Normas ISO: Por que é importante certificar seu negócio
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Legislação Comentada: um jeito diferente de entender as Leis!

 

Há 21 anos no mercado, trabalhando com Legislação Aplicada aos diversos ramos de atividade, a Verde Ghaia criou “Legislação Comentada” com objetivo de atualizar de forma rápida e didática questões polêmicas sobre legislação ambiental, trabalhista e saúde e segurança ocupacional, e ainda auxiliar o gestor a entender e aplicar as leis em suas rotinas, incrementando ações de caráter preventivo e pedagógico.

A Legislação Comentada estará disponível para todos os clientes da Verde Ghaia durante um mês, gratuitamente.

O que esperar dos Vídeos da Legislação Comentada?

Os vídeos da Legislação Comentada são curtos, dinâmicos e com conteúdo resumido sobre interpretação das obrigações legais, aplicabilidade para as empresas, riscos envolvidos pelo seu não atendimento pelo público em geral. E, em especial para as empresas que realizam a gestão dos requisitos legais aplicáveis ao seu negócio. 

É um produto que une a teoria e prática de forma didática, facilitando a compreensão de questões complexas da legislação brasileira, transmitindo segurança e conhecimento aos gestores para que eles possam definir melhor suas estratégias.

A Legislação Comentada contém uma explicação atualizada, baseada na interpretação dos consultores jurídicos, adicionado com a experiência prática conquistadas nas auditorias de conformidade legal e também nas consultas aos órgãos regulatórios do país.

Atualmente, seu diferencial está para aqueles que buscam compreender a aplicabilidade da lei, mas que não são advogados, pois apresenta uma visão prática da Equipe Jurídica da Verde Ghaia, que conhece muito bem os riscos envolvidos nos mais variados ramos de atividades.

Conhecimento e otimização de tempo

Na era digital, o acesso ao conhecimento tem se tornado algo comum e rotineiro em nossas vidas, principalmente agora que as nossas rotinas do trabalho passaram a ser feitas de casa.  Portanto, ter acesso a conteúdos informativos como os vídeos da Legislação Comentada é uma forma de você otimizar o seu tempo, agregar conhecimento, esclarecer suas dúvidas sem a necessidade de acionar especialistas e tornar seus processo mais rápido e eficiente.

Através da Legislação Comentada, você estará atualizado e ciente das obrigações legais, bem como dos riscos envolvidos na sua atividade, entendendo a aplicabilidade das leis, uma vez que elas se tornam essenciais para atingir resultados e também se resguardar de problemas futuros, como por exemplo, multas e até prisão.

Neste contexto, Legislação comentada é o produto ideal para transformar suas dúvidas jurídicas em conhecimento de forma rápida e eficiente.

Como acessar?

Através da Plataforma LIRA, os clientes Verde Ghaia terão acesso aos vídeos e poderão sanar suas dúvidas de forma rápida e eficiente. É simples e rápido, basta um clique para abrir os vídeos na tela do seu computador ou smartphone!

Através do ícone da Camera (dentro da Plataforma LIRA) é possível acessar de imediato, sanando assim, as dúvidas mais recorrentes dos nossos clientes e esclarecendo também sobre a aplicabilidade das obrigações legais daquela norma. Clique nas legislações abaixo para acessar a plataforma LIRA SOGI e entender como funciona!!

Lei Nº 6.938, de 31-08-1981
Resolução Anvisa Nº 52, de 22-10-2009

Quem não é cliente Lira, pode ter acesso?

Diante de tantas mudanças no cenário empresarial, este é o momento para adquirir conhecimento, se atualizar e estar próximo de profissionais especializados com conhecimento prático e teórico!

Por isso, quem não é cliente LIRA, Verde Ghaia, também poderá ter acesso. Aproveite a oportunidade para assistir alguns vídeos gratuitamente!

Conheça a Legislação Comentada!

Abraços,

Marcela Guaracy |Legislação Comentada

LIVE: Gestão de Risco Pós Pandemia

 

Realizar a Gestão de risco sempre foi uma tarefa constante para muitas organizações, mesmo antes da pandemia do COVID-19. Contudo, o fluxo dos processos sofreu algumas mudanças devido a um novo formato de trabalho: o remoto.

A questão agora é: Como ficará a gestão de risco da sua organização, quando essa pandemia acabar e voltarmos às rotinas? Já parou para pensar nisso? Quais mudanças ocorrerão? Seu fluxo de gestão terá algum impacto?

Se você quer saber mais sobre essas mudanças e como preparar a sua organização para a retomada, não perca a Live da Verde Ghaia no dia 10.06 às 16 horas.

Abaixo segue um pouquinho sobre o que será discutido na LIVE!!

Gestão de Riscos: temas a serem debatidos na LIVE

Nessa LIVE serão abordadas as ações que as organizações estão realizado para reduzir os impactos trazidos pela pandemia nos negócios e o importante papel desempenhado pelas Normas do Sistema de gestão na retomada das atividades com segurança, eficiência, eficácia e economicidade, garantindo a sobrevivência do seu negocie em tempo tão difíceis.

Vamos discutir sobre o Panorama rápido do cenário atual vivido e amplamente divulgado, sobre as dificuldades encontradas pela organizações – impactos nos objetivos estratégicos / resultados, produção, financeiros, cadeia de fornecedores, etc. Discutiremos quais são os principais impactos que as organizações estão enfrentando neste momento advindos da pandemia.

Dentro desse panoramas discutiremos: Risco de mudanças que estão sendo realizadas neste momento sem qualquer avaliação ou critério. Contratações emergenciais de fornecedores não adequadamente avaliados

No contexto da Gestão de riscos apresentaremos um panorama sobre quais normas estão envolvidas. E iremos discutir e comentar sobre a permeabilidade e transversalidade da gestão de riscos nos sistemas de gestão.  Abrangeremos as Normas ISO 31000 / 9001 / 14001 / 45001 / 19600 e 37001, dentre outras. 

Além disso, apresentaremos as revisões mais recentes destas normas, trazendo o conceito basilar de risco embutido em seu conteúdo. Enfatizaremos a Estrutura de Alto Nível (High Level Structure – HLS) especialmente a Cláusula 4 – Contexto da organização.

Ferramentas para Gestão de Riscos Pós Pandemia

Abordaremos sobre as ferramentas existentes no mercado, que as empresas podem utilizar para gerenciar os riscos e evitar impactos. Esse ponto é muito discutido dentro das organizações e muitos buscam a compreensão desse tópico na prática. Por isso, faremos uma introdução comentando exemplos, tais como, Plano de emergência, plano de contingência, plano de retomada de atividades? Qual a função e utilidade de cada um.

Nesse sentido, apresentaremos a relevância dos Sistemas de Gestão, quando adequadamente implementados, uma vez que estes servem de ferramentas para gerenciar os riscos da organização.

De forma objetiva, o sistema de gestão deve avaliar os riscos e fornecer dados sobre os processos ao “ambiente de controle”, para suportar a tomada de decisão, rumo aos objetivos estratégicos da organização.

A organização deve reconhecer os sistemas gestão em suas diferentes vertentes (Compliance, Meio ambiente, Qualidade, Saúde e Segurança, etc), como ferramenta para adequada gestão dos risco – o que não ocorre em todos os casos. Os sistemas de gestão são, em muitas situações, vistos como burocráticos e descolados dos objetivos estratégicos das organizações e acabam se transformando num problema e não na solução.

O efeito COVID-19 na Gestão de Riscos Pós Pandemia

A gestão de riscos não é um tema novo, visto que este assunto tem sido abordado pelas empresas há bastante tempo através das normas de sistemas de gestão. As Normas de SG possuem na sua abordagem sobre o risco as suas mais recentes revisões. Contudo, queremos discutir nessa LIVE sobre a pandemia, que tem feito com que, muitas empresas acordem para o tema.

SPOILER: Após o COVID-19, isso tem ocorrido, primeiramente pelo impacto que a pandemia tem causado nos negócios, muitas empresas estão totalmente perdidas neste cenário, sem saber por onde começar. Não sabem o que fazer primeiro – se atuam na emergência ou se começam a “reconstruir” o que foi perdido.

Importância de ressignificar os sistemas de gestão, não focar na obtenção de certificação somente, pois isso é uma consequência, e sim na mudança de comportamentos e inclusão na cultura da organização reconhecendo a importância do tema.

Lembrando que, a diferença entre inventariar riscos e gerenciar os riscos – uma prática atual que se verifica é que, grande parte das organizações inventaria os riscos, ou seja, apenas cria uma lista de tópicos, mas não faz a adequada gestão definindo ações apropriadas para mitigá-los.

Como fica a Gestão de Riscos Pós Pandemia? O que é possível fazer?

Primeiramente, é preciso utilizar as normas como paradigma e parâmetro para a gestão de riscos e não a intuição, o “achismo” ou aplicar benchmark de organizações com realidades completamente diferentes. O que é bom para um pode não ser bom para outro.

Estamos num momento benéfico para aproveitar a oportunidade de solidificar a cultura de gestão de riscos na organização – realmente ser e não parecer ser. Em breve falaremos sobre isso numa futura live: “O custo de implementar um SG de fachada!”.

A Gestão de Riscos e seus fatores internos e externos

A gestão de riscos é algo vivo na organização e deve ser constantemente revisto/revisado, não é uma lista que deve ser elaborada uma vez e nunca revisitada – muda conforme os fatores internos e externos da organização e suas partes interessadas.

Comentar que neste momento estamos realizando para vários clientes consultorias focadas em temas específicos em forma de pacotes e também diagnósticos de gestão de riscos que tem auxiliado as organizações a priorizar e decidir onde e como atuar para sair da crise de forma rápida e até mais fortalecida.

Aguardamos você na LIVE da Verde Ghaia. Acesse o Instagram da Verde Ghaia e fique por dentro!!


Roberta Volpato | Advogada e Especialista em Compliance e Gestão de Risco

Marcelo de Souza | Gerente da Regional São Paulo da Verde Ghaia


Sugestão de Leitura:

A importância de realizar a Gestão de Risco Normativo da organização

Indicadores de risco para atender Requisitos Legais?

Quando e porque integrar os Sistemas de Gestão?

Por que implementar Educação Ambiental Empresarial?

 

Não é de hoje que o tema Meio Ambiente tem sido amplamente discutido em diversas esferas, seja na esfera privada ou pública. Órgãos legislativos no momento de elaboração de leis, embates no judiciário em litígios (crimes ambientais ou infrações legais), ações do executivo Municipal, Estadual e Federal, nas Empresas Públicas, em Organizações Privadas, Instituições de Pesquisas e Educacionais, Comunidades Indígenas, Rurais e Urbanos, entre todos.

Todos os exemplos citados possuem alguma questão envolvendo “Meio Ambiente”, seja em relação à proteção, à poluição, ao tratamento, a lucratividade, os processos produtivos, ao conhecimento e pesquisas etc.

A nossa Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 afirma que todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, sendo este um bem de uso comum do povo e essencial para uma qualidade de vida saudável.

Impõem-se, ao Poder Público e à coletividade, o dever de defendê-lo e de preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

Para alcançar este objetivo, além da organização do poder público para orientar, legislar e fiscalizar as ações que possam impactar o meio ambiente, é preciso que haja um movimento de conscientização de toda a sociedade e a escolaridade tem papel fundamental neste processo.

Nesse contexto, o Poder Público deverá dentre várias ações e obrigações, promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e atuar na conscientização pública para a preservação do meio ambiente.

A educação ambiental empresarial é uma obrigação legal, apenas do Poder Público?

Resposta objetiva: Não. A educação ambiental empresarial se explica por processos dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, capacitação, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências direcionadas para a preservação e conservação do meio ambiente. Meio ambiente este, de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.

Além do Poder Público, são responsáveis pela educação ambiental às instituições educativas, órgãos integrantes do SISNAMA, aos meios de comunicação de massa, à sociedade como um todo, entidades de classe, instituições públicas e empresas / organizações privadas.

Nesse contexto, em 27 de abril de 1999 foi sancionada a Lei nº 9.795 que dispõe sobre a educação ambiental e institui a Política Nacional de Educação Ambiental.

A referida Lei estabelece os responsáveis (já citados anteriormente) pela educação ambiental no Brasil.

Objetivos Fundamentais da Educação Ambiental

A Educação Ambiental Empresarial possui objetivos fundamentais da educação ambiental, sendo apresentado como pilares:

  • O desenvolvimento de uma compreensão integrada do meio ambiente envolvendo aspectos ecológicos, psicológicos, legais, políticos, sociais, econômicos, científicos, culturais e éticos;
  • A garantia de democratização das informações ambientais;
  • O estímulo e o fortalecimento de uma consciência crítica sobre a problemática ambiental e social;
  • O incentivo à participação individual e coletiva, como exercício da cidadania;
  • O estímulo à cooperação entre as diversas regiões do País;
  • O fomento e o fortalecimento da integração com a ciência e a tecnologia;
  • O fortalecimento da cidadania, autodeterminação dos povos e solidariedade como fundamentos para o futuro da humanidade.

Diante do exposto, podemos concluir nessa breve abordagem que a Educação Ambiental é a base para tratarmos a questão do Meio Ambiente, em relação a proteção, prevenção, uso de recursos naturais, tratamento, entre outros temas direto ou indiretamente ligados.

ISO 14001:2015 – Competência e Conscientização

Logo, devemos refletir que a Educação Ambiental é extremamente importante desde os primeiros anos escolares, até a formação adulta.

As empresas podem e devem estabelecer Políticas de Educação Ambiental, levando em consideração sua localidade e recursos naturais disponíveis, Realidade Social e os Aspectos e Impactos Ambientais de seus processos (industriais e organizacionais).

Ademais, a ISO 14001 possui requisito específico sobre “Competência e Conscientização”. Se quiser saber mais sobre o tema, entre em contato com a Verde Ghaia.

Edson Filho – Consultor / Advogado


Fontes Bibliográficas

  • Constituição da República Federativa do Brasil de 1988
  • Leis no 9.795, de 27 de abril de 1999.
  • ISO 14001 – Sistema de Gestão Ambiental

Brasil: reconhecido pela qualidade da carne bovina exportada

 

É sabido por todos ou pela maioria que o Brasil é um dos principais países do mundo, no fornecimento e exportação de carne bovina e derivados.

A imagem reconhecida mundialmente como fornecedor de produtos de alta qualidade, não pode ser ofuscada pelas condições de trabalho inadequadas, inseguras e deterioração da saúde dos trabalhadores. Nesse sentido, vamos apresentar uma breve abordagem sobre as diretrizes de SSO necessárias para o desenvolvimento de seus processos industriais.

Abordagem Legal para agroindústria

Publicada pela Portaria n° 555, de 18 de abril de 2013, a Norma Regulamentadora nº 36 – Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados (NR-36), estabelece os requisitos mínimos para a avaliação, controle e monitoramento dos riscos existentes nas atividades desenvolvidas na indústria de abate e processamento de carnes e derivados destinados ao consumo humano, visando garantir a segurança, saúde e a qualidade de vida do trabalhador, sem deixar de observar outras normas regulamentadoras e outros dispositivos legais aplicáveis.

Sugestão de leitura: Pecuária e gestão: saída para a crise da carne é a Certificação

Processo de estudos e análise

A Norma determina que os processos sejam precedidos de estudos e análise ergonômica dos postos de trabalho, observando às características antropométricas dos trabalhadores, dos equipamentos e máquinas, entre outros aspectos.

Este item da norma aborda diversas questões, tais como: realização dos trabalhos em pé, zonas de alcance horizontal e vertical que favoreçam condições de posturas adequadas, espaços suficientes para pernas e pés, barras de apoio para os pés, assentos próximos dos locais de trabalho para descanso, dispositivos e comandos acionadores, características estruturais como pisos antiderrapantes, sistema de escoamento de águas e resíduo, dimensionamento de áreas de trabalho e de circulação, proteção contra intempéries (área externa), limpeza e higienização constante, etc. Outro importante assunto neste item é em relação as atividades desenvolvidas na câmara fria, dispositivos de abertura das portas, alarme, sistema de comunicação, levando em consideração o modo a ser acionado pelo interior, em caso de emergência.

Estrados, passarelas e plataformas, devem estar em consonância com a NR 12, NR 35, entre outros. Os trabalhadores devem receber treinamentos sobre segurança no manuseio de produtos químicos, uso de equipamentos de proteção individual e planejamento e preparação a emergências, em especial a risco de acidente e vazamento de amônia.

Outro ponto importante, refere-se aos procedimentos de recepção e descarga de animais, inclusive em relação as empresas prestadoras de serviços e terceiros. Deve ser observados aspectos de sinalização e/ou separação das áreas de passagem de veículos, animais e pessoas, estabelecer plataformas de descarregamento de animais isoladas de outros setores ou locais de trabalho, postos de trabalho, da recepção até o curral de animais de grande porte, protegidos contra intempéries, medidas de proteção contra a movimentação intempestiva e perigosa dos animais de grande porte que possam gerar risco aos trabalhadores, entre outros aspectos.

Sugestão de leitura: Um novo olhar sobre a crise: porque certificar a produção de carne?

Brasil: Líder em produtos de alta qualidade

Há seis anos, o setor de abate de animais é líder no ranking de acidente de trabalho em Mato Grosso (líder na produção e abate de animais para o consumo humano), segundo o Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MT). Ocorre que, desde 2012 o setor onde estão incluídos os frigoríficos registraram mais de 10 mil acidentes/ano.

De acordo com o Observatório Digital de Segurança e Saúde do Trabalho, em 2018 os setores de abate tiveram mais de 98 mil acidentes ocupacionais. Sendo o Brasil entre os principais países do mundo na Agroindústria. A imagem positiva do Brasil como fornecedor de produtos de alta qualidade e reconhecida mundialmente, não pode ser prejudicada por condições de trabalho inadequadas, inseguras, com deterioração da saúde dos trabalhadores e prejuízo ao meio ambiente.

Portanto, realize a implementação adequada de um sistema de gestão de saúde e segurança ocupacional em indústrias de abate de animais e garanta uma política de segurança e saúde de seus trabalhadores, agregando valor ao seu negócio.

Quer saber mais como funciona a implementação? Fale com um dos nossos consultores através das nossas redes de comunicação ou clique aqui.

Edson Filho | Consultor Verde Ghaia


Fontes Bibliográficas:

A importância de realizar a Gestão de Risco Normativo da organização

 

As organizações precisam ter acesso a todas obrigações legais vinculadas a uma evidência, dispostas em normas Federais, Estaduais e Municipais. Contudo, fazer a gestão do risco normativo atendendo aos requisitos exigidos por lei não é tarefa fácil. E caso a organização não realize o atendimento adequado a essas obrigações, estará sujeita as penalidades previstas em lei/normas/decretos.

A LIA foi desenvolvida, justamente para ajudar as organizações a gerenciar os riscos normativos. Sendo seu principal objetivo, o de Reduzir e otimizar os processos de monitoramento legal através do agrupamento de obrigações, e apresentar o risco normativo a que a organização está sujeita, seja por temas prioritários, quanto pela apresentação do resumo financeiro, considerando o somatório de todas obrigações com previsão de multa aplicáveis ao cliente.

A LIA se apresenta como uma ferramenta interativa para transformar situações-problema em soluções, avaliando os riscos normativos a que o cliente está exposto, com devida segurança e assertividade, possibilitando ao mesmo escolher com mais precisão o melhor caminho a ser trilhado.

Veja como a LIA vai te ajudar!

Através da ferramenta LIA, você poderá visualizar os temas paritários da organização. Isso é, o grau de risco que a organização está exposta por temas prioritários, que são aqueles que somados possuem maior grau de risco desconhecido (através da não avaliação de uma exigência legal) ou do risco exposto (ocorrido pelo não cumprimento de alguma dessas exigências/obrigações).

Essa forma de visualização de dados e informações, auxiliam as empresas a terem ciência dos temas integrados, o que facilitará ainda mais a gestão.

Como a LIA impactará sua forma de fazer Gestão!

Visualização das penalidades

Referente ao não atendimento dos requisitos, as organizações podem estar sujeitas a aplicação de penalidades. Não obstante, através da análise da inteligência artificial da LIA, você poderá visualizar quais são as penalidades aplicadas em cada obrigação legal, sendo as referidas penalidades divididas em 04 (quatro) tipos:

(i) educativas;

(ii) privativa de liberdade;

(iii) financeira (multa),

(iv) restritiva de direito.

Vantagens da ferramenta

Seja para demonstrativo de valores a que a organização está exposta, no tocante às sanções, seja para alta direção, bem como para a tomada de decisões efetivas.

Sem dúvida, a  LIA  tem muito a oferecer a sua Gestão de Risco.

  • Traz as penalidades avaliadas individualmente para cada obrigação;
  • Resumo financeiro, consideração a avaliação de todo o risco exposto (que é pelo não atendimento de uma obrigação/ não conformidade);
  • Risco Desconhecido (que a empresa ainda não avaliou);
  • Risco Prevenido (o quanto que a organização já preveniu e corrigiu):
  • Risco Total (somatório de todos riscos);
  • Priorização dos temas relevantes de acordo com o status da conformidade das obrigações aplicadas a organização, para que assim possam ser tomadas decisões pela organização;
  • Demonstrativo do valor total de multa com um paralelo nos planos de ações estabelecidos pela empresa, com o que está previsto e o que já foi realizado para correção/adequação.
  • Indicadores de risco, considerando alertas: baixo, médio e alto.

Por que toda organização deve identificar seus Riscos?

A importância do conhecimento do risco normativo a que a organização está sujeita, é de suma importância para evitar danos e prejuízos futuros, para isto, conte conosco! Nós vamos te auxiliar de modo que você possa lidar melhor com a rotina de sua gestão e de seu processo de monitoramento legal. A LIA irá trazer indicadores relevantes para a sua tomada de decisão.

Em suma, a inteligência artificial da Lia vai te auxiliar a gerenciar e monitorar seus requisitos, ajudando você na identificação de seus riscos para tomar decisões com mais segurança e assertividade.

Para mais informações,  Fale Conosco e  agende uma apresentação da LIA!


Se você já é cliente Verde Ghaia, acesse aqui para que possamos atualizar seu perfil de acesso a LIA!

A LIA irá trazer indicadores relevantes para a sua tomada de decisão. Através da análise da inteligência artificial da LIA, você poderá visualizar quais são as penalidades aplicadas em cada obrigação legal,

Como diagnosticar vetores de transmissão do COVID-19 na sua empresa?

 

Muitas organizações têm estado preocupadas com os eventuais desdobramentos da crise gerada pela pandemia que nos assola. Com isso, somos levados a buscar soluções que auxiliem na detecção precoce de potenciais vetores de transmissão do COVID-19.

Em resposta a essa solicitação, desenvolvemos o Sistema Mobile Health Care. É uma ferramenta que permite a detecção precoce de potenciais vetores de transmissão do COVID19, acionando medidas preventivas para mitigar o risco de propagação, bem como o gerenciamento das informações relativas ao estado geral de saúde dos colaboradores.

Esse sistema vem sendo ofertado a líderes nacionais e internacionais, como a JMendes Mineração, Lafarge Holcim, Andrade Gutierrez, Arcelor Mittal, CSN, Rio Tinto Mineração, dentre outros. Certamente, muito apreciaríamos sua adesão ao mesmo. Estou segura de que essa ferramenta irá adicionar valor ao seu negócio e eventualmente aos seus associados, todos expostos à necessidade de zelar pela saúde de seus colaboradores e gerenciar os novos fatores de risco trazidos pela pandemia do COVID19.

Essa necessidade se torna ainda mais evidente quando nos deparamos com o potencial de passivos trabalhistas trazidos por novas regras que vêm sendo criadas, como resultado da pandemia. Isso posto, imaginamos que o monitoramento do quadro de saúde de colaboradores e a gestão da evolução de epidemias, em especial a COVID19, venha a ser não só conveniente para as empresas como também mandatórios.

Portanto, baseados em tais premissas, temos a grata satisfação de apresentar o sistema Mobile Health Care, ferramenta especificamente desenvolvida para proporcionar aos gestores informações imprescindíveis ao acompanhamento adequado de seu quadro de colaboradores.

O MOBILE HEALTH CARE é um sistema que proporciona aos gestores informações imprescindíveis ao acompanhamento adequado da saúde de seus colaboradores.
Mobile Health Care: imprescindível para prevenir foco da Covid-19 na sua empresa

Health Care: Gestão eficaz da Saúde dos Colaboradores e controle de evolução de epidemias.

O sistema, especificamente projetado para esse fim, permite que, através de um aplicativo – baixado em tabletes, smartphone ou similar, – cada colaborador possa fazer a sua autoavaliação informando sobre o seu estado de saúde, através de questionários específicos. Com base nas informações inseridas pelo colaborador, o sistema infere se este está apto a se apresentar para o trabalho ou se necessita de avaliações médicas adicionais para que possa ser liberado para o trabalho ou não.

Além de notificar o colaborador sobre sua aptidão ao trabalho, o sistema armazena as informações coletadas e as transmite à empresa e aos encarregados da gestão de pessoal, que assim, podem determinar as ações a serem tomadas, tais como direcionamento para consultas específicas, isolamento, internação, etc.

Quando ocorrerem, por exemplo, casos com indicadores de risco que impliquem na necessidade de medidas imediatas, esses são informados em tempo real, por meio de alertas, aos encarregados da gestão de pessoal para que possam tomar as medidas cabíveis, assegurando a saúde e segurança do colaborador quanto aos dos demais colaboradores.

Health Care: Informações em tempo real sobre a Saúde do colaborador

Com base nas informações coletadas, os gestores passam a ter informações em tempo real do estado de saúde de cada um dos seus colaboradores, bem como a localização, status de acompanhamento e evolução.  Tudo isso, através de relatórios gerenciais específicos, com gráficos e mapas apropriados, reproduzidos em painéis de acompanhamento (Dashboards), permitindo plena visualização da situação de todos os diagnósticos, permitindo que a organização esteja pronta para tomar ações e mitigar riscos e baixas.

Outro destaque importante, oferecido pelo Health Care, é que toda a base de dados e ações adotadas permanecem armazenadas e acessíveis para que o gestor ou responsável tenha toda a documentação sobre o passo a passo da evolução dos quadros de cada um dos seus colaboradores.

Certa de sua melhor atenção, nos prontificamos a apresentar a ferramenta Health Care, via vídeo conferência com data e horário de sua conveniência. Permanecemos à sua disposição para informações adicionais.

Fale conosco!

Julia Belisário – Gestão de Risco e Compliance

Implante esse sistema de informações, com foco no monitoramento e acompanhamento do quadro de saúde dos colaboradores e controle de evolução de epidemias, como a COVID-19.

SGA – Sistema de Gestão Ambiental na Agroindústria

 

É importante e necessário ter um Sistema de Gestão Ambiental implementado na sua empresa? A resposta é Sim !

Conforme abordamos nos artigos anteriores, ter um sistema de gestão de qualidade, segurança ocupacional e ambiental na Agroindústria é extremamente importante e necessário, como meio estratégico e gerencial de uma organização.

Ressaltamos aqui a importância e participação da Agroindústria no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, principalmente nesse momento de crise que enfrentamos no Brasil e no mundo.

Implementar um SGA na Agroindústria

O tema “Sustentabilidade” é amplamente abordado em todo o mundo, e o Brasil sempre foi referência em matéria ambiental, seja no âmbito legal ou em práticas e medidas de controle ambiental. Entretanto, sabemos que muito ainda deve ser feito em relação a preservação ambiental, criação de novas tecnologias a favor da redução e geração de resíduos, novas políticas ambientais e melhoria no que tange padrões e legislação ambiental.

Nesse sentido, implementar e manter um SGA – Sistema de Gestão Ambiental favorece e possibilita a organização:

  • Estabelecer uma Política Ambiental estabelecendo um comprometimento com a proteção do meio ambiente, objetivos ambientais e prevenção a poluição.
  • Estabelecer objetivos ambientais, metas, programas, e responsabilidades organizacionais.
  • Identificar os riscos, oportunidades (negócio, processos), identificar os aspectos e impactos ambientais.
  • Manter excelência na gestão dos requisitos legais e avaliação do atendimento.
  • Desenvolver um programa de capacitação, treinamentos dos colaboradores, conscientização e educação ambiental.
  • Implementar controles e procedimentos operacionais, controle de documentos.
  • Desenvolver um plano de atendimento e preparação a emergências.
  • Monitorar o desempenho ambiental e tratar as não conformidades que ocorrem nos processos.

Agenda de Sustentabilidade

Em 2013 teve início um processo de negociação mundial, contando com o Brasil em suas discussões e definições a respeito de uma “Agenda de Sustentabilidade” com Objetivos e Metas a serem cumpridos (acordo global sobre a mudança climática, ações contra a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar para todos, e proteção do meio ambiente.

Em setembro de 2015 durante a Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, foi apresentada uma Agenda Mundial composta por 17 objetivos e 169 metas a serem atingidas até 2030.

Nesta agenda estão previstas ações mundiais nas áreas de erradicação da pobreza, segurança alimentar, agricultura, saúde, educação, igualdade de gênero, redução das desigualdades, energia, água e saneamento, padrões sustentáveis de produção e de consumo, mudança do clima, cidades sustentáveis, proteção e uso sustentável dos oceanos e dos ecossistemas terrestres, crescimento econômico inclusivo, infraestrutura, industrialização, entre outros.

Os temas podem ser divididos em quatro dimensões principais: Social, Econômica, Institucional e Ambiental. Nesse contexto, foram estabelecidos 17 ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável:

  1. Erradicação da pobreza
  2. Fome Zero e Agricultura Sustentável
  3. Saúde e Bem Estar
  4. Educação e qualidade
  5. Igualdade de gênero
  6. Água potável e saneamento
  7. Energia limpa e acessível
  8. Trabalho decente e crescimento econômico
  9. Indústria, inovação e infraestrutura
  10. Redução das desigualdades
  11. Cidades e comunidades sustentáveis
  12. Consumo e produção responsáveis
  13. Ação contra a mudança global do clima
  14. Vida na água
  15. Vida terrestre
  16. Paz, justiça e instituições eficazes
  17. Parcerias e meios de implementação

Nota-se que a Agricultura possui uma abordagem objetiva nessa agenda, tanto pela questão de fornecimento de alimentos, quanto pela sustentabilidade.

Importância do SGA na Agroindústria

Diante do exposto, fica clara a importância do SGA na agroindústria e em toda cadeia produtiva, pois favorece a organização no atendimento aos requisitos legais e de gestão, produção de qualidade, condições saudáveis dos processos e o atendimento aos ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (Mundial).

A Verde Ghaia possui equipe altamente qualificada e competente para lhe auxiliar na implantação de Sistemas de Gestão na Agroindústria.

Além disso, temos o Módulo GAIA – Gerenciamento de Aspectos e Impactos Ambientais, que oferecemos para a Agroindústria utilizar como software de gestão de aspectos e impactos ambientais, e riscos e oportunidades, além de nossas consultorias e auditorias.

Entre em contato conosco e converse com nossos consultores.

Edson Filho |Consultor Verde Ghaia / Advogado


Referência Bibliográfica

ISO 14001 – Sistema de Gestão Ambiental

https://www.cepea.esalq.usp.br/br/pib-do-agronegocio-brasileiro.aspx

https://nacoesunidas.org

Como realizar descarte de máscaras e EPIs?

 

Abaixo seguem algumas dica sobre boas práticas para o descarte de máscaras e demais equipamentos de proteção individual – EPIs.

Em virtude da pandemia que assola o mundo, muitas empresas de diferentes ramos e que estão autorizadas ao funcionamento por serem consideradas essenciais, adotaram o uso de máscaras e outros equipamentos de proteção individual (EPI), a fim de minimizar os riscos de contaminação e proteger o trabalhador durante o período laboral.

Estamos diante de um vírus que se dissemina de forma rápida e simples e seu período de incubação pode durar, dizem os especialistas da Organização Mundial de Saúde (OMS), até 14 (quatorze) dias. E, quando contaminadas, algumas pessoas apresentam sintomas considerados leves a graves, porém outras são assintomáticas.

Como descartar os Equipamentos de Proteção Individual – EPI?

Diante desse cenário, surge o questionamento de como descartar os equipamentos de proteção individual de forma segura e responsável para evitar uma possível contaminação de outras pessoas que participam da cadeia de gerenciamento de resíduos?

A princípio, entendemos que a forma de descarte correta das máscaras e demais equipamentos de proteção sejam classificados como resíduos de saúde por possível contaminação a outros indivíduos, mesmo por empresas que não são consideradas estabelecimentos de saúde e ou que possuam em seu quadro de funcionários profissionais dedicados a esse fim.

O atendimento deverá ser conforme os quesitos dispostos na Resolução Anvisa nº 222, de 28-03-2018, Resolução CONAMA nº 358, de 29-04-2005 e a nota recém publicada Norma Técnica Anvisa nº 04, de 30-01-2020.

Sobre a classificação, e com base na Resolução Anvisa nº 222 e da pandemia, consideramos o enquadramento das máscaras no Grupo A1. Abaixo os conceitos da norma e os critérios de classificação.

Na definição do grupo A (geral):

LIV. resíduos de serviços de saúde do Grupo A: resíduos com a possível presença de agentes biológicos que, por suas características, podem apresentar risco de infecção, elencados no Anexo I desta Resolução; (grifo nosso)

Na subdivisão do grupo, a classificação do A1:

 Resíduos resultantes da atividade de ensino e pesquisa ou atenção à saúde de indivíduos ou animais, com suspeita ou certeza de contaminação biológica por agentes classe de risco 4, microrganismos com relevância epidemiológica e risco de disseminação ou causador de doença emergente que se torne epidemiologicamente importante ou cujo mecanismo de transmissão seja desconhecido. (grifo nosso)

Como gerenciar adequadamente os resíduos?

Para o gerenciamento adequado do resíduo grupo A1, as orientações da Norma Técnica Anvisa nº 04, de 30-01-2020 orienta:

Os resíduos devem ser acondicionados, em sacos vermelhos, que devem ser substituídos quando atingirem 2/3 de sua capacidade ou pelo menos 1 vez a cada 48 horas, independentemente do volume e identificados pelo símbolo de substância infectante. Os sacos devem estar contidos em recipientes de material lavável, resistente à punctura, ruptura, vazamento e tombamento, com tampa provida de sistema de abertura sem contato manual, com cantos arredondados. Estes resíduos devem ser tratados antes da disposição final ambientalmente adequada

Diante da exposição ao risco biológico, as máscaras utilizadas encontram-se enquadradas no Grupo A1. O gerenciamento adequado desses resíduos poderá evitar contaminações do trabalhador, do meio ambiente e a população em geral.

 Helane Rezende – Consultora Jurídica


[2] Resolução Anvisa nº 222, de 28-03-2018,

[3] Resolução CONAMA nº 358, de 29-04-2005

[4] Norma Técnica Anvisa nº 04, de 30-01-2020.

Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional na Agroindústria

 

Conforme abordamos no artigo anterior, Agroindústria: como implementar um Sistema de Gestão? a Agroindústria com forte participação no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, vem a cada dia ganhando mais importância e força no mercado e cadeia produtiva.

O presente texto terá abordagem sobre a importância dos sistemas de gestão, em especial nesse breve artigo, o SGSSO – Sistema de Gestão em Segurança e Saúde Ocupacional na Agroindústria.

Nesse sentido, a NR-31, aprovada pela Portaria Nº 3.214 de  junho de 1978 do MTE – Ministério do Trabalho e Emprego,  tem como objetivo estabelecer os regras a serem observadas na organização, no ambiente de trabalho e no desenvolvimento das atividades da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura com a segurança e saúde e meio ambiente do trabalho.

A NR-31 se aplica a quaisquer atividades da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura, verificadas as formas de relações de trabalho e emprego e o local das atividades.

É importante ressaltar que a NR-31 também se aplica às atividades de exploração industrial desenvolvidas em estabelecimentos agrários.

Responsabilidade dos empregadores rurais ou equiparados

Os empregadores e equiparados (empresas, cooperativas de produção ou parceiros rurais que se congreguem para desenvolver tarefas ou grupo econômico), devem garantir aos trabalhadores rurais condições adequadas de trabalho, higiene e conforto, de acordo com a NR-31 e demais normas aplicáveis.

Também devem ser realizadas avaliações dos riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores rurais e, adotar medidas de prevenção e proteção para garantir que todas as atividades, lugares de trabalho, máquinas, equipamentos, ferramentas e processos produtivos sejam seguros e em conformidade com as normas de segurança e saúde. Programas de prevenção de acidentes com defensivos agrícolas, com máquinas agrícolas, entre outros.

As atividades na agroindústria também devem promover melhorias nos ambientes e nas condições de trabalho, assegurando a divulgação de direitos, deveres, obrigações, capacitação e competência dos trabalhadores em relação à segurança e saúde no trabalho.

Os trabalhadores dever ter conhecimento dos riscos existentes em suas atividades e suas respectivas avaliações de risco, conhecer os programas que o empregador desenvolve visando a melhoria nas condições de trabalho, novas tecnologias, resultados de exames, entre outras informações.

SSO na Agroindústria é essencial para o negócio

Dessa forma, o SGSSO torna-se essencial na Agroindústria, pois favorece a melhoria do ambiente e condições de trabalho, redução de acidentes e doenças ocupacionais, ganhos diretos e indiretos, fortalecimento da marca, ações socioambientais, entre outros.

A Verde Ghaia possui equipe altamente qualificada e competente para lhe auxiliar na implantação de Sistemas de Gestão na Agroindústria. Além disso, temos o Módulo SOGI PRSSO Gerenciamento de Perigos e Riscos de Segurança e Saúde Ocupacional, que oferecemos para a Agroindústria utilizar como software de gestão de perigos e riscos ocupacionais.

Entre em contato conosco e converse com nossos consultores.

Edson Filho|Consultor Verde Ghaia

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NR 31- Fonte: https://www.cepea.esalq.usp.br/br/pib-do-agronegocio-brasileiro.aspx

Agroindústria: como implementar um Sistema de Gestão Integrada?

 

A Agroindústria tem forte participação no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, no beneficiamento, na transformação de produtos e no processamento de matérias-primas provenientes da agropecuária.

O PIB do agronegócio brasileiro cresceu 3,81% em 2019, uma alta considerável e importante, após dois anos sucessivos de resultados pouco favoráveis ao setor, que vinha sofrendo com preços relativos cada vez menores.

Em 2019, o PIB do agronegócio representou 21,4% do PIB brasileiro total. Os dados são do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, calculados em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) e com a Fealq (Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz).

Nesse cenário, é necessário que a Agroindústria possua processos produtivos devidamente gerenciados e monitorados, visando sempre a melhoria contínua, nos moldes dos Sistemas de Gestão.

Como implantar um SG de Qualidade ou Integrada na Agroindústria?

É valoroso que o empregador rural invista em um Sistema de Gestão Integrada (Qualidade, Segurança e Saúde Ocupacional, Meio Ambiente, entre outros), com programas de prevenção de acidentes e melhoria da qualidade de Vida dos Trabalhadores. Tais ações além do cumprimento legal, agregam valor aos produtos, processos e marca.

Um SG – Sistema de Gestão – implantado favorece toda a cadeia produtiva e os processos em uma organização, possibilitando o monitoramento e medição de suas entradas e saídas, de acordo com requisitos de gestão e requisitos legais.

As melhores empresas no mundo possuem sistemas de gestão implementados e mantidos, favorecendo diretamente a melhoria contínua de dos processos, além de possibilitar (preparar) a implantação de novos projetos, como por exemplo, gestão de requisitos legais, gestão de fornecedores, gestão de energia, gestão de resíduos, Compliance, entre outros.

Mercado Agro: tenha uma gestão engajada

O “Mercado Agro” está em amplo crescimento e desenvolvimento em nosso País, logo, as empresas que possuírem uma gestão engajada e pautada em requisitos normativos e legais, terão logicamente mais espaço em um mercado cada vez mais competitivo.

O Sistema de Gestão de Qualidade – para muitos a base de todos os sistemas de gestão (ISO 9001), “encaixa como uma luva” na Agroindústria, observando sempre as características de cada organização.

A Gestão de Qualidade na Agroindústria edifica bases sólidas para a Alta Direção organizar e mapear processos, estabelecer diretrizes e responsabilidades, estabelecer uma Política coerente com a missão e visão da organização, gerenciar controles operacionais, desenvolvimento de produtos e serviços, sempre com foco na melhoria contínua dos processos.

Ademais, ouvimos pelos quatro cantos que o Brasil é o Celeiro do Mundo, e que a expansão agrícola faz parte de políticas públicas que impulsionam nossa economia. Isto posto, as organizações da agroindústria com uma gestão integrada devidamente implementada, certamente estará na frente em matérias como: questões legais, cadeia produtiva, gestão de processos, etc.

A Verde Ghaia possui uma equipe altamente qualificada e competente, para lhe auxiliar na implantação de Sistemas de Gestão na Agroindústria.

Entre em contato conosco e solicite uma proposta de implementação com uma equipe especializada e know-how.

Edson Filho | Consultor Verde Ghaia


Fonte:https://www.cepea.esalq.usp.br/br/pib-do-agronegocio-brasileiro.aspx