dezembro 2018 | Página 2 de 4 | Grupo Verde Ghaia
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Alteração na Norma Regulamentadora – NR12


 

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO ALTERA A NORMA REGULAMENTADORA N.º 12 (NR-12) SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

O MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO – TEM publicou no Diário Oficial da União do dia 19/12/2018 a Portaria MT Nº 1.083, de 18-12-2018, que altera a NR-12 – SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS. Dentre as modificações trazidas pela norma alteradora, tem-se a modificação no item 12.37, que pertence ao tema Dispositivos de partida, acionamento e parada. A alteração determinou os requisitos que o circuito elétrico da chave de partida de motores de máquinas e equipamentos deverá conter, agora cumulativamente, nos casos de a apreciação de riscos indicar pela necessidade de redundância dos dispositivos responsáveis pela prevenção de partida inesperada ou pela função de parada relacionada à segurança.

Saiba tudo sobre a atualização da NR 12 – ano 2019

Outra alteração ocorreu no item 1 do Anexo II, que dispõe sobre Conteúdo Programático da Capacitação da Norma Regulamentadora n.º 12 (NR-12). O item substituiu a palavra “capacitação adequada” para “competência adequada” do operador para trabalho, sendo que o conteúdo mínimo descrito nas alíneas do referido item permaneceu inalterado.

O Anexo XII Equipamentos de Guindar para Elevação de Pessoas e Realização de Trabalho em Altura também sofreu alterações com a Portaria, em seus itens 2.4, 2.5, 3.3 e 3.4. No item 2.4, a alteração dispõe agora que a utilização de cesta aérea isolada deve ocorrer para serviços em linhas, redes e instalações energizadas com tensões superiores a 1.000V. Para o item 2.5, também referente ao tema CESTAS AÉREAS, a determinação de isolação própria e cuba isolante (liner) das caçambas passa a ser aplicável para serviços em linhas, redes e instalações energizadas com tensões iguais ou inferiores a 1.000V, e não mais apenas para tensões inferiores a 1.000V como era a redação anterior.

Para o tema CESTOS ACOPLADOS, as alterações recaíram sobre os itens 3.3 e 3.4. No primeiro, a nova disposição determina que deve ocorrer o isolamento sob a caçamba e o equipamento de guindar para serviços em linhas, redes e instalações energizadas com tensões superiores a 1.000V. Neste último, a nova obrigação determina a isolação própria e cuba isolante (liner) das caçambas, nos casos de serviços em linhas, redes e instalações energizadas com tensões iguais ou inferiores a 1.000V.

Por fim, a alteradora ainda trouxe a definição para Chave de partida, inserida no Anexo IV Glossário.

Para mais esclarecimentos, acesse a íntegra do texto desta Portaria por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI ou através do site Future Legis.

Bruna Marques da Costa
Departamento Jurídico


MTE altera Norma Regulamentadora de Mineração


 

Alterada a Norma Regulamentadora de Mineração

Publicado no diário Oficial da União do dia 19/12/2018, a Portaria MTE nº 1.085, de 18-12-2018 que altera a Norma Regulamentadora nº 22 – Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração.

O item que trata sobre disposição de Estéril, Rejeitos e Produtos foi alterado e acrescido das seguintes obrigações:

  • Manter a disposição do SESMT, da representação sindical profissional da categoria preponderante e da fiscalização do Ministério do Trabalho o Plano de Segurança de Barragens, incluindo o Plano de Ação de Emergência para Barragens de Mineração (PAEBM), quando exigível;
  • Enviar cópia da declaração de Condição de Estabilidade semestral ao SESMT;
  • Informar ao SESMT, à representação sindical profissional da categoria preponderante e ao órgão regional do Ministério do Trabalho os casos de anomalias que impliquem no desencadeamento de inspeção especial, conforme exigência do órgão regulador nacional;
  • Nas situações de risco grave e iminente de colapso de depósito de estéril, rejeitos e produtos e de ruptura de barragens de mineração, as áreas de risco devem ser evacuadas, isoladas e a evolução do processo deve ser monitorada, informando-se todo o pessoal potencialmente afetado, conforme previsto no Plano de Atendimento a Emergências – PAE;
  • O acesso aos depósitos de produtos, estéril, rejeitos e às barragens de mineração deve ser sinalizado e restrito ao pessoal necessário aos trabalhos ali realizados.

Agora, toda mina deverá elaborar, implementar e manter atualizado um Plano de Atendimento a Emergências que inclua o rompimento de barragem de mineração, conforme previsto no PAEBM, bem como descrever a composição e os procedimentos de operação de brigadas de emergência para atuar nas situações em caso de rompimento de barragem de mineração.

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do texto desta Portaria por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI ou através do site Future Legis.

Caroline Dias
Departamento Jurídico


ISO 9001: como avaliara os Riscos nas Organizações?


 

A versão de 2015 da ISO 9001 dá maior ênfase na avaliação dos riscosMas o que é isso? O risco é composto de três elementos: cenários, frequências e consequências. A análise destes três elementos forma parte integral de uma avaliação abrangente de riscos.

A fase de identificação e avaliação de riscos representa o primeiro passo em qualquer procedimento de gestão de riscos e é um fator crítico na otimização de uma estratégia global de gestão de riscos.

ISO 9001: como avaliara os Riscos nas Organizações?

Análise Organizacional

As análises de cenários, frequências e consequências são utilizadas para identificar as frequências e as possíveis consequências de eventos que pudessem acontecer nas instalações de sua organização. Essas análises também servem para gerar recomendações a fim de reduzir ou controlar tais riscos, bem como para examinar os benefícios de implementar tais recomendações.

Análise de Cenários: Várias técnicas como análise dos modos de falha e seus efeitos (Failure Modes and Effects Analysis – FMEA), análise de árvores de falhas e análise de árvores de eventos (ou outras técnicas de modelagem de lógica como análise de diagramas de bloco de confiabilidade) são utilizadas para identificar falhas potenciais e acidentes nos sistemas, bem como suas causas.

Análise de Frequências: Para ajudar sua organização a tomar decisões baseadas em risco, o ABS Consulting conjuga a experiência específica de sua empresa com informações industriais referentes às frequências de eventos utilizando métodos de análise apropiados.

Análise de Consequências: As técnicas de análise de consequências são utilizadas para realizar modelagens das taxas de liberação, quantidades e dispersões de materiais liberados após incêndios, explosões ou outros perigos nas instalações, bem como para estimar o impacto potencial desses eventos sobre os funcionários, o público, os bens imóveis das instalações, as instalações vizinhas e o meio ambiente. Alguns resultados incluem a identificação de áreas potencialmente afetadas por esses eventos, bem como estimativas das baixas, perdas econômicas e .

Análise dos Riscos e Oportunidades

A identificação correta dos riscos e das oportunidades auxilia no planejamento de todo o SGQ, atuando desde a orientação e elaboração de objetivos coerentes com os seu contexto e expectativas de partes interessadas, até aos procedimentos operacionais, informação documentada, métodos de monitoramento e medição, dentre outros. É muito comum, as organizações avaliarem apenas as ameaças e os riscos negativos. Apesar destes serem realmente importantes, deve-se tratar também, e com a devida prioridade a dimensão dos danos que estes possam vir a causar.

Vale destacar também, um paralelo com relação à versão anterior da NBR ISO 9001 cuja identificação, investigação e tratativa das ameaças e riscos negativos podem ser comparadas ao antigo requisito de ações preventivas, onde deveriam ser estabelecidas ações para eliminar as causas de não-conformidades potenciais, evitando, novamente, a sua ocorrência.

Entretanto, a visão positiva, ou seja, a abordagem de oportunidade e riscos positivos podem alavancar a melhoria dos processos e produtos tornando a organização cada vez mais competitiva. São fundamentais no planejamento de ações de melhoria, por meio de uma postura proativa e, em vários casos, inovadora. Lembrando que, como suporte (não obrigatório), podem ser aplicados os requisitos definidos na NBR ISO 31000, bem como as ferramentas apresentadas na NBR ISO 31010.

As melhorias realizadas para alterações e mudanças no SGQ devem ser planejadas. Salienta-se, no entanto, que qualquer alteração no SGQ deve ser realizada de modo a garantir a integridade do mesmo, durante e qualquer tipo de modificação, mesmo que esta alteração seja para uma melhoria substancial. Isso significa dizer que, mesmo que haja uma mudança radical nos processos definidos, não se justifica o descumprimento dos requisitos estabelecidos, anteriormente.


Identificação obrigatória para Brigadista Voluntário de Incêndio


 

Publicado no estado do Rio de Janeiro, a Lei nº 8.239, de 10-12-2018, que dispõe sobre a criação de carteira de identificação funcional para o Brigadista Voluntário de Incêndio (BVI).

A partir de março de 2019, todos os Brigadista deverão portar a Carteira de Identificação Funcional de Brigadista Voluntário no âmbito do Estado do Rio de Janeiro.

Entende-se por Brigadista Voluntário de Incêndio (BVI), todo aquele que, pertencente à população fixa do local objeto da proteção, é treinado e capacitado a exercer,sem exclusividade, as atividades básicas de prevenção e combate a incêndios,bem como o atendimento a emergências setoriais, conforme dispõe a Resolução SEDEC nº 31, de 10-01-2013.

Ressalta-seque os efeitos desta Lei alcançarão os brigadistas de uma planta, empresa ou empreendimento com mais de 20 funcionários, bem como condomínios residenciais de 5 (cinco) ou mais andares, centros comerciais e postos de gasolina.

A Carteira de Identificação dos Brigadistas constará, dentre outras, as seguintes informações:

A pessoa jurídica que tenha BVI no seu quadro de pessoal deverá solicitar a certificação junto a associações de classes ou de representação de categoria profissional. A certificação terá validade por um (um) ano, revalidada sempre por igual período.

Por fim, informamos que a Lei nº 8.239, de 10-12-2018 entrará em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos após decorridos 90 (noventa) dias da mesma, em 10 de março de 2019.

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do texto desta Lei por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI ou através do site Future Legis.

Caroline Dias
Departamento Jurídico


Novo regulamento de segurança contra incêndios – SP


 

O Diário Oficial do Estado de São Paulo, publicou no dia 11-12-2018,o Decreto nº 63.911, de 10-12-2018, que Institui o Regulamento de Segurança Contra Incêndios das edificações e áreas de risco no Estado de São Paulo.

As medidas de segurança contra incêndio previstas neste Regulamento se aplicam às edificações e áreas de risco no Estado de São Paulo, devendo ser observadas, em especial, por ocasião da:

  • construção de uma edificação ou área de risco;
  • reforma de uma edificação que implique alteração de leiaute;
  • mudança de ocupação ou uso;
  • ampliação de área construída;
  • aumento na altura da edificação;
  • regularização das edificações ou áreas de risco.

O CBPMESP emitirá Licença em conformidade com as Instruções Técnicas pertinentes, para as edificações e as áreas de risco que estiverem com suas medidas de segurança contra incêndio executadas de acordo com o processo aprovado e com a legislação pertinente.

O Corpo de Bombeiros exigirá a certificação, ou outro mecanismo de avaliação da conformidade, dos produtos voltados à segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco, por meio de organismos de certificação acreditados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia INMETRO, comprovando o atendimento às normas técnicas nacionais.

Ressalta-se que as edificações e áreas de risco deverão ter suas instalações elétricas e Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas – SPDA, executados de acordo com as prescrições das normas brasileiras oficiais e das normas das concessionárias dos serviços locais de energia elétrica.

Por fim, o CBPMESP, no exercício da fiscalização que lhe compete, poderá aplicar as seguintes penalidades ao proprietário ou ao responsável pelo uso da edificação irregular ou área de risco: advertência escrita; multa; e/ou cassação da licença do Corpo de Bombeiros.

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do texto deste Decretopor meio do módulo LIRA do Sistema SOGI ou através do site Future Legis

Letícia Caroline Nunes Ferreira
Departamento Jurídico


Como fortalecer a imagem da sua empresa através da Gestão de riscos e compliance


 
Como fortalecer a imagem da sua empresa através da Gestão de riscos e compliance

A ABNT NBR ISO 31000-  Gestão de Risco, foi desenvolvida em resposta à demanda das organizações e as necessidades de se ter algo além das ações preventivas. Juntamente a versão 2015 da ISO 9001, as organizações estão adotando ações mais embasadas na probabilidade e ocorrência de eventos.

De um modo geral, as empresas sofrem todos os tipos e tamanhos de influências provenientes de fatores internos e externos, chamadas partes interessadas, que são todas aquelas “partes” que influenciam o negócio positiva ou negativamente. O efeito da incerteza sobre os objetivos das organizações é chamado de “RISCO”.

Pensando em qualquer organização, todas as atividades das mesmas, envolvem riscos. Estes podem ser englobandos em um só processo ou atividade ou em todo o negócio. Com base neste conceito é que as empresas precisam gerenciar riscos, identificando e analisando-os para que em seguida, possa avaliar se o risco deve ser modificado.

De alguma forma as organizações acabam gerenciando seus riscos em algum grau, mas, sem a necessária estruturação. A NBR ISO 31000:2018 estabelece um número de princípios que precisam ser atendidos para tornar a gestão de riscos mais eficaz e mais prática. Para tanto, a Norma recomenda que as organizações melhorem continuamente sua estrutura que tem como finalidade integrar o processo na Governança e Gestão Empresarial.

Gerenciando os Riscos da Organização

Gerenciando os Riscos da Organização através do Programa de Compliance.
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A gestão de riscos pode ser implementada visando um cliente, um processo, um projeto, uma atividade e em diversos níveis, funções e momentos. De modo genérico, a ISO 31000 traz uma abordagem e metodologia para gerir qualquer tipo de risco. No entanto, todos os setores devem saber seu papel nesta gestão, envolvendo toda a organização dentro de um contexto, como uma atividade no início do processo da gestão de riscos.

Com o intuito de especificar melhor cada termo utilizado em um processo de gestão de riscos, apresentamos abaixo as principais definições que podem nortear os estudos da norma conforme a ABNT.

Risco: efeito da incerteza nos objetivos;

Gestão de Riscos: atividades para dirigir e controlar uma organização no que se refere a riscos;

Estrutura da Gestão de Riscos: Conjunto de componentes que fornecem os fundamentos e os arranjos organizacionais para a concepção, implementação, monitoramento, análise crítica e melhoria contínua da gestão de riscos através de toda a organização.

Propriedade do Risco: pessoa ou entidade com a responsabilidade e a autoridade para gerenciar um risco;

Processo de gestão de risco: aplicação sistemática de políticas, procedimentos e práticas de gestão para as atividades de comunicação, consulta, estabelecimento do contexto, e na identificação, análise, avaliação, tratamento, monitoramento e análise crítica dos riscos.

Contexto externo: ambiente externo no qual a organização busca atingir seus objetivos;

Contexto interno: ambiente interno no qual a organização busca atingir seus objetivos;

Parte interessada: pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou perceber-se afetada por uma decisão ou atividade;

Processo de Avaliação de Riscos: processo global de identificação de riscos, análise de riscos e avaliação de riscos;

Identificação de Riscos: processo de busca, reconhecimento e descrição de riscos;

Fonte de Risco: elemento que, individualmente ou combinado, tem o potencial intrínseco para dar origem ao risco;

Consequência: resultado de um evento que afeta os objetivos;

Probabilidade: chance de algo acontecer;

Análise de Riscos: processo de compreender a natureza do risco e determinar o nível de risco;

Critérios de Risco: termos de referência contra os quais a significância de um risco é avaliada;

Nível de Risco: magnitude de um risco ou combinação de riscos, expressa em termos da combinação das consequências e de suas probabilidades;

Avaliação de Riscos: processo de comparar os resultados da análise de riscos com os critérios de risco para determinar se o risco e/ou sua magnitude é aceitável ou tolerável;

Tratamento de Riscos: processo para modificar o risco.

Benefícios da Gestão de Riscos

A gestão de riscos descreve um processo genérico, sistemático e lógico para qualquer tipo de risco. Estabelece uma série de princípios básicos que precisam ser satisfeitos para fazer a gestão eficaz dos riscos. Recomenda-se que as organizações desenvolvam, implementem e melhorem, continuamente, sua estrutura cuja finalidade é integrar o processo de gestão do risco na Governança Corporativa da Organização.

Abaixo, alguns benefícios a serem alcançados através das práticas de gerenciamento de riscos:

Aumentar a probabilidade de atingir os objetivos;

Encorajar uma gestão proativa;

Estar atento para a necessidade de identificar e tratar os riscos através de toda a organização;

Melhorar a identificação de oportunidades e ameaças;

Atender às normas internacionais e requisitos legais e regulatórios pertinentes;

Melhorar o reporte das informações financeiras;

Melhorar a governança;

Melhorar a confiança das partes interessadas;

Estabelecer uma base confiável para a tomada de decisão e o planejamento;

Melhorar os controles;

Alocar e utilizar eficazmente os recursos para o tratamento de riscos;

Melhorar a eficácia e a eficiência operacional;

Melhorar o desempenho em saúde e segurança, bem como a proteção do meio ambiente;

Melhorar a prevenção de perdas e a gestão de incidentes;

Minimizar perdas;

Melhorar a aprendizagem organizacional;

Aumentar a resiliência da organização.

É importante ressaltar que a Liderança (governança corporativa) de uma organização é feita pela Alta Direção e pessoal de alto nível em diferentes departamentos. E para direcionar a gestão e os trabalhadores para objetivos comuns e comportamentos que visem por uma política da organização, faz-se necessário estabelecer, comunicar e implementar um sistema de gestão com diferentes ações de controle levando em conta os requisitos legais e regulamentares.


Importante ressaltar que esta norma não é destinada a certificação.


O que é um Sistema de Gestão? Como e por que implementar?


 

Você sabe o que é um Sistema de Gestão?
A definição mais comum de um sistema é um “conjunto de elementos concretos ou abstratos, intelectualmente, organizados”.

O que é um Sistema de Gestão? Como e por que implementar?

Para descrever de maneira mais simples, um sistema seria um conjunto de itens ordenados que trabalham para um determinado fim. Um automóvel é um sistema de peças que trabalham em conjunto, no intuito de transportar os passageiros. Um computador é um sistema de componentes que trabalham em conjunto para processar dados. Um sistema é uma simples ordenação dos processos para que funcionem com um determinado objetivo.

Como Funciona um Sistema na Empresa?

Em uma organização não é diferente. Enxergar a empresa como um sistema dá ao gestor uma possibilidade única de tratá-la como um todo. Objetivar um determinado fim, sem se esquecer das partes menos visíveis do “mecanismo”. Em um carro é simples perceber a ação das rodas, dos pedais, do volante e até do motor. Mas, poucos veem o trabalho desenvolvido pelos parafusos e mangueiras escondidos dentro da estrutura do automóvel. No entanto, sem que essas peças funcionem bem é impossível que o carro saia do lugar.

Sistematizar para Atender aos Objetivos da Empresa

Um sistema de gestão empresarial é um conjunto de ferramentas desenvolvidas para organizar o trabalho de uma organização no intuito de fazê-la operar de maneira eficiente para cumprir seu propósito de existência.

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Uma empresa privada existe para gerar lucro para seus donos e estes, por sua vez, investirem cada vez mais em melhorias. Este é, em última instância, o objetivo máximo de uma empresa. Caso ela não gere lucro, certamente irá falir. Mas, para que gere lucros, ela precisa atender demandas vindas de todas as partes: dos clientes, funcionários, fornecedores, Governo, entre outros. Quando a empresa satisfaz de maneira eficiente todas as suas demandas, o sistema está em perfeito funcionamento e ela cumpre seu fim: o lucro do acionista.

Visão Antiga X Visão Sistêmica

No passado, a gestão da empresa era quase à similaridade de seu organograma, ou seja, a forma como cada ação era executada, dependia diretamente do fluxo de poder e de ordens vindas da hierarquia. Contudo, a visão sistêmica inovou os processos de gestão, justamente, por considerar que a empresa é um sistema de partes que devem trabalhar em conjunto para um determinado fim.

Então, provê-se a integração de todas as áreas da empresa, para que, em conjunto, possam agir no sentido dos objetivos da organização.

Desse modo, pode-se pensar no setor de compras dependente do setor de transportes, que é dependente do setor de manutenção, que é dependente do setor financeiro, que é dependente do setor de vendas, e assim sucessivamente, até que todos os setores estejam entrelaçados e trabalhando em conjunto.

Sistemas de Gestão Baseados nas Normas ISO

O sistema de gestão empresarial mais famoso do mundo é o regido pela ISO (international standardization organization), principalmente através das normas ISO 9001 (Sistema de Gestão da Qualidade) e ISO 14001 (Sistema de Gestão Ambiental).

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Os sistemas de gestão baseados nas normas ISO são dispostos em tópicos que abrangem todas as áreas da organização. Assim todos os pontos inclusos no escopo da certificação serão levados em consideração durante a implementação do sistema de gestão, e então a empresa poderá ser observada a partir de uma visão sistêmica.

ISO 9001 e 14001

A ISO 9001 reúne os itens relativos à gestão da qualidade. Ela estabelece o conceito de qualidade, deixando claro que ele não se resume às características do produto final, mas à forma com que o processo de gestão da empresa é desenvolvido. Assim desde o trabalho de produção das mercadorias e serviços, até as atividades de limpeza são levadas em consideração e desenvolvidas com máxima qualidade.

A ISO 14001 reúne os itens relativos à gestão ambiental das atividades da empresa. A norma estabelece processos e cria padrões para que todas as ações da empresa estejam ambientalmente alinhadas à sua política.

Há outras normas da ISO bastante significativas, relacionadas a outras áreas, como a OHSAS 18001 (ISO 45001) voltada para a gestão de segurança e saúde ocupacional, a ISO 22000 relacionada a segurança, dentre outras. Para descobrir qual é a norma ideal ao seu empreendimento, converse com um dos especialistas da Consultoria Online Verde Ghaia.

Para agendar uma conversa com um dos consultores, clique aqui.


Vale a pena contratar Consultoria Online para conseguir a certificação?


 

A resposta, com toda certeza, é SIM! Implantar um Sistema de Gestão da Qualidade e buscar a certificação internacional são decisões estratégicas, que vão influenciar de forma direta a condução dos negócios de uma empresa.

O processo pode ser feito de forma tranquila e trazendo resultados melhores para a empresa, desde que seja bem planejado e estruturado. Caso contrário, ele poderá gerar ruídos internos e impactar negativamente as rotinas e a produtividade, durante a implantação.

Por isso, é recomendável que a empresa tenha ao seu lado uma empresa de Consultoria qualificada, com profissionais especializados na norma e que possam desenvolver o planejamento de mudanças, respeitando a realidade da organização e trazendo o menor impacto para as rotinas produtivas.

Como uma empresa de Consultoria pode te auxiliar

* Conhecimento da norma: a Consultoria conta com profissionais que são qualificados e especializados na norma e que vão ajudar a sua empresa a interpretar e entender o que precisa ser feito para se adequar aos requisitos normativos. Além disso, a Consultoria mostrará para a sua empresa como o realmente poderão trazer ganhos para os negócios.

* Diagnóstico e Planejamento: através da Consultoria, você entenderá como a empresa está atualmente e isso poderá lhe ajudar a se planejar para implementar, executar e gerenciar os itens normativos. O planejamento levará em conta a realidade da empresa, visando minimizar os impactos nos processos e nas rotinas produtivas.

* Comunicação e treinamento: a Consultoria desenvolverá um trabalho para orientar e conscientizar os responsáveis e demais colaboradores sobre a importância do processo para a empresa. Assim, conseguirá envolver e estimular a participação positiva dos colaboradores, minimizando resistências e ruídos internos em relação ao processo.

* Experiência e know how: a equipe de Consultores leva para o processo toda a experiência e know how adquiridos em todos os anos de Consultoria. Isso quer dizer que, além do conhecimento e da vivência, os Consultores apresentam modelos de documentos e registros (procedimentos); dicas de como conduzir melhor o processo, orientações para agilizar a execução da padronização e operação.

Com a Consultoria On-line da Verde Ghaia a empresa ainda poderá contar com modelos de planos de ações; respostas em tempo real aos seus questionamentos via chat; treinamento on-line da norma; acompanhamento diário das atividades e muito mais.

* Menor custo e maior benefício: com a experiência e a qualificação da Consultoria, a empresa conseguirá realizar a implantação com o menor tempo possível e com maior efetividade, o que representa ganhos para a gestão da empresa. Isso sem falar nos prejuízos evitados, seja pelo uso de uma mão de obra desqualificada (realocação de funcionário para atividade) e/ou possíveis passivos trabalhistas (consultor autônomo).

São por esses e outros motivos que a Consultoria é um importante investimento para a empresa que quer implantar um sistema de gestão e conquistar a certificação.

Afinal, a consultoria será uma parceiro para todos os momentos!  Aproveite para assistir ao nosso vídeo sobre Diagnóstico do Sistema de gestão, e entender como é possível identificar oportunidades de melhorias na sua gestão . Isso ajudará a elaborar um plano de ação para uma gestão moderna, eficiente e que atenda às exigências do mercado.

A Verde Ghaia conhece muito bem sobre Sistemas de Gestão, realizando implantação, ajudando organizações alcançarem as certificações, oferecendo tecnologia de ponta para monitoramento de requisitos legais aplicáveis bem como as conformidades legais.

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Certificação e implementação da norma ISO 9001, custa caro?


 

A certificação em Qualidade pode ser uma conquista estratégica para as empresas, especialmente, em um mercado adverso. Afinal, a certificação na norma ISO9001, além de ser um diferencial competitivo, poderá trazer inúmeros benefícios para o negócio, tais como: maior organização dos processos e atividades, melhorias contínuas para a produção e/ou prestação de serviços, gestão mais eficaz de indicadores e metas e, principalmente, maior satisfação dos clientes.

É por isso que dizer que o custo para certificação é “caro” ou “barato” é uma definição rasa. A questão é relativa, diante do quanto a empresa poderá ganhar em termos produtivos e competitivos, comparado ao que ela precisará investir. Além disso, existem inúmeras variáveis no processo, que poderão interferir nos custos.

Quais são as variáveis que impactam nos custos de uma certificação?

Realidade da empresa: somente um diagnóstico poderá indicar o que a empresa precisará fazer e/ou mudar para se adequar aos requisitos da norma. De acordo com o cenário da empresa, as adequações podem ser mínimas e, talvez, até não seja necessário fazer nenhum investimento nessa etapa. Mas, só será possível definir essa questão a partir de uma avaliação inicial.

Treinamento / conscientização: o envolvimento e a participação dos colaboradores são fundamentais para o sucesso da certificação. Por isso, é necessário investir em tempo para promover cursos e reuniões para capacitação e em ferramentas de comunicação para conscientização dos colaboradores, especialmente, daqueles que forem responsáveis pelo processo. Nesta etapa é interessante a empresa contar com uma Consultoria Especializada, que poupará tempo com a elaboração de materiais orientativos e informativos, bem como com os seus Consultores, que já estão habilitados e preparados para conduzir cursos, treinamentos e para assessorar os responsáveis pela certificação.

Consultoria Especializada: contar com profissionais capacitados e especializados nas normas reduzirá tempo e retrabalhos para a empresa. Isso porque os profissionais já têm expertise no processo e vão planejar e conduzir as ações com mais efetividade e eficácia. Isso sem falar que o custo de uma Consultoria poderá ser muito menor que a utilização de um profissional da própria empresa, que precisará passar por uma capacitação, não tem experiência no processo e ainda será retirado de sua função, interferindo nas rotinas produtivas. Outra opção são os consultores autônomos que, além de não terem o respaldo e a credibilidade de uma empresa de Consultoria, podem vir a ser um futuro risco de passivo trabalhista.

Tempo e disponibilidade da empresa: quanto mais comprometida a empresa estiver com o processo, menor será o tempo gasto e, consequentemente, menor será o custo do processo. Por isso, é necessário que as pessoas estejam envolvidas e se comprometam a executar as ações e cumprir com os prazos estabelecidos no planejamento.

Contratação de organismo certificador: o processo de certificação só é concluído com a auditoria externa, que precisa ser conduzida por um organismo certificador. Para isso, a empresa precisará contratar uma certificadora e pagará pelos custos de logística do auditor. Este ficará responsável por avaliar o atendimento aos requisitos normativos. Caso sejam identificadas não-conformidades graves, a empresa corre o risco de não conseguir a certificação. Por isso, é importante que a auditoria externa só seja realizada quando a empresa estiver completamente estruturada e preparada para o processo, caso contrário, poderá ter um custo considerável com auditoria e não ter o sucesso com a certificação.

Vale a pena investir na Consultoria de certificação ISO9001?

A resposta é SIM. A Consultoria Especializada e qualificada representa redução de custos com tempo e com retrabalhos para a certificação ISO9001. Afinal, a Consultoria conta com profissionais qualificados e experientes na implantação do sistema de gestão da qualidade e na certificação das normas internacionais, o que permite que o processo seja conduzido com mais eficácia, conforme descrito abaixo:

Diagnóstico: avaliação mais imparcial da realidade da empresa e análise mais efetiva das adequações necessárias para o atendimento aos requisitos da norma;

Planejamento: a maior experiência permite que as estimativas sejam mais realistas para definição de prazos de execução das ações, minimizando erros que poderiam comprometer todo o planejamento da empresa.

Direcionamento: o maior conhecimento sobre as exigências da norma, bem como sobre as avaliações dos organismos certificadores, permite que a Consultoria faça o direcionamento mais eficaz dos processos de implantação do Sistema de Gestão da Qualidade, evitando atividades desnecessárias e retrabalhos.

Capacitação e conscientização: a Consultoria já possui materiais e modelos de documentos prontos que vão contribuir para a melhor orientação dos colaboradores e dos profissionais envolvidos no processo. Isso sem contar que os Consultores também estão habilitados a realizar cursos e treinamentos, que poderão ser até customizados e alinhados com a realidade da empresa.

Custo/benefício: os ganhos promovidos pela contratação de uma Consultoria, com toda certeza, são muito maiores que os custos do processo. Isso sem falar que existe hoje no mercado a opção da “Consultoria On-Line”, que possibilita a realização do processo com a mesma qualidade de uma Consultoria Presencial, porém com os custos muito mais reduzidos.

Como funciona a Consultoria On-Line Verde Ghaia?

O processo é todo conduzido por uma equipe de Consultores Especializados através de uma plataforma on-line, que vai facilitar a comunicação entre a sua empresa e a nossa equipe.
São oferecidas ferramentas intuitivas que auxiliam, adequadamente, na implantação de um Sistema de gestão, além de materiais complementares como modelos de documentos e vídeos orientativos.
A consultoria on-line tem como foco, não apenas as resoluções dos problemas, mas caminhos para identificação que visam a solução e o alcance do objetivo proposto;
A consultoria pode ser 100% online e contar com uma auditoria presencial ao final, de acordo com a contratação.
A plataforma pode ser acessado em qualquer horário e de qualquer lugar, sem necessidade de instalação de um software ou sistema.
A plataforma também poderá ser acessada através de Aplicativo, com ferramentas de comunicação.

Benefícios ao contratar a Consultoria On-line?

O custo de uma Consultoria On-Line é bem inferior ao de uma consultoria presencial, uma vez que, praticamente, não haverá custos de logística;
A empresa tem total flexibilidade no processo, e não haverá interferência nas rotinas internas da organização;

A empresa contará com todo o “know how” de uma consultoria convencional Verde Ghaia, que está há mais de 16 anos no mercado, aliada a uma tecnologia para facilitar a comunicação;

Os consultores são experientes e possuem conhecimento em diversas áreas de negócios;

Oferece suporte de um consultor especializado em certificações para orientar e esclarecer dúvidas.

Plataforma oferece “Dashboard” para que você tenha total controle da utilização dos serviços.


Todos os serviços prestados são de qualidade e certificados pela Verde Ghaia, nós nos comprometemos em manter as informações da sua organização em total sigilo.


O que muda na vida das empresas após a certificação ISO 9001?


 

A certificação na norma ISO 9001 busca pela Gestão da Qualidade. Seu principal objetivo é melhorar gestão da sua empresa e alavancar os seus negócios, aumentando a sua capacidade de competitividade no mercado, mesmo em tempos de crise. Além disso, a ISO 9001  agrega valor à marca da sua organização, melhora a imagem da empresa perante os órgãos governamentais e instituições financeiras.

O sistema de gestão da qualidade tem como prioridade garantir para a empresa um gerenciamento interno mais eficaz e promover a satisfação de seus clientes através da melhoria contínua de seus processos, produtos e serviços.

Para isso, a Gestão da Qualidade age nas rotinas produtivas, no planejamento e nos indicadores de resultados da empresa, auxiliando no mapeamento dos processos da organização, padronizando as atividades, garantindo maior segurança, facilidade de execução, menores perdas e atendimento aos prazos através estipulados no planejamento estratégico da organização.

A implementação dos controles operacionais permite que os desvios sejam detectados antes da entrega do produto ou serviço ao cliente. Consequentemente, vai gerar menores índices de reclamação e maior satisfação dos clientes. A norma também prevê atividades pós-venda para verificação do atendimento aos requisitosgerando feedback sempre atualizado.

Assim, o SGQ assegura a satisfação dos clientes, pois exige um levantamento inicial de suas necessidades e expectativas, trabalhando com transparência e gerando uma relação de confiança. O estudo dos requisitos de clientes também acontece em novos projetos, instaurando assim, a cultura prevencionista na organização.

A organização traça seus objetivos e metas da qualidade alinhados ao planejamento estratégico da empresa, tendo como princípio a prevenção de falhas, defeitos, retrabalhos, desperdícios, atrasos e outros riscos que possam ameaçar a qualidade. Isto quer dizer que, a mentalidade de riscos é desenvolvida de forma a avaliar as oportunidades, promovendo melhorias.

A liderança também ganha mais destaque, pois a qualidade faz parte de toda a organização e não só de um departamento. Todos assumem o compromisso com o SGQ e com foco em resultados. Para seu sucesso, as informações devem se manter atualizadas, o que exige uma comunicação eficaz entre as pessoas e os departamentos. Outra destaque significativaoé com relação aos fornecedores e prestadores de serviço, os chamados, provedores externos. A organização passa a selecioná-los, qualificá-los e monitorá-los, constantemente, garantindo assim, o fornecimento de produtos e serviços conforme os requisitos pré-estabelecidos.

Dessa forma com a implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade permite a Organização almejar a sua certificação da qualidade. Isso porque a empresa estará apta aos desafios econômicos, sociais e ambientais dos novos tempos. Em tempos de crise, esses sãoos diferenciais competitivos importantes, não apenas podem garantir a permanência da empresa no mercado, mas pode ser o primeiro passo para alavancar e impulsionar o negócio.

Papel das Normas Internacionais – ISO ABNT

As normas internacionais podem ser chamadas de padrões internacionais, pois têm o papel de facilitar o comércio global, com foco na garantia de produtos e serviços seguros, confiáveis e de qualidade. São mais de 21 mil normas já publicadas e com abrangência para todos os tipos de empresa.

Para as empresas, as normas funcionam como ferramentas estratégicas,  reduzindo custos, perdas e aumentando a produtividade. Elas ajudam as empresas a galgar novos mercados, estabelecer uma igualdade de condições para os países em desenvolvimento e facilitar o comércio livre e justo em todo o mundo.

A necessidade de criação de um padrão é identificada pelas empresas ou por partes interessadas, por exemplo, as associações de consumidores. Os membros da ISO, de todo o mundo, analisam a demanda e o processo de elaboração que é iniciado pelas Comissões Técnicas. Estas são compostas por grupos de consumidores, universidades, ONGs e governos. Além disso, as partes interessadas podem opinar e o grupo entra em um consenso antes da publicação.

O Sistema de Gestão, nada mais é que, documentar ou criar procedimentos vinculadas as rotinas de processos da organização, visando alcançar os objetivos estratégicos propostos. Quando a Organização implanta um SGQ ou um outro sistema de gestão, ela pode apenas implementar ou pode também se certificar através de um organismo certificador.

A ISO 9001, uma das normas mais conhecidas e com o maior número de empresas certificadas no mundo.  ISO 9000 – Gestão da Qualidade fornece diretrizes para as empresas focarem na satisfação dos clientes e qualidade dos produtos. A família é composta por:

ISO 9000: 2015 – abrange os conceitos básicos e terminologia
ISO 9001: 2015 – estabelece os requisitos para um sistema de gestão da qualidade.
ISO 9004: 2009 – mostra como aumentar a eficiência e eficácia de um sistema de gestão da qualidade.
ISO 19011: 2011 – estabelece as diretrizes para auditorias internas e externas de sistemas de gestão da qualidade.

A ISO 9001:2015 é a única norma da família que é passível de certificação. Empresas de qualquer tamanho, tipo ou ramo de atividade podem ter um sistema de gestão da qualidade implementado e/ou certificada. O foco da 9001 é o cliente. O sistema de gestão da qualidade é movido pelo comprometimento da Alta Direção, abordagem de processos, motivação e melhoria contínua.

A ISO 9001:2015 propõe ferramentas estratégicas e diretrizes para ajudar as empresas a enfrentar alguns dos desafios mais exigentes dos negócios modernos. Ela garante comprometimento das pessoas, padroniza os processos, torna as operações de negócios tão eficientes quanto possível, traz a redução de perdas, e consequentemente aumenta a produtividade, cortar custos através de melhoria de sistemas e processos, fideliza clientes, promove a marca e aumenta a competitividade no mercado.

Além disso, o sistema de gestão da qualidade também promove a utilização mais eficiente dos recursos e a cultura prevencionista através da melhoria da gestão de risco.

Implementar? Certificar? Ou Implementar e Certificar?

A certificação é uma ferramenta útil para demonstrar que seu produto ou serviço atende as expectativas dos seus clientes e está em conformidade com a norma ISO 9001, reforçando sua credibilidade e melhorando sua imagem no mercado.

Para algumas empresas, significa também o cumprimento contratual entre fornecedores e clientes. Para outras é uma importante forma de se manter em um mercado competitivo e de impulsionar o negócio com planejamento e foco em melhorias contínuas dos processos, dos produtos e serviços. A Verde Ghaia tem realizando implementações, bem como auxiliado os mais diversos ramos de atividades há mais de 20 anos. Com isso, as metodologias da Verde Ghaia garantem um padrão de alta qualidade e eficiência para o seu gerenciamento, concedendo ainda ao cliente um atendimento com consultores especializados e uma equipe de advogados e engenheiros com kow how e experiência de mercado.

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