Risco Legal: Conheça outros serviços oferecidos pela Verde Ghaia
×

Como controlar suas Leis e reduzir os Riscos do negócio?


 

Módulo GRC: controle suas leis e reduza os riscos do seu negócio

O gerenciamento de riscos numa organização consiste na identificação, planejamento, administração e controle de seus recursos, que tanto podem ser tanto materiais quanto processuais e humanos.

O objetivo do gerenciamento de riscos é minimizar ao máximo os riscos negativos — aqueles que podem trazer prejuízos — e tirar proveito dos riscos positivos — as chamadas oportunidades.

De maneira geral, a gestão de riscos precisa proteger a empresa das oscilações do mercado — as quais podem incluir fatores de natureza política do país, instabilidade econômica, eventos sociais e tecnológicos — e também auxiliar o gestor nas tomadas de decisão.

Quando Steve Jobs revelou o iPad, em 2010, muitos julgaram o lançamento uma aposta de altíssimo risco — afinal outras empresas já tinham tentado lançar produtos com a mesma dinâmica, e falharam. Hoje sabemos que o iPad é extremamente popular. Mas é claro que Jobs não lançou seu produto a esmo, acreditando apenas em sorte ou intuição. Certamente houve um bom gerenciamento de riscos, abrangendo todos os conceitos que diziam respeito ao iPad — desde sua concepção até o monitoramento de sua recepção no mercado.

Mas obviamente este caso é só um exemplo muito pequeno dentro de um panorama imenso. O gerenciamento de riscos é muito, muito maior do que a mera escolha do momento certo para lançar uma inovação tecnológica, como neste exemplo da Apple.

Riscos em todos os lugares. Previna-se!

Uma boa gestão de riscos deve englobar questões trabalhistas, ambientais, sanitárias, concorrenciais e até mesmo de crimes financeiros. Decisões erradas podem fazer uma empresa ser penalizada com multas, prejuízos, acidentes com pessoal e até perda de reputação perante fornecedores e clientes.

Por aí, já percebemos que o gerenciamento de risco pode ser um processo um tanto árduo e complicado de se montar, não é mesmo? Porque, além de tudo, ainda envolve o mapeamento de eventos que ainda estão por acontecer (e que talvez nem mesmo venham a ocorrer, mas que nem por isso devem ser ignorados).

A gestão de riscos também envolve uma análise profunda dos processos internos de sua empresa. Quando você conhece os desafios a serem enfrentados e aplica as estratégias certas para lidar com os riscos, a liderança é exercida sob menos surpresas e o gestor se torna capaz de realizar planejamentos mais eficientes, descartando burocracias desnecessárias, impulsionando resultados e melhorando o relacionamento entre todas as partes interessadas.

Sendo assim, para dar conta de uma análise tão complexa, o ideal é recorrer a uma ferramenta que possa auxiliar a organização ao máximo, e que ofereça resultados realmente sólidos e confiáveis.

Quais benefícios são gerados através do Módulo GRC?

Para o gerenciamento de riscos, a Verde Ghaia possui o Módulo GRC (Governança, Risco e Compliance), módulo do sistema SOGI desenvolvido com base na ISO 31000, norma responsável por fornecer padrões para a implementação de um sistema de gerenciamento de riscos em qualquer tipo de organização.

Ao adotar o Módulo GRC, a empresa já se torna forte candidata a conquistar o selo ISO 31000, pois estará seguindo os melhores padrões para gerenciamento de riscos, incluindo requisitos legais reconhecidos internacionalmente.

O Módulo GRC possui funcionalidades muito específicas, que aprimoram totalmente as Políticas para o gerenciamento de riscos, organizando todas as suas fases.

Conheça as funcionalidades do Módulo GRC do SOGI

# O módulo GRC aponta se os riscos e oportunidades da empresa são significativos, e permite a criação de ações preventivas, corretivas e emergenciais personalizadas para cada risco identificado.

# Cada ação terá um campo na interface onde será registrado o nome do responsável por ela, bem como o prazo dentro do qual deverá ser cumprida.

# O sistema gera relatórios e gráficos gerenciais, classificando a origem e a severidade de todos os riscos e das oportunidades, e também aponta a probabilidade de ocorrência de cada um deles. Isso facilita a visualização dos dados e oferece respostas prontas para diversos questionamentos que o gestor possa vir a ter. A avaliação é realizada através de métodos quantitativos personalizados (como FMEA e Matriz de Risco).

# Os usuários podem receber notificações sobre todos os prazos e ações, as quais serão enviadas por e-mail e também ficarão disponíveis no painel de pendências do sistema. Os avisos também abrangem prazos legais, evitando assim que a empresa tenha problemas pelo não atendimento à legislação.

Como Módulo GRC, a empresa vai conseguir identificar seus riscos, priorizá-los, determinar tudo o que é mais relevante para seu negócio e ainda identificar as melhores áreas para investimento de seu orçamento.

Considerações Finais

É fundamental que os gestores compreendam que o risco é intrínseco a qualquer atividade, independentemente de seu ramo ou tamanho, por isso o gerenciamento de riscos é essencial em toda organização. Sempre que uma empresa monitora seus riscos, ela cria um cenário mais favorável para si, pois consegue prever boa parte dos problemas e também identificar os melhores momentos para investir ou alavancar seus negócios.

A gestão de risco, quando bem executada, agrega valor ao negócio, facilita a tomada de decisões em todos os níveis hierárquicos, valoriza o capital humano e intelectual dos colaboradores e permite um processo de melhoria contínua em todos os processos da organização.


Informe-se mais, acesse o vídeo abaixo!


Conheça as Políticas de Gerenciamento de Risco


 

Todas as organizações, de todos os setores, estão sujeitas a algum tipo de risco. Portanto, é fundamental que os gestores compreendam que o risco é algo intrínseco à todas as atividades. É a partir deste contexto, que surgem as políticas de Gerenciamento de Riscos.

Mesmo as organizações, consideradas tradicionalistas e com vários anos de existência, sabem que se não fizerem uma gestão correta em relação aos riscos, criar-se-á um cenário de adversidades que podem levar à situações irreversíveis como perdas de recursos, gastos desnecessários e muitas vezes falência.

São poucos os Gestores que compreendem a importância sobre a identificação de riscos e que através de uma gestão de riscos cuidadosa, se é possível encontrar pontos positivos capazes de auxiliar as organizações nas tomadas de decisão, uma vez que estes riscos podem ser usados como vantagens estratégicas pelo Gestor.

Há grandes instituições internacionais, como o caso da ISO – International Organization for Standardization, que pesquisa a criação de normas e estatutos capazes de ajudar as organizações de todo o mundo, através de políticas de gerenciamento de riscos.

Partindo dessa visão, de que as organizações podem se munir estrategicamente através da sua gestão de riscos, cabe ao Gestor ter conhecimento sobre as Políticas de Gerenciamento de Riscos, bem como reconhecer a importância da implementação de uma Gestão de Riscos para melhorias nos processos da empresa.

Confira a seguir algumas considerações sobre a relevância de se implementar uma boa Gestão de Risco na sua empresa.

O que é gestão de risco?

O gerenciamento de risco consiste na identificação, planejamento, administração e controle dos recursos materiais, processuais e humanos da organização com o objetivo de minimizar e aproveitar os riscos ou incertezas.

As incertezas funcionam como oportunidades da empresa em identificar pontos positivos ou pontos que precisam de melhoria, visando transformar a situação não favorável, à favor da organização.

É neste momento que entram os “gerenciadores de riscos”, profissionais capacitados e com conhecimento para identificar quais são as eficiências, as incertezas, os riscos e as possíveis oportunidades, para realizar um trabalho que gere valor para o seu negócio.

A partir do momento que as empresas passam a ter os seus riscos monitorados, será possível aumentar seu “capital reputacional”, isto é, aumenta-se o retorno sob o investimento, favorecendo o cenário do negócio, para que assim possa se alcançar metas e objetivos estipulados.

Quais as vantagens da gestão de risco?

Já foi falado, em um post anterior, sobre as vantagens da gestão de risco. Porém, Gestores que visam tomar decisões com base em ações concisas ligadas à identificação e tratamento de riscos conseguem gerar inúmeros benefícios para organização, como por exemplo:

Agregar valor ao negócio;Proteger o ambiente institucional;

Facilitar a tomada de decisões em todos os níveis hierárquicos;

Abordar e tratar incertezas;

Valorizar o capital humano e intelectual dos colaboradores;

Permitir o processo de melhoria contínua em todos os processos da organização.

Vale salientar que em uma gestão de riscos há vantagens que se estendem também para toda a cadeia de fornecedores, visto que as mudanças e melhorias também se aplicam aos stakeholders da organização de maneira geral.

Profissional responsável pelo gerenciamento de riscos

Cada área da organização deve contar com o próprio responsável para identificar os riscos, incertezas e oportunidades das tarefas desempenhadas pelo time. Tudo deve ser analisado, desde as pequenas atividades até os grandes acordos fechados.

Além disso, é fundamental que este profissional proponha ações para o tratamento dos riscos e das não conformidades identificadas, bem como avalie os resultados obtidos, de modo que ele acompanhe todo processo, devidamente.

É importante também que este profissional tenha o treinamento correto para identificar e priorizar quais riscos deverão ser resolvidos ou gerenciados, bem como o de caráter de urgência ou prioridade frente aos demais igualmente identificados.

Como tratar os riscos identificados?

Esta é considerada uma das partes mais desafiadoras, porém, se feita de maneira processual e correta, não deverá apresentar problemas. Os riscos devem ser identificados e tratados obedecendo a seis passos cruciais, conforme apontado abaixo:

1- Evitar o risco:  Todos os processos ou atividades que dão origem ao risco devem ser revistos, alterados ou descontinuados.

2 – Eliminar o risco: A fonte primária do risco deve ser descontinuada ou tratada para que não seja mais fonte de riscos.

3 – Redução do risco: Caso não seja possível eliminar completamente o risco ou as atividades que dão origem ao problema, é necessário concentrar esforços em ações que diminuirão os fatores de risco.

4 – Administração do risco: Se, mesmo perante aos esforços, não seja possível diminuir o risco, é necessário implementar ações e ferramentas de mensuração, administração e controle para este risco.

Para chegar ao estágio quatro, é aconselhado ter esgotado todas as possibilidades de eliminação e redução do risco.

5 – Alertar sobre o risco: É fundamental que todas as partes envolvidas ou afetadas de alguma maneira pelo risco sejam, devidamente, comunicadas para que as ações de contenção sejam compartilhadas.

6 – Transformação do risco: Neste estágio, o risco é analisado para que seja transformado em oportunidades que tragam benefícios para o negócio e que sejam como ‘saídas’ para a inovação e para o processo de melhoria contínua.

Como se classifica um Risco?

Dependendo do grau de gravidade e das consequências que o risco pode trazer para o negócio, ele pode ser classificado em cinco estágios diferentes.

1 – Risco extremo: São aqueles que podem paralisar produções, processos, projetos e ações, inviabilizando a conquista de objetivos e metas, com danos irreversíveis.

2 – Risco alto: São aqueles que podem interromper produções, processos, projetos e ações dificultando a conquista de objetivos e metas, com danos de reversão muito difícil.

3 – Risco médio: São aqueles que podem interromper produções, processos, projetos e ações dificultando a conquista de objetivos e metas, com danos de grande impacto.

4 – Risco baixo: São aqueles que podem degradar produções, processos, projetos e ações, interferindo na conquista de objetivos e metas, com danos de baixo impacto.

5 – Risco mínimo: São aqueles que podem degradar produções, processos, projetos e ações, perturbando a conquista de objetivos e metas, com danos de impacto mínimo.

ISO 31000 – Gerencie seus Riscos

Esta é uma norma certificadora que tem em suas exigências os melhores padrões para gerenciamento de riscos, incluindo requisitos legais, em nível internacional.

A ISO 31000 é uma norma criada em 2009 cujo objetivo é de fornecer um padrão para a implementação de um gerenciamento de riscos para todas as organizações.

As políticas de gerenciamento de riscos incluem a identificação, triagem, tratamento e erradicação de problemas que podem causar impactos negativos na organização.

No entanto, é importante ressaltar mais uma vez que nem todos os riscos devem ser encaradas por um viés negativo, pois também funcionam como oportunidades de melhoria, abrindo portas para o processo de inovação na sua gestão.

Conheça mais sobre os serviços e produtos da Área Técnica da Verde Ghaia, especializada em Gestão de Riscos, Análise de Risco Jurídico, Due Diligence, Pareceres, Seguro Ambiental, dentre outros.


Como fortalecer a imagem da sua empresa através da Gestão de riscos e compliance


 
Como fortalecer a imagem da sua empresa através da Gestão de riscos e compliance

A ABNT NBR ISO 31000-  Gestão de Risco, foi desenvolvida em resposta à demanda das organizações e as necessidades de se ter algo além das ações preventivas. Juntamente a versão 2015 da ISO 9001, as organizações estão adotando ações mais embasadas na probabilidade e ocorrência de eventos.

De um modo geral, as empresas sofrem todos os tipos e tamanhos de influências provenientes de fatores internos e externos, chamadas partes interessadas, que são todas aquelas “partes” que influenciam o negócio positiva ou negativamente. O efeito da incerteza sobre os objetivos das organizações é chamado de “RISCO”.

Pensando em qualquer organização, todas as atividades das mesmas, envolvem riscos. Estes podem ser englobandos em um só processo ou atividade ou em todo o negócio. Com base neste conceito é que as empresas precisam gerenciar riscos, identificando e analisando-os para que em seguida, possa avaliar se o risco deve ser modificado.

De alguma forma as organizações acabam gerenciando seus riscos em algum grau, mas, sem a necessária estruturação. A NBR ISO 31000:2018 estabelece um número de princípios que precisam ser atendidos para tornar a gestão de riscos mais eficaz e mais prática. Para tanto, a Norma recomenda que as organizações melhorem continuamente sua estrutura que tem como finalidade integrar o processo na Governança e Gestão Empresarial.

Gerenciando os Riscos da Organização

Gerenciando os Riscos da Organização através do Programa de Compliance.
Garanta a sua vaga!

A gestão de riscos pode ser implementada visando um cliente, um processo, um projeto, uma atividade e em diversos níveis, funções e momentos. De modo genérico, a ISO 31000 traz uma abordagem e metodologia para gerir qualquer tipo de risco. No entanto, todos os setores devem saber seu papel nesta gestão, envolvendo toda a organização dentro de um contexto, como uma atividade no início do processo da gestão de riscos.

Com o intuito de especificar melhor cada termo utilizado em um processo de gestão de riscos, apresentamos abaixo as principais definições que podem nortear os estudos da norma conforme a ABNT.

Risco: efeito da incerteza nos objetivos;

Gestão de Riscos: atividades para dirigir e controlar uma organização no que se refere a riscos;

Estrutura da Gestão de Riscos: Conjunto de componentes que fornecem os fundamentos e os arranjos organizacionais para a concepção, implementação, monitoramento, análise crítica e melhoria contínua da gestão de riscos através de toda a organização.

Propriedade do Risco: pessoa ou entidade com a responsabilidade e a autoridade para gerenciar um risco;

Processo de gestão de risco: aplicação sistemática de políticas, procedimentos e práticas de gestão para as atividades de comunicação, consulta, estabelecimento do contexto, e na identificação, análise, avaliação, tratamento, monitoramento e análise crítica dos riscos.

Contexto externo: ambiente externo no qual a organização busca atingir seus objetivos;

Contexto interno: ambiente interno no qual a organização busca atingir seus objetivos;

Parte interessada: pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou perceber-se afetada por uma decisão ou atividade;

Processo de Avaliação de Riscos: processo global de identificação de riscos, análise de riscos e avaliação de riscos;

Identificação de Riscos: processo de busca, reconhecimento e descrição de riscos;

Fonte de Risco: elemento que, individualmente ou combinado, tem o potencial intrínseco para dar origem ao risco;

Consequência: resultado de um evento que afeta os objetivos;

Probabilidade: chance de algo acontecer;

Análise de Riscos: processo de compreender a natureza do risco e determinar o nível de risco;

Critérios de Risco: termos de referência contra os quais a significância de um risco é avaliada;

Nível de Risco: magnitude de um risco ou combinação de riscos, expressa em termos da combinação das consequências e de suas probabilidades;

Avaliação de Riscos: processo de comparar os resultados da análise de riscos com os critérios de risco para determinar se o risco e/ou sua magnitude é aceitável ou tolerável;

Tratamento de Riscos: processo para modificar o risco.

Benefícios da Gestão de Riscos

A gestão de riscos descreve um processo genérico, sistemático e lógico para qualquer tipo de risco. Estabelece uma série de princípios básicos que precisam ser satisfeitos para fazer a gestão eficaz dos riscos. Recomenda-se que as organizações desenvolvam, implementem e melhorem, continuamente, sua estrutura cuja finalidade é integrar o processo de gestão do risco na Governança Corporativa da Organização.

Abaixo, alguns benefícios a serem alcançados através das práticas de gerenciamento de riscos:

Aumentar a probabilidade de atingir os objetivos;

Encorajar uma gestão proativa;

Estar atento para a necessidade de identificar e tratar os riscos através de toda a organização;

Melhorar a identificação de oportunidades e ameaças;

Atender às normas internacionais e requisitos legais e regulatórios pertinentes;

Melhorar o reporte das informações financeiras;

Melhorar a governança;

Melhorar a confiança das partes interessadas;

Estabelecer uma base confiável para a tomada de decisão e o planejamento;

Melhorar os controles;

Alocar e utilizar eficazmente os recursos para o tratamento de riscos;

Melhorar a eficácia e a eficiência operacional;

Melhorar o desempenho em saúde e segurança, bem como a proteção do meio ambiente;

Melhorar a prevenção de perdas e a gestão de incidentes;

Minimizar perdas;

Melhorar a aprendizagem organizacional;

Aumentar a resiliência da organização.

É importante ressaltar que a Liderança (governança corporativa) de uma organização é feita pela Alta Direção e pessoal de alto nível em diferentes departamentos. E para direcionar a gestão e os trabalhadores para objetivos comuns e comportamentos que visem por uma política da organização, faz-se necessário estabelecer, comunicar e implementar um sistema de gestão com diferentes ações de controle levando em conta os requisitos legais e regulamentares.


Importante ressaltar que esta norma não é destinada a certificação.


Melhore sua Gestão de Riscos monitorando riscos e oportunidades


 

O novo módulo Riscos do negócio foi desenvolvido com base na ISO 31000 motivado pelas novas versões da ISO 9001 e ISO 14001 que enfatizam o tema.

Além disso, com a mudança da OHSAS 18001 para a ISO 45001, passou a ser imprescindível a necessidade de identificar e implementar ações para monitorar os riscos e oportunidades associados às atividades, aos produtos, aos serviços ou às tarefas da sua organização. Também as oportunidades, ou seja, os pontos fortes internos e externos e as vantagens que sua empresa tem frente a seus concorrentes.

Gestão de Risco: monitore seus riscos e oportunidades

Então, para você que deseja uma gestão preventiva, ética e eficaz dos riscos e oportunidades de seu negócio. Que quer estar de acordo com todos os requisitos legais aplicáveis, princípios éticos, missões e valores da sua organização, o Módulo Riscos do negócio foi feito para você!

Com ele é possível identificar, registrar, avaliar e monitorar todos os riscos e oportunidades da sua empresa, auxiliando na prevenção a multas, interdições, paralisações da atividade, perda de reputação e até perda de capital e de mercado. O sistema ajuda a aumentar a confiança e a atratividade dos investidores e financiadores, reduzindo o custo de capital e aumentando o valor de mercado da sua organização.

Ele permite criar critérios de avaliação e cálculo de riscos e oportunidades utilizando métodos quantitativos que podem ser adaptados à metodologia já utilizada em seu negócio, tais como o FMEA e a Matriz de Risco. Tudo isso de forma simples e clara, apontando se eles são significativos ou não, segundo os critérios da sua atividade.

Como funciona o Módulo do SOGI Riscos do Negócio?

O Módulo Riscos do negócio também permite que você crie ações preventivas, corretivas, emergenciais, ou ainda personalize ações e também defina responsáveis e prazos para cada ação. E para facilitar a visualização e a análise:

  • gera relatórios e gráficos gerenciais,
  • classifica a origem e a severidade do risco e da oportunidade,
  • classifica a probabilidade de ocorrência,
  • tem critérios de priorização e
  • permite a gestão e monitoramento da relação com as partes interessadas.

Portanto, se você deseja saber qual o impacto de determinado risco ou oportunidade para seu negócio, qual a prioridade do risco, como manter a sua equipe atendendo a condutas éticas, o que é relevante para seu negócio, quais ações priorizar e onde investir seu orçamento, contrate agora mesmo o Módulo Riscos do negócio!


SOGI: Uma ferramenta de otimização no gerenciamento de requisitos legais


 

 Acelere o gerenciamento do seu sistema de gestão e obtenha resultados reais com o SOGI – Software de Gestão Integrada.

Hoje apresentaremos uma dica de como podemos facilitar o nosso dia a dia organizacional, utilizando-se de ferramentas capazes de acelerarem o processo de gestão, sendo ele de meio ambiente, saúde e segurança ocupacional, responsabilidade social, segurança de alimentos ou gestão de energia.

Dificuldades que todo Gestor se depara

Quando pensamos em sistema de gestão, é comum imaginarmos pastas lotadas de documentos, nos transmitindo uma ideia de que, na realidade, o volume de papéis não controla e nem gerencia nada de maneira eficaz. E realmente, acompanhamos muitos gestores que alcançaram o sucesso em seu sistema de gestão justamente ao abandonar o método antigo de gerenciamento ao fazer uso de ferramentas mais tecnológicas.

É evidente que podemos gerenciar e controlar a organização e o seu sistema de gestão de diversas maneiras, com níveis diferentes de sucesso, porém, o uso da tecnologia pode facilitar bastante esse processo. Podemos citar como exemplo o processo de monitoramento e avaliação de requisitos legais aplicáveis, que é um requisito presente em algumas normas, tais como ISO 14001 e ISO 45001.

Já parou para pensar quantos requisitos legais são aplicáveis à sua empresa?
E quais deles são relacionados ao meio ambiente?
Ou Segurança Ocupacional?

À essa altura podemos não ter um número na cabeça, mas sabemos que são muitos. Agora pense em quantos dias você precisaria para levantar toda essa legislação, tendo em vista que temos alterações, exclusões e o surgimento de novas leis quase que diariamente no país. Até aqui podemos observar que o trabalho é grande, e ainda nem mencionamos a parte de interpretar as obrigações legais e avaliar a conformidade.

Como Monitorar com exatidão os Requisitos Legais Aplicáveis

O monitoramento de requisitos legais aplicáveis é um processo extenso, porém deve ser realizado de modo contínuo, principalmente para as organizações que buscam pela certificação do sistema de gestão.

Muitos gestores não estão satisfeitos com o nível de eficiência no monitoramento manual de requisitos legais aplicáveis, justamente por que assim a organização corre o risco de não conseguir acompanhar a atualização legislativa e ficar passível de sanções. Sendo assim, a falta de tempo aliado às necessidades econômicas, têm feito com que esses mesmos gestores busquem por ferramentas informatizadas que possam oferecer a automatização desse processo.

Uma dessas ferramentas é justamente o SOGI. O SOGI é um sistema 100% online com foco na prevenção de riscos através de diversos módulos que possibilitam, por exemplo, o gerenciamento de não conformidades, aspectos ambientais, perigos de saúde e segurança ocupacional, riscos do negócio, requisitos legais aplicáveis, entre outros. Tudo isso oferecendo gráficos e relatórios que subsidiam os gestores nas tomadas de decisão.

Módulos do SOGI

O módulo LIRA, por exemplo, apresenta ao gestor todos os requisitos legais aplicáveis à organização, com atualizações automáticas de inserção, exclusão e alteração de leis. Além disso, o sistema já apresenta a interpretação jurídica das obrigações, para que a organização saiba exatamente o que deve ser adequado. Agora, todo o processo de gerenciamento legal mencionado anteriormente se tornou rápido, seguro e completo, assegurando ao gestor:

* Acesso online de qualquer provedor;
* Acesso a um dos maiores bancos de dados de legislações;
* Confidencialidade e segurança das informações;
* Assessoria para esclarecimento de dúvidas jurídicas;
* Dashboard com visão geral do status de atendimento à legislação;
* Relatórios, gráficos e estatísticas de monitoramento legal;
* Cartas de atualização contendo revogações, inserções e atualizações de legislação;
* Criação de planos de ações, atribuição de responsabilidades e notificação aos responsáveis;
* Suporte técnico na utilização das ferramentas.

Paralelamente a isso, a organização pode economizar ainda mais tempo e recursos através do Outsourcing, que envolve a terceirização de todo o processo de avaliação em si dos requisitos legais. Se você ainda não se sente familiarizado com esse novo conceito em gestão, falamos mais sobre isso em outro artigo sobre a agilidade de processos para a sua gestão.

A Verde Ghaia oferece diversas soluções para alavancar os resultados de seus clientes e manter a eficiência de seus negócios. Além do módulo LIRA, para o monitoramento de requisitos legais, o sistema SOGI ainda oferece apoio em várias outras esferas do sistema de gestão através dos módulos:

GAIA: Gerenciamento de Aspectos e Impactos Ambientais;

PRSSO: Gerenciamento de Perigos e Riscos de Segurança e Saúde Ocupacional

TNC: Gerenciamento de Não Conformidades, com metodologia completa para realizar a tratativa.

Corporativo: Análise comparativa de indicadores de atendimento legal entre unidades de um mesmo grupo.

Documentos: Gerenciamento de documentos, formulários e registros para o controle do sistema de gestão ou dos processos;

Risco Legal: Identificação de penalidades correlatas aos requisitos aplicáveis à organização (em breve);

Licenças: Gestão de licenças e condicionantes;

Auditoria: Sincronização com o módulo LIRA para a realização de auditorias de conformidade legal e replicação de não conformidades para o módulo TNC.

Riscos do Negócio: Identificação, gerenciamento e tratativa de riscos e oportunidades de uma organização.

Para saber qual o melhor Módulo para o seu negócio, fale com nossos consultores e obtenha resultados surpreendentes na sua Gestão de requisitos legais aplicáveis.

Fernanda Ribeiro Pinheiro


Qual o segredo para uma boa gestão de risco na organização?


 

Nenhum modelo de gestão sobrevive sem um bom planejamento. Mas no caso da gestão de risco, o planejamento é essencial não apenas para prever os eventuais percalços que possam atrapalhar o negócio (risco negativo), mas também para enxergar as oportunidades (risco positivo).

Planejamento: o segredo da gestão de risco

Muitas vezes, um passo ousado para o crescimento de sua empresa só pode ser dado mediante uma boa gestão de risco, que é aquela que permite a previsão de todos os caminhos possíveis após análise ampla dos ambientes interno e externo da empresa, bem como um planejamento estratégico certeiro.

Tanto nas grandes, médias e pequenas empresas é possível — e muito saudável — planejar, medir e gerenciar a exposição do negócio aos riscos. Todas as decisões tomadas dentro de uma boa gestão de risco são realizadas dentro de um cenário realista, embasadas em análises e decisões. Gerir riscos é diminuir incertezas, é determinar como a empresa será afetada diante das evoluções do mercado.

Planejamento na Prática

O processo de gestão de riscos é formado por seis fases: planejar, identificar, analisar, responder, monitorar e controlar os eventos que possam gerar riscos a um negócio.

De maneira geral, uma gestão de riscos eficiente precisa proteger sua empresa das oscilações do mercado; determinar um panorama completo de todos os processos e atividades organizacionais; melhorar o processo de tomada de decisões; reunir informações baseadas na realidade do mercado e em seu contexto interno; basear-se na ética e na transparência; e trazer melhorias contínuas aos processos e projetos da empresa.

* O documento que guiará todas as ações de gestão de riscos é chamado Plano de Gestão de Riscos (PGR) e deve responder às seguintes perguntas:

* Qual será a metodologia para identificação de riscos e coleta de dados?

* Quais serão os processos e periodicidade do projeto de gestão de riscos?

* Quem serão os gestores responsáveis?

Práticas para um bom Planejamnto

Na prática, você deve observar alguns passos para se alcançar um bom Planejamento.

1. Determine os riscos prioritários

Vejamos: um incêndio no prédio de sua empresa representa um risco? Claro que sim. No entanto, qual é a chance real de que ele ocorra? Pequena, provavelmente, principalmente se a CIPA for ativa e houver todos os cuidados referentes à prevenção. No entanto, uma recessão no mercado que venha a reduzir o poder de compra do consumidor ou o investimento dos clientes é um cenário muito mais provável de ocorrer. Portanto, o segundo caso é muito mais relevante. Perder tempo com possibilidades em vez de probabilidades só desencadeará atrasos para a sua gestão.

2. Tenha sempre em mente os componentes do risco

Esta análise tem como base três pontos principais, chamados componentes do risco: evento, probabilidade e impacto. O evento é determinado pela causa raiz, ou seja, aquilo que gera o risco, bem como seus efeitos. A probabilidade é a chance de tal risco efetivamente ocorrer. Já o impacto, é a extensão da consequência, o quanto ela vai afetar a empresa.

Para calcular sua exposição ao risco (Ex), basta multiplicar a probabilidade de ocorrência (Pr) pelo impacto (Im) que o evento pode vir a causar. Quanto maior a probabilidade de um risco acontecer e maior for seu impacto, maior é sua relevância para a empresa.

3.Determine um limite entre o micro gerenciamento de atividades e a gestão focada em objetivos e metas

Tal limite é imposto pelo nível de detalhamento do planejamento, que não pode ser minimalista a ponto de constar apenas a lista de funcionalidades a serem desenvolvidas, nem tampouco extremamente exagerado em controles, burocracias e reuniões em excesso e capazes de prejudicar a agilidade da equipe no desenvolvimento da solução.

4. Identifique a interdependência entre atividades

Este passo permite que você estruture os fluxos de trabalho de modo preciso, garantindo que cada membro da equipe compreenda seu papel e evitando assim que o gestor necessite intervir de maneira constante e sufocante.

5. Determine a disponibilidade de cada colaborador

Como nenhum funcionário pode parar seus afazeres para se entregar exclusivamente à gestão de riscos, é necessário criar um calendário que estabeleça os períodos para se dedicar aos projetos em andamento.

6. Delegue as tarefas de maneira responsável

Seja metódico ao delegar tarefas. Conheça bem os membros das equipes, bem como suas competências e maneiras de lidas com pressão, prazos, metas e resultados. Deste modo, todas as tarefas serão cumpridas com máxima qualidade.

7. Forneça a infraestrutura necessária

Não basta ter o melhor projeto de gestão de risco e a melhor equipe. Certifique-se de que há recursos físicos disponíveis também (salas de reuniões, projetores multimídia, softwares, materiais de escritório etc), reservando cada um com a devida antecedência. Não se esqueça também de que todo recurso físico envolve um orçamento.

8. Calcule os riscos inerentes a cada trabalho

Cada função envolve um risco diferente, e sabendo de antemão o que pode acontecer de errado, fica muito mais fácil se precaver, pensar em alternativas e mitigar os riscos ao máximo. Prazos; recursos humanos, físicos e financeiros; documentos essenciais; questões climáticas, sociais e econômicas… Tente pensar em tudo.

9. Defina metas diárias

É importante determinar os prazos finais de seu projeto de gestão; no entanto, as micro-metas são extremamente úteis. Primeiro porque elas definem marcos; e também ajudam a fiscalizar o comprometimento da equipe, que sempre terá a obrigação de entregar resultados constantes, ficando ciente da importância de um trabalho segmentado e contínuo. Isso também ajuda a solucionar antecipadamente problemas, evitando que se transformem numa bola de neve gigantesca.

10. Determine marcos para reavaliação

Por mais que você tenha tudo planejado, imprevistos ainda acontecem. Para evitar que os trabalhos sejam afetados de maneira significativa, defina pontos de parada ao longo do projeto para reavaliar o desempenho de todos e o andamento das atividades, fazendo também os reajustes necessários.

A gestão de riscos não se trata apenas de calcular os riscos do cenário em que seu negócio atua. Mas também, o de analisar profundamente os processos internos de sua empresa.

Quando você conhece os desafios que vai enfrentar e aplica as estratégias certas para lidar com os riscos, exerce-se uma liderança com menos surpresas, criando planejamentos mais eficientes, descartando burocracias desnecessárias, impulsionando resultados e melhorando o relacionamento entre todas as partes interessadas.

Para saber mais a respeito da definição de suas prioridades, avaliação das sanções (administrativas, civis e penais) passíveis pelo descumprimento da norma, apontando como prioritário a regulação das omissões com grau de penalizações, entre em contato com o Departamento de Análise de Risco Jurídico.

O Grupo Verde Ghaia atua há 20 anos no mercado, acompanhando, auxiliando e oferecendo ferramentas  às Organizações para  o gerenciamento de não conformidades, através de uma matriz de risco. 

Fale conosco e evite riscos desnecessários!


O que é Auditoria de Due Diligence?


 

Equivocadamente, alguns profissionais conceituam a Due Diligence como mais uma simples auditoria, no entanto, é muito mais do que isso. A auditoria Due Diligence apresenta todos os itens de uma análise de risco jurídico, complementado por pareceres e sugestões de adequação a fim de solucionar cada um dos desvios identificados numa empresa. Em suma: ela é capaz de prever muitos problemas antes mesmo que estes ocorram.

Porque se preocupar com Auditoria Due Diligence

Por meio de um estudo aprofundado dos aspectos ambientais, contábeis trabalhistas, de saúde e segurança, previdenciários, jurídicos e patrimoniais da empresa, os auditores responsáveis conseguem realizar um diagnóstico completo e apresentar estratégias que certamente trarão melhorias globais ao seu negócio.

Para isso, é essencial contar com a ajuda de profissionais qualificados e de sua inteira confiança. É um trabalho complexo e que exige extrema organização, mas que certamente trará inúmeros benefícios, melhorando as estratégias de ação da companhia e permitindo passos mais seguros.

Antes de começar

Estabeleça seus objetivos. Quanto mais claro estiver seu objetivo para os responsáveis pela auditoria de Due Dilligence, melhor será o resultado dela.

É muito importante também realizar um trabalho preliminar junto aos funcionários da sua empresa, organizando uma reunião para esclarecer o que é a Due Diligence, o modo como é feita, quem serão os colaboradores e departamentos envolvidos e, principalmente, qual será o objetivo de todo o processo — que, aliás, é relativamente longo e vai exigir um bom planejamento dentro do cronograma de trabalho.

Para que a auditoria Due Diligence seja completa e eficaz, ela deve abarcar todas as atividades da empresa, porém, isso não impede que sejam realizadas Due Diligences por assunto determinado. Também é importante que ela analise o passado, o presente e o futuro, para assim poder fazer projeções de mercado e pesquisas sobre possíveis riscos ou instabilidades.

As etapas da auditoria de Due Diligence

Motivação é a primeira etapa, uma espécie de observação inicial que permite ao auditor conhecer o negócio, suas principais características e entender qual será a melhor estratégia de trabalho naquele ambiente. Também corresponde ao relacionamento do auditor com as equipes da empresa analisada. Tem como objetivo compreender o funcionamento de tudo, as regras e estratégias adotadas para as ações rotineiras etc.

Prática é o desenvolvimento do trabalho em si e abrange a análise de diversos documentos, como contrato social, livros contábeis, certidões, informações sobre funcionários, informações sobre passivos trabalhistas, sobre multas, cópias das atas de reuniões, relação dos órgãos diretamente ligados à sua atividade e de legislações específicas responsáveis por reger seu ramo de atuação etc. Pode ser que também se faça necessário consultar informações em órgãos públicos ou em empresas privadas que possuam relações contratuais com sua companhia. Vale ressaltar que até mesmo informações sigilosas fazem parte desse processo, por isso é importante firmar um contrato de confidencialidade com a empresa responsável pela Due Dilligence. Quanto maior a quantidade de informações colhidas, mais preciso é o resultado do estudo realizado.

Resultado é o veredicto, o relatório final que listará os problemas encontrados e as estratégias importantes para solucioná-los, além de conter informações sobre possíveis riscos ao seu negócio. Com tais dados em mãos, também será possível comparar a situação de sua empresa ante a concorrência, caso seja de seu interesse.

Findada a análise de todos os documentos disponibilizados, os profissionais envolvidos no estudo avaliarão os dados e gerarão um relatório personalizado e completo, identificando os pontos positivos e negativos do negócio, situações de risco e então direcionarão a empresa para estratégias a fim de melhorar todos os procedimentos internos.

Regras para uma boa Due Diligence

É essencial que a equipe responsável pela auditoria se concentre nas informações realmente relevantes, evitando analisar documentos com dados que sequer impactem no resultado final do estudo.

Ela também deve manter uma relação cordial com os funcionários responsáveis pela entrega de documentos e fornecimento de informações, porém sempre assegurando haver um certo distanciamento, uma relação meramente profissional, para assim garantir a idoneidade das auditorias. Deve também haver planejamento e as informações devem ser solicitadas com antecedência e fora dos períodos de pico de trabalho a fim de evitar perturbações na rotina dos funcionários da empresa. O ideal é que os auditores se concentrem em um ou dois funcionários para entrega das informações.

Se for o caso e houver necessidade, os auditores podem também solicitar pequenas reuniões em conjunto para sanar dúvidas mais específicas.

Devemos relembrar que o procedimento é longo, a auditoria Due Dilligence é por natureza lenta e aprofundada, justamente para garantir a exatidão e abrangência do estudo. Ainda que seu negócio seja pequeno e o escopo da Due Diligence seja limitado, o processo ainda exigirá extrema dedicação.

Due Diligence: Como fica a Gestão?

A auditoria de Due Diligence permite que você estabeleça uma visão ampla sobre a verdadeira  situação do seu negócio ou determinado tema (exemplo: cenário ambiental). Além disso, o processo vai ajudar a compreender alguns aspectos importantes sobre a empresa, como seu posicionamento no mercado, projeções, ciência dos cumprimentos de requisitos e compliance, riscos relacionados ao negócio. E por fim irá otimizar processos e sanar problemas (talvez antes mesmo que estes apareçam).

Ao levantar todas as informações sobre a sua empresa, você terá conhecimento real da viabilidade dela no mercado, com base em dados concretos, adquirindo assim mais segurança para avançar. Além disso, a auditoria de Due Dilligence permite que você levante eventuais falhas na execução das atividades e procedimentos.

Entender como o seu negócio funciona, como o mercado responde às suas ações e como você pode melhorar, é essencial para a avaliação das oportunidades e também para o aumento da sua credibilidade. A auditoria de Due Dilligence inclusive favorece seu negócio em caso de uma eventual fusão, cisão, venda ou transferência, pois expõe todos os aspectos do negócio a possíveis compradores.

Conclusão

Conhecer a auditoria de Due Dilligence aplicá-la à realidade da empresa é uma oportunidade de conhecer problemas ocultos e que, continuando não identificados, possam vir a causar grandes problemas. Esta, aliás, é uma das grandes vantagens da Due Diligence: com ela, é possível prever e mensurar situações de risco que, até então, sequer haviam sido diagnosticadas.


Você sabe o que é Análise de Risco Jurídico?


 

A Análise de Risco Jurídico tem como objetivo assessorar os clientes na gestão de riscos ambientais, de saúde e de segurança de suas atividades, especificamente no que tange às obrigações legais.

O que é Análise de Risco Jurídico?

Numa Análise de Risco Jurídico, são avaliadas todas as não conformidades (desvios) identificadas em uma companhia durante a denominada Auditoria de Conformidade Legal. A partir daí, é criada uma Matriz de Risco personalizada, elaborada após a equipe jurídica correlacionar todos os desvios (ou seja, o não atendimento às exigências normativas) às penalidades administrativas, civis e penais que possam ser aplicadas.

Não conformidades são, nas palavras da própria ISO 9000:2015, o não atendimento a um requisito pré-estabelecido. Tais requisitos podem variar entre fatores externos (como as normas ISO ou os produtos proporcionados por um fornecedor) e fatores internos (como os processos e procedimentos da empresa).

Com esse levantamento, é possível classificar os riscos de acordo com o nível de criticidade de cada um, e então determinar quais devem ser as adequações prioritárias, ou seja, as omissões que devem ser regularizadas mais rapidamente a fim de evitar a ocorrência de possíveis danos e a aplicação de penalizações mais severas.

Planejando a Auditoria de Risco Jurídico

Ao planejar sua auditoria de risco jurídico e executá-la com assertividade, você irá gerir seus recursos e processos de tal maneira que será capaz de agir sempre na prevenção, poupando sua companhia da remediação. Além disso, também terá mais embasamento para tomar decisões estratégicas, priorizar recursos, realizar investimentos e gerar relatórios de seu desempenho legal.

Ao conhecer todas as obrigações aplicáveis e cumpri-las adequadamente, você evitará não-conformidades ou até mesmo uma perda de certificação (basta haver a reincidência de uma não-conformidade para isso acontecer).

Mesmo que não consiga atender a todas as legislações aplicáveis ao seu negócio — afinal são tantas leis, decretos, portarias, resoluções —, é inadmissível uma empresa alegar que não tinha conhecimento de determinada exigência legal. Por isso as Análises de Risco Jurídico são extremamente eficazes para o mapeamento das legislações aplicáveis e também para a verificação quanto ao cumprimento das obrigações impostas pela legislação.

É um procedimento recomendado a todas as organizações que desejem gerenciar suas não conformidades através de uma matriz de risco e deve ser adotado independentemente do porte da empresa e das atividades por ela desenvolvidas, afinal muitos requisitos legais são comuns e obrigatórios, por isso jamais podem deixar de ser verificados.

Como é feita a Análise de Risco Jurídico?

O ideal, é que a Análise de Risco Jurídico seja realizada por , pois esta não apenas vai poder se concentrar nas questões de compliance, mas também em todos os pormenores legais nem sempre abordados pelo setor jurídico convencional de uma companhia, visto serem bastante específicos.

Além disso, toda a documentação deve ser desvinculada do corpo funcional da organização a fim de garantir a idoneidade e o distanciamento necessários.

Todo o processo vai envolver uma série de passos, que vão exigir a participação de todos os colaboradores da empresa. Haverá avaliação de documentos, verificação in loco da realização de praticamente todos os processos internos, entrevistas com os funcionários e até mesmo a observação direta da execução das atividades.

Tudo isto vai dar origem a um relatório com foco jurídico, que então servirá como apoio para a construção de soluções às não conformidades, que podem envolver diversas áreas empresariais: segurança do trabalho, saúde, gestão ambiental, financeira etc.

Vantagens

A análise do risco jurídico irá impactar diretamente no resultado financeiro de sua organização, afinal evitará percalços legais e consequentemente  reparação de danos, pagamento de multas altíssimas por não cumprimento de conformidades, entre outras diversas sanções possíveis.

Além disso, qualquer falha em não cumprimento de compliance pode gerar outras consequências financeiras desagradáveis, como necessidade de contratação emergencial (e mais custosa) de consultoria jurídica especializada e até mesmo de assessoria de imprensa para o caso de a imagem da empresa ficar desgastada publicamente.

A prevenção de quaisquer destes problemas influencia no valor de mercado da empresa (tanto valor capital quanto valor humano). Por isso, é notória a importância da atuação da Análise de Risco Jurídico como elemento fomentador de uma governança sólida, estimando adequadamente as contingências e suas expectativas.

Vantagens de se fazer a Análise de Risco Jurídico

Eis mais algumas vantagens da contratação da Análise de Risco Jurídico:

– Estar sempre ciente das possíveis consequências de um eventual não atendimento a cada uma das não conformidades identificadas.

– Definir todas as ações prioritárias de atendimento.

– Evitar prejuízos financeiros, operacionais e também da imagem de sua companhia.

– Definir as prioridades de atendimento, evitando medidas corretivas desnecessárias aos métodos da empresa.

– Fazer o direcionamento adequado de tratativa dos desvios identificados. (O chamado Due Diligence; o relatório da Auditoria de Due Diligence apresenta todos os itens da Análise de Risco Jurídico complementado por pareceres e sugestões de adequação para solucionar cada um dos desvios identificados na empresa.).

Atendimento aos Requisitos Legais

Enfim, atender a todos os requisitos legais pode ser uma tarefa um tanto árdua, considerando que desvios certamente serão identificados e podem gerar conflitos (uma não conformidade dificilmente pode ser atribuída a uma pessoa ou a um grupo de pessoas; em geral eles são reflexos das falhas de um sistema ).

Os planos de ação devem ser implementados para que todo o estudo da causa da não conformidade e sua tratativa sejam eficazes no sentido de corrigir o desvio e evitar sua reincidência.

Inclusive, a Análise de Risco jurídico-institucional auxilia no desenvolvimento de um sistema padronizado de avaliação do risco que pode ser adotado pontualmente, tornando o trabalho de análise cada vez mais eficaz e produtivo.

A Análise de Risco jurídico é de suma importância para o crescimento saudável da empresa, evitando imbróglios legais que, se não solucionados, no longo prazo podem levar até mesmo ao encerramento forçado das atividades, visto que o não cumprimento das leis envolve questões grandiosas, que vão muito além do ambiente corporativo.


Conheça a Verde Ghaia Risco Legal, que realiza análises especializadas em legislação e em acordo com o cumprimento de todas as compliances necessárias para sua empresa.



Por que pensar em Gestão de Risco para o meu negócio?


 

Você sabe o que é Gestão de Risco?

Nesse texto abordaremos o que é gestão de riscos, quem é o profissional capaz de oferecê-la e quem deve procurá-lo. O famoso dito popular “é melhor prevenir do que remediar” é, como veremos, uma das grandes verdades no mundo empresarial.

Colocá-lo em prática pode ser decisivo para o seu empreendimento.Felizmente, existem ferramentas e profissionais capazes de auxiliar o empresário a se antecipar e enfrentar esses imprevistos.

O que é Gestão de Riscos?

A vida de um empreendedor, seja de qual ramo for, é feita de desafios. Momentos de altos e baixos são comuns e muitas vezes o inesperado acontece. Eventos que possam prejudicar a imagem da empresa, comprometer seus recursos materiais ou humanos e colocar a empresa diante de situações complicadas, como aquelas de alto impacto ambiental, social e financeiro. Estas são a regra e não exceção para aqueles que se aventuram no complexo e desafiador universo dos negócios.

Antes de tudo vale conceituar o que é um risco. E principalmente explicar o que é Gestão de Risco. Portanto, sempre que pensarmos em risco, temos que ter em mente, que se trata de uma probabilidade ou a possibilidade de um perigo. Assim, o risco nada mais é do que a probabilidade de um evento e os impactos por ele gerados.

Diante disso, a gestão de risco atua, com atividades sistematizadas. Isto é, antecipa-se à probabilidade de um perigo, reagindo aos desvios em relação ao esperado. Podendo assim, guiar e controlar uma empresa em busca de melhorias contínuas. Visando sempre reduzir ou até mesmo, beneficiar-se dos riscos e incertezas que se coloquem diante dela.

Gestão de Risco: solução para toda a organização

A consultoria consiste em uma prestação de serviço realizada para solucionar questões, acerca de um assunto específico por um profissional qualificado da área. Desta forma, a consultoria em gestão de risco representa uma atividade realizada por um profissional competente e que entende o que é gestão de risco a fundo. Tendo como finalidade, amparar àquele que necessita de ajuda para entender, examinar e tratar seus riscos.

A presença de um profissional qualificado é de extrema importância para gestão de risco de um empreendimento. Bem como, apresentar à organização a definição do que é gestão de risco, direcionada a área de atuação do empreendimento. Através de conhecimento e experiência técnica, o profissional tem a possibilidade de aplicar procedimentos e práticas de gestão, visando identificar, analisar, monitorar e tratar situações que possam comprometer a organização.

O risco é algo que faz parte da vida de qualquer pessoa.
Em um empreendimento não poderia ser diferente. Por isso, é fundamental que uma organização esteja sempre preparada para o surgimento de um determinado evento. A fim de que, caso este acontecimento resulte em impactos negativos, a organização consiga minimizar ou até mesmo evitar a ocorrência destes efeitos.

Assim, a preocupação e antecipação diante de riscos nunca deve ser secundarizada. Uma vez que qualquer empreendimento está constantemente exposto à riscos. Desta forma, um empreendedor responsável que faz gestão dos seus fornecedores e se preocupa com a longevidade de seus negócios, não pode deixar de buscar a assessoria de um Consultor de gestão de riscos.

Traçando ações Estratégicas para a sua Gestão de Risco

Através dos conhecimentos técnicos de um Consultor de gestão de riscos, é possível traçar um conjunto de ações estratégicas que irão identificar, controlar, coordenar e prevenir os riscos ligados à sua atividade empresarial. Para cada ramo de atividades os riscos são diferenciados e exigem soluções específicas. Ressalta-se que a organização deve entender bem o que é gestão de risco e como ela pode implicar no seu negócio.

Todavia, são comuns os benefícios advindos da contratação de um consultor em gestão de riscos. Enumeramos alguns:

* Fortalece a empresa no mercado, diante de concorrentes que não a façam e a colocando-a em pé de igualdade com as que fazem. Assim torna a empresa mais competitiva.

* Poupa dinheiro! Uma vez diante de um prejuízo – seja humano, material, ou à imagem da empresa – se gasta mais dinheiro do que se ele não tivesse acontecido. Além disso, se o empreendedor for pego de surpresa por um desvio, terá custos maiores para corrigi-lo do que se a ele tivesse se antecipado.

* Impede a perda de negócios feitos e a fazer. Consequentemente, dinheiro. Ninguém prefere fazer negócios de curto ou longo prazo, com uma empresa de imagem pública abalada. Ou até mesmo com saúde financeira prejudicada. A segurança e a confiança são fatores fundamentais para qualquer investidor.

* Impede danos a imagem da empresa, tais como os resultantes de diversos fatores como desvios éticos, danos ambientais, corrupção, etc. Hoje em dia, em tempos de rápida difusão da informação, pequenas coisas podem se torna uma verdadeira tempestade para a imagem da pública da empresa. É preciso se antecipar a elas e trabalhar estrategicamente quando acontecem.

Consultores para Gestão de Risco

É evidente que a não contratação de um Consultor de Gestão de Riscos poderá trazer resultados negativos. Por exemplo, tornar a empresa pouco competitiva, fazer com que perca dinheiro, perca de negócios futuros ou já firmados. Além de poder prejudicar a imagem da empresa.

Em cada ramo de uma atividade empresarial, os riscos são diferentes, contudo, os benefícios em administrá-los são comuns. Como foi dito, qualquer empreendimento está constantemente exposto a riscos. Portanto, não há um momento específico para a contratação de um Consultor em Gestão de Riscos. Porém, é aconselhável que a gestão de risco já esteja esquematizada antes mesmo da abertura de sua atividade empresarial.

Caso seu negocio já esteja em atividade, é recomendável que em momentos de expansão e/ou diversificação dos serviços, a ajuda especializada seja buscada.

Fale conosco e obtenha as orientações necessárias para começar a sua Gestão de Risco!

Camila Mota Cavalcante
Estagiária do Departamento de Gestão de Risco do Grupo Verde Ghaia
Graduanda em Direito / Participa Grupo de Estudos e Pesquisa em Bioética – GEPBio

Referências:
Dicionário Online de Português.
O que é gestão de riscos?
Gerenciamento de Risco e Sustentabilidade Empresarial


Deivison Pedroza e Consultores da Verde Ghaia lançam livro sobre Compliance Ambiental


 

Deivison Pedroza, pioneiro em gestão ambiental no Brasil, em parceria com as advogadas Raquel Varoni e Danielle Reis, lança dia 3 de maio, em Belo Horizonte, o livro Auditoria em Conformidade Legal – Compliance Ambiental na Prática. A obra foi publicada pela , cuja linha editorial é voltada à assuntos jurídicos de alta qualidade.

O livro Auditoria de Conformidade Legal: Compliance Ambiental na Prática se propõe a esclarecer a importância de uma Auditoria da Conformidade Legal dentro de um Sistema de Gestão Ambiental. A obra se divide em cinco capítulos os quais trazem os seguintes temas:

 O despertar da Consciência Ambiental: Fala da origem das preocupações ambientais, dos principais acidentes e das pressões ambientais.

Legislação Ambiental Brasileira: Trata da evolução da legislação ambiental, das normas ambientais e da Responsabilidade ambiental.

Sistema de Gestão Ambiental – SGA: Surgimento e evolução do SGA, ABNT ISO14001:2015 e as auditorias como ferramentas obrigatórias

Auditoria de Conformidade Legal: Compliance Ambiental, Conceito de Auditoria de Conformidade Legal e seus benefícios.

Auditoria de Conformidade Legal na Prática: Maior capítulo que trata o tratamento em uma auditoria de cada principal item da gestão ambiental: agrotóxicos, área contaminada, área de preservação permanente, cadastro Técnico Federal, controle de vetores e pragas, educação ambiental, efluentes líquidos, emissões atmosféricas, fumaça preta, incêndio / extintores, licenciamento ambiental, óleo lubrificante, outorga recursos hídricos, poluição sonora / ruído, Reserva Legal, resíduos sólidos em geral, resíduos construção civil, incineração de resíduos, pilhas e baterias, resíduos do serviço de saúde, lâmpadas, pneus, resíduos para coprocessamento, tanques de combustíveis, produtos perigosos e seu transporte.

Como pode ver, o livro abrange todo o sistema de gestão ambiental e, com certeza, será útil para muitos auditores, gestores e técnicos da área. É uma obra para consulta constante!

Propósito do Livro Compliance Ambiental

Propósito do Livro Compliance Ambiental escrito por Deivison Pedroza

A decisão de escrever sobre o assunto veio do potencial que a ferramenta de Auditoria de Conformidade Legal (ACL) tem na identificação das normas que devem ser obedecidas pelas organizações brasileiras. O objetivo é auxiliar as empresas à operarem suas atividades causando o mínimo de impactos ambientais negativos possíveis, de se certificarem no SGA, assim como, evitar possíveis penalizações na esfera ambiental.

Para a edição desse livro, a VERDE GHAIA levou em consideração sua experiência em auditorias ambientais realizadas por todo o Brasil, em empresas de diversos ramos de atividades. E, além disso, suas vivências com as “pressões ambientais exercidas sobre as empresas”.

Além dos autores, também ajudaram nessa obra os revisores Keziah Polliana e Carlos Eduardo de Morais, colaboradores dos setores de Comunicação e Jurídico, respectivamente.

Proposta dessa Obra

A proposta dessa obra é levar o leitor a uma reflexão de como as questões relativas ao meio ambiente elevou o Direito  Ambiental à categoria de Direito de Terceira Geração. Compreendendo assim, quais benefícios efetivos esta classificação pode trazer para a proteção do ambiente e para a sociedade.

A crítica de Willian Freire, explicita bem:

“A grande contribuição que esta elevação de patamar pode trazer para a questão ambiental é ampliar a cobrança e a fiscalização para além do setor produtivo e impor obrigações para todos os envolvidos (sociedade, Poder Executivo, Poder Judiciário, Poder Legislativo, Ministério Público, ONGs). A ineficiência administrativa, a irresponsabilidade orçamentária e a leviandade política refletem na ausência de política ambiental, na deficiência regulatória, na falta de estrutura dos órgãos ambientais, nos índices ridículos de saneamento básico, nos cursos d’água transformados em esgotos pelos Municípios, que passam a ser percebidos como preponderantes causadores diretos da desordem ambiental do país. (…) Se não houver mudanças de paradigmas de comportamento e de consumo, não há como salvar o Planeta Terra.”

Esse é o momento de reelaborarmos a forma de ver, pensar e realizar as nossas atividades enquanto empresário, consumidor e cidadão.

Informações:

O lançamento dessa obra acontecerá em breve. E será comercializada em várias livrarias:

  •  
  • Saraiva,
  • Amazon,
  • Livraria da Vila (em SP),
  • Livraria da Travessa (no RJ)
  • Submarino.com
  • Americanas.com
  • E em várias livrarias dos pequenos e distantes municípios.

Blog VG