20 anos do Grupo Verde Ghaia - Arquivos do BLOG
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Verde Ghaia: Nós nunca paramos de evoluir


 

1999. O ano em que Fernando Henrique Cardoso dava início ao seu segundo mandato como presidente do Brasil. O Euro começava a ser usado em transações eletrônicas em 11 países membros da União Europeia. O presidente da Rússia, Boris Yeltsin, renunciava ao cargo.

Neste mesmo ano, a Verde Ghaia se apresentava como a primeira empresa brasileira a oferecer serviços em gestão empresarial com foco em sustentabilidade, um assunto ainda abordado muito timidamente no país.

A Verde Ghaia nasceu das mãos (e mente criativa) de Deivison Pedroza, que aos 24 anos de idade criou o Projeto Semente Ecológica, um programa de educação ambiental infantil cujo objetivo era conscientizar as crianças sobre a importância de se preservar o meio ambiente — Deivison tinha ciência de que era assim que se plantava a sementinha que germinava adultos ecologicamente responsáveis.

O sucesso do projeto deu origem a algumas Consultorias em Meio Ambiente aqui e ali. Na época, ainda sem uma equipe definida, o próprio Deivison viajava por todo o país para atender seus clientes. A cada novo cenário que visitava, Deivison constatava que ainda havia muita negligência das empresas em relação a questões ambientais, e pensava num jeito de melhorar o processo de monitoramento das legislações federais, estaduais e municipais de seus clientes.

A intenção era que as empresas não apenas estivessem em conformidade ambiental, mas também, ficassem conscientes de que a sustentabilidade era um assunto importantíssimo.

Os primeiros Planejamentos da Verde Ghaia

Os primeiros Planejamentos da Verde Ghaia

Os primeiros planejamentos da Verde Ghaia, eram feitos em planilhas Excel — afinal estamos falando do início dos anos 2000, quando a internet ainda se mostrava um recurso caro e a maioria das empresas seguia um modelo de acesso à informação baseado apenas numa intranet.

Mas, com o tempo as planilhas de Excel ficaram modestas demais, para os planos de Deivison. E assim, nasceu a ideia de criar um software exclusivo: o SOGI, uma plataforma de monitoramento de requisitos legais cujas primeiras versões vinham em CD-ROMs (lembra-se deles?).

Em 2001, exatamente no início do terceiro milênio da nossa era, o soGi passou a ser totalmente online. A internet ainda era discada — e muuuuito lenta. Mas mesmo assim, as empresas ficaram satisfeitas por estar tendo acesso a um recurso que funcionava tanto online quanto off-line sem interferir em seus processos internos.

Contudo, a Verde Ghaia nunca quis se limitar a ser uma empresa desenvolvedora de softwares. A ideia de espalhar a importância da sustentabilidade ainda era forte, e por isso o SOGI se transformou não apenas num programa de monitoramento, mas também num aliado em questões de consultoria dos sistemas de gestão.

E assim a Verde Ghaia lançou, nos meados dos anos 2000, o livro de Metodologias para Implantação de Sistema Ambiental e a Cartilha sobre Metodologia de Aspectos e Impactos, Perigos e Riscos, a qual passou a ser adotada por todo o mercado como metodologia Padrão.

Momentos que marcaram o crescimento da Verde Ghaia

Ao longo da década de 2000 a 2010, uma série de acontecimentos foi modificando também a relação da Verde Ghaia com o mercado: os celulares foram ficando cada vez mais comuns. Também foi a década do nascimento do primeiro iPhone (2008). A internet se tornou um recurso mais barato, com conexões via cabo, aposentando de vez, aquela internet discada chatíssima de se conectar.

Juntamente a tudo isto, as empresas começaram a desenvolver uma consciência ecológica e começou a se falar cada vez mais em responsabilidade ambiental e social.

Foi uma década na qual a Verde Ghaia começou a incrementar seus negócios para melhor atender às necessidade de seus clientes. Ela criou outras Metodologias a partir da LIRA, por exemplo, Outsourcing LIRA voltada ao gerenciamento de requisitos legais. E, também ampliou seus serviços, indo além do escopo ambiental e dedicando espaço à saúde e à segurança ocupacional.

A partir daí, surgiram vários outros projetos muito importantes, como o Instituto Oksigeno, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público sem fins lucrativos que nasceu com o compromisso de se envolver com causas globais, sempre promovendo a sustentabilidade.

O Instituto Oksigeno foi responsável pela criação de grandes campanhas, como a Vozes do clima, a qual contou com a participação de diversos artistas como Ivete Sangalo, Claudia Leite e Nando Reis, numa missão para conscientizar as pessoas sobre as mudanças climáticas que nosso planeta vem sofrendo ao longo dos anos. Também foram criadas a Metodologia Carboneutro (para cálculos de emissão de gases do efeito estufa), a Metodologia SCARI (Sistema de Caracterização de Resíduos Industriais) e a Metodologia ARE (Análise de risco empresarial).

Ao longo dos anos, o SOGI também foi acompanhando toda essa evolução e sendo melhorado constantemente, até se tornar o software de Gestão e Desempenho em Sustentabilidade, completíssimo, que é hoje, dando origem ao Prêmio Compliance Brasil. Isto porque, o SOGI é capaz de realizar a análise de conformidade legal das empresas usuárias do SOGI – Software de Gestão Integrada – atráves de dados coletados ao longo dos anos, comprovar os dados quantitativos e qualitativos.

A Verde Ghaia em si também expandiu, abrindo filiais em Curitiba, Maceió e São Paulo e até mesmo, começando a realizar o monitoramento da legislação na África!

Ao fim da década de 2009, a Verde Ghaia havia crescido substancialmente, partindo de uma pequena empresa com pouco mais de 10 pessoas para uma empresa com quase 50 colaboradores! No incío do ano de 2013 a Verde Ghaia inicia a abertura de Franquias, cujo objetivo é o de levar suas metodologias e tecnologia às empresas, mantendo a qualidade Verde Ghaia de seus produtos e serviços. Com isso, a Verde Ghaia tomou mais corpo, crescendo quase 60% de sua estrutura interna.

A partir de 2010 — ano em que o Facebook registrou 500 milhões de usuários — a Verde Ghaia percebeu que era hora de aproveitar os recursos das redes sociais, e assim, começou a compartilhar todo o conhecimento de seus melhores colaboradores com o restante do mundo. E, com o passar dos anos, nasceram alguns outros produtos de cunho educativo: Café Conectado, eventos de webinar, além da publicação de campanhas educativas, materiais para leitura online e materiais para download.

Ampliando os negócios: VG Resíduos e Consultoria Online

Momentos que marcaram o crescimento da Verde Ghaia

Com a facilidade de partilhar conhecimento via internet, veio a ideia de criar uma plataforma para Consultoria Online, visando agilidade nos processos de implementação das normas ISO, dando possibilidades as micros e pequenas empresas de contratarem serviços de consultoria para implementação das Normas ISO de um modo, totalmente online e assim, economizando nos custos de logística.

E jamais poderíamos deixar de mencionar a VG Resíduos, versão atualizada do antigo SCARI, plataforma focada no tratamento de resíduos sólidos para empresas, cujo principal objetivo é fazer com que os resíduos de qualquer tipo de organização sejam corretamente destinados (podendo ser até mesmo reaproveitado por outras empresas).

A empresa VG Resíduos permitiu uma parceria com a Startup LG7, que assumiu o desenvolvimento do software e sua gestão e o alavancou unindo as pontes entre o comprador e o tratador de resíduos, gerando um lucro oriundo de uma fonte altamente sustentável.

Além disso, a Verde Ghaia também investiu em grandes mudanças nos filhotes do soGi, cujos módulos GAIA, PRSSO, TNC, Auditoria, LIRA foram modernizados, possibilitando a customização, para que assim pudessem atender às necessidades dos clientes e respeitando, portanto, as diferentes maneiras de se fazer gestão.

Toda a evolução da Verde Ghaia ao longo de seus 20 anos foi marcada também pela conquista de certificações importantes: a ISO 9001 (Qualidade), ISO 14001 (Gestão Ambiental) e OHSAS 18001 (Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional), mostrando que a Verde Ghaia realmente é adepta de tudo aquilo que ela vende e divulga.

Merecidamente, em 2018 a Verde Ghaia foi convidada a participar da Feira de Tecnologia Websummit, em Portugal, o maior evento de tecnologia do mundo, onde então pôde apresentar ferramentas exclusivas desenvolvidas pelas empresas do Grupo.

2019: atendendo o mercado há 20 anos com foco em inovação e tecnologia

2019: atendendo o mercado há 20 anos com foco em inovação e tecnologia
Você já parou para escutar o seu cliente?

Desde sua fundação, a Verde Ghaia sempre esteve atenta às inovações tecnológicas, por isso, hoje suas campanhas possuem um posicionamento sólido no que diz respeito ao compartilhamento de conhecimento em redes sociais. E já estamos investindo muito em tecnologia que possa cada vez mais facilitar o gerenciamento dos requisitos legais das organizações, independete da área de atuação.

A Verde Ghaia tem investido tanto em novos modelos de aprendizado, que já possui até canal no Spotify, com áudio de seus cursos de capacitação, além de um estúdio exclusivo, em sua dependência, para a gravação de seus cursos e webinar.

No mês de maio, por exemplo, foi realizada a Semana Webinar Verde Ghaia, com muito conteúdo para ser discutido, para tirar dúvidas e também compartilhar seu  processo de crescimento nos últimos 20 anos! Você pode rever todos os vídeos e ficar por dentro de tudo, basta clicar nos links abaixo:

DIA 20/05 – Aplicação de novas Tecnologias na Gestão / Palestrante: Deivison Pedroza

DIA 21/05 – Governança, Risco e Compliance – GRC / Palestrantes: Raquel Varoni e Danielle Reis

DIA 22/05 – Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, Serviços de Saúde e de Construção Civil / Palestrantes: Ana Paula Santos e Fabiana Brant

DIA 23/05 – Segurança da Informação / Palestrantes: Osvaldo Junior e Gabriel Pontes

DIA 24/05 – Evolução da Gestão nos últimos 20 anos / Palestrantes: Daniela Pedroza e Deivison Pedroza

São pessoas e não tecnologia que inovam os negócios!

Embora a Verde Ghaia esteja sempre conectada, ela nunca se esquece de que empresas são feitas por pessoas. Por isso, buscamos realizar com frequência entrevistas com os nossos clientes, visando atender às suas necessidades para melhorar o nosso atendimento, produtos e serviços.

Além de atender aos nossos clientes, a Verde Ghaia também busca criar laços entre seus colaboradores, realizando workshops, estimulando assim, a interação social entre os departamentos e criando um clima bem familiar entre todos os funcionários.

Workshop da Verde Ghaia – ano de 2018

Mas não termina aqui… Essa valorização também se estende a outras empresas, como o Prêmio Compliance Brasil. Este prêmio foi criado com a intenção de parabenizar as organizações que se preocupam em manter seus sistemas de gestão sempre atualizados. Saba mais sobre o Prêmio e conheça seus finalistas!

Este ano, será celebrada a sua 4ª edição do Prêmio, agraciando todas as empresas que vêm fazendo o que a Verde Ghaia tem feito de melhor, em seus vinte anos de existência, valorizar a sustentabilidade empresarial.

Verde Ghaia: Nós nunca paramos de evoluir!


Prepare-se!! Semana Webinar Verde Ghaia com muito conteúdo!


 

Semana Webinar Verde Ghaia.

Webinars #20AnosVG!

A gente nunca para! Nste mês de Maio, a Verde Ghaia comemora seus 20 anos e está mais em forma do que nunca! Por isso, nada como estarmos mais perto dos nossos clientes para que tenhamos um mês ainda mais produtivo.

Assim, programamos uma semana de Webinar com muito conteúdo para que possamos conversar, tirar dúvidas e também, compartilhar com vocês esta data tão especial!

Uma Semana de Webinar só para você!

A Verde Ghaia sempre busca oferecer conteúdo de qualidade não apenas para os seus clientes, mas também a estudantes, professores, pesquisadores, estagiários, curiosos sobre os mais diversos temas.

É isso que ajudou a Verde Ghaia a se consolidar no mercado por 20 anos e nos tornando referência nacional em sistemas de gestão. E tudo isso não é à toa! Estamos sempre preocupados com cada detalhe, o desejo de ser cada vez melhor e oferecer serviços e produtos com qualidade. Além disso, cada um dos nossos colaboradores se dedicam de forma especial e exclusiva para ajudar você a facilitar seu trabalho, otimizar recursos, reduzir custos, permitiindo assim, que a sua empresa cresça de forma sustentável.

A Verde Ghaia tem profundo conhecimento técnico e faz questão de ser parceira de empresas que buscam integridade, transparência e ética em sua governança.

Conheça os assuntos no Webinar Verde Ghaia – 20 anos

Acesse aos vídeos, clicando nos links abaixo e fique por dentro do que aconteceu no dia!!

DIA 20/05 – Aplicação de novas Tecnologias na Gestão
Palestrante: Deivison Pedroza

Muitas metodologias utilizadas para Sistemas de Gestão ainda são da década de 90. Na contramão das grandes mudanças tecnológicas e exponenciais, estamos aproveitando pouco os recursos destas mudanças. Temos que nos conectar ao novo. As soluções digitais vêm causando impactos irremediáveis em diversos setores do mercado e integrando inteligência por meio da transversalidade das áreas. Mas, apesar das vantagens, menos de 40% das organizações no Brasil investem em tecnologia. Como não ficar de fora dessa era tech? Qual o impacto para sua empresa se não acompanhar essa revolução tecnológica?


DIA 21/05 – Governança, Risco e Compliance – GRC
Palestrantes: Raquel Varoni e Danielle Reis

Quando se fala em GRC é preciso ter em mente os conceitos base de cada processo para que o todo seja compreensível. No webinar, vamos falar sobre cada um: o que é governança, riscos e compliance, para ao final explicar a importância dessa integração. Atualmente, eles são combinados com a finalidade de alcançar resultados mais eficazes dentro das organizações, com objetivo de transações transparentes, avaliação de risco eficiente e a conformidade com as normas aplicáveis.


DIA 22/05 Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, Serviços de Saúde e de Construção Civil
Palestrantes: Ana Paula Santos e Fabiana Brant

Orientação prática e teórica com base nos principais requisitos legais para a elaboração de PGRS, PGRSS e PGRCC. Será apresentado o fluxo relacionado ao manejo de resíduos em qualquer tipo de segmento, contemplando os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte e destinação/disposição final dos resíduos sólidos, serviço de saúde e construção civil.


DIA 23/05 – Segurança da Informação
Palestrante: Osvaldo Junior e Gabriel Pontes

Os vazamentos de dados deterioram não só a reputação de empresas renomadas como também causam prejuízos devido às multas aplicadas pelas leis vigentes. Por isso, nesse webinar vamos tratar a Governança de Segurança da Informação e o Desenvolvimento Seguro apresentando os meios para que as empresas estejam em conformidade com as leis e aumentem a confiança de seus clientes.


DIA 24/05 – Evolução da Gestão nos últimos 20 anos
Palestrante: Daniela Pedroza e Deivison Pedroza

O que mudou no mundo do atendimento às leis e monitoramento de sistemas de gestão nos últimos 20 anos? Vamos explorar os indicadores de desempenho na gestão e apresentar os avanços políticos e técnicos para as certificações no Brasil. Como era o processo e as exigências ao longo deste período e como é hoje? Sua empresa está adequada à nova forma de atendimento aos requisitos legais? Mais do que nunca o compliance sustentável é uma exigência de sobrevivência e a alta direção das empresas devem estar cada vez mais próximas destas questões. Confira a evolução da importância do seu setor para a gestão estratégica da sua empresa.


Gostou? Então marque na sua agenda!!


Participe e use esta experiência para motivar sua equipe a estar cada dia mais em compliance. Vagas limitadas!



Qual o significado de Missão, Visão e Valores para a sua organização?


 

Missão, visão e valores devem ser levados muito a sério pelas organizações, pois a partir dessas definições, o seu Planejamento estratégico sai do papel.

Missão, visão e valores o que é - Qual o significado de Missão, Visão e Valores para a sua organização?

Você já deve ter visto por aí: muitas empresas têm o costume de colocar três elementos em seu website ou até mesmo em plaquinhas nas paredes de seus estabelecimentos onde lemos os dizeres: “Nossa missão”; “Nossa visão“; “Nossos valores”.

Pode ser que alguns sequer tenham prestado atenção a tais dizeres ou se deem conta da tamanha importância deles. Porém, é um engano pensar assim. Mas por que três palavrinhas detêm tanto poder?

Definindo: Missão, Visão e Valores

Antes de tudo, vamos conhecer o significado de cada uma delas no ambiente empresarial.

A Missão equivale à razão de ser de uma empresa, é o propósito de sua existência e praticamente informa quem ela é à primeira vista. É como nosso documento de identidade: sempre que o mostramos a alguém, estamos comprovando quem somos, ali estão informações pessoais e intransferíveis, como nosso nome e nossa data de nascimento. Um documento de identidade informa ao mundo quem somos. E ao tentarmos interpretar a missão de uma empresa, também conseguimos descobrir muito a respeito dela.

Já a Missão dá sentido às ações diárias da empresa; toda tomada de decisão que ocorre dentro dela deve necessariamente estar alinhada à sua missão. O Google, por exemplo, diz que sua missão é “organizar as informações do mundo todo e torná-las acessíveis e úteis em caráter universal ”.

Ora, é inegável que tal missão vem sendo muito bem cumprida, afinal a Google é uma empresa que se tornou referência no que diz respeito ao compartilhamento de informações— a página google.com é nada menos do que o site mais visitado do mundo!

Perceba que o Google se ateve fielmente à sua missão e isto com certeza foi um diferencial para fazer a organização chegar onde chegou.

Missão, visão e valores da empresa - Qual o significado de Missão, Visão e Valores para a sua organização?

Leia sobre Inovação com foco em Sistema de Gestão.

Já a Visão de uma empresa diz respeito ao destino que ela almeja alcançar, ou seja, representa o que ela vislumbra. A Visão de fato se refere ao ato de olhar, é a empresa mirando no horizonte que a aguarda.

A Visão deve ser inspiradora e, se possível, contar com a participação de todos os colaboradores de uma empresa, afinal ela funciona como um sonho, um desejo — e nada mais justo do que incluir o sonho de todos aqueles que estão trabalhando ativamente em prol de uma companhia, não é mesmo? Mas atenção: embora deva ser inspirador, é esperado que tal sonho seja realizável e que cumpra a função de meta, de objetivo. Sabe quando você se pergunta “Onde eu me vejo daqui a dez anos?” e então tenta vislumbrar algo realista? É assim que funciona para uma empresa quando ela define sua Visão.

Por último, vamos aos Valores. Os Valores são os princípios que regem todos os indivíduos que fazem parte de uma organização. São basicamente os parâmetros seguidos por todos para que o ambiente seja íntegro. Os Valores de uma empresa devem ser objetivos, de conhecimento público e obrigatoriamente seguidos por todos que nela trabalham. Ora, se um funcionário não está disposto a agir de acordo com os Valores de determinada empresa, ele certamente não serve para trabalhar ali, não é? Numa comparação rasteira, seria como colocar um vegetariano para atuar num açougue. Não daria certo nunca, não é?

Toda organização precisa inovar, ter qualidade, e buscar por tecnologia!

Micro e pequenas empresas no Brasil tendem a não estabelecer metas e objetivos, e isso resulta em falta de comprometimento para com os colaboradores e clientes, e também resulta na incompreensão da própria importância e capacidade de trazer benefícios ao mundo.

Missão, Visão e Valores do grupo verde ghaia
Grupo Verde Ghaia

Definir esses pontos também é fundamental para determinar o planejamento estratégico de uma empresa, que é a competência responsável por auxiliar gestores a pensar nos aspectos de sua organização no longo prazo.

Mas atenção: não basta apenas criar a Missão, Visão e Valores. É importante que uma empresa revise suas atitudes com frequência para se certificar de que os conceitos das “três palavras mágicas” estão sendo seguidos à risca. Ou até mesmo se elas devem passar por algum tipo de ajuste, afinal o mercado está em constante evolução.

Um dos motivos que faz a Verde Ghaia estar no mercado há vinte anos é sua crença nas tais três palavrinhas responsáveis por orientar toda uma organização. São elas que estabelecem a jornada, o caminho a ser seguido e as maneiras de alcançar o sucesso desejado.

A Verde Ghaia tem plena certeza de que sua Missão, Visão e Valores são fatores determinantes para seu êxito, e assegura para que seus colaboradores abracem a filosofia da empresa e não consideram a Missão, Visão e Valores meros dizeres numa plaquinha. 

Oferecer metodologias e indicadores para a sustentabilidade através de processos cada vez mais rápidos, melhores e mais baratos.

Os princípios do Grupo Verde Ghaia

Qual o significado de Missão, Visão e Valores para a sua organização?

Oferecer metodologias e indicadores para a sustentabilidade através de processos cada vez mais rápidos, melhores e mais baratos.

PROPÓSITO: Prezamos a confiança, simplicidade, transparência e colaboração como questões essenciais nas relações.
INOVAÇÃO: Acreditamos que é sempre possível inovar.
SUSTENTABILIDADE: Entendemos que a sustentabilidade só é possível com o cumprimento da legislação aplicável (compliance).

Até 2022, ser líder em gestão de risco e compliance.


Conheça sobre o Prêmio Compliance Brasil

Prêmio Compliance Brasil possui abrangência nacional e é uma celebração das boas práticas e do controle legal adotados pelas organizações em todo o Brasil.

O Prêmio é uma iniciativa do Grupo Verde Ghaia e está em sua 4ª edição sempre com o objetivo de incentivar as empresas a implementarem práticas sustentáveis em todos os seus processos, valorizando e reconhecendo os projetos que se destacarem através de indicadores e programas de metas.


SOGI: Soluções inteligentes e Metodologias ágeis


 

Imagine que você tenha recebido um convite para um evento muito importante, daqui a alguns meses, no qual precisará se apresentar de maneira adequada, com uma roupa elegante. Então você decide que vai encomendar uma roupa sob medida a um alfaiate.

SOGI: Soluções inteligentes e Metodologias ágeis

Só que o profissional que você encontrou trabalha de um jeito um pouquinho diferente. Ele confere suas medidas no ato da encomenda e aí diz que precisa de seis meses para fazer sua roupa. Como é uma roupa muito especial, você concorda com o prazo. E então o alfaiate se põe a trabalhar, porém, não entra em contato com você nesse ínterim.

Eis que no dia da entrega, já às vésperas do evento, você vai buscar a tão sonhada roupa. Aí experimenta e… Opa… A barra está longa demais. Ih, não está abotoando na barriga, afinal você ganhou uns quilinhos depois daquelas férias na praia… E o tecido não tem um caimento tão bom quanto prometia… Que lástima, não é mesmo?

É lógico que você jamais mandaria fazer uma roupa sob medida em tais condições. Agora vamos transpor a mesma situação para uma empresa. Digamos que essa empresa esteja precisando muito de um software para gerir seus processos. Aí faz a encomenda a uma desenvolvedora. E pronto. Deixa para conferir o resultado só lá na frente, no dia do deadline. Impensável, sem dúvida!

Metodologia Ágil: princípio essencial para o desenvolvimento

SOGI: Soluções inteligentes e Metodologias ágeis

E é exatamente por isso que existem as metodologias ágeis que, sob o conceito da Tecnologia da Informação (TI), são as novas formas de criar programas. É uma abordagem que confere muito mais flexibilidade aos profissionais de TI, pois o planejamento e a execução de todas as rotinas são mais interativos. O contato com o cliente é constante e todas as modificações vão sendo realizadas de acordo com a necessidade. Comparando lá com a nossa história do alfaiate, seria o equivalente às provas de roupa, que vão servindo como referência para que as peças sejam modificadas ao longo do processo e fiquem perfeitas no ato da entrega.

A metodologia ágil é algo tão importante, que foi estruturada em padrões descritos pelo Manifesto Ágil, uma declaração de valores e princípios essenciais para o desenvolvimento de softwares. Ele foi publicado em 2001, em Utah, nos Estados Unidos, e é obra de 17 desenvolvedores que compartilhavam ideais comuns sobre a fluidez do desenvolvimento de programas de computador. O Manifesto Ágil tem sua fundação em quatro valores:

  1. Processos e ferramentas são importantes, mas a interação e comunicação entre indivíduos é mais importante ainda;
  2. Clientes querem um software que funcione, portanto a documentação só é importante se agregar real valor ao processo;
  3. A colaboração com o cliente vai muito além da negociação de contratos, pois é essencial que as decisões sejam tomadas em conjunto;
  4. Responder às mudanças é mais eficaz do que seguir um plano engessado;

A ferramenta SOGI da Verde Ghaia segue exatamente esse princípio.

Inicialmente, foi desenvolvida como uma plataforma de monitoramento de requisitos legais online, e ao longo do tempo foi crescendo de maneira tão plena, que hoje é um software completo de Gestão e Desempenho em Sustentabilidade, e conta com uma série de módulos para atender às necessidades de cada cliente.

Cada módulo foi (e vem sendo) desenvolvido dentro dos princípios das Metodologias Ágeis. O cliente participa ativamente das decisões, e todo o planejamento é adaptativo e comandado por equipes dotadas de conhecimentos multidisciplinares — e também ávida em sua busca contínua por melhorias.

E esse dinamismo, da metodologia ágil, que permite que cada módulo do SOGI seja atualizado constantemente, oferecendo soluções inovadoras e otimizadas.

Basta lembrar que o objetivo principal da ferramenta é monitorar e garantir que clientes cumpram as normas e requisitos legais pertinentes ao seu negócio. O Brasil é notório por sua imensa quantidade de leis — e quase sempre elas sofrem algum tipo de atualização, uma inserção de uma nova portaria ou decreto.

Seria impossível estar em dia, se o sistema SOGI não seguisse os princípios das Metodologias Ágeis. Atualmente, o SOGI conta com 110 mil legislações em seu banco de dados, volume para lá de robusto e que exige muita estrutura (inclusive de armazenamento na nuvem) para funcionar sem falhas. Enfim, o SOGI é basicamente o resumo de tudo o que metodologias ágeis pregam: a necessidade de manter o cliente satisfeito diante de uma entrega contínua de funcionalidades.

E é claro que com toda essa flexibilidade e integração, a entrega de resultados se torna bem mais certeira. O tempo necessário para finalizar qualquer etapa do processo de desenvolvimento de um software fica mais curto, as novas funcionalidades vão surgindo num ciclo dinâmico (deixando o cliente mais satisfeito) e até as relações entre as equipes melhoram, já que a comunicação livre de ruídos é parte importante do processo inteiro. Além disso, a implementação da gestão de risco é intrínseca ao processo, afinal o cliente atuará lado a lado com os desenvolvedores a fim de evitar erros, conferindo assim uma taxa de retorno muito maior.

Embora tenha nascido dois anos antes de o surgimento do Manifesto Ágil, a Verde Ghaia já compreendia de berço que todo o seu esforço deveria se voltar para aquilo que ela considerava mais importante: o cliente.



Verde Ghaia: a influência da marca nos últimos 20 anos


 

A história dos videogames possui dois casos clássicos que ilustram muito bem a importância de se estar atento às tendências tecnológicas no mercado e jamais contar com a vitória certa sobre a concorrência.

Criação do Software para Monitoramento de Requisitos Legais aplicáveis

A primeira delas envolve o Atari 2600, console lançado em 1977 que chegou a vender trinta milhões de unidades em todo o mundo, um número respeitável ainda hoje. O Atari massacrava a concorrência porque oferecia gráficos superiores e, em virtude do hardware mais evoluído, conferia aos desenvolvedores liberdade para criar jogos com visual mais inovador.

Além disso, a Atari Inc conseguiu garantir a exclusividade nos direitos de adaptação dos jogos que atraiam multidões aos fliperamas. A perspectiva de poder jogar Frog ou Space Invaders em casa conquistou milhões de consumidores ávidos. Mas embora a Atari Inc tenha lançado outros modelos de console além do 2600 — tais como o Atari 5200, o Lynx, e o Jaguar —, ela pareceu estacionar no tempo no quesito tecnologia. Sendo assim, quando a Nintendo apresentou o NES (apelidado carinhosamente de “Nintendinho” no Brasil), em 1983, com a novidade dos jogos em 8 bits, a Atari não resistiu ao baque.

A segunda história envolve a própria Nintendo, que já havia derrubado a Atari Inc com tanta destreza lá no início da década de 80. Bem, é óbvio que o NES foi um sucesso, vendendo 62 milhões de unidades em todo o mundo, e um de seus triunfos foi a criação de uma biblioteca de títulos próprios de grande apelo, além de um programa de licenciamento de jogos bastante restritivo à concorrência — um truque que a Atari Inc também já havia utilizado. Só que diferentemente da Atari Inc, a Nintendo foi um pouco mais esperta e continuou inovando. Sua criação seguinte foi o Super Nintendo (SNES), em 1990.

Embora este console competisse acirradamente com o Mega Drive, da SEGA, o SNES ainda foi capaz de sair vencedor da disputa devido a sua capacidade gráfica e de áudio superior à do Mega Drive.

Só que a Nintendo não contava com outro concorrente… A Sony, que com seu moderníssimo Playstation marcou a popularização dos jogos em CD, além de apresentar uma incrível melhoria nos gráficos, universos em três dimensões e a reprodução de mais de 16 milhões de cores. Embora hoje a Nintendo tenha voltado a conquistar uma bela fatia do mercado de games, ela amargou anos difíceis em face à sagacidade da Sony. Já a Atari, pobrezinha…

O que a guerra dos videogames nos ensina?

Que não importa se uma empresa domina o mercado. O sucesso sempre pode ser temporário. Se gestores e equipes não souberem se antecipar em relação à concorrência, qualquer organização pode ser facilmente ultrapassada — e muitas vezes, jamais voltar a se reerguer.

Quando a Verde Ghaia instituiu seu primeiro software com acesso via web, por volta de 2001, já demonstrava uma preocupação em estar à frente do seu tempo. Naquela época, a maioria das empresas ainda seguia um modelo cujo acesso às informações se dava praticamente via intranet. O movimento de acesso online, com todos os dados hospedados em servidores, só passou a ganhar força no mercado geral por volta de 2008.

Em qualquer mercado, esse movimento de pioneirismo é extremamente importante, pois quando determinada empresa mimetiza um movimento inédito de uma pioneira — seja ele a invenção ou mesmo a evolução tecnológica de um produto —, seu movimento acaba soando como mera cópia. Só que em sua essência, a Verde Ghaia sempre foi uma empresa de vanguarda, sempre inovadora.

Porém, diferentemente das gigantes dos videogames, a Verde Ghaia compreendeu que seu sucesso sólido não poderia se transformar num pretexto para desacelerar. Pelo contrário: ela sempre se comprometeu em buscar a inovação constante. A Verde Ghaia sabe que todo gestor deseja respostas rápidas para otimizar as tomadas de decisão, que no meio empresarial tudo precisa ser resolvido habilmente, que as respostas devem vir praticamente em tempo real.

Criação do Software para Monitoramento de Requisitos Legais aplicáveis

Verde Ghaia: a influência da marca nos últimos 20 anos

Quando Deivison Pedroza, CEO da Verde Ghaia, criou o sistema SOGI, primeira plataforma de monitoramento de requisitos legais online, seu intuito inicial era melhorar o processo de monitoramento das legislações federais, estaduais e municipais de seus clientes através de uma solução mais eficiente do que as velhas planilhas Excel. Mas mesmo sendo bem-sucedido em seu plano, Deivison não se escorou no triunfo ou no pioneirismo de sua ferramenta. Atento ao mercado, ele continuou a avaliar as necessidades de seus clientes.

Hoje o SOGI está em sua 8a geração e é um software completo de Gestão e Desempenho em Sustentabilidade. 

Com o SOGI, várias portas se abriram, inclusive internacionais, e diversos serviços começaram a compor o portfólio da Verde Ghaia, que está sempre pensando em melhor atender o cliente. Atualmente, a Verde Ghaia atua não somente no setor de gestão ambiental, mas também no nicho de saúde e segurança ocupacional — que hoje fatura o equivalente ao seu setor de gestor ambiental — e também nos nichos de gestão de qualidade e gestão de riscos.

O grupo cresceu e hoje é composto pelas empresas Verde Ghaia, Verde Ghaia Bioenergia, Verde Ghaia Franchising, Consultoria Online e pelo Instituto OKSIGENO. Cada braço do grupo se preocupa constantemente em alinhar sua marca não apenas à tecnologia, mas também à transparência, à ética, ao comprometimento com a sociedade e à responsabilidade, afinal de contas, nenhuma inovação pode ficar acima da honestidade e da lisura.

Quando apresenta o SOGI aos seus clientes, a Verde Ghaia não oferece apenas um software. Ela oferece inovação, um sistema visionário que vislumbra estar sempre à frente do seu tempo.

E quando o assunto é tecnologia, o jogo nunca está ganho.



Qualidade, inovação e tecnologia: o futuro é agora!


 

Inovação, Tecnologia e Qualidade. “Na crise criamos as melhores oportunidades. Nossa missão é estar sempre quatro anos à frente dos concorrentes e preparados para as novas tendências, investindo muito em tecnologia” – Deivison Pedroza – CEO e fundador da Verde Ghaia.[FL1] 

Qualidade, inovação e tecnologia: o futuro é agora!

Quando a Verde Ghaia nasceu, em 1999, sua missão de melhorar processos na gestão ambiental já era bastante sólida. No entanto, interesse das empresas nesta área, de modo geral, era bem diferente. Embora os assuntos pertinentes ao meio ambiente já se fizessem presentes, a maneira de abordá-los era leiga, até mesmo um pouco preguiçosa. Na teoria, empresas diziam que era importante preservar a natureza. Na prática, descartavam seus resíduos de maneira negligente, dentre outras atrocidades.

Porém, o que poderia ser um obstáculo na verdade se revelou uma oportunidade.

Deivison Pedroza, fundador da Verde Ghaia, enxergou que em algum momento o mercado iria abrir os olhos para o conceito e prática real de sustentabilidade.

Além disso, ele percebeu que o empresariado brasileiro ainda nutria grande dificuldade para compreender e cumprir nossa legislação — especialmente as exigências na área ambiental e no monitoramento das leis, dos requisitos, de normas —, e assim  começou a pensar numa solução inovadora.

Foi desta gana que nasceu o SOGI, um sistema de gestão integrado que visa facilitar a rotina empresarial no cumprimento das leis e no gerenciamento dos negócios, mirando a conquista da compliance e das certificações em qualidade, principalmente no que diz respeito à preservação ambiental.

SOGI: melhorias para a Governança Corporativa

Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia participando do Evento WebSummit em Portugal - tecnologia, inovação e metodologias ágeis.
Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia participando do Evento WebSummit em Portugal – tecnologia, inovação e metodologias ágeis.

Quando analisamos a tecnologia do SOGI no panorama atual, ela parece um tanto óbvia, afinal praticamente todas as empresas hoje sabem que uma gestão adequada é capaz de gerar diversos benefícios que impactam diretamente no meio ambiente, certo? Só que as medidas vigentes no cotidiano da maioria delas teriam soado um tanto fúteis há vinte anos.

Por exemplo: antes uma plataforma de petróleo liberava gases no ambiente de maneira desmedida, não havia qualquer controle sobre a emissão de poluentes; hoje ela pode dedicar até 70% de sua planta de processos exclusivamente ao tratamento adequado de seus gases para mitigar efeitos nocivos.

Mas, os cuidados não se limitam à indústria do petróleo. Outro exemplo são sistemas de reúso, cujo objetivo é reaproveitar recursos hídricos, como a adoção de águas pluviais na lavagem de pisos, na descarga de vasos sanitários, na irrigação e em muitas outras possibilidades — é algo que pode ser adotado até por pequenas empresas. E o investimento em tratamento de resíduos tem se tornado tão forte, que agora as plantas industriais estão mais inteligentes e são capazes até mesmo de transformar custo em receita.

“O empresário descobriu que lixo na verdade é resíduo, e que é possível reutilizá-lo”, diz Deivison. “Esse não era um comportamento comum do brasileiro até pouco tempo. Hoje, o meio ambiente passa a ser o principal produto de uma empresa. É possível economizar, ganhar dinheiro, divulgar sua imagem e ainda tirar vantagem disso”[FL2] .

Sim, porque a responsabilidade social também se tornou um fator importante na sobrevivência de uma companhia! Isto se deve não apenas ao endurecimento da legislação ambiental brasileira — as normas ambientais têm se tornado cada vez mais restritas, — mas também à noção de que nenhum fornecedor ou consumidor deseja se relacionar com uma empresa que desrespeita o ecossistema. Além disso, há também um crescimento exponencial do interesse em conceitos de padronização e de certificação nas áreas de qualidade e meio ambiente. Os empresários desejam se adequar.

A Verde Ghaia vislumbrou tudo isso com muitíssima antecedência, e atualmente é uma das empresas mais conceituadas na área de gestão de resíduos sólidos, recebendo apoio de investidores norte americanos e compartilhando a inteligência de seu software com diversos países. Ela possui as melhores soluções para a Gestão de Risco e alcance da Sustentabilidade, e é especialista em ferramentas rápidas e práticas para monitoramento legal e implementação de sistemas de gestão, tanto para atividades in loco quanto online. Seu sucesso se deve à operação em três frentes de trabalho: Desempenho Legal, Desempenho de Gestão e Desempenho na Gestão de Resíduos.

Algumas empresas demoraram a perceber que um mundo desprovido de sustentabilidade é um mundo fadado a desaparecer rapidamente. Mas felizmente não foram todas.

Para a Verde Ghaia, o FUTURO é AGORA!


 [FL1] Entrevista de Deivison Pedroza concedida ao Jornal Hoje em dia. https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/economia/a-consultoria-mineira-verde-ghaia-%C3%A9-um-fen%C3%B4meno-de-crescimento-1.314565

[FL2] Entrevista de Deivison Pedroza concedida ao Jornal Hoje em Dia. https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/economia/a-consultoria-mineira-verde-ghaia-%C3%A9-um-fen%C3%B4meno-de-crescimento-1.314565


Por que as organizações não podem perder o timing da transformação tecnológica nos seus negócios?


 

Provavelmente você se lembra da Kodak, multinacional dedicada ao design, produção e comercialização de equipamentos fotográficos e para a área de saúde (tais como aparelhos de radiologia). Durante muito tempo, ela foi dominante na área de fotografia. Todo mundo usou um filme da Kodak alguma vez na vida. Ou então, se recorda das propagandas que estimulavam seus consumidores a registrar seu “momento Kodak” — slogan famoso para descrever aquela cena tão bonita que merecia uma foto.

Em 1997, a Kodak valia cerca de 30 bilhões de dólares. Você leu certo: bilhões. Parecia uma empresa invencível, não é mesmo? Pois bem, com a chegada da fotografia digital, a Kodak acabou ficando defasada. Entretanto, a história toda tem um toque irônico.

Em 1975, um funcionário da Kodak chamado Steven Sasson chegou a desenvolver um projeto pioneiro para criar uma câmera capaz de capturar fotos sem usar filmes. Nada mais nada menos do que o protótipo da câmera digital que conhecemos hoje. No entanto, a companhia mandou engavetar o projeto, afinal “por que inventaríamos algo que arruinaria nosso modelo de negócios?”. A Kodak declarou falência em 2012.

Em 2007, a Nokia detinha metade do mercado mundial de smartphones. Hoje, ela não chega a abocanhar nem 3% do total deste mercado. Um de seus erros foi não ter percebido que os aplicativos ganhariam tanta importância nos smartphones.

Além disso, não houve interesse em adotar um sistema operacional mais amigável ao usuário. Quando o primeiro IPhone foi lançado em 2007, suprindo todas essas questões, a Nokia foi de gigante a formiguinha no mercado de telefones. Mesmo quando o sucesso do iPhone se tornou claro, a reação da Nokia foi lenta. Isso fica bem claro quando comparamos os movimentos da Nokia aos da Samsung, por exemplo.

Muita gente sabe que Alexander Graham Bell é o inventor do telefone, certo? Mas poucos têm conhecimento de que ele tentou vender sua invenção por US$ 100 mil para a empresa mais poderosa da época, a Western Union, que era especializada em telégrafos. Assim como a Kodak, a WW não quis adotar um sistema que poderia arruinar seu principal negócio.

Só que seu conservadorismo de nada serviu. Bell montou a própria empresa, a Bell Telephone Company, e foi muito bem-sucedido. Tanto que ela ainda existe. Após uma série de fusões, virou a AT&T, dominante no mercado de comunicações norte-americano até hoje.

O que os três cases acima têm em comum?

Tanto a Kodak, quanto a Nokia e a Western Union perderam o timing da transformação tecnológica. Hoje, o uso da tecnologia já não é mais um diferencial; agora é uma necessidade, uma obrigação.

Quando a Verde Ghaia começou seu negócio, há vinte anos, seu fundador, Deivison Pedroza — até então um jovem de 24 anos —, criou alguns programas de educação ambiental infantil. Tais programas acabaram desencadeando em Consultorias de Meio Ambiente, dando origem a uma das empresas mais importantes do Brasil no ramo consultoria ambiental.

Agora imagine  a atmosfera empresarial em 1999, quando tudo começou. As primeiras análises e gráficos dependiam muito do papel. Pouco depois, quando os computadores começaram a ficar mais comuns dentro das empresas, a Verde Ghaia também se adaptou, e assim começou a adotar as planilhas de Excel. Com a chegada da internet banda larga, era hora de agarrar esta oportunidade e inovar . E foi então que nasceu o SOGI, primeira plataforma de monitoramento de requisitos legais online, que hoje é um software completo de Gestão e Desempenho em Sustentabilidade.

O processo de adaptação não foi fácil, claro. Quando a Verde Ghaia realizou a migração de todos os seus clientes para a plataforma SOGI, por exemplo, o progresso foi demorado e custoso, mas no final valeu a pena. Foi um marco muito importante para a empresa e fez com que ela se posicionasse como uma das pioneiras no ramo da gestão ambiental.

A Verde Ghaia está sempre atenta, sempre buscando avançar na tecnologia digital. Seu sistema SOGI atualmente está na 5ª geração, pode ser acessado via aplicativo e procura suprir todas as necessidades de seus mais de trinta e cinco mil  usuários atendidos nestes vinte anos de atuação.

O principal desafio da transformação digital é conseguir envolver toda a empresa no processo. “Quando falamos em tecnologia, é muito comum haver uma tendência a pensar que a responsabilidade é unicamente do departamento de TI. Mas é um engano! Se não houver envolvimento geral, a transformação tecnológica não acontece”, explica Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia.

No já citado caso da Kodak, ficou muito claro que os gestores não deram ouvidos ao seu departamento de pesquisas laboratoriais voltadas para tecnologias digitais. Uma equipe trabalhando em conjunto e se esforçando por um mesmo objetivo tende a unir forças e gerar melhores resultados. Se a empresa não evoluir, ela com certeza vai perder seu espaço.

“É preciso existir a mentalidade da mudança, abrir a mente a oportunidades, voltar a atenção a novas ferramentas e tecnologias. O tempo hoje é um bem valioso, que não pode ser desperdiçado. O mercado é muito ágil”, completa Pedroza.

A Verde Ghaia consome bastante dessa transformação digital, pois está sempre de olho nas ferramentas de mercado que otimizam o trabalho, sempre em contato com seus clientes e sempre captando as necessidades do mercado e aplicando-as em suas ferramentas. E tal movimento se traduz em crescimento.

Hoje, com quase duas décadas de experiência no ramo, com quase 03 mil clientes ativos e 120 colaboradores, o Grupo Verde Ghaia está presente em todo o Brasil, América Latina (Argentina, Colômbia, Paraguai e Uruguai) e África (Moçambique). O Grupo é composto pelas empresas Verde Ghaia, Verde Ghaia Bioenergia, Verde Ghaia Franchising, Verde Ghaia Consultoria Online – startup premiada com a solução VG Resíduos – e pelo Instituto OKSIGENO.

Se a Verde Ghaia não tivesse se adaptado, provavelmente não teria chegado ao seu vigésimo aniversário.  Felizmente, Deivison Pedroza compreendeu que a tecnologia abriria portas para que sua empresa alcançasse mercados muito maiores, os quais jamais poderiam ser atingidos caso sua mente tivesse se fechado no mundo analógico.



14 Lições sobre inovação para performance da sua Gestão


 

Na sua empresa, você já sonhou em ter um time dos sonhos? Quem você escolheria para formar esse time?

Felipe Ost Scherer escolheu Steve Jobs – fundador da Apple; Jeff Bezos – fundador da Amazon; Sergey Brin & Larry Page – fundadores do Google; e Mark Zuckerberg – fundador do Facebook. A escolha se deu porque todos compartilham competências extraordinárias na arte de inovar.

Para mim, a seleção também seria muito parecida, apenas talvez inserindo alguns outros nomes que também são referência para minha vida – e isso será assunto para um próximo texto.

Scherer é consultor, palestrante, professor e autor de livros relacionados ao tema de gestão da inovação, tais como Gestão da Inovação na Prática e Práticas dos Inovadores. Onde ele explica sua escolha dos nomes acima é no livro “O time dos sonhos da inovação: lições dos maiores inovadores da atualidade”.

Para a seleção, Scherer estudou durante muitos anos o comportamento de cada um deles, assistindo a entrevistas, lendo documentários, notícias, artigos, biografias e tudo mais relacionado ao modo como trabalham e tomam as decisões. Dessa forma, listou algumas lições aprendidas desse time dos sonhos através de suas histórias inspiradoras e de suas incríveis habilidades como empreendedores, estrategistas, líderes e gestores.

Como eu sempre tive curiosidade em saber o que se passava em detalhes na mente de Jobs, Bezos, Brin, Page e Zuckerberg, e entender como eles conseguiram construir empresas referências em inovação e de sucesso mundial, fui conhecer o trabalho de Scherer. A partir da leitura, como sempre acontece, fiz muitas reflexões, e gostaria agora de compartilhar com vocês um pouco delas, juntamente com algumas das conclusões que Scherer chega e também acrescentar um pouco da minha experiência e visão quando se fala de inovação.

Não vou me ater à história desses inovadores. O importante aqui é conhecer as lições que podemos aprender sobre empreendedorismo, estratégia, liderança, inovação e gestão como um todo a partir de cada um desses grandes nomes e empresas que fundaram. Lições estas que também podem nos servir de inspirações para qualquer coisa que façamos em nossas vidas. Vamos lá!

Lição n° 1: o sonho na frente do dinheiro

Não tenha um negócio visando somente o dinheiro. Tenha um negócio porque isso é o seu sonho. Pergunte-se: “estou no local certo?”, “gosto do que faço?” ou “considero meu trabalho gratificante?” A sinceridade nas respostas pode transformar a sua vida.

Lição n° 2: criar um modelo de negócio único

Facebook e Google são empresas de serviços focadas em oferecer serviços gratuitos de captura de dados para o maior número de pessoas possível. O usuário não paga pelo serviço, mas essas empresas faturam com as informações pessoais e profissionais de seus usuários, vendendo esses dados para empresas e empreendedores que anunciam em seus sites para obter leads/novos clientes.

A Amazon é uma empresa de plataforma de varejo focada em fazer com que você compre mais coisas com o tempo. A escala em termos de volume de compras é necessária para que o ciclo de fluxo de caixa / reinvestimento continue. Quanto mais produtos, mais experiência para o consumidor, maior será o tráfego, mais vendedores, mais crescimento, menos custo, mais preços baixos e assim por diante. Esta é a estratégia de negócios escrita por Bezos em um guardanapo – daí o nome Napkin Diagram.

O modelo de negócios da Apple pode ser descrito como do tipo Isca e Anzol invertido, e também do tipo Freemium Invertido ou Hardware enquanto plataforma. Um dos elementos essenciais é a capacidade de “ser dona de seus consumidores”. A empresa cria estratégias para levar os consumidores ao seu ecossistema e depois mantê-los lá. Além disso, a Apple se concentra em fornecer a melhor experiência para seus usuários projetando sistemas operacionais, hardware, software de aplicativos e serviços próprios. Em seguida, integra-os perfeitamente para criar produtos fáceis de usar.

A Apple não depende de seus parceiros para quaisquer avanços técnicos. Ela inova no seu próprio ritmo.

O modelo adotado pela Google e pela Apple podem ser chamados também de modelo ecossistema, que consiste em vender uma série de produtos e serviços que são interligados e interdependentes. Isso acaba criando uma dependência no usuário, que se vê “obrigado” a utilizar esses produtos por conta das interligações que possuem um com o outro.

Lição n° 3: não ter medo de correr riscos

A frase dita por Mark Zuckerberg ilustra bem esta lição: “o maior risco é não se arriscar. Em um mundo que muda muito rápido, a única estratégia em que a falha é garantida é não arriscar”. E ele sempre colocou isso em prática, pois desde cedo precisou tomar decisões fora da sua zona de conforto, como expandir a sua rede social para pessoas fora das universidades, trocar a direção da empresa, abrir a plataforma para o desenvolvimento de novos softwares, apostar na compra de outras empresas (Instagram e Whatsapp) e mudar a estrutura do negócio, mesmo lidando com críticas e até pressões judiciais.

Se ele tivesse medo de errar e não tivesse arriscado, ele não teria o sucesso que tem hoje. Portanto, o risco é inerente à inovação. Por isso é muito importante dar o primeiro passo, mesmo diante do medo e das adversidades. Às vezes é importante colocar no mercado e testar, o famoso “erre rápido”, fazendo com que incertezas possam se tornar grandes sucessos. Afinal, seguir sempre o caminho tradicional pode fazer você perder oportunidades de sair do lugar-comum e explorar ideias realmente promissoras.

Verde Ghaia comemora 20 anos!

Lição n° 4: a cabeça nas nuvens e os pés no chão

Sonhe alto, mas sempre esteja com os pés no chão, atentos para a realidade à sua volta. E para os consumidores.

E acrescento aqui: antecipe-se ao futuro. Saiba olhar anos à frente. Veja por exemplo a Apple, que olhava sempre 10 anos para frente, ou a Amazon, em que Bezos criou seu e-commerce antes que as pessoas pudessem sonhar que comprariam tanto pela internet.

Lição n° 5: a inovação não precisa ser somente nos produtos

É importante pensar de modo sistêmico e vislumbrar .

Lição n° 6: Conectar os pontos

Ter a habilidade de combinar experiências, visões de campos diferenciados são aspectos que colaboraram muito para estimular a criatividade e, consequentemente, a capacidade de inovar.

Acho importante falar também sobre aprender com os outros. Se hoje nós nos inspiramos em Jobs, saiba que ele também tinha em quem se inspirar: Henri Ford, Thomas Edson e Edwin Land. Com Ford, ele aprendeu sobre como entregar inovações para as massas; com Edson sobre o papel da inovação para o desenvolvimento de uma companhia e com Land sobre como a inovação pode ser a causa da morte da empresa.

Lição n° 7: formar equipes de alto nível

Você não pode fazer tudo sozinho. Portanto, tenha muito cuidado e critério no processo de recrutamento, para contratar perfis profissionais de alto nível técnico, mas, principalmente, coerentes com os valores e a cultura organizacional.

Bezos acredita que saber escolher as pessoas certas para formar a sua equipe é de extrema importância. Para ele, primeiro se deve identificar qual o perfil e desejo futuro da companhia para que, então, se possa compreender quem são as pessoas mais preparadas para seguir nessa empreitada.

O fundador da Amazon também tem um modo peculiar para estabelecer o tamanho ideal de uma equipe: ela deve ser capaz de ser alimentado por duas pizzas. Então, com times pequenos, de 5 a 7 pessoas, a empresa consegue mais sinergia entre os envolvidos no projeto e mais foco de cada uma das equipes.

Lição n° 8: facilitar a colaboração e o trabalho em equipe

Dar a equipe o direcionamento correto, envolver-se, apoiar e participar dos projetos de forma que todos entendam a visão do líder e saibam onde se quer chegar. E claro, saber motivar todos a inovarem e criar as condições para isso, como Google, Apple e Facebook fazem.

Por exemplo, para Zuckerberg, a melhor maneira de reter colaboradores e torná-los mais produtivos é criar um ambiente confortável e flexível para que eles trabalhem, aprendam coisas novas, tenham liberdade para expor e colocar suas ideias em prática, e sintam que estão crescendo também como pessoas.

Lição n° 9: fomentar uma cultura incomparável

A cultura é a essência de uma organização, o seu “jeito” de fazer as coisas, que não pode ser copiado pelo concorrente. Por isso, a importância de ter em seu DNA a busca constante por satisfazer os seus clientes e por inovar.

O cliente é seu bem mais valioso. Se você quer ser inovador, trate-o diferente. Pense que ele é a pessoa que te ajuda a realizar os seus sonhos, e para isso você deve valorizá-lo, deve colocá-lo em primeiro lugar. Faça-o ter uma boa experiência e receber um produto de qualidade.

Lição n° 10: colocar as pessoas certas para fazer as coisas certas

Novamente a importância de se fazer uma boa seleção desde o início. Colocar cada pessoa no lugar que ela possa desenvolver ao máximo seu potencial. A organização não deve buscar uma pessoa que apenas “possa” fazer bem uma atividade, mas, sim, aquela que possa fazê-la melhor, de forma excepcional.

Lição n° 11: mantenha o motor da inovação permanentemente ligado

A inovação deve ser uma busca constante para o negócio. Isso quer dizer que a inovação deve estar presente em sua organização em qualquer momento, seja ele bom ou ruim.

Isso não significa somente ser criativo, mas ter gosto por fazer diferente e encarar o lado bom e o lado ruim desse processo. Este senso de experimentação inclui foco no cliente, alta competitividade, visão de futuro e paixão pelo que se faz.

E siga o lema do Google, em ter a inovação como mantra. Para eles, uma empresa só consegue ser realmente inovadora quando deseja melhorar 10 vezes em determinado indicador, e não 10%. Isso mesmo, para inovar de verdade, é preciso melhorar 900%, ou 10 vezes mais, o que só vai acontecer se constantemente o seu foco for inovação.

Lição n° 12: senso de urgência e execução

Manter a prática de trabalho de movimentação rápida, com alta produtividade, e que possa “quebrar” paradigmas, é uma das chaves do sucesso para uma organização inovadora.

Além disso, comece já os projetos que deseja ver pronto, não fique procrastinando, pois somente assim você evita qualquer tipo de arrependimento por não ter tentado. 

Lição n° 13: atenção aos detalhes

Isso envolve tudo, desde seu negócio até o dia a dia. Enxergue o mundo com os olhos dos consumidores. Preste atenção e escute verdadeiramente o seu cliente, porque é muito importante observar a realidade e as necessidades de outras pessoas e não apenas a sua.

Lição n° 14: comunicar a inovação

Enfatizar as novidades dos produtos, usar as fragilidades dos concorrentes para apresentar os diferenciais e fazer com que isso chegue aos ouvidos dos clientes o mais rápido possível.

Uma habilidade importante aqui é saber usar a linguagem para transformar grandes ideias em frases de efeito que motivam as pessoas, assim como faz Larry Page. Quando foi falar de um novo serviço do Google, ele afirmou: “Um bilhão de pessoas devem querer usar isso a cada dia. Somente assim saberemos que se trata de uma grande ideia”. Essa frase deu resultado sobre as equipes, estava alinhada à meta da empresa e também chamou a atenção dos clientes.

Sem dúvida, estas 14 lições demonstram que as histórias de Jobs, Bezos, Brin, Page e Zuckerberg são inspiradoras para novos empreendedores, executivos ou qualquer pessoa que tem o conhecimento que a inovação não acontece não acaso. Ela é resultado de uma abordagem estruturada que demanda visão e comportamentos específicos.

E o mesmo eu demonstro no último livro eu escrevi, “Sobre bicicletas e Sucesso”. Nele, além de contar como o sonho de ter uma bicicleta me levou ao sucesso, eu conto várias histórias que aconteceram comigo ou com pessoas muito próximas a mim que tem a ver com as lições que esse time dos sonhos nos oferece como inspiração.

Não sou um Jobs nem um Bezos, muito menos Zuckerberg, Page ou Brin, mas minhas experiências de vida também me trouxeram muitas lições sobre o que é inovação e como trazê-la para o nosso dia a dia. Aliás, se não fosse pela capacidade de inovar, hoje eu não estaria aqui escrevendo esse artigo para vocês.

Leia você também esse livro e tire suas conclusões. E me conte depois o que achou!  

Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia


Como as novas tecnologias moldam o mundo?


 

As implicações da revolução industrial são um dos principais temas em debate.

Será que o impacto é sentido mais fortemente nos países em desenvolvimento? O que isso vai significar para a forma como os seres humanos interagem? Vale fazer um balanço e considerar a nova direção que nosso mundo está a tomar e quais as questões e desafios que podem precisar abordar.

Como as novas tecnologias moldam o mundo?

block Chain
Block Chain – Mudanças que ainda estão para acontecer!

Stephen Hawking disse recentemente que ele tem “quase certeza” de que a tecnologia irá ameaçar a humanidade nos próximos mil anos. Se este for o caso, as tecnologias que esta revolução se desenvolve terá de considerar as sustentáveis implicações a longo prazo de seu uso.

A inteligência artificial e os robôs são exemplos interessantes e certamente capturam nossa imaginação em livros e filmes. A história mostra que a fazer progressos nesta quarta revolução exigirá novos padrões globais. Eles não só têm um papel fundamental na abertura de oportunidades, mas também na definição de expectativas, fronteiras e limites.

Leia também sobre Inovação, Tecnologia: o Futuro é Agora!

Um excelente exemplo da relação de normas e inovação é ISO 13482 sobre a segurança dos robôs de cuidados pessoais. Esta norma foi um marco para a indústria num momento em que nenhuma outra orientação existia para os fabricantes, simplesmente porque a experiência com a tecnologia estava faltando. Sem algum tipo de padrão, no entanto, muitos intervenientes da indústria não estavam dispostos a investir milhões em um produto que não pode ser aceito por causa da segurança ou novas preocupações regulatórias desconhecidas. Hoje, há um comitê técnico dedicado a desenvolver normas sobre robótica e proporcionar maior segurança sobre o assunto.

Tecnologia da Informação – Você Sabia?

 As novas tecnologias também carregam novos riscos. O mais alarmante para as organizações são as ameaças cibernéticas. A ISO é muito ativa nesta área, desenvolvendo ferramentas para ajudar as organizações a criar um sistema de infraestrutura de cyber-segurança e resposta sólida.

Outra conversa interessante diz respeito a cidades inteligentes e infraestruturas. A migração urbana e o impulso para novas tecnologias nas cidades significa que sistemas implementados precisam de padrões para trabalhar em conjunto. Normas coerentes irão garantir o desempenho e proteção dos bens da cidade, a segurança e o bem-estar dos cidadãos.

O Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o Ambiente, levanta uma questão paralela para a cidade do futuro: prevê-se que a infraestrutura urbana global terá que dobrar nos próximos 35 anos. Então, como podemos ter certeza de que vamos construir de forma sustentável? Este ano, ISO, IEC e ITU irão realizar um fórum de cidades inteligentes que envolverá os gestores municipais e outras partes interessadas para ver como as normas podem apoiá-los neste caminho.

Muitos líderes estão cientes do efeito poder e alavancagem de normas nesta quarta revolução industrial. Mas isso está mudando lentamente. Normas ISO estão sendo vistas como chaves de acesso ao mercado e a propagação de novas tecnologias. Sem elas, as inovações simplesmente não podem prosseguir no ritmo exponencial desejado.

As normas são também repositórios de melhores práticas do mundo. Elas são uma maneira de passar as soluções de desafios globais complexos para as pessoas e organizações que precisam resolver os problemas. Grandes coisas acontecem quando o mundo concorda, e a necessidade de soluções globais comuns ISO irá crescer em ritmo com a necessidade de novas tecnologias e novas soluções para apoiar um mundo verdadeiramente sustentável.

Informe-se

O Comitê Técnico da ISO para a Tecnologia da Informação JTC 1 desenvolve padrões que orientam tanto os fabricantes e designers de tecnologia e outros, tais como provedores de e-learning.

Por: Paula Baptista
Consultoria e Projetos Especiais – Grupo Verde Ghaia

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