Energia: saiba sobre o uso de fontes renováveis e racional da energia
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COMAU: Líder em automação industrial e em Gestão de Energia


 

A Comau é líder mundial no campo da automação industrial. Combinando soluções inovadoras de engenharia com tecnologias facilitadoras e uma automação “aberta” e fácil de usar. A Comau ajuda as empresas de qualquer dimensão e segmento industrial a desfrutarem as potencialidades da digital manufacturing.

COMAU sempre buscou por soluções eficientes

A Comau desenvolve sistemas, produtos  e serviços compatíveis com a Indústria 4.0. O portfólio completo inclui: soluções para junções, montagem e trabalhos mecânicos estudadas para veículos tradicionais e elétricos, sistemas de produção robotizados, uma família completa de robôs (incluindo soluções de robótica colaborativa e de vestir) com uma ampla variedade de modelos e múltiplas configurações de carga útil, equipamentos de logística com condução autônoma e serviços de otimização de recursos, com funcionalidades de monitoramento e de controle em tempo real.

A oferta se estende também ao project management e à consultoria, serviços IoT e à manutenção e formação, destinada uma grande variedade de segmentos industriais.

As soluções oferecidas respondem às exigências da produção automotiva, da indústria pesada, ferroviária, de energia renovável e a uma ampla gama de setores da general industry.

História da COMAU

A história da Comau tem raízes na inovação e na descoberta. Iniciou suas atividades em 1970, como Consorzio Macchine Utensili – Consórcio de Máquinas e Ferramentas, em Turim, Itália. Em 1980, se expandiu para os Estados Unidos, e começa a desenvolver o primeiro Sistema Flexível de Manufatura – SFM – e também tecnologias para mecanização de alta velocidade e os primeiros robôs a laser.

Em 1990, a Comau se expande por todo o mundo, e múltiplos centros operacionais e plantas industriais são abertos na América do Sul, Europa, América do Norte e Ásia. A empresa continua com foco na vanguarda da tecnologia e começa a desenvolver novas soluções nos campos Aeroespacial, Veículos Comerciais e Veículos Pesados, Estradas de Ferro e Energias Renováveis.

Em 2000 é criada a Comau Serviços, expandindo-se para a China, Rússia e Romênia, depois de comprar a Renault Automation na França (especializada em engenharia, corte de metais, montagem mecânica e montagem final da carroceria) e a Pico nos Estados Unidos, México, Alemanha e Reino Unido (empresa líder para a produção de linhas de carroceria).

Em 2010 a Comau lança a Comau Aeroespacial, a eComau e a Comau Adaptive Solutions. A organização continua a criar soluções adaptativas, baseadas nos conceitos de “manufatura enxuta”, a fim de melhorar a eficiência operacional de seus produtos. Isso permite que sejam abertas três novas plantas na China, na República Checa, Turquia e uma nova sede na Alemanha. Foi também ampliada a unidade produtiva da Comau México e foram inauguradas as sedes da Comau na Tailândia e no Brasil.

COMAU e a Fábrica do Futuro

Atendendo o mercado há 20 anos com foco em inovação e tecnologia - Verde Ghaia
Atendendo o mercado há 20 anos com foco em inovação e tecnologia

Atualmente, o Grupo Comau trabalha com o HUMANufacturing, a “fábrica do futuro”, indo de robôs colaborativo até soluções de automação “inteligentes” na óptica da Indústria 4.0. Tudo para responder aos desafios de um mercado em desenvolvimento permanente e aos novos requisitos determinados pela revolução digital.

O HUMANufacturing é a visão da fábrica do futuro: “inteligente”, flexível e conectada, onde as pessoas estão no centro do processo de produção e sua interação com outros elementos do processo de automação é feita de maneira eficiente e segura por meio de robôs colaborativos e tecnologias digitais.

A inovação da Comau continua na área de educação, com a introdução de um novo Executive Master em Automação de Fabricação e Transformação Digital, e muitos outros projetos de formação oferecidos pela Comau Academy.

Investimento em Gestão da energia

As empresas do Grupo Comau estão fortemente comprometidas com a condução de suas atividades, em conformidade com todas as leis, regras e regulamentos aplicáveis, e com o objetivo de respeitar os mais altos padrões de ética e integridade.

A partir da criação da eComau, a Comau começou a se dedicar na transformação da responsabilidade ambiental em economia comprovada de energia, por meio do fornecimento de soluções tangíveis para auxiliar as empresas a atingirem metas de sustentabilidade e a garantirem a mais alta eficiência energética possível. 

E para coordenar efetivamente sua estratégia de Gestão de Energia, foi introduzida a função de Gestor de Energia em sua estrutura organizacional. A seriedade com que a Comau planeja e executa seu sistema de gestão a condiciona à eficiência em seus processos, destacando o engajamento de seus colaboradores, incluindo a alta direção, e também de seus parceiros.

A empresa acredita que é um compromisso da Comau atender as expectativas das partes interessadas internas e externas, sendo os requisitos legais elementos importantes neste processo. Além disso, faz parte da Política de Sustentabilidade Comau o atendimento aos requisitos legais e outros aplicáveis.

Certificações conquistas pelo Grupo Comau

  • Certificação ISO 50001:2011
  • Eficiência Energética / ISO14001:2004
  • Gestão Ambiental / OHSAS 18001:2007

O Grupo Comau é o exemplo de que inovação, compliance e sustentabilidade podem e devem caminhar juntas. Ao criar produtos e serviços melhores para seus clientes e, ao mesmo tempo, expandir sua rede global para estar mais próxima de suas bases e caminhar em sincronia com princípios que cuidam do meio-ambiente, a Comau demonstra que respeita totalmente os valores éticos e ambientais que ajudam a impulsionar o crescimento da empresa.

Depoimento de quem vive a Gestão

“Para a Comau, a Sustentabilidade é um dos objetivos de seu plano estratégico, e por isso, a empresa estabeleceu e mantém um sistema de gestão de energia como ferramenta para impulsionar o alcance desse objetivo. Uma gestão eficiente de energias possibilita o aumento da eficiência nos processos, a redução dos custos e como benefícios secundários, torna os processos menos agressivos ao meio ambiente.

E, a gestão de compliance é um elemento fundamental para que a Comau esteja ciente de quais são os requisitos legais aplicáveis ao seu negócio e a sua gestão de energias, possibilita cumprir os requisitos reais  e estar em conformidade com a legislação vigente.

Em 2010, a Comau do Brasil, implantou um sistema de gestão de energia  com certificação na norma EN 16001 – Energy Management Systems – em sua unidade de Betim-MG. Posteriormente, no ano de 2013, migrou sua certificação para a norma ABNT NBR ISO 50001. 

No ano de 2018 a Comau estendeu sua certificação para a unidade de Santo André – SP, local onde atualmente está localizada sua sede administrativa no Brasil”.

Eliezer Neves Silva / Coordenador de Sistemas de Gestão Integrado – COMAU


Cenários dos Recursos Energéticos – Gestão ISO 50001


 

A racionalização dos recursos energéticos é matéria que cada vez mais ganha destaque, seja entre as preocupações da sociedade, nas políticas públicas do governo ou no planejamento estratégico das empresas dos mais variados segmentos. Isso porque nos últimos tempos, passamos por uma crise energética como poucas vezes se te teve notícia no Brasil.

Faltas de chuvas, escassez hídrica, aumentos discrepantes da conta de luz e criação da metodologia de bandeiras, que incluiu a dolorosa bandeira vermelha, que além de representar um aumento ainda maior no valor da conta para os consumidores, indica também (como uma das causas) o aumento da necessidade de maior uso (contratação) de energia advinda de termelétricas. 

Logo o Brasil, país cuja matriz energética é composta por mais de mil usinas hidrelétricas espalhadas pelo território nacional, que juntas produzem 65% da energia do país.

É realmente difícil de acreditar que em 2014 e 2015 chegamos ao estágio de escassez hídrica e crise energética, quando pensamos o quão privilegiado somos por termos grandes rios de planalto, que costumeiramente eram alimentados por chuvas tropicais abundantes (e chegaram a constituir uma das maiores reservas de água doce do mundo) e vemos países com muito menos recursos hídricos per capta e possibilidades energéticas inferiores em condições bem mais favoráveis.

Essas ocorrências devem servir para despertar a consciência de que estamos cuidando dos nossos recursos naturais de maneira errada.  Se compararmos as características de nossa matriz energética com a do mundo, podemos constatar que as fontes renováveis participam em média com apenas 13% da matriz energética dos países industrializados.

Recursos Energéticos: consumo e otimização

Recursos Energéticos: consumo e otimização

O percentual cai para 6% entre as nações em desenvolvimento, ou seja, temos uma disponibilidade desses recursos muito acima da média e estamos fazendo uma gestão sobre os mesmos bem abaixo da média. Faz-se necessário rever onde, como e quando estão sendo desperdiçados os recursos energéticos, e como é possível reduzir o seu consumo ou otimizar a forma de utilizá-lo.

Isso começa pela casa de cada cidadão, desde o banho demorado, ao uso de mangueira para “varrer” calçadas e pisos, passa pelo descaso do poder público pela falta de saneamento básico e cuidado com os rios, lagos e suas matas ciliares chegando também ao setor empresarial, principalmente às indústrias que não tenham uma cultura de preocupação com os impactos ambientais adversos para à sociedade que suas atividades representam ou não conseguem enxergar os benefícios que uma boa gestão ambiental e de eficiência energética  pode trazer para o planejamento estratégico da organização, fortalecimento de sua marca e principalmente redução de custos.

Há que se saber vislumbrar o lado bom de qualquer crise e aproveitar a experiência pela qual se pode vivenciar ao sentir na pele e no bolso os efeitos negativos do nosso descaso, para compreender que se não houver mudança de mentalidade, comportamento e prioridades continuaremos a pagar mais caro, por recursos que temos mais do que muitos, mas estamos desperdiçando como poucos.

De acordo com EPE – Empresa de Pesquisa Energética, o tipo de energia mais utilizada no Brasil são:

  • 39,4% de participação de renováveis na Matriz Energética Brasileira, mantendo-se entre as mais elevadas do mundo;
  • 60,6% da energia utilizada não é renovável.

Atividades que mais consomem energia do País

Que tipo de atividades mais usam a energia são elas: 

  • Indústrias 32,9%;
  • Transportes 32,5%;
  • Residências 9,3%;
  • Setor energético 10,3%;
  • Serviços 4,7%;
  • Agropecuária 4,2%;
  • Produção industrial, transporte de carga e mobilidade das pessoas respondem por 65%
  • Já o crescimento substancial de 85,5% no aumento na geração de eletricidade eólica.

A energia que movimenta a indústria, o transporte, o comércio e demais setores econômicos do País recebe a denominação de Consumo Final no Balanço Energético Nacional. Esta energia para chegar ao local de consumo é transportada por gasodutos, linhas de transmissão, rodovias, ferrovias, etc, processos que demandam perdas de energia.

De outro lado, a energia extraída da natureza não se encontra nas formas mais adequadas para os usos finais, necessitando, na maioria dos casos, de passar por processos de transformação (refinarias que transformam o petróleo em óleo diesel, gasolina, etc; usinas hidrelétricas que aproveitam a energia mecânica da água para produção de energia elétrica, carvoarias que transformam a lenha em carvão vegetal, etc). Estes processos também demandam perdas de energia.

No Balanço Energético Nacional, a soma do consumo final de energia, das perdas na distribuição e armazenagem e das perdas nos processos de transformação, recebe a denominação de Oferta Interna de Energia – OIE, também, denominada de matriz energética ou de demanda total de energia.

Agora, vamos contextualizar um pouco a respeito da fonte de energia primária, ou seja, toda a forma de energia disponível na natureza antes de ser convertida ou transformada. Consiste na energia contida nos combustíveis crus, a energia solar, a eólica, a geotérmica e outras formas de energia que constituem uma entrada ao sistema. Se não é utilizável diretamente, deve ser transformada numa fonte de energia secundária.

Na indústria energética distinguem-se diferentes etapas: a produção de energia primária, seu armazenamento e transporte em forma de energia secundária, e seu consumo como energia final.

Assim, por exemplo, a energia mecânica de um salto de água é transformada em eletricidade e ao chegar ao utente final (aquele que possuiu ou desfruta de alguma coisa pelo direito de uso, mais conhecido como o termo, usuário de algo), esta pode ser empregue para diferentes usos (iluminação, produção de frio e calor, etc).

É hora de dar lugar à criatividade e à racionalidade – ISO 50001

É hora de dar lugar à criatividade e à racionalidade - ISO 50001

Sair do lugar comum e tomar ações para se evitar o desperdício, incentivar mais o uso de energias limpas como a eólica e solar, de modo que o investimento nas mesmas garanta um retorno à médio prazo, e um resultado mais eficiente.  Pensar em outras formas de geração de energias, repensar processos e avaliar como fazer (produzir) mais com menos (recursos energéticos), identificar melhorias e priorizar as soluções mais eficientes.

Em tempos em que as receitas podem não crescer tanto como se pretendia o equilíbrio das contas ou o próprio lucro almejado pode ser alcançado também por meio da redução dos custos.

Para isso, um sistema de gestão de energia nos moldes da ISO 50001 devidamente implementado e mantido se mostra como uma ótima ferramenta para auxiliar qualquer organização a alcançar esses objetivos.

Quer implementar um gestão eficiente? Fale conosco!



Anatel altera norma para Equipamentos de radiação restrita


 

PUBLICADA RESOLUÇÃO ANATEL Nº 705, DE 21-12-2018, QUE ALTERA O REGULAMENTO SOBRE EQUIPAMENTOS DE RADIOCOMUNICAÇÃO DE RADIAÇÃO RESTRITA

A AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES – ANATEL publicou a Resolução ANATEL Nº 705, de 21-12-2018, a qual altera a Resolução ANATEL Nº 680, de 27-06-2017, que dispõe sobre Regulamento sobre Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita.

Nas alterações trazidas pela Resolução ANATEL Nº 705, de 21-12-2018, temos a inclusão de mais uma hipótese de exceção em que os sistemas ou equipamentos de radiação restrita estão autorizados a operar nas faixas de frequência da Tabela I, que é no caso de Equipamento de Localização de Cabos na faixa de radiofrequências entre 90 kHz e 110 kHz, desde que exista requisito técnico para sua certificação.

Outra alteração sofrida, foi a tabela prevista no Anexo I, que trata sobre as Faixas de radiofrequências utilizáveis por equipamentos de radiação restrita com limites de emissão alternativo.

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do texto desta Resolução por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI: https://sogi8.sogi.com.br ou através do site: https://futurelegis.sogi.com.br

Bruna Marques da Costa
Departamento Jurídico




Política Nuclear Brasileira: processo de elaboração da nova legislação


 

CNEN participa da elaboração de norma com diretrizes da política nuclear brasileira

Foi publicado no Diário Oficial da União no dia 06-12-2018, seção 1, página 03, o Decreto Nº 9.600, de 05-12-2018, que consolida as diretrizes sobre a Política Nuclear Brasileira, contribuindo para o planejamento, ações e atividades nucleares e radioativas no País, em observância à soberania nacional, com vistas ao desenvolvimento, à proteção da saúde humana e do meio ambiente.

O processo de elaboração da nova legislação contou com a participação da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN, bem como demais autoridades e representantes de instituições brasileiras da área nuclear, que integraram o Grupo de Trabalho 1 do Comitê de Desenvolvimento do Programa Nuclear Brasileiro (CDPNB), coordenado pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República.

Entre os objetivos apresentados pelo Decreto, podemos destacar:

Garantir o uso seguro da tecnologia nuclear e fortalecer as atividades relacionadas com o planejamento, a resposta a situações de emergência e eventos relacionados com a segurança nuclear e a proteção física das instalações nucleares;

Atualizar e manter a estrutura do setor nuclear, observadas as áreas de atuação de seus órgãos componentes, com vistas a garantir a sua integração, eficácia e eficiência,

Foi estabelecido que os estudos e os projetos científicos e tecnológicos serão incentivados, a fim de estimular a capacitação, o desenvolvimento e a inovação, com vistas, em especial, à autonomia tecnológica nas áreas de fusão e fissão nucleares, ciclo do combustível, reatores nucleares, entre outras.

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do texto deste Decreto por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI ou através do site Future Legis.

Karina Passos Lopes
Departamento Jurídico


Qual a importância da certificação ISO 50001 em Gestão de Energia para a sua empresa


 

Sem dúvida um dos principais gastos de qualquer empresa hoje é com a energia elétrica. Ao mesmo tempo que é um item indispensável, seu mau gerenciamento pode ser motivo de gastos desnecessários. Gastos esses, que poderiam ser na verdade, investidos em melhorias e investimentos para seu negócio.

Então, se você tem uma empresa e deseja ampliar seus negócios, diminuir gastos desnecessários e, principalmente, demonstrar-se consciente quanto aos impactos que esses gastos podem causar ao meio ambiente, é de extrema importância que você obtenha a certificação ISO 50001 em Gestão de Energia.

Gestão de Energia – ISO 50001

A ISO 50001 é a norma internacional específica para tratar sobre a Gestão de Energia. Ou seja, esta norma estabelece parâmetros para o fornecimento, utilização e consumo de energia de forma a auxiliar as empresas a usarem a energia de maneira mais eficiente, através da implementação de um sistema de gestão de energia.

Essa certificação ISO é recomendada para todos os segmentos, independente de tamanho, setor de atuação e produtos ou serviços oferecidos que possuam um alto índice de gasto de energia, que desejam reduzir gastos e querem ou ainda precisem diminuir a emissão de gases poluentes.

Dada a importância desse tema nos dias atuais, especialmente porque uma empresa sustentável é vista como algo muito positivo diante do mercado, aqui neste artigo vamos falar um pouco sobre a ISO  50001 e qual a sua importância e seus benefícios para o seu negócio. Além disso, vamos apresentar o case de sucesso do primeiro hospital público brasileiro a conquistar a certificação ISO 50001, gerenciado pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina – SPDM, cliente da Verde Ghaia.

O que é a ISO 50001?

A ISO 50001 foi preparada pelo Projeto Comitê ISO/PC 242, Gestão de Energia, sendo uma norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), publicada em 15 de junho de 2011.

Esta norma trata especificamente sobre os requisitos para o estabelecimento, implementação, manutenção e melhoria do sistema de gestão de energia. Assim, ela permite que uma organização desenvolva e implemente uma política energética e estabeleça objetivos, metas e planos de ação que levem em conta os requisitos legais e informações relativas ao uso significativo de energia. Ela determina também diretrizes sobre segurança, desempenho, eficiência energética e redução de gases poluentes.

Ao adotar um sistema de gestão de energia você possibilita que sua organização comece a seguir uma abordagem sistemática para a redução do consumo total de energia de um determinado espaço. Entretanto, exige também mudanças nas práticas institucionais existentes, como adotar uma gestão sistemática e a abordagem de comportamento, pois a implementação bem-sucedida depende do comprometimento de todos os níveis e funções da organização e, especialmente, da gestão da alta direção.

O modelo utilizado é o modelo de sistema de gestão de melhoria contínua, que também é seguido por outras normas, tais como a ISO 9001 e a ISO 14001. Isso facilita que as organizações integrem a gestão de energia em seus esforços a fim de melhorarem a qualidade e a gestão ambiental.

Por este motivo, ela também pode ser facilmente integrada aos Sistemas de Gestão da Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança de todos os tipos de organizações dispostas a monitorar e melhorar sua eficiência energética.

Benefícios da certificação ISO 50001 para o seu negócio

Como as demais normas de sistema de gestão ISO, a certificação ISO 50001 não é obrigatória. Entretanto, uma certificação do sistema de gestão de energia eficaz ajuda sua organização a estabelecer processos para melhorar o desempenho de energia, e traz como benefícios:

Melhora da racionalização dos recursos energéticos;
Redução do consumo
Aumento da eficiência energética;
Melhora contínua do consumo de energia;
Permite maior confiança por parte de potenciais clientes e parceiros e garante a credibilidade mundial para a consciência da energia;
Promove as melhores práticas de gestão de energia e reforça os bons comportamentos;
Auxilia instalações a avaliar e a priorizar a implementação de novas tecnologias de eficiência energética;
Assegura a melhoria da competência de suas equipes no gerenciamento do consumo de energia, preparando-os para as auditorias.

Todos estes benefícios se traduzem em redução de custos com energia, redução das emissões de gases do efeito estufa e dos impactos ambientais, comprovando o compromisso da sua organização com o desenvolvimento sustentável e fazendo com que sua empresa ganhe uma sólida vantagem competitiva.

Critérios e exigências da ISO 50001 para as organizações

Para implementar a norma ISO 50001 é importante avaliar as condições organizacionais para fazer uma previsão e o alinhamento dos objetivos da certificação com os da organização. O método de implementação baseia-se no PDCA, ou Planejar, Fazer, Verificar e Agir (do inglês Plan, Do, Check, Act).

Esta certificação ISO vai exigir que a empresa:

Desenvolva uma política para o uso mais eficiente da energia;
Fixe metas e objetivos para atender a essa política;
Crie e use os dados internos para melhor compreender e tomar decisões sobre o uso de energia;
Meça os resultados;
Reveja como a política funciona;
Melhore continuamente a gestão da energia.

Um case de sucesso no Brasil da norma ISO 50001

Um exemplo de sucesso de certificação da norma ISO 50001 é o do Hospital de Transplantes Eurycledes de Jesus Zerbine (Brigadeiro), gerenciado pela SPDM, cliente da Verde Ghaia. Ele se tornou, em 2018, o primeiro hospital público do Brasil a ser recomendado à certificação da ISO 50001 – Gestão de Energia.

Além da ISO 50001, também foram recomendadas as certificações das normas ISO 14001 – Meio Ambiente, OHSAS 18001 – Saúde e Segurança no Trabalho e ISO 9001 – Qualidade. O Hospital Lucy Montoro também teve as recomendações, e foi o segundo a alcançar estes certificados. Além destes, mais 60 hospitais estão na fila para atingir esses objetivos.

Todos estes resultados positivos só foram possíveis porque contaram com a consultoria da equipe Verde Ghaia, que foi a responsável pela implementação de todo o sistema de gestão. Os consultores das áreas de Consultoria Técnica, Jurídico, Suporte, TI, Comunicação, Comercial, entre outras, se mobilizaram e trabalharam em equipe para que os hospitais gerenciados pela SPDM obtivessem o sucesso no tempo almejado.

Tornar-se o primeiro hospital, e entidade de saúde, a ser certificado na norma ISO 50001 em nível Brasil, demonstra toda a seriedade e responsabilidade da Verde Ghaia em dar aos seus clientes suporte e know-how para que possam alcançar resultados reais e positivos.

A Verde Ghaia também pode te ajudar!

Você também pode obter estes resultados com a ajuda da Verde Ghaia. A Verde Ghaia está há mais de 20 anos no mercado desenvolvendo metodologias próprias de sistema de gestão e oferecendo o que tem de mais moderno e inovador para seus mais de 2000 clientes, espalhados por todo o Brasil, América Latina e África.

Através da plataforma SOGI, de cursos online de EaD, de treinamentos e contando sempre com consultores especializados, a Verde Ghaia te auxilia a obter os resultados desejados e consequentemente ganhar diferencial competitivo, reduzir custos operacionais e mostrar que sua organização se preocupa com o meio ambiente e com o desenvolvimento sustentável através de um sistema de gestão de energia eficaz.

Por exemplo, a Gestão de energia SPDM, primeira gestora de Hospitais Públicos a certificar suas unidades na ISO 50001 em 2018, como 03 hospitais já certificados, 02 em fase final e 60 outras unidades em processo de implementação para conquistar a certificação nos próximos anos. A Verde Ghaia está a frente não apenas da Certificação ISO 50001, mas frente às implantações das Normas ISO 14001, ISO 9001, OHSAS 18001 e ISO 50001 da SPDM. Uma parceria de Sucesso, confiança, responsabilidade e compromisso!

Neste caso específico, a Verde Ghaia oferece uma consultoria mais abrangente e avançada para as empresas auxiliando no cumprimento dos requisitos da ISO 50001. Além do uso do SOGI, a Consultoria Online Verde Ghaia ajuda as organizações a atenderem facilmente aos requisitos desta norma, através de recursos para a elaboração de políticas, definição de objetivos e metas, análise e compreensão de dados para tomada de decisão, e apuração de resultados sobre o uso da energia, aumentando a eficiência do seu sistema de gerenciamento, reduzindo retrabalho e desperdícios. Também, através da plataforma VG Resíduos, é possível ter soluções alternativas para a substituição energética.

Assim como foi com a SPDM, certifique-se com quem entende de Sistemas de Gestão. A equipe da Verde Ghaia trabalha de forma colaborativa integrando diferentes áreas, usuários e equipes através de processos padronizados, que garantem a manutenção e a eficácia do sistema de gestão de energia para sua organização.

Portanto, se você deseja evitar gastos desnecessários, reduzir custos e ampliar seu negócio, é muito importante que você tenha um sistema de gestão de energia eficaz de acordo com a ISO 50001. Assim, você garante a sustentabilidade financeira e ambiental de sua organização. Para saber mais, entre em contato agora mesmo com um dos nossos consultores Verde Ghaia!


Nova norma para Transmissoras de Radiocomunicação


 

ANATEL aprova novo Regulamento para Operação de Estações Transmissoras de Radiocomunicação

Foi publicado no diário oficial da União do dia 02 de outubro de 2018, a Resolução Anatel nº 700, de 28-09-2018 que aprova o regulamento sobre a avaliação da exposição humana a campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos associados à operação de estações transmissoras de radiocomunicação.

O novo regulamento tem por objetivo definir métodos de avaliação da exposição humana a campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos, associados à operação de estações transmissoras de radiocomunicação. A Resolução Anatel 303/2002 que será revogada em 120 dias pela Resolução Anatel 700/2018, determina a faixa de radiofrequências entre 9 kHz e 300 GHz para o limite da exposição a campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos. Já a Resolução Anatel 700/2018 determina a faixa de 8,3 kHz e 300 GHz.

Os limites de exposição ocupacional e da população em geral a campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos gerados por estações transmissoras de radiocomunicação e por terminais de usuários, estabelecidos em todo o território brasileiro, são os recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), conforme estabelecido na Lei nº 11.934/2009. Ressalta-se que, enquanto não forem estabelecidas novas recomendações, serão adotados, para fins de avaliação da exposição humana a CEMRF, os limites propostos pela Comissão Internacional de Proteção Contra Radiação Não Ionizante (ICNIRP), detalhados em Ato específico da Superintendência responsável pela administração do uso do espectro radioelétrico.

A avaliação da exposição humana a CEMRF associados à operação de estações transmissoras de radiocomunicação deve considerar a exposição da população em geral e a exposição ocupacional, permanecendo válidos os relatórios de conformidade expedidos até a data de entrada em vigor deste Regulamento.

Por fim, a Resolução Anatel nº 700, de 28-09-2018 entra em vigor em 120 dias, no dia 02-02-2019, onde a Resolução Anatel Nº 303, de 02-07-2002 também será revogada.

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do texto desta Resolução por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI ou através do site Future Legis.

Caroline Dias
Departamento Jurídico.

 


Fundacentro publica NHO 11 – níveis de iluminamento em ambientes internos de trabalho


 

Fundacentro publica NHO 11 – níveis de iluminamento em ambientes internos de trabalho.

Um ambiente de trabalho bem iluminado permite que os trabalhadores vejam e se movam com segurança, bem como desempenhem suas atividades de maneira segura, precisa e eficaz, com conforto e segurança durante todo o período de trabalho.

Pensando nisso, a FUNDACENTRO publicou neste ano, a Norma de Higiene Ocupacional nº 11, a qual trata dos procedimentos técnicos para a Avaliação dos níveis de iluminamento em ambientes internos de trabalho. A norma busca indicar os principais parâmetros que interferem nos aspectos quantitativos e qualitativos relacionados à iluminação interna dos ambientes de trabalho, auxiliando no atendimento à NR 17 – ERGONOMIA que dispõe, em seu item 17.5.3 que diz:

Em todos os locais de trabalho deve haver iluminação adequada, natural ou artificial, geral ou suplementar, apropriada à natureza da atividade”.

A norma também aborda outros aspectos e parâmetros para detecção de não conformidades que possam comprometer requisitos de segurança e desempenho eficiente do trabalho. Dentre eles, foi especificado o critério que deve ser adotado para avaliação do nível de iluminamento como, por exemplo, a Escala de iluminância mínima e os procedimentos de avaliação.

Importante ressaltar que, a norma determina que os medidores de iluminância sejam periodicamente calibrados e certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), por laboratórios acreditados pelo Inmetro para essa finalidade ou por laboratórios internacionais, desde que reconhecidos pelo Inmetro, em periodicidade estabelecida com base nas recomendações do fabricante.

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do texto da NHO por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI ou através do nosso site.

Bruna Marques da Costa
Departamento Jurídico


Como implementar um Sistema de Gestão de Energia eficiente?


 

Entenda as vantagens adquiridas pela empresa ao implantar um sistema de gestão de energia conforme os requisitos da ISO 50001 e os pontos chaves desse processo.

Publicada em 15 de junho de 2011, a norma ISO 50001 estabelece requisitos para um sistema de gestão de energia que podem ser usados por plantas industriais, instalações comerciais ou qualquer outro tipo de empresa para melhoria do seu desempenho energético.

É importante destacar que esse sistema de gestão não se restringe somente à energia elétrica. A norma aborda também outros tipos de energia como combustíveis, vapor e ar comprimido. Assim, implantar a ISO 50001 é fazer com que a empresa adote uma busca continua pela redução do seu consumo de energia, aumentando a eficiência energética de suas atividades e processos. Desse modo,contribui-se para a redução da emissão de gases que provocam o efeito estufa.

O Sistema de Gestão de Energia e o cenário atual

Em um cenário econômico cada vez mais competitivo, melhorar o desempenho energético significa não só reduzir impactos ambientais, mas também reduzir desperdícios financeiros, o que contribui de forma significativa para a sustentabilidade econômico-financeira das empresas, devido à redução de custos em processos produtivos, em áreas administrativas e até mesmo em transportes.

Na tendência mundial de aumento da preocupação com o meio ambiente e na necessidade cada vez maior das empresas de reduzirem gastos internos para se manterem vivas no mercado, a implantação do Sistema de Gestão de Energia tem se tornado objetivo de organizações de diversos ramos de atuação. Destaca-se nessa busca, as industriais, mas sem excluir os demais ramos de atividade como escritórios, hospitais e comércios.

Esse destaque não é difícil entender, quando se observa que, segundo levantamento da Empresa de Pesquisa e Energia – EPE em seu Relatório Síntese de 2018, Produção industrial e transporte de carga/passageiros, respondem por aproximadamente 66% do consumo de energia do país.

Quais os principais pontos da implantação da ISO 50001?

Os requisitos da norma trazem diversas exigências como o estabelecimento do escopo de certificação, a criação de uma Política Energética, o Planejamento Energético, dentre outros. É do planejamento que sairão objetivos, metas e respectivos planos de ação. Estes, por sua vez, serão o norte de trabalho da empresa para atingir os resultados pretendidos.

A etapa de realizar o planejamento energético é uma das mais extensas e importantes desta norma. É nesse momento em que a empresa deve entender quais são os tipos de energia utilizados, suas formas de consumo e a quantificação dessa demanda atual e passada. Quanto mais precisos esses dados, mais eficaz será a determinação dos usos significativos de energia, da linha de base energética e dos indicadores que medirão o desempenho energético da organização.

A empresa é livre para adotar a metodologia que seja melhor aplicável ao seu contexto, sendo, porém, fundamental comprovar a confiabilidade dos dados. Isto muitas vezes está atrelado à calibração de equipamentos de medição e ao acompanhamento dos planos de ação para garantir o seu comprimento. É ainda nesse requisito que são levantadas as legislações ou outros requisitos que sejam relacionados à eficiência energética da empresa ou ao seu consumo de energia, os quais deverão ser monitorados e atendidos.

Registros e controles dentro do Sistema de Gestão

A ISO 50001, assim como as outras normas ISO, irá demandar das empresas a elaboração de algumas documentações. Bem como, o seu controle e a garantia da competência e conscientização dos trabalhadores da empresa, em especial, os envolvidos com os usos significativos de energia. Trará também dois pontos chaves para a garantia de uma melhoria continua: as ações preventivas e as ações corretivas.

Essas ações são a forma de evitar que as não conformidades ocorram ou, caso ocorram, fazem com que elas sejam sanadas de forma a não ocorrerem novamente. Nesse ponto, ressalta-se a necessidade de boas analises de causas das não conformidades reais ou potenciais, de forma a garantir que as ações tomadas sejam proporcionais ao problema detectado e, consequentemente, o eliminem do sistema.

Vale ainda ressaltar a importância dos registros e seus controles dentro do Sistema de Gestão. São os registros que trarão as evidencias de conformidade ou não do sistema em relação a especificações ou planejamentos.

Por fim, a norma irá demandar a realização de auditorias internas que testem o sistema em relação às especificações da norma ou às regras criadas pela própria empresa e a realização de reuniões onde a alta direção avalie o desempenho energético da empresa em relação ao seu planejamento, sendo assim possível um replanejamento do sistema em relação à situação atual e a garantia da melhoria continua do sistema de gestão.

A mudança de cultura dentro da empresa

Assim como a implantação de qualquer outro sistema de gestão, é essencial que ocorra uma mudança na cultura dos colaboradores. Essa mudança está ligada, principalmente, à conscientização e ao envolvimento de todos trabalhadores em prol da melhoria do desempenho energético. Isso ocorre porque, além da economia de energia em pontos como projetos e substituição de equipamentos, é necessário que os colaboradores entendam que atitudes, às vezes pequenas, como reprogramar o tempo de equipamentos ligados, apagar luzes quando desnecessárias, desligar ar condicionado ao sair do setor, podem influenciar de forma significativa no contexto global da organização.

Integração com outras normas

Outro ponto favorável à implantação do Sistema de Gestão de Energia é que pode ser tranquilamente integrado a outros sistemas da empresa. Nessa proposta de integração, inclui-se as normas ISO9001, ISO 45001 e ISO 14001. Para esta última, percebe-se que muitas ações desempenhadas na rotina da empresa se fazem em conjunto, decorrentes da semelhança dos pontos observados. Exemplo disto, são as empresas que realizam “rondas” de vistorias de gestão ambiental e energética. Essas empresas visam encontrar, além de itens específicos exigidos pelas normas, pontos de vazamentos e desperdício de vetores energéticos. Estes por sua vez, podem geralmente influenciar nos da organização.

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O objetivo deste curso é colaborar no estabelecimento de sistemas e processos, visando melhoria no desempenho energético. Além disso, inclui-se a eficiência energética, uso e consumo. A implantação desta Norma, que é aplicável a todos os tipos de organizações. Sua proposta é a redução nas emissões de gases de efeito estufa e outros impactos ambientais relacionados à energia e aos custos/economia a que se destina o sistema de gestão de energia.

A norma é explicada através de apostila, slides e avaliação.
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Fernanda Innecco
Consultora Externa
Engenheira Química Especialista em Segurança do Trabalho


Hospitais querem ser certificadas na ISO 50001 – Gestão de Energia


 

Hospitais gerenciados pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina – SPDM são os primeiros do país a receber a certificação ISO 50001.

Hospitais buscam certificação pela ISO 50001 - Gestão de Energia

Na última semana, o Hospital de Transplantes Eurycledes de Jesus Zerbine (Brigadeiro) tornou-se o primeiro hospital público do Brasil a ser recomendado à certificação da ISO 50001 – Gestão de Energia. O Hospital é gerenciado pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina – SPDM, cliente da Verde Ghaia.

Além da norma de Gestão de Energia, a instituição também foi recomendada à certificação das normas ISO 14001 – Meio Ambiente, OHSAS 18001 – Saúde e Segurança no Trabalho e ISO 9001 – Qualidade. Em seguida, o Hospital Lucy Montoro acompanhou-o nas recomendações, sendo o segundo a alcançar tais certificados. Mais de 60 estão na fila para também alcançar esse objetivo.

Para Daniela Cavalcante, diretora técnica da Verde Ghaia, esse foi um trabalho executado com muita dedicação pela equipe da Verde Ghaia. Equipe que, inclusive, foi bastante parabenizada nos últimos dias!

É com muita satisfação que informo a todos que o Hospital Brigadeiro – SPDM foi recomendado nas normas ISO 50001, ISO 14001, OHSAS 18001 e ISO 9001.

Lembrando que é o primeiro hospital, e entidade de saúde a ser certificado na norma ISO 50001 em nível Brasil, e a Verde Ghaia foi a responsável pela implantação de todo o sistema.

Parabéns às equipes de Consultoria, especialmente Paula Baptista e Fernanda Innecco, que tiveram à frente das atividades e defesa na auditoria, não medindo esforços para alcançarmos esse resultado. À equipe de Consultoria de São Paulo, representado pela Tassiana Ribas. Ao Jurídico e Suporte. Todos sempre com um mesmo objetivo. Esse resultado mostra a importância do trabalho em equipe.

Obrigada a todos vocês, esse resultado é muito importante para todos nós. Na próxima semana temos mais uma unidade a ser auditada, não tenho dúvidas que o resultado será o mesmo!  

Daniela Cavalcanti
Diretora Técnica da Verde Ghaia

O trabalho realizado nos hospitais gerenciados pela SPDM passou pela área de Consultoria Técnica, Jurídico, Suporte, TI, Comunicação, Comercial, entre outras. Toda a empresa mobilizou-se para que nossos clientes obtivessem o sucesso no tempo almejado.

A Verde Ghaia também parabeniza a equipe dos hospitais que receberam muito bem todas as mudanças propostas para a melhoria da gestão das organizações.


Ministérios aprovam Programa de Metas para Refrigeradores e Congeladores


 

No dia 02 de agosto de 2018, foi publicada no Diário Oficial da União, a Portaria Interministerial MME – MDIC – MCTI Nº 01, de 31-07-2018, que aprovou o Programa de Metas para Refrigeradores e Congeladores.

A portaria abrange os refrigeradores e congeladores de uso doméstico, de fabricação nacional ou importados, para comercialização e/ou uso no Brasil, e os mesmos são classificados em categorias previstas em tabela, no parágrafo 1º, art. 1º de seu anexo.

Por fim, são estabelecidos importantes dados, como os níveis máximos de consumo e as datas limite para fabricação, importação e comercialização que passam a valer a partir de:

  • 30 de junho de 2019 para fabricação e importação dos produtos;
  • 31 de dezembro de 2019 para comercialização por fabricantes e importadores;
  • e 30 de junho de 2020 para comercialização por atacadistas e varejistas.

De acordo com o Art. 5º da norma, até as datas limite estabelecidas, os refrigeradores e congeladores permanecem sujeitos aos níveis máximos de consumo presentes na Portaria Interministerial MME – MCTIC – MDIC nº 326, de 26-05-2011.

Fica definido que os fabricantes e importadores devem informar as quantidades relativas à produção e à comercialização dos refrigeradores e congeladores por Faixa de Classificação do PBE referentes ao ano anterior, ao Ministério de Minas e Energia e ao Inmetro, até o dia 31 de março de cada ano.

Segundo informações do site do órgão, a expectativa é que, até 2030, a medida leve a uma redução no consumo de energia elétrica de 2.350 gigawatss-hora por ano (GWh/ano). Portanto, o equivalente a uma geração de 564 megawatts (MW).*

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do texto desta Portaria por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI:  ou através do site Future Legis.

FONTE: MME

Ana Gabrielle Silva e Souza
Setor Jurídico Verde Ghaia


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