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SEMAD-IEF estabelece procedimento para DAE 2019


 

SEMAD-IEF estabelecem procedimento para emissão e pagamento do DAE – 2019

Foram publicadas recentemente no Diário Oficial de Minas Gerais, a Resolução Conjunta SEMAD-IEF Nº 2.771, de 13-02-2019 e a Resolução Conjunta SEMAD-IEF Nº 2.772, de 13-02-2019 que estabelecem os procedimentos para emissão e pagamento do Documento de Arrecadação Estadual – DAE para renovação do Registro Anual, exercício de 2019.

Desta forma, para as pessoas físicas e jurídicas que estejam devidamente registradas nas categorias listadas na Resolução Conjunta SEMAD-IEF Nº 1.659/2012, Resolução Conjunta SEMAD-IEF Nº 1.661/2012 e Resolução Conjunta SEMAD-IEF N.º 2.394/2016, o DAE para o referido pagamento será emitido pelo contribuinte, através do endereço eletrônico, action – DAE on-line, disponibilizado no sítio da Secretaria de Estado da Fazenda – SEF –, conforme disposto no Anexo I das novas Resoluções.

Este procedimento terá validade para a efetivação de pagamento de valores referente à renovação anual do cadastro, exercício 2019. Para os demais débitos de renovação anual de cadastro, as pessoas físicas e jurídicas deverão dirigir-se ao Núcleo de Cadastro e Registro – NUCAR, responsável pelo atendimento de seu Município.

O DAE quitado com dados inconsistentes será desconsiderado e, para emissão do certificado de registro, o contribuinte deverá realizar novo pagamento. Em caso de desconsideração do pagamento pelo órgão ambiental, o contribuinte poderá instruir processo de restituição do valor pago indevidamente no site da SEF, por procedimento específico.

O contribuinte deverá emitir um DAE para cada categoria registrada no Módulo Registro de Categorias – REC/Sisemanet. O DAE quitado, que apresentar mais de uma categoria, será desconsiderado.

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do textos destas Resoluções por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI ou através do site Future Legis

Gabriela Cristina U. Viana, Setor Jurídico Verde Ghaia


Como definir seu valor: diferencial competitivo ou CTRL+C, CTRL+V?


 

O que você acha mais importante para definir o preço dos seus serviços e produtos? Seus concorrentes ou o valor que você agrega àquilo que você vende?

Para mim, é claro que o diferencial competitivo é o mais importante, visto que este é o momento no qual se define o quanto cobrar por um produto ou serviço. No entanto, saber criar esse diferencial é o que faz toda a diferença para que o seu negócio tenha sucesso. Se você não tiver o seu diferencial, de nada adiantará gastar energia para conquistar seu potencial cliente ou até mesmo fidelizá-lo.

Como CEO do Grupo Verde Ghaia, estar em contato com os mais diversos conceitos de gestão empresarial, fizeram com que eu fosse capaz de rever, recriar e transformar minha Gestão, levando comigo toda a minha equipe.

O que é Diferencial Competitivo?

Diferencial competitivo é o que a sua empresa oferece de melhor, com qualidade superior, além de vantagens e benefícios exclusivos, transformando a compra do cliente em uma experiência única. É o que vai atrair e satisfazer os sonhos e vontadades de seus clientes.

Quem possui um diferencial competitivo se destaca mais facilmente no mercado, e é reconhecido como único. É isso que vai determinar o quanto você cobrará por algo, sem se preocupar com os seus concorrentes. Costumo dizer que muitas empresas pecam nos negócios por olhar demais o retrovisor, não se preocupam em mirar novos horizontes e trilhar novos caminhos. São empresas assim, apegadas ao passado, à conceitos já descontruídos que não conseguem acompanham as mudanças de um mundo cada vez mais tecnológico e veloz.

Adaptar-se às mudanças é importante para qualquer empresa que queira crescer. É um passo indispensável para se ganhar notoriedade no mercado globalizado.

Você pode ter mais de um diferencial competitivo, apesar de não ser a quantidade o mais importante, mas a vantagem que ele oferece diante de toda a sua concorrência. Independente de quais ou quantos sejam, precisa ter valor aos olhos do seu cliente, e também precisa ter estratégias claras de comunicação e de divulgação para encantar a qualquer um. Se o seu diferencial não for divulgado, você nunca será reconhecido pelo seu público.

Case de Sucesso

A Mercedes-Benz, por exemplo, possui produtos de alto valor agregado, oferecendo ao mercado produtos com preço elevado em relação a seus concorrentes. Mas, o que torna essa empresa tão almejada por muitos? Por que ela ainda conquista o mercado consumidor? Por que muitos preferem pagar mais para ter uma Mercedes?

Bem,as respostas todos nós, consumidores, já sabemos. Muito do que compramos não é por dinheiro, mas pela experiência que o serviço ou produto oferece. A Mercedes acredita que para conquistar seus clientes, ela precisa ter atributos únicos perante aos seus concorrentes. E é por isso, que a Mercedes-Benz tem permanecido no mercado de automóveis desde 1926.

Aconselho acessar o site da Mercedes-Benz na qual a empresa afirma que seu diferencial competitivo é ter “o maior e o mais completo portfólio de produtos e serviço de pós-venda”, prezando por um atendimento de qualidade e buscando a proximidade cada vez maior com seu cliente. Inclusive os “principais executivos da empresa tem um contato direto com o consumidor por meio do acompanhamento do atendimento realizado pelos diversos canais de comunicação” existentes.

Dessa forma, a Mercedes possibilita que o cliente alcance eficiência e produtividade, mas com a rentabilidade que ele deseja ter. E não é só a venda que importa, mas o destaque dado ao pós-venda: o que você vai precisar depois de comprar, a empresa oferece também, garantindo tranquilidade e segurança do começo ao fim.

A marca obviamente, já está mais do que consolidada no mercado. Mas ela não nasceu assim. Ela precisou conquistar esse reconhecimento. E como fez? Oferecendo diferencial competitivo e não baixando preços mesmo quando seus concorrentes o faziam. O importante para a marca não é ganhar cliente com base em preço. Mas sim, porque ele reconhece que ao adquirir um veículo Mercedes, ele estará adquirindo uma experiência única e que ele não terá em nenhum outro lugar.

Case da Apple

O mesmo ocorre com a marca mais famosa de celular, a Apple. Seu consumidor é fiel, não se importa de ficar em pé, aguardando sua hora chegar para comprar o mais novo lançamento. Para o comprador da Apple, ele não tem apenas um aparelho móvel de comunicação ou celular, ele tem um APPLE.

Mas, o que torna a Apple tão almejada? Por que seus clientes se fidelizam? Por que quem compra e “experimenta” os produtos Apple uma vez, não quer mais ter um celular? Isso só é possível, porque há todo o diferencial competitivo em torno da marca, especialmente devido às inovadoras estratégias corporativas de Steve Jobs.

A Apple não nasceu no sucesso que é hoje. Ela conquistou seu espaço, conquistou o cliente. Ela tem oferecido experiências únicas, benefícios mais atrativos, além de ofertar exclusividade ao longo do tempo para os seus clientes.

O que eu quero dizer, é que você não precisa ser uma Mercedes ou uma Apple. Mas, pode – e deve – ser diferente nesse mundo corporativo, no qual o mais comum de ser ver são as cópias e não os diferenciais.


Tenha sensibilidade para identificar jiboias engolindo elefantes

E não tenha medo por tentar ser único, nem de cobrar o preço justo pela sua dedicação, competência, expertise e visão. Tenha sempre em mente que existem clientes para todos os tipos de produtos e serviços. Seja para uma camiseta de R$ 10,00 ou para uma de R$ 500,00. Ambas serão vendidas para pessoas diferentes, Mas, serão vendidas. A diferença de uma marca para a outra é que aquela que cobra R$ 500,00, por uma camiseta, soube gerar diferencial competitiv o suficiente, para cobrar esse preço. Embora o valor possa ser muito maior, há clientes que a compra, seja pelo desejo de se ter um bom atendimento ou pela qualidade oferecida. Então, se você quer vender camiseta a R$ 500,00, crie diferenciais competitivos, os quais levarão o seu cliente a olhar e sentir necessidade de comprar o seu produto.

Você não vende simplesmente um pedaço de pano. Você vende sensações, emoções, experiências, todas elas únicas e que somente você é capaz de oferecer.

Venda a “experiência” de se usar a camiseta. Venda a sensação do que significa vesti-la. Venda a ideia do quanto seu cliente vai se sentir melhor após entrar na sua loja e usar a sua marca.

Quando o seu referencial é o Concorrente

Se o seu referencial no mercado é o seu concorrente, o que vai acontecer é que mesmo tendo um ótimo produto, você não vai conseguir gerar valor para ele. Isso porque, você vai nivelar seu valor agregado ao do seu concorrente. E será que ele tem definido o valor dele? Será que ele se importa com a experiência do seu cliente? Esse é o maior erro que as empresas fazem, buscam se nivelar por preço e não por diferenciais realmente competitivos. Em uma situação com essa, a empresa não considera todo o investimento feito, seja em tecnologia, em software, em pessoas, em treinamento, em capacitação, em melhorias.

O seu concorrente está sempre colocando o preço mais baixo e você consequentemente, irá acompanhá-lo, baixando o seu preço para continuar vendendo. Mas, até onde seu negócio dará conta de chegar? Será que o seu negócio será capaz de manter a qualidade? Será capaz de oferecer serviços de excelência? Ou seu negócio estará fadado a morrer na praia? Pense bem nisso! Onde você desejar chegar e o que deseja oferecer de melhor!

Por isso, que não se conquista um cliente somente pelo preço. Aliás, guerra de preços não é diferencial competitivo. E clientes que compram produtos só pelo preço, também não se fidelizam às marcas, elas sempre irão buscar por empresas que oferecerem o menor valor, sem se preocupar com a qualidade que será entregue. É esse tipo de cliente que você quer para seu negócio? É nesse jogo com a concorrência que você quer jogar?

Se você, no seu negócio, não souber mostrar qual é o seu grande diferencial, você simplesmente, vai sim, nivelar pelo preço e daqui a pouco a sua fábrica de Mercedes estará vendendo ferro velho.

E isso é uma tragédia. Porque você dimensionou a sua fábrica para produzir determinado produto, e que agora está vendendo com um preço muito abaixo do que deveria. Imagina a Mercedes-Benz produzindo carros populares, onde a sua fábrica toda, todo o processo de capacitação, todo o treinamento e maquinário, estão totalmente superdimensionados para produzir algo muito mais avançado tecnologicamente.

Então, quando isso acontece, você percebe que construiu um negócio muito poderoso, muito bem montado, mas não dá certo. E claro, o lucro começa a diminuir e você começa a ter muitos prejuízos. No final você percebe que você tem uma Mercedes sendo vendida como um Uno, e então você não consegue entender porque o mercado é tão injusto com você.

Quem dita regras para o seu negócio?

Na realidade o problema não é o mercado, é você. Você que não soube se posicionar, é você que não soube demonstrar para o seu cliente qual é o grande diferencial que você tem em relação ao seu concorrente. E o problema surgiu porque você não aprendeu a olhar para o seu negócio, você “esqueceu” de contar para todo mundo o que ele tem de diferente. E esse é um erro grave no mundo dos negócios.

E para evitar que você cometa esse erro, eu gostaria que você refletisse sobre as seguintes perguntas: como é a sua relação com seus concorrentes diretos? Como você se vê hoje diante deles? Seguindo os passos ou está à frente? Você que define o preço do que você vende ou você se baseia no preço que seus concorrentes colocam? Qual o diferencial competitivo do seu negócio hoje?

É muito importante responder a estas perguntas da forma mais sincera possível. Somente assim, você vai começar a entender o porquê do seu negócio não estar se desenvolvendo como você gostaria e vai poder traçar as estratégias de mudanças necessárias. E se você acha que está tudo bem com sua empresa, saiba que ainda pode melhorar muito mais trabalhando para desenvolver o diferencial competitivo dela.

Portanto, comece agora a olhar para você, para suas atitudes e para sua empresa. Olhe para seu negócio. Ele precisa ser bom o suficiente para que você não precise se importar com seus concorrentes nem basear seu preço de acordo com o quanto eles estão cobrando. Crie diferencial competitivo para que você tenha algo único. Assim você se colocará automaticamente na frente da sua concorrência.

Algumas perguntas que você pode fazer para ajudar a criar ou analisar qual é o seu diferencial competitivo são:

  • O que o meu produto ou serviço tem de melhor?
  • Como eu quero que meu cliente veja o meu produto?
  • O que ainda não está sendo feito pela concorrência em relação àquilo que vendo?
  • O que já está sendo feito pela concorrência que todos fazem igual?
  • O meu produto ou serviço segue as tendências do mercado atual ou é inovador?

Não copie a concorrência achando que você não vai ter clientes se fizer de outro modo. O sucesso no mundo dos negócios não vem através de CTRL+C CTRL+V. Ele só acontece para quem não tem medo de ousar, quem faz diferente, e claro, de forma única e muito melhor.

Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia


Como avaliar o desempenho Ambiental da sua Gestão conforme a ISO 14001


 

Para que a organização possa monitorar, medir, analisar e avaliar o , devemos ter um sistema realmente implantado, baseado nos objetivos e metas ambientais, processos operacionais, aspectos ambientais significativos, atendimento com avaliação de conformidade com os requisitos legais, dentre outros.

Os resultados, portanto, devem ser analisados e usados para determinar áreas de sucesso e para identificar atividades que requeiram ações corretivas e melhoramentos.

Para atender monitoramento, medição, análise e avaliação, devem ser implantados processos apropriados para assegurar a confiabilidade dos dados, tais como calibração de instrumentos e equipamentos de teste e amostragem de “soft” e “hardware”, assim como os próprios aspectos ambientais significativos, considerando as emissões atmosféricas, efluentes líquidos, ruído, consumo de recursos ambientais, dentre outros fatores. Estes devem ser medidos, periodicamente, comparando, em seguida, os resultados com os padrões legais e os objetivos e metas da organização.

Controlar os Requisitos ou Monitorar Requisitos ambientais?

Importante mencionar que existe a diferença entre monitorar e controlar seus requisitos, embora as duas estejam, interligadas. Leia abaixo a diferença e sua empregabilidade na prática:

Monitorar: refere-se a um processo de acompanhar a evolução dos dados.

Controlar: significa manter o processo dentro de limites preestabelecidos.

A identificação de indicadores apropriados de desempenho ambiental da organização deve ser um processo contínuo. Tais indicadores podem ser objetivos verificáveis e reprodutíveis, devendo ser importante para as atividades da organização, consistentes com sua política ambiental e contexto além de prático, barato e tecnologicamente viáveis.

É recomendado que para as características monitoradas sejam estabelecidas metas e que o não atendimento a estas resulte, sempre que necessário, na tomada ações corretivas.

Instrumentos usados para monitorar características de atividades, produtos ou serviços relacionados aos impactos ambientais significativos devem estar devidamente calibrados e mantidos, a fim de fornecerem informações corretas, úteis e confiáveis.

Monitoramento e medições devem abranger, pelo menos:

  • Efluentes líquidos.
  • Emissões atmosféricas.
  • Resíduos sólidos.
  • Consumo de recursos naturais

Avaliação do atendimento aos requisitos legais e outros requisitos

A seguir alguns tópicos relevantes quanto a avaliação de desempenho do SGA:

A Norma ISO 14001 determina que a organização decida, periodicamente, através da avaliação os atendimentos aos requisitos legais aplicáveis, identificados através do requisito 6.1.3 – Requisitos legais e outros requisitos, mantendo sempre a informação documentada do resultado da avaliação dos mesmos.

É importante frisar que a norma não exige que sejam avaliados 100% dos requisitos em uma única avaliação, podendo ser realizado em períodos determinados, normalmente uma vez ao ano, desde que haja planejamento num período de 3 anos,por exemplo, considerando a avaliação completa dos requisitos aplicáveis.   

Auditoria interna do sistema de gestão – ISO 14001

Esse item trata das auditorias internas, processo em que é possível avaliar se o SGA – Norma ISO 14001 – está em conformidade com os arranjos planejados para a gestão da qualidade (incluindo os requisitos da Norma), se foi adequadamente implementado e mantido, assim como os resultados planejados.

Quanto aos intervalos planejados para a realização da auditoria, fica a critério da organização. Porém, sugere-se realizar as auditorias a cada 06 meses, a fim de verificar e, também de comparar o andamento do SGA e, consequentemente identificar e apontar as devidas melhorias.

O programa de auditorias, inclusive seu cronograma, deve ser baseado na importância ambiental da atividade envolvida e nos resultados de auditorias anteriores.

As auditorias devem ser conduzidas por funcionários devidamente qualificados e que, preferencialmente, sejam independentes da função auditada, de modo a assegurar imparcialidade e objetividade de julgamento. Durante o processo, o auditor vai avaliar a documentação e registros buscando por evidências de:

• Atendimento aos requisitos da norma;

• Atendimento aos requisitos legais e outros requisitos;

• Identificação de não conformidades e de acompanhamento das respectivas ações corretivas ou preventivas;

• Comunicação interna sobre a eficácia do SGA;

• Treinamento e conscientização de colaboradores diretos e indiretos onde suas funções impactam sobre aspectos ambientais significativos,

• Relatórios de auditorias anteriores, entre outros.

Análise crítica pela direção

A Alta Direção deve analisar, criticamente, o SGA da organização em intervalos planejados para verificar sua adequação e como pode ser melhorado, incluindo a Política de Meio Ambiente, assim como os objetivos e metas, aspectos ambientais significativos, questões internas e externas, riscos e oportunidades, dentre outros.

É muito comum as organizações programarem um evento (reunião, workshop) envolvendo os membros da Alta Direção e o Representante da Direção. Nesse evento, são apresentados os resultados, discutidos e analisados, além das novas estratégias e planejamentos traçados. Entretanto, a norma não exige que exista um evento como esse.

A análise crítica pode acontecer ao longo do período estabelecido para que aconteça, podendo, inclusive, ser feita por meio de envio de e-mails com os resultados e respostas com as saídas que estão apresentadas no item 9.3

Conclui-se que ao avaliar o desempenho do sistema de gestão ambiental da organização, consequentemente a objetivo principal dessa norma será atingido, isso porque o trabalho será realizado com atitudes sustentáveis entre o meio ambiente, meio social e econômico, a Alta Direção e demais envolvidos, sempre, com o propósito de executar essa premissa, que é promover o desenvolvimento sustentável nas organizações.

Conheça o . Aprenda detalhadamente sobre os requisitos da nova norma de Gestão de Meio Ambiente. Todo o material foi montado por nossos auditores líderes da Verde Ghaia e com experiência prática e teórica a respeito do tema. 

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As normas ISO trazem mudanças significativas quanto à necessidade de maior envolvimento da Alta Direção e Liderança nos Sistemas. Foi pensando assim, que criamos o Future Legis! 

Um um banco de dados gratuito com foco em .


Facilite sua Gestão com o Outsourcing LIRA


 

Embora os serviços de outsourcing no Brasil ainda sejam novidade para muitas organizações, a contratação deles tem sido cada vez mais crescente. O modelo também é conhecido como “gestão de parceria” e tem trazido muitos benefícios para quem o contrata.

Definindo de um modo simplista, o conceito de outsourcing nada mais é do que delegar serviços a terceiros. No mercado, o outsourcing é um processo muito adotado por empresas que necessitam de um serviço que não é especialidade do seu negócio para desenvolver determinada área ou processo, principalmente no que diz respeito a questões jurídicas e cumprimento dos requisitos legais.

Mas não se engane: o Outsourcing Lira é muito mais do que a mera terceirização de serviços.

O Outsourcing é um excelente recurso, por exemplo, para auxiliar a equipe de gestão de Meio ambiente e Saúde e segurança ocupacional, prestando consultoria jurídica de ponta e conferindo mais qualidade aos processos.

Além disso, o outsourcing permite um controle dos planos de ações da empresa, mantendo-os atualizados de acordo com o planejamento proposto e ainda minimizando os riscos derivados do não atendimento às obrigações legais.

O outsourcing pode complementar uma gestão empresarial de diversas formas, seja através da identificação das áreas de abrangência das obrigações ou na indicação de documentos e evidências de atendimento em todas as obrigações aplicáveis ao negócio. Ele ainda é de grande ajuda para manter uma organização atualizada sobre as novas publicações legislativas, proporcionando um melhor controle dos processos e diminuindo os riscos e sanções legais devido à não conformidade.

O melhor momento para a contratação do outsourcing vai depender de cada organização. A contratação pode ocorrer no início do monitoramento da legislação aplicável ou quando o trabalho de monitoramento já estiver em andamento.

Se a escolha se der no momento inicial, é importante planejar todo o período de trabalho, o que pode ser feito através de um cronograma firmado entre as partes. Isto garante segurança para os dois lados. Mas, caso a escolha se der, quando o monitoramento já estiver vigente, o foco será na revisão detalhada das evidências.

Vantagens do Outsourcing LIRA

O outsourcing confere uma série de vantagens à empresa que o contrata. Conheça algumas das vantagens que a Verde Ghaia oferece à sua gestão:

Implementação de melhorias significativas: o outsourcing aumenta a eficiência do canal de comunicação entre todas as unidades de uma empresa. É notório que um olhar externo avaliando os processos da empresa pode oferecer uma visão muito mais ampla do negócio, pois não estará influenciado pelo ambiente.

Aumento da produtividade: o outsourcing deixa a equipe mais disponível para se dedicar aos processos operacionais, já que todo o foco nas obrigações legais ficará por conta de um time especializado.

Aumento da competitividade: o outsourcing é capaz de tornar uma empresa mais competitiva. Isso porque a contratação de profissionais dedicados e com alto desempenho traz maior segurança técnica e jurídica para as organizações. Além disso, a empresa terá acesso a indicadores de performance mais precisos, podendo estabelecer regras e metas para melhorar sua gestão.

Redução de Riscos: o outsourcing preserva o empresariado de riscos de processos trabalhistas, acidentes de trabalho e passivos previdenciários, pois toda a responsabilidade dos profissionais envolvidos nas atividades será assumida pela empresa contratada. Com isso, há uma redução visível nos riscos do negócio.

Redução de custos: normalmente, o outsourcing traz uma redução visível dos custos para a empresa contratante, pois evita a manutenção custosa de funcionários especializados fixos e ainda gera economia devido ao melhor aproveitamento de todos os recursos.

Foco no cliente: com o outsourcing, é possível prever todas as atividades e assim acordar sobre as cláusulas contratuais que irão reger a relação entre as empresas numa transação. Desta forma, tem-se um ganho na produtividade e também no desempenho da organização.

Uso de tecnologia para automação dos processos: as empresas especializadas em outsourcing possuem o know-how do serviço a ser prestado e dominam todas as ferramentas tecnológicas para contribuir com a organização contratante, agilizando processos e aumentando a produtividade. Processos automatizados trazem mais segurança e credibilidade na tomada das decisões.

O outsourcing é uma excelente maneira de conhecer as fraquezas e as forças de sua empresa, tornando os processos ainda mais produtivos, otimizando todas as atividades e conduzindo ao sucesso duradouro.

Fale conosco e entenda como a Metodologia Outsourcing LIRA pode ajudar você a melhorar sua Gestão!


Auditoria Interna em SGA – ISO 14001:2015


 

Auditoria Interna. A Verde Ghaia oferece o serviço de Auditoria Interna para avaliar, de forma imparcial e isenta, como está o desempenho do Sistema de Gestão Ambiental de sua empresa e como anda o atendimento aos requisitos da norma.

O serviço é voltado para empresas que buscam a certificação, manutenção da certificação ou que desejam avaliar seu desempenho.

Avaliando a Auditoria Interna

Durante a Auditoria Interna, a Verde Ghaia avalia o desempenho do seu Sistema de Gestão Ambiental, verifica o quanto está adequado, ou não, aos requisitos normativos e aponta as necessidades de melhoria para a empresa. Nossos auditores são habilitados para conduzir trabalhos de Auditoria Interna com base nas normas internacionais:

  • NBR 16001,
  • ISO 50001.

Fale conosco!


ANM proíbe a construção ou alteamento de barragens de mineração


 

Considerando o histórico recente de rompimentos de barragens de mineração, notadamente da Barragem B1 da Mina Retiro do Sapecado, em 10-09-2014, localizada no Município de Itabirito; da Barragem de Fundão da Mina Germano, em 05-11-2015, localizada no município de Mariana; e da Barragem B1, da mina Córrego do Feijão, em 25-01-2019, no município de Brumadinho, todas no Estado de Minas Gerais, a Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Mineração – ANM aprovou a Resolução ANM nº 04, de 15-02-2019.

A Resolução ANM nº 04/2019 estabelece medidas regulatórias cautelares objetivando assegurar a estabilidade de barragens de mineração, notadamente aquelas construídas ou alteadas pelo método denominado “a montante”, ou por método declarado como desconhecido, sendo proibida a utilização do método de construção ou alteamento de barragens de mineração denominado “a montante” em todo o território nacional.

Entende-se por método “a montante”, a metodologia construtiva de barragens onde os diques de contenção se apoiam sobre o próprio rejeito ou sedimento previamente lançado e depositado.

Os empreendedores responsáveis por barragens de mineração inseridas na PNSB, independentemente do método construtivo adotado estão proibidos de manter ou construir, na Zona de Autossalvamento – ZAS, qualquer instalação, obra ou serviço, permanente ou temporário, que inclua presença humana, tais como aqueles destinados a finalidades de vivência, de alimentação, de saúde ou de recreação. Também fica proibido o barramento para armazenamento de efluente líquido imediatamente a jusante de barragem de mineração, onde aquele tenha potencial de interferir na segurança da barragem ou possa submergir os drenos de fundo ou outro sistema de extravasão ou de segurança da barragem de mineração à montante desta.

Ressalta-se que as instalações, obras, serviços e barragens inseridas na PNSB devem ser definitivamente desativados e descomissionados ou descaracterizados, conforme o seguinte cronograma:

  • até 15 de agosto de 2019, para as instalações, obras e serviços; e,
  • até 15 de agosto de 2020, para os barramentos.

A Resolução ANM nº 04, determina ainda que, com vistas a reduzir ou eliminar o risco de rompimento, em especial por liquefação, das barragens construídas ou alteadas pelo método a montante ou por método declarado como desconhecido, o empreendedor deverá, nos prazos fixados abaixo:

  • até 15 de agosto de 2019, concluir a elaboração de projeto técnico de descomissionamento ou descaracterização da estrutura, que deverá contemplar, no mínimo, obras de reforço da barragem à jusante ou a construção de nova estrutura de contenção à jusante, com vistas a reduzir ou eliminar o risco de liquefação e o dano potencial associado, obedecendo a todos os critérios de segurança;
  • até 15 de fevereiro de 2020, concluir as obras de reforço da barragem à jusante ou a construção de nova estrutura de contenção à jusante, conforme estiver previsto no projeto técnico; e,
  • até 15 de agosto de 2021, concluir o descomissionamento ou a descaracterização da barragem.

As barragens de mineração construídas ou alteadas pelo método a montante ou por método declarado como desconhecido que estejam em operação na data de entrada em vigor desta Resolução poderão permanecer ativas até 15 de agosto de 2021, desde que o projeto técnico garanta expressamente a segurança das operações e a estabilidade da estrutura, inclusive enquanto as obras e ações nele previstas sejam executadas.

Por fim, a Diretoria Colegiada da ANM reavaliará as medidas regulatórias cautelares objeto desta Resolução até 1º de maio de 2019, e, se for o caso, fará as adequações cabíveis considerando, dentre outras informações e dados, as contribuições e sugestões apresentadas na consulta pública, conforme consta do Anexo desta Resolução.

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do texto desta Resolução por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI ou através do site Future Legis.

Caroline Dias

Departamento Jurídico.


14 Lições sobre inovação para performance da sua Gestão


 

Na sua empresa, você já sonhou em ter um time dos sonhos? Quem você escolheria para formar esse time?

Felipe Ost Scherer escolheu Steve Jobs – fundador da Apple; Jeff Bezos – fundador da Amazon; Sergey Brin & Larry Page – fundadores do Google; e Mark Zuckerberg – fundador do Facebook. A escolha se deu porque todos compartilham competências extraordinárias na arte de inovar.

Para mim, a seleção também seria muito parecida, apenas talvez inserindo alguns outros nomes que também são referência para minha vida – e isso será assunto para um próximo texto.

Scherer é consultor, palestrante, professor e autor de livros relacionados ao tema de gestão da inovação, tais como Gestão da Inovação na Prática e Práticas dos Inovadores. Onde ele explica sua escolha dos nomes acima é no livro “O time dos sonhos da inovação: lições dos maiores inovadores da atualidade”.

Para a seleção, Scherer estudou durante muitos anos o comportamento de cada um deles, assistindo a entrevistas, lendo documentários, notícias, artigos, biografias e tudo mais relacionado ao modo como trabalham e tomam as decisões. Dessa forma, listou algumas lições aprendidas desse time dos sonhos através de suas histórias inspiradoras e de suas incríveis habilidades como empreendedores, estrategistas, líderes e gestores.

Como eu sempre tive curiosidade em saber o que se passava em detalhes na mente de Jobs, Bezos, Brin, Page e Zuckerberg, e entender como eles conseguiram construir empresas referências em inovação e de sucesso mundial, fui conhecer o trabalho de Scherer. A partir da leitura, como sempre acontece, fiz muitas reflexões, e gostaria agora de compartilhar com vocês um pouco delas, juntamente com algumas das conclusões que Scherer chega e também acrescentar um pouco da minha experiência e visão quando se fala de inovação.

Não vou me ater à história desses inovadores. O importante aqui é conhecer as lições que podemos aprender sobre empreendedorismo, estratégia, liderança, inovação e gestão como um todo a partir de cada um desses grandes nomes e empresas que fundaram. Lições estas que também podem nos servir de inspirações para qualquer coisa que façamos em nossas vidas. Vamos lá!

Lição n° 1: o sonho na frente do dinheiro

Não tenha um negócio visando somente o dinheiro. Tenha um negócio porque isso é o seu sonho. Pergunte-se: “estou no local certo?”, “gosto do que faço?” ou “considero meu trabalho gratificante?” A sinceridade nas respostas pode transformar a sua vida.

Lição n° 2: criar um modelo de negócio único

Facebook e Google são empresas de serviços focadas em oferecer serviços gratuitos de captura de dados para o maior número de pessoas possível. O usuário não paga pelo serviço, mas essas empresas faturam com as informações pessoais e profissionais de seus usuários, vendendo esses dados para empresas e empreendedores que anunciam em seus sites para obter leads/novos clientes.

A Amazon é uma empresa de plataforma de varejo focada em fazer com que você compre mais coisas com o tempo. A escala em termos de volume de compras é necessária para que o ciclo de fluxo de caixa / reinvestimento continue. Quanto mais produtos, mais experiência para o consumidor, maior será o tráfego, mais vendedores, mais crescimento, menos custo, mais preços baixos e assim por diante. Esta é a estratégia de negócios escrita por Bezos em um guardanapo – daí o nome Napkin Diagram.

O modelo de negócios da Apple pode ser descrito como do tipo Isca e Anzol invertido, e também do tipo Freemium Invertido ou Hardware enquanto plataforma. Um dos elementos essenciais é a capacidade de “ser dona de seus consumidores”. A empresa cria estratégias para levar os consumidores ao seu ecossistema e depois mantê-los lá. Além disso, a Apple se concentra em fornecer a melhor experiência para seus usuários projetando sistemas operacionais, hardware, software de aplicativos e serviços próprios. Em seguida, integra-os perfeitamente para criar produtos fáceis de usar.

A Apple não depende de seus parceiros para quaisquer avanços técnicos. Ela inova no seu próprio ritmo.

O modelo adotado pela Google e pela Apple podem ser chamados também de modelo ecossistema, que consiste em vender uma série de produtos e serviços que são interligados e interdependentes. Isso acaba criando uma dependência no usuário, que se vê “obrigado” a utilizar esses produtos por conta das interligações que possuem um com o outro.

Lição n° 3: não ter medo de correr riscos

A frase dita por Mark Zuckerberg ilustra bem esta lição: “o maior risco é não se arriscar. Em um mundo que muda muito rápido, a única estratégia em que a falha é garantida é não arriscar”. E ele sempre colocou isso em prática, pois desde cedo precisou tomar decisões fora da sua zona de conforto, como expandir a sua rede social para pessoas fora das universidades, trocar a direção da empresa, abrir a plataforma para o desenvolvimento de novos softwares, apostar na compra de outras empresas (Instagram e Whatsapp) e mudar a estrutura do negócio, mesmo lidando com críticas e até pressões judiciais.

Se ele tivesse medo de errar e não tivesse arriscado, ele não teria o sucesso que tem hoje. Portanto, o risco é inerente à inovação. Por isso é muito importante dar o primeiro passo, mesmo diante do medo e das adversidades. Às vezes é importante colocar no mercado e testar, o famoso “erre rápido”, fazendo com que incertezas possam se tornar grandes sucessos. Afinal, seguir sempre o caminho tradicional pode fazer você perder oportunidades de sair do lugar-comum e explorar ideias realmente promissoras.

Verde Ghaia comemora 20 anos!

Lição n° 4: a cabeça nas nuvens e os pés no chão

Sonhe alto, mas sempre esteja com os pés no chão, atentos para a realidade à sua volta. E para os consumidores.

E acrescento aqui: antecipe-se ao futuro. Saiba olhar anos à frente. Veja por exemplo a Apple, que olhava sempre 10 anos para frente, ou a Amazon, em que Bezos criou seu e-commerce antes que as pessoas pudessem sonhar que comprariam tanto pela internet.

Lição n° 5: a inovação não precisa ser somente nos produtos

É importante pensar de modo sistêmico e vislumbrar .

Lição n° 6: Conectar os pontos

Ter a habilidade de combinar experiências, visões de campos diferenciados são aspectos que colaboraram muito para estimular a criatividade e, consequentemente, a capacidade de inovar.

Acho importante falar também sobre aprender com os outros. Se hoje nós nos inspiramos em Jobs, saiba que ele também tinha em quem se inspirar: Henri Ford, Thomas Edson e Edwin Land. Com Ford, ele aprendeu sobre como entregar inovações para as massas; com Edson sobre o papel da inovação para o desenvolvimento de uma companhia e com Land sobre como a inovação pode ser a causa da morte da empresa.

Lição n° 7: formar equipes de alto nível

Você não pode fazer tudo sozinho. Portanto, tenha muito cuidado e critério no processo de recrutamento, para contratar perfis profissionais de alto nível técnico, mas, principalmente, coerentes com os valores e a cultura organizacional.

Bezos acredita que saber escolher as pessoas certas para formar a sua equipe é de extrema importância. Para ele, primeiro se deve identificar qual o perfil e desejo futuro da companhia para que, então, se possa compreender quem são as pessoas mais preparadas para seguir nessa empreitada.

O fundador da Amazon também tem um modo peculiar para estabelecer o tamanho ideal de uma equipe: ela deve ser capaz de ser alimentado por duas pizzas. Então, com times pequenos, de 5 a 7 pessoas, a empresa consegue mais sinergia entre os envolvidos no projeto e mais foco de cada uma das equipes.

Lição n° 8: facilitar a colaboração e o trabalho em equipe

Dar a equipe o direcionamento correto, envolver-se, apoiar e participar dos projetos de forma que todos entendam a visão do líder e saibam onde se quer chegar. E claro, saber motivar todos a inovarem e criar as condições para isso, como Google, Apple e Facebook fazem.

Por exemplo, para Zuckerberg, a melhor maneira de reter colaboradores e torná-los mais produtivos é criar um ambiente confortável e flexível para que eles trabalhem, aprendam coisas novas, tenham liberdade para expor e colocar suas ideias em prática, e sintam que estão crescendo também como pessoas.

Lição n° 9: fomentar uma cultura incomparável

A cultura é a essência de uma organização, o seu “jeito” de fazer as coisas, que não pode ser copiado pelo concorrente. Por isso, a importância de ter em seu DNA a busca constante por satisfazer os seus clientes e por inovar.

O cliente é seu bem mais valioso. Se você quer ser inovador, trate-o diferente. Pense que ele é a pessoa que te ajuda a realizar os seus sonhos, e para isso você deve valorizá-lo, deve colocá-lo em primeiro lugar. Faça-o ter uma boa experiência e receber um produto de qualidade.

Lição n° 10: colocar as pessoas certas para fazer as coisas certas

Novamente a importância de se fazer uma boa seleção desde o início. Colocar cada pessoa no lugar que ela possa desenvolver ao máximo seu potencial. A organização não deve buscar uma pessoa que apenas “possa” fazer bem uma atividade, mas, sim, aquela que possa fazê-la melhor, de forma excepcional.

Lição n° 11: mantenha o motor da inovação permanentemente ligado

A inovação deve ser uma busca constante para o negócio. Isso quer dizer que a inovação deve estar presente em sua organização em qualquer momento, seja ele bom ou ruim.

Isso não significa somente ser criativo, mas ter gosto por fazer diferente e encarar o lado bom e o lado ruim desse processo. Este senso de experimentação inclui foco no cliente, alta competitividade, visão de futuro e paixão pelo que se faz.

E siga o lema do Google, em ter a inovação como mantra. Para eles, uma empresa só consegue ser realmente inovadora quando deseja melhorar 10 vezes em determinado indicador, e não 10%. Isso mesmo, para inovar de verdade, é preciso melhorar 900%, ou 10 vezes mais, o que só vai acontecer se constantemente o seu foco for inovação.

Lição n° 12: senso de urgência e execução

Manter a prática de trabalho de movimentação rápida, com alta produtividade, e que possa “quebrar” paradigmas, é uma das chaves do sucesso para uma organização inovadora.

Além disso, comece já os projetos que deseja ver pronto, não fique procrastinando, pois somente assim você evita qualquer tipo de arrependimento por não ter tentado. 

Lição n° 13: atenção aos detalhes

Isso envolve tudo, desde seu negócio até o dia a dia. Enxergue o mundo com os olhos dos consumidores. Preste atenção e escute verdadeiramente o seu cliente, porque é muito importante observar a realidade e as necessidades de outras pessoas e não apenas a sua.

Lição n° 14: comunicar a inovação

Enfatizar as novidades dos produtos, usar as fragilidades dos concorrentes para apresentar os diferenciais e fazer com que isso chegue aos ouvidos dos clientes o mais rápido possível.

Uma habilidade importante aqui é saber usar a linguagem para transformar grandes ideias em frases de efeito que motivam as pessoas, assim como faz Larry Page. Quando foi falar de um novo serviço do Google, ele afirmou: “Um bilhão de pessoas devem querer usar isso a cada dia. Somente assim saberemos que se trata de uma grande ideia”. Essa frase deu resultado sobre as equipes, estava alinhada à meta da empresa e também chamou a atenção dos clientes.

Sem dúvida, estas 14 lições demonstram que as histórias de Jobs, Bezos, Brin, Page e Zuckerberg são inspiradoras para novos empreendedores, executivos ou qualquer pessoa que tem o conhecimento que a inovação não acontece não acaso. Ela é resultado de uma abordagem estruturada que demanda visão e comportamentos específicos.

E o mesmo eu demonstro no último livro eu escrevi, “Sobre bicicletas e Sucesso”. Nele, além de contar como o sonho de ter uma bicicleta me levou ao sucesso, eu conto várias histórias que aconteceram comigo ou com pessoas muito próximas a mim que tem a ver com as lições que esse time dos sonhos nos oferece como inspiração.

Não sou um Jobs nem um Bezos, muito menos Zuckerberg, Page ou Brin, mas minhas experiências de vida também me trouxeram muitas lições sobre o que é inovação e como trazê-la para o nosso dia a dia. Aliás, se não fosse pela capacidade de inovar, hoje eu não estaria aqui escrevendo esse artigo para vocês.

Leia você também esse livro e tire suas conclusões. E me conte depois o que achou!  

Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia


O que é Auditoria em Sistema de Gestão? Por que realizá-la?


 

A Auditoria em Sistema de Gestão é um dos serviços disponibilizado pela Verde Ghaia que possibilita à organização averiguar se as suas atividades estão em consonância com as normas ISO.

Conquistar um sistema de gestão que corresponda às expectativas internas e dos stakeholders pode ser o primeiro passo para o sucesso do negócio. Através de um SG exemplar, o seu negócio só tem a ganhar, como, por exemplo, a certificação ISO.

É a certificação ISO que comprova se os seus processos estão padronizados, atendendo às expectativas de todos os envolvidos, independentemente do seu ramo de atividade, comprovando que os seus serviços e/ou produtos buscam pela melhoria contínua dos processos.

Mas, como saber se o sistema de Gestão está indo na direção correta? Como saber se a sua gestão está atendendo aos requisitos das normas ISO?

O monitoramento e o gerenciamento do atendimento aos requisitos obrigatórios da norma são fundamentais para o sucesso do seu SG. Sendo o próximo passo, a auditoria. Esta por sua vez, irá avaliar cada processo da organização, podendo implementar ações eficazes e em conformidade aos objetivos, evidenciar procedimentos inadequados e/ou incorretos dos processos.

Esse levantamento de evidências, quando realizada com objetividade. permite uma melhor avaliação dos procedimentos, em relação a diversos fatores, tais como:

  • Política da Empresa;
  • Planejamento adequado dos recursos necessários;
  • Priorização de aspectos/impactos e perigos/riscos significativos;
  • Eficácia dos controles operacionais existentes;
  • Desenvolvimento de objetivos e metas;
  • Gestão de registro e tratamento de não conformidades;
  • Condução de análise crítica e implementação eficaz de ações.

Por que devo auditar os Requisitos?

Primeiramente, por ser um procedimento que visa avaliar os processos internos, apontando as deficiências encontradas, bem como, os requisitos não atendidos.

Seu Sistema de Gestão precisa ser auditado não apenas para obter ou manter certificação em qualquer uma das normas. Mas, porque as Normas NBR ISO 9001:2015, NBR ISO 14001:2015, ISO 45001:2018, e NBR ISO 22000:2019, sofreram mudanças em sua estrutura de requisitos. Portanto, mesmo que a sua empresa seja certificada, ela corre o risco de perder a certificação, caso não mantenha seu Sistema de Gestão em dia.

Ressalta-se a importância de se contratar auditores, qualificados e com experiência, uma vez que a responsabilidade destes é de identificar, analisar se os requisitos estão sendo atendidos e aplicados às atividades da organização, se há tratamento para as não conformidades e se são apresentadas oportunidades de melhoria.

Por que é importante examinar e validar sua gestão?

A Auditoria Interna ou Auditoria de Sistema de Gestão é importante, principalmente, para empresas que querem medir seu desempenho em relação ao atendimento aos requisitos das normas monitoradas.

Para conseguir ou manter a certificação internacional é necessário verificar se existe algo para modificar ou melhorar.

A Auditoria Interna mensura se os resultados estão de acordo com as ações e procedimentos planejados, se a implementação destes foi realizada de forma eficaz e se estão adequados aos objetivos definidos nas estratégias de atuação das organizações.

Como é feita a Auditoria em Sistema de Gestão?

A auditoria de Sistemas de Gestão é realizada por consultores da Verde Ghaia, altamente capacitados e com experiência nas mais diversas atividades e ramos industriais. Todos os nossos auditores e consultores são treinados para oferecer o que há de melhor no mercado de auditorias.

Os nossos consultores e auditores visitam as instalações da empresa e conferem o nível de conformidade da mesma com as normas relacionadas. Após a visita técnica, nossos consultores geram um relatório informando à empresa possíveis pontos de melhoria ou de inconformidades, além de evidenciar a realização da auditoria, requisito necessário para qualquer certificação.

Recomendamos a leitura do post sobre auditoria , no qual são apontadas informações importantes que abordam a sua relevância no sistema de gestão, quando se deseja alcançar resultados reais dentro de cada um dos procedimentos da organização.

Com que frequência deve contratar um Auditor?

As atuais normas dizem que existe a necessidade de auditoria internas periódicas, embora muitas organizações realizem esse tipo de serviço, anualmente.

A Verde Ghaia no entanto, acredita que para melhor otimização e aplicação de recursos e do gerenciamento de processos, através de uma visão imparcial e global das prioridades do sistema de gestão, a organização deva realizar com mais frequência os serviços, visando o melhor desempenho do SG.

Contrate o serviço de Auditoria em Sistema de Gestão da Verde Ghaia e se mantenha seguro e dentro das normas.

Fale conosco!

Leias mais sobre Auditoria no nosso Blog.

https://www.verdeghaia.com.br/blog/auditoria-do-sistema-de-gestao/

AUDITORIA INTERNA ISO 45001 / OHSAS 18001


 

O serviço de Auditoria Interna OHSAS 18001 permite a análise isenta da performance do Sistema de Gestão da Saúde e Segurança no Trabalho da sua empresa. Além de avaliar o atendimento aos requisitos normativos e as possibilidades de melhoria para o sistema.

A Auditoria Interna OHSAS 18001 pode ser realizada por empresas que buscam a certificação, a manutenção da certificação ou desejam, apenas, verificar o desempenho do sistema.

No processo de Auditoria Interna OHSAS 18001, os auditores verificam se a empresa está atendendo, ou não, aos requisitos da norma. Também conferem como está o desempenho do Sistema de Gestão da Saúde e Segurança no Trabalho e identificam oportunidades de melhoria para a empresa.

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A Verde Ghaia tem a solução para a sua empresa realizar a avaliação do desempenho do Sistema de Gestão da Saúde e Segurança no Trabalho, com eficácia e imparcialidade.


Quão sustentável será o seu negócio até 2050?


 

95% das terras estarão degradadas e 5 bilhões de pessoas serão afetadas pela falta de água até 2050. Quão sustentável será o seu negócio?

Que tipo de negócio se sustenta sem a utilização de recursos naturais? Desde atividades administrativas até as mineradoras, todos utilizamos estes recursos no nosso cotidiano em nossas casas e no trabalho. Quando alguém fala a palavra “sustentável”, logo se pensa que tem a ver somente com a natureza e que isso não irá nos atingir, que podemos deixar para depois. Porém, os acontecimentos atuais têm demonstrado que, além dos impactos nas vidas das pessoas, os impactos na natureza afetam diretamente nas atividades econômicas, podendo alterar drasticamente o rumo de um negócio.

E de onde surgem tantos problemas ambientais?

Certamente, muitos deles têm a ver com a falta de cuidado com o , principalmente no que diz respeito à postura das organizações em lidar com seus produtos químicos perigosos, seus descartes, seus resíduos, seus rejeitos. Até um escritório comum tem a sua responsabilidade nessa cadeia, uma vez que há interferência em todo o ecossistema.

Os danos podem deixar sequelas irreparáveis à saúde humana e ao meio ambiente. Os dois exemplos citados abaixo demonstram que, quando uma gestão é realizada precariamente ou existem falhas não identificadas pelos gestores, as consequências podem ser fatais.

1.O acidente radiológico em Goiânia com o césio 137, no ano 1987, por exemplo, foi um caso clássico de destinação inadequada de resíduo tóxico. Catadores de um ferro-velho encontraram uma cápsula contendo césio e a desmontaram, pensando se tratar de sucata comum. Devido ao alto teor de contaminação deste resíduo, duas pessoas faleceram e milhares foram contaminadas.

2. O rompimento da barragem de um dos polos da empresa Vale, na Mina do Feijão, em Brumadinho-MG, se deve principalmente a uma gestão totalmente inadequada no depósito de rejeitos de minério de ferro. Segundo relatos da ONU, “50 milhões de toneladas de rejeitos de minério de ferro lançados com as rupturas das barragens, continham altos níveis de metais pesados tóxicos e outros produtos químicos tóxicos”. Após um mês da tragédia, o número de vítimas fatais chega a 179 e os trabalhos de buscas ainda tentam localizar 134 pessoas.

Apesar de não haver números consumados, sabemos também que muitos animais, rios e outros corpos hídricos estão sendo contaminados pela lama tóxica. A prefeitura de Brumadinho multou a Vale em R$ 100 milhões, e o Ibama em outros R$ 250 milhões depois da tragédia. Quanto às vítimas, o ministério público propôs indenização de 2,6 milhões por pessoa, o que ainda está em negociação com a Vale. Quanto aos moradores, um contrato foi assinado exigindo que a mineradora deverá pagar ao longo de 12 meses um salário mínimo (R$ 998) mensal para cada morador de Brumadinho, meio salário mínimo para cada adolescente (R$ 499) e um quarto de salário (R$ 249,50) para cada criança.

Um estudo para Pesquisas e Políticas Públicas do Reino Unido (IPPR) constatou que o planeta está entrando num colapso ambiental devido ao excesso de interferência humana. A consequência disso pode ser uma desestabilização da sociedade e da economia global. De acordo com os autores da pesquisa, houve um aumento considerável:

  • Aumentou 15 vezes o número de inundações
  • Aumentou em 07 vezes o número de Incêndios florestais
  • solo está sofrendo perdas entre 10% e 40% mais rapidamente do que o tempo que levam para realizar sua regeneração natural.
  • 30% das terras em todo o mundo se tornaram improdutivas devido à erosão.

E estima-se que 95% das terras estarão degradadas e 5 bilhões de pessoas serão afetadas pela falta de água até 2050 caso continuemos nesse ritmo de descuido com as questões ambientais. Dentre os potenciais acidentes que merecem nossa especial atenção, estão aqueles relacionados aos produtos químicos perigosos, que podem ocorrer ao longo de todo o processo de uma cadeia produtiva, ou seja, que vai desde a extração, passando por produção, armazenamento, transferência, transporte, utilização, chegando até a destinação final.

A VIGIAPP (Vigilância em Saúde Ambiental associada aos Acidentes com Produtos Químicos Perigosos) é uma das instituições que visa desenvolver ações para identificar, caracterizar e mapear riscos, ameaças, vulnerabilidades e recursos para uma atuação eficiente em casos de acidentes, bem como, realizar a vigilância epidemiológica dos efeitos à saúde humana decorrentes da exposição à produtos químicos perigosos.

De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP), produtos químicos são conceituados como “produtos líquidos comercializados que possuem determinada função” ou “uma preparação química qualquer”. Porém, a classificação de produtos químicos pode ser muito mais complexa.

Para entender mais sobre Produtos Químicos Perigosos e melhorar sua gestão, convidamos você para ler algumas matérias sobre o tema “Produtos Químicos Perigosos“.

Por uma Gestão mais responsável e, consequentemente, um negócio mais sustentável

No Brasil, a evolução na produção e no consumo de produtos químicos tem tido como efeito colateral um aumento na ocorrência de acidentes, o que implica em incremento no risco de exposição humana e de contaminação ambiental, não só pelo perigo intrínseco da atividade, mas também como resultado de ordenamento territorial inadequado.

A periculosidade intrínseca de determinados produtos, associada à probabilidade destes serem liberados na natureza acidentalmente — seja por falha na operação, por deficiência nos requisitos de segurança, por carência de treinamentos ou negligência nas auditorias — só agrava a situação. Acidentes com produtos considerados perigosos podem afetar diretamente os trabalhadores responsáveis pelo manuseio (o que por sua vez resulta em doença ocupacional ou até mesmo acidente de trabalho, podendo ser fatal) e também a população e ambiente nas adjacências. Dependendo das características do acidente, os efeitos podem ser de longo prazo e até mesmo irreversíveis.

Muitas tragédias poderiam ter sido evitadas através do gerenciamento adequado nos processos de manuseio de produtos contaminantes, tanto para o homem quanto para o solo. Ao analisar a causa raiz destas tragédias, geralmente se trata de não cumprimento e monitoramento inadequado de leis já existentes em conjunto com a falta ou negligência de fiscalização, tanto pela empresa, quanto pelos órgãos competentes.

Mais do que nunca, o clichê “Prevenir é remediar” tem se mostrado como algo que deve ser extremamente levado a sério e não apenas como frase de efeito. Estudos revelam que acidentes catastróficos exigem gastos, pelo menos, sete vezes maior do que os investimentos em prevenção. Sem mencionar os danos ao meio ambiente e às pessoas atingidas, bem como seus amigos e familiares, que sofrem uma perda irreparável.

Ao tratar de prevenção com relação à saúde e segurança e ao meio ambiente, temos dezenas de milhares de legislações aplicáveis aos diversos ramos de atividades. Relacionados especificamente à produtos químicos, temos mais de 150. Dentre as mais utilizadas por todas as empresas, podemos ressaltar a NBR 14725.

Esta Norma Brasileira estabelece exigências quanto à rotulagem de produtos químicos e na ficha de segurança do produto químico, também conhecida como FISPQ. É obrigatório que todas as empresas fabricantes de produtos químicos elaborem a FISPQ que deverá ser utilizada pelos consumidores, para prevenir e minimizar os danos em casos de acidentes. O consumidor, ao utilizar este produto em outra embalagem, deve identifica-la pelo mesmo motivo. São atitudes que parecem muito simples mas que, no caso do acidente radiológico em Goiânia, poderia ter evitado os danos à milhares de pessoas. A correta identificação da cápsula contendo césio como produto químico perigoso, que causa grave danos à saúde, provavelmente teria intrigado os catadores do ferro velho a descobrir melhor do que se trata, antes de desmontar a cápsula.

É importante que exista uma normatização para elaborar diretrizes que contemplem a gestão dos fatores de riscos associados a ameaças por produtos químicos perigosos.

As esferas estadual e federal do SUS (Sistema Único de Saúde) também definiram duas ações direcionadas ao fortalecimento da prevenção, preparação e resposta no que diz respeito aos riscos associados a acidentes com produtos químicos perigosos (e que podem resultar em desastre).

A primeira delas é a instituição do Comitê Estadual de Saúde em Desastres ou a inclusão do tema Saúde em Desastres, caso a empresa já possua um comitê específico para lidar com o assunto. A segunda é a elaboração obrigatória de um Plano de Contingência para Desastres. Vale a pena conhecer os critérios e medidas de cada uma.

Medidas para prevenção

Além disso, sugere-se que a empresa realize algumas medidas para prevenir e lidar com acidentes referentes a produtos químicos perigosos:

– Elaborar um sistema de preparação e alerta para a população para o caso de acidentes com produtos químicos perigosos. Lembrando que sistemas de alerta — como sirenes, por exemplo — devem ser inspecionados regularmente.

– Proporcionar a realização de cursos e treinamentos voltados à vigilância dos fatores de risco e à prevenção de acidentes. É importante também capacitar os recursos humanos quanto ao manuseio correto dos produtos químicos e quanto à conduta em casos de emergência.

– Constituir um Comitê de Saúde em Desastres e definir a responsabilidades de cada envolvido em todas as fases da gestão do risco.

– Definir indicadores para avaliar as ações de intervenção nos fatores de risco e de enfrentamento.

– Propor e acompanhar a elaboração do Plano de Preparação e Resposta do SUS frente aos acidentes com produtos químicos perigosos.

– Adotar um sistema eficiente de Gestão de Risco.

– Certificação nas normas ISO referentes a segurança do trabalho, Meio ambiente e saúde ocupacional,  uma vez que ambas as normas exigem o atendimento aos requisitos legais e o cumprimento destes é verificado periodicamente através de auditorias internas e externas.

Podem existir incertezas quanto ao futuro, quanto ao mercado econômico, quanto à estabilidade financeira do seu negócio. Porém, nada disso se compara com a importância de cercar o seu negócio das certezas negativas, de evitar que tudo que você e sua equipe conquistaram seja destruído por um acidente que poderia ser prevenido.


Leia também sobre Produtos Químicos

 O resultado deste estudo saiu no dia 13/02/201. Acessado em 13.02.2019. http://g1.globo.com/globo-news/videos/v/numero-de-inundacoes-aumentou-em-15-vezes-no-mundo-diz-pesquisa-britanica/7375958/


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