ISO 90001: Como a qualidade de seus processos interferem no negócio
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O que é ser uma empresa sustentável?

 

Por Deivison Pedroza

Já parou para analisar se você enxerga o que a ISO propõe para uma Gestão Sustentável das Organizações? Nesses 20 anos de Verde Ghaia, foram várias as vezes que ouvi empresas falando sobre sensibilização ambiental, relacionando-a às discussões dos sistemas de gestão. Diferentemente dessas organizações, eu não tenho esse mesmo olhar, visto que a sensibilização, treinamento ou conscientização, seja qual nome se deseja dar, é um processo inerente a todos os colaboradores da organização.

Contudo, é importante que as organizações também compreendam a relação do seu Sistema de Gestão, visando uma gestão com foco em meio ambiente, qualidade e saúde e segurança, pois acredito serem sine qua non nas questões empresariais.

Gestão ISO “sine qua non” da Gestão Empresarial

Eu entendo que dentro de um sistema de gestão empresarial, os colaboradores são as sementes. Se forem sementes bem plantadas, consequentemente colhermos frutos maduros e em bom estado.

Em outras palavras, quando estamos atentos a importância do gerenciamento da gestão, conseguimos conquistar nosso produto conforme, padronizado, com tudo especificado, tudo que a gente imagina ser necessário, importante e viável.

É comum que as empresas queiram dividir os temas da Gestão, rotulando meio ambiente, saúde e segurança e qualidade, visando facilitar o gerenciamento dos processos internos. Contudo, as organizações devem se preocupar com um tema essencial para gestão, a Qualidade, pois não conseguimos escalar vendas, sem qualidade do produto, correto? Mas, se tornar apenas escalável, também não dá.

Desse modo, as organizações precisam avaliar o ciclo de vida de seus produtos, os aspectos e impactos ambientais, visando a sustentabilidade do negócio. Mas, não é só falar que é sustentável. Costumo dizer que há até bancos que se vendem como sustentáveis, mas não são! 

O que é ser uma empresa sustentável?

Para ser sustentável, é preciso enxergar os valores econômicos, sociais, ambientais. Além disso, é preciso que as empresas tenham discurso sobre os perigos e riscos e como o sistema de gestão empresarial é abordado principalmente em época de crises.

É nesse momento que a ISO aparece, promovendo estratégias mais ágeis e com menos recursos, pois dentro do ponto de vista de gestão, a padronização, a inovação, a prevenção, as ações corretivas, resultam numa maior capacidade de prover informação sólida e segura, padronização de processos, aumento da satisfação do cliente interno e externo. Exemplificando, imagine a Gestão financeira, obviamente que sem dados, sem números nas mãos, você não consegue decidir.

E isso, aplica-se a qualquer área, por exemplo a área industrial, quando você precisa especificar alguma coisa; na área de manutenção, quando é preciso determinar até itens de manutenção críticos ou não críticos.

O que a ISO propõe para a Gestão Sustentável das Organizações?

A ISO não quer apenas produção em série, como era na Revolução Industrial, ao contrário, busca-se por melhorias que possam oferecer o melhor produto final, atendendo às expectativas e necessidades dos produtos finais. Um exemplo classifico de atendimento às necessidades, é o carregador de celular, quando você viaja, você quer que seu carregador se encaixe em qualquer lugar. Porém no Brasil, isso não acontece, porque as tomadas não são padronizadas. Precisamos até hoje, comprar os famosos “T” ou “Benjamin” para usar um eletrônico.

Tudo em nossas vidas há um padrão, uma especificação. O produto deve ser padronizado, conforme estabelecido pelo modelo de padronização da ISO. Em outras palavras, são normas técnicas internacionais que estabeleceram regras para produtos. Desse modo, independentemente, do lugar que eu esteja no mundo, os produtos irão funcionar.

Então padrão ISO, na 9000 ISO, na 14001, ele é simplesmente padronização dos produtos/serviços. Essa relação, entre as normas, deve ser discutida internamente na organização, pois elas se complementam e geram melhores resultados estratégicos para as organizações.

Comportamento das organizações

As empresas quando não conseguem entender a importância de um Sistema de Gestão sustentável, elas preferem extinguir as áreas de qualidade, de gestão ambiental, cortando os custos com a alegação de que é caro manter a gestão com foco em meio ambiente, qualidade, saúde e segurança, responsabilidade social.

Atitudes assim, ocorrem principalmente em época de crise. Contudo, a ISO não é cara. Por exemplo, uma empresa de cimentos, deve ter um budget de aproximadamente 30 a 40 mil por ano, para manter uma ISO, só o certificado. No entanto, o caro será não cumprir a lei, não garantir padrões de especificação. Quanto uma empresa de cimentos não gastaria com multas e sanções ambientais? O valor é incalculável, pois estamos falando, não apenas de dinheiro, mas, de reputação da marca, perda de mercado, perda de fornecedores.

Considerações Finais

Portanto, é inquestionável o investimento em um SGI que preze pelo cumprimento das regras estabelecidas pela ISO, mas que também faça cumprir as Leis estabelecidas, visando por uma Gestão Sustentável. A partir desse entendimento, percebe-se que é muito mais barato investir em 1 ou 2 milhões para cumprimento de leis, condicionantes, padronização ISO, do que ficar concertando bagunças, muitas vezes, incalculáveis.

Costumo dizer que o responsável pela ISO, em uma organização, é quase que a secretária. Ele simplesmente organiza toda a documentação para dar um norte, ou seja, apontar os erros, os acertos, os riscos, as oportunidades.

Deivison Pedroza – Ceo e Fundador do Grupo Verde Ghaia


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Falhas comuns no Tratamento de Não Conformidades

 

Quando se fala em causa raiz  para tratamento de não conformidades em um sistema de gestão, monitorado e alimentado com frequência, é bem provável, que haja ações mais preventivas do que corretivas. Visto que há uma percepção maior dos problemas que possam vir a acontecer, para que assim, sejam tomadas atitudes para que o problema não ocorra.

O que se observa na MAIORIA DAS ORGANIZAÇÕES é a incidência de ações corretivas e ações preventivas que não funcionam. Chamo a atenção para o termo “maioria”, visto que ações corretivas são muito mais frequentes que as ações preventivas.

Como já verificamos, uma correta metodologia passa pela identificação do problema, determinação da causa raiz, verificação da abrangência, adoção das ações preventivas e corretivas e verificação de sua eficácia, devendo-se documentar e divulgar resultados.

Causa Raiz para tratamento de não conformidades

Quando um sistema de gestão não tem monitoramento adequado e com certa frequência, é comum descobrir problemas apenas quando eles acontecem. Com isso, descobre-se tardiamente, a origem principal que provocou à empresa uma não conformidade.

É inegável a importância de monitoramento frequente do sistema de gestão, independente se ele é SGQ, SSO, SGA. Contudo, para os responsáveis do Sistema de Gestão, há um ponto crucial que é a análise da causa raiz no tratamento das não conformidades.  Em outras palavras, a real intenção dessa análise é fazer com que a não conformidade identificada, não se repita. Agora, se a avaliação não for bem realizada o Plano de Ação pode não funcionar como deveria.

Uma dificuldade que ocorrer na hora da avaliação é a identificação do problema a apenas uma causa-raiz. No entanto, o problema identificado pode ter mais de uma causa raíz, ou seja, pode ter mais de uma origem. Além disso, pode ocorrer de algumas causas acontecerem mais do que outras, mas todas têm o potencial de gerar uma “não conformidade”. Outro erro também é tratar as causas mais prováveis ao invés de fazer a análise para encontrar uma única causa. Com isso, o problema pode aumentar, tendo em vista que a atuação seria em várias frentes, bloqueando diferentes origens de não conformidades.

Sendo assim, os problemas mais usuais, em um sistema de gestão, estão relacionais a identificação do problema ou a determinação da causa raiz. Se você tem dúvida sobre o tratamento de suas não conformidades, aconselhamos algumas horas de consultoria especializada para ajudá-lo a entender seu sistema de gestão como um todo, para que assim, você tenha um panorama geral do que está acontecendo.

Mas, vamos falar mais sobre o tratamento das não conformidades!

Identificação do problema

A forma mais otimizada de realizar a identificar de ‘não conformidades’ é através da realização de uma auditoria. Por isso, é importante que ela seja feita, no mínimo, anualmente para uma avaliação mais ampla sobre a identificação do tratamento das não conformidades.

O momento da auditoria é tão aguardado quanto temido por muitos gestores de sistemas de gestão. Afinal de contas, este é o evento que validará todo o trabalho realizado pela equipe e seus responsáveis de sistemas de gestão, seja ele qualidade, meio ambiente, saúde e segurança e afins.

Selecionamos abaixo, algumas dicas sobre a identificação de problemas, que é muito comum escutar durante uma consultoria ou mesmo auditoria. Portanto, fique atento se você está se comportando adequadamente ao realizar a hora de realizar a identificação dos problemas na sua gestão.

  • Achar que o problema é do cliente, fornecedor, prestador de serviço, etc.
  • Análise de dados insuficiente;
  • Ausência de investigação dos modos de falha;
  • Desconhecimento dos dados disponíveis na organização;
  • Desconhecimento sobre como funciona o processo;
  • Investigação de abrangência incompleta ou inexistente;
  • Não desenvolver medidas para falhas potenciais importantes;
  • Pessoas não conhecem o problema;
  • Pessoas inabilitadas para execução da tarefa;

Determinação da Causa Raiz

Outro vilão é a causa raiz que parece ser um processo simples, mas que deixa muita gente em dúvida. Embora haja consciência, de que é impossível uma empresa não ter erros em seu sistema, é aconselhável que a causa raiz seja analisada com muito cuidado.

  • Achar que já sabe as causas e ir direto para as conclusões;
  • Direcionar para a causa errada;
  • Causas identificadas superficialmente;
  • Considerar erro do usuário ou de utilização como sendo causas;
  • Diagnóstico inadequado da causa raiz;
  • Escolha da solução inadequada quando houver mais de uma solução;
  • Falta de qualificação da pessoa que conduz as investigações;
  • Tentar agir sobre todas as causas possíveis;
  • Uso de ferramentas inadequadas.

Causa Raiz para tratamento de não conformidades

Exemplos de Relato de Não conformidade, análise de causa e ações corretivas

Antes de exemplificarmos as informações acima, é preciso estar claro que para implementar um sistema de gestão, o plano de ação é a parte principal. Por este motivo, ele é construído logo após o diagnóstico, devendo ser exato e objetivo, contendo breves descrições, porém com os dados completos do que será feito para atender a cada ponto da norma. É importante não esquecer de delimitar a data para execução, bem como, quem será o responsável e quais as evidências deverão ser coletadas por estes responsáveis.

Através de um bom plano de ação, será mais fácil evitar não conformidades e mesmo caso elas apareçam, será muito mais simples trata-las, pois haverá uma grande rastreabilidade das ações executadas. Uma boa implementação está intimamente ligada a um bom plano de ação.

Exemplo 01

1) NC: Não evidenciado que a organização tenha identificado os aspectos e avaliado os impactos ambientais de todos os setores.

Evidência Objetiva: Não evidenciado que a organização tenha identificado os aspectos e avaliado os impactos ambientais relativos à geração dos resíduos de torta no processo de Tratamento de Caldo / Evaporação, bagaço no processo de Preparo e Moagem e aplicação de herbicida na Subestação 69KV.

Referência: 6.1.2 da NBR ISO 14001:2015 “Dentro do escopo definido no sistema de gestão ambiental, a organização deve determinar os aspectos ambientais de suas atividades, produtos e serviços os quais ela possa controlar e aqueles que ela possa influenciar, e seus impactos ambientais associados, considerando uma perspectiva de ciclo de vida.”

Causa: O auditado não foi suficientemente treinado para conhecimento dos aspectos e impactos na planilha do setor por serem considerados subprodutos do processo de açúcar e álcool e por serem aproveitados como adubo e combustível nas caldeiras. B – A aplicação de herbicida não foi considerada na subestação por ter sido considerada como uma atividade anormal.

Correção: Revisar as planilhas de Aspectos e Impactos dos setores de moagem e tratamento de caldo e subestação elétrica detalhando e inserindo tais aspectos.

Ação corretiva

A – Promover treinamento de reciclagem de aspectos, impactos, perigos e riscos para todo grupo de trabalho. B – Revisão geral das planilhas de aspectos ambientais após o treinamento.

Exemplo 02

2) NC: Evidência disponível de que a organização não estava controlando o processo de auditoria interna do SGI

Evidência Objetiva: 1- Não realizada auditoria interna na norma  ISO 9001:2015; 2- Não realizada auditoria interna nos processos pintura, meio ambiente, comercial, manutenção e administrativo, todos programados para 2015; 3- Programa anual de auditorias internas para 2016 não disponível.

Referência: 9.2 da NBR ISO 9001:2015 “A organização deve conduzir auditorias internas a intervalos planejados para prover informação sobre se o sistema de gestão da qualidade…”

Causa: A -Redução do quadro de auditores internos devido à crise econômica. B – Não existia um calendário oficial registrado para o programa anual de auditorias.

Correção: A – Realizar Auditoria Interna do SGI na norma ISO 9001:2015.

Ação corretiva

A – Criar calendário anual de auditorias considerando área/processo auditado/processo de auditoria para os anos de 2015, 2016 e 2017. B – Planejar auditoria completa (todos os setores/áreas da empresa no ano de 2016), com auditores terceirizados. C – Formar novos auditores internos de SGI.


Se desejar mais orientações para minimizar ou até mesmo eliminar as não conformidades, entre em contato com a Verde Ghaia!

Nós te ajudamos a tornar todo o seu processo mais simplificado, oferecemos suporte e ferramentas desenvolvidas pela própria equipe usando as metodologias de sistema de gestão. Conte com a gente para que seu negócio alcance voos muito maiores!

ISO 9001: qual a importância para os negócios?

 

Antes de avaliar valores relacionados a certificação ISO 9001, você precisa entender que existe a possibilidade de realizar o processo com um gestor da sua própria equipe de colaboradores.

Da Implementação à Certificação ISO 9001

Para obter o certificado, a organização precisa ter o sistema de gestão de
qualidade alinhado aos requisitos da ISO 9001. Portanto, caso a empresa possua um gestor habilitado na norma é possível que este profissional coordene o procedimento de adequação às exigências da ISO 9001.

Todavia, alertamos para alguns problemas que podem ocorrer sem o
acompanhamento de consultores especialistas no assunto:

  • Interpretar erroneamente determinados itens da norma.
  • Não obter êxito na implementação da ISO 9001.
  • Dificuldade na transmissão dos requisitos para a equipe.
  • Tempo excessivo investido no processo de adequação.
  • Em caso de reprovação na auditoria, a empresa terá que arcar com os prejuízos da contratação de um organismo certificador.
  • Desmotivação da equipe pela possível reprovação.

ISO 9001: Identificação de falhas nos processos

O diferencial de uma empresa se deve a muitos fatores, mas é inquestionável a ótica do mercado cujo quesito qualidade se desponta como uma das características mais relevantes de uma organização. Por esse motivo, a ISO 9001 tem sido utilizada por milhares de empresas de diferentes nacionalidades.

Embora os dois termos, “não conformidade” e “defeito” apresentem algumas características semelhantes, eles são distintos em seus conceitos. Para evitar que você confunda os dois, explicaremos abaixo as principais distinções.

1° – O defeito no processo está relacionado a um problema de utilidade ou funcionalidade de um determinado processo dentro da gestão de qualidade. Além de não atender ao requisito, quando há defeito, o processo se torna improdutivo.

Exemplo: A linha de produção de garrafas de vidro possui capacidade para entregar 10 garrafas por minuto. No entanto, está entregando três garrafas quebradas. Logo há um defeito no processo.

2° – A não conformidade não está necessariamente ligada a um problema no processo, pode ser que o procedimento funcione perfeitamente, todavia ele não atende a algum item específico da ISO 9001. A Não conformidade significa dizer que o processo simplesmente não está à altura do padrão de qualidade.

Exemplo: A linha de produção de garrafas de vidro possui capacidade para entregar 10 garrafas por minuto, mas está entregando apenas oito. Neste sentido, há uma não-conformidade.

Resumindo, todo defeito é uma não conformidade, mas nem toda não conformidade é um defeito. Para evitar que ocorram irregularidades, ou seja não conformidades nos processos das organizações, existe a melhoria contínua. Este é outro importante requisito da ISO 9001 que possibilita a aperfeiçoamento do sistema da organização.

O que significa não conformidade?

Quando uma companhia não opera de acordo com um dos itens da norma, ela está em não conformidade com a ISO 9001. Há dados divulgados pela ISO, que mostram a ISO 9001 como a norma mais (re)conhecida no mundo. Integrante da família 9000, a ISO 9001 traz os requisitos do Sistema de Gestão de Qualidade que atua na eficácia dos processos, a fim de que a empresa alcance os resultados esperados.

Contudo, quando uma organização está em não conformidade significa dizer que um dos processos está ocorrendo de maneira errada. Este erro gera resultados insatisfatórios, ou seja produtos não conformes, que não estão alinhados a determinados itens da ISO 9001.

A padronização da Norma, permite que o seu sistema de gestão alinhe os processos conforme os requisitos da norma, impedindo assim, que produtos sejam criados fora do padrão de qualidade da ISO 9001 e fique aquém das expectativas dos clientes.

Em linhas gerais “não conformidade” é o não atendimento de determinado requisito da norma, que por conseguinte, não está alinhada aos padrões ISO. Padronizar significa deixar seus processos cada vez melhores, visando a melhoria contínua.

O que fazer quando houver ‘não conformidade’?

Quando uma organização está em não conformidade significa dizer que um dos processos está ocorrendo de maneira errada. Este erro gera resultados insatisfatórios, ou seja, produtos não conformes, que não estão alinhados a determinados itens da ISO 9001.

A padronização do sistema de gestão da empresa permite que os processos se alinhem aos requisitos da norma. E impede que produtos sejam criados fora do padrão de qualidade da ISO 9001 e aquém das expectativas dos clientes. Em linhas gerais “não conformidade” é não atender a determinado requisito da norma, não estar alinhada a ISO.

Três dicas simples para tratar as não conformidades

1ª dica – Estabeleça metas: A partir de um plano estratégico é possível analisar, observar e entender o funcionamento da empresa. Quando se organiza metas, observa-se com mais detalhes os percursos e caminhos dos processos e portanto onde podem ocorrer ou já acontecem as não conformidades. Estipule também no planejamento estratégicos itens que constem a análise das não conformidades.

dica – Utilize ferramentas: As ferramentas da qualidade atuarão nas suas causas fundamentais, eliminando, revendo, verificando e registrando as não conformidades e conduzindo a sua análise.

3ª dica – Faça ações corretivas: Com a análise da origem e causa das não conformidades é possível se preparar para evitar problemas sistêmicos. Ou seja, a empresa segue seu curso normal, sem gastar tempo e recurso em correções.

ISO 9001 contribui com a melhoria contínua

A melhoria contínua é um dos requisitos do sistema de gestão de qualidade da ISO 9001. Ela atua no aprimoramento constante dos processos ou dos métodos de trabalho. A partir dela, busca-se alcançar níveis elevados de perfeição que vão além dos conceitos de qualidade, alcançando os interesses e necessidades dos clientes.

A melhoria contínua proporciona ideias e estratégias para auxiliar na gestão das não conformidades. A partir da melhoria contínua é possível criar mecanismos eficazes para evitar a reincidência de problemas nos processos e melhorar a produtividade da empresa.

Um passo da Certificação ISO 9001

Após o processo de implementação dos requisitos da norma, executado por uma empresa de consultoria, a organização precisa passar pelo processo de auditoria. Essa etapa é executada por uma Certificadora credenciada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO).

Apenas Organismos Certificadores podem emitir o selo ISO 9001 às empresas. Os custos de contratação podem variar entre três e doze mil reais de acordo com o porte da empresa e complexidade do projeto.

Portanto, qualquer empresa que queira ser certificada com a ISO 9001 terá que arcar com dois investimentos: implementação e auditoria. Inicialmente, os gastos parecem altos, mas o pior não fazer, pois o mercado tem exigido cada vez mais, responsabilidade das organizações em assumir seu compromisso com o consumidor final, fornecendo produtos e serviços com qualidade e que atendam às expectativas e necessidades.

Como o investimento não é nada barato para muitas empresas, aconselha-se o acompanhamento de uma empresa de consultoria que tenha know-how para ajudar o seu negócio a implementar a norma ISO, seja ela qual for.

A empresa de consultoria terá condições de auxiliar te auxiliar, dando informações importantes que deverão ser executadas na etapa de implementação, visando um tempo mínimo possível, para que os processos internos sejam (re)organizados.

Além disso, quando se faz com uma empresa creditada no mercado, você terá um ótimo custo benefício. E para isso, a consultoria online é uma ótima opção em economia de recursos sem perder a qualidade da implementação e auditoria interno para que o seu negócio esteja de acordo com os padrões exigidos pela ISO 9001. O processo pode representar até um terço do valor de uma consultoria presencial.

Fale conosco e tenha mais informação sobre os valores da Consultoria Online!


O que preciso saber sobre Gestão em Qualidade?

 

“Assumi o setor de Qualidade (QL) da minha empresa, mas não sei exatamente por onde começar e de que maneira posso intervir em nosso dia a dia.”

Esta é uma dúvida comum entre aqueles que estão embarcando na grande aventura de cuidar de questões relacionadas à Qualidade dos processos e produtos em uma empresa. Por isso, ao assumir a responsabilidade de um cargo de gestor, é preciso ter consciência de que é um processo muito sério e essencial para o bom andamento de qualquer empresa.

Acredito que a área de QL é a mais importante, uma vez que ela está sempre interligada a todos os setores de uma organização. Afinal, é esperado que o atendimento aos requisitos de Qualidade seja um dos principais objetivos a serem alcançados em todos os setores da empresa.

Dessa maneira, vamos apresentar algumas informações abaixo sobre o processo de capacitação para os Gestores que estão assumindo essa nova responsabilidade em suas organizações.

EAD da Verde Ghaia: Capacitação para novos Gestores

Aceitar um novo desafio na empresa é excelente, pois é sinal de proatividade e vontade de crescer. No entanto, tentar descobrir as atribuições de uma função quando, já se está no exercício das atividades, pode ser arriscado, visto que um bom gestor precisa ser capaz de antever riscos e oportunidades. E quando falamos em acidentes e lesões no trabalho, prevenção é a chave.

Não se assuste se você ainda não conhece bem sobre Riscos e Oportunidades, podemos te ajudar a entender sobre o assunto. Já publicamos diversos materiais que abordam essa temática e ainda temos vídeos relacionados como, por exemplo o Café Concetado, além disso, temos E-book, Artigos no Blog, Cursos à distância.

Ao acessar os materiais gratuitos, você ficará por dentro do que acontece na rotina de um Sistema de Gestão. Obviamente, é preciso um estudo mais aprofundado, para que o seu sistema possa funcionar como desejado, gerando resultados e valor agregado ao seu desempenho como gestor.

Capacitação: Cursos de aperfeiçoamento

Caso você tenha se tornado o novo gestor de Sistema de Qualidade, por exemplo, em sua organização, e necessite de um curso de capacitação completo e eficaz, e que ao mesmo tempo não vá impedir a conciliação com outras atividades, a Verde Ghaia oferece as melhores opções.

Os cursos são via Ensino à Distância (EaD), portanto não exigem deslocamento e permitem que os estudos sejam concluídos a qualquer hora e em qualquer lugar, de acordo com sua agenda.

Os cursos EaD da Verde Ghaia são constituídos por vídeo-aulas, infográficos, apostilas, slides e avaliações. Todo o material foi desenvolvidos por auditores especializados dotados de experiência prática e teórica no tema abordado.

Curso Gestão da Qualidade – ISO 9001

O curso ISO 9001:2015 – Sistema de Gestão da Qualidade aborda os detalhes de todos os requisitos da nova norma de Gestão da Qualidade e tem como objetivo auxiliar aqueles que buscam organizar os processos internos e melhorar a gestão em sua empresa.

A NBR ISO 9001:2015 é adotada por milhares de empresas que têm como objetivo aumentar a qualidade de seus produtos e serviços, e é essencial para profissionais que buscam oferecer redução de custos às empresas através da melhoria pontual dos processos.

Como a satisfação do cliente também é um ponto crucial desta Norma, os profissionais que detêm conhecimento de seus requisitos são muito mais valorizados no mercado. Sempre que a ISO 9001:2015 é implementada e cumprida, estabelece-se uma relação de confiança entre a empresa e o cliente.

O conteúdo do curso é bastante abrangente e aborda diversos aspectos, em detalhes, tais como:

  • Evolução das normas;
  • Sistemas de certificação;
  • PDCA;
  • Contexto da organização;
  • Liderança;
  • Política da Qualidade;
  • Planejamento;
  • Ações para tratar riscos e oportunidades;
  • Suporte (ambiente dos processos, comunicação, informação documentada etc);
  • Operação;
  • Determinação das necessidades do mercado e interações com clientes;
  • Avaliação de desempenho;
  • Auditoria interna;
  • Melhorias,
  • E muito mais.

Sobre o Curso EAD ISO 9001:2015

O curso ISO 9001:2015 – Sistema de Gestão da Qualidade é voltado para gestores e técnicos da qualidade, representantes da direção e profissionais que queiram se atualizar a respeito da nova versão da ISO 9001.

O sistema de EaD Verde Ghaia também conta com diversos outros cursos voltados para a Qualidade, tais como Identificação e Avaliação de Riscos de Processo, Ferramentas de Risco, e Interpretação da NBR ISO 31000:2018 – Gestão de Riscos. Você também pode optar por pacotes especiais quando escolher mais de um dos cursos oferecidos.

Case de Sucesso da Uberlândia Refrescos (coca cola) em Gestão Integrada

 

Uberlândia Refrescos é fruto do sonho de um empresário visionário chamado Maurílio Biagi, um imigrante italiano que instalou, em 1976, o depósito da franqueada Coca-Cola, Refrescos Ipiranga, em Uberlândia / MG. Seu capital é 100% nacional.

Conheça a História da Uberlândia Refrescos

Fazem parte da empresa uma fábrica engarrafadora e um centro logístico em Uberlândia, escritórios em Araguari, Frutal, Monte Carmelo, Patrocínio e São Gotardo; unidades em Araxá, Ituiutaba, Patos de Minas e Uberaba; distribuidores autorizados em Iturama, João Pinheiro e Paracatu; fabricando produtos da marca Coca-Cola e distribuindo produtos da Leão, Heineken e Verde Campo pelas regiões do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas.

A Uberlândia Refrescos atende direta e indiretamente mais de 2,5 milhões de consumidores e 24 mil clientes, emprega diretamente aproximadamente 1.300 colaboradores e é reconhecida no mercado por sua transparência e ética nos negócios.

Conheça o Case de Sucesso em Sistema de Gestão Integrada

Todo o trabalho desenvolvido na Uberlândia Refrescos é pautado nos valores: compromisso, paixão, respeito, profissionalismo, transparência, segurança e integridade. Por isso, a busca pelo compliance e a excelência em gestão é seu compromisso.

Por meio desses valores, a empresa segue os mais rigorosos padrões de qualidade, segurança e integridade na fabricação de suas bebidas. Suas linhas de produção possuem uma série de procedimentos de inspeção, com equipamentos eletrônicos que asseguram a qualidade das bebidas produzidas e seus processos são auditados regularmente por órgãos reguladores internacionais para comprovação e manutenção desta qualidade.

Seu comprometimento, compromisso e excelência em desempenho fazem da Uberlândia Refrescos ser reconhecida em todo o Brasil, através dos vários prêmios recebidos em seus mais de 40 anos de atuação, como por exemplo:

  • Prêmio Indústria Sustentável pela FIEMG,
  • Prêmio Qualidade Coca-Cola,
  • Prêmio Quality Brasil,
  • Melhores Empresas para Trabalhar, pelo Great Place To Work;
  • Prêmio Compliance Brasil, do Grupo Verde Ghaia,
  • Prêmio Mineiro da Qualidade (PMQ).

Possui também os selos Solar (Instituto Ideal), Empresa Amiga da Criança (Fundação Abrinq), Empresa Cidadã (CDL Uberlândia) e Empresa Solidária (FIA Patos de Minas) e a certificação LEED Platinum, que reconhece construções baseadas em obras sustentáveis.

Excelência em Sistema de gestão integrada

A Uberlândia Refrescos se destaca por ter uma gestão preocupada e atuante com a Qualidade, Meio Ambiente, Segurança de Alimentos e Segurança e Saúde Ocupacional. Por isso, é certificada nas normas internacionais: ISO 9001 (Qualidade), ISO 14001 (Meio ambiente), OHSAS 18001 (Segurança e Saúde Ocupacional) e FSSC 22000 (Segurança de Alimentos).

A gestão de qualidade foi implantada em 1999. Em 2006, conquistou a certificação na Evolução 3 e certificou-se na norma internacional ISO 9001(Qualidade).

Desde 2008, implanta em seus processos de trabalho a gestão de segurança de alimentos, que usa ferramentas para controlar os perigos e pontos críticos na fabricação do refrigerante, considerando todo o processo de produção. Em 2010, a Uberlândia Refrescos se certificou na norma ISO 22000 e PAS 220 e, em 2013, a atualização da norma levou a mais uma certificação, ainda mais abrangente: a FSSC 22000.

A Uberlândia Refrescos trabalha com o Sistema de Gestão Integrada – SGI – que é a combinação de processos, procedimentos e práticas para atingir seus objetivos de forma mais eficiente no que tange à gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional da empresa.

Políticas para o Sucesso de um Sistema de Gestão Integrada

1 – Respeitar os interesses da comunidade, funcionários, fornecedores, clientes, acionistas e governo mantendo um fluxo de comunicação interativa com os mesmos;

2 – Satisfazer nossos clientes e consumidores oferecendo-lhes produtos e serviços com qualidade;

3 – Ser uma empresa socialmente responsável;

4 – Cumprir todos os requisitos do Sistema de Gestão Integrada da Coca-Cola, as legislações e outros requisitos aplicáveis ao nosso negócio;

5 – Monitorar o produto no mercado e gerenciar incidentes;

6 – Preservar a saúde e integridade dos colaboradores diretos e indiretos, prevenindo e/ou minimizando incidentes do trabalho, doenças ocupacionais e perigos, como exposição ao ruído e aspectos ergonômicos, além de comprometer-se com a segurança pública;

7 – Minimizar os riscos e evitar incidentes com veículos que possam ameaçar ou colocar em perigo colaboradores e outros;

8 – Melhorar continuamente nossos processos da qualidade, da segurança de alimentos, do meio ambiente e de segurança e prevenção de perdas;

9 – Prevenir, minimizar e disseminar os impactos ambientais em nossas operações, protegendo o meio ambiente através da gestão de resíduos sólidos, efluentes, do controle de emissões atmosféricas e contribuindo para preservação dos recursos naturais: água e energia.

Implementação do SGI da Uberlândia Refrescos

Na Uberlândia Refrescos o SGI é formado por uma equipe multidisciplinar, composta por membros da alta direção e coordenadores da segurança, qualidade, meio ambiente, recursos humanos e planejamento estratégico e representantes de áreas, de forma a garantir o correto entendimento e a integralização dos processos.

Para o sucesso de seu sistema de gestão integrada é utilizado o software SOGI, da Verde Ghaia, para gestão das leis e regulamentos relacionados ao negócio. Assim, assegura o atendimento dos requisitos legais e outros critérios aplicáveis ao meio ambiente, segurança de alimentos, qualidade, segurança e saúde ocupacional, além de outras legislações aplicadas ao negócio da empresa.

A Uberlândia Refrescos possui ainda um processo de comunicação interna com as áreas envolvidas no atendimento às legislações e conta também com o suporte oferecido pela Verde Ghaia, gestora do software, no que se refere a esclarecimentos sobre as atualizações das normas.

Além disso, anualmente é contratada auditoria externa para verificação e validação da aplicação dos requisitos do negócio com apoio da Verde Ghaia.

Qual o passo a passo para me certificar na Norma ISO 9001?

 

A ISO – International Organization for Standardization ou Organização Internacional para Padronização – é uma organização não governamental fundada em 1947 e com sede em Genebra, Suíça. Seu objetivo é promover o desenvolvimento de normas, testes e certificações, e seu intuito é incentivar o comércio de bens e serviços.

A ISO 9001 é uma das normas certificadoras mais conhecidas e abrange especificamente a Gestão de Qualidade, sendo responsável por definir os requisitos para gerenciamento de processos e estimulando as empresas a assumirem compromissos com a melhoria contínua.

ISO 9001 e suas atualizações

Como toda Norma, ao longo dos anos a ISO 9001 passou por uma série de atualizações. No entanto, apenas a ISO 9001:2015 é passível de certificação. As outras são diretrizes para se adotar nos processos internos da empresa.

ISO 9000:2015 – Abrange os conceitos básicos e terminologia da norma.

ISO 9001:2015 – Estabelece os requisitos para um sistema de gestão da qualidade.

ISO 9004:2009 – Mostra como aumentar a eficiência e eficácia de um sistema de gestão da qualidade.

ISO 19011:2011 – Estabelece as diretrizes para auditorias internas e externas de sistemas de gestão da qualidade.

ISO 9001:2015 – Propõe ferramentas estratégicas e diretrizes para ajudar as empresas a enfrentar alguns dos desafios mais exigentes. Ela assegura o comprometimento do pessoal, padroniza processos, potencializa ao máximo a eficiência das operações, e promove a redução de perdas. Como conseqüência, gera o aumento da produtividade, corta custos através da melhoria de sistemas e processos, fideliza clientes, promove a marca e aumenta a competitividade no mercado.

A ISO 9001: passo a passo para se certificar

Alguns gestores costumam enxergar as cerificações da ISO como conquistas impossíveis, mas tal conceito não poderia estar mais equivocado. A ISO 9001, por exemplo, é de aplicabilidade relativamente fácil e traz grandes benefícios à organização como um todo.

Um Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) age nas rotinas produtivas, no planejamento e nos indicadores de resultados da empresa, auxiliando no mapeamento dos processos, padronizando as atividades e assim garantindo maior segurança, facilidade de execução, menores perdas e atendimento correto aos prazos. Tudo isto reflete na qualidade dos produtos e serviços oferecidos, e também na satisfação de clientes e fornecedores.

Passo a passo para conquistar o selo ISO 9001.

Elabore um planejamento estratégico. Este documento conterá as análises dos ambientes e das condições competitivas da organização em seu mercado de atuação. Neste planejamento também devem estar listados os objetivos da organização para um determinado período, bem como as ações necessárias para alcançar tais objetivos. Inclua também os indicadores de desempenho, as metas da organização e o que mais considerar relevante. O planejamento estratégico é praticamente um mapa para definir os padrões de qualidade da empresa.

Ciclo PDCA: A ISO 9001 é baseada no Ciclo PDCA (plan-do-check-act/planejar-fazer-checar-agir), uma ferramenta de gestão que visa promover a melhoria contínua dos processos, principalmente porque se volta para a causa do problema, e não para suas consequências. Assim, torna-se possível aperfeiçoar os planos de ação para atingir os resultados desejados com mais eficácia e qualidade.

A metodologia PDCA se concentra na análise e nas modificações de processos que não estejam atendendo às exigências, e pode ser aplicada em todos os setores. Para colocar em prática o PDCA, a organização basicamente deve avaliar cada etapa de seus processos, sempre verificando o que funciona e o que não funciona, e corrigindo o que for necessário. Lembrando que uma nova análise dos processos deve se dar em períodos regulares, até mesmo para se adequar às atualizações tecno-mercadológicas.

Estude os requisitos dos clientes. Conhecendo bem as necessidades dos clientes, sua empresa poderá implementar os controles operacionais adequados e assegurar que os desvios sejam detectados antes que o produto ou serviço chegue ao cliente final. Deste modo, os índices de satisfação serão cada vez maiores. A ISO 9001 também prevê atividades pós-venda a fim de verificar o atendimento aos requisitos.

Envolva toda a empresa. Um Sistema de Gestão da Qualidade é parte integrante da administração geral de uma organização e faz diferença em todos os departamentos: operacional, administrativo, financeiro, setor de qualidade, manutenção, compras etc. Para implementar um SGQ eficaz, o esforço deve ser coletivo. Todos devem participar, sem exceção.

Organize-se. Nenhuma empresa consegue homogeneizar seus processos se não estiver devidamente organizada. Documentos, arquivos, recibos e até mesmo o espaço físico… Tudo deve estar em seu devido lugar e de fácil acesso. Este passo, inclusive, facilita muito caso haja necessidade de auditoria.

Usufrua da tecnologia. Para organizar e padronizar processos, tire pleno proveito da tecnologia. Hoje já temos vários softwares de gestão que auxiliam desde a organização das tarefas ao monitoramento legal da atividade do negócio.

Auditorias internas e externas. Toda organização que pretende conquistar um selo ISO precisará passar por uma auditoria, cuja função será exatamente constatar que todos os requisitos necessários para conquistar a certificação estão sendo cumpridos.

Quando todos os seus processos estiverem padronizados e funcionais, você deve realizar uma auditoria interna, a qual servirá como uma grande revisão e preparo antes da auditoria externa, aquela que concederá o selo ISO à empresa.

Considerações Finais

A certificação ISO 9001 configura valor à sua marca, melhorando a imagem da organização perante órgãos governamentais e instituições financeiras, e com isso facilitando a abertura para negociações e até obtenções de empréstimos e financiamentos.

Mas, mais importante: com a ISO 9001, a organização alinha suas metas de qualidade ao planejamento estratégico da empresa, tendo como princípio a prevenção de falhas, defeitos, retrabalhos, desperdícios, atrasos e outros riscos que possam ameaçar a qualidade de seus produtos e serviços. Com isto, cria-se uma mentalidade voltada a riscos, sempre atenta a oportunidades a melhorias constantes.

Em tempos de crise, estabelecer um Sistema de Gestão de Qualidade é um diferencial competitivo que não apenas pode garantir a permanência da empresa no mercado, como também ser o primeiro passo para se tornar um líder em seu setor.

A indissociação entre Compliance e a Uberlândia Refrescos

 

A Uberlândia Refrescos busca, constantemente, atender os requisitos que permeiam o negócio, e para alcançar um nível de excelência em gestão, a empresa desenvolve um trabalho focado para garantir o cumprimento das exigências do negócio e que são pertinentes ao contexto legislativo, buscando estruturar processos e aplicar a melhor metodologia para alcançar e superar resultados.

Alexandre Biagi nos conta seu Sucesso em Gestão Integrada

Em resposta a este trabalho, a Uberlândia Refrescos foi reconhecida com o 1º lugar na categoria “Gestão Integrada (Saúde e Segurança Ocupacional, Meio Ambiente e Qualidade)”, do IV Prêmio Compliance Brasil, em junho de 2019.

“Nunca foi tão importante falar sobre compliance no Brasil. A Uberlândia Refrescos tem no seu DNA a ética e a transparência nos negócios, elementos que são indissociáveis para quem quer crescer de forma sustentável no mundo corporativo.

Abordar o compliance no contexto brasileiro é fundamental pois, precisamos incentivar o nosso empresariado a estar sempre alinhado com as leis e normas vigentes. Por mais que seja um desafio para as estruturas públicas e privadas, visto que as constantes mudanças e a insegurança jurídica, prejudiquem a tomada de ações, não podemos deixar de lado esse assunto”.

“O Prêmio Compliance Brasil veio para reforçar esse compromisso que nós como cidadãos, precisamos cumprir e disseminar para todos e todas”, afirma o CEO da Uberlândia Refrescos, Alexandre Lacerda Biagi. 

Gestão de Compliance na Uberlândia Refrescos

A atualização dos requisitos é acompanhada e garantida pelo setor Sistema de Gestão Integrado (SGI) através da plataforma SOGI, de forma a evitar multas, notificações e processos administrativos que podem impactar negativamente na continuidade do negócio e na marca Coca-Cola, permitindo que o gerenciamento se dê de forma linear e contínua em todos os níveis e processos da organização.

O CEO – Alexandre Lacerda Biagi, juntamente à Alta Administração da Uberlândia Refrescos, demonstra a preocupação com o aculturamento. Assim, são promovidos, frequentemente, treinamentos com apoio da equipe multidisciplinar do SGI e realizadas reuniões, garantindo o alinhamento e entendimento de todos para interpretar, responder e atualizar os requisitos sob sua responsabilidade.

Além da gestão interna, e controles mensais, são realizadas auditorias específicas, em 100% dos requisitos legais, para comprovar seu atendimento, e verificar o cumprimento de ações alinhadas ao que está descrito na plataforma SOGI e a realidade, além de avaliar produtos e práticas realizadas pela Uberlândia Refrescos.

Sobre a Uberlândia Refrescos

A Uberlândia Refrescos é uma franqueada do Sistema Coca-Cola, de capital 100% nacional, instituída no ano de 1976 em Uberlândia – MG, e se destaca por ter uma gestão integrada, preocupada e atuante com a Qualidade, Meio Ambiente, Segurança de Alimentos e Segurança e Saúde Ocupacional. Por isso, é certificada nas normas internacionais: ISO 9001 (Qualidade), ISO 14001 (Meio ambiente), OHSAS 18001 (Segurança e Saúde Ocupacional) e FSSC 22000 (Segurança de Alimentos).

Fazem parte da empresa uma fábrica engarrafadora e um centro logístico em Uberlândia, escritórios em Araguari, Frutal, Monte Carmelo, Patrocínio e São Gotardo; unidades em Araxá, Ituiutaba, Patos de Minas e Uberaba; distribuidores autorizados em Iturama, João Pinheiro e Paracatu; fabricando produtos da marca Coca-Cola e distribuindo produtos da Leão, Heineken e Verde Campo pelas regiões do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas.

O trabalho é pautado nos valores: paixão, compromisso, respeito, profissionalismo, transparência, segurança e integridade, que propiciam à Uberlândia Refrescos vários reconhecimentos, dentre eles, o prêmio Indústria Sustentável pela FIEMG, Prêmio Qualidade Coca-Cola, Prêmio Quality Brasil, Melhores Empresas para Trabalhar, pelo Great Place To Work; Prêmio Compliance Brasil, Prêmio Mineiro da Qualidade (PMQ), esses e outros, além de deter a certificação LEED Platinum, que reconhece construções baseadas em obras sustentáveis. Detém também os selos Solar (Instituto Ideal), Empresa Amiga da Criança (Fundação Abrinq), Empresa Cidadã (CDL Uberlândia) e Empresa Solidária (FIA Patos de Minas).

Por que as empresas devem acompanhar a qualificação de seus fornecedores?

 

Conhecer os seus fornecedores e acompanhar o serviço é essencial para garantir a qualidade e a reputação de seu negócio.

Acompanhar a qualificação de fornecedores que trabalham juntamente a sua empresa é fundamental! Afinal, de nada vale se você prestar um serviço primoroso, mas financiar fontes pouco confiáveis para obter materiais e matéria-prima! Para isso deve se basear no ISO 9001.

Monitorar o desempenho das atividades dos fornecedores é muito importante. Isso tem impacto direto nas grandes empresas, e por isso a certificação acaba servindo de garantia para a qualidade dos serviços.

É claro que você começará cobrando toda a documentação que regulamenta o exercício da atividade prestada pelos provedores externos. Mas, a sua análise precisa ir além, e ser ainda mais criteriosa.

Existem muitos fornecedores no mercado – alguns prestando excelentes serviços, e outros nem tanto. É hora de decidir o tipo de empresa que você quer ter ao seu lado, lutando pelo seu crescimento.

Manter e alimentar uma boa planilha de avaliação de fornecedores é o começo para conseguir verificar como está o desempenho, e inclusive perceber se a qualidade se mantém, ou se ela parece decair com o passar do tempo.

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Por que seus fornecedores devem ser qualificados?

A qualificação de fornecedores impactará diretamente a sua empresa! Fique atento!

Fazer uma boa gestão de fornecedores é essencial para a empresa. Além de isso impactar diretamente no rendimento – já que um fornecedor ruim pode atrasar e não cumprir com acordos – existe a questão da reputação.

E existem diversos pontos que são muito importantes, e que precisam ser analisados. Um bom fornecedor precisa lhe atender no prazo, garantir qualidade nos produtos, estar disposto a lhe ajudar, além de, é claro, atuar dentro de todas as leis que regem a atividade.

Ter bons fornecedores chega a ser um artefato competitivo. Por isso mesmo os seus concorrentes guardam os contatos a sete chaves: afinal, quem é que quer compartilhar a fórmula do sucesso?

Escolher e analisar a qualificação de fornecedores demanda que você dedique um certo tempo para isso. É preciso se debruçar sobre as opções, e entender qual delas é a melhor. Alguns dos requisitos que você deve analisar são os seguintes:

  • Avaliação de qualidade;
  • Preço bom e competitivo;
  • Flexibilidade;
  • Posicionamento de marca;
  • Sigilo;
  • Pontualidade;
  • Relevância da marca para o mercado, entre outros.

Porém, além de tudo isso você ainda precisa considerar a avaliação de fornecedores ISO 9001, tópico que vamos abordar logo a seguir, como sendo a grande balança para pesar os prós e os contras na hora de fechar uma parceria.

A certificação é ponto crucial para definir se os seus provedores externos são realmente bons, ou até mesmo para analisar se chegou a hora de trocar de fornecedor.

3 dicas essenciais na hora de selecionar parceiros!

Segundo o ISO 9001 sobre homologação de fornecedores, existem três premissas que são consideradas essenciais, e que devem servir de pilar para pautar a sua escolha:

  • Avaliação inicial;
  • Monitoramento do desempenho;
  • Reavaliação.

Cada uma delas analisa o fornecedor a partir de uma ótica, e juntas elas conseguem trazer um verdadeiro raio-x, respondendo a sua pergunta: será que essa empresa é boa?

Quanto vale um Sistema de Qualidade para a sua empresa?

Avaliação inicial

Como o próprio nome sugere, essa avaliação será a porta de entrada para a negociação entre vocês. A primeira coisa a fazer é solicitar a documentação referente a atividade, e analisar se os fornecedores de alimentos ou de qualquer outro produto estão atuando legalmente.

Você deve verificar se existem licenças de funcionamento, e certificações como ISO 9001, ISO 14001, ISO 45001, SASSMAQ, etc. Também pode solicitar que eles preencham a chamada planilha de avaliação de fornecedores, além de analisar se seus colaboradores são capacitados.

Monitoramento

Na segunda etapa você fará o monitoramento. Na prática, você deve prestar atenção se ele está cumprindo com os requisitos básicos, como prazo de entrega, transparência nas transações, qualidade dos serviços e produtos, qualidade do atendimento, entre outros.

Outras questões como posicionamento de mercado e preço atraente podem ser consideradas nessa etapa. Enfim, tudo aquilo que você achar pertinente para manter ou não essa parceria em andamento.

Reavaliação

Algumas empresas podem apresentar um serviço ideal no início, com documentação e regulamentação em dia, mas com o tempo perder a qualidade por acreditar que o cliente já está ganho. Na qualificação de fornecedores a reavaliação é essencial!

A reavaliação pode ser feita anualmente ou semestralmente, e você deve utilizar o formulário de qualificação de fornecedores para verificar se o serviço continua sendo de primeira qualidade.

Aqui ainda podemos citar que a ISO 9001 em sua versão atualizada pontua a gestão de riscos como um ponto essencial. Essa pode ser aplicada também aos fornecedores, uma vez que você poderá simular problemas, e definir estratégias para contê-los.

Uma boa consultoria poderá lhe auxiliar nisso, inclusive estimulando a regularização, caso seja identificado algum problema, ao invés do cancelamento do contrato!

Por que se importar com a qualificação dos fornecedores?

Você com certeza criou a sua empresa a duras penas. Foram anos de elaboração e dedicação, e agora ela finalmente está funcionando e rendendo os frutos esperados.

Pensando nisso, não fica difícil perceber que a qualificação de fornecedores é um assunto de suma importância, pois, você com certeza não quer dividir a sua atividade com serviços de baixa qualidade!

Os provedores externos são parte essencial e estratégica dos seus negócios. A atividade prestada por terceiros poderá impactar diretamente nos seus números de rendimento, gerando lucro ou, em casos ineficientes, perdas bem acentuadas.

Saiba quais são os benefícios nas relações com fornecedores

Relação de confiança

A sua relação com fornecedores de alimentos precisa ser de plena confiança. Você precisa acreditar no trabalho, e se sentir confortável em atuar ao lado dessa empresa. É por isso que a qualificação de fornecedores demanda tanto cuidado.

Fazer isso utilizando um bom software de gestão, e contando com uma consultoria especializada tornará a missão ainda mais simples e acessível. É justamente isso que a Verde Ghaia oferece!

Acompanhe a qualificação de fornecedores, e tenha absoluta certeza de que você está trabalhando com as melhores do mercado, aumentando assim as suas chances de sucesso.

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Entenda sobre o que é ciclo de vida de um produto e qual a importância para a organização

 

A nova versão da ISO 14001 veio com muitas vantagens e mudanças que tem o intuito de beneficiar ainda mais as empresas. No artigo de hoje, temos o objetivo de explicar uma das abordagens que está na norma: o Ciclo de Vida do Produto.

É muito importante que você entenda o conceito do Ciclo de Vida do Produto. Dessa forma, será mais fácil de enxergar como os impactos ambientais afetam as atividades da sua empresa de uma forma geral.

Também vamos explicar como o Ciclo de Vida do Produto, no ponto de vista da Norma ISO 14001 auxilia uma empresa. Além disso, também será elencado algumas situações, para que você entenda que há algumas que podem impactar os objetivos do seu negócio.

Não deixe de conferir e boa leitura!

O que é Ciclo de Vida do Produto?

A norma ISO 14001, define o termo Ciclo de Vida do Produto da seguinte forma:

“Estágios consecutivos e encadeados de um sistema de produto (ou serviço). Desde a geração ou aquisição da matéria-prima, por meio de recursos naturais até a disposição final. “

Na prática, o que significa, então, o Ciclo de Vida do Produto? Ele diz respeito ao input inicial até o output final do produto. Para que você entenda melhor essa definição, veja o exemplo mostrado logo abaixo:

Aquisição da matéria-prima → Projeto → Produção → Transporte / Entrega → Uso → Tratamento pós-uso → Disposição final

O exemplo acima mostra todos os itens do Ciclo de Vida de um produto que pertencem ao SGA, isto é, o Sistema de Gestão Ambiental. Pelo exemplo acima, ficou mais claro o que significa, não é mesmo?

Em resumo, o Ciclo de Vida do Produto é todo o processo de transformação de uma matéria-prima, em um produto final. Até chegar ao cliente final. Sendo assim, o Ciclo de Vida se encerra quando o consumidor descarta o elemento usado.  

Por que o Ciclo de Vida do Produto é importante?

O conceito do Ciclo de Vida do Produto é importante porque ele ajuda as empresas na Gestão Ambiental, além dos seus limites ambientais. Com isso, a visão das empresas com relação ao Sistema de Gestão Ambiental torna-se mais ampla.

Antes a empresa tinha foco apenas no processo de fabricação. Com a mudança na norma da ISO 14001, a empresa pode sentir todos os impactos que o consumidor final possa vir a ter. Vamos a um exemplo prático para que você possa entender melhor.

Imagine que uma empresa é fabricante de um determinado produto que possui alto nível de impacto ambiental. Essa empresa não deve pensar somente em como evitar o contato desse componente com o meio ambiente. É preciso que a organização pense também em alertar o consumidor final sobre os perigos desse componente.

Foi por isso que o conceito de Ciclo de Vida do Produto foi colocado na nova versão da ISO 14001. Dessa forma, é possível que as organizações identifiquem os impactos que suas atividades possam vir a causar, independentemente de serem internos ou externos.

A relação do Ciclo de Vida do Produto com a ISO 14001

Na ISO 14001 existe a possibilidade de analisar, o tempo inteiro, a perspectiva do Ciclo de Vida do Produto. Isso acontece, especialmente, quando a empresa entende que existem vários acontecimentos diferentes. E isso vale para aspectos e impactos ambientais em diversas situações.

Podemos exemplificar para ficar mais fácil a compreensão. Vamos analisar o requisito 8.1 que verifica o planejamento e controle de uma operação. Mas, antes disso, vamos relembrar o que a norma diz.

A empresa “deve estabelecer, implementar, controlar e manter os processos necessários para atender os requisitos do Sistema de Gestão Ambiental…”.

Isso significa que uma empresa precisa ficar atenta e acompanhar de perto todas as operações que ocorrem dentro da organização. Além disso, vale ressaltar que tudo precisa estar conforme as exigências feitas pelo Sistema de Gestão Ambiental.

Agora vamos relacionar o requisito 8.1 com o Ciclo de Vida do Produto. Fazendo essa relação, você vai entender que algumas ações devem ser realizadas pela empresa.

  • Estabelecer os requisitos ambientais para a aquisição de serviços e produtos;
  • Determinar formas de controlar todos os requisitos ambientais no projeto de desenvolvimento de um produto ou serviço. É preciso levar em consideração todos os estágios do Ciclo de Vida do Produto;
  •  Avisar todos os requisitos ambientais para provedores externos, inclusive pessoas contratadas;
  • Comunicar sobre impactos ambientais ocasionados pelo transporte ou pela entrega, tratamento, utilização, pós-utilização e disposição final de todos os serviços ou produtos.

Vale ressaltar que as ações ditas acima são obrigatórias. Cabe a empresa pensar em formas de colocá-las em prática.

Uma breve explicação sobre o item anterior

Após entender sobre todos os pontos ditos anteriormente, acredito que você tenha percebido algo muito importante. O planejamento e o controle das operações não irão alcançar apenas a parte inicial, da entrada das matérias-primas. Eles também vão alcançar o consumidor final, referente a forma de utilização do produto ou serviço.

Exemplos de situações comuns que podem impactar os objetivos do seu negócio

Há algumas situações, que são bem comuns, que podem acabar prejudicando as organizações. E isso vale, independentemente, de serem empresas pequenas ou grandes. Por isso, é importante que as empresas tenham cuidado, não deixando de focar no controle e no planejamento.

Abaixo você confere alguns exemplos de situações que podem impactar os objetivos da sua empresa:

  • Uma matéria-prima que contenha alguma propriedade prejudicial ao meio ambiente precisa ser conduzida de forma correta para seu processo de fabricação;
  • Uma embalagem que precisa de anos para se decompor no solo, precisa ser descartada em locais apropriados pelo seu consumidor final;
  • Um produto que contenha níveis altos de periculosidade, precisam e devem ser transportados seguindo um grande rigor técnico;

Essas são apenas alguns exemplos de atitudes que seu SGA, Sistema de Gestão Ambiental, precisa englobar. Dessa forma, é possível evitar todo e qualquer impacto negativo que sua empresa pode causar ao meio ambiente.

Vale ressaltar ainda, que essa conscientização precisa acontecer tanto dentro, como fora da empresa, como no item 2. Não adianta a empresa tomar todas as precauções necessárias e o seu cliente final não seguir com as regras.

Se for preciso, além do Sistema de Gestão Ambiental, esses itens também podem ser englobados através de auditorias ambientais. O objetivo é apenas um: minimizar os impactos ambientais que possam aparecer durante o Ciclo de Vida do Produto.

O que se pode concluir sobre o Ciclo de Vida de um Produto?

Nesse artigo, percebemos a importância do Ciclo de Vida do Produto. Vamos recapitular as fases que ele possui?

Aquisição da matéria-prima → Projeto → Produção → Transporte / Entrega → Uso → Tratamento pós-uso → Disposição final

Entendemos ainda porque foi necessário que a norma ISO 14001 sofresse modificações. É possível concluir que essas mudanças foram importantes para que os impactos ambientais sejam cada vez mais minimizados por empresas de vários setores.

Vale ressaltar ainda que o Ciclo de Vida do Produto não ocorre apenas dentro da empresa. Como foi visto, ele precisa partir do início da fabricação da matéria-prima e deve seguir até o seu destinatário final. É dessa forma que os impactos ambientais serão evitados.

Espero que você tenha entendido como funciona o Ciclo de Vida do Produto e sua importância.

Qualquer dúvida, não deixe de entrar em contato conosco.

Até mais!

Integrando os elementos das três normas: ISO 9001, ISO 14001 e 45001

 

Um sistema de gestão integrada é aquele que trata os elementos comuns a todos os sistemas de uma forma integrada, mas respeitando-se e assegurando-se o cumprimento dos requisitos específicos e particulares de cada sistema independente.

Para efeito de integração, tomar-se a estrutura da norma ISO 9001, pelo fato de exatamente a mesma estrutura da norma 14001 e por esta estrutura ser absolutamente compatível com a norma ISO 45001.

Princípios do Sistema de Gestão Integrada

Os princípios que regem o sistema de gestão integrada são os seguintes:

Contexto da organização: onde a organização apresenta as questões internas e externas, bem como as necessidade e expectativas das partes interessadas relacionadas.

Sistema de gestão e a interação dos processos: As normas define que a organização inclua os processos e suas interações.

Política:A organização deve estabelecer uma política integrada que a busca atender por exemplo, a satisfação das necessidades de seus clientes, a proteção do meio ambiente e preservação da poluição, a eliminação de perigos e redução de riscos de SSO. Deve assegurar o seu cumprimento e estar comprometida com o Sistema de Gestão Integrada.

Gestão de riscos e oportunidades: A organização vai levantar os riscos e oportunidades do negócio da organização e também do Sistema de Gestão Integrado. Para atender este item normativo recomenda-se utilizar a Matriz SWOT: Forças e Fraquezas (ambiente interno) e Oportunidades e Ameaças (ambiente externo).

Planejamento: Um plano para cumprir a política integrada definido:

1. Identificação de modos de falha e seus efeitos, aspectos e impactos ambientais, perigos e riscos à segurança e saúde do trabalhador;

2. Estabelecimento de objetivos e metas para qualidade, desempenho ambiental e saúde e segurança ocupacional.

3. Desenvolvimento de planos de ação associados aos alcances dos objetivos e metas estabelecidos.

Implementação: A organização deve capacitar as pessoas envolvidas e prover os mecanismos de apoio necessários à efetiva implementação das ações planejadas.

Avaliação de desempenho: A organização deve mensurar, monitorar e avaliar seu desempenho quanto aos elementos do sistema de gestão integrada.

Análise Crítica e Melhoria:A organização deve avaliar criticamente e aperfeiçoar continuamente seu sistema de gestão integrada para melhorar seu desempenho nos requisitos da qualidade, do meio ambiente, da saúde e segurança ocupacional.

Fortalecimento do Sistema de Gestão

Objetivo de um sistema de gestão integrada é de fornecer à organização meios para se planejar, desenvolver, verificar e corrigir, avaliar criticamente e melhorar as atividades relacionadas como por exemplo: Qualidade de produtos, atividades e serviços; Aspectos e impactos ambientais; Saúde e segurança no trabalho.

Visando o atendimento de requisitos legais, requisitos de outras partes interessadas e a melhoria contínua do desempenho organizacional.

Política integrada do SG

Deve ser estabelecida e mantida uma política integrada quanto à qualidade, meio ambiente, saúde e segurança ocupacional, autorizada pela alta administração da organização que claramente estabelece objetivos globais desempenho e comprometimento quanto a busca da satisfação plena das necessidades dos clientes.

Tendo uma visão mais ampla da política integrada, espera-se que a organização cumpra a legislação e outros requisitos subscritos, melhore continuamente o desempenho da qualidade, meio ambiente, da saúde e segurança ocupacional e busque satisfazer os anseios das partes interessadas.

Ganhos com a integração

São inúmeros os ganhos com a integração dos sistemas de gestão. Dentre os quais, pode-se destacar:

Simplificação: A integração permite que a documentação gerada, principalmente normas, procedimentos e instruções operacionais, seja racionalizada. Evitando duplicidade de documentos e, principalmente, conflitos e ambiguidades entre eles.

O menor número de documentos, por sua vez, permite um controle mais simples e efetivo, demando menor tempo para a atividade, menor necessidade de mão-de-obra, menor consumo de recursos de informática ou recursos gráficos e, consequentemente, menor custo.

Com os recursos humanos, a integração dos sistemas de gestão permite um controle mais simples e efetivo, demandando menor tempo para a atividade, menor necessidade de mão-de-obra para elaboração de documentos, menor tempo com a gestão global do sistema, menor consumo de recursos de informática ou recursos gráficos, menor consumo de recursos naturais: energia, papel.

Porém, o ganho mais expressivo reside no fato de um sistema integrado permitir a todos os funcionários da organização – gerentes, operários, colaboradores, auditores internos e etc uma visão global das atividades. Cada funcionário passará a enxergar sua atividade como parte integrante de um sistema mais amplo, conhecendo as várias relações de causa e efeito nela envolvidas. Cada funcionário poderá, também, perceber que o desempenho organizacional requer um bom desempenho de todas as atividades e de todos os funcionários da organização quanto a todos os fatores relacionados a qualidade, meio ambiente, saúde e segurança ocupacional no trabalho.

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Implantação, Certificação e Manutenção

Há também ganho financeiro com a redução de custos de implantação, certificação e manutenção.

Redução acentuada dos custos de avaliação e análise inicial, elaboração, análise crítica, aprovação, distribuição e controle de procedimentos, uma vez que a ampla maioria da documentação estará integrada, exceto aqueles documentos estritamente específicos e técnicos, o volume total de documentos a serem gerados caíra aproximadamente, segundo estimativa não comprovada, em 50%.

Redução dos custos de treinamento para sensibilização, conscientização e formação dos funcionários. Com a documentação integrada será possível a preparação e aplicação de treinamentos mais abrangentes, que forneçam uma visão integrada das atividades da organização.

Tais treinamentos, mesmo sendo mais eficazes, demandarão menor tempo de elaboração e aplicação. Também a avaliação de eficácia dos mesmos será favorecida, já que poderão ser criados mecanismos que também façam a avaliação de forma integrada.

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