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[Webinar] Tudo sobre a ISO 50001:2018 Sistema de Gestão da Energia


 

Webinar – ISO 50001:2018

Entenda a nova versão da norma e saiba como melhorar a Eficiência Energética nas organizações. 

ISO 50001:2018 – Sistema de Gestão de Energia. Estamos preparando uma aula ao vivo para apresentar as principais novidades trazidas pela ISO 50001:2018 e gostaríamos de convidar você para participar.

Webinar ISO 50001:2018 – Aula gratuita

Cada vez mais, as empresas estão utilizando a ISO 50001 para aperfeiçoar e ampliar sua gestão de energia. A norma fornece uma estrutura que possibilita:

  • Melhoria do desempenho energético;
  • Diminuição de desperdícios e gastos;
  • Redução de emissão de gases que provocam o efeito estufa.
  • Vantagens econômicas, sociais e ambientais.

A implantação adequada dos requisitos normativos, seja para certificação ou migração, inicia-se com um bom conhecimento dos profissionais em relação ao conteúdo da ISO 50001:2018.

[Webinar]
Dia 25 de Abril, quinta-feira, às 14 horas.

Com as consultoras de sistema de gestão da Verde Ghaia

Aguardamos você.
Um abraço,

Diane Mazzoni
EAD Verde Ghaia

ead.verdeghaia.com.br
ead@verdeghaia.com.br


Conheça os cursos de Interpretação e Formação de Auditor Interno da ISO 50001:2018

Interpretação da Norma ISO 50001:2018 e Formação de Auditor Interno com base na ISO 19011:2018I

Interpretação NBR ISO 50001:2018 Sistema de Gestão da Energia


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Cenários dos Recursos Energéticos – Gestão ISO 50001


 

A racionalização dos recursos energéticos é matéria que cada vez mais ganha destaque, seja entre as preocupações da sociedade, nas políticas públicas do governo ou no planejamento estratégico das empresas dos mais variados segmentos. Isso porque nos últimos tempos, passamos por uma crise energética como poucas vezes se te teve notícia no Brasil.

Faltas de chuvas, escassez hídrica, aumentos discrepantes da conta de luz e criação da metodologia de bandeiras, que incluiu a dolorosa bandeira vermelha, que além de representar um aumento ainda maior no valor da conta para os consumidores, indica também (como uma das causas) o aumento da necessidade de maior uso (contratação) de energia advinda de termelétricas. 

Logo o Brasil, país cuja matriz energética é composta por mais de mil usinas hidrelétricas espalhadas pelo território nacional, que juntas produzem 65% da energia do país.

É realmente difícil de acreditar que em 2014 e 2015 chegamos ao estágio de escassez hídrica e crise energética, quando pensamos o quão privilegiado somos por termos grandes rios de planalto, que costumeiramente eram alimentados por chuvas tropicais abundantes (e chegaram a constituir uma das maiores reservas de água doce do mundo) e vemos países com muito menos recursos hídricos per capta e possibilidades energéticas inferiores em condições bem mais favoráveis.

Essas ocorrências devem servir para despertar a consciência de que estamos cuidando dos nossos recursos naturais de maneira errada.  Se compararmos as características de nossa matriz energética com a do mundo, podemos constatar que as fontes renováveis participam em média com apenas 13% da matriz energética dos países industrializados.

Recursos Energéticos: consumo e otimização

Recursos Energéticos: consumo e otimização

O percentual cai para 6% entre as nações em desenvolvimento, ou seja, temos uma disponibilidade desses recursos muito acima da média e estamos fazendo uma gestão sobre os mesmos bem abaixo da média. Faz-se necessário rever onde, como e quando estão sendo desperdiçados os recursos energéticos, e como é possível reduzir o seu consumo ou otimizar a forma de utilizá-lo.

Isso começa pela casa de cada cidadão, desde o banho demorado, ao uso de mangueira para “varrer” calçadas e pisos, passa pelo descaso do poder público pela falta de saneamento básico e cuidado com os rios, lagos e suas matas ciliares chegando também ao setor empresarial, principalmente às indústrias que não tenham uma cultura de preocupação com os impactos ambientais adversos para à sociedade que suas atividades representam ou não conseguem enxergar os benefícios que uma boa gestão ambiental e de eficiência energética  pode trazer para o planejamento estratégico da organização, fortalecimento de sua marca e principalmente redução de custos.

Há que se saber vislumbrar o lado bom de qualquer crise e aproveitar a experiência pela qual se pode vivenciar ao sentir na pele e no bolso os efeitos negativos do nosso descaso, para compreender que se não houver mudança de mentalidade, comportamento e prioridades continuaremos a pagar mais caro, por recursos que temos mais do que muitos, mas estamos desperdiçando como poucos.

De acordo com EPE – Empresa de Pesquisa Energética, o tipo de energia mais utilizada no Brasil são:

  • 39,4% de participação de renováveis na Matriz Energética Brasileira, mantendo-se entre as mais elevadas do mundo;
  • 60,6% da energia utilizada não é renovável.

Atividades que mais consomem energia do País

Que tipo de atividades mais usam a energia são elas: 

  • Indústrias 32,9%;
  • Transportes 32,5%;
  • Residências 9,3%;
  • Setor energético 10,3%;
  • Serviços 4,7%;
  • Agropecuária 4,2%;
  • Produção industrial, transporte de carga e mobilidade das pessoas respondem por 65%
  • Já o crescimento substancial de 85,5% no aumento na geração de eletricidade eólica.

A energia que movimenta a indústria, o transporte, o comércio e demais setores econômicos do País recebe a denominação de Consumo Final no Balanço Energético Nacional. Esta energia para chegar ao local de consumo é transportada por gasodutos, linhas de transmissão, rodovias, ferrovias, etc, processos que demandam perdas de energia.

De outro lado, a energia extraída da natureza não se encontra nas formas mais adequadas para os usos finais, necessitando, na maioria dos casos, de passar por processos de transformação (refinarias que transformam o petróleo em óleo diesel, gasolina, etc; usinas hidrelétricas que aproveitam a energia mecânica da água para produção de energia elétrica, carvoarias que transformam a lenha em carvão vegetal, etc). Estes processos também demandam perdas de energia.

No Balanço Energético Nacional, a soma do consumo final de energia, das perdas na distribuição e armazenagem e das perdas nos processos de transformação, recebe a denominação de Oferta Interna de Energia – OIE, também, denominada de matriz energética ou de demanda total de energia.

Agora, vamos contextualizar um pouco a respeito da fonte de energia primária, ou seja, toda a forma de energia disponível na natureza antes de ser convertida ou transformada. Consiste na energia contida nos combustíveis crus, a energia solar, a eólica, a geotérmica e outras formas de energia que constituem uma entrada ao sistema. Se não é utilizável diretamente, deve ser transformada numa fonte de energia secundária.

Na indústria energética distinguem-se diferentes etapas: a produção de energia primária, seu armazenamento e transporte em forma de energia secundária, e seu consumo como energia final.

Assim, por exemplo, a energia mecânica de um salto de água é transformada em eletricidade e ao chegar ao utente final (aquele que possuiu ou desfruta de alguma coisa pelo direito de uso, mais conhecido como o termo, usuário de algo), esta pode ser empregue para diferentes usos (iluminação, produção de frio e calor, etc).

É hora de dar lugar à criatividade e à racionalidade – ISO 50001

É hora de dar lugar à criatividade e à racionalidade - ISO 50001

Sair do lugar comum e tomar ações para se evitar o desperdício, incentivar mais o uso de energias limpas como a eólica e solar, de modo que o investimento nas mesmas garanta um retorno à médio prazo, e um resultado mais eficiente.  Pensar em outras formas de geração de energias, repensar processos e avaliar como fazer (produzir) mais com menos (recursos energéticos), identificar melhorias e priorizar as soluções mais eficientes.

Em tempos em que as receitas podem não crescer tanto como se pretendia o equilíbrio das contas ou o próprio lucro almejado pode ser alcançado também por meio da redução dos custos.

Para isso, um sistema de gestão de energia nos moldes da ISO 50001 devidamente implementado e mantido se mostra como uma ótima ferramenta para auxiliar qualquer organização a alcançar esses objetivos.

Quer implementar um gestão eficiente? Fale conosco!



Política Nuclear Brasileira: processo de elaboração da nova legislação


 

CNEN participa da elaboração de norma com diretrizes da política nuclear brasileira

Foi publicado no Diário Oficial da União no dia 06-12-2018, seção 1, página 03, o Decreto Nº 9.600, de 05-12-2018, que consolida as diretrizes sobre a Política Nuclear Brasileira, contribuindo para o planejamento, ações e atividades nucleares e radioativas no País, em observância à soberania nacional, com vistas ao desenvolvimento, à proteção da saúde humana e do meio ambiente.

O processo de elaboração da nova legislação contou com a participação da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN, bem como demais autoridades e representantes de instituições brasileiras da área nuclear, que integraram o Grupo de Trabalho 1 do Comitê de Desenvolvimento do Programa Nuclear Brasileiro (CDPNB), coordenado pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República.

Entre os objetivos apresentados pelo Decreto, podemos destacar:

Garantir o uso seguro da tecnologia nuclear e fortalecer as atividades relacionadas com o planejamento, a resposta a situações de emergência e eventos relacionados com a segurança nuclear e a proteção física das instalações nucleares;

Atualizar e manter a estrutura do setor nuclear, observadas as áreas de atuação de seus órgãos componentes, com vistas a garantir a sua integração, eficácia e eficiência,

Foi estabelecido que os estudos e os projetos científicos e tecnológicos serão incentivados, a fim de estimular a capacitação, o desenvolvimento e a inovação, com vistas, em especial, à autonomia tecnológica nas áreas de fusão e fissão nucleares, ciclo do combustível, reatores nucleares, entre outras.

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do texto deste Decreto por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI ou através do site Future Legis.

Karina Passos Lopes
Departamento Jurídico


Qual a importância da certificação ISO 50001 em Gestão de Energia para a sua empresa


 

Sem dúvida um dos principais gastos de qualquer empresa hoje é com a energia elétrica. Ao mesmo tempo que é um item indispensável, seu mau gerenciamento pode ser motivo de gastos desnecessários. Gastos esses, que poderiam ser na verdade, investidos em melhorias e investimentos para seu negócio.

Então, se você tem uma empresa e deseja ampliar seus negócios, diminuir gastos desnecessários e, principalmente, demonstrar-se consciente quanto aos impactos que esses gastos podem causar ao meio ambiente, é de extrema importância que você obtenha a certificação ISO 50001 em Gestão de Energia.

Gestão de Energia – ISO 50001

A ISO 50001 é a norma internacional específica para tratar sobre a Gestão de Energia. Ou seja, esta norma estabelece parâmetros para o fornecimento, utilização e consumo de energia de forma a auxiliar as empresas a usarem a energia de maneira mais eficiente, através da implementação de um sistema de gestão de energia.

Essa certificação ISO é recomendada para todos os segmentos, independente de tamanho, setor de atuação e produtos ou serviços oferecidos que possuam um alto índice de gasto de energia, que desejam reduzir gastos e querem ou ainda precisem diminuir a emissão de gases poluentes.

Dada a importância desse tema nos dias atuais, especialmente porque uma empresa sustentável é vista como algo muito positivo diante do mercado, aqui neste artigo vamos falar um pouco sobre a ISO  50001 e qual a sua importância e seus benefícios para o seu negócio. Além disso, vamos apresentar o case de sucesso do primeiro hospital público brasileiro a conquistar a certificação ISO 50001, gerenciado pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina – SPDM, cliente da Verde Ghaia.

O que é a ISO 50001?

A ISO 50001 foi preparada pelo Projeto Comitê ISO/PC 242, Gestão de Energia, sendo uma norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), publicada em 15 de junho de 2011.

Esta norma trata especificamente sobre os requisitos para o estabelecimento, implementação, manutenção e melhoria do sistema de gestão de energia. Assim, ela permite que uma organização desenvolva e implemente uma política energética e estabeleça objetivos, metas e planos de ação que levem em conta os requisitos legais e informações relativas ao uso significativo de energia. Ela determina também diretrizes sobre segurança, desempenho, eficiência energética e redução de gases poluentes.

Ao adotar um sistema de gestão de energia você possibilita que sua organização comece a seguir uma abordagem sistemática para a redução do consumo total de energia de um determinado espaço. Entretanto, exige também mudanças nas práticas institucionais existentes, como adotar uma gestão sistemática e a abordagem de comportamento, pois a implementação bem-sucedida depende do comprometimento de todos os níveis e funções da organização e, especialmente, da gestão da alta direção.

O modelo utilizado é o modelo de sistema de gestão de melhoria contínua, que também é seguido por outras normas, tais como a ISO 9001 e a ISO 14001. Isso facilita que as organizações integrem a gestão de energia em seus esforços a fim de melhorarem a qualidade e a gestão ambiental.

Por este motivo, ela também pode ser facilmente integrada aos Sistemas de Gestão da Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança de todos os tipos de organizações dispostas a monitorar e melhorar sua eficiência energética.

Benefícios da certificação ISO 50001 para o seu negócio

Como as demais normas de sistema de gestão ISO, a certificação ISO 50001 não é obrigatória. Entretanto, uma certificação do sistema de gestão de energia eficaz ajuda sua organização a estabelecer processos para melhorar o desempenho de energia, e traz como benefícios:

Melhora da racionalização dos recursos energéticos;
Redução do consumo
Aumento da eficiência energética;
Melhora contínua do consumo de energia;
Permite maior confiança por parte de potenciais clientes e parceiros e garante a credibilidade mundial para a consciência da energia;
Promove as melhores práticas de gestão de energia e reforça os bons comportamentos;
Auxilia instalações a avaliar e a priorizar a implementação de novas tecnologias de eficiência energética;
Assegura a melhoria da competência de suas equipes no gerenciamento do consumo de energia, preparando-os para as auditorias.

Todos estes benefícios se traduzem em redução de custos com energia, redução das emissões de gases do efeito estufa e dos impactos ambientais, comprovando o compromisso da sua organização com o desenvolvimento sustentável e fazendo com que sua empresa ganhe uma sólida vantagem competitiva.

Critérios e exigências da ISO 50001 para as organizações

Para implementar a norma ISO 50001 é importante avaliar as condições organizacionais para fazer uma previsão e o alinhamento dos objetivos da certificação com os da organização. O método de implementação baseia-se no PDCA, ou Planejar, Fazer, Verificar e Agir (do inglês Plan, Do, Check, Act).

Esta certificação ISO vai exigir que a empresa:

Desenvolva uma política para o uso mais eficiente da energia;
Fixe metas e objetivos para atender a essa política;
Crie e use os dados internos para melhor compreender e tomar decisões sobre o uso de energia;
Meça os resultados;
Reveja como a política funciona;
Melhore continuamente a gestão da energia.

Um case de sucesso no Brasil da norma ISO 50001

Um exemplo de sucesso de certificação da norma ISO 50001 é o do Hospital de Transplantes Eurycledes de Jesus Zerbine (Brigadeiro), gerenciado pela SPDM, cliente da Verde Ghaia. Ele se tornou, em 2018, o primeiro hospital público do Brasil a ser recomendado à certificação da ISO 50001 – Gestão de Energia.

Além da ISO 50001, também foram recomendadas as certificações das normas ISO 14001 – Meio Ambiente, OHSAS 18001 – Saúde e Segurança no Trabalho e ISO 9001 – Qualidade. O Hospital Lucy Montoro também teve as recomendações, e foi o segundo a alcançar estes certificados. Além destes, mais 60 hospitais estão na fila para atingir esses objetivos.

Todos estes resultados positivos só foram possíveis porque contaram com a consultoria da equipe Verde Ghaia, que foi a responsável pela implementação de todo o sistema de gestão. Os consultores das áreas de Consultoria Técnica, Jurídico, Suporte, TI, Comunicação, Comercial, entre outras, se mobilizaram e trabalharam em equipe para que os hospitais gerenciados pela SPDM obtivessem o sucesso no tempo almejado.

Tornar-se o primeiro hospital, e entidade de saúde, a ser certificado na norma ISO 50001 em nível Brasil, demonstra toda a seriedade e responsabilidade da Verde Ghaia em dar aos seus clientes suporte e know-how para que possam alcançar resultados reais e positivos.

A Verde Ghaia também pode te ajudar!

Você também pode obter estes resultados com a ajuda da Verde Ghaia. A Verde Ghaia está há mais de 20 anos no mercado desenvolvendo metodologias próprias de sistema de gestão e oferecendo o que tem de mais moderno e inovador para seus mais de 2000 clientes, espalhados por todo o Brasil, América Latina e África.

Através da plataforma SOGI, de cursos online de EaD, de treinamentos e contando sempre com consultores especializados, a Verde Ghaia te auxilia a obter os resultados desejados e consequentemente ganhar diferencial competitivo, reduzir custos operacionais e mostrar que sua organização se preocupa com o meio ambiente e com o desenvolvimento sustentável através de um sistema de gestão de energia eficaz.

Por exemplo, a Gestão de energia SPDM, primeira gestora de Hospitais Públicos a certificar suas unidades na ISO 50001 em 2018, como 03 hospitais já certificados, 02 em fase final e 60 outras unidades em processo de implementação para conquistar a certificação nos próximos anos. A Verde Ghaia está a frente não apenas da Certificação ISO 50001, mas frente às implantações das Normas ISO 14001, ISO 9001, OHSAS 18001 e ISO 50001 da SPDM. Uma parceria de Sucesso, confiança, responsabilidade e compromisso!

Neste caso específico, a Verde Ghaia oferece uma consultoria mais abrangente e avançada para as empresas auxiliando no cumprimento dos requisitos da ISO 50001. Além do uso do SOGI, a Consultoria Online Verde Ghaia ajuda as organizações a atenderem facilmente aos requisitos desta norma, através de recursos para a elaboração de políticas, definição de objetivos e metas, análise e compreensão de dados para tomada de decisão, e apuração de resultados sobre o uso da energia, aumentando a eficiência do seu sistema de gerenciamento, reduzindo retrabalho e desperdícios. Também, através da plataforma VG Resíduos, é possível ter soluções alternativas para a substituição energética.

Assim como foi com a SPDM, certifique-se com quem entende de Sistemas de Gestão. A equipe da Verde Ghaia trabalha de forma colaborativa integrando diferentes áreas, usuários e equipes através de processos padronizados, que garantem a manutenção e a eficácia do sistema de gestão de energia para sua organização.

Portanto, se você deseja evitar gastos desnecessários, reduzir custos e ampliar seu negócio, é muito importante que você tenha um sistema de gestão de energia eficaz de acordo com a ISO 50001. Assim, você garante a sustentabilidade financeira e ambiental de sua organização. Para saber mais, entre em contato agora mesmo com um dos nossos consultores Verde Ghaia!


O que é mais caro em um sistema de gestão: prevenir ou remediar?


 

Você já deve ter ouvido aquela famosa frase: “é melhor prevenir do que remediar”.

Fazemos exercícios, nos alimentamos de forma saudável e fazemos exames regulares pensando em cuidar da nossa saúde e assim evitarmos as doenças, os hospitais ou a dependência de remédios. Ou então, guardamos dinheiro, pagamos previdência privada, fazemos investimentos, pensando na época em que vamos nos aposentar para ter uma vida financeira tranquila ou ainda, caso haja algum problema, termos uma reserva financeira. Fazemos revisões nos nossos carros para ter a segurança de rodar com eles e assim, evitar acidentes ou consertos caríssimos.

O que é mais caro em um sistema de gestão: prevenir ou remediar?

Esses são apenas alguns exemplos de como na nossa vida nos prevenimos diante do que pode vir a acontecer. Mas, e na sua empresa, você também age dessa forma? Seu sistema de gestão é preventivo ou reativo diante dos acontecimentos? Você sabia que para seu negócio, prevenir é muito melhor do que remediar? E muito mais barato?

É isso que vou mostrar para você agora.

Prevenir é muito melhor do que remediar

Riscos são inerentes a qualquer atividade ou organização e, em uma empresa, eles são a principal causa de prejuízo econômico. Conhecer estes riscos e poder se antecipar a eles, identificando-os antes mesmo deles virem a se tornar problemas, traz a você vantagem competitiva diante do mercado, permite agir com mais confiança nas tomadas de decisão e oferece proteção para seu negócio. Por isso ter uma gestão de riscos eficaz em sua empresa é tão importante.

E as normas ISO te ajudam nisso. Por exemplo, com a substituição da OHSAS 18001 para a ISO 45001, a maneira de levantar os riscos em sua organização mudou. Antes era feito de maneira reativa. Hoje, com a alteração da norma, esse risco deve ser levantado e identificado de maneira contínua e proativa. Outro ponto importante é que agora são considerados os riscos que podem afetar o funcionamento e a saúde da organização, incluindo as partes interessadas que possuem acesso ao local e trabalho, como visitantes, fornecedores, clientes, por exemplo.

Quanto custa se adequar às Normas ISO? 

E você deve estar pensando agora: “ah, mas é muito caro se adequar a estas normas e manter a certificação!”. Não é.

E posso dizer isso com toda a segurança e experiência de mais de 20 anos trabalhando com sistemas de gestão e conhecendo todos os custos de estar em conformidade ou não. Porque a Verde Ghaia tem mais de 3200 clientes, entre empresas de médio e grande porte, tanto no Brasil quanto na África e na América Latina. Ela trabalha com consultoria de sistemas de gestão e é especializada nas áreas de Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho, Responsabilidade Social, Qualidade, Segurança de Alimentos, Sustentabilidade e Mudanças Climáticas. E em todos os casos, se antecipar aos riscos, tomando medidas preventivas em vez de reativas, saem muito mais barato para nossos clientes.

Precisamos mudar a visão que temos sobre as normas ISO.

Quanto custa se adequar às Normas ISO?

Um novo olhar para as Normas ISO

Suas regulamentações e especificações são essenciais para todas as empresas, pois elas nos ajudam em questões relacionadas à sistemas de gestão, à padronização e à inovação. E nesse mundo no qual a inovação é a palavra de ordem, a grande dificuldade das companhias é conseguir se conectar ao novo, se reinventarem, porém sem perder a padronização e a qualidade. Se não se adequam à nova realidade, acabam fechando suas portas.

Por isso é preciso mudar o olhar que temos sobre o custo das coisas, especialmente quando falamos sobre normas ISO. E essa necessidade de mudança de visão vem de um erro muito comum hoje em dia: as empresas, acreditando que gastam muito dinheiro e que precisam reduzir custos, vêm extinguindo os departamentos de qualidade, de meio ambiente, de responsabilidade social, de saúde e segurança do trabalho, por exemplo.

A justificativa é que manter estes departamentos é caro. Mas não é.
Caro é depois ter que “correr atrás do prejuízo” por não ter mais esses departamentos cuidando do seu negócio. Caro é pagar multas e sanções por estar em não conformidade ou por infringir uma lei. Caro é garantir padrões de especificação. Caro é perder tempo com retrabalho. Caro é viver de ações corretivas e não preventivas.

Entendendo na prática como se adequar às Normas ISO

Vamos citar como exemplo uma empresa que gastaria em torno de 30 a 40 mil reais para manter a sua certificação ISO. Se fossemos considerar a gestão ambiental, quanto que ela custaria para essa empresa? Dependendo qual, talvez uns 2 milhões de reais para cumprir condicionantes, leis e todos os outros requisitos aplicáveis para o negócio, para gerenciar resíduos e o que mais fosse necessário de acordo com a atividade. Quanto custa a gestão da saúde e segurança? Quanto custa um empregado acidentado? Dependendo o ramo de atividade de 900 a 1000 reais. Multiplica isso pela quantidade de empregados. Quanto custa um documento mal feito ou não feito? Dependendo, custa 1000 reais fazer, mas não fazer custa 1 milhão de reais.

Vamos pensar em mais exemplos. Para cumprir determinada lei na área ambiental o custo ficaria em 15 mil reais. Se não fosse cumprida essa lei, o custo poderia chegar de 5 a 15 milhões, dependendo a atividade e o tamanho do impacto causado. Renovar o alvará ficaria em torno de 500 reais, não renovar, 20 mil reais. Aqui são exemplos de custo, na sua empresa pode ser diferente, mas perceba como agir antes evita de gastar muito dinheiro depois, sem contar todo o tempo gasto e retrabalho para se adequar à legislação.

O problema é que só calculamos os gastos desses departamentos sem contar a economia que fazemos por termos eles em nossa empresa. Os departamentos não dialogam com a alta direção para mostrar o quanto economizaram com multas, sanções, ações corretivas e retrabalho.

Qual a importância dos Auditores?

Os auditores da ISO são os que ficam dando o norte para nossos negócios, dizendo por onde deve ir ou não. Ele é a forma mais barata que nós temos de fazer validações de compliance. É ver quais coisas estão certas e quais estão erradas. É ter disponível todas as documentações necessárias para prestar contas ou mostrar que tudo está sempre cumprido.

As auditorias ISO nos fazem ver que cumprir as leis de forma preventiva sairá muito mais barato para as contas de empresa, e que você melhorará a imagem do seu negócio diante de toda a sociedade.

Além disso, permite obter financiamentos ou participar de licitações. Se a sua empresa não tiver licenças, se não estiver cumprindo as leis, se não estiver em conformidade com os requisitos legais necessárias à sua atividade, pode ter certeza que não obterá nenhum financiamento, nenhum investidor olhará para você e também vai perder a oportunidade de participar de licitações.

Um outro ponto importante que mostra que seguir as normas ISO não é custo, mas sim economia de dinheiro, é a possibilidade de, através de mapeamento de processos, discutir tributo, carga tributária, reposicionamentos tributários com a gestão administrativa e financeira. E poucas empresas utilizam isso. Por exemplo, apenas pelo fato de ter a certificação ISO 45001 é possível falar com a seguradora e discutir a redução de 20% do prêmio de seguro. Vamos supor que para sua empresa essa certificação custe 20 mil reais. O prêmio de seguro da sua empresa custa quanto? Então, pense nisso.

Se você souber usar todas as vantagens de ter uma certificação, ainda vai gerar economia para seu negócio. E todas essas informações quem tem são os auditores da ISO. Por isso eles são seus aliados, não tomadores de dinheiro.

Correção ou Prevenção: o que você escolhe?

Portanto, se você parar para analisar o seu sistema de gestão sem se preocupar com as normas ISO, sejam quais forem, você vai perceber que gasta muito mais dinheiro com correção do que com prevenção. Porque a prevenção a gente não vê. Quando está dando tudo certo, a gente nem se importa com ela. Mas, e se por exemplo surge um desvio que você não sabia que tinha que cumprir, quanto custa cumprir, quanto custa a multa por não cumprir, quanto custa um desvio se acontecer alguma coisa? Esse é o segredo da avaliação.

Essa mentalidade de correção em vez de prevenção precisa mudar. O diálogo com os diferentes setores da empresa precisa acontecer com maior frequência.

A gerência precisa saber dos gastos, mas também da economia que é feita ao se tomar ações preventivas. Dessa forma, sistematizar a gestão vai deixá-la mais eficiente e mais conectada com a operação. E gerencial e operacional caminhando juntos permite maiores lucros para seu negócio, com um sistema de gestão eficiente.

E novamente te pergunto: não é então, muito mais barato prevenir do que remediar?


Deivison Pedroza
Fundador/ CEO do Grupo Verde Ghaia


Nova norma para Transmissoras de Radiocomunicação


 

ANATEL aprova novo Regulamento para Operação de Estações Transmissoras de Radiocomunicação

Foi publicado no diário oficial da União do dia 02 de outubro de 2018, a Resolução Anatel nº 700, de 28-09-2018 que aprova o regulamento sobre a avaliação da exposição humana a campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos associados à operação de estações transmissoras de radiocomunicação.

O novo regulamento tem por objetivo definir métodos de avaliação da exposição humana a campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos, associados à operação de estações transmissoras de radiocomunicação. A Resolução Anatel 303/2002 que será revogada em 120 dias pela Resolução Anatel 700/2018, determina a faixa de radiofrequências entre 9 kHz e 300 GHz para o limite da exposição a campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos. Já a Resolução Anatel 700/2018 determina a faixa de 8,3 kHz e 300 GHz.

Os limites de exposição ocupacional e da população em geral a campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos gerados por estações transmissoras de radiocomunicação e por terminais de usuários, estabelecidos em todo o território brasileiro, são os recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), conforme estabelecido na Lei nº 11.934/2009. Ressalta-se que, enquanto não forem estabelecidas novas recomendações, serão adotados, para fins de avaliação da exposição humana a CEMRF, os limites propostos pela Comissão Internacional de Proteção Contra Radiação Não Ionizante (ICNIRP), detalhados em Ato específico da Superintendência responsável pela administração do uso do espectro radioelétrico.

A avaliação da exposição humana a CEMRF associados à operação de estações transmissoras de radiocomunicação deve considerar a exposição da população em geral e a exposição ocupacional, permanecendo válidos os relatórios de conformidade expedidos até a data de entrada em vigor deste Regulamento.

Por fim, a Resolução Anatel nº 700, de 28-09-2018 entra em vigor em 120 dias, no dia 02-02-2019, onde a Resolução Anatel Nº 303, de 02-07-2002 também será revogada.

Para maiores esclarecimentos, acesse a íntegra do texto desta Resolução por meio do módulo LIRA do Sistema SOGI ou através do site Future Legis.

Caroline Dias
Departamento Jurídico.

 


ISO 50001: 2018 – Mudanças previstas para a nova versão


 

Tendo a primeira e vigente versão pública em 2011, a ISO 50001 traz requisitos e orientações para um Sistema de Gestão da Energia. Atualmente, esta norma está em processo de revisão, sendo que já foi publicado o DIS (Draft of International Standard) da norma atualizada. Isso quer dizer que ainda podem ocorrer algumas pequenas alterações da versão atual para a final, porém, já é possível entender as principais modificações que ocorrerão nas empresas que buscam essa certificação.

Saiba as principais mudanças previstas para a nova versão.

Para as empresas que já possuem outras certificações como as ISO 9001, 14001, 45001 e 22000 a tendência é de ficar ainda mais fácil a integração dos seus sistemas com a ISO 50001 atualizada. Isso ocorre pois, assim como as demais normas com publicação a partir de 2015, a ISO 50001 seguirá a estrutura de alto nível (HLS). Essa estrutura compartilhada, assim como muitos termos e definições comuns tornam o processo de criação de um sistema de gestão integrado muito mais simples dentro das organizações.

ISO 50001

Outro benefício proveniente da nova estrutura da norma virá do envolvimento ainda maior da estratégia do negócio junto às atividades relacionadas à melhoria do desempenho energético da empresa. Isso fará com que fiquem ainda mais claros os benefícios não só ambientais, mas econômico/financeiros que a adoção de um Sistema de Gestão de Energia seguindo as diretrizes da 50001 trará para as organizações.

Dessa forma, além da inserção dos itens relacionados ao contexto da organização e suas partes interessadas, as organizações irão trabalhar com:

  • Conceitos de liderança no sistema, garantindo cada vez mais o envolvimento de todos os níveis hierárquicos dentro da empresa na melhoria do desempenho energético e designando as responsabilidades e autoridades para os papeis pertinentes;
  • Mentalidade de risco, garantindo uma postura de prevenir riscos com efeitos adversos e concretizar oportunidades levantadas;
  • Melhoria da comunicação, garantindo, em especial, uma gestão de mudanças sempre que significativa ao sistema de gestão;

Tendo sido votado em novembro/2017, o DIS da ISO 50001:2018 – Sistema de Gerenciamento de Energia já está disponível para aquisição, não havendo ainda data prevista para sua publicação.

Em breve traremos mais informações do conteúdo da norma versão 2018! Para mais informações, acesse o site da ISO https://www.iso.org/iso-50001-energy-management.html e acompanhe esse processo!


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