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Características da ISO 14001:2015 que podem influenciar a sua Gestão


 

Já está em vigor a ISO 14001:2015!

E muitas são as perguntas que inquietam as organizações e profissionais que atuam na área. O que há de novo? Quais são as mudanças mais relevantes? Como e até quando as organizações que já possuem Sistemas de Gestão Ambiental certificado poderão se adequar às modificações?

ISO 14001 versão 2015 nova versão mudançasNovo olhar para a ISO 14001:2015

Bem, a migração já aconteceu. E quem deixou para depois e acabou perdendo o prazo, precisa começar do zero. Mas, não se assuste, pois o processo é bem mais simples do que você posssa imaginar. Isto porque, antes de você perder o tempo para migrar, a sua organização já possuía um SGA e o gerenciava adequadamente. Portanto, o processo para alcançar a sua certificação vai ser bem mais fácil e ágilparaas organizações que não possuem um SGA implementado.

Um dos principais objetivos sugeridos para essa mudança de versão, é que se busca propiciar uma evolução dos sistemas de gestão atuais, com base nos avanços tecnológicos, mudanças climáticas e no aprimoramento das práticas ambientais sustentáveis em todo o mundo, tendo em vista o cenário socioeconômico e ambiental atual.

 

Pretende-se que a implementação e a manutenção dos sistemas de gestão sejam vistos como metodologias relevantes para as organizações, que as possibilitem a redução de custos, alcançando os resultados almejados. Para a maioria das organizações, entende-se lucro. Mas de que forma, isso se materializou na redação da nova versão e na vida prática de milhares de empresas? E por que do caráter convidativo para a Alta Direção?

Características da ISO 14001:2015 que vão influenciar a sua gestão

É sobre isso que vamos falar a seguir, considerando a versão publicada pela ISO – International Organization for Standardization, no final de setembro de 2015, podemos agora compreender sua extensão e seu propósito na vida das organizações.

1. Desenvolvimento Sustentável

Primeiramente, a nova versão passa a dar maior enfoque à necessidade de se buscar um equilíbrio entre os três pilares da sustentabilidade: meio ambiente, sociedade e economia. Com destaque para o pilar ambiental, cuja atenção tem sido cada vez mais acentuada, em virtude das pressões da sociedade junto ao setor produtivo em decorrência do uso ineficiente dos recursos naturais, gestão inadequada dos resíduos, emissões de gases poluentes, entre outros.

Determina-se que abordagem sistemática conferida à gestão ambiental pode fornecer informações para se construir resultados de sucesso a longo prazo e desenvolver alternativas para o desenvolvimento sustentável. Como, por exemplo, a possibilidade de se alcançar benefícios financeiros e operacionais que podem resultar da implementação de alternativas ambientalmente saudáveis que fortaleçam a posição de mercado da organização. Tanto em épocas de crise como em períodos de maior equilíbrio econômico e político, toda organização almeja manter sua posição fortalecida no mercado e auferir resultados lucrativos. Portanto, esses objetivos devem estar integrados com os objetivos ambientais.

2. Gestão Ambiental Estratégica

Uma das principais mudanças da nova versão foi o reconhecimento da importância da Gestão Ambiental Estratégica. A problemática ambiental em que a organização está inserida, também se torna fator relevante entre os aspectos que são considerados no planejamento estratégico da mesma. Ou seja, a Alta Direção da organização precisa estar envolvida com o sistema de gestão ambiental e assegurar que os objetivos ambientais estejam alinhados com os objetivos de seu negócio. Na verdade, o caráter “convidativo” da Alta Direção é, na verdade, uma imposição. Ou seja, não é possível a recusa de tal convite por parte da Alta Direção de uma empresa que deseja além de se certificar, obter o resultado almejado.

Dessa maneira, será possível que se reconheça tanto o valor estratégico dos indicadores ambientais, quanto a importância ambiental dos indicadores estratégicos.

 

3. Gestão de Risco

Outra mudança relevante e que poderá embasar a priorização dos aspectos ambientais considerados na gestão estratégica das organizações é a inclusão do conceito de risco ambiental e oportunidades, de forma integrada com a ISO 30001:2009 que determina diretrizes para gestão de Risco.

Apesar de não se determinar qual a metodologia de risco deverá ser utilizada, permitindo-se que tal escolha seja feita pela organização, a norma de gestão de riscos da ISO é citada como referência normativa. Segundo esta norma, risco é o efeito da incerteza de um evento; e a incerteza é considerado o estado, mesmo que parcial, de deficiência de informações relacionadas com entendimento ou conhecimento de um evento, sua consequência ou probabilidade.

Ora, incluir a necessidade de avaliação dos riscos de eventos ambientais negativos e/ou positivos (oportunidades) em função da atividade da organização é reconhecer que certos eventos podem ter repercussões muito mais amplas do que ambientais, como repercussões sociais e econômicas, podendo representar consequências para as comunidades vizinhas e/ou para a reputação/credibilidade e saúde financeira da organização e sua marca.

Como é a Gestão de Risco na prática?

Na prática, isso envolve manter medidas de controle, e, preferencialmente, preventivas para além dos aspectos significativos, considerando também os eventos ou condições que representem maior risco para a organização, como aqueles que possam abalar a reputação de sua marca ou mesmo sua relação com a comunidade e demais partes interessadas. Exemplo disso é o risco relacionado a contratação de fornecedor de destinação de resíduos perigosos sem avaliar sua idoneidade, ou mesmo sem considerar outros fornecedores para o mesmo serviço em caso de necessidade ou emergências. Se contrato somente um único fornecedor para esse serviço e, além disso, não avalio a sua idoneidade legal e ambiental, quais os riscos de destinação ilegal dos resíduos, ou de falta de condições de atendimento do frete em um certo período? Isso é algo cujo risco deveria ter sido avaliado previamente à contratação do serviço.

4. Melhoria Contínua

Houve uma adequação de um dos mais importantes conceitos das normas de sistema de gestão certificáveis, com o objetivo de deixar mais claro o enfoque da norma. A preocupação antes, mais abrangente, com a “melhoria do sistema de gestão” passou a ser mais específico e agora está voltada para a “melhoria do desempenho ambiental”.

Dessa forma, pretende-se demonstrar que melhorias contínuas de outros aspectos do sistema de gestão que, de forma coerente com a política da organização, não consistam em redução de geração de resíduos, efluentes, emissões atmosféricas e outras formas de poluição, não pode ser considerada uma real melhoria contínua.

5. Abordagem de Ciclo de Vida

Não obstante a já existente exigência de se gerenciar aspectos ambientais relacionados aos bens e serviços adquiridos, as organizações precisarão ampliar seus controles e influência para os aspectos ambientais associados com a utilização de produtos, desde o desenvolvimento e fabricação do produto utilizado, até o tratamento ou disposição final dos mesmos.

Entretanto, não necessariamente, a avaliação do ciclo de vida do produto precisará ser realizada de uma forma detalhada nos moldes da ISO 14040, por exemplo, mas precisará ser levado em consideração, principalmente quanto aos produtos relacionados aos aspectos mais significativos da organização.

6. Validade das Certificações ISO 14001:2004

Ficou definido que o prazo para início da vigência da nova versão será de 3 (três) anos, a partir da data de publicação da ISO 14001:2015. Logo, as certificações já existentes não são mais válidas, ou seja, após 14-09-2018 todas as organizações precisam ter migrado para a nova versão da 14001.

Contudo, o prazo para vencimento dos certificados ISO 14001:2004 emitidos durante o período de transição das normas, corresponderam à data final do período de 03 anos.

 

e-book iso 14001:2015 grátis7. Adaptação às mudanças da ISO 14001 versão 2015

Toda mudança causa impacto e é comum que, no início, haja algum tipo de resistência às mesmas. Por isso, para que a adaptação a tais mudanças ocorra de forma mais rápida e eficiente, sem impactar nas atividades rotineiras da organização é necessário planejamento.
Cada organização possui suas características próprias, políticas e nível de amadurecimento que certamente precisarão ser compatibilizados com os novos desafios da revisão atual da norma. Porém, um diagnóstico da situação atual da empresa, frente aos novos mecanismos e práticas introduzidas é o primeiro e fundamental passo a ser dado. Dessa forma é possível verificar com tempo os recursos necessários para uma transição eficiente, sem impactos nos resultados almejados.

Porém, para que esse passo seja dado com maior firmeza e na direção correta, é de fundamental importância que a Alta Direção participe de forma mais direta e ativa da gestão ambiental da empresa. Que seja capaz de entender o valor estratégico dos indicadores ambientais.

Conclusão

Um dos principais objetivos sugeridos para essa mudança de versão, é que se busca propiciar uma evolução dos sistemas de gestão atuais, com base nos avanços tecnológicos, mudanças climáticas e no aprimoramento das práticas ambientais sustentáveis em todo o mundo, tendo em vista o cenário socioeconômico e ambiental atual.

  • Desenvolvimento Sustentável
  • Gestão Ambiental Estratégica
  • Gestão de Risco
  • Melhoria Contínua
  • Abordagem de Ciclo de Vida
  • Validade das Certificações ISO 14001:2004
  • Adaptação às mudanças da ISO 14001 versão 2015

 

Soluções Verde Ghaia

Diante desse cenário, a Verde Ghaia oferece suporte completo para a sua empresa nesse processo de transição, incluindo:

  • Diagnóstico do sistema de Gestão da empresa, quanto aos aspectos incluídos pela nova versão da ISO 14001 versão 2015;
  • Treinamentos: principais mudanças da norma; Interpretação e Implementação da ISO 14001 versão 2015; Auditor Interno e Auditor Interno Integrado (9001 e 14001);
  • Sensibilização da Alta Direção: Quanto ao valor estratégico da Gestão Ambiental, baseado na ISO 14001 versão 2015;
  • Consultoria Presencial e Consultoria On-Line: Por meio de equipe técnica especializada para adequação e implementação dos requisitos, revisão de procedimentos, orientações e esclarecimentos de dúvidas.

 

Para mais informações, entre em contato com os nossos Consultores de Negócios:

(31) 2127-9137
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Aproveite para assistir ao webinar ISO 14001: 2015 – Riscos e Oportunidades

Elias Temponi
Consultor Verde Ghaia, Advogado, Gestor Ambiental e Auditor Líder da ISO 9001 e 14001.


Exigências da nova ISO 9001:2015 que vão influenciar o seu negócio


 

As empresas tinham até setembro de 2018 para se adequarem à nova versão da norma.  No entanto, muitas  deixaram para depois, por falta de planejamento, recurso ou problemas internos que impediram a continuidade do processo de migração. Embora o tempo tenha chegado do fim, ainda é possível ser uma empresa certificada novamente.

O que é a ISO 9001:2015?

Entender como alguns conceitos funcionam na prática e que estejam claros para todos os profissionais interessados na ISO 9001 é fundamental para que a organização se adeque e alcance a certificação ISO. Destacamos que a norma mais conhecida e aplicada em todo mundo para melhoria da qualidade dos processos de uma organização é a norma 9001:2015.

A ISO 9001 versão 2015 foi publicada em setembro de 2015 com o objetivo de manter a norma sempre relevante e atualizada com as novas exigências do mercado, dos clientes e das partes interessadas. A norma define critérios para implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade e certificação internacional. Atualmente, mais de 1 milhão empresas, de 170 países, são certificadas na norma ISO 9001.

Para que serve a ISO 9001:2015?

norma ISO 9001:2015 define os requisitos para garantir padrões de qualidade com o objetivo de buscar a satisfação dos clientes e a melhoria contínua do desempenho das empresas. A implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade e a certificação na norma proporcionam inúmeros benefícios para as organizações. Entenda como a ISO 9001 pode ajudar na gestão de sua empresa:

  • Avaliar e mensurar resultados buscando a melhoria da performance da organização;
  • Mapear e corrigir desvios, visando à melhoria contínua;
  • Melhor gestão das atividades, dos processos, da documentação e dos recursos da empresa;
  • Melhorar a satisfação dos clientes;
  • Evitar desperdícios e retrabalhos;
  • Diferencial de mercado.

Versões da ISO 9001

1987 – Norma que define modelos para garantia da Qualidade em projeto, desenvolvimento, produção, instalação e serviços associados, com foco nas organizações voltadas para criação de novos produtos.

1994 – Publicada norma que define critérios para implantação de Sistema de Gestão da Qualidade e certificação internacional.

2000 – Esta versão da ISO 9001 integrou as normas 9002 e 9003 e, entre outras mudanças, tinha a proposta de ser mais abrangente, com aplicação para produtos e serviços e maior compatibilidade com a ISO 14001.

Esta norma vem para solucionar as dificuldades com as normas anteriores que exigia muito papel e poucos resultados práticos.

2008 – Esta versão buscou aprimorar a anterior, trazendo texto mais claro a respeito de “Abordagem de Processo”, “Requisitos Regulamentares” e reforça a compatibilidade com a ISO 14001.

2015 – a nova versão da ISO 9001 foi publicada em setembro de 2015 apresenta uma norma modernizada, que vai de encontro às novas tendências de qualidade e amplia a importância desse sistema de gestão para os resultados das organizações. Entre os itens que se destacam na iso 9001 versão 2015 estão: avaliação de riscos, geração de resultados, feedback dos stackholders, alinhamento com outras normas ISO e flexibilização de documentação.

O que mudou da ISO 9001:2008 para a ISO 9001:2015?

E para te ajudar nessa jornada, a Equipe da Consultoria da Verde Ghaia elaborou alguns tópicos importantes, que vão contribuir no processo de certificação ISO 9001:2015. Assim, você poderá realizar a sua implementação da melhor forma possível. E, em caso de dúvida, não hesite em deixar um comentário ao final do post que responderemos o quanto antes!

Inicialmente, a mudança teve como  foco principal, enfatizar mais ainda a responsabilidade da Alta Direção. Exigindo que ela se posicione para que haja eficácia no sistema de gestão e nos processos terceirizados Desse modo, a Liderança passa a estar presente no topo do sistema, assumindo responsabilidade para direcionar e motivos os seus colaboradores rumo aos objetivos e metas.

Podemos inferir, que o SG da Qualidade estará mais alinhado às estratégias do negócio da organização. Consequentemente, o desempenho da organização irá melhorá e assim,  incorporar o processo de melhoria contínua ao longo do tempo. Devemos, no entanto, destacar a gestão de oportunidades e risco ao sistema de gestão, como uma oportunidade de governança. É desse modo, que a norma garante que os riscos sejam considerados, visando que a organização alcance os resultados pretendidos e assim, o SGQ passa a fazer parte do Planejamento estratégico da organização.

Quais são as mudanças exigidas pela ISO 9001: 2015?

Destaca-se outro fatos importante, a padronização dos requisitos normativos, em relação a abordagem integrada das normas. Isto porque, a ISO9001 deve ser vista como  a “mãe” das demais normas e por isso, passa a ser uma facilitadora para a implementação do SG Integrado, por exemplo, ISO 14001, ISO45001. O objetivo da integração é proporcionar às organizações uma visão completa de seus processos e economia de recursos. Vale a pena acessar o e-book da Verde Ghaia, que aborda as prinicipais mudanças.

Pontuando algumas mudanças significativas

1. Princípios da Qualidade: A Gestão da Qualidade se apresenta diante de 7 Princípios, e não mais 8 Princípios. São considerados os 07 Princípios da Norma ISO9001 2015:

Cliente
Liderança
Envolvimento de pessoas
Enfoque baseado em processo
Melhoria
Tomada de Decisão baseada em Evidências
Gerenciamento de Relacionamento

2. Anexo SL: Essa é uma das principais mudanças da versão 9001:2015.
Para facilitar o processo de implementação e também de auditorias internas e externas, as normas ISO virão com seus requisitos organizados da mesma forma, por exemplo, Requisito 4 que aborda o Contexto da Organização em todas as normas e o Requisito que aborda o item 7 sobre Apoio e assim por diante.

3. Liderança: Agora a liderança é chamada para uma maior responsabilidade nos processos do sistema de gestão. A alta direção deve estar alinhada e ser responsável pelas melhorias contínuas sugeridas pela norma. Não é mais exigido um RD – Representante da Direção, mas sim, um gerenciamento sênior que deve prestar contas ao Sistema de Gestão de Qualidade.

4. Planejamento: Nesse processo, a Organização deve definir os seus riscos e as oportunidades de cada área que faz parte do escopo do sistema de gestão.
Então, é hora de definir estes riscos e oportunidades, verificar o índice destes  impacto na empresa e fazer planos de ação. Desse modo, busca-se a prevenção dos riscos passíveis a atividade da organização.
O risco é pensado precisamente, de modo que haja uma ação preventiva no planejamento estratégico, possibilitando às organizações se adequarem conforme às suas necessidades.

5. Abordagem de processo: Este conceito é abordado como uma subcláusula com a nomenclatura “Gestão da Qualidade e seus Processos”, contendo dez requisitos essenciais, bem como a sua qualificação. A abordagem de processos compreende o controle entre os processos e hierarquias funcionais das Organizações.

6. Contexto da organização: É necessário considerar o fator socioeconômico da Organização e seu relacionamento direto com as partes interessadas, tanto interna quanto externa. O objetivo é analisar a sua visão, missão, ameaças e oportunidades, assim como suas fraquezas, problemas ou mesmo questões que possam impactar no planejamento do Sistema de Gestão de Qualidade.

7. Desaparece o conceito de ação preventiva: Os requisitos 4.1 e 6.1 que antes uniam o conceito da ação preventiva, agora passam a assessorar as organizações na análise de riscos e oportunidades com mais amplitude.
Contudo, a ISO 9001:2015 não mais se agregada às ações corretivas e às de não-conformidades. Isto significa que às Estruturas de Alto Nível ase apresentam às novas regras, embora não incluam qualquer cláusula.

8. Foco nas partes interessadas: A nova norma não fala apenas sobre os clientes, mas das responsabilidade que estes devem assumir com as partes interessadas. Busca-se estabelecer requisitos que atendam às necessidades e expectativas das partes interessadas. Isto siginifca: Organização e Cliente. Sendo dever da Organização determinar tanto as partes interessadas quanto as suas exigências.

9. Informação documentada: Ao longo de toda a Norma se fala em informações documentadas, embora desapareçam os documentos e registros. Cabe ressaltar que, embora a ISO 9001:2015 não exija o Manual de Qualidade nos procedimentos documentados, não significa que as organizações não precisem mais usá-las.

10. Gestão do conhecimento e competência pessoal: É importante que a organização envolva a todos e que estes sejam competentes e capacitados. Isso gera valor agregado ao trabalho realizado. Além disso, é possível definir o conhecimento necessário para o funcionamento do Sistema de Gestão. Consequentemente, garante-se a conformidade dos produtos e serviços, visando a satisfação do cliente.

11. Enfase nos processos terceirizados:Os critérios para a avaliação não serão iguais a todos, deve-se levar em consideração a criticidade e a confiabilidade nos negócios. Através da certificação ISO 9001:2015, as Organizações devem tratar os seus respectivos clientes/fornecedores como parceiros.

Entenda como as mudanças da ISO 9001:2015 pode trazer benefícios e contribuir no crescimento e desenvolvimento de toda a organização. Quem nos dá uma palinha desse vasto mundo das Normas ISO é Deivison Pedroza, CEO da Verde Ghaia, com experiência e Know how há mais de 20 anos no mercado nacional e internacional. Quer conhecer mais a fundo essas mudanças

Chegou a hora de colocar em prática seu conhecimento sobre a ISO. Mas, se ainda tem agluma dúvida de como aplicar os requisitos da ISO 9001:2015 – Sistema de Gestão da Qualidade, conheça o nosso Cursos EAD da Verde Ghaia.

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Começa a corrida para migração iso 9001 versão 2015 e ISO14001:2015


 

migracao iso 9001 versão 2015

 

 

A publicação das novas versões das normas ISO 9001 e ISO 14001 já completou 1 ano. Agora falta pouco tempo para as empresas iniciarem a migração e completarem o processo antes do prazo de vencimento, em outubro de 2018, quando os certificados da versão anterior perdem a validade.

Para as empresas que consideram que o tempo é grande, os organismos certificadores alertam para que se planejem para não serem surpreendidas e correrem o risco de ficarem sem a certificação.

A versão 2015 das normas traz mudanças significativas para a gestão das empresas, justamente por estar mais alinhada à estratégia e contar com o maior envolvimento das lideranças em todo o processo. Por isso, é fundamental que as empresas se estruturem com antecedência para que consigam realizar a migração com tranquilidade, avaliando e conferindo o atendimento aos novos requisitos, corrigindo possíveis falhas e desvios e evitando a perda do certificado internacional, seja de Gestão da Qualidade ou da .

Pensando nisso, muitas empresas já iniciaram o processo de migração logo na chegada das normas, por terem receio de não conseguirem se estruturar em tempo e fazer com que o Sistema de Gestão esteja devidamente adequado para passar por uma auditoria externa de certificação.

migracao iso 9001 e iso 14001 sogi 6

De acordo com o Consultor e Presidente do Grupo Verde Ghaia, Deivison Pedroza, quanto antes as empresas iniciarem o processo mais tempo terão para avaliar o sistema e corrigir pequenas falhas que só podem ser percebidas quando os processos estiverem sendo executados. “Quem deixa para fazer o processo na última hora, além de ter um custo maior com Consultoria e Treinamentos, corre o risco de não conseguir se adequar completamente e só perceber falhas cruciais durante a auditoria, o que pode até comprometer a certificação dependendo da gravidade da não conformidade. Se pensarmos nos impactos significativos disso para o negócio, não vale a pena correr o risco”, enfatiza.

Ainda de acordo com Deivison Pedroza, muitas empresas já estão preocupadas em manter a certificação, por isso, a procura por serviços de consultoria, consultoria on-line e treinamentos já estão aumentando. “Nos últimos meses tivemos um volume de solicitações de propostas acima da média. O número de acessos nos nossos sites aumentou quase 10 vezes. As empresas estão em busca de materiais orientativos sobre a migração e também de serviços para assessorá-las nos processos. As empresas sabem que, quem deixa para última hora pode ser surpreendido com a escassez ou alto custo de profissionais habilitados e qualificados para ajuda-las”, explica.

Para melhor orientação da sua empresa, elencamos alguns fatores que mostram a importância de planejar o processo e de não deixar para fazer a migração na última hora.

Confira:

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Facilite sua gestão de resíduos


 

gestao de residuosÉ comum nos preocuparmos com a atividade fim da nossa empresa. Mas muitas atividades são essenciais para a sustentabilidade do negócio como a gestão de resíduos sólidos gerados, principalmente em grandes indústrias ou hospitais. O que fazer com os coprodutos, aqueles que não são seu produto final, mas que são gerados ao longo da produção, os tais resíduos sólidos?

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O que a SWOT pode fazer pelo seu negócio?


 

swotvgFerramentas de administração e marketing muitas vezes são esquecidas no calor do negócio. Você abre uma empresa, entra em uma rotina e não consegue parar para analisar o mercado e suas diversas possibilidades. Mas esse feeling não pode ser perdido. Uma ferramenta simples de ser utilizada é a análise SWOT.

Com ela você pode responder diversas perguntas do seu negócio e promover uma melhoria administrativa substancial.

O que posso alcançar com essa ferramenta? O que significa cada quadrante do SWOT? O que ela tem a ver com o sucesso ou fracasso de uma empresa? Como é a Swot na prática? Quais as vantagens e desvantagens?

Quer saber as respostas? Acesse a matéria completa no Blog da Consultoria On-line. O que significa SWOT?


Venda de Resíduos Industriais


 

crise resíduosA geração de resíduos industriais está presente em diversas empresas dos mais diversos segmentos e, muitas vezes, estes resíduos podem ser sinônimo de custo. E custo e crise não combinam! Na grave crise econômica em que o Brasil se encontra, é necessário criar e uma solução inteligente encontrada pelas empresas é encaram com seriedade o mercado de resíduos.

Mas por onde começar?

Aumentar a folha de pagamento e ter um responsável para esta nova atividade não é vantajoso, então, nesta hora, mais do que nunca é necessário se apoiar na tecnologia. Um software de gestão que anuncia, compra e vende o resíduo da sua empresa. Saiba mais sobre o tema acessando o Blog do VG Resíduos.

Crie oportunidades com o mercado de resíduos e saia da crise com a venda resíduos industriais.

 

 


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A Franquia Verde Ghaia (VG Franquia) é a sua oportunidade de ter um negócio de sucesso, testado e comprovado.
Com mais de 2 mil clientes em todo o Brasil, o Grupo Verde Ghaia é líder no mercado de Consultoria e Gestão de Risco Legal, além de ser referência em treinamentos, auditorias de Sistema de Gestão, Consultoria Jurídica, Inventários de Emissões de GEE, Gerenciamento de Resíduos, entre outras soluções para a Gestão Integrada.

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Auditoria Interna ISO 9001


 

Se a sua empresa busca uma avaliação isenta e eficaz do desempenho do Sistema de Gestão da Qualidade, a Verde Ghaia tem a solução.

Com a Auditoria Interna ISO 9001 a Verde Ghaia traz uma perspectiva imparcial sobre o SGQ da empresa, avaliando a sua performance, o atendimento aos requisitos da norma ISO 9001, os pontos fortes e possibilidades de melhoria para o sistema.

A Auditoria Interna ISO 9001 da Verde Ghaia é voltada para empresas que buscam a certificação, a manutenção da certificação ou para aqueles que querem apenas avaliar o seu desempenho da qualidade.

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Mapeamento de Empilhadeiras na NR 12


 

Atualização da NR 12

Com a atualização da NR 12 não se faz mais necessário o mapeamento das empilhadeiras dentro do levantamento de máquinas da NR 12?

No inventário de Máquinas e Equipamentos não é necessário a inclusão de máquinas autopropelidas, conforme disposto nos seguintes itens da NR 12:

12.153 O empregador deve manter inventário atualizado das máquinas e equipamentos com identificação por tipo, capacidade, sistemas de segurança e localização em planta baixa, elaborado por profissional qualificado ou legalmente 22 habilitado.

12.153.2 O item 12.153 não se aplica: (Item e alíneas inseridos pela Portaria MTE n.º 857, de 25/06/2015)

1. b) a máquinas autopropelidas, automotrizes e máquinas e equipamentos estacionários utilizados em frentes de trabalho.

Por máquina autopropelida ou automotriz, a norma define que é aquela que se desloca em meio terrestre com sistema de propulsão próprio, ou seja, as empilhadeiras não deverão constar no inventários das máquinas e equipamentos.

Aproveite para saber mais sobre a importância da Gestão de RISCOS para a sua organização. Afinal, é possível prevenir e precaver quaisquer tipos de acidentes, esse é o assunto abordado pelo Presidente/CEO do Grupo Verde Ghaia, que possui mais de 25 anos de experiência.

A gestão de risco legal é o mapeamento do seu negócio, como se fosse uma fotografia. É importante, pois é através dessa Gestão que você consegue saber como esta legalmente. Contudo, deve-se fazer uma inspeção, para a Gestão de Risco, com profissionais capacitados e experientes. A Verde Ghaia oferece o serviço Risco Legal  através de uma Assessoria Jurídica completa, cuidando de suas demandas e dúvidas minuciosas. Atuando nas áreas de Meio Ambiente e de Saúde e Segurança no Trabalho.

Assista ao Café Conectado e se mantenha informado!

 

 

 


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