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Como controlar suas Leis e reduzir os Riscos do negócio?


 

Módulo GRC: controle suas leis e reduza os riscos do seu negócio

O gerenciamento de riscos numa organização consiste na identificação, planejamento, administração e controle de seus recursos, que tanto podem ser tanto materiais quanto processuais e humanos. O objetivo do gerenciamento de riscos é minimizar ao máximo os riscos negativos — aqueles que podem trazer prejuízos — e tirar proveito dos riscos positivos — as chamadas oportunidades.

De maneira geral, a gestão de riscos precisa proteger a empresa das oscilações do mercado — as quais podem incluir fatores de natureza política do país, instabilidade econômica, eventos sociais e tecnológicos — e também auxiliar o gestor nas tomadas de decisão.

Quando Steve Jobs revelou o iPad, em 2010, muitos julgaram o lançamento uma aposta de altíssimo risco — afinal outras empresas já tinham tentado lançar produtos com a mesma dinâmica, e falharam. Hoje sabemos que o iPad é extremamente popular. Mas é claro que Jobs não lançou seu produto a esmo, acreditando apenas em sorte ou intuição. Certamente houve um bom gerenciamento de riscos, abrangendo todos os conceitos que diziam respeito ao iPad — desde sua concepção até o monitoramento de sua recepção no mercado.

Mas obviamente este caso é só um exemplo muito pequeno dentro de um panorama imenso. O gerenciamento de riscos é muito, muito maior do que a mera escolha do momento certo para lançar uma inovação tecnológica, como neste exemplo da Apple.

Riscos em todos os lugares. Previna-se!

Uma boa gestão de riscos deve englobar questões trabalhistas, ambientais, sanitárias, concorrenciais e até mesmo de crimes financeiros. Decisões erradas podem fazer uma empresa ser penalizada com multas, prejuízos, acidentes com pessoal e até perda de reputação perante fornecedores e clientes.

Por aí, já percebemos que o gerenciamento de risco pode ser um processo um tanto árduo e complicado de se montar, não é mesmo? Porque, além de tudo, ainda envolve o mapeamento de eventos que ainda estão por acontecer (e que talvez nem mesmo venham a ocorrer, mas que nem por isso devem ser ignorados).

A gestão de riscos também envolve uma análise profunda dos processos internos de sua empresa. Quando você conhece os desafios a serem enfrentados e aplica as estratégias certas para lidar com os riscos, a liderança é exercida sob menos surpresas e o gestor se torna capaz de realizar planejamentos mais eficientes, descartando burocracias desnecessárias, impulsionando resultados e melhorando o relacionamento entre todas as partes interessadas.

Sendo assim, para dar conta de uma análise tão complexa, o ideal é recorrer a uma ferramenta que possa auxiliar a organização ao máximo, e que ofereça resultados realmente sólidos e confiáveis.

Quais benefícios são gerados através do Módulo GRC?

Para o gerenciamento de riscos, a Verde Ghaia possui o Módulo GRC (Governança, Risco e Compliance), módulo do sistema SOGI desenvolvido com base na ISO 31000, norma responsável por fornecer padrões para a implementação de um sistema de gerenciamento de riscos em qualquer tipo de organização.

Ao adotar o Módulo GRC, a empresa já se torna forte candidata a conquistar o selo ISO 31000, pois estará seguindo os melhores padrões para gerenciamento de riscos, incluindo requisitos legais reconhecidos internacionalmente.

O Módulo GRC possui funcionalidades muito específicas, que aprimoram totalmente o sistema de gerenciamento de riscos, organizando todas as suas fases.

Conheça as funcionalidades do Módulo GRC do SOGI

# O módulo GRC aponta se os riscos e oportunidades da empresa são significativos, e permite a criação de ações preventivas, corretivas e emergenciais personalizadas para cada risco identificado.

# Cada ação terá um campo na interface onde será registrado o nome do responsável por ela, bem como o prazo dentro do qual deverá ser cumprida.

# O sistema gera relatórios e gráficos gerenciais, classificando a origem e a severidade de todos os riscos e das oportunidades, e também aponta a probabilidade de ocorrência de cada um deles. Isso facilita a visualização dos dados e oferece respostas prontas para diversos questionamentos que o gestor possa vir a ter. A avaliação é realizada através de métodos quantitativos personalizados (como FMEA e Matriz de Risco).

# Os usuários podem receber notificações sobre todos os prazos e ações, as quais serão enviadas por e-mail e também ficarão disponíveis no painel de pendências do sistema. Os avisos também abrangem prazos legais, evitando assim que a empresa tenha problemas pelo não atendimento à legislação.

Como Módulo GRC, a empresa vai conseguir identificar seus riscos, priorizá-los, determinar tudo o que é mais relevante para seu negócio e ainda identificar as melhores áreas para investimento de seu orçamento.

Considerações Finais

É fundamental que os gestores compreendam que o risco é intrínseco a qualquer atividade, independentemente de seu ramo ou tamanho, por isso o gerenciamento de riscos é essencial em toda organização. Sempre que uma empresa monitora seus riscos, ela cria um cenário mais favorável para si, pois consegue prever boa parte dos problemas e também identificar os melhores momentos para investir ou alavancar seus negócios.

A gestão de risco, quando bem executada, agrega valor ao negócio, facilita a tomada de decisões em todos os níveis hierárquicos, valoriza o capital humano e intelectual dos colaboradores e permite um processo de melhoria contínua em todos os processos da organização.


Informe-se mais!


Prêmio Compliance Brasil: Discussão sobre Inovação Disruptiva com CEO Securato


 

“Inovação”. Hoje, no mundo dos negócios, é palavra de ordem. Mas, por que inovar é tão importante?

IV Prêmio Compliance Brasil: Inovação disruptiva

Criar e inovar são necessidades constantes dentro das empresas e para qualquer empreendedor. E essa máxima vale para todos. Sim, até as grandes empresas líderes de mercado precisam inovar constantemente. Por mais fortes que pareçam em um dado momento, podem acabar falindo se não forem capazes de serem inovativos. Essa necessidade se faz tão urgente devido à uma outra palavra que está sendo bastante utilizada nos dias de hoje: “disrupção”.

A inovação disruptiva, explicada de maneira sucinta e bem simples, seria quando uma empresa lança uma tecnologia mais barata, acessível e eficiente, mirando margens de lucros menores, criando uma revolução e deixando obsoleto quem antes era líder de mercado. E então, ocorre a disrupção.

A vantagem de uma inovação disruptiva é dar mais informação e poder de escolha ao consumidor, facilitar processos e baratear produtos, que assim se tornam acessíveis a mais gente. Como desvantagem, podem falir grandes empresas que demorarem para inovar ou perceberem a inovação, ou que ainda não deram importância à necessidade de se reinventarem constantemente.

Alguns exemplos de empresas disruptivas são o Uber e o Airbnb: o Uber, porque ele é a maior empresa de táxis do mundo sem ter nenhum carro. E o mesmo acontece com o Airbnb porque é a maior rede de hospedagem do mundo sem precisar ter nenhum imóvel. Outros exemplos de inovações disruptivas são os CDs, que substituíram as fitas K7 e os discos de vinil, ou ainda os sites de stream de músicas, vídeos e filmes, como o Spotify e o Netflix.

Existem limites para ser inovador?

Entretanto, é necessário levantar uma questão imprescindível: qual o limite dessa inovação?

Hoje as empresas, independente da atividade que possuem, precisam cumprir centenas, até milhares de leis para estarem em conformidade com a legislação aplicável a seu negócio. Isso significa estar em compliance. E não é um processo fácil. Então, inovar é um conceito que está intimamente ligado ao de compliance, porque não adianta querer fazer algo novo, diferente, disruptivo, se você não está cumprindo as normas que regem a sua atividade. Todo seu trabalho estará indo por água abaixo se isso não for levado em conta.

Então, é preciso saber como aliar inovação disruptiva e compliance.

Sabendo da importância dessa temática, durante o IV Prêmio Compliance Brasil, realizado pela Verde Ghaia em Belo Horizonte no dia 27 de junho, a inovação disruptiva foi um dos temas abordados nas palestras além claro, de assuntos voltados à gestão de riscos e Compliance. Cada palestra contou com um especialista para cada assunto discutido.

Sendo a inovação um tema extremamente importante e de grande destaque na atualidade, convidamos para falar sobre inovação disruptiva no IV Prêmio Compliance Brasil, José Cláudio Securato.

José Cláudio é sócio, presidente e professor da Saint Paul Escola de Negócios, Diretor da Faculdade de Tecnologia Saint Paul. Atua principalmente nos temas de economia brasileira, mercado financeiro e governança corporativa. Ele vem de uma família que sempre amou os estudos, e por isso, chegou onde está hoje, sendo sinônimo de sucesso e inovação.

Ele é doutor em Administração pela FEA-USP na área de Economia das Organizações, mestre em Administração (Finanças) pela PUC-SP, especialista em Finanças Empresariais pela FEA-USP (MBA FIA-FEAUSP), graduado em Economia e Direito pela PUC-SP (inclusive cursou ao mesmo tempo essas duas graduações).

Palestras: Inovação Disruptiva e Riscos Cibernéticos

Seu currículo é incrível: primeiro vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef), membro do Comitê Jurídico do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), conselheiro do Departamento de micro, pequena e média Indústria (Dempi) da Fiesp e diretor-presidente voluntário do projeto Ação Comunitária.

Recebeu o Prêmio de Executivo Financeiro de 2005, – categoria até 33 anos –, concedido pelo Prêmio Revelação em Finanças KPMG/Ibef. Medalha de mérito profissional em Ciências Jurídicas, no grau de Comendador, pela Academia Brasileira de Arte, Cultura e História do Governo do Estado de São Paulo.

Também é autor e coordenador de diversas publicações, como por exemplo: “Mercado financeiro – Conceitos, cálculo e análise de investimento” (2005); “500 testes para certificação Anbima/CPA 20” (2006); “Finanças no varejo – Gestão operacional” (2006) e “100 Dúvidas de carreira para executivos de finanças” (2009).

Sem dúvida aprendemos muito com ele no dia 27 de junho, deixando-nos uma dica valiosa ” a capacidade de inovar está em criar alternativas enquanto que a maioria aponta sempre para o mesmo caminho.”

Outra palestra importante foi sobre riscos cibernéticos. Marta Helena Schuh apresentou os riscos atuais aos quais as empresas estão suscetíveis no mundo digital e deu dicas de como se proteger deles através do compliance. Aliás, o compliance é essencial na mitigação desta crescente ameaça.

Marta Helena também possui um currículo invejável: ela é bacharel em Business pela University of Arts London, chartered em Finanças pelo Chartered Institute for Securities & Investments UK e certificada em Economics of Cybersecurity pela Delft University of Technology. Além disso, é especializada em Direito Digital pelo Insper, Cybersecurity for Insurance pela UCLA e em Cyber Attacks pela NYU Tandon School of Engineering.  Atualmente é a Líder de Riscos Cibernéticos Brasil na Marsh.

Assistir a estas palestras com nomes renomados como o de José Cláudio e Marta Helena, compreendendo um pouco sobre as suas trajetórias e experiências foi uma oportunidade única para aprender mais sobre essa relação entre inovação, riscos cibernéticos, compliance. Saber enxergar o todo, entender onde e como inovar, aumenta-se a chance de fazer diferente e se destacar na forma de pensar. Em termos de inovação e disrupção é importante descobrir o que não pode ser deixado de lado, em nenhuma hipótese, especialmente quando se trata de segurança. Isso tudo é o que o mercado deseja, mas é o que muitos não fazem. 

Outro destaque da noite do IV Prêmio Compliance foi o happy hour com o melhor buffet de Minas Gerais, proporcionando o momento ideal para fazer muito networking, trocar ideias e experiências, tanto com os palestrantes, quanto com os outros convidados, bem como, com as empresas vencedoras do Prêmio Compliance deste ano e muitas outras também, como Nestlé, Comau, Coca Cola, Bunge, PKC Group, Kanjiko, Yamana Gold, Uberlândia Refrescos, Anglo Gold Ashanti, Tarkett, Renault, que já foram vencedoras em edições anteriores.

Palestra Inovação Disruptiva com José Cláudio Securato no IV Prêmio Compliance Brasil da Verde Ghaia

Portanto, se você acredita que é inovador, se você quer fazer diferente do que a maioria faz, se você está buscando implementar novos processos ou lançar novos produtos ou serviços em sua empresa, se você sonha em causar uma disrupção no que é feito hoje no mercado, se você quer saber como fazer tudo isso e ainda estar em compliance e poder ser reconhecido por isso, você não pode ficar fora do IV Prêmio Compliance Brasil.

Venha conhecer e estar junto a empresas que buscam a excelência de sua gestão através das certificações internacionais, do cumprimento da legislação aplicável ao seu negócio e da implantação de ações que promovam a melhoria contínua de seus processos, produtos e serviços.

Saia da mesmice e venha ter novas ideias. Faça diferente e venha ser cada dia melhor. Venha inovar com a Verde Ghaia!


Qual a visão dos empreendedores em relação a Governança Corporativa


 

Toda organização deve ter dentro do seu planejamento estratégico a visão corporativa do seu negócio, de modo que sua gestão possa ser dirigida, monitorada e incentiva a melhorar sua relação entre seu conselho administrativo, Diretoria, sócios e qualquer outra parte interessada.

Para que o negócio possa desenvolver, é importante que todo empreendedor entenda sobre a governança corporativa na prática, compreendendo, principalmente a sua relevância para um dos envolvidos.

 Para abranger melhor o assunto, vamos analisar esse tema com mais detalhes, descrevendo seu conceito, objetivos e benefícios para as organizações que queiram implementar sua gestão.

O que é Governança?

Qual a visão dos empreendedores em relação a Governança Corporativa

Entender o conceito de governança é o primeiro passo. Governança é composta por processos, costumes, políticas, diretrizes e responsabilidades que norteiam as pessoas a um objetivo em comum.

No contexto da Governança Corporativa, isto é, empresarial, é caracterizada pela forma como a organização é administrada e controlada, envolvendo o relacionamento entre sócios, diretorias, órgãos de fiscalização e controle e demais partes interessadas.

Qual objetivo primordial da Governança Corporativa?

O principal objetivo é originar um método eficiente para impulsionar incentivos e monitoramento da empresa, com o propósito de garantir o comportamento dos administradores e colaboradores, que devem seguir regras para realizar uma melhor gestão, a fim de propor o alinhamento dos interesses da corporativa com determinados princípios que são descritos através do Código de Conduta Ética.

É essencial que os gestores e todos profissionais entendam a respeito da Governança Corporativa, para poder lidar com questões complexas que podem surgir no “mundo da empresa”.

As decisões importantes devem ser analisadas, para assim garantir a qualidade de uma gestão empresarial que alcance os resultados almejados, por isso será necessário o controle interno e externo de suas atividades, evitando a ocorrência de práticas ilícitas e preservando a qualidade ética da organização.

O alinhamento entre os gestores é fundamental para garantir uma boa Governança Corporativa, afinal, as conversas diárias entre gestores e todas partes envolvidas na gestão serão necessárias para a melhor solução de qualquer problema que possa surgir.

Quais os benéficos da Governança Corporativa?

Quais os benéficos da Governança Corporativa?
  • Confiança no ambiente de trabalho
  • Resolução rápida de conflitos e problemas
  • Priorizar os interesses da empresa
  • Maiores investimentos

Organizar e alinhar os objetivos da empresa com as ideias dos gestores, preocupando-se com a qualidade dos serviços que a empresa oferta, será um grande diferencial no mercado, por isso, será influente no mercado as organizações que possuem uma Governança eficiente.

Por todo exposto é fundamental a elaboração de planejamentos estratégicos com essa visão corporativa, visando na melhoria de todas as relações e principalmente nas atividades exercidas pela organização.

Fique atento nos próximos artigos, iremos elucidar questões sobre o GRC (Governança, Risco e Compliance), não perca essas informações que podem cada vez mais auxiliar positivamente a gestão de seu negócio.

Possui alguma dúvida sobre essa temática? Entre em contato conosco, podemos agregar em seu conhecimento sobre a importância da Governança Corporativa!


Raquel Varoni / Danielle Reis / Maria Rossi / Julia Lourenço / Juliana Amora – Dept. de Compliance Ambiental e Riscos da Verde Ghaia


IV Prêmio Compliance Brasil: A busca pelo Compliance!


 

IV Prêmio Compliance Brasil: é a hora de falar muito sobre compliance!

IV Prêmio Compliance Brasil: é a hora de falar muito sobre compliance!

Dia 27 de junho vai ocorrer em Belo Horizonte o IV Prêmio Compliance Brasil, realizado pela Verde Ghaia. Nele serão premiadas as melhores empresas brasileiras que buscam a excelência de sua gestão através das certificações internacionais, do cumprimento da legislação aplicável ao seu negócio e da implantação de ações que promovam a melhoria contínua de seus processos, produtos e serviços.

O objetivo do prêmio Compliance é valorizar e premiar as empresas que realmente buscam o cumprimento voluntário das leis, que possuem critérios de autocontrole e auto-gestão e que busca a sustentabilidade e a integridade através do compliance.

Participam apenas empresas localizadas em território brasileiro, e contam com amostras de aproximadamente 1,5 mil organizações, de grande e médio porte. Elas são avaliadas de acordo com dez categorias:

  1. Meio Ambiente;
  2. Saúde e Segurança;
  3. Segurança de Alimentos;
  4. Energia;
  5. Qualidade;
  6. Responsabilidade Social;
  7. Cadeia Logística;
  8. Gestão Integrada;
  9. Resíduos,
  10. Inovação.

O Prêmio Compliance Brasil surgiu porque a Verde Ghaia queria reconhecer as boas práticas e o controle legal de organizações espalhadas por todo o país. Desta forma, torna-se um incentivo para que as empresas brasileiras adotem práticas sustentáveis em seus processos.

Esse reconhecimento é essencial, porque conseguir estar em dia com todos os requisitos legais aplicáveis ao negócio não é uma tarefa fácil, uma vez que é extenso o número de normas e leis existentes em nosso país.

Mas, por que é tão importante estar em compliance?

Mas, por que é tão importante estar em compliance?

Compliance significa estar de acordo, cumprir e fazer cumprir normas, controles internos e externos, políticas e diretrizes estabelecidas, assumidas voluntariamente ou impostas às atividades da organização.

É a consequência de uma organização cumprir as suas obrigações, incorporando-o na cultura da organização e no comportamento e atitude de seus colaboradores. Isso demonstra que a organização é comprometida com o cumprimento das leis pertinentes às suas atividades. Significa que ela é ética, transparente e comprometida com a sociedade, seus clientes e o meio ambiente.

Estar em compliance assegura que a empresa está cumprindo totalmente todas as imposições dos órgãos de regulamentação, dentro de todos os padrões exigidos de seu segmento. É imprescindível esse atendimento às leis, normas e requisitos aplicáveis à organização, porque processos com elevado nível de compliance acabam por ter resultados mais satisfatórios. Além disso, resultam em uma vantagem competitiva ante os concorrentes, bem como facilitam o acesso a linhas de crédito, valorizam a organização da empresa e fornecem melhor retorno dos investimentos aplicados.

Por outro lado, não estar em compliance traz sérios riscos para sua organização, como por exemplo: sanções legais; perda de reputação, incluindo valor da marca e valor de mercado, e perdas financeiras, variando conforme a gravidade do que foi infringido, podendo ir de pagamento de multas até prejuízos por paralisação da atividade ou em casos mais graves, fechamento da empresa e falência.

E para evitar as consequências negativas e reconhecer as boas práticas em gestão, é que existe o Prêmio Compliance Brasil. E ainda a Verde Ghaia foi além, ao dedicar um tema exclusivo sobre compliance entre as palestras que vão ocorrer durante o evento.

Palestras do IV Prêmio Compliance Brasil

Palestras no IV Prêmio Compliance Brasil

Os palestrantes que irão falar sobre Compliance foram escolhidos a dedo, possuindo ampla experiência e conhecimento no assunto, sendo reconhecidos como empreendedores de muito sucesso. Eles irão mostrar que estar em compliance é assumir o compromisso pela conformidade legal, transparência, governança, gestão de riscos, prevenção, integridade, corrupção e antissuborno, segurança da informação e auditoria periódica. E mais importante, vão mostrar através da experiência de cada um como fazer isso.

O primeiro é Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia. Com mais de 40 milhões de acessos no YouTube, Deivison Pedroza é fenômeno na Internet, além de ser um conceituado empresário, empreendedor e líder de sucesso.

O Prêmio Compliance também irá contar com o Paulo Mancio, sênior vice-presidente de Design e Construção da AccorHotels América do Sul. Ele possui experiência técnica, desenvolvimento e comercial em gestão. É uma pessoa que está em constante inovação e vai trazer isso para a sua palestra. Também é responsável pela implementação de cerca de 300 hotéis e, atualmente, possui um pipeline com mais de 180 empreendimentos hoteleiros sob a sua gestão executiva. O executivo também atuou na gestão de projetos e na construção de complexos hoteleiros pertencentes a redes globais, tais como: Melia, Staybrigde, Radisson, bandeiras Quality/Atlântica Hotels e Cinemark.

José Cláudio Securato, também estará presente para falar sobre Inovação Disruptiva. Securato é sócio, presidente e professor da Saint Paul Escola de Negócios, Diretor da Faculdade de Tecnologia Saint Paul. Conhecido pela sua expertise em economia brasileira, mercado financeiro e governança corporativa e por ser o idealizador da metodologia LIT criado para a plataforma de Onlearning que combina prática, teoria e tecnologia.

Por fim, Alexandre Biagi também estará presente. Ele é presidente da empresa Uberlândia Refrescos, Instituto Alexa e Alebisa, estudou em Massachusetts e Harvard e é conhecido por sua perseverança, inovação e empreendedorismo.

Já deu para perceber que será uma grande oportunidade para ouvir grandes nomes falando sobre compliance, empreendedorismo e gestão. E mais que ouvir, após a premiação será possível conversar com eles, fazer networking com outros convidados e representantes de empresas participantes, trocar ideias e experiências, tirar dúvidas e ter novas ideias.

Para ter mais informações, é só acessar o site do IV Prêmio Compliance Brasil. Lá você encontra todas as informações detalhadas sobre o evento e também como participar. Não perca essa oportunidade!


Venha viver a experiência do Prêmio Compliance Brasil!


 

Prêmio Compliance Brasil. Viver uma experiência vale mais que mil palavras.

Venha viver a experiência do Prêmio Compliance Brasil!
Inovação, Criatividade, Tecnologia incentivam a agilidade nos processos!

Nós sabemos que ouvir grandes nomes da inovação disruptiva, gestão de riscos e compliance é algo enriquecedor para seu trabalho, mas estar junto a eles, presencialmente, é algo que não tem preço. O que se aprende em uma noite, nem em anos pode acontecer.

E é isso que a Verde Ghaia quer proporcionar a você e à sua empresa. Experiência e inspiração para você ser cada vez melhor naquilo que faz.

Por isso, na noite do dia 27 de junho, grandes nomes do empreendedorismo estarão em Belo Horizonte para dar palestras e trocar experiências. As empresas vão poder apresentar seus cases em Compliance, ou seja, quais os seus segredos para estarem em conformidade com todas as leis aplicáveis ao seu negócio – e ainda serem reconhecidas por isso. E as melhores nas categorias meio ambiente, saúde e segurança, segurança de alimentos, energia, qualidade, responsabilidade social e gestão integrada serão premiadas.

Será a IV edição do Prêmio Compliance Brasil. Você, estando presente neste evento, estará ao lado de empresas que adotam práticas sustentáveis em todos os seus processos e por isso alcançaram a excelência em sua gestão legal. Você vai conhecer como trabalham, o que fazem para cumprirem com todos os seus requisitos legais, pode tirar dúvidas sobre o seu próprio negócio, pedir dicas sobre determinado assunto, e ter a certeza de que o trabalho é difícil para todos sim, mas é possível realizá-lo e ainda ser reconhecido por todo o esforço feito.

Após a premiação, ainda vai ter tempo para fazer muito networking com diversos profissionais nas mais diversas áreas.

Como surgiu o Prêmio Compliance Brasil da Verde Ghaia?

Como surgiu o Prêmio Compliance Brasil da Verde Ghaia?
Anote suas ideias, elas podem te oferecer soluções!

O Prêmio Compliance Brasil surgiu porque a Verde Ghaia queria reconhecer as boas práticas e o controle legal de organizações espalhadas por todo o Brasil, sendo um incentivo para que as empresas brasileiras adotem práticas sustentáveis em seus processos.

Esse reconhecimento é essencial, porque conseguir estar em dia com todos os requisitos legais aplicáveis ao negócio não é uma tarefa fácil, uma vez que é extenso o número de normas e leis existentes em nosso país.

Uma fábrica de porte médio, por exemplo, precisa estar em acordo com, em média, mil e duzentas leis para atuar dentro da conformidade. É um trabalho que exige paciência e que pode colocar todo o esforço de uma empresa a perder se uma única lei passar despercebida pelo radar, ainda que os outros 1.199 estejam em segurança. Porque a quebra de um único requisito pode ser o suficiente para causar o desabamento de um prédio, o rompimento de uma barragem, o derramamento de rejeitos nos rios de uma região. E você sabe quais as consequências negativas que isso pode ocasionar para seu negócio, principalmente em termos econômicos, não é mesmo?

O que significa ganhar o Prêmio Compliance Brasil?

O que significa ganhar o Prêmio Compliance Brasil?
Pense fora da Caixa!

Então, ganhar o prêmio compliance significa que uma tarefa muito árdua foi cumprida. Porém, mais importante que isso, esse reconhecimento demonstra aos olhos do mercado e de toda a sociedade que a sua organização se preocupa com as pessoas e com o meio ambiente. Que é ética, transparente e sólida. E isso é um diferencial importantíssimo nos dias atuais.

Algumas das empresas que já ganharam o Prêmio Compliance Brasil em edições anteriores são:

  • Nestlé,
  • Comau,
  • Coca Cola,
  • Bunge,
  • PKC Group,
  • Kanjiko,
  • Yamana Gold,
  • Uberlândia Refrescos,
  • Anglo Gold Ashanti,
  • Tarkett,
  • Renault.

E elas estarão ali, ao seu alcance, mostrando como é possível estar em compliance e mesmo assim crescer de forma sustentável. Não só elas, mas muitas outras também.

Já pensou o quanto essas organizações podem inspirar seu trabalho, de todos os seus colaboradores e até da alta direção da sua empresa? Porque para estar compliance, todos, sem exceção, devem estar comprometidos. Ouvir o que eles têm para falar pode motivar muito mais que vários treinamentos. Meses que estarão resumidos na noite do dia 27 de junho.

Por isso que a forma mais rápida para viver a experiência, se inspirar, se motivar e se engajar é ver de perto os exemplos que deram certo e como eles fizeram para dar certo. São inúmeros os casos de empresas que, após participar de uma edição do Prêmio, passaram a criar metas de curto e médio prazo para que pudessem voltar a ter chances de serem contempladas na próxima premiação.  Isso gerou um resultado fantástico para a própria organização, independente de ganharem ou não.

Prêmio Compliance: momento para se inspirar e enagajar seu negócio

Prêmio Compliance: momento para se inspirar e enagajar seu negócio
Troque experiências e compartilhe conhecimento!

Qual o melhor momento se não esse para inspirar e engajar a todos para que a sua empresa também esteja em compliance? E além do mais, quem sabe serem reconhecidos e premiados por isso?

E só por ser cliente da Verde Ghaia, automaticamente sua empresa já está concorrendo a esse prêmio. Os vencedores são escolhidos a partir de pesquisas minuciosas, que contam com amostras quantitativas e qualitativas de aproximadamente 1,5 mil organizações de grande e médio porte.

Geralmente, essas empresas estão em busca da excelência em sua gestão através de certificações internacionais, do cumprimento da legislação aplicável ao seu negócio e da implementação de ações para a melhoria contínua de seus processos, produtos e serviços.

Quer conhecer os vencedores? Quer estar entre eles? Então anote: 27 de junho de 2019. Reserve esta data na sua agenda, e esteja preparado para viver toda essa experiência.


Invasão de corpos estranhos nos alimentos


 

Empresas Alimentícias devem se preocupar com aqualidade para controle de corpos estranhos.

O título deste texto parece óbvio, não é mesmo? É claro que toda empresa que produz alimentos deve se preocupar com o controle de qualidade para evitar a invasão de corpos estranhos em sua produção. Mas, a segurança alimentar (ou o original em inglês “Food Safety”, também adotado por algumas empresas) é muito mais do que isso.

Segundo a Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional – LOSAN (Lei nº 11.346, de 15 de setembro de 2006), a segurança alimentar envolve garantir a todos condições de acesso a alimentos básicos de qualidade, em quantidade suficiente, de modo permanente e sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, com base em práticas alimentares saudáveis, contribuindo, assim, para uma existência digna, num contexto de desenvolvimento integral da pessoa humana.

Os aspectos que compõem a segurança alimentar

Um alimento pode ser afetado por perigos físicos, químicos e biológicos.

Os perigos físicos podem ser corpos estranhos, tais como pedaços de metal, de vidro, areia, parafusos e outros. Muitas contaminações desse tipo ocorrem principalmente devido aos próprios equipamentos industriais, que devido à manutenção inadequada podem soltar borrachas, pedaços de plásticos, parafusos. Às vezes, a contaminação acontece também nas matérias-primas, que trazem consigo sujeira aderida no momento da colheita ou do transporte, como terra e pedrinhas. Um bom jeito de evitar esse tipo de contaminação é fazendo uso de peneiras em várias fases da produção.

Os perigos químicos podem ser agrotóxicos, hormônios sintéticos, antibióticos, detergentes, metais pesados, óleos lubrificantes e muitos mais. É uma contaminação que pode ocorrer no próprio local de cultivo dos alimentos devido a aplicações de agentes para controles de pragas na agricultura. A contaminação também pode ser ocasionada por metais pesados no solo ou mesmo por poluentes levados pelo ar.

Já os perigos biológicos são aqueles como vírus, fungos e bactérias. Um alimento mofado, por exemplo, se consumido pelo homem, pode causar uma série de doenças. O acondicionamento e o tipo de embalagem utilizada para armazenar os alimentos são muito importantes para evitar contaminações químicas, bem como o controle dos processos para evitar mistura acidentais de aditivos químicos nos alimentos produzidos.

Curiosamente, existe certa tolerância quanto à presença de corpos estranhos nos alimentos. segundo o Jornal, Gazeta do Povo, no ketchup, por exemplo, é permitido conter em 100g de amostra dez fragmentos de insetos, cinco ácaros e um fragmento de pelo de roedor. Já no orégano, 10g de amostra podem conter 20 fragmentos de insetos, cinco ácaros, 20 insetos inteiros mortos (se próprios da cultura da erva) e um fragmento de pelagem de roedor.

Parece nojento, não é? Mas segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as quantias previstas não são capazes de causar nenhuma doença ou dano ao consumidor, por isso são toleradas pela lei.

Intoxicação: um caso sério

Mas não é por existir um grau de tolerância com certos fragmentos em nossos alimentos que as indústrias podem descuidar. Os casos de contaminação alimentar precisam ser levados muito a sério.

A OMS estima que, anualmente, uma em cada dez pessoas sofram com enfermidades transmitidas por alimentos, sendo que boa parte delas pode levar a óbito.

Em 2013, uma unidade brasileira de um fabricante de suco à base de soja descobriu que parte de seu lote sofreu contaminação química durante o processo de produção. Devido a uma falha humana, parte da bebida foi envasada juntamente a uma solução usada para higienizar as máquinas. Ao todo, 96 embalagens do suco foram contaminadas.

Sabe-se que 14 pessoas chegaram a consumir bebida contaminada. A empresa teve de organizar uma força-tarefa para rastrear todas as unidades e retirá-las do mercado antes que causassem mais danos. Embora tenha havido pronto atendimento a todas as vítimas e não tenha ocorrido nenhuma consequência mais drástica, a marca teve sua produção suspensa por um período, foi multada e ficou com sua imagem pública arranhada por um bom tempo.

Leia sobre as boas práticas para a fabricação de alimentos.

O controle de qualidade como solução

A ISO 9001 e a ISO 22000 são diretrizes fundamentais para o produtor que deseja buscar a qualidade máxima na produção, transporte ou armazenamento de seu alimento, mantendo os corpos estranhos o mais longe possível e evitando problemas com as autoridades e com o consumidor.

A ISO 9001 é uma norma de padronização que pode atender a qualquer serviço ou produto, podendo ser implementada por organizações de qualquer tamanho, independentemente de seu ramo de atividade. É uma norma de gestão que pode ser aplicada de forma geral numa fábrica de alimentos, abrangendo todos os setores. Seu objetivo é conquistar a confiança do cliente e deixá-lo ciente de que os produtos e serviços oferecido por determinada empresa seguem certo padrão de qualidade.

Já a ISO 22000 é bem mais específica no que diz respeito ao setor de alimentos. Seu foco é exatamente a segurança alimentar e a aplicação de requisitos para um sistema de gestão da segurança de alimentos. Seu objetivo é harmonizar em nível global os requisitos para a gestão da segurança de alimentos para organizações dentro da cadeia alimentar. Além disso, o sistema de gestão baseado na ISO 22000 apoia os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, reduzindo as doenças transmitidas por alimentos e apoiando uma saúde pública de qualidade.

Preço x Valor percebido

O objetivo de um alimento é simplesmente matar a fome. Mas você toparia consumir uma comida de procedência duvidosa e com zero garantia de qualidade, ainda que fosse muito mais barata? É obvio que muita gente também não toparia, afinal a saúde (e o sabor também, por que não?) está em jogo.

Hoje, muitas empresas do ramo alimentício seguem a mesma lógica: em vez de buscar apenas fornecedores e colaboradores que trabalham sob o custo mais baixo, elas buscam o valor percebido.

O valor percebido é a composição de vários fatores de uma organização, como sua reputação, sua imagem no mercado, a forma como se relaciona com clientes e fornecedores, sua integridade, a confiança embutida em seu nome e a qualidade real do produto/serviço oferecido.

A gestão de alimentos hoje é um diferencial num programa de Gestão de Qualidade e felizmente muitas empresas estão cientes disso. É uma garantia de segurança para nós consumidores.

Conclusão

A preocupação com a segurança alimentar surgiu logo após a I Guerra Mundial, exatamente porque os governos começaram a perceber que a escassez ou contaminação alimentar poderia levar um país à ruína. E não poderiam estar mais certos. Os alimentos, por serem tão essenciais a nós, merecem atenção especial. 

Por isso a implementação de um sistema de gestão de alimentos alinhado às normas internacionais é tão importante para o seu negócio. Sua empresa se torna muito mais competitiva e, mais importante: zela diretamente pela saúde de seus clientes e colaboradores.

Programa Compliance Gestão de Segurança de Alimentos Verde Ghaia

Das plantações à mesa dos clientes, as organizações enfrentam desafios de gestão em toda cadeia produtiva, com um ambiente complexo, que lida diretamente com a responsabilidade sobre os colaboradores, parceiros e clientes.

A Verde Ghaia desenvolveu para os seus clientes soluções exclusivas e personalizadas para uma gestão de excelência no Ramo de Alimentos. Através do programa de compliance, as empresas podem ter uma gestão eficiente com garantia de integridade nas operações e redução dos riscos em um ambiente tão exposto a alterações repentinas.

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Leia mais: Gestão de segurança de alimentos: você sabe o que é APPCC?


Prêmio Compliance: Conheça as Empresas Finalistas


 

O Prêmio Compliance Brasil é uma celebração das boas práticas e do controle legal adotados pelas organizações em todo o Brasil.

O Prêmio tem como objetivo incentivar as empresas a implementarem práticas sustentáveis em todos os seus processos, valorizando e reconhecendo as pessoas envolvidas e claro, premiando os destaques através de indicadores de monitoramento legal e sistema de gestão eficientes.

Neste contexto, estar em Compliance com as obrigações legais aplicáveis às organizações, com um programa de integridade sólido e transparente, ganha espaço na sociedade que rejeita com todo o seu afinco, práticas ilegais e antiéticas adotadas por organizações empresariais, pessoas e instituições públicas e privadas.

O alto índice de casos de corrupção que assolaram o país, a falta de segurança pública e a precária educação gerou um sentimento social e político de revolta e uma indiscutível necessidade de mudança urgente, no sistema atualmente estabelecido.

Dessa forma, a iniciativa da Verde Ghaia, sempre pioneira, em premiar a excelência da gestão corporativa vai de encontro com o sentimento de mudança e de ampliação dos programas de compliance nas empresas, visando garantir o bom funcionamento das organizações e mais segurança nos colaboradores e na sociedade.

A recente responsabilização e penalização de CEOs, Diretores e Técnicos por desvios de conduta das marcas que estes representam, fortalece e ressalta a importância de se manter em Compliance para todas as organizações e, em especial, aos clientes da Verde Ghaia.

Portanto, nada mais justo que o reconhecimento e a valorização primeiramente das pessoas, das empresas e dos órgãos que atuam em conformidade com as leis e boas práticas de mercado.

Associar-se ao SOGI, aos processos de auditorias de conformidade legal é uma grande oportunidade de chancelar os compromissos das organizações com as diretrizes da integridade. Além de ter a marca em destaque para toda a sociedade brasileira.

Como o Prêmio Compliance é visto pelos nossos Clientes

Compartilhamos com vocês a relevância que o Prêmio Compliance tem para os nossos clientes e como é importante o envolvimento da alta direção para que a melhoria contínua seja um procedimento habitual de todos da organização, para que assim, seja mais fácil se posicionar frente aos desafios e superá-los.

“Como gerente responsável pela gestão de requisitos legais na Uberlândia Refrescos, envolvendo toda gestão do SGI, trabalho com uma equipe muito qualificada e comprometida; e todos estamos com grande expectativa de conseguirmos este ano o “Prêmio Compliance Brasil 2019 na categoria SGI”. Dedicamos bastante à essa gestão em busca do melhor resultado no Prêmio Compliance 2019 e reconhecemos a importância deste prêmio idealizado por uma empresa especializada no assunto, fazendo um trabalho com ética, transparência e dedicação para reconhecer as melhores organizações por suas gestões.

Este ano a Uberlândia Refrescos Ltda será representada pelo nosso presidente CEO – Sr. Alexandre Lacerda Biagi cujo envolvido busca contribuir por resultados da empresa com foco na sustentabilidade; enfatizando sempre, que para uma empresa ser totalmente sustentável, é primordial manter uma excelente gestão em compliance.

Acreditamos que o grande diferencial da nossa organização é o envolvimento da alta administração na gestão integrada, desdobrando nossos valores e práticas para todos níveis hierárquicos”.

Adão Filho – Gerente da Asseguração da Qualidade e Meio Ambiente

Quem são os Finalistas do Prêmio Compliance

O Prêmio Compliance Brasil é um evento organizado pela Verde Ghaia desde 2012. E neste ano de 2019, o Prêmio Compliance será patrocinado pela BRTUV, BSI, Saint Paul, Renova, Instituto Oksigeno, Copygreen e VG Resíduos.

Confira no site todas as informações sobre a programação, quais empresas estão como finalistas, a metodologia utilizada para selecionar as empresas que se destacaram e muito mais.

Conheça as Finalistas do Prêmio Compliance Brasil 2019 da Verde Ghaia


Marcela Guaracy – Gerente Jurídica da Verde Ghaia


O que é Gestão Aeroportuária?


 

Quando falamos em aeroportos, nos lembramos imediatamente de passageiros passando para lá e para cá com suas bolsas e malas, restaurantes, lojas, aquele ambiente iluminado e muito limpo… Tendemos a focar em tudo o que fica naturalmente exposto aos viajantes.

Entretanto, quando o assunto é a gestão de aeroportos propriamente dita, a abrangência é muito mais complexa e vai além de toda aquela estrutura visível aos consumidores que circulam naquele ambiente todos os dias.

O aeroporto não é “um grande shopping que por acaso possui uma pista voltada a pousos e decolagens de aeronaves”. Esta é uma visão simplista, e que inclusive leva ao equívoco de muitos gestores aeroportuários brasileiros, que ainda tendem a concentrar suas prioridades no que diz respeito à satisfação dos passageiros e das autoridades públicas.

Os elementos envolvidos na gestão aeroportuária

Os elementos envolvidos na gestão aeroportuária

Na gestão aeroportuária, existem inúmeros clientes que vão muito além dos passageiros que tomam voos diariamente.

Ainda que boa parte dos órgãos presentes num aeroporto não sejam de responsabilidade direta da concessionária responsável por operar o local, de um modo ou de outro todos eles acabam englobados no gerenciamento de cada terminal, pois um aeroporto acaba sendo multidisciplinar no que diz respeito à sua administração. Todo o processo de gestão aeroportuária exige coordenação e integração rígidas com diversos órgãos públicos e privados. Veja só como a lista é extensa (e não se limita a):

– Aeronáutica.

– Departamento de Aviação Civil (DAC).

– Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).

– Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

– Institutos de meteorologia (afinal as condições climáticas são fator essencial para a autorização de pousos e decolagens).

– As polícias Federal, Civil e Militar.

– Órgãos fazendários, como o Vigiagro, Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional, do Ministério da Agricultura, que controla e fiscaliza as operações de comércio internacional envolvendo produtos de interesse agropecuário.

– A vigilância sanitária (ANVISA).

– Órgãos de proteção ao consumidor, como o PROCON.

– Inúmeros departamentos (Federais, Estaduais e Municipais) ligados a transportes terrestres e ao tráfego de veículos.

– Fornecedores e distribuidoras de combustível, como a BR Distribuidora.

Transportadoras, e este item inclui diversos fatores, como a gestão de armazéns e pátios, logística integrada de transportes intermodais, segurança para evitar desvios e roubos de carga, protocolos de exportação e importação, a relação com os serviços oficiais dos Correios e das empresas de courier (como FedEx e UPS),  a repressão ao contrabando e tráfico de drogas, questões sanitárias (as quais podem envolver a necessidade de isolamentos e quarentenas) e muito mais.

As empresas terceirizadas que atuam na manipulação de bagagens e no controle de tráfego aéreo

Órgãos de controle ambiental de esgotos, resíduos químicos e poluição sonora, os quais costumam exigir atenção redobrada no que diz respeito ao cumprimento da legislação ambiental. O sistema de TI, que envolverá toda a comunicação do aeroporto, os painéis de informações, os sistemas de check-in e controle de bagagem, os equipamentos das salas de controle e muito mais.

As empresas terceirizadas, que costumam atuar na manipulação de bagagens, no controle de tráfego aéreo, na distribuição de “slots” de pousos e decolagens, na gestão do taxiamento, na reposição da comida nos aviões (catering), na manutenção de aeronaves etc.

Não podemos também nos esquecer dos funcionários, pessoas físicas, que podem ser diretos e terceirizados. Inclui-se aí tripulantes e atendentes de empresas aéreas, funcionários de catering, de órgãos públicos, de empresas de transporte terrestre, das lojas comerciais atuantes… Em geral, aeroportos funcionam em período integral e a quantidade de empregados atuantes é imensa. Isto, por sua vez, também envolve dezenas de sindicatos, cada um com seu regimento.

No que envolve diretamente os passageiros, há o gerenciamento do estacionamento, dos pontos de transporte coletivo, das locadoras de veículos, hotelaria, a infraestrutura de check-in e embarque (as quais incluem revista pessoal e de bagagens), a estrutura de desembarque, a imigração, a retirada de bagagens, a alfândega, consumo em lojas, restaurantes e duty free, despacho de bagagens vivas (como animais de estimação), limpeza dos ambientes de uso coletivo (como banheiros) etc.

– Estrutura médica ambulatorial (inclusive para atendimentos de emergência) e controle de epidemias

– Questões legais. A legislação aeroportuária é extremamente específica. Só no Brasil, é preciso cumprir cerca de mil e quatrocentos requisitos legais neste nicho (que envolvem Meio Ambiente, Saúde e Segurança Ocupacional e Qualidade Aeroportuária) para se estar em dia com a legislação vigente.

– Toda a gestão também envolve custos, que não podem ser desprendidos de maneira desmedida.

Gerir um aeroporto é um trabalho hercúleo, que exige um sistema organizado, eficaz e eficiente. Um aeroporto bem gerido não apenas assegura a segurança de todos os presentes (estejam eles ali de passagem ou no dia a dia), como garante que cada passageiro que frequenta o ambiente tenha, de fato, uma boa viagem.

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Prêmio Compliance Brasil: empresas que buscam o Compliance Sustentável


 

Compliance! Existem termos em inglês que estão totalmente inseridos em nosso vocabulário e cujo significado não deixa dúvidas. Se você diz que vai ao shopping, por exemplo, todo mundo entende que é o estabelecimento cheio de lojas, praças de alimentação e cinema. Se você diz que vai num restaurante self-service, as pessoas entendem que é aquele restaurante onde você mesmo serve seu prato.

Mas, existem outros termos que não são entendíveis a todos. Compliance é um deles.

Como estar em compliance?

Um dicionário inglês-português, por exemplo, pode oferecer diversos sentidos para compliance: complacência, submissão, condescendência, consentimento, aquiescência, flexibilidade. Já no âmbito institucional e corporativo, compliance é “o conjunto de disciplinas para fazer cumprir as normas legais, as políticas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades de uma instituição ou empresa, bem como evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade que possa ocorrer”. Vem do verbo to comply, que pode ser definido como cumprir, satisfazer, corresponder a, obedecer, estar de acordo.

O termo compliance foi um pouco mais citado no Brasil quando tomamos conhecimento dos aspectos da Operação Lava Jato, ação da Polícia Federal para investigar um esquema bilionário de desvio e lavagem de dinheiro envolvendo a Petrobras, empreiteiras e políticos. Só que com isto a palavra ficou diretamente associada ao combate à corrupção, à busca pela integridade. Sim, a compliance também envolve a anticorrupção, mas não se resume a isto.

Compliance: conformidade com as leis aplicáveis ao negócio

Como estar em compliance?

Uma organização em compliance é aquela que está em conformidade com todas as leis aplicáveis ao seu negócio. Para alcançar os aspectos pertinentes à sustentabilidade, no que diz respeito ao tripé ambiental, social e econômico/de qualidade — os quais por sua vez são também norteados por normas internacionais —, também é essencial estar em compliance, ou seja, atendendo todas as leis que dizem respeito às respectivas áreas e que sejam aplicáveis à empresa em questão.

Estar em compliance ajuda no mapeamento de todas os aspectos legais e normativos que podem impactar o negócio, bem como na execução de planos de ação para contribuir no seu monitoramento, possíveis atualizações de lei e também o surgimento de novas. É algo que, quando bem estabelecido dentro da gestão,  faz com que a empresa evite multas e sanções, conquiste a confiança do consumidor, padronize seus documentos e processos (criando assim um padrão de qualidade de seus produtos e serviços), flagre uma redução visível em seus prejuízos financeiros e, como consequência, saia com a imagem e a reputação fortalecidas perante o mercado.

O relatório 2019 da Trust Barometer — pesquisa de confiança global realizada anualmente pela agência Edelman para medir os níveis de confiança dos indivíduos em relação a negócios, governo, ONGs e mídia —, mostrou que 73% de seus entrevistados creem que uma empresa é capaz de tomar ações específicas que tanto aumentem seus lucros quando melhorem as condições econômicas e sociais nas comunidades onde ela opera.

Por que foi criado o Prêmio Compliance Brasil da Verde Ghaia

Quando a Verde Ghaia criou o Prêmio Compliance Brasil, sua intenção era exatamente reconhecer as boas práticas e o controle legal adotados pelas organizações em todo o Brasil, e um incentivo para que as empresas brasileiras acolham práticas sustentáveis em seus processos.

A premiação nasceu com o objetivo de se tornar um estímulo e um reconhecimento às companhias que de fato têm se esforçado para alcançar a excelência em sua gestão legal. Conseguir estar em dia com todos os requisitos legais aplicáveis ao negócio não é uma tarefa fácil, uma vez que é extenso o número de normas e leis existentes em nosso país.

Uma fábrica de porte médio, por exemplo, precisa estar em acordo com, em média, mil e duzentas leis para atuar dentro da conformidade. É um trabalho que exige paciência e que pode colocar todo o esforço de uma empresa a perder se uma única lei passar despercebida pelo radar, ainda que os outros 1.199 estejam em segurança. Porque a quebra de um único requisito pode ser o suficiente para causar o desabamento de um prédio, o rompimento de uma barragem, o derramamento de rejeitos nos rios de uma região.

Sendo assim, o Prêmio Compliance Brasil nasceu com o objetivo de se tornar um estímulo e um reconhecimento às companhias que de fato têm se esforçado para alcançar a excelência em sua gestão legal.

Os vencedores são escolhidos a partir de pesquisas minuciosas, que contam com amostras de aproximadamente 1,5 mil organizações de grande e médio porte que estejam em busca da excelência em sua gestão através de certificações internacionais, do cumprimento da legislação aplicável ao seu negócio e da implementação de ações para a melhoria contínua de seus processos, produtos e serviços.

Um dos critérios de participação é a realização do monitoramento de leis através do SOGI— Software de Gestão Integrada desenvolvido pela Verde Ghaia —, os quais  já ficam automaticamente inscritos no Prêmio Compliance Brasil.  Através dessa plataforma são realizadas as pesquisas quantitativas para análise da conformidade das empresas perante a lei.

Em 2019, o Prêmio Compliance Brasil celebrará sua 4ª edição. A divulgação dos vencedores acontecerá no dia 27 de junho, às 19h, no Sicepot, em Belo Horizonte/MG.



Por que adotar um Sistema de Gestão Aeroportuária?


 

Programa de Compliance na gestão aeroportuária: por que adotar um sistema de gestão específico?

Os programas de compliance voltados à gestão aeroportuária ainda são um tanto recentes no Brasil, pois embora muitas empresas do ramo aeroportuário adotem programas de compliance, estes nem sempre abrangem as circunstâncias altamente específicas que envolvem as esfera da aviação — e que podem fazer toda a diferença numa gestão.

Mas por que não posso adotar qualquer programa de compliance em minha gestão aeroportuária? Existem várias razões para isso.

Em primeiro lugar, aeroportos são pontos naturais de visibilidade internacional — afinal muitos deles são a porta de entrada para um país. Qualquer tipo de incidente pode receber atenção mundial; e em caso de acidente grave, as empresas envolvidas acabam se tornando alvo de publicidade negativa com uma facilidade ímpar. Por alguma razão, acidentes aéreos ainda são muito impactantes nos noticiários (provavelmente devido a sua capacidade de ceifar muitas vidas de uma vez só), portanto é preciso existir uma gestão de risco muito característica do setor.

Faz-se necessária imensa avaliação antes de realizar qualquer tomada de decisão. Um programa de compliance específico é capaz de fornecer dados muito mais seguros e peculiares à atividade. Além disso, os custos aeroportuários também são um tanto voláteis, já que são altamente dependentes da cotação internacional do petróleo — devemos lembrar que um dos maiores insumos na aviação vem do combustível.

E como citamos o combustível, é preciso lembrar que todo o QAV (querosene de aviação) que abastece as aeronaves é transportado em caminhões-tanque que circulam pela pista de pousos e decolagens dos aeroportos, fato que exige uma coordenação logística muito específica para evitar ocorrências. ​

Apenas dois terminais no Brasil realizam o abastecimento das aeronaves exclusivamente por meio de dutos subterrâneos (o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, e o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro).

Os aeroportos também dispõem de áreas de armazenagem de combustível, as quais permitem a continuidade das operações durante determinado período em caso de falha na distribuição do QAV. Estas requerem grande atenção no quesito segurança, já que são extremamente suscetíveis a acidentes catastróficos devido ao alto potencial de inflamabilidade.

Os aeroportos com grande circulação de aeronaves civis necessitam de cuidados redobrados, pois lidam com uma série de situações muito específicas da rotina de um aeroporto. Por razões óbvias, aeroportos são locais dotados de muitas áreas restritas, então um programa de compliance adequado é capaz de prever um planejamento muito preciso para delimitar as áreas de circulação de civis. Uma invasão à pista, por exemplo, pode acarretar problemas inomináveis. Além do mais, aeroportos também são áreas que carecem de segurança em âmbito federal devido à circulação de material/pessoal estrangeiro. A segurança interna também precisa ser rígida a fim de evitar contrabandos e atentados.

Existe também o chamado risco de fauna na aviação civil, anteriormente chamado de risco aviário. Ele é definido como o risco de incidentes e/ou acidentes envolvendo espécies da fauna com aeronaves. O aumento das frotas de aeronaves e o surgimento de modelos mais velozes, como aeronaves a jato, tornaram o risco de fauna mais evidente e preocupante. Esse tipo de contingência não prejudica apenas o meio ambiente, como também pode acarretar em perdas humanas e materiais.

Em 20 de março de 2016, no Peru, uma ave entrou na turbina de um Boeing 737 da Peruvian Airlines durante a decolagem e fez o avião derrapar por 150 metros na pista. Felizmente nenhum dos oitenta passageiros se feriu, mas o incidente obrigou o cancelamento e o desvio de diversos outros voos, causando um prejuízo estimado em mais de US$10 milhões, o qual onerou tanto o aeroporto quanto a companhia aérea. O famoso pouso forçado do Airbus A320 com 150 passageiros sobre o Rio Hudson, em Nova York, em 2009, também foi causado por um acidente com aves. A legislação brasileira já possui uma série de instruções normativas que abrangem o risco de fauna na aviação civil.

A propósito: a legislação aeroportuária também é extremamente específica. Só no Brasil, é preciso cumprir cerca de mil e quatrocentos requisitos legais que envolvam Meio Ambiente, Saúde e Segurança Ocupacional e Qualidade Aeroportuária, para se estar em dia com a legislação vigente.

O descumprimento de qualquer um deles pode levar a multas e sanções legais, além de deixar uma empresa muito mais vulnerável a acidentes, processos trabalhistas e outros problemas infindáveis que podem levar até mesmo à interrupção de suas atividades ou à perda de concessão de um aeroporto.

O programa de compliance na gestão aeroportuária também favorece o recebimento de investimentos, que por sua vez trazem mais conforto e melhoram a qualidade dos serviços oferecidos aos usuários de transporte aéreo. Muitas empresas estrangeiras só aceitam viabilizar seus suas operações em organizações onde exista um rígido programa de compliance ativo.

Os benefícios também abrangem outras áreas relacionadas, como o gerenciamento da energia consumida, a manutenção da saúde dos funcionários e colaboradores das empresas envolvidas no processo, a melhoria da comunicação (o que inclui a torre de controle do espaço aéreo), as operações diárias e muito mais.

O ramo aeroportuário lida com valores humanos e materiais todos os dias. Um programa de compliance eficaz é de vital importância para o desenvolvimento de qualquer organização, mas um programa de compliance específico para a gestão aeroportuária é o único capaz de — perdão pelo trocadilho — estimular uma empresa a voar cada vez mais alto!

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