Informativos sobre Gestão, Leis, Normas, Requisitos
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Queremos sua opinião! Como podemos ajudá-lo a superar desafios na Gestão?

 

Queremos melhorar nossos serviços e plataformas para melhorar sua gestão e te ajudar a gerar resultados promissores, pois o objetivo da Verde Ghaia e entender o que atrapalha a gestão e desenvolver soluções que facilitem a sua gestão.

Por isso, saber o que você pensa e entender os seus problemas é muito importante para nós da Verde Ghaia!

Muitas das melhorias e customizações, que fazemos em nossas Plataformas, são feitas com base em sua opinião e na sua percepção do que pode ser melhorado em suas rotinas! Há muitos anos, temos investido nossa energia em tecnologia e inteligência artificial para você ter em mãos as melhores soluções do mercado, com tecnologia de ponta.

Verde Ghaia investe em tecnologia, visando oferecer soluções para a sustentabilidade do seu negócio!

Ah! Está chegando novidade que vai agilizar sua maneira de fazer Auditorias, Inspeções e Verificações! Estamos felizes com os primeiros resultados. Tudo demonstra que essa Ferramenta vai agilizar os processos e apresentar resultados mais rápidos e mais assertivos.

Assim, a sua gestão será mais promissora, pois irá gerar resultados com dados e informações que o ajudarão a ter mais controle de qualidade, de prevenção de riscos ambientais, sanitários e ocupacionais, incluindo o COVID-19. A sua opinião pode revolucionar a maneira de muitos trabalharem! Conte para nós, como te ajudar a superar alguns dos seus desafios.

É rapidinho, basta clicar nesse link:  Pesquisa – Novo Produto VG.

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Obrigado por estar conosco nessa jornada por uma Gestão mais Sustentável!

Abraços,

Elias Temponi

O que é Economia Circular?

 

A economia circular é um novo conceito estratégico, que tem como base a redução, reutilização, recuperação e reciclagem de materiais (resíduos) e de energia.

Esse modelo de economia traduz o espírito da tão falada “Sustentabilidade”, e apresenta ideias e diretrizes diferentes da economia linear. Vale ressaltar que a economia linear importa no processo produtivo atual, trazendo na prática as principais etapas:

  • A extração dos recursos naturais não renováveis;
  • A produção,
  • Uso e o descarte do produto.

Esgotamento de recursos naturais

Esse sistema ameaça revelar um esgotamento de recursos naturais não renováveis, e consequentemente, um aumento nos custos dos processos de extração. Certamente provocará insegurança em relação ao futuro dos recursos naturais não renováveis.

No entanto, o grande problema não é somente a questão de escassez de matéria prima. Esse modelo econômico atual – “linear” causa imensa geração de resíduos inutilizados, tóxicos e degradantes ao meio ambiente.

A cada dia, surgem novas “montanhas de resíduos”, causando poluição e contaminação de recursos hídricos, do solo e do ar. Nesse contexto, a “economia circular” surge como “luz no fim do túnel”, um novo pensamento de como devemos nos relacionar com “nossa morada física”, o Planeta Terra.

Na economia circular os “resíduos” são utilizados como “nutrientes” (matéria prima) em novos processos, sendo reparados, reutilizados, remodelados, retificados, atualizados e/ou reinseridos em novos ciclos.

economia circular

O modelo circular tem como objetivo “acabar com ineficiências, ao longo do ciclo de vida do produto, desde a extração das matérias-primas até à sua utilização, pelo consumidor final, através de uma gestão mais eficiente dos recursos naturais
Figura 1. Modelo de transição da economia linear para a circular
Fonte: Portal da Circular Economy Portugal (2019)

Fluxos de materiais: sistemática industrial

Nessa sistemática industrial, podemos dizer que os fluxos de materiais serão:

  • Os nutrientes biológicos, projetados para retornar à biosfera, e ambientalmente correta; 
  • Os nutrientes técnicos, projetados para circular em alta qualidade na tecnosfera (estruturas constituídas pelo trabalho humano no espaço da biosfera).

Diante do exposto, conclui-se que a economia circular é um modelo que deve ser levado em consideração em processos produtivos, devendo ter uma abordagem no planejamento estratégico das organizações, devido à sua importância e por estar ligado diretamente à responsabilidade socioambiental, aos processos produtivos e a Sustentabilidade.

Ademais, adotar a economia circular possibilita à organização atuar “Ambientalmente Correta e Sustentável”, além de agregar maior valor à marca e ao negócio.

economia circular

a economia circular é um modelo que deve ser levado em consideração em processos produtivos, devendo ter uma abordagem no planejamento estratégico das organizações, devido à sua importância e por estar ligado diretamente à responsabilidade socioambiental, aos processos produtivos e a Sustentabilidade.
Fonte: Kaleydos. Iniciativa do Instituto Jatobás.

Edson Filho|Consultor Verde Ghaia


A Verde Ghaia possui soluções para seu negócio. Fale conosco para mais informações ou deixe seus comentários abaixo!

Novos tempos pedem novas formas de gestão de trabalho

 

Embora o home office apresente diversos benefícios e a aderência a este modelo de trabalho esteja crescente, algumas empresas e gestores ainda são muito resistentes quanto à sua implantação. Os motivos podem ser os mais variados: alguns não querem investir na infraestrutura necessária, outros acham que seus funcionários não vão produzir com o mesmo empenho, há questões de barreira cultural.

No entanto, o home office não é um modismo, é uma tendência. E os últimos acontecimentos envolvendo a pandemia da Covid-19 vieram para comprovar que, às vezes, a adaptação ao novos modelos de trabalho deixa de ser opção para se tornar obrigação. Aqueles gestores que já experimentavam o trabalho remoto antes de ocorrer este caos na saúde certamente estão muito mais tranquilos agora.

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Quem pode fazer home office?

Obviamente, algumas funções não permitem o home office, como a produção industrial, por exemplo. Mas isso, não significa que determinados grupos de um departamento não possam aderir (principalmente corpo gerencial e administrativo), ainda que as dificuldades de algumas organizações em manter seus processos de maneira remota sejam perceptíveis, tanto pela ausência de recursos tecnológicos para todos os colaboradores ou por nunca ter havido um investimento forte em softwares para gerenciar os processos com segurança.

De qualquer modo, mais importante do que aderir ao trabalho remoto neste momento de reclusão, é perceber maneiras de torná-lo interessante para as empresas mesmo após a passagem da pandemia. Pode ser que, a partir daí, sua organização descubra novos modelos de negócios, formas de economizar, mecanismos para aumento de produtividade das equipes e muito mais.

Além disso, muitas empresas têm sentido necessidade de reduzir sua infraestrutura e seus gastos com as equipes. E existem também uma demanda que parte do próprio trabalhador, que na busca por qualidade de vida, tem desejado uma rotina de trabalho mais flexível.

Independentemente das motivações, o sistema home office tem arrebanhado cada vez mais adeptos devido ao aumento da digitalização do trabalho. Por isso, toda empresa, seja qual for seu porte, pode aderir de algum modo.

Sugestão de Leitura: Como a Educação a Distância pode melhorar a motivação dentro da empresa

Como implementar o home office na sua organização

1. Triagem

Converse com os coordenadores de cada setor para identificar quais funções permitem trabalho remoto. Essa primeira triagem não vai envolver o perfil do trabalhador, apenas a natureza de cada ocupação. É uma seleção inicial para saber quantos funcionários poderiam trabalhar remotamente — e a partir deste número, criar a estrutura adequada.

2. Tecnologia

Nem sempre um computador, conexão à internet e um smartphone bastam para criar o ambiente ideal para o home office. É preciso pensar um pouco além. Impressoras, licenciamento de softwares, PABX (para transferir a ligação diretamente do ramal corporativo para o celular do funcionário), scanner, câmera de vídeo, acesso à intranet da empresa.

É preciso pensar em detalhes, inclusive aqueles pertinentes à segurança da informação (consulte a ISO 27001, que fornece boas diretrizes nesse sentido). Embora pareça custoso no início, é um investimento que compensa, pois a empresa economiza de outras formas ao não alocar todo seu pessoal num mesmo ambiente.

3. Perfil do funcionário

Depois que é feita a triagem das funções passíveis de trabalho remoto e é criada a estrutura, chega a hora de analisar o perfil daqueles que podem trabalhar de longe. Nem todo mundo nasceu para fazer home office. Algumas pessoas têm muita dificuldade de se concentrar fora do ambiente de escritório ou acabam se dividindo entre tarefas profissionais e atividades domésticas, filhos etc. Busque conhecer sua equipe para saber quem se adequa a cada modelo.

Esse é um daqueles casos em que não adianta forçar a barra. Alocar o funcionário em casa quando ele não nasceu para isso, só serve para incitar animosidades.

Lembrando que o gestor também precisa perceber quando o funcionário deseja trabalhar remotamente, mas não se dá bem nisso; perfis procrastinadores, por exemplo, costumam render problemas.

4. Perfil dos líderes

Mas não é só o perfil dos subordinados que precisa ser analisado. A empresa precisa ter valores e uma missão muito fortes, de modo que os funcionários realmente vistam a camisa da organização. É função da gestão garantir isso.

Além disso, deve haver um boa relação de confiança entre gestor e funcionário, e a Liderança deve se lembrar de que sua equipe não é obrigada a anteder telefonemas às dez da noite só porque o trabalho está sendo feito todo de casa.

E os Líderes com perfil centralizador precisam aprender a delegar.

5. Reuniões

Se sua empresa depende de certa quantidade de reuniões para tomar decisões importantes, monte um cronograma e atenha-se a ele. Como as reuniões terão de ser feitas à distância, elas poderão ser menos produtivas sob alguns aspectos. Primeiro, porque o funcionário que conversa remotamente tende a se dedicar a outras tarefas ao mesmo tempo, ficando disperso.

Além disso, questões como lentidão da internet e queda de conexão podem tornar as reuniões mais desgastantes. No home office, realizar reuniões a todo instante pode ser um tanto contraproducente. Se possível, marque alguns encontros presenciais na empresa uma vez na semana, até mesmo para que não se perca o relacionamento interpessoal.

6. Revisão dos processos de gestão

Se necessário, revise processos e recorra a modelos de gestão (como o PDCA) ou a normatizações internacionais para reformular seu gerenciamento.

Benefícios do home office

  • Flexibilidade
  • Estímulo da autogestão
  • Aumento da produtividade em alguns casos
  • Redução de custos
  • É um modelo que atrai mentes criativas

 Obstáculos do home office

  • Aumento do estresse se o funcionário não souber gerir seu tempo
  • Pode estimular o relaxamento e a procrastinação de alguns
  • Questões de segurança digital
  • Redução no contato com colegas (estamos sentindo o peso disso nesta quarentena, não é?)

No final, o que importa é o compromisso com a entrega de resultados. Para isso, se faz necessário estabelecer metas claras, expectativas por parte da empresa e até mesmo uma política corporativa para uso do benefício do trabalho remoto.

Se você tem vontade de implementar o home office, mas ainda não tem certeza se é o ideal, faça testes com seus funcionários. Fixe um período para que alguns grupos trabalhem de casa e desenvolva métrica e critérios de avaliação para mensurar o sucesso do projeto. Será uma boa forma também de realizar ajustes antes de se render à rotina definitiva.

O importante é se adaptar!

A pandemia do COVID-19 provou que precisamos ser flexíveis e que, a empresa que não se mostrar resiliente, provavelmente não sobreviverá ao mercado.

Sugestão de Leitura: LIVE: Gestão de Risco Pós Pandemia

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Como diagnosticar vetores de transmissão do COVID-19 na sua empresa?

 

Muitas organizações têm estado preocupadas com os eventuais desdobramentos da crise gerada pela pandemia que nos assola. Com isso, somos levados a buscar soluções que auxiliem na detecção precoce de potenciais vetores de transmissão do COVID-19.

Em resposta a essa solicitação, desenvolvemos o Sistema Mobile Health Care. É uma ferramenta que permite a detecção precoce de potenciais vetores de transmissão do COVID19, acionando medidas preventivas para mitigar o risco de propagação, bem como o gerenciamento das informações relativas ao estado geral de saúde dos colaboradores.

Esse sistema vem sendo ofertado a líderes nacionais e internacionais, como a JMendes Mineração, Lafarge Holcim, Andrade Gutierrez, Arcelor Mittal, CSN, Rio Tinto Mineração, dentre outros. Certamente, muito apreciaríamos sua adesão ao mesmo. Estou segura de que essa ferramenta irá adicionar valor ao seu negócio e eventualmente aos seus associados, todos expostos à necessidade de zelar pela saúde de seus colaboradores e gerenciar os novos fatores de risco trazidos pela pandemia do COVID19.

Essa necessidade se torna ainda mais evidente quando nos deparamos com o potencial de passivos trabalhistas trazidos por novas regras que vêm sendo criadas, como resultado da pandemia. Isso posto, imaginamos que o monitoramento do quadro de saúde de colaboradores e a gestão da evolução de epidemias, em especial a COVID19, venha a ser não só conveniente para as empresas como também mandatórios.

Portanto, baseados em tais premissas, temos a grata satisfação de apresentar o sistema Mobile Health Care, ferramenta especificamente desenvolvida para proporcionar aos gestores informações imprescindíveis ao acompanhamento adequado de seu quadro de colaboradores.

O MOBILE HEALTH CARE é um sistema que proporciona aos gestores informações imprescindíveis ao acompanhamento adequado da saúde de seus colaboradores.
Mobile Health Care: imprescindível para prevenir foco da Covid-19 na sua empresa

Health Care: Gestão eficaz da Saúde dos Colaboradores e controle de evolução de epidemias.

O sistema, especificamente projetado para esse fim, permite que, através de um aplicativo – baixado em tabletes, smartphone ou similar, – cada colaborador possa fazer a sua autoavaliação informando sobre o seu estado de saúde, através de questionários específicos. Com base nas informações inseridas pelo colaborador, o sistema infere se este está apto a se apresentar para o trabalho ou se necessita de avaliações médicas adicionais para que possa ser liberado para o trabalho ou não.

Além de notificar o colaborador sobre sua aptidão ao trabalho, o sistema armazena as informações coletadas e as transmite à empresa e aos encarregados da gestão de pessoal, que assim, podem determinar as ações a serem tomadas, tais como direcionamento para consultas específicas, isolamento, internação, etc.

Quando ocorrerem, por exemplo, casos com indicadores de risco que impliquem na necessidade de medidas imediatas, esses são informados em tempo real, por meio de alertas, aos encarregados da gestão de pessoal para que possam tomar as medidas cabíveis, assegurando a saúde e segurança do colaborador quanto aos dos demais colaboradores.

Health Care: Informações em tempo real sobre a Saúde do colaborador

Com base nas informações coletadas, os gestores passam a ter informações em tempo real do estado de saúde de cada um dos seus colaboradores, bem como a localização, status de acompanhamento e evolução.  Tudo isso, através de relatórios gerenciais específicos, com gráficos e mapas apropriados, reproduzidos em painéis de acompanhamento (Dashboards), permitindo plena visualização da situação de todos os diagnósticos, permitindo que a organização esteja pronta para tomar ações e mitigar riscos e baixas.

Outro destaque importante, oferecido pelo Health Care, é que toda a base de dados e ações adotadas permanecem armazenadas e acessíveis para que o gestor ou responsável tenha toda a documentação sobre o passo a passo da evolução dos quadros de cada um dos seus colaboradores.

Certa de sua melhor atenção, nos prontificamos a apresentar a ferramenta Health Care, via vídeo conferência com data e horário de sua conveniência. Permanecemos à sua disposição para informações adicionais.

Fale conosco!

Julia Belisário – Gestão de Risco e Compliance

Implante esse sistema de informações, com foco no monitoramento e acompanhamento do quadro de saúde dos colaboradores e controle de evolução de epidemias, como a COVID-19.

CBMMG aprova e incorpora emendas em instruções Técnicas

 

Atenção a todos os clientes que possuem a Portaria CBMMG Nº 37, de 25-02-2019 (ID 194457):

O CBMMG publicou a PORTARIA CBMMG Nº 37, DE 25-02-2019 que aprova a 2ª edição da Instrução Técnica Nº 12 – Brigada de Incêndio e incorpora as emendas das Instruções Técnicas Nº 17 – Sistema de Hidrantes e Mangotinhos para Combate a Incêndio e Nº 41 – Controle de Fumaça.

A Instrução Técnica CBMMG Nº 12, de 25-02-2019 – 2ª Edição, estabelece as condições mínimas para a formação, treinamento e reciclagem da brigada de incêndio para atuação em edificações e áreas de risco no estado de Minas Gerais e se aplica a todas as edificações e áreas de risco definidas no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico no Estado de Minas Gerais, no que trata da medida de segurança contra incêndio e pânico “brigada de incêndio” prevista no art. 25 do Decreto Estadual 44.746/2008 e não se aplica às brigadas de aeródromo, florestal, municipal, voluntária e de rodovias previstas na Portaria n. 33/2018 publicada no DOE n. 083 de 30 de junho de 2018.

A Instrução Técnica CBMMG Nº 17, de 25-02-2019 – 1ª Edição, fixa as condições necessárias exigíveis para dimensionamento, instalação, manutenção, aceitação e manuseio, bem como as características dos componentes de Sistemas de Hidrantes e de Mangotinhos para uso exclusivo de Combate a Incêndio e aplica-se às edificações e áreas de risco em que sejam necessárias as instalações de Sistemas de Hidrantes e Mangotinhos para Combate a Incêndio, de acordo com o previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico nas edificações e áreas de risco no Estado de Minas Gerais.

A Instrução Técnica CBMMG Nº 41, de 25-02-2019 – 1ª Edição, fornece parâmetros técnicos para implementação de sistema de controle de fumaça, atendendo ao previsto no Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico das edificações e áreas de risco do Estado de Minas Gerais e se aplica nas edificações onde é exigida a medida de segurança e Controle de Fumaça prevista na IT01 (Procedimentos Administrativos) em função da sua altura, uso/ocupação e população.

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do texto desta Portaria e  das Instruções Técnicas por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI ou através do site Future Legis

Letícia Caroline Nunes Ferreira / Legislação e Pesquisa

Qual a importância das Normas Regulamentadoras para a gestão?

 

As Normas Regulamentadoras (NR) do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE) referem-se ao conjunto dos requisitos e procedimentos que dizem respeito à segurança e à medicina do trabalho, bem como à preservação e proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.

Na gestão empresarial, cumprir estas normas é imprescindível para garantir um sistema de gestão eficaz, e evitar que sua empresa esteja suscetível a sofrer as penalidades previstas nas legislações pertinentes.

As NRs devem ser cumpridas por todos os empregadores e são obrigatórias tanto para as empresas privadas quanto para as públicas, e também para órgãos públicos da administração direta e indireta e órgãos dos poderes Legislativo e Judiciário, principalmente quando há colaboradores geridos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Dada sua importância, vamos então saber um pouco mais sobre as normas regulamentadoras, como surgiram, quais são e por que são tão importantes para garantir o sucesso da gestão da sua empresa.

Surgimento das Normas Regulamentadoras

Qual a importância das Normas Regulamentadoras para a gestão?

Antes do estabelecimento das NRs haviam muitos acidentes, adoecimentos e mortes motivadas pela falta de segurança nos mais diversos tipos de trabalho. A informalidade dos contratos laborais também era bem elevada. Se fazia necessário um norteamento legal e parâmetros regulatórios para balizar ações de melhorias nesses ambientes, reduzindo assim o alto número de acidentes.

Dessa forma, a lei n° 6.514 de 22 de dezembro de 1977 contém os artigos 154 a 201 da CLT que tratam sobre a segurança e a medicina do trabalho. Mais especificamente, no artigo 200, fica definido que cabe ao MTE estabelecer as disposições complementares às normas relativas à segurança e à medicina do trabalho.

Foi assim que em 08 de julho de 1978, o Ministério do Trabalho, com o objetivo de padronizar, fiscalizar e fornecer orientações sobre procedimentos obrigatórios relacionados à Segurança e Medicina do Trabalho, aprovou 28 Normas Regulamentadoras. Atualmente, temos 36 NRs aprovadas pelo MTE.

Cada uma das Normas Regulamentadoras visa:

Prevenir acidentes e doenças provocadas ou agravadas pelo trabalho;
Estabelecer os parâmetros mínimos e as instruções sobre saúde e segurança de acordo com cada atividade ou função desempenhada; e
Nortear as ações dos empregadores e orientam os colaboradores, fazendo com que o ambiente de trabalho se torne um local saudável e seguro.

Mas, quais são as NRS existentes?

São as 36 Normas Regulamentadoras: Conforme definido pelo MTE, hoje existem 36 NRs, que abrangem as mais diversas atividades a fim de garantir a segurança e a saúde do trabalhador, e também preservar e proteger o meio ambiente. São elas:

NR-01 – Norma Regulamentadora Nº 01 – Disposições Gerais;

NR-02 – Norma Regulamentadora Nº 02 – Inspeção Prévia: todo estabelecimento novo, antes de iniciar suas atividades, deverá solicitar aprovação de suas instalações ao órgão regional do TEM. Logo após a inspeção prévia, é emitido o CAI (Certificado de Aprovação de Instalações). Quaisquer modificações substanciais nas instalações e/ou nos equipamentos de seu(s) estabelecimento(s) deve ser comunicada e solicitada aprovação do órgão regional do MTE;

NR-03 – Norma Regulamentadora Nº 03 – Embargo ou Interdição: estabelece situações de emergência nas quais empresas se sujeitam a paralisar totalmente ou parcialmente suas obras, considerando obra todo e qualquer serviço de engenharia de construção, montagem, instalação, manutenção ou reforma. Durante o embargo da obra, podem ser desenvolvidas atividades necessárias à correção da situação apresentada, desde que seja adequado aos trabalhadores, que continuam recebendo os salários como se estivessem trabalhando;

NR-04 – Norma Regulamentadora Nº 04 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT): todas as empresas que possuam empregados regidos pela CLT, conforme o grau de risco de sua atividade principal e o seu número de empregados, obrigatoriamente, deverá constituir o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), com a finalidade de promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador no local de trabalho.

NR-05 – Norma Regulamentadora Nº 05 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA): a formação da mesma deva ocorrer em qualquer empresa ou instituição que podem admitir trabalhadores, além de empregados contratados com carteira assinada. Empresas que possuem no mínimo 20 empregados são obrigadas a manter a CIPA. A realização do treinamento da CIPA maximiza a conscientização de prevenção dos acidentes e das doenças de trabalho, de modo a assegurar um local de trabalho apropriado para as funções que serão exercidas.

NR-06 – Norma Regulamentadora Nº 06 – Equipamentos de Proteção Individual (EPI): a empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, os EPIs adequados ao risco do trabalho. Os EPIs devem estar em perfeito estado de conservação e funcionamento, a fim de resguardar a saúde, a segurança e a integridade física dos trabalhadores.

NR-07 – Norma Regulamentadora Nº 07 – Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO): o objetivo desta norma é promover e preservar a saúde dos trabalhadores. É obrigatória a elaboração e a implementação do PCMSO, por parte dos empregadores, que admitam trabalhadores como empregados.

NR-08 – Norma Regulamentadora Nº 08 – Edificações: estabelece requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nas edificações, para garantir segurança e conforto aos seus trabalhadores.

NR-09 – Norma Regulamentadora Nº 09 – Programas de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA): estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação do PPRA, que visa à prevenção da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.

NR-10 – Norma Regulamentadora Nº 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade: estabelece os requisitos e as condições mínimas de execução de medidas de controle e sistemas preventivos, visando garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade. E somente poderão trabalhar com instalações elétricas os trabalhadores que tiverem treinamento sobre os riscos desse tipo de trabalho.

NR-11 – Norma Regulamentadora Nº 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais: refere-se à implantação da segurança para operações de elevadores, guindastes, transportadores industriais e máquinas transportadoras, a fim de garantir resistência, segurança e conservação.

NR-12 – Norma Regulamentadora Nº 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos: estabelece medidas de prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos e ainda visa regularizar a sua fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão a qualquer título.

NR-13 – Norma Regulamentadora Nº 13 – Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações: dispõe os requisitos mínimos para a gestão da integridade estrutural de caldeiras a vapor, vasos de pressão e suas tubulações de interligação nos aspectos relacionados à instalação, inspeção, operação e manutenção, visando à segurança e à saúde dos trabalhadores.

NR-14 – Norma Regulamentadora Nº 14 – Fornos: determina recomendações de utilização, instalação, manutenção e construção de fornos industriais em ambientes de trabalho.

NR-15 – Norma Regulamentadora Nº 15 – Atividades e Operações Insalubres: descreve as atividades, as operações e agentes insalubres, sendo eles qualquer tipo de ambiente que possa vir a oferecer algum risco a saúde dos trabalhadores.

NR-16 – Norma Regulamentadora Nº 16 – Atividades e Operações Perigosas: regulamenta as atividades e operações legalmente consideradas perigosas, estipulando as recomendações prevencionistas correspondentes. Esta norma determina que o exercício de trabalho em condições de periculosidade assegure ao trabalhador a percepção de adicional de 30% (trinta por cento), incidente sobre o salário, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participação nos lucros da empresa. Todo trabalho considerado de risco está descrito no Anexo nº1 e no nº2 da NR-16.

NR-17 – Norma Regulamentadora Nº 17 – Ergonomia: estabelece parâmetros de ergonomia a fim de garantir a saúde, segurança e conforto do funcionário. Cabe ao setor de segurança do trabalho estruturar um ambiente ergonomicamente apto para o desempenho das funções.

Qual a importância das Normas Regulamentadoras para a gestão?

NR-18 – Norma Regulamentadora Nº 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção: estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização, que objetivam a realização de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na Indústria da Construção.

NR-19 – Norma Regulamentadora Nº 19 – Explosivos: determina o parâmetro de depósito, manuseio e armazenagem de explosivos. É uma atividade de alto risco em envolve a NR-16.

NR-20 – Norma Regulamentadora Nº 20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis: estabelece as disposições regulamentares acerca do armazenamento, manuseio e transporte de líquidos combustíveis e inflamáveis, objetivando a proteção da saúde e a integridade física dos trabalhadores em seus ambientes de trabalho.

NR- 21 – Norma Regulamentadora Nº 21 – Trabalho a Céu Aberto: impõe a existência de abrigos, ainda que rústicos capazes de proteger os trabalhadores contra intempéries, sendo eles quaisquer condições climáticas que estejam mais intensas; vento forte, chuva torrencial, tempestade, furacão, seca, vendaval etc.

NR-22 – Norma Regulamentadora Nº 22 – Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração: determina os preceitos a serem observados na organização e no ambiente de trabalho, de forma a tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento da atividade mineira com a busca permanente da segurança e saúde dos trabalhadores.

NR-23 – Norma Regulamentadora Nº 23 – Proteção Contra Incêndios: destaca as medidas de proteção contra incêndios, visando à prevenção da saúde e integridade física dos trabalhadores e a mesma deve ser realizada em todas as empresas.

NR-24 – Norma Regulamentadora Nº 24 – Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho: decreta condições sanitárias e de conforto em locais como instalações sanitárias, vestiários, refeitórios, cozinhas, alojamentos e refeitórios.

NR-25 – Norma Regulamentadora Nº 25 – Resíduos Industriais: refere-se a medidas preventivas relacionadas a resíduos industriais no que diz respeito ao destino final do mesmo.

NR-26 – Norma Regulamentadora Nº 26 – Sinalização de Segurança: fixa as cores que devem ser usadas nos locais de trabalho para prevenção de acidentes, identificando os equipamentos de segurança, delimitando áreas, identificando as canalizações empregadas nas indústrias para a condução de líquidos e gases advertindo contra riscos.

Qual a importância das Normas Regulamentadoras para a gestão?

NR-27 – Norma Regulamentadora Nº 27 – (Revogada pela Portaria GM n.º 262, 29/05/2008).

NR-28 – Norma Regulamentadora Nº 28 – Fiscalização e Penalidades: estabelece os critérios a serem adotados pela fiscalização do trabalho quando da aplicação de penalidades pecuniárias (multas), critérios que devem ser aplicados durante a visita do agente fiscal do trabalho (prazos, por exemplo) e a interdição de locais de trabalho ou estabelecimentos.

NR-29 – Norma Regulamentadora Nº 29 – Segurança e Saúde no Trabalho Portuário: regula a proteção obrigatória contra acidentes e doenças profissionais, assim como facilitar os primeiros socorros a acidentados e alcançar as melhores condições possíveis de segurança e saúde aos trabalhadores portuários.

NR-30 – Norma Regulamentadora Nº 30 – Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário: refere-se à proteção e regulamentação das condições de segurança e saúde dos trabalhadores aquaviários e que realizem trabalhos a bordo de embarcações.

NR-31 – Norma Regulamentadora Nº 31 – Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura: estabelece os preceitos a serem observadas na organização e no ambiente de trabalho, de forma a tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento de quaisquer atividades da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura com a segurança e saúde e meio ambiente do trabalho.

NR-32 – Norma Regulamentadora Nº 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde: tem a finalidade de cuidar da saúde dos profissionais da área da saúde, tanto da área hospitalar quanto os que estão no Ensino e Pesquisa.

NR-33 – Norma Regulamentadora Nº 33 – Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados: define o reconhecimento de espaços confinados, assim como a avaliação, monitoramento e controle de riscos que ali pode haver.

NR-34 – Norma Regulamentadora Nº 34 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval: estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção à segurança, à saúde e ao meio ambiente de trabalho nas atividades da indústria de construção e reparação naval.

NR-35 – Norma Regulamentadora Nº 35 – NR-35 – Trabalho em Altura: estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.

NR-36 – Norma Regulamentadora n.º 36 – Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados: estabelece requisitos mínimos para avaliação, controle e monitoramento dos riscos existentes nas atividades desenvolvidas na indústria de abate e processamento de carnes e derivados destinados ao consumo humano, de forma a garantir a saúde e segurança do trabalhador.

Estas são as 36 NRs aprovadas no MTE. De acordo com a evolução dos meios de trabalho, do avanço da tecnologia e da mudança nas relações de trabalho, estas Normas Regulamentadoras passam por alterações, de modo a atualizar os conceitos existentes e inserir as boas práticas legais vigentes nas normas internacionais e nacionais. Sempre com o objetivo de preservar a saúde e a integridade dos trabalhadores, considerando também a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.

Qual a maneira mais fácil de cumprir as NRs?

Se você acha difícil seguir as NRs que sua empresa é obrigada a cumprir, a Verde Ghaia está aqui para te ajudar!

Cursos de EAD da Verde Ghaia.

A Verde Ghaia é uma empresa de consultoria ambiental que está há mais de 20 anos no mercado, possui mais de 2000 clientes e trabalha com consultores especializados utilizando o que tem de mais moderno quando o assunto é sistema de gestão. Ela é especializada nas áreas de Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho, Responsabilidade Social, Qualidade, Segurança de Alimentos, Sustentabilidade e Mudanças Climáticas.

Através de uma metodologia própria, a Verde Ghaia desenvolveu a plataforma online SOGI que te auxilia a cumprir os objetivos e metas do seu negócio de maneira personalizada. O SOGI possui diferentes Módulos que se encaixam perfeitamente à atividade desenvolvida pela sua empresa, garantindo que assim você esteja cumprindo todas as NRs aplicáveis a ela.

Utilizando o SOGI, você pode ter a certeza que estará cumprindo todas as obrigações exigidas para sua empresa, vai conhecer todos os perigos e riscos significativos em seu ambiente de trabalho, vai descobrir onde há oportunidades de redução de custos ou de investimentos, vai proporcionar maior qualidade de vida para seus colaboradores, obtendo assim maior produtividade para seu negócio, além de outras inúmeras vantagens.

Se você possui colaboradores no regime CLT e deseja que a sua empresa tenha um sistema de gestão eficaz, então é obrigatório que você cumpra com todas as NRs que dizem respeito a seu negócio. E isso é importante para seu sistema de gestão pois garante a melhoria na qualidade de seus processos e dos seus resultados e também a saúde e a segurança de todos os seus colaboradores, evitando toda e qualquer forma de sanções, multas e penalidades que poderia vir a sofrer caso não cumprisse as NRs.

As NRs são muito importantes para a gestão da sua empresa!
E não importa qual o seu negócio.

Se você tiver qualquer dúvida ou quer saber mais como estar de acordo com todas as NRs, entre em contato agora com um dos consultores Verde Ghaia!

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Estratégia de Negócios Ambientais: Percepções dos Líderes Corporativos

 

As preocupações de caráter ambiental no meio empresarial sempre foram uma questão crucial, visto que a preservação do Meio ambiente é intrínseca ao bem-estar do ser humano.

No entanto, o assunto agora vem ganhando muito mais notoriedade, tornando-se fator diferencial de competitividade nas mais diversas organizações. Hoje, as empresas precisam ser capazes de equilibrar uma gestão ambientalmente sustentável com sua dinâmica industrial se quiserem sobreviver no mercado e até mesmo desenvolver novos negócios.

A gestão ambiental deixa de ser mera resposta às pressões das agências reguladoras e passa a ser uma estratégia no aumento da competitividade. Quando encarado como questão estratégica, o compromisso com o Meio ambiente assume nova dimensão, passando de mera questão técnica para assumir um papel importantíssimo nas decisões administrativas, políticas e estratégicas.

Um novo modelo de gestão

Embora a legislação sempre tenha sido premente na fiscalização das empresas no que diz respeito à preservação do Meio ambiente, houve grande evolução no assunto e atualmente o setor industrial estabelece diversos códigos voluntários de conduta ambiental. As empresas proativas têm ido além das conformidades, tornando-se verdadeiramente competitivas e antecipando-se às mudanças institucionais. Os resultados mostram que o investimento tem compensado, gerando economias efetiva na produção, eliminando diversos custos ambientais e também melhorando a imagem das empresas no mercado.

A chamada gestão da qualidade ambiental tem inclusive interferido na formação de arranjos organizacionais, dando origem a novas funções administrativas, produtos e serviços.

Desta estratégia orientada ecologicamente surgem  diversos benefícios — além da proteção natural contra multas e taxas. Podemos citar a redução geral de custos em função da diminuição no uso de recursos, desenvolvimento de novos mercados, melhoria na imagem institucional da empresa, desenvolvimento da criatividade organizacional, mais acesso ao mercado externo, preservação da biodiversidade local, melhoria na política de prevenção de acidentes e muito mais.

Exemplos a serem seguidos

A Votorantim, por exemplo, possui fortes pilares de atuação em sustentabilidade. Em seu website, a empresa diz que seu intuito é oferecer serviços e materiais de construção eco eficientes e inovadores aos clientes, atuando de maneira ética e transparente sob a lei e regulamentos, proporcionando assim um ambiente de trabalho saudável, seguro e inspirador aos funcionários e à comunidade. Seu plano de sustentabilidade é baseado em quatro pilares: segurança; ética e compliance; eco eficiência e inovação; e engajamento comunitário.

A empresa investe em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias e em melhoria das tecnologias já existentes, comprometendo-se a proteger fontes hídricas e a biodiversidade. Suas metas estão alinhadas à Política Ambiental Global e às Regras Verdes​, bem como à Iniciativa para a Sustentabilidade do Cimento, grupo do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) que tem como objetivo desenvolver as melhores práticas de sustentabilidade para a indústria do cimento.

As unidades da Votorantim também possuem certificação ISO 14001, que visa orientar a implementação de sistemas de gestão ambiental nas organizações.

A Cargill também segue um programa de sustentabilidade e declara que ele permeia todas as etapas de sua cadeira de suprimentos, exigindo que fornecedores de produtos e serviços assegurem o cumprimento dos requisitos legais aplicáveis e busquem a implementação de práticas socioambientais em seus processos, produtos e cadeia de abastecimento.

Tudo começa nos líderes

Ser uma empresa verde, no entanto, é muito mais do que maquiar seus processos de produção e vai muito além do uso (às vezes equivocado) dos termos “da moda”, como “ecologia”, “desenvolvimento sustentável”, “preservação ambiental” etc.

Veja como tornar sua empresa mais sustentável:

Processos transparentes: uma empresa sustentável se preocupa com o impacto social causado por suas atividades, por isso é essencial que seus processos sejam transparentes ao público. No longo prazo, isso acaba aumentando consideravelmente as taxas de fidelização de clientes.

Adoção de documentação eletrônica: na era da informação, não faz mais sentido adotar montes e montes de documentos impressos. Restrinja a impressão de papelada apenas ao essencial. Esta prática inclusive deve ser incentivada em todos os setores de sua empresa. Deste modo, é possível reduzir o consumo de papel, economizar espaço de arquivamento, aumentar a segurança de documentos importantes e confidenciais e agilizar buscas (economizando tempo também). Inclusive, as ferramentas de assinatura eletrônica já garantem a legalidade de toda a documentação eletrônica.

Revisão da infraestrutura: o espaço físico de uma empresa pode facilmente tornar-se um verdadeiro desperdício de recursos naturais. Revise a infraestrutura como um todo, verificando a existência de vazamentos hidráulicos, as instalações elétricas e os sistemas de ar-condicionado. Algumas atitudes simples fazem muita diferença no dia a dia, como pintar as paredes dos escritórios de branco (elas refletem melhor a iluminação), escolher espaços com janelas para aproveitar a luz natural, trocar as lâmpadas fluorescentes por modelos LED, instalar sensores de presença em locais com pouca circulação de pessoal, adotar torneiras automáticas e descargas econômicas nos banheiros,  fazer a manutenção ou a substituição de equipamentos antigos etc.

Gerenciamento de resíduos: vai muito além da instalação de lixeiras especiais para descarte de recicláveis. Sua empresa pode realizar parcerias com cooperativas de reciclagem para fazer a coleta dos resíduos, e também criar campanhas de redução do uso de descartáveis, substituindo os copos plásticos e incentivando que cada funcionário tenha sua caneca de louça, por exemplo. Os resíduos perigosos devem receber atenção especial.

Fornecedores sustentáveis: de nada adianta a empresa tomar medidas de preservação ambiental, se seus fornecedores não acompanharem o processo. Procure saber como cada fornecedor lida com as questões do Meio Ambiente e, se preciso, revise a lista de colaboradores. Prefira sempre empresas que possuam certificações ambientais. O processo pode ser custoso no início, mas valerá a pena no médio/longo prazo.

Líderes treinados: se a liderança não dá o exemplo, os funcionários certamente não vão colaborar. A mudança sempre parte dos gestores. Seja o exemplo e invista em treinamentos sobre sustentabilidade. Quanto melhor o exemplo dos líderes, mais envolvida e atuante estará a equipe.

Princípios Ambientais

Por ausência de princípios ambientais, muitas empresas não percebem o impacto dos custos ambientais não-contabilizados, como por exemplo o consumo exagerado de insumos, o aumento nos riscos de seus processos industriais, as multas, os custos com remediação de danos, os impactos visuais e sonoros, os danos à imagem etc. Infelizmente, as intervenções regulatórias pelo governo ainda impactam mais do que a consciência nas decisões ambientais das empresas.

Mas é importante lembrar que as questões ambientais devem ser discutidas sem temores, somente assim as organizações deixarão de considerar as políticas como barreiras, encarando-as como oportunidades para a empresa se transformar em referência no mercado.

Verde Ghaia marca presença no 1° dia do WebSummit Lisboa

 

159 países, 70 mil participantes, 24 palcos, 1.200 palestrantes, 1.800 startups, 1.500 investidores, 2.500 jornalistas e uma infraestrutura com uma pegada sustentável de colocar qualquer outro evento no chão. Esse foi o primeiro dia do WebSummit em Lisboa, considerado o maior evento de tecnologia do mundo, o qual a Verde Ghaia está presente!

A abertura oficial contou com a participação de Tim Berners-Lee, conhecido como o criador da internet, que transmitiu aos participantes momentos esperançosos de que um dia o mundo estará completamente conectado. “Em 2019 metade da população mundial estará conectada”, disse.

Outra figura importante e de grande peso como palestrante foi a vice-presidente da Apple, Lisa Jackson que defendeu a proteção ao meio ambiente. Além disso, garantiu que a Apple somente utiliza energia renovável e disse que as atitudes da empresa podem ser vistas como atitudes positivas para muitas organizações que ainda acreditam que investir em Meio Ambiente é gastar recursos desnecessariamente.

No dia seguinte à abertura oficial, discutia-se os mais diversos assuntos, tais como meio ambiente, segurança da informação, Inteligência Artificial, chatbots, privacidade online, igualdade de gênero e o mais polêmico que chegou a ser tema do Enem, as Fakes News.

O Brasil tem vivido momentos de insegurança política e, para complicar a situação, as eleições contaram com apoio das fake news, que influenciaram pessoas a mudarem seu voto e seu ideal devido às notícias falsas. O problema é que essas notícias são espalhadas tão rapidamente que a verdade não chega em tempo hábil e em outras nunca aparece.

As fakes news tem sido um problema e a tendência é piorar. Infelizmente ainda não se sabe como é possível investir em tecnologias que inibem compartilhamento das notícias falsas, embora acredita-se que o problema vai além da tecnologia. No entanto, houve um momento em que a fake news foi discutida numa perspectiva mais positiva, na qual a 1ª Ministra da Sérvia afirmou que através do compartilhamento das notícias falsas, o cidadão será capaz de exigir de seus governantes um posicionamento melhor e mais transparente das politicas públicas.

Outro tema que também fez parte da realidade brasileira foi a discussão de igualdade de gênero, apresentando a mulher como uma sobrevivente, tornando-a um problema social. Segundo Vera Jourova, a mulher precisa sair da sua posição de vítima de uma sociedade injusta e machista, mas que antes de se criar leis ou mesmo muda-las, a mulher precisa mudar sua mentalidade e sua crença. A mulher deve se ver como parte da sociedade em que vive, que atua, que transforma, que molda, que transcende. É preciso deixar de lado esse estereótipo criado e que a mulher faz questão de carregar como bandeira.

Um debate que marcou a muitos no Websummit de hoje, 06/11, foi a apresentação do Christopher Wylie, o homem que denunciou o Facebook à justiça. Chrystopher acusou e provou à justiça que a maior rede social do mundo fazia uso indevido das informações. Na época foram usadas mais de 80 milhões de contas da rede social.

Embora esse episódio tenha surtido um efeito negativo nas pessoas e, principalmente, em organizações que lidam com informações confidenciais próprias e de clientes, é possível ter sua privacidade online garantida.

Outra palestra foi a da representante da mais famosa plataforma de pesquisa do mundo, GOOGLE. A vice-presidente da plataforma mais usada, Tamar Yehoshua, discutiu sobre cuidados ao compartilhar informações, devendo selecionar sempre o que vai ou não ser compartilhado e ainda falou sobre o Google+, plataforma que deixou de existir, temporariamente, por apresentar problemas, expondo informações de seus usuários.

Acompanhe nosso Blog! Todos os dias vamos postar o que vimos e ouvimos por aqui!

 

Verde Ghaia em Portugal no Maior Evento de Inovação do Mundo

 

A Verde Ghaia já está em Portugal para participar do StartOut Brasil, que acontece entre os dias 11 e 16 de novembro. A empresa foi escolhida entre 191 inscritas para essa imersão de capacitação aos empreendedores e promoção à internacionalização.

Mas os representantes da empresa chegaram antes ao país para aproveitar um pouco também de um dos maiores eventos de inovação do mundo, o Web Summit, que está sendo realizado desde hoje, dia 5 de novembro, em Lisboa. Segundo a revista Forbes, trata-se da “melhor conferência de tecnologia do planeta”.

A proposta é conectar as mais diversas empresas de todo o mundo e convidá-las a trocar experiências. Uma oportunidade única em que os maiores CEOs e fundadores de empresas, as novas startups mais promissoras e os investidores mais influentes se reúnem no mesmo lugar com o mesmo propósito: inovar e fazer negócios.

A Verde Ghaia conta com um stand no evento para apresentação de ferramentas exclusivas desenvolvidas pelas empresas do Grupo.

 

Web Summit 2018 – maior evento de tecnologia do mundo, começou hoje e vai até dia 08 de novembro em Portugal.

 

Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia, participa do Web Summit – Lisboa. 

 

Keziah Pollyanna, da Equipe de Comunicação da Verde Ghaia, no primeiro dia do evento Web Summit.

 

Stand do Grupo Verde Ghaia no Web Summit.

Evento StartOut Brasil / Lisboa

Essa será a 5ª edição do StartOut Brasil no ano, sendo que o programa já levou empreendedores para Berlim, Buenos Aires, Miami e Paris.

A iniciativa é realizada pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Ministério das Relações Exteriores (MRE), Sebrae e Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec).

 

 

Além da Verde Ghaia, também foram escolhidas para o StartOut Brasil: Molegolar, RZ2 Sistemas de Gestão, Biosolvit, Asel Tech Automação e Tecnologia, Sizebay, Outra Coisa, Rocket.chat, Labsoft Tecnologia, MVisia, Siteware Soluções AS, Conviso Application Security S.A., Implanta IT Solutions, Shelfpix e Fastdezine.

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Os desafios da Cultura de transformação dentro das Organizações

 

Muito se fala em cultura de transformação nas organizações com foco em inovação e levando em consideração que estamos imersos no mundo digital. No entanto, para muitas empresas brasileiras, o processo de certificação das Normas ISO torna-se imprescindível, e deve ser considerado também como um processo de transformação cultural.

É preciso levar em conta esse processo de mudança porque as empresas precisam traçar seu plano, com os propósitos de onde quer chegar e definindo os passos de como vai chegar, mantendo o foco na execução das ações planejadas para que consigam concretizar as mudanças necessárias.

Os desafios da Cultura de transformação dentro das Organizações

Como ter cultura de transformação?

É comum que as organizações invistam não apenas recursos financeiros, mas também recursos humanos, para implementar as Normas ISO. E mesmo assim não alcançarem os resultados pretendidos. Por esse motivo, passam então a acreditarem que ser uma empresa certificada é um modismo, e não uma necessidade.

No entanto, as organizações não percebem que, se não implementarem as Normas ISO, a sua competitividade diminui frente aos seus concorrentes, uma vez que estas Normas tem como objetivo orientar cada um dos procedimentos e alinhá-los para que o nível da qualidade dos produtos e dos serviços sejam perceptivos não apenas para a organização, mas também para o seu cliente.

Desse modo, antes de implementar um Sistema de Gestão, tenha em mente que é necessário conscientizar a sua organização, incorporando os valores imprescindíveis para que seja possível realizar uma transformação cultural. E lembre-se também da importância de um planejamento com ações graduais e que contribuam para a efetivação dessa mudança.

Retire sua Equipe da Zona de Conforto

Todo sucesso não vem por acaso. Sabemos que por trás de uma empresa bem-sucedida sempre existe um líder capaz de tornar o processo profissionalmente “transformador”, contribuindo para o crescimento humano e auxiliando seus colaboradores a lidarem melhor com os problemas que aparecerão.

A mudança é um processo lento e com dificuldades a serem vencidas. Por isso, um bom líder acompanha de perto todo o processo, devendo projetar objetivos a curto prazo visando a longo prazo alcançar os resultados almejados e conquistar melhorias para toda a organização.

Em sua palestra no Fórum CEO Brasil, Rodrigo Abreu, presidente da Quod, pontuou o processo de transformação cultural como preocupante, visto que as lideranças de hoje estão sem iniciativas para conduzirem um novo ciclo. Dessa maneira, muitas organizações se veem obrigadas a buscarem novos líderes no mercado. Diante deste problema, devemos não só nos preocupar como também questionar o que está errado e onde se encontra o erro para então buscar por transformações que sejam tangíveis.

Portanto, devemos ter mente que todo o processo de transformação cultural começa pelos seus líderes. São eles que precisam vislumbrar o futuro, estarem abertos para opiniões, mudanças e transformações. Um bom líder, que é aquele que sabe planejar todos os seus passos e sabe exatamente onde quer chegar junto com sua equipe, conduzirá então com maestria essa jornada.

Tenha Sinergia nas atividades e nos processos

Tenha Sinergia nas atividades e nos processos

Contudo, há muitas organizações que realmente se preocupam com a transformação cultural antes de implementar qualquer novo processo. Isso permite que essas empresas tornem-se competitivas, por estarem de acordo às suas estratégias. Consequentemente, a implementação das normas ISO e a tão sonhada certificação se tornam práticas cotidianas e alinhadas, deixando de ser um processo moroso e complexo.

Embora muitas organizações reclamem sobre a complexidade de gerenciar o seu SG, o gargalo se encontra na falta de envolvimento e participação dos mais diversos níveis hierárquicos das organizações. Nesses casos, a mente da cultura organizacional pode ser descrita como: “a gerência define e nós seguimos”. E isso ocorre com cada departamento, que trabalham separados, pensando em objetivos específicos em vez de globais. Com isso, a Norma ISO passa a ser vista como um processo exclusivo de um departamento, excluindo uma visão sistêmica dos objetivos globais e dos processos de toda a organização. E não há como ter sucesso sem a participação e o envolvimento de toda a organização em todos os níveis hierárquicos.

As organizações devem perceber que o processo de certificação é uma forma de se manter eficiente e coerente com suas políticas, com seus procedimentos e com seus clientes. E, visando por essa melhoria contínua, implementar uma norma ISO nas organizações brasileiras é uma etapa essencial para a qualidade dos serviços e/ou produto bem como atestar a competitividade no mercado cada vez globalizado.

O Grupo Verde Ghaia, especializada em auditorias e com credibilidade e Know-how de 20 anos, possui profissionais capacitados, com visão minuciosa dos processos de implementação, migração e certificação das Normas ISO, bem como auditorias internas e externas. Por isso, temos ajudado a garantir o sucesso de muitas organizações ao passarem por essa transformação cultural.

Deivison Pedroza
CEO e Presidente do Grupo Verde Ghaia

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