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Qualidade e Segurança de alimentos: um alarde desnecessário


 

Nos últimos dias, as mídias sociais têm debatido, incansavelmente, sobre a “Operação Carne Fraca”, apontando a falta de fiscalização sanitária nas empresas frigoríficas. Consequentemente, eclodiu um alarde nacional e internacional sobre a qualidade e segurança de alimentos, afetando as vendas de todas as empresas brasileiras.

De acordo com o ex-ministro da Agricultura e Presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Francisco Sérgio Turra, o discurso feito pelas mídias sociais é irresponsável, uma vez que dá a entender que todas as empresas brasileiras neste ramo, trabalham com carne “fraudada”. “O Brasil tem se preparado para ser uma reserva de alimentos para o mundo e estamos nos capacitando cada vez mais”, afirma Turra em entrevista à Folha Uol. Prova dessa afirmação, é a crescente preocupação da população em consumir alimentos que estejam em boas condições e que não prejudiquem a saúde, levando as organizações e governos a se empenharem nos programas de melhoria contínua e na normatização dos requisitos legais (ISO 22000).

Percebe-se que há preocupação tanto por parte do governo quanto por parte das organizações, pois desde a primeira publicação da ISO 22000:2005, as empresas vislumbraram oportunidades de melhorar a gestão da segurança de alimentos, através de metodologias que visam a otimização dos procedimentos e atendimento aos requisitos desta norma. O mercado tem sido cada vez mais exigente quanto a qualidade e a segurança dos alimentos oferecidos aos consumidores.

Atualmente, tem-se discutido o processo de revisão da ISO 22.000:2005, com o ensejo de mantê-la atualizada, garantindo a relevância desta para qualquer organização na área de alimentos, assim como, a segurança dos produtos oferecidos ao consumidor final. Além de atender às Normas de qualidade e segurança de alimentos, as empresas brasileiras passam constantemente por fiscalizações baseadas na legislação vigente que mostra-se bastante rigorosa frente aos padrões internacionalmente estabelecidos. É por isso que o Brasil tem sido um dos maiores exportadores de alimentos, abrindo cada vez mais, portas no mercado internacional.

Outro fator que mostra a preocupação do país é a importância que as empresas brasileiras dão a qualificação e a capacitação de seus profissionais na área de gestão da segurança de alimentos. Percebe-se, portanto, que as empresas estão preocupadas quanto a aplicação adequada dos requisitos da norma, diminuindo, significativamente, as contaminações nos processos de produção, fabricação e/ou transporte de alimentos.

Por isso, as empresas brasileiras não deixam de colocar em prática os requisitos da NBR ISO 22000, que rege a segurança de alimentos em toda a cadeia de produção: produtores, armazéns, fabricantes, transportadores, até os pontos de venda.

Com essas e várias outras ações, a ISO 22.000 é capaz de ajudar sua empresa, na produção de alimentos inócuos, evitando danos não apenas ao consumidor, mas também à marca, proporcionando uma maior confiança do consumidor.

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