março 2019 | Grupo Verde Ghaia
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Lançada a nova versão em português da ISO 22000!


 
imagem de vários garfos com frutas espetadas - ISO 22000 - segurança de alimentos e segurança alimentar

Foi lançada, dia 27/03/2019, pela ABNT a tão esperada versão em português da ISO 22000:2018.

A nova versão ABNT NBR ISO 22000:2019 Sistemas de gestão de segurança de alimentos – Requisitos para qualquer organização na cadeia produtiva de alimentos – cancela e substitui a ABNT NBR ISO 22000:2006 Versão Corrigida:2006.

A norma já está disponível para compra no site da ABNT. Em breve mais informações no nosso Blog!

Conte com a Verde Ghaia para implementar a nova norma em sua empresa ou para atualizar o seu sistema de gestão de acordo com a nova versão!


Dicas de Leitura no blog e de E-books:


CHOQUE ELÉTRICO: Cuidados que todos devem ter. Saiba como evitá-los!


 

Há um ditado que diz: “Prevenir é melhor do que remediar!”. Por isso, seguem algumas dicas para evitar esse tipo de acidente.

O choque elétrico ocorre quando uma corrente elétrica percorre o corpo humano e pode apresentar efeitos variados de acordo com o “caminho” que a corrente percorreu e a intensidade da corrente elétrica.

Outros fatores tais como, tempo de ação do choque elétrico, área de contato (se apenas o dedo, a perna, o tronco e etc), condições da pele, constituição física, estado de saúde e etc., podem influenciar para mais ou para menos nas consequências danosas produzidas pelo choque elétrico. Para isso é importante saber algumas medidas para evitá-lo.

Conheça mais sobre as ações da CIPA na sua empresa!

Dicas gerais de segurança para evitar o choque elétrico

– Jamais mexa em qualquer equipamento ou rede elétrica se não tiver o conhecimento técnico necessário para tal intervenção;

– Procure carregar o celular com carregadores originais, pois estes têm um maior controle e proteção durante o carregamento;

– Durante tempestades, usar, tanto o notebook quanto o celular, desconectado do carregador.

– Carregar aparelhos eletrônicos em ambientes arejados e nunca debaixo de travesseiros, em cima de superfícies quentes ou materiais que possam servir de combustível tais como tecidos, papeis, etc.

– Desconecte os plugues durante a manutenção dos equipamentos;

– Leia com atenção as instruções contidas nas embalagens dos produtos que serão instalados;

– Não use jóias ou objetos metálicos (relógios, pulseiras e correntes) durante a manutenção de equipamentos elétricos;

– Jamais trabalhe com mãos ou pés molhados;

Cada vez mais os aparelhos eletrônicos estão fazendo parte do nosso dia a dia. Portanto, tomemos atitudes de prevenção para que essas ferramentas, muitas vezes indispensáveis, não venham atrapalhar nossa rotina de trabalho e também a nossa vida.

Maria de Lourdes Fructuoso Cerqueira / Consultora Jurídica Internacional Verde Ghaia


Quando o Ar Condicionado causa incêndio: quais cuidados tomar?


 

Por mais que pareça algo inusitado, as causas de incêndio envolvendo aparelhos de ar condicionado não é tão incomum. Isso se deve a que uma série de requisitos não são observados, seja na verificação dos parâmetros de voltagem, seja na escolha do aparelho e até mesmo na capacidade de resfriamento do mesmo.

Por isso, alguns cuidados devem ser tomados para evitar que novos acidentes aconteçam.

aparelho de ar condicionado, cuidados que devemos ter.
Cuidados a serem tomados com ar condicionado.

Segundo informações do corpo de bombeiros, uma das causas mais comuns é a incompatibilidade da rede elétrica e da tensão do equipamento, que muitas vezes não é revisada antes da instalação.

Conforme explicou um agente do corpo de bombeiros ao Jornal Campo Grande News, “se a fiação não é adequada para uma tensão mais forte, o fio esquenta e acaba derretendo a capa dos fios, que se encontram e entram em curto. [E] como muitas vezes a forração dos prédios é de madeira, o fogo se alastra e acabam ocorrendo incêndios”.

Ar Condicionado ligado por muito tempo

Outra coisa que os bombeiros alertam é para o fato de os aparelhos de ar-condicionado ficarem ligados por muito tempo. O mesmo agente do corpo de bombeiros citado acima ressalta que: “com exceção de geladeiras, freezers e bebedouros, não é aconselhado que aparelhos elétricos fiquem ligados, quando não estão em uso, seja ar condicionado, televisor ou computadores, por exemplo”. Mantê-los desligados, quando não estão em uso, ajuda a evitar acidentes.

NR 5 CIPA - EAD Verde Ghaia
Curso da CIPA conforme a NR 5!

Portanto, deve-se estar atento diante de qualquer anormalidade que se apresente nos aparelhos de ar condicionado, tais como:

– Cheiro de queimado no ambiente, vindo diretamente do ar condicionado;

– Equipamento, com frequência, parando de funcionar;

– Sons estranhos vindo do aparelho durante seu funcionamento;

– Superaquecimento do plugue ou cabos;

– Alteração na coloração de plugues;

– Cabos corroídos, frouxos ou lesionados.

Caso ocorra qualquer um desses efeitos recomenda-se desligar o aparelho, desconecta-lo da tomada ou desarmar o disjuntor.

Essa é mais uma dica da CIPA – Verde Ghaia

Maria de Lourdes Fructuoso Cerqueira / Consultor Jurídico Internacional Verde Ghaia


Diferencie-se dos seus concorrentes: Respire inovação


 

Sistema de Gestão também precisa de inovação. Quem tem medo de mudar, fica parado no tempo e é ultrapassado facilmente pelos concorrentes. Um erro muito comum da grande maioria das empresas é, em tempos de crise e de escassez de recursos, se afundar em rotinas operacionais e esquecer das constantes mudanças do mundo que afetam as pessoas, os seus comportamentos e os seus hábitos de consumo.

Assim, quantas vezes não tampamos os nossos olhos e nos concentramos apenas naquilo que já fazemos, sem conseguir perceber e, muito menos acompanhar, as mudanças que acontecem no mercado?

Inovação e Processos mais Produtivos

Inovar não é criar algo mirabolante! Mas sim, ter uma nova forma de enxergar e fazer!
Inovar não é criar algo mirabolante! Mas sim, ter uma nova forma de enxergar e fazer!

Para inovar é preciso estar atento ao negócio, aos processos produtivos, à satisfação de seu cliente, aos concorrentes, as tendências do mercado, à mudança de comportamento da sociedade, aos novos desejos e demandas das pessoas.

Assim, é fundamental sempre avaliar e reavaliar os cenários internos e externos de seu negócio e propor as seguintes reflexões:

* O que estou fazendo está certo?

* As pessoas precisam realmente do que eu faço?

* Faço assim por que sempre fiz assim? Ou porque as pessoas desejam que seja assim?

* Será que é hora de mudar?

* Como o mercado percebia a minha empresa quando comecei?

* Como o mercado percebe hoje a minha empresa, os meus produtos e os meus serviços? Por que mudou?

* Quem são os meus clientes hoje? Eram os mesmo de quando comecei?  É para eles que desejo continuar a oferecer os meus produtos e serviços?

* Como estará o meu mercado daqui a 5, 10 e 15 anos. Vale a pena mudar?

* Estou conectado com o que acontece de novo ou mantenho-me em uma zona de conforto com extremo conservadorismo?

* Estou preparado para o tempo da virtualização e da conectividade?

* Sei o que significa “internet” das coisas?

Sempre é tempo para analisar e planejar

sistema de gestão das norma iso

Sempre é tempo para analisar o seu negócio e planejar ou mudar os rumos de sua estratégia. Será que não é a hora de pensar no futuro e parar de olhar para o passado?

Afinal, o passado já foi e não podemos permanecer nele. O mundo é feito de presente e de futuro, mas somente para quem sabe enxergar mais longe.

O mercado atual gera dúvidas sobre o seu negócio ou sobre o seu futuro como empreendedor? Então é hora de parar, refletir e retomar as rédeas de sua empresa!

A capacidade de crescimento e de superar adversidades de uma empresa está diretamente relacionada à qualidade de sua gestão. Especialmente em tempos recessivos, a Alta Direção precisa ter o controle do “barco” e manter na equipe uma onda forte de positivismo e resiliência.

Sistema de Gestão baseado em Riscos

Seguindo a máxima que é “na crise que se cresce”, a principal tarefa do empreendedor é aproveitar esse momento para fazer a “lição de casa”, ou seja, manter uma gestão eficiente, que seja capaz de entender os novos movimentos e de mudar, se isso for necessário.

Um Sistema de Gestão, baseado em riscos, poderá mostrar os caminhos certos para a empresa manter tudo sob controle ou, até mesmo, para implementar mudanças, desde que seja com foco, planejamento, comunicação, avaliação dos resultados, tomada de decisões estratégicas e melhoria contínua dos processos, produtos e serviços.

Afinal, é condição sine qua non para sobrevivência no mercado – seja ele recessivo, competitivo ou em expansão; que a empresa consiga avaliar continuamente o seu negócio, rever os rumos e reorganizar a sua estrutura, para que possa sempre evoluir e ser competitiva.

07 passos para melhorar seu Sistema de Gestão

Pense diferente e melhore seu sistema de Gestão!



Pense diferente e melhore seu sistema de Gestão!

Veja 7 passos que podemos aprender com um modelo de sistema de gestão para melhorar o gerenciamento do negócio, especialmente em tempos de crise:

1. Otimizar custos. Entender onde estão os gargalos financeiros da empresa, eliminar custos desnecessários e otimizar a utilização dos recursos essenciais, são algumas medidas importantes para qualquer negócio.

2. Investir em planejamento e produtividade para garantir margens de lucratividade e manter o faturamento ativo.

3. Rever os recursos humanos e técnicos necessários para executar as atividades com qualidade e produtividade desejados.

4. Estabelecer a cultura do “Mais com Menos”.

5. Rever priorizações, dentro dos Objetivos e Metas do negócio.

6. Choque de gestão – rever processos, atividades e rotinas produtivas, avaliar produtos e serviços, usar os procedimentos como ferramentas de controle operacional e os indicadores de resultados como ferramentas para tomada de decisões mais estratégicas.

7. Rever os planejamentos estratégicos, sempre que necessário.

Quer saber mais sobre Sistemas de Gestão baseada em RISCOS? Acesse nossos artigos em nosso Blog ou Fale com nossos Consultores!

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Leia mais sobre o assunto Inovação e Performance

Café Conectado com Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia

CBMMG aprova e incorpora emendas em instruções Técnicas


 

Atenção a todos os clientes que possuem a Portaria CBMMG Nº 37, de 25-02-2019 (ID 194457):

O CBMMG publicou a PORTARIA CBMMG Nº 37, DE 25-02-2019 que aprova a 2ª edição da Instrução Técnica Nº 12 – Brigada de Incêndio e incorpora as emendas das Instruções Técnicas Nº 17 – Sistema de Hidrantes e Mangotinhos para Combate a Incêndio e Nº 41 – Controle de Fumaça.

A Instrução Técnica CBMMG Nº 12, de 25-02-2019 – 2ª Edição, estabelece as condições mínimas para a formação, treinamento e reciclagem da brigada de incêndio para atuação em edificações e áreas de risco no estado de Minas Gerais e se aplica a todas as edificações e áreas de risco definidas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico no Estado de Minas Gerais, no que trata da medida de segurança contra incêndio e pânico “brigada de incêndio” prevista no art. 25 do Decreto Estadual 44.746/2008 e não se aplica às brigadas de aeródromo, florestal, municipal, voluntária e de rodovias previstas na Portaria n. 33/2018 publicada no DOE n. 083 de 30 de junho de 2018.

A Instrução Técnica CBMMG Nº 17, de 25-02-2019 – 1ª Edição, fixa as condições necessárias exigíveis para dimensionamento, instalação, manutenção, aceitação e manuseio, bem como as características dos componentes de Sistemas de Hidrantes e de Mangotinhos para uso exclusivo de Combate a Incêndio e aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias as instalações de Sistemas de Hidrantes e Mangotinhos para Combate a Incêndio, de acordo com o previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.

A Instrução Técnica CBMMG Nº 41, de 25-02-2019 – 1ª Edição, fornece parâmetros técnicos para implementação de sistema de controle de fumaça, atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico das edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais e se aplica nas edificações onde é exigida a medida de segurança e Controle de Fumaça prevista na IT01 (Procedimentos Administrativos) em função da sua altura, uso/ocupação e população.

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do texto desta Portaria e  das Instruções Técnicas por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI ou através do site Future Legis

Letícia Caroline Nunes Ferreira / Legislação e Pesquisa


A importância de um programa de Compliance eficaz na Gestão Aeroportuária


 

No Brasil, todas as organizações possuem um vasto rol de legislações a serem seguidas e aplicadas ao negócio, conforme o ramo de atividade. O mesmo ocorre com o setor aeroportuário que possui um número ainda maior do que a média das empresas de outros ramos de atividade, devido às características peculiares do mesmo.

Isso inclui, a dinâmica de suas atividades, atendimento a um grande número de clientes (nacionais e estrangeiros) por dia e a intensa atuação dos órgãos reguladores como a ANAC – Agência Nacional de Avaliação Civil na atualização contínua das normas aplicáveis.  

A importância de um programa de Compliance eficaz na Gestão Aeroportuária
O que é Pacto de Integridade e Compliance pela Sustentabilidade – PICS?

Acompanhar tais requisitos é um processo complicado

A quantidade de exigências não somente é numerosa, como também requer pleno conhecimento jurídico para que todas as leis sejam interpretadas corretamente. E todo o processo precisa ser realizado dentro de Padrões Internacionais de Qualidade — certamente nenhum lugar carrega mais representatividade internacional do que um aeroporto, uma verdadeira ponte para a comunicação entre diversos pontos do mundo.

O descumprimento de qualquer um dos requisitos pode levar a multas e outras sanções legais, além de deixar uma empresa muito mais suscetível a acidentes, processos trabalhistas e outros problemas infindáveis que podem levar até mesmo à interrupção de suas atividades.

Por isso, é tão importante implementar um programa de compliance específico para a gestão aeroportuária, o qual atenda a todas as peculiaridades do setor.

Compliance de excelência

Ao adotar um programa de compliance voltado para o setor aeroportuário, o gestor fica por dentro de todos os requisitos de seu ramo, principalmente no que diz respeito às leis particulares ao sistema. Além disso, ele centraliza as informações e define prioridades com mais facilidade, obtendo assim grande auxílio na tomada de decisões essenciais para o desenvolvimento de seus negócios.

Conheça outras vantagens na adoção de um sistema de gestão específico:

1. Diagnóstico e visão externa e imparcial de todos processos.

2. Gestão para a prevenção e resolução de incidentes/sinistros.

3. Gerenciamento de risco e manejo da fauna nos aeródromos.

4. Prevenção e combate a incêndios nos aeródromos.

5. Capacidade de planejamento para conceder mais acessibilidade a passageiros com necessidade de assistência especial.

6. Plano de pronto atendimento em caso de emergências.

7. Maior segurança na cadeia logística.

8. Controle na qualidade dos serviços determinados para os aeroportos, permitindo que a empresa se adeque aos padrões internacionais, os quais em geral estão previstos em praticamente todos os contratos de concessão para funcionamento de toda companhia do setor aeroportuário.

9. Garantia de integridade nas operações num ambiente tão exposto como um aeroporto, o qual recebe milhares de passageiros por ano e lida diretamente com a responsabilidade sobre os colaboradores, parceiros e clientes.

10. Reforço da saúde da governança corporativa, evitando sanções criminais e financeiras para a empresa.

11. Melhoria nos processos para o transporte aéreo de produtos perigosos.

12. Facilidade na obtenção de autorizações da ANAC para construções e operações no aeródromo, pois um ambiente em conformidade certamente é mais bem conceituado no mercado.

13. Constante atualização e acompanhamento das normas aeroportuárias em âmbito federal, estadual e municipal.

Um Programa de Compliance não diz respeito apenas a multas e sanções, ele envolve valores difíceis de mensurar e intangíveis como a imagem e a reputação de uma organização.

Como exemplo, podemos citar o aeroporto  de Confins em Belo Horizonte (MG), que em 2018 foi contemplado com o prêmio Airport Service Quality (ASQ), sendo considerado o melhor terminal da América Latina e do Caribe, um título concedido pelo Airports Council International World (ACI World), uma organização que representa aeroportos em todo o mundo.

Isto só foi possível porque o Aeroporto de Confins segue rígidas diretrizes de compliance,  as quais se baseiam principalmente no SOGI, software criado pela Verde Ghaia, a única  empresa em Belo Horizonte a realizar um gestão específica para o setor aeroportuário.

 Com este programa, é possível atingir altos níveis de compliance, monitorando e gerenciando o atendimento das legislações de Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança no Trabalho, entre outros, incluindo Resoluções e Portarias da ANAC, RBAC, IAC, IS, dentre outros temas relacionados à gestão legal de aeródromos.

SOGI – Compliance para a Gestão Aeroportuária

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Além disso,  com o SOGI AEROPORTUÁRIO  tem outras vantagens bem específicas:

# A Verde Ghaia oferece uma equipe especializada e capacitada para a interpretação da legislação — em âmbito federal, estadual e municipal —, evitando equívocos que possam render multas ou mesmo sanções criminais. As leis aplicáveis são monitoradas e atualizadas diariamente num sistema online. A consultoria também se estende aos requisitos relacionados às empresas contratadas para a prestação de serviços auxiliares.

# Ela também realiza auditorias de Conformidade Legal e Sistemas de Gestão, priorizando os possíveis pontos críticos de desvios, aumentando assim a segurança das operações.

# O sistema permite o desenvolvimento de uma matriz de Risco Legal, apontando os riscos que merecem mais atenção e ajudando a definir prioridades. O plano inclui gerenciamento de risco à segurança operacional e contra atos de interferência ilícita (AVSEC)

# A Verde Ghaia realiza treinamentos em diversas áreas, como Saúde e Segurança Ocupacional e Meio Ambiente, garantindo o alinhamento de todos os envolvidos;

O sistema também garante acesso ao módulo antisuborno, evitando fraudes e atos ilícitos no ambiente da empresa. Lembrando que uma empresa listada como inidônea pode ser impedida de firmar novos contratos com o Poder Público ou de obter crédito, o que resulta na perda de fôlego financeiro.

Os princípios e as boas práticas de gestão, somados a uma boa relação com fornecedores, clientes e sociedade, são valores (ativos) que trabalham constantemente em prol de sua marca.

O programa de compliance na gestão aeroportuária desenvolvido pela Verde Ghaia é único, e ideal para que sua organização permaneça estruturada e com a governança em dia para garantir que o compliance esteja inserido nos controles internos e nas auditorias de prevenção de riscos.


Fale com um de nossos consultores, especializados em Gestão Aeroportuária e alcance as melhorias desejadas!


Fique atento ao prazo de encerramento para informação no IGAM


 

PRAZO DE INFORMAÇÃO NO IGAM QUANTO ÀS VAZÕES ENCERRA-SE EM 31/03/2019

O prazo que o usuário de recursos hídricos deve informar no SISCAD a previsão de vazões a serem medidas no ano corrente (2019), bem como as vazões efetivamente medidas no exercício anterior (2017) encerra-se no dia 31/03/2019.

Este envio é obrigatório para todo usuário de recursos hídricos que possuir equipamento para medição, o qual deve informar no SISCAD, no período de 1º de abril a 31 de agosto de cada ano, a previsão de vazões a serem medidas no exercício subsequente e as vazões efetivamente medidas no exercício anterior, para o fim de controle e fiscalização, por força do artigo 3º da Resolução Conjunta Sef – Semad – Igam Nº 4.179, de 29-12-2009.

Excepcionalmente, este prazo foi prorrogado até dia 31/03/2019. Recomendamos aos clientes que se atentem ao referido prazo final para se evitar pendências junto ao IGAM.

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do texto desta Portaria por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI ou através do site Future Legis

Bruna Marques da Costa / Departamento Jurídico


Qualidade, inovação e tecnologia: o futuro é agora!


 

Inovação, Tecnologia e Qualidade. “Na crise criamos as melhores oportunidades. Nossa missão é estar sempre quatro anos à frente dos concorrentes e preparados para as novas tendências, investindo muito em tecnologia” – Deivison Pedroza – CEO e fundador da Verde Ghaia.[FL1] 

Qualidade, inovação e tecnologia: o futuro é agora!

Quando a Verde Ghaia nasceu, em 1999, sua missão de melhorar processos na gestão ambiental já era bastante sólida. No entanto, interesse das empresas nesta área, de modo geral, era bem diferente. Embora os assuntos pertinentes ao meio ambiente já se fizessem presentes, a maneira de abordá-los era leiga, até mesmo um pouco preguiçosa. Na teoria, empresas diziam que era importante preservar a natureza. Na prática, descartavam seus resíduos de maneira negligente, dentre outras atrocidades.

Porém, o que poderia ser um obstáculo na verdade se revelou uma oportunidade.

Deivison Pedroza, fundador da Verde Ghaia, enxergou que em algum momento o mercado iria abrir os olhos para o conceito e prática real de sustentabilidade.

Além disso, ele percebeu que o empresariado brasileiro ainda nutria grande dificuldade para compreender e cumprir nossa legislação — especialmente as exigências na área ambiental e no monitoramento das leis, dos requisitos, de normas —, e assim  começou a pensar numa solução inovadora.

Foi desta gana que nasceu o SOGI, um sistema de gestão integrado que visa facilitar a rotina empresarial no cumprimento das leis e no gerenciamento dos negócios, mirando a conquista da compliance e das certificações em qualidade, principalmente no que diz respeito à preservação ambiental.

SOGI: melhorias para a Governança Corporativa

Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia participando do Evento WebSummit em Portugal - tecnologia, inovação e metodologias ágeis.
Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia participando do Evento WebSummit em Portugal – tecnologia, inovação e metodologias ágeis.

Quando analisamos a tecnologia do SOGI no panorama atual, ela parece um tanto óbvia, afinal praticamente todas as empresas hoje sabem que uma gestão adequada é capaz de gerar diversos benefícios que impactam diretamente no meio ambiente, certo? Só que as medidas vigentes no cotidiano da maioria delas teriam soado um tanto fúteis há vinte anos.

Por exemplo: antes uma plataforma de petróleo liberava gases no ambiente de maneira desmedida, não havia qualquer controle sobre a emissão de poluentes; hoje ela pode dedicar até 70% de sua planta de processos exclusivamente ao tratamento adequado de seus gases para mitigar efeitos nocivos.

Mas, os cuidados não se limitam à indústria do petróleo. Outro exemplo são sistemas de reúso, cujo objetivo é reaproveitar recursos hídricos, como a adoção de águas pluviais na lavagem de pisos, na descarga de vasos sanitários, na irrigação e em muitas outras possibilidades — é algo que pode ser adotado até por pequenas empresas. E o investimento em tratamento de resíduos tem se tornado tão forte, que agora as plantas industriais estão mais inteligentes e são capazes até mesmo de transformar custo em receita.

“O empresário descobriu que lixo na verdade é resíduo, e que é possível reutilizá-lo”, diz Deivison. “Esse não era um comportamento comum do brasileiro até pouco tempo. Hoje, o meio ambiente passa a ser o principal produto de uma empresa. É possível economizar, ganhar dinheiro, divulgar sua imagem e ainda tirar vantagem disso”[FL2] .

Sim, porque a responsabilidade social também se tornou um fator importante na sobrevivência de uma companhia! Isto se deve não apenas ao endurecimento da legislação ambiental brasileira — as normas ambientais têm se tornado cada vez mais restritas, — mas também à noção de que nenhum fornecedor ou consumidor deseja se relacionar com uma empresa que desrespeita o ecossistema. Além disso, há também um crescimento exponencial do interesse em conceitos de padronização e de certificação nas áreas de qualidade e meio ambiente. Os empresários desejam se adequar.

A Verde Ghaia vislumbrou tudo isso com muitíssima antecedência, e atualmente é uma das empresas mais conceituadas na área de gestão de resíduos sólidos, recebendo apoio de investidores norte americanos e compartilhando a inteligência de seu software com diversos países. Ela possui as melhores soluções para a Gestão de Risco e alcance da Sustentabilidade, e é especialista em ferramentas rápidas e práticas para monitoramento legal e implementação de sistemas de gestão, tanto para atividades in loco quanto online. Seu sucesso se deve à operação em três frentes de trabalho: Desempenho Legal, Desempenho de Gestão e Desempenho na Gestão de Resíduos.

Algumas empresas demoraram a perceber que um mundo desprovido de sustentabilidade é um mundo fadado a desaparecer rapidamente. Mas felizmente não foram todas.

Para a Verde Ghaia, o FUTURO é AGORA!


 [FL1] Entrevista de Deivison Pedroza concedida ao Jornal Hoje em dia. https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/economia/a-consultoria-mineira-verde-ghaia-%C3%A9-um-fen%C3%B4meno-de-crescimento-1.314565

[FL2] Entrevista de Deivison Pedroza concedida ao Jornal Hoje em Dia. https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/economia/a-consultoria-mineira-verde-ghaia-%C3%A9-um-fen%C3%B4meno-de-crescimento-1.314565


Prêmio Compliance Brasil chega à sua 4ª edição


 

O Prêmio Compliance Brasil é uma iniciativa da Verde Ghaia para reconhecer as boas práticas e o controle legal adotados pelas organizações em todo o Brasil, e é um incentivo para que as empresas brasileiras adotem práticas sustentáveis em seus processos.

Os vencedores são escolhidos a partir de pesquisas minuciosas, que contam com amostras quantitativas e qualitativas de aproximadamente 1,5 mil organizações de grande e médio porte. Geralmente, essas empresas estão em busca da excelência em sua gestão através de certificações internacionais, do cumprimento da legislação aplicável ao seu negócio e da implementação de ações para a melhoria contínua de seus processos, produtos e serviços.

Em 2019, a IV Prêmio Compliance Brasil celebrará em Belo Horizonte. Marque em sua agenda e assista flashes ao vivo das nossas redes sociais:

Prêmio Compliance Brasil

27 de junho de 2019 às 19 horas

Av. Barão Homem de Melo, 3090Belo Horizonte

O Prêmio Compliance Brasil

A premiação nasceu com o objetivo de se tornar um estímulo e um reconhecimento às companhias que de fato têm se esforçado para alcançar a excelência em sua gestão legal. Conseguir estar em dia com todos os requisitos legais aplicáveis ao negócio não é uma tarefa fácil, uma vez que é extenso o número de normas e leis existentes em nosso país.

Oito categorias são destacadas em cada edição: meio ambiente; saúde e segurança; segurança de alimentos; energia; qualidade; responsabilidade social e gestão integrada.

A primeira edição do Prêmio Compliance Brasil foi realizada em 2012, e homenageou empresas como Coca-Cola Andina (Rio de Janeiro/RJ), Instituto Biocor (Belo Horizonte/MG), Anglogold Ashanti Mineração (Nova Lima/MG) e Kanjiko (Salto/SP). A diversidade dos premiados mostra que todas as empresas podem concorrer, basta que estejam em acordo com os critérios do regulamento para contemplação.

Premiados da I Edição

O Prêmio Compliance Brasil foi tão bem recebido, que deu origem a uma segunda edição, a qual ocorreu em 2014, agraciando empresas como Renault (São José Dos Pinhais/PR), Gerdau (Maracanaú/CE) e Leão Alimentos e Bebidas (Linhares/ES).

Premiados da II Edição

Em 2017, o Prêmio Compliance Brasil teve sua terceira edição. Foram mais de duas mil empresas participantes e uma novidade, além do apoio da ABNT: desta vez foi firmada uma parceira com a HSM EXPO, evento especializado em empreendedorismo, negociação, marketing, estratégia, finanças e liderança.

Banner de apresentação do IV Prêmio Compliance Brasil 2019 da Verde Ghaia.
Prêmio Compliance Brasil 2019

Premiados da III Edição

A cerimônia do Prêmio Compliance Brasil 2017 foi um dos eventos em destaque do HSM Expo 2017, o qual naquele ano trouxe ao Brasil mais de cem palestrantes nacionais e internacionais, como o nadador e recordista olímpico Michael Phelps, o escritor Adam Grant, Nassim Taleb (uma das maiores autoridades mundiais em Gestão de Risco), e JB Straubel (um dos fundadores da Tesla Motors). Todos os convidados da Verde Ghaia tiveram acesso a esse evento e puderam aproveitar os três dias de relevante conteúdo.

A partir dessas edições do Prêmio, muitas das empresas participantes passaram a criar metas de curto e médio prazo para que pudessem voltar a ter chances de serem contempladas nas edições seguintes do Prêmio Compliance Brasil.

É o caso da Tarkett, líder mundial na indústria de pisos, que levou dois troféus no Prêmio Compliance Brasil 2017: 2º lugar em Excelência em Meio Ambiente, e 1º lugar em Excelência em Saúde e Segurança no Trabalho. Estimulada pela premiação, a Tarkett instituiu o “Projeto 2020”, uma matriz com oito objetivos que visam o bem-estar das pessoas e do meio ambiente. Dentre suas metas está a redução na emissão de gases e a destinação de resíduos industriais a aterros.

Confira este e outros cases na Revista do Prêmio Compliance Brasil

A Tarkett cumpriu com louvor a proposta do Prêmio Compliance Brasil ao compreender que, mais importante do que receber uma distinção, era assumir um compromisso com a sustentabilidade, pois é isto que a Verde Ghaia vislumbra: simplesmente reconhecer o empenho de todos que desejam um mundo melhor.

Como participar?

Todos os clientes do SOGI – Software de Gestão Integrada – participam automaticamente do Prêmio Compliance Brasil. O sistema realiza o monitoramento completo de todos os requisitos legais aplicáveis a uma empresa, alertando diariamente os usuários para o cumprimento da lei.

A utilização do SOGI diminui os riscos e os prejuízos, proporcionando uma nova experiência quando se trata de alcançar ótimos resultados em sistemas de gestão, tudo online, com a garantia de segurança e sigilo das informações.

Com os dados do software em mãos, os auditores da Verde Ghaia analisam os dados quantitativos e comparam com o que foi constatado durante visitas às empresas, além do comprometimento e colaboração no exercício de boas práticas.

O processo é conduzido por um corpo técnico formado por Auditores Líderes em Meio Ambiente, Saúde e Segurança no Trabalho, Responsabilidade Social, Qualidade e Segurança de Alimentos, Engenheiros Ambientais, Engenheiros de Segurança, Engenheiros de Alimentos, Consultores Jurídicos, Gestores de Tecnologia da Informação e de Projetos.

Para saber mais sobre o Prêmio Compliance Brasil, acesse nosso site.

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Saiba o que aconteceu no III Prêmio Compliance Brasil:

https://verdeghaia.jusbrasil.com.br/noticias/517377122/verde-ghaia-promove-premio-compliance-brasil-e-reconhece-grandes-marcas


Uma abordagem sobre os principais aspectos e regras de segurança ocupacional na mineração – NR 22


 

No 2º artigo que abordamos sobre o tema “segurança e saúde ocupacional na Mineração”, vimos questões referentes ao PGR – Programa de Gerenciamento de Riscos existentes nos processos e fases das atividades de mineração.

Neste terceiro e último, vamos analisar os principais aspectos na organização dos locais de trabalho na mineração.

homem próximo a um trator, num ambiente de mineração. principais aspectos e regras de segurança ocupacional na mineração – NR 22

Locais de trabalho conforme a NR 22

Os locais de trabalho devem ser construídos, equipados, utilizados e mantidos de modo que os riscos para a segurança e saúde ocupacional sejam reconhecidos, avaliados, controlados, reduzidos e/ou preferencialmente eliminados.

Os postos de trabalho devem ser projetados e instalados levando em consideração boas práticas ergonômicas.

As áreas de mineração com atividades operacionais devem possuir entradas identificadas (nome da empresa ou do Permissionário de Lavra Garimpeira) e os acessos e as estradas devem ser devidamente sinalizados.

Os trabalhadores devem colaborar com a empresa ou Permissionário de Lavra Garimpeira para o cumprimento das disposições legais e regulamentares, observar as normas internas de segurança e saúde. Os trabalhadores devem comunicar, imediatamente o superior hierárquico e/ou profissionais da Segurança do Trabalho sobre as situações que possam oferecer risco.

A NR 22 estabelece algumas proibições, como por exemplo: 

# É proibida a execução de algumas atividades na mineração a céu aberto ou subterrânea, de forma individual;

# É proibida a detonação a céu aberto em condições de baixo nível de iluminamento ou quando ocorrerem descargas elétricas atmosféricas;

# É proibida a entrada de pessoas não autorizadas nos taludes com desmonte hidráulico;

# É proibida a estocagem de explosivos e acessórios fora dos locais apropriados.

A NR 22 determina que, devem ser realizadas as seguintes atividades no subsolo com no mínimo 2 (dois) trabalhadores:

# Abatimento manual de choco e blocos instáveis;

# Contenção de maciço desarticulado;

# Perfuração manual;

# Retomada de atividades em fundo de saco2 com extensão acima de dez metros;

# Carregamento de explosivos, detonação e retirada de fogos falhados.

Também devem ser realizadas com no mínimo, dois trabalhadores as atividades a céu aberto:

# No carregamento de explosivos, detonação e retirada de fogos falhados.

A Proibição ao Trabalho Desacompanhado

A realização de atividades de forma individual deve estar prevista em norma interna de segurança, elaborada pela empresa ou Permissionário de Lavra Garimpeira, que deverá estabelecer os procedimentos de supervisão e controle dos locais de atividades onde se poderá trabalhar desacompanhado. Essa norma interna deve ser de conhecimento de todos os trabalhadores.

Circulação e Transporte de Pessoas e Materiais / Uso de máquinas e equipamentos

Circulação e Transporte de Pessoas e Materiais / Uso de máquinas e equipamentos

A NR 22 indica que toda mina possua plano de trânsito e designe regras de preferência de movimentação e distâncias mínimas entre máquinas, equipamentos e veículos compatíveis com a segurança, e velocidades permitidas, de acordo com as condições das pistas de rolamento.

Os equipamentos de transporte de materiais ou pessoas devem possuir dispositivos de bloqueio com o objetivo de impedir o acionamento por pessoas não autorizadas, além de dispor de placa afixada em local visível informando a capacidade e a velocidade máxima.

A operação dos meios de transporte só é permitida aos trabalhadores qualificados, autorizados e devidamente identificados. O transporte de pessoas em todas as áreas de minas deve ainda atender requisitos mínimos previstos na NR 22.

A norma estabelece critérios de movimentação de vagonetas (carrinho de mina) e o uso de escadas deve atender os requisitos previstos na NR 22, de acordo com a inclinação dos meios de acesso.

Todas as máquinas, equipamentos, instalações auxiliares e elétricas devem ser projetadas, montadas, operadas e mantidas em conformidade com as normas técnicas vigentes e as instruções dos fabricantes e as melhorias desenvolvidas por profissional habilitado.

Atividades através de Correias Transportadoras

No dimensionamento, projeto, instalação, montagem e operação de transportadores contínuos, devem ser:

Observados os controles especificados nas análises de riscos constantes do Programa de Gerenciamento de Riscos (22.3.7) e as especificações das normas técnicas da ABNT aplicáveis. Os transportadores contínuos de correia já em uso e que foram construídos antes da vigência do estabelecido nesta NR 22 (22.8.1) devem possuir medidas de controle para minimizar os riscos identificados na fase de avaliação do PGR.

Manutenção em correias transportadoras

homens trabalhando com equipamento de segurança em uma indústria que faz uso de correia transportadora.

Abatimento de Chocos

Sendo evidenciada a existência de blocos instáveis, estes devem ter sua área de atuação isolada até que sejam tratados ou abatidos.

Os chocos devem ser abatidos imediatamente. O abatimento de chocos ou blocos instáveis deve ser realizado por meio de dispositivo adequado para a atividade, que deverá estar disponível em todas as frentes de trabalho. O trabalho de abatimento de choco deve ser realizado por trabalhador qualificado, observando normas de procedimentos da empresa ou Permissionário de Lavra Garimpeira.

As hastes de abater choco, no caso de abatimento manual, devem ser, levando-se em conta a segurança da operação, ergonomicamente compatíveis com o trabalho a ser realizado, tendo comprimento e resistência suficientes e peso o menor possível para não gerar sobrecarga muscular excessiva.

Proteção contra poeira mineral

homem trabalhando em Mina de Minério. Proteção contra poeira mineral

A poeira mineral é um dos agentes físicos que representa maior risco na indústria da mineração, e de acordo com o material lavrado, pode existir outros materiais particulados relevantes do ponto de vista de saúde ocupacional, por exemplo, chumbo e manganês.

Umidificação

homem trabalhando com máscara de poeira em mina de minério de ferro.

As operações de perfuração ou corte devem ser realizados por processos umidificados para evitar a dispersão da poeira no ambiente de trabalho. Entretanto, se houver impedimento de umidificação devido características mineralógicas da rocha, impossibilidade técnica ou quando a água acarretar riscos adicionais, deve ser utilizado dispositivos ou técnicas de controle, que impeçam a dispersão da poeira no ambiente de trabalho.

Plano de Fogo

O Plano de Fogo deve ser elaborado por profissional legalmente habilitado, quando houver necessidade de desmonte de rocha com uso de explosivos, com finalidade de fragmentação da rocha.

O plano de fogo tem como finalidade orientar todo o procedimento de desmonte, e deverá incluir:

# disposição e profundidade dos furos;

# quantidade de explosivos;

# tipos de explosivos e acessórios utilizados;

# sequência das detonações;

# razão de carregamento;

# volume desmontado;

# tempo mínimo de retorno após a detonação.

O profissional responsável pela supervisão ou execução do Plano de Fogo, operações de detonação e atividades correlatas é chamado “Encarregado – do – fogo”.

Quais mudanças foram provocadas pela ISO 45001? E o que elas impactam na Gestão?

caminhão de água jogando água no minério retirado das minas.

O retorno ou reinício dos trabalhos no local detonado só pode ser permitido com autorização do encarregado – do – fogo, após verificação da dissipação dos gases e poeiras, observando-se o tempo mínimo de retorno determinado pelo Plano de Fogo, além da marcação e eliminação dos fogos falhados (não foram detonados).

Proteção contra incêndios e explosões acidentais

O gás metano é um dos agentes químicos mais perigosos nas minas de carvão, devido suas características de inflamabilidade e explosividade. O metano em mistura com o ar na proporção de 5% a 15% torna-se altamente explosivo, bastando o contato com uma fonte de ignição para que ocorra uma explosão, podendo gerar consequentemente incêndios e de grandes proporções. O metano, retido sob a pressão na camada de carvão e da rocha encaixante, é liberado durante a exploração do carvão.

O Anexo 13 da NR 15 estabelece que o gás metano é classificado como “Asfixiante Simples”. Desse modo, traduz que nos ambientes onde esse agente está presente, a concentração mínima de oxigênio deverá ser 18% em volume (conforme anexo 11 da NR 15). As situações nas quais a concentração de oxigênio estiver abaixo desse valor serão consideradas de risco grave e iminente.

Nesse contexto, a NR 22 prevê os procedimentos a serem empregados levando em consideração a concentração de gás no ambiente de trabalho (itens 22.28.2 e 22.28.3).

Ventilação

A atividade de mineração subterrânea enfrenta grande desafio e riscos, em relação a manutenção da qualidade do ar subterrâneo.

Os veículos movidos a diesel são muito utilizados nas atividades operacionais de lavra subterrânea. Todavia, o uso desses equipamentos adiciona novos riscos a essas atividades, relacionados aos gases da combustão do diesel, comprometendo a qualidade do ar, caso não sejam implementados e instalados sistemas de ventilação adequados.

O item 22.11.7 indica que o uso de motores de combustão interna movidos a óleo diesel, só pode ocorrer no subsolo observando e atendendo as seguintes condições:

# existir sistema eficaz de ventilação em todos os locais de seu funcionamento;

# possuir sistemas de filtragem do ar aspirado pelo motor, com sistemas de resfriamento e de lavagem de gás de exaustão ou catalisador;

# possuir sistema de prevenção de chamas e faíscas do ar exaurido pelo motor, em minas com emanações de gases explosivos ou no transporte de explosivos;

# executar programa de amostragem periódica do ar exaurido, em intervalos que não excedam um mês, nos pontos mais representativos da área afetada, e de gases de exaustão dos motores;

# em intervalos que não excedam três meses, realizados em condições de carga plena e sem carga, devendo ser amostrados pelo menos gases nitrosos, monóxido de carbono e dióxido de enxofre.

Em minas grisutosas (mina de carvão na qual existe a possibilidade de formação de atmosfera explosiva em virtude da geração de um gás inflamável chamado grisu, formado principalmente por metano), o sistema de comunicação deve ser à prova de explosão e o controle da concentração dos gases inflamáveis, tóxicos e explosivos deve ser feito a cada turno, nas frentes de trabalho em operação e nos pontos importantes da ventilação.

Devem ser ventiladas por corrente de ar que previna a exposição dos trabalhadores a contaminantes, em concentração acima dos limites de tolerância legais, todas as frentes de trabalho, em desenvolvimento e lavra. Nesse sentido, deve ser observado os limites constantes na NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.

Como dito anteriormente, na adoção de medidas de controle também deve ser observado o item 9.3.5.1 “c”, quando os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos trabalhadores excederem os valores dos limites previstos na NR-15 ou, na ausência destes os valores limites de exposição ocupacional adotados pela ACGIH – American Conference of Governmental Industrial Higyenists, ou aqueles que venham a ser estabelecidos em negociação coletiva de trabalho, desde que mais rigorosos do que os critérios técnico-legais estabelecidos;

Além do monitoramento da concentração de contaminantes, parâmetro para avaliação da qualidade do ar, outro fator que deve ser observado e monitorado é a vazão do ar fresco, parâmetro para avaliação da quantidade de ar fornecido.

Comissão interna de prevenção de acidentes na mineração – CIPAMIN

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho na Mineração (CIPAMIN) permite que os trabalhadores participem da gestão da segurança e saúde ocupacional no local do trabalho, na identificação e controle dos riscos existentes nos ambientes de trabalho, além de propor e organizar programas e campanhas preventivas.

Ocorre que a CIPAMIN, diferente da NR 5, estabelece que apenas o seu presidente e seu suplente serão nomeados pelo empregador, e os demais membros são eleitos pelos trabalhadores, levando em consideração o número de trabalhadores constantes no quadro III da NR 22.

A NR 22 o número de Comissões, uma vez que todas as empresas de mineração ou Permissionários de Lavra Garimpeira com 15 ou mais empregados deverão organizar e manter em regular funcionamento uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes na mineração – CIPAMIN (quadro III – Dimensionamento da CIPAMIN), diferente no estabelecido no Quadro I da NR5, a quantidade mínima para constituição da CIPA é de 20 empregados.

Atribuições da CIPAMIN

# Elaborar e/ou revisar os Mapas de Riscos;

# Recomendar a implementação de ações para o controle dos riscos identificados;

# Estabelecer negociação permanente no âmbito de suas representações para a recomendação e solicitação de medidas de controle ao empregador;

# Acompanhar a implantação das medidas de controle e do cronograma de ações estabelecido no PGR e no PCMSO;

# Participar das inspeções periódicas dos ambientes de trabalho programadas pela empresa ou SESMT (quando houver) seguindo cronograma negociado com o empregador;

# Analisar e discutir os acidentes do trabalho e doenças profissionais, propondo e solicitando medidas que previnam ocorrências semelhantes e orientando os demais trabalhadores quanto à sua prevenção;

# Requisitar à empresa ou ao Permissionário de Lavra Garimpeira as cópias das Comunicações de Acidente do Trabalho (CAT) emitidas;

# Realizar reuniões mensais em local apropriado e durante o expediente normal da empresa, em obediência ao calendário anual, com lavratura das respectivas atas;

# Realizar reuniões extraordinárias quando da ocorrência de acidentes de trabalho fatais ou que resultem em lesões graves com perda de membro ou função orgânica ou que cause prejuízo de monta, no prazo máximo de 48 horas após sua ocorrência;

# Apresentar, durante o treinamento admissional dos trabalhadores: os seus objetivos, atribuições e responsabilidades;

# Realizar a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho na Mineração – SIPATMIN anualmente, com divulgação do resultado das ações implementadas pela CIPAMIN;

Treinamentos para os trabalhadores na mineração

A empresa ou Permissionário de Lavra Garimpeira deve treinar, qualificar e fornecer informações, capacitação e reciclagem necessária para preservação da sua segurança e saúde, levando-se em consideração o grau de risco e natureza das operações.

É extremamente importante que a conscientização seja constante nas atividades de mineração, com abordagem sobre segurança comportamental.

A NR 22 observa que o treinamento admissional seja composto por:

# Treinamento introdutório geral;

# Treinamento específico na função;

# Treinamento específico com reciclagem;

# Orientação em serviço.

Disposições gerais sobre alimentação / instalações sanitárias / armários individuais / acidente fatal /

Alimentação

A NR 22 determina que o empregador forneça ao trabalhador do subsolo alimentação compatível com a natureza do trabalho, sob a orientação de nutricionista e na forma da legislação vigente, além de manter local adequado e que atenda às condições de segurança, higiene e conforto.

Instalações sanitárias

A empresa ou Permissionário de Lavra Garimpeira deve manter suas instalações sanitárias tratadas e higienizadas. Nas atividades de subsolo os recipientes coletores dos dejetos gerados deverão ser removidos ao final de cada turno de trabalho para a superfície, para a destinação conveniente a seu conteúdo, respeitadas as normas de higiene e saúde e a legislação ambiental vigente. As instalações sanitárias que adotem processamento químico ou biológico dos dejetos deverão observar as normas de higiene e saúde e as instruções do fabricante.

Armários individuais

Poderá ser utilizado outros dispositivos para a guarda de roupa e objetos pessoais que garantam condições de higiene, saúde e conforto, em substituição dos armários.

Havendo locais para a troca e guarda de roupa no subsolo, estes deverão observar o disposto na NR24 – Condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho.

Acidente fatal

Em caso de ocorrência de acidente fatal, é obrigatória a adoção das seguintes medidas: Comunicar de imediato, à autoridade policial competente e à SRTE, a ocorrência do acidente; Isolar o local diretamente relacionado ao acidente, mantendo suas características até sua liberação pela autoridade policial competente.

Conclusão

O Brasil encontra-se entre os três maiores produtores minerais do mundo, com fechamentos anuais que ultrapassam recordes constantemente. Entretanto, o sucesso na produção de minério é desproporcional ao índice de acidentes ocorridos nestes processos produtivos.

Portanto, é extremamente importante que a organização mineradora desenvolva e estabeleça um programa de gestão de segurança e saúde ocupacional bem estruturado, com objetivos e metas mensuráveis e realistas, metodologia e planejamento dos trabalhos e cronogramas definidos, com compromisso de reduzir o número dos acidentes e desenvolvimento de boas práticas na prevenção à acidentes.

Nesse sentido, a NR 22 é uma norma regulamentadora necessária para servir como base para o desenvolvimento do programa de gestão de segurança e saúde ocupacional na mineração, sem deixar de observar outras leis e normas técnicas aplicáveis.

Edson Filho / Departamento Jurídico da Verde Ghaia


Fontes Bibliográficas:

NR 22 (última atualização da NR 22 – Portaria MTb n.º 1.085, de 18 de dezembro de 2018 / DOU: 19/12/18)

NR 9 (última atualização da Nr 9 – Portaria MTb n.º 871, de 06 de julho de 2017 / DOU: 07/07/17

DECRETO-LEI N.º 5.452, DE 1º DE MAIO DE 1943 – CLT (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del5452.htm)

Fundacentro

http://www.anm.gov.br/

https://revistaadnormas.com.br/2018/09/04/os-perigos-da-mineracao-subterranea-podem-ser-controlados/

http://www.ibram.org.br/150/15001002.asp?ttcd_chave=128609

http://programamineracao.org.br/

http://www.gasmig.com.br/GasNatural/Paginas/Composicao.aspx

http://programamineracao.org.br/biblioteca/estatisticas/


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