empresa pode implementar.

Os resultados dessa implementação são realmente eficazes, pois não apenas o ambiente de trabalho melhora como também, o comportamento do colaborador. As melhorias são realmente significativas tanto no campo das relações interpessoais, no humor quanto na produtividade.

Para que um ambiente de trabalho seja amistoso é necessário que a “casa esteja em ordem”, como equipamentos em boas condições de uso, que todos os colaboradores tenham seus materiais necessários para o trabalho, que os materiais de uso diário estejam disponíveis e de fácil acesso, que as comunicações interna e externa cheguem até aos interessados, que os processos sejam executados em tempo hábil, dentre outros.

Vamos então, aprender como proporcionar melhor controle das suas atividades e otimizar os seus processos e ações, eliminando o desperdício.

O que são os 5S’s?

É uma metodologia de apoio para melhoria dos processos, promovendo um espirito de rigor e disciplina. Essa metodologia se divide em 5 Senso.

1º SEIRI – Senso de organização
2º SEITON – Senso de arrumação
3º SEISOU – Senso de Limpeza
4º SEIKETSU – Senso de Padronização/ higiene
5º SHITSUKE – Senso Disciplina

1º SEIRI – Senso de Organização

O 1º Senso se refere a ter somente o necessário no seu local de trabalho, destinando cada coisa para onde será útil na sua rotina de trabalho. O Seiri diz que ao organizar seu espaço de trabalho será necessário:

1.Verificar o que é útil e necessário
2.Separar aquilo que não tem utilidade para o setor
3.Descartar o que não serve e/ou disponibilizar para outro setor

As vantagens para o seu ambiente de trabalho

1.Liberação de espaço;
2.Eliminar materiais, equipamentos, prateleiras, ferramentas de trabalho e instrumentos em desuso;
3.Eliminar dados de controle ultrapassados;
4.Eliminar itens fora de uso e sucatas.

2º SEITON – Senso de Arrumação 

O nome “arrumação” já indica tudo, não é mesmo? Portanto, designar um local para guardar os objetos de modo organizado e que todos saibam onde encontrá-los é o segredo para que seja possível localizar, rapidamente, tudo que for preciso naquele momento.

As vantagens para o seu ambiente de trabalho

1.Rapidez e facilidade para encontrar documentos, materiais, equipamentos e outros objetos de uso comum e/ou diário.
2.Diminuição de cansaço físico por movimentações desnecessárias;
3.Melhoria do fluxo de pessoas e materiais;
4.Economia de tempo;
5.Diminuição de acidentes.

3º SEISOU– Senso de Limpeza

Deixar o local limpo e em perfeitas condições de funcionamento é o que diz o 3º SEISOU, o Sendo da Limpeza. Quando se fala em limpeza, neste caso, tenha bem claro que “mais do que limpar… é não sujar.”  Portanto, sempre que usar algo, tente deixar sempre limpo e nas condições adequadas para serem utilizadas novamente.

Isso porque o Senso de limpeza significa também, zelar pelos objetos e materiais de trabalho individual ou coletivo. É senso da conservação e da preservação.

As vantagens para o seu ambiente de trabalho

1.Melhoria do local de trabalho;
2.Satisfação dos colaboradores por trabalhar em local limpo;
3.Maior segurança e controle sobre os equipamentos, máquinas e instrumentos de trabalho;
4.Eliminação do desperdício;
5.Proteção da nossa saúde;
6.Valoriza a imagem do departamento.

4º SEIKETSU– Senso de Higiene

No 4º Senso diz que é preciso manter as condições de trabalho favoráveis à saúde física e mental de todos, bem como criar um ambiente de trabalho agradável que contribua para atividades que envolvam formação de equipes. É uma maneira de criar relações entre os colaboradores e envolve-los na participação das atividades internas da empresa.

As vantagens para o seu ambiente de trabalho

1.Equilíbrio físico e mental;
2.Melhoria do ambiente de trabalho;
3.Melhoria das áreas comuns (banheiros, copa, etc.);
4.Melhoria das condições de segurança.

5º SHITSUKE– Senso de Disciplina

O último Senso diz respeito a autodisciplina. Por isso, é importante desenvolver o hábito de observar e seguir normas, regras, procedimentos, atender especificações, sejam elas formais ou informais, escritas ou verbais.

SHITSUKE, Senso da Disciplina diz que devemos pensar se o que queremos é:
É o querer de fato;
O ter vontade de…
O se predispor a…

Sendo assim, devemos fazer o que tem que ser feito, de maneira como deve ser feito, mesmo que ninguém veja. E isso é o que significa a disciplina do 5º Senso – SHITSUKE.

As vantagens no ambiente de trabalho

1.Trabalho diário agradável;
2.Melhoria nas relações humanas;
3.Valorização do ser humano;
4.Cumprimento dos procedimentos operacionais e administrativos;
5.Melhor qualidade, produtividade e segurança no trabalho.

Metodologia Para Implantação do Programa

Partiremos do ponto de vista que se trata de um departamento, que apesar de grande abrangência, tem um espaço físico consideravelmente reduzido, assim como o número de colaboradores.

O modelo possui as seguintes etapas, executadas de forma interativa. Sendo que a manutenção nunca termina, o que é coerente com a lógica clássica da melhoria contínua: Preparação / Implantação / Manutenção.

Preparação
Nesse momento é preciso selecionar pessoas chave para integrar à equipe. É nesta etapa que será realizada uma discussão com todos os membros da equipe para obtenção do comprometimento e definição de objetivos. Portanto, defina a sua Equipe e dê início a implantação.

Verificação do ambiente
É interessante que seja aplicado um questionário a todos os colaboradores para que seja possível analisar a percepção do ambiente setorial quanto de toda a empresa, ajudando no processo de preparação e definição de prioridades. Além disso, é possível perceber se há descontentamento com o ambiente físico e/ou emocional na empresa.

Roteiro Sugestivo para implantar o 5S

1ª etapa: equipe de implantação
Formada por pessoas comprometidas. Sugere-se no mínimo 03 pessoas, de diferentes setores da organização, sendo uma delas da alta direção. É fundamental que a equipe tenha disponibilidade para conduzir os processos, orientar, esclarecer dúvidas e fazer visitas rotineiras de acompanhamento.

2ª etapa: Planejamento
Equipe de implantação pode ser a responsável pela elaboração de um cronograma, um plano de orientação que determine quais ferramentas serão utilizadas, bem como dividir as atividades em etapas.

É importante que todas as tarefas e responsabilidades sejam distribuídas para que todos se comprometam com os prazos de cumprimento. Por isso, a disciplina é muito importante.

3ª etapa: Fotos e registros
Não se esqueça de registrar a situação atual da organização. Vá em todas as áreas, especialmente onde forem percebidas as maiores necessidades de melhoria. Posteriormente, a equipe pode se reunir e discutir as falhas, as ações corretivas, dar sugestões de melhoria com base nas informações documentadas através de fotos e relatórios.

É importante que a opinião de cada um seja ouvida, principalmente por que, cada um da equipe pertence a áreas diferentes da organização. Além de que, a percepção de um pode ser diferente do outro, e ideias diferentes podem gerar resultados melhores quando se busca por melhorias.

4ª etapa: Reunião
A equipe pode convidar toda a organização para uma reunião, na qual serão compartilhados todos os dados, mostrando a importância de que todos tenham compromisso e disposição para implantar a metodologia 5S.

Durante a reunião, a equipe pode iniciar o trabalho de conscientização dos colaboradores, destacando a importância do programa 5S para a melhoria do trabalho e na qualidade de vida, bem como explicar os objetivos da implantação, apresentando vantagens do programa e os seus benefícios para os campos pessoal e profissional.

5ª Etapa: Implantação
Após a reunião de sensibilização com a organização, o programa começa a ser efetivamente implantado.

As responsabilidades deverão ser divididas conforme as áreas de trabalho, bem como os mapas de acompanhamento do trabalho. Em casa fase, as pessoas envolvidas devem se reunir para definir as atividades, esclarecer dúvidas, citar exemplos, propor metas e o que for necessário conforme as demandas.

A interação da organização com a Equipe responsável pela implantação da metodologia é importante, para que não fiquem dúvidas a respeito do programa e para que tudo corra bem na fase seguinte.

6ª Etapa: Acompanhamento
A equipe organizadora precisa se planejar e se organizar para fazer visitas nas áreas onde acontecerão as implantações da metodologia. Deve haver pelo menos dois membros da equipe organizadora, supervisionando a visita.

Nas visitas, os quesitos necessários para a implantação do programa devem ser acordados entre as partes, com base na orientação do colaborador. Os pontos positivos, como os negativos devem ser apontados com sugestões de melhoria. Lembre-se que o principal é manter os colaboradores do setor motivados para que sigam as instruções. Sugerimos que seja feito um mapa de acompanhamento mensal para verificar os benefícios, os resultados, as mudanças.

É essencial que todos sigam o programa, desde os gerentes e diretores aos técnicos de apoio.

Check retornos

Observe nos retornos aos setores os seguintes itens:

Grau de alcance do sistema 5S
Importância da implantação do programa da Metodologia 5S
Aspectos positivos
Aspectos negativos

Algumas dicas Importantes

Implantação do 1º S
Convide os colaboradores, estimulando-os a questionar a utilização de diferentes objetos de uso diário, que fazem parte do ambiente de trabalho. Exemplo: materiais, máquinas e ferramentas, copos, papel.

“Dia D”
Escolha um dia para que, em forma de mutirão, seja realizada “uma faxina” nos espaços e de trabalho e no setor, colocando em pratica o 2º e 3º S (Arrumação e Limpeza)

4º e 5º S
Faça “blits” na organização, vá aos dos setores e nas áreas específicas para apontar possíveis não conformidades. Se não houver não conformidades, que tal pensar numa premiação? Todo mundo gosta de receber elogios e ser lembrado.

Manutenção
Repassar para os gestores e gerentes, o grau de assimilação dos 5 sensos. Funciona como se fosse um dispositivo que determina “como” e “quando” o sistema deve recomeçar. Desse modo, colocamos em prática o ciclo PDCA.

Afinal quanto custa implantar a Metodologia 5S? 

Baixo custo para a empresa ou para os setores.
Envolve tempo de toda a organização e principalmente da equipe designada. Mas, não interfere diretamente na rotina de trabalho.
Algumas fases da implantação podem variar, dependendo do número de pessoas envolvidas e o grau de conformidade do setor.

Quanto mais rápida a mobilização e dedicação, menor será o tempo e os gastos.

Princípios do Método 5S para você não se esquecer

“Se você sabe e não faz, é como se você não soubesse.”
“Os três primeiros S, ou seja, as 3 primeiras fases, são a base para o sucesso da implantação do programa.”
“Ordenar é identificar.”
“O ambiente mais limpo não é o que mais se limpa, e sim o que menos se suja.”
“Organização do pessoal reflete organização do ambiente.”
“Todo o trabalho tem de ser feito em equipe.”
“A tolerância também é uma ferramenta de trabalho, desde que usada na medida certa.”

 

Referência

http://www.anvisa.gov.br/reblas/procedimentos/metodo_5S.pdf

 

Saiba ainda mais sobre esse assunto tão útil para todos.

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