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O que é Desenvolvimento Sustentável?

 

O Desenvolvimento Sustentável é um conceito criado em 1983 pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, da Organização das Nações Unidas (ONU), cuja proposta é aliar o desenvolvimento econômico à preservação e desenvolvimento ambiental. 

Em 2015, a ONU definiu 17 objetivos do desenvolvimento sustentável, os quais deverão reger as políticas nacionais e atividades de cooperação internacional dos Estados membros da ONU até 2030. São eles:

  1. Erradicar a pobreza
  2. Erradicar a fome
  3. Saúde de qualidade
  4. Educação de qualidade
  5. Equidade de gênero
  6. Água potável e saneamento
  7. Energias renováveis e acessíveis
  8. Trabalho digno e crescimento econômico
  9. Indústrias, inovação e infraestruturas
  10. Redução das desigualdades
  11. Cidades e comunidades sustentáveis
  12. Consumo e produção responsáveis
  13. Ação contra a mudança global do clima
  14. Vida na água
  15. Vida terrestre
  16. Paz, justiça e instituições eficazes
  17. Parcerias e meios de implementação

Desenvolvimento Sustentável proposto pela ONU

Embora bem-intencionados, alguns dos objetivos propostos pela ONU soam vagos em alguns aspectos. É como aquela pessoa que deseja muito “ser rica”, mas não faz a menor ideia de como chegar ao seu objetivo (ou não toma ações realistas para atingi-lo).

O que é desenvolvimento sustentavel?

Se uma empresa deseja fazer sua parte e aderir ao desenvolvimento sustentável, ela necessita de ações mais objetivas. Sendo assim, selecionamos algumas medidas de fácil adesão:

  • Utilização consciente dos recursos naturais: podem ser desde ações simples no dia a dia – como incentivar funcionários a não desperdiçarem água nos banheiros ou na cozinha – a questões mais complexas, como um programa para gestão da matéria-prima ou a instalação de painéis solares na empresa.     
  • Mudança nos padrões de consumo: um bom jeito de fazer isso, é eliminando o uso de copos descartáveis e incentivando os funcionários a levarem suas canecas de louça para o escritório. Também pode-se reavaliar o consumo de papel, de energia elétrica etc.
  • Programas de conscientização: todos os funcionários devem receber instruções constantes sobre ações socioambientais. Uma boa ideia é instituir algum tipo de programa anual, como uma “Semana de Conscientização Ambiental”, com ciclos de palestras e dinâmicas. Ou então realizar programas nos quais os funcionários colaborem pessoalmente (montando grupos para ajudar a recolher lixos em parque e praias, por exemplo).
  • Reciclagem: se sua empresa ainda não possui um programa de reciclagem, está na hora de pensar no assunto. Inclusive, é possível converter resíduos em fonte de renda. A empresa VG Resíduos é um programa da Verde Ghaia que conecta diretamente fornecedores de resíduos e partes interessadas em utilizá-los como matéria-prima, a fim de incentivar o reaproveitamento de descartes.
  • Reflorestamento: Muitas empresas fazem parte de programas de reflorestamento. Procure os órgãos administrativos e governamentais de sua cidade ou estado para saber como participar.
  • Sistema de gestão ambiental: implemente um sistema de gestão ambiental. Se bem coordenado, ele pode modificar completa e positivamente as diretrizes ambientais de sua empresa. Se não faz ideia de como começar, uma boa ideia é seguir os tópicos da ISO 14001, a norma internacional voltada exatamente para a implementação de um sistema de gestão ambiental. Ela é projetada para ajudar as empresas a adequarem suas responsabilidades ambientais aos seus processos internos, tudo sem perder o sucesso comercial.

Medidas para o Desenvolvimento Sustentável

Lembrando que muitas medidas para o desenvolvimento sustentável se aliam às conformidades necessárias para se obter licenças ambientais, as quais muitas vezes são imprescindíveis para que uma empresa tenha  autorização para operar. Além disso, estando em dia com questões ambientais, você cumpre e legislação e evita prejuízos e multas desnecessárias por agressão à natureza.

Além disso, antes de fechar contrato, muitas empresas internacionais exigem a comprovação de medidas que prezam por valores ambientais.

Simplesmente não existe desvantagem em aderir a um programa de desenvolvimento sustentável. Basta adequar as medidas ao tamanho e capacidade de sua organização.

Como a consultoria especializada pode ajudar?

O Programa de Sustentabilidade da Verde Ghaia tem como premissa criar um ambiente colaborativo, solidário, consciente e que estimule o desenvolvimento e a produtividade. Para isso, ele está sendo desenvolvido por colaboradores voluntários da empresa, tendo como apoiadores as áreas de Gestão de Pessoas, Comunicação e Diretoria Técnica.

O programa tem como base os pilares ambiental, social e econômico/qualidade, sendo norteado pelas normas internacionais ISO 90001 (qualidade), ISO 14001 (meio ambiente), SA8000/NBR 16001/ISO 260001 (responsabilidade social), OHSAS 18001 (saúde e segurança ocupacional) e ISO 14064 (mudanças climáticas).

Fale conosco e saiba como obter uma empresa que adota em seu processos a sustentabilidade!


Indicadores de risco para atender Requisitos Legais?

 

No artigo de hoje, faremos uma explanação de como atender Requisitos Legais através de Indicadores.

Entenda sobre os Riscos do negócio

Risco é definido como “acontecimentos, condições ou circunstâncias futuras que podem provocar impacto, normalmente negativo, em um projeto ou empreendimento, como prejuízos ou danos”. É a probabilidade de algo vir a ocorrer. Mas ao contrário de ser algo apenas negativo, como a própria norma ISO 31000 afirma, o risco pode apresentar também uma oportunidade para o negócio.

Então, indicadores de risco são indicadores sobre os principais riscos aos quais uma organização está exposta. Explicando melhor, são as métricas utilizadas pelas empresas para verificarem qual é o potencial de exposição a um determinado risco, como se antecipar à ocorrência de um risco e reduzir seus impactos negativos ou, ainda, como maximizar alguma oportunidade.

Através desses indicadores, ou seja, dessas métricas, torna-se possível monitorar o nível de risco de uma área ou da própria organização como um todo. Assim sendo, os indicadores de risco fornecem informações significativas para o atingimento de metas estratégicas, sinalizando a necessidade de ações a serem tomadas, dando suporte à análise crítica dos resultados e às tomadas de decisão, e é exatamente por isso que devem estar alinhados aos objetivos da empresa.

O que os Indicadores de Risco geram para a empresa?

Os indicadores de risco atendem a cinco requisitos: são mensuráveis, previsíveis, comparáveis durante um período de tempo, devem ter uma pessoa responsável por cada indicador, e devem estar inseridos dentro do contexto do negócio.

Portanto, são os indicadores de risco os responsáveis por medirem os riscos potenciais e por permitirem ações em tempo hábil, garantindo, desse modo, o sucesso de uma organização. Nisso reside a sua extrema importância para todas as empresas. Por isso, os indicadores de risco devem estar sempre associados às áreas do negócio cujo não atendimento à legislação causa maior impacto no sucesso/desempenho da organização, podendo assim contribuir no gerenciamento e no atendimento aos requisitos legais aplicáveis.

Como avaliar os indicadores de risco?

Os indicadores de risco, ao permitir monitorar diversos processos internos e externos, o desempenho de cada um e da atividade como um todo, ajuda a identificar o que deve ser foco de atenção visando o atendimento dos requisitos legais. É por este motivo que se torna necessário buscar sempre por indicadores que possam contribuir realmente para tornar esse processo eficiente e garantir a manutenção do sistema de gestão.

Um dos pontos a ser destacado para que isso aconteça é que os gerentes/diretores das mais diversas áreas da organização se comuniquem entre si. Por exemplo, o gerente do departamento de qualidade deve falar com o da área ambiental e ambos com o da área de segurança e saúde ocupacional, que também precisam conversar com o administrativo e o financeiro. E assim por diante.

Todos os departamentos devem manter esse diálogo, de modo que todos deixem claro os gastos ocorridos com multas, sanções, retrabalho, corretivos. São esses dados que farão diferença para a alta direção compreender a importância de se investir num sistema de gestão que gere indicadores com dados assertivos para as tomadas de decisão.

Portanto, se toda a decisão estratégica é feita com base nos indicadores que se controla na gestão, é preciso que a organização sempre esteja em busca dos indicadores mais adequados para seu negócio, que sejam capazes de apontar para estratégias de crescimento e de novas oportunidades de negócio, bem como para o crescimento sustentável da organização.

Como usar os indicadores para gerenciar requisitos?

Hoje a modernidade e a tecnologia vieram para facilitar as nossas vidas. E com os indicadores de risco para o gerenciamento do atendimento aos requisitos legais de uma organização não foi diferente.

Há 20 anos a Verde Ghaia é referência no mercado nacional na assessoria e monitoramento dos requisitos legais. A empresa sempre está em busca do que existe de mais moderno e inovador, desenvolvendo metodologias próprias para simplificar a vida de seus clientes.

A Verde Ghaia desenvolveu o SOGI, o seu Software Online de Gestão Integrada, que já está em sua oitava geração e agora conta com inteligência artificial também para ajudar no processo de monitoramento de leis (se quiser saber sobre essa inovação da Verde Ghaia, é só clicar aqui).

Como atender requisitos legais?

O SOGI é uma ferramenta que ajuda as organizações no gerenciamento do atendimento aos requisitos, sendo capaz de gerar indicadores de riscos condizentes ao andamento dos atendimentos da organização, contribuindo assim para a gestão das obrigações mais críticas e mais personalizada. Por ser um software para a gestão integrada, ele agrega diversas funcionalidades, de modo que você possa fazer uma gestão baseada na prevenção de riscos.

Com o SOGI os clientes da Verde Ghaia que o utilizam conseguem administrar seus indicadores com mais assertividade e realmente fazer a sua gestão. Por exemplo, de maneira bem simples e intuitiva é possível verificar quais os requisitos de maior ou menor risco, que precisam ser atendidos prioritariamente, o custo do atendimento dos requisitos (e também do não seu atendimento), sendo possível também elaborar gráficos e relatórios que ilustram melhor o cenário atualizado da empresa em relação ao atendimento legal dos requisitos. E a gestão pode ser feita por cada unidade corporativa ou de todo o grupo de empresas, de forma geral.

São tantas vantagens e benefícios para uma organização que fica difícil falar tudo em um texto só. Então, para saber mais sobre o SOGI e sobre indicadores de risco, entre em contato com os consultores Verde Ghaia e descubra porque melhorar todos os seus resultados só depende de uma decisão sua!

Agora é a sua vez de definir com a sua equipe como atender requisitos legais do seu negócio. Se houver alguma dúvida, Fale conosco! A Verde Ghaia possui uma equipe capacitada para te auxiliar.


Retrospectiva 2019: Requisitos Legais de Meio Ambiente e SSO

 

Para você se manter atualizado: Lista dos Requisitos legais em Meio Ambiente e SSO – Saúde e Segurança Ocupacional em 2019 e as alterações relacionadas às normas.

Ibama institui sistema de gestão de licenciamento ambiental federal

A Instrução Normativa Ibama nº 26, de 06-12-2019 instituiu o Sistema de Gestão do Licenciamento Ambiental Federal – Xis-LAF.

Segundo os artigos 3º e 4º desta Instrução Normativa, as etapas formais do processo de licenciamento ambiental, bem como todas as solicitações de serviços que sejam relacionados ao licenciamento ambiental federal, devem ser realizadas por meio do SisG-LAF, que pode ser acessado eletronicamente através do Portal de Serviços do Governo Federal.

ANM aprova novas regras para Barragens

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Mineração – ANM aprovou no dia 12 de agosto de 2019, a Resolução ANM nº 13, de 08-08-2019, que estabelece medidas regulatórias objetivando assegurar a estabilidade de barragens de mineração, notadamente aquelas construídas ou alteadas pelo método denominado “a montante” ou por método declarado como desconhecido e dá outras providências.

A presente Resolução proíbe a utilização do método de alteamento de barragens de mineração denominado “a montante” em todo o território nacional. Entende-se por método “a montante”: a metodologia construtiva de barragens onde os maciços de alteamento, se apoiam sobre o próprio rejeito ou sedimento previamente lançado e depositado, estando também enquadrados nessa categoria os maciços formados sobre rejeitos de reservatórios já implantados.

MTE proíbe construções nas áreas à jusante das barragens

O secretário especial de previdência e trabalho do ministério da economia aprovou a Portaria MTE nº 210, de 11-04-2019 que altera a Norma Regulamentadora nº 22 – Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração.

Fica expressamente proibido a concepção, a construção, a manutenção e o funcionamento de instalações destinadas a atividades administrativas, de vivência, de saúde e de recreação da empresa ou Permissionário de Lavra Garimpeira localizadas nas áreas à jusante de barragem sujeitas à inundação em caso de rompimento, consideradas tais situações de risco grave e iminente e passíveis de interdição da instalação da empresa ou Permissionário de Lavra Garimpeira. 

Alterado regulamento da TFRM

O Regulamento da Taxa de Controle, Monitoramento e Fiscalização das Atividades de Pesquisa, Lavra, Exploração e Aproveitamento de Recursos Minerários – TFRM foi alterado pelo Decreto Nº 47.575, de 28-12-2018.

Dentre as alterações, destaca-se a alteração no art. 14, que passa a exigir a entrega mensal da Declaração de Apuração da TFRM – TFRM-D à SEF para as pessoas físicas e jurídicas que possuírem títulos de lavra e realizarem pesquisa, lavra, exploração, aproveitamento, venda ou transferência entre estabelecimentos pertencentes ao mesmo titular do mineral ou minério. Na antiga versão, esta obrigatoriedade aplicava-se apenas às pessoas físicas e jurídicas que efetuavam vendas ou transferências entre estabelecimentos pertencentes ao mesmo titular do mineral ou minério.

Novas regras para barragens de atividades minerárias em MG

Considerando a manifestação do Governo Federal sobre a necessidade urgente de alteração das regras previstas na Política Nacional de Segurança de Barragens, e recomendações aos órgãos e entidades da administração pública federal com ações e medidas de resposta à ruptura da barragem do Córrego do Feijão, no Município de Brumadinho, Estado de Minas Gerais, a SEMAD aprovou no dia 30 de janeiro de 2019 a Resolução Conjunta SEMAD-FEAM nº 2.765, de 30-01-2019.

A presente Resolução determina a descaracterização de todas as barragens de contenção de rejeitos, alteadas pelo método a montante, provenientes de atividades minerárias, existentes em Minas Gerais.

MG Institui nova política de segurança de barragens

A Lei nº 23.291, de 25-02-2019 aprovou a Política Estadual de Segurança de Barragens, a ser implementada de forma articulada com a Política Nacional de Segurança de Barragens – PNSB, estabelecida pela Lei Federal nº 12.334, de 20-09-2010, e com as Políticas Nacional e Estadual de Meio Ambiente e de Proteção e Defesa Civil.

Esta lei se aplica às barragens destinadas a acumulação ou a disposição final ou temporária de rejeitos e resíduos industriais ou de mineração, bem como, as barragens de água ou líquidos associados a processos industriais ou de mineração, que apresentem, no mínimo, uma das seguintes características:

1. altura do maciço, contada do ponto mais baixo da fundação à crista, maior ou igual a 10m (dez metros);

2. capacidade total do reservatório maior ou igual a 1.000.000m³ (um milhão de metros cúbicos);

3. reservatório com resíduos perigosos;

4. potencial de dano ambiental médio ou alto, conforme regulamento.

Biólogo como responsável técnico em processos de Outorga

O Conselho Federal de Biologia – CFBio, frente à necessidade de regulamentar a atuação do Biólogo na coordenação, execução e elaboração de Processos de Outorgas de Direito de Uso de Recursos Hídricos aprovou a Resolução CFBIO nº 500, de 08-02-2019.

Nos processos de Outorga de Direito de Uso de Recursos Hídricos, o Biólogo poderá exercer Responsabilidade Técnica (RT), coordenação, execução, assessoria e demais atividades profissionais previstas no art. 3º da Resolução CFBio nº 227/2010, de forma autônoma ou em instituições públicas ou privadas, de acordo com a sua formação.

Novas regaras para o transporte de produtos perigosos em MG

O Decreto nº 47.629, de 01-04-2019 regulamenta a Lei nº 22.805, de 29-12-2017, que estabelece medidas relativas a acidentes no transporte de produtos ou resíduos perigosos no Estado de Minas Gerais.

O transportador deve manter serviço de atendimento a emergência em regime de plantão permanente de 24 (vinte e quatro) horas durante o período em que houver transporte de produtos ou resíduos perigosos, incluindo o carregamento e o descarregamento. Já o expedidor e o contratante do transporte devem disponibilizar plantão de atendimento 24 (vinte e quatro) horas para acionamento imediato em caso de acidentes e emergências com produtos e resíduos perigosos, independentemente do serviço disponibilizado pelo transportador.

MP altera a CLT sobre contribuição sindical

A Medida Provisória nº 873, de 01-03-2019 publicada no Diário Oficial da União do dia 01-03-2019 alterou a Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, para dispor sobre a contribuição sindical, e revogou dispositivo da Lei nº 8.112, de 11-12-1990.

As alterações tratam dos descontos feito pelos empregadores na folha de pagamento dos empregados e a forma em que devem ser feitas, bem como quais contribuições podem ser exigidas aos filiados do sindicato.

Assinatura e a guarda eletrônicas de documentos de SSO

A Portaria nº 211, de 11-04-2019 dispõe sobre a assinatura e a guarda eletrônicas dos documentos relacionados à segurança e saúde no trabalho.

De acordo com a presente Portaria os seguintes documentos assinados eletronicamente são considerados válidos:

1. Programa de Controle de Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO;

2. Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA;

3. Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR;

4. Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil- PCMAT;

5. Programa de Proteção Respiratória – PPR;

6. Atestado de Saúde Ocupacional – ASO;

7. Programa de Gestão de Segurança, Saúde e Meio Ambiente do Trabalhador Rural – PGSSMTR;

8. Análise Ergonômica do Trabalho – AET;

9. Plano de Proteção Radiológica – PRR;

10. Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfurocortantes;

11. Certificados ou comprovantes de capacitações contidas nas Normas Regulamentadoras;

12. Laudos de insalubridade e periculosidade, e demais documentos exigidos com fundamento no art. 200 do Decreto-lei n° 5.452, de 01-05-1943 – CLT.

Excepcionalmente poderá ser aceita a apresentação do documento em papel quando a geração do mesmo em formato digital se mostrar comprovadamente inviável, seja em razão de sua natureza ou do local onde a fiscalização venha a ser realizada.

Controle e fiscalização de produtos controlados pela PF

A Portaria MJSP nº 240, de 12-03-2019 estabelece procedimentos para o controle e a fiscalização de produtos químicos e define os produtos químicos sujeitos a controle pela Polícia Federal.

Para regular exercício das atividades com produtos químicos controlados, as pessoas físicas ou jurídicas deverão se cadastrar na Polícia Federal a fim de obter o CRC, bem como requerer o CLF ou a AE. A pessoa física ou jurídica habilitada somente poderá realizar as atividades com os produtos químicos que estiverem ativos em seu cadastro.

Polícia Federal estabelece regras para utilização do SIPROQUIM 2

O Diretor-Executivo da Polícia Federal aprovou a Portaria DPF nº 10, de 16-04-2019 que estabelece normas e procedimentos para a implantação e funcionamento do Sistema de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos (SIPROQUIM 2) no âmbito da Polícia Federal.

O Siproquim 2, especificamente os módulos autoatendimento, cadastro e mapas, entrará em funcionamento no dia 12 de junho de 2019, data em que haverá mudança nos procedimentos referentes ao cadastro, licença, envio de mapas de controle e demais solicitações. Todos os requerimentos/comunicados/informações deverão a partir do dia 12 de junho de 2019 ser realizados no Siproquim 2, seguindo as regras estabelecidas na Portaria MJSP Nº 240, de 12-03-2019.

Novas regras para utilização de armas de fogo

O Presidente da República aprovou o Decreto Nº 9.847, de 25-06-2019 que regulamenta a Lei nº 10.826, de 22-12-2003, com o objetivo de estabelecer regras e procedimentos para a aquisição, o cadastro, o registro, o porte e a comercialização de armas de fogo e de munição, bem como dispõe sobre a estruturação do Sistema Nacional de Armas SINARM do Sistema de Gerenciamento Militar de Armas SIGMA.

O Decreto determina que o Sistema Nacional de Armas – SINARM, instituído no âmbito da Polícia Federal do Ministério da Justiça e Segurança Pública, manterá cadastro nacional, das armas de fogo importadas, produzidas e comercializadas no País. Desta forma, todos os armeiros em atividade no País e as respectivas licenças para o exercício da atividade profissional, os produtores, os atacadistas, os varejistas, os exportadores e os importadores autorizados de arma de fogo, acessórios e munições, os instrutores de armamento e de tiro e os psicólogos credenciados para a aplicação do exame de aptidão psicológica devem estar devidamente cadastrados no SINARM.

Atualizado Regulamento para o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos

A Resolução ANTT nº 5.848, de 25-06-2019 atualiza o regulamento para o transporte rodoviário de produtos perigosos. O transporte por vias públicas de produtos classificados como perigosos fica submetido às regras e aos procedimentos estabelecidos neste Regulamento e nas suas Instruções Complementares, sem prejuízo do disposto nas normas específicas de cada produto.

Para a realização do transporte rodoviário remunerado de produtos perigosos, o transportador deve estar devidamente inscrito em categoria específica do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas – RNTRC, e comprovar prévia inscrição no Cadastro Técnico Federal de Atividade Potencialmente Poluidora CTF/APP, quando exigido pelo Ibama, bem como realizar avaliação da conformidade dos veículos e equipamentos de transporte de produtos perigosos a granel, quando aplicável, por meio de inspeção ou certificação.

Aprovado nova redação da NR-01

Publicado no Diário Oficial da União do dia 31-07-2019 a Portaria ME nº 915, de 30-07-2019, que aprovou a nova redação da Norma Regulamentadora nº 01 (NR 01) – Disposições Gerais. A observância desta NR não desobriga as organizações do cumprimento de outras disposições que, com relação à matéria, sejam incluídas em códigos de obras ou regulamentos sanitários dos Estados ou Municípios, bem como daquelas oriundas de convenções e acordos coletivos de trabalho.

Aprovado nova versão da NR-12

A Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia publicou no Diário Oficial da União do dia 31-07-2019 a Portaria ME nº 916, de 30-07-2019, que trouxe uma nova versão para a Norma Regulamentadora nº 12 (NR-12) – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos.

Publicada alterações da NR 09, NR 15 e NR 28

A Portaria ME nº 1.359, de 09-12-2019 aprovou o Anexo 3 – Calor – da Norma Regulamentadora nº 9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, alterou o Anexo 3 – Limites de Tolerância para Exposição ao Calor – da Norma Regulamentadora nº 15 – Atividades e Operações Insalubres e o Anexo II da NR nº 28 – Fiscalização e Penalidades.

A principal alteração na NR-09 foi a inclusão do Anexo 3, que define critérios para prevenção dos riscos à saúde dos trabalhadores decorrentes das exposições ocupacionais ao calor.

O empregador deve orientar os trabalhadores especialmente quanto aos seguintes aspectos: fatores de risco relacionados à exposição ao calor; distúrbios relacionados ao calor, com exemplos de seus sinais e sintomas, tratamentos, entre outros; necessidade de informar ao superior hierárquico ou ao médico a ocorrência de sinais e sintomas relacionados ao calor; medidas de prevenção relacionadas à exposição ao calor, de acordo com a avalição de risco da atividade; informações sobre o ambiente de trabalho e suas características; e situações de emergência decorrentes da exposição ocupacional ao calor e condutas a serem adotadas.

Nova redação da NR-20

Foi publicado no Diário Oficial da União do dia 10/12/2019 a Portaria ME nº 1.360, de 09-12-2019, que aprova a nova redação da Norma Regulamentadora nº 20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis, bem como altera o Anexo II da Norma Regulamentadora nº 28 – Fiscalização e Penalidades.

De acordo com a Portaria SIT nº 787, de 27-11-2018 que dispõe sobre as regras de aplicação, interpretação e estruturação das Normas Regulamentadoras a NR-20 e seus anexos serão interpretados conforme o disposto na tabela abaixo:

Regulamento Tipificação
NR-20 NR especial
Anexo I – Critérios para Capacitação dos Trabalhadores e Conteúdo Programático Tipo 1
Anexo II – Exceções à Aplicação do Item 20.4 (Classificação das Instalações) Tipo 2
Anexo III – Tanques de Inflamáveis no Interior de Edifícios Tipo 2

Procedimentos administrativos para atividades com explosivos

O Comandante Logístico do Exército aprovou a Portaria COLOG nº 147, de 21-11-2019, que dispõe sobre procedimentos administrativos para o exercício de atividades com explosivos e seus acessórios e produtos que contêm nitrato de amônio.

A partir de dezembro de 2019 as empresas que fabricam, importam, exportam, comercializam, utilizam e prestam serviços envolvendo explosivos devem documentar os demonstrativos de entrada e de saída por meio do SICOEX – Sistema de Licenciamento de Exportações, Importações e Reexportações. A destinação final dos produtos controlados de que trata esta portaria e de suas embalagens, deve seguir, no que couber, as orientações da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305, de 02-08-2010).

Condições mínimas de segurança, sanitárias e de conforto para motoristas profissionais

A Portaria ME nº 1.343, de 02-12-2019 estabelece as condições mínimas de segurança, sanitárias e de conforto nos locais de espera, de repouso e de descanso dos motoristas profissionais de transporte rodoviário de passageiros e de cargas.

Para cumprimento do disposto nesta Portaria, não é permitida a utilização de banheiros químicos.

Todas as instalações sanitárias devem ser separadas por sexo; possuir gabinetes sanitários privativos, dotados de portas de acesso que impeçam o devassamento, com dispositivo de fechamento, cesta de lixo e papel higiênico; lavatórios dotados de materiais para higienização e secagem das mãos; chuveiros com água fria e quente; proporção mínima de 1 (um) gabinete sanitário, 1 (um) chuveiro e 1 (um) lavatório, por sexo, para cada 20 (vinte) vagas ou fração, considerando a quantidade de vagas no estacionamento destinadas ao atendimento dos motoristas profissionais de transporte; rede de iluminação, bem como ser mantidas em adequadas condições de higiene, conservação, funcionamento e organização.

Caroline Dias / Departamento Jurídico

Auditoria Jurídica e a Gestão de Risco para a Governança Corporativa

 

A relação entre Auditoria Jurídica e a Gestão de Risco é tão importante que será assunto deste artigo. Por isso, nas próximas linhas, vamos explicá-la melhor, demonstrando onde ela poder ser realizada e como obter esse serviço para melhorar os processos da sua empresa, visando economiza de tempo e dinheiro, e ainda contar com a certeza de estar sempre em Compliance. 


Sugestão de Leitura: Compliance Sustentável: preocupação da Renault do Brasil.


Primeiramente, questiono a você, leitor, se acha possível que as organizações evitem lesões por esforço repetitivo em seus colaboradores? Se é possível evitar o descarte irregular de resíduos de uma indústria? Ou ainda, se é possível evitar que um incêndio possa vir a ocorrer dentro de uma área na organização? As respostas podem parecer óbvias, claro. Mas, será que tudo pode ser, sempre evitado?

Embora, às vezes tenhamos a sensação de que nem todos sabem ou fingem não saber sobre os riscos às quais as atividades das empresas estão sujeitas, é preciso saber exatamente. Essa ignorância – proposital ou não – no entanto, pode gerar prejuízos enormes, especialmente financeiros e outros irreparáveis.

Por isso, consideramos esse artigo sobre a relação entre Auditoria Jurídica e a Gestão de riscos tão importante para os negócios continuarem em desenvolvimento e crescimento. Boa leitura!

Entendendo sobre os Riscos em uma empresa

Riscos são inerentes a qualquer atividade ou organização e, em uma empresa, eles são a principal causa de prejuízo econômico. Podemos citar os riscos que existem em relação ao patrimônio da empresa, como equipamentos, roubos, furtos, incêndios; os riscos de doenças e acidentes de trabalho que podem acontecer com os colaboradores; e também os riscos que podem causar uma indenização a terceiros, como os riscos ambientais, os problemas na qualidade de produtos e serviços, dentre outros.

Há vários exemplos de riscos, como os citados acima, que uma empresa está sujeita. E eles podem vir a acontecer devido aos fatores e influências internas e externas as quais a organização está sujeita, sendo esses passíveis de gerar consequências negativas. Contudo, os riscos podem ser evitados. E para isso é fundamental que a organização implemente uma gestão de riscos.

Primeiramente, deixa-se claro que, a Gestão de riscos é um processo pelo qual o risco é medido ou estimado, e a partir desses dados, elaboram-se as estratégias, desenvolvendo e aplicando-nas nos processos da organização, de modo que seja possível evitá-los, reduzi-los ou mitigá-los.

Além disso, a gestão de riscos ajuda a definir como a empresa deverá alinhar seu processo de planejar, organizar, dirigir e controlar os recursos humanos e materiais da organização, visando minimizar ou aproveitar os riscos, assim como as incertezas, que possam causar danos ao projeto, às pessoas, ao meio ambiente e a imagem da empresa.

Processos da Auditoria Jurídica e Gestão de Riscos

A implementação de um programa de gestão de riscos faz parte de um dos processos da Auditoria Jurídica (também chamada de Auditoria Legal) que permite, previamente, a identificação, qualificação, quantificação e monitoramento das ameaças à “saúde legal” da organização. Sendo assim, quando os riscos são identificados, eles passam a ter relevância para a tomada de decisão, orientando estrategicamente a organização a prevenir e/ou minimizar seu impacto no negócio.

Além disso, esses dados ajudam nas questões corporativas, ajudando a organização a sair da vulnerabilidade que o risco a leva ou que pode se transformado em um problema muito mais sério.

A gestão de riscos e a Auditoria Jurídica

A gestão de riscos faz parte da implementação da Auditoria Jurídica que, por sua vez, é uma das mais importantes ferramentas de gestão empresarial. Ela permite que se conheça todo o ordenamento jurídico de um negócio, passando por todos os seus setores e departamentos com o objetivo de potencializar a governança corporativa, de forma que a empresa desenvolva suas atividades com segurança e com o mínimo de intervenções litigiosas. 

É a Auditoria Jurídica que vai permitir conhecer os riscos a que um negócio está exposto. Conhecendo os riscos, é possível avaliá-los através da auditoria de conformidade legal, para verificar todas as não-conformidades, ou desvios, a que a empresa está sujeita e qual a sua correlação às penalidades administrativas, civis e penais que possam ser aplicadas.

Esta matriz de risco criada permite classificar os riscos de acordo com o nível de criticidade de cada um a fim de determinar quais são mais críticos, quais devem ser as prioridades e quais são as estratégias a serem adotadas para evitar possíveis danos ou penalizações mais severas.

Portanto, a Auditoria Jurídica e a gestão de riscos evidenciam os pontos frágeis existentes na organização de maneira que eles possam ser tratados e/ou minimizados, seja em áreas trabalhistas, tributárias, ambientais ou cíveis.

É possível, antecipar-se aos riscos da organização?

Conhecer estes riscos e poder se antecipar a eles, identificando-os antes mesmo deles virem a se tornar problemas ou mesmo anulando potenciais riscos futuros, traz a você vantagem competitiva diante do mercado, permite agir com mais confiança nas tomadas de decisão e oferece proteção para seu negócio.

Isso é a gestão de riscos e daí está a sua importância e relação com a Auditoria Jurídica, pois ambas permitem o crescimento saudável da empresa ao proporcionar um olhar mais assertivo e preventivo sobre o negócio para garantir mais segurança e sucesso à organização.

Onde é possível fazer uma Auditoria Jurídica?

Duas áreas se destacam quando se fala em Auditoria Jurídica. A primeira é a ambiental, na qual são analisados todos os requisitos legais aplicáveis à atividade desempenhada pela empresa, às normas, às autorizações envolvidas na atividade, verificando atividades potencialmente poluidoras e se tudo está em conformidade.

Outra área importante é a da governança corporativa. Nela são feitos acompanhamentos de manuais de compliance e códigos internos da empresa, verificando os códigos de conduta e ações de antissuborno e anticorrupção. Importante destacar que hoje clientes, fornecedores e investidores muitas vezes vêm promovendo diligências no sentido de verificar os programas de compliance e de gestão dos riscos legais relativos aos seus parceiros comerciais. Outras áreas também que podem sofrer atuação da Auditoria Jurídica são a trabalhista, a tributária, a societária e a cível.

Independente da área, o papel da Auditoria Jurídica na gestão de riscos tem como finalidade identificar quais leis a empresa precisa seguir, visando os trabalhos de due diligence, bem como os potenciais problemas e as melhores soluções para o crescimento do negócio. Esta é uma tarefa de cunho preventivo, a fim de evitar contenciosos, com o objetivo de instaurar uma cultura organizacional sustentável e uma mentalidade voltada para o compliance.


Sugestão de Leitura: Principais tendências de um Programa de Compliance


Contrate um serviço especializado de conformidade legal!

Você não precisa se preocupar com a gestão de riscos e a Auditoria Jurídica na sua organização porque a Verde Ghaia pode fazer isso por você! Com uma experiência de mais de 20 anos no mercado de assessoria e monitoramento de requisitos legais, ela possui profissionais experientes e qualificados em sistemas de gestão e conformidade legal que fazem com que a auditoria não seja apenas uma obrigação para a certificação, mas sim um importante e eficiente instrumento de gestão.

A Verde Ghaia também conta com o que existe de mais moderno quando o assunto são sistemas de gestão: o SOGI, ou o Software Online de Gestão Integrada. Ao contratá-lo, você tem disponível o serviço de Auditoria de conformidade legal da Verde Ghaia que faz exatamente tudo o que foi mostrado nesse artigo: apresentando as legislações aplicáveis ao seu negócio, informando se estão sendo cumpridas, priorizando ações necessárias para estar em conformidade, avaliando a existência de divergências entre a atividade desempenhada e as obrigações legais e vai oferecer uma análise de custos para uma melhor alocação de recursos financeiros. Além disso, a Verde Ghaia deixa a sua empresa preparada para fiscalizações e auditorias externas.


E ainda tem mais!

Por ser cliente Verde Ghaia, ao contratar o SOGI e realizada a Auditoria de Conformidade Legal, automaticamente a sua organização está apta a participar do Prêmio Compliance Brasil, um dos maiores prêmios do país que reconhecem e premiam as melhores empresas que estão em compliance.


Nós priorizamos não apenas cumprir tudo o que é exigido, mas sim fazer o reconhecimento a nível nacional por todo esforço e trabalho realizado ao longo do ano. Quer saber mais sobre o serviço de auditoria de conformidade legal da Verde Ghaia e o Prêmio Compliance Brasil?

Então entre em contato conosco!

Por que instaurar uma Política Antissuborno?

 

Verde Ghaia está sempre atenta às necessidades de mercado, inovando mais uma vez e agregando valor ao seu software SOGI, com as normas (leis e decretos) vigentes no Brasil, relacionadas ao tema antissuborno e anticorrupção.

Estes dois termos visam normas para coibir práticas e atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira, as quais podem ser verificadas pelos clientes da VERDE GHAIA no Módulo LIRA Antissuborno – Lista Interna de Requisitos Aplicáveis.

Qual o objetivo da LIRA Antissuborno?

O objetivo macro da nova LIRA é dar suporte para que as organizações promovam, internamente e no mundo corporativo, um ambiente mais íntegro, ético e transparente. A Verde Ghaia oferece exatamente as soluções que o seus clientes nas mais diversas frentes, precisam. Como, por exemplo:

  • Disponibilização da LIRA Antissuborno;
  • Disponibilização da LIRA Antissuborno e do módulo de Riscos do Negócio para que as organizações possam mapear não só a legislação aplicável, mas também os riscos inerentes;
  • Assessoramento completo, a fim de que o cliente, além de ter acesso a LIRA Antissuborno e ao módulo de Riscos do Negócio, ainda conheça demais normas e obrigações aplicáveis ao seu negócio para que a empresa ateste seu Compliance (ISO 19600 – Sistema de gestão de compliance) e esteja apta a certificação proposta na ISO 37001 (Sistema de gestão antissuborno).

Quais são as diferenças entre Suborno e Corrupção?

Suborno é um ato ilícito que consiste na ação de induzir alguém a praticar determinado ato em troca de dinheiro, bens materiais ou outros benefícios particulares. No âmbito do Direito, o suborno está tipificado como crime de corrupção no Código Penal Brasileiro.

É considerado suborno qualquer oferecimento, pagamento ou promessa a uma autoridade pública, governante, funcionário público e demais profissionais em troca de favores feitos por estes que favoreça de modo particular o corruptor. Do ponto de vista social, o suborno é uma prática nociva que contribui para a desestabilização de uma sociedade, seja no âmbito econômico, educativo, cultural, entre outros.

Corrupção é o efeito ou ato de corromper alguém ou algo, com a finalidade de obter vantagens em relação aos outros por meios considerados ilegais ou ilícitos. Etimologicamente, o termo “corrupção” surgiu a partir do latim “corruptus”, que significa o “ato de quebrar aos pedaços”, ou seja, decompor e deteriorar algo. A ação de corromper pode ser entendida também como o resultado de subornar, dando dinheiro ou presentes para alguém em troca de benefícios especiais de interesse próprio.

A corrupção é um meio ilegal de se conseguir algo, sendo considerado grave crime em alguns países. A corrupção ainda pode significar o desvirtuamento e a devassidão de hábitos e costumes, tornando-os imorais ou antiéticos.

1 – Problemas que podem ser evitados

Seja qual for a solução desejada pelo cliente, os produtos e/ou serviços acima descritos, oferecem suporte necessário às empresas, de modo que seja possível evitar prejuízos: (i) financeiros, (ii) estratégicos e de negócio, (iii) a imagem da empresa, dentre outros.

Vamos analisar cada um destes problemas que as empresas podem evitar quando não há uma Política Antissuborno instaurada em seus processos internos e externos.

Prejuízos Financeiros

O suborno, e consequente a corrupção, são considerados um ato ilícito grave, que traz enormes prejuízos às empresas de um modo geral. Lamentavelmente, as estatísticas apontam que as práticas de suborno e corrupção ocorrem em larga escala, podendo ser comparadas a um câncer. *(96% dos executivos brasileiros consideram essas práticas corriqueiras no ambiente de negócios.

Para exemplificar essas práticas, imagine seu funcionário oferecendo vantagens a um fornecedor, por exemplo. Essa atitude pode resultar em prejuízos indiretos, tais como qualidade dos produtos; condições de garantia; preços superfaturados; condenações nas esferas penal (penas restritivas de direito – perder o direito de participar de licitações – e/ou de liberdade – prisão de pessoas físicas), civil (reparação pecuniária dos danos) e administrativa (pagamento de multas e publicação extraordinária da decisão condenatória). Acima, é apenas um exemplo e consequência possíveis de acontecerem, visto que existem muitas outros comportamentos internos dos colaboradores que podem resultar em resultados muito mais alarmantes, com os que presenciamos nesses últimos anos no Brasil.

Prejuízos Estratégicos e de Negócios

Além disso, não raro, há colaboradores infratores que têm posse de informações e/ou dados sigilosos importantes sobre as questões estratégicas da empresa. Geralmente, esses infratores se valem desses dados para obtenção de vantagem competitiva, mas que, infelizmente leva a prejuízos irreparáveis, prejudicando tanto os interesses quanto as estratégias da empresa.

Prejuízos para a imagem da empresa

A quebra da reputação de uma empresa bem estruturada que opera em conformidade, raramente, é recuperada quando sofre com o suborno ou corrupção, sobretudo quando se trata de suborno. Muitas organizações buscam recuperar sua imagem através de campanhas publicitárias astronomicamente caras, numa tentativa, muitas vezes, frustrante de recuperar seu espaço no mercado.

Contudo, essa tarefa pode até, às vezes, funcionar, mas não é nada fácil reaver a reputação, visto que a postura de uma empresa que foge à ética, transparência e às suas responsabilidades gera repúdio em toda a sociedade. E, consequentemente, essas empresas não conseguem se manter em pé, uma vez que os stakeholders e a sociedade cobram do sistema público medidas cabíveis ao dano gerado, além de não quererem a sua imagem associada a empresa “corrupta”.

Sendo assim, uma empresa irresponsável, faz-se pouco confiável e indigna de novos clientes que por vezes, é abandonada pelos seus clientes antigos.

2- Vantagens Direta de uma Política com Gestão Antissuborno

Qual o propósito da sua empresa?

Essa foi uma das perguntas que aguçou a Verde Ghaia, uma empresa com 20 anos de “Know How” em consultoria técnica jurídica e líder no oferecimento de soluções sustentáveis, que visa oferecer ferramentas tecnológicas para o monitoramento de normas relacionadas ao tema antissuborno.

As vantagens de se conhecer as normas vigentes e requisitos legais que as empresas conseguem, muitas vezes, coibir as práticas de suborno, visando que a organização cumpra as regras ou que ela implemente um sistema de gestão antissuborno e/ou de compliance.

Uma política antissuborno é um componente fundamental de uma Política Global de Compliance

Conhecer as normas e os riscos advindos destas práticas é uma forma que a empresa tem para se orientar, no que diz respeito tanto às práticas permitidas quanto àquelas proibidas na organização.

Com a assessoria nos sistemas de Gestão Antissuborno e Compliance a VERDE GHAIA contribui com as estratégias das organizações, afim de evitarem ou mitigarem os custos, riscos e danos por desvios, além de promover a confiança nos negócios e melhorar a reputação da organização.

Adote já uma ferramenta que possibilita sua empresa a demonstrar a ética, não só nos negócios, mas também em sua cultura.

Quais são as vantagens de uma Política de Antissuborno?

  • Gestão e vigilância constante.
  • Sistema integrado à equipe jurídica Verde Ghaia.
  • Canal direto com Suporte jurídico técnico de alta qualidade.
  • Baixo custo benefício a médio e longo prazo.
  • Controle de riscos causados por eventos potenciais e suas consequências.
  • O Sistema LIRA ajuda a previnir a recorrência.
  • Capacidade de conter crises de imagem e crises financeiras decorrentes de práticas ilícitas isoladas.
  • Resultados mensuráveis, através de auditorias cuidadosas.
  • Certificação das práticas antissuborno, com evidenciação dos resultados alcançados.
  • Assunto de grande interesse público que pode ser revertido em publicidade e imagem de transparência da organização.
  • Disseminação de valores éticos fundamentais e normatização de conduta dentro da organização.
  • Inovação na prática da gestão antissuborno.

É aplicável às pequenas, médias e grandes organizações em todos os setores, incluindo os setores público, privado e sem fins lucrativos, auxiliando a área jurídica da organização a validar informações de controle.

Por que instaurar uma Política Antissuborno?

  • Sua empresa em compliance total.
  • Comece 2020 com as mudanças que você deseja para o seu negócio.
  • Dê um grande passo implemente um Programa de Compliance.
  • Inove sua gestão com uma Política Antissuborno.
  • Tenha um serviço com o foco na transparência, ética e responsabilidade.
  • Ofereça aos seus clientes e a sociedade um posicionamento mais ético.
  • Ética e compromisso como valor agregado para a sua marca.

Melhorias para a sua comunicação nos processos com LIRA Antissuborno! Quer saber mais sobre o Módulo Lira? Acesse o nosso e-book e leia a respeito.



[1] Informação adaptada de: QSM. Diferença entre suborno e corrupção. Disponível em: <http://antissuborno.com.br/qual-a-diferenca-de-suborno-e-corrupcao-2/>. Acesso em dezembro de 2018.

Fonte: *https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/04/26/internas_economia,954355/brasil-lidera-em-suborno-e-corrupcao-nas-empresas.shtml)

Mapeamento de riscos e oportunidades

 

Com a nova reformulação das Normas ISO, o mapeamento de risco e oportunidades passou a ser visto como uma novidade, gerando um comportamento diferente nos gestores, ou seja, eles passaram a exigir o planejamento estratégico de seus superiores.

Por que mapear seus riscos é tão importante?

Numa análise mais fria, o planejamento estratégico deveria fazer parte da vida de um gestor da Norma ISO, visto que toda a decisão estratégica é feita com base nos indicadores que se controla na gestão. E se não há planejamento estratégico, como as decisões são realizadas? Para onde o Gestor direciona seus esforços?

A pergunta que fica é: como se decide, estrategicamente, qual caminho seguir se não sabem qual o caminho, se não sabem para onde querem ir? Há um ditado que diz que, quando eu não sei qual o caminho que eu quero seguir, qualquer caminho, basta! Destaco aqui, a importância, a nível de direção, que seja discutido o planejamento estratégico, matriz SWOT, riscos e oportunidades, geração de novas oportunidades. É uma gestão com planejamento assim, que ajuda a organização a visualizar para onde ela está indo e quais são as etapas a serem cumpridas para se alcançar os objetivos finais.

Para exemplificar, imagine que o negócio não tenha processamento de resíduos, mas percebi através dos meus indicadores de gestão que há uma oportunidade de fazer o gerenciamento de resíduos. Portanto, é hora de apresentar um plano de instalação, pois já tenho indicadores que demonstram a viabilidade.

Gestão ISO: indicadores para tomada de decisão

Um gestor deve estar sempre atento aos indicadores, pois eles apontam para estratégias de crescimento e de novas oportunidades de negócio, bem como, para o crescimento sustentável da organização.

Fazer planejamento estratégico, reunião de direção, com informação certa, te faz decidir certo. É aí a hora que você consegue mover as peças e fazer seu planejamento dentro de qualquer cenário. Isso se aplica a qualquer empresa.

Qual o trabalho da Alta Direção na gestão ISO?

A alta direção deve estar sempre conectada para que através dos indicadores apresentados, ela possa direcionar os seus gestores, estrategicamente. E, consequentemente, a departamentalização vai sendo desfeita, isto é, não existe mais departamento da qualidade, departamento de meio ambiente, “carinha da ISO”, “ambientalista chato”. A mudança de mindset faz com que os gestores sejam vistos como as “peças chaves” fundamentais na gestão estratégica dos processos, visto que seus indicadores contribuem significativamente na elevação do patamar da organização.

Após essa nova versão da ISO, algumas organizações já mudaram seu mindset, ou seja, passaram a entender o papel administrativo importante que o Gestor ISO representa, uma vez que ele possui papel de chefia e liderança. É o Gestor ISO que entende os processos internos e externo, é ele quem apresenta nas auditorias as matrizes de risco e oportunidade, a missão, visão, valores, bem como o planejamento da empresa e, principalmente o planejamento associado às partes interessadas e afetadas, para o bem ou para o mal.

Crescimento e mudança de mindset da organização

A partir desse novo mindset, originado por uma nova forma de se enxergar e fazer gestão, as empresas passaram a dar mais valor ao gerenciamento do que ao operacional. Com isso, perceberam a relevância e a interferência que o cliente exerce sobre os produtos e serviços oferecidos a ele. Por isso, é preciso que as áreas se falem mais, visto que o cliente exige de seu fornecedor tanto a qualidade quanto o compromisso com as questões relacionadas à responsabilidade ambiental e social.

O cliente não quer consumir produtos que sejam obsoletos ou de qualidade ruim, que não sejam biodegradáveis ou que agridem o meio ambiente, pois ele também, está mudando o seu mindset de consumo.

E somente a partir da comunicação entre as áreas é que as informações e dados vão sendo organizados para fazer parte do planejamento estratégico da empresa. E, com isso, envolver mais a Alta Direção para que eles possam visualizar as informações e entender seu mercado consumidor de tal modo, que seja possível ofertar produtos inovadores e que atendam realmente a necessidade de seu consumidor.

Mapeamento de Riscos e Oportunidades com indicadores da Gestão

Como dito anteriormente, o departamento de qualidade e de meio ambiente precisam começar a organizar as informações de seus indicadores e comunicá-las a Alta Direção, ou seja, com aqueles que tomam as decisões. A organização precisa entender que há pilares, e que o meio ambiente é um deles e está relacionado ao desenvolvimento e crescimento saudável da organização, isso significa criar um relacionamento mais eficaz com o órgão de fiscalização. Um exemplo, é o ocorrido com a Samarco, por exemplo, deixando Minas Gerais com um holofote em cima.

E, acontecimentos como esses, chamam muito mais atenção hoje, do que chamava no passado. Isso porque, o nosso próprio processo de conscientização ambiental é melhor e mais lúcido, do que era no passado. O mesmo ocorre com as questões que envolvem o relacionamento com o Poder Público que tem sido estado engajado e fervoroso, embora ele precise de papel com provas claras e diretas para cumprir seu papel de órgão fiscalizador.

Riscos e Oportunidades: mudanças de mindset e melhorias para gestão

Com esse mindset mais consciente, as organizações estão adequando os seus processos ao cumprimento das normas e legislações aplicáveis ao negócio, percebendo que tais atitudes têm contribuído, significativamente, na melhoria da imagem perante a sociedade. Sem falar que, o relacionamento entre a organização e a sociedade passa a ser mais transparente, contribuindo com ações com foco em compliance.

Nesse caso, quando uma organização busca por uma relação mais transparente e ética, mais facilidade ela terá nos quesitos de financiamento, transações. Por exemplo, o BNDES, somente aceita realizar transações com empresas que possuem políticas com foco em compliance, que cumprem seus requisitos legais aplicáveis, que cumprem suas condicionantes.

Mudanças na NR 03 e a Avaliação de Risco

 

Conheça mudanças ocorridas na Norma Regulamentadora 03. Além de sofrer alguns ajustes pontuais no texto, a nova NR 03 trouxe mais segurança jurídica para caracterização do grave e iminente risco pois traz os requisitos técnicos objetivos para aplicação de embargos e interdições.

Nesse sentido, a grande novidade da norma foi a tabulação de uma matriz para avaliação dos riscos, considerando CONSEQUÊNCIA X PROBALIDADE. Como resultado, teremos a caracterização do grave e iminente risco em 4 categorias: E – extremo, S – substancial, M – moderado, P – pequeno ou N – nenhum.

Dessa forma, serão passíveis de embargo ou interdição todas as situações com avaliação de excesso de risco extremo (E) ou substancial (S).

Mudanças na Norma Regulamentadora – NR 03

Tópico Novo: 3.1 Objetivo

Item novo: 3.1.1 Esta norma estabelece as diretrizes para caracterização do grave e iminente risco e os requisitos técnicos objetivos de embargo e interdição.      

Item novo: 3.1.1.1 A adoção dos referidos requisitos técnicos visa à formação de decisões consistentes, proporcionais e transparentes.             

Tópico Novo: 3.2 Definições

Norma antiga: 3.1.1 Considera-se grave e iminente risco toda condição ou situação de trabalho que possa causar acidente ou doença relacionada ao trabalho com lesão grave à integridade física do trabalhador.            

Nova Norma: 3.2.1 Considera-se grave e iminente risco toda condição ou situação de trabalho que possa causar acidente ou doença com lesão grave ao trabalhador.    

Norma antiga: 3.1 Embargo e interdição são medidas de urgência, adotadas a partir da constatação de situação de trabalho que caracterize risco grave e iminente ao trabalhador.

Nova Norma: 3.2.2 Embargo e interdição são medidas de urgência adotadas a partir da constatação de condição ou situação de trabalho que caracterize grave e iminente risco ao trabalhador.     

Norma antiga: 3.3 O embargo implica a paralisação total ou parcial da obra.     

Nova Norma:  3.2.2.1 O embargo implica a paralisação parcial ou total da obra.              

Norma antiga: 3.2 A interdição implica a paralisação total ou parcial do estabelecimento, setor de serviço, máquina ou equipamento. 

Nova Norma: 3.2.2.2 A interdição implica a paralisação parcial ou total da atividade, da máquina ou equipamento, do setor de serviço ou do estabelecimento.             

Comentários: Houve apenas reorganização dos itens passiveis de interdições

Item novo: 3.2.2.3 O embargo e a interdição podem estar associados a uma ou mais das hipóteses referidas nos itens 3.2.2.1 e 3.2.2.2.             

Item novo: 3.2.2.3.1 O Auditor Fiscal do Trabalho deve adotar o embargo ou a interdição na menor unidade onde for constatada situação de grave e iminente risco. 

Norma antiga: 3.4 Durante a vigência da interdição ou do embargo, podem ser desenvolvidas atividades necessárias à correção da situação de grave e iminente risco, desde que adotadas medidas de proteção adequadas dos trabalhadores envolvidos.

Norma Nova: 3.5.4 Durante a vigência de embargo ou interdição, podem ser desenvolvidas atividades necessárias à correção da situação de grave e iminente risco, desde que garantidas condições de segurança e saúde aos trabalhadores envolvidos.          

Comentários: Com o novo item, não basta ao empregador adotar medidas, mas ele deve garantir as condições de segurança e saúde.

Norma antiga: 3.5 Durante a paralisação decorrente da imposição de interdição ou embargo, os empregados devem receber os salários como se estivessem em efetivo exercício.    

Norma Nova: 3.5.5 Durante a paralisação do serviço, em decorrência da interdição ou do embargo, os trabalhadores receberão os salários como se estivessem em efetivo exercício.

Comentário: Adequação do termo “empregados” para “trabalhadores”

Tópico novo: 3.3 Caracterização do grave e iminente risco          

Item novo: 3.3.1 A caracterização do grave e iminente risco deve considerar:

Item novo: 

  1. a consequência, como o resultado ou resultado potencial esperado de um evento, conforme Tabela 3.3; e
  2. a probabilidade, como a chance de o resultado ocorrer ou estar ocorrendo, conforme Tabela 3.4.          

Item novo: 3.3.2 Para fins de aplicação desta norma, o risco é expresso em termos de uma combinação das consequências de um evento e a probabilidade de sua ocorrência.         

Item novo: 3.3.3 Ao avaliar os riscos o Auditor-Fiscal do Trabalho deve considerar a consequência e a probabilidade separadamente.             

Item novo: 3.3.4 A classificação da consequência e da probabilidade será efetuada de forma fundamentada pelo Auditor-Fiscal do Trabalho.        

Item novo: 3.3.5 A classificação das consequências deve ser efetuada de acordo com o previsto na Tabela 3.1 e a classificação das probabilidades de acordo com o previsto na Tabela 3.2.             

Item novo: TABELA 3.1: Classificação das consequências             

Item novo: TABELA 3.2: Classificação das probabilidades             

Item novo: 3.3.6 Na caracterização de grave e iminente risco ao trabalhador, o Auditor-Fiscal do Trabalho deverá estabelecer o excesso de risco por meio da comparação entre o risco atual (situação encontrada) e o risco de referência (situação objetivo). 

Item novo: 3.3.7 O excesso de risco representa o quanto o risco atual (situação encontrada) está distante do risco de referência esperado após a adoção de medidas de prevenção (situação objetivo).          

Item novo: 3.3.8 A Tabela 3.3 deve ser utilizada pelo Auditor-Fiscal do Trabalho em caso de exposição individual ou de reduzido número de potenciais vítimas expostas ao risco avaliado.         

Item novo: 3.3.9 A Tabela 3.4 deve ser utilizada para a avaliação de situação onde a exposição ao risco pode resultar em lesão ou adoecimento de diversas vítimas simultaneamente.            

Item novo: 3.3.10 Os descritores do excesso de risco são: E – extremo, S – substancial, M – moderado, P – pequeno ou N – nenhum.     

Item novo: 3.3.11 Para estabelecer o excesso de risco, o Auditor-Fiscal do Trabalho deve seguir as seguintes etapas:    

Item novo:

a) primeira etapa: avaliar o risco atual (situação encontrada) decorrente das circunstâncias encontradas, levando em consideração as medidas de controle existentes, ou seja, o nível total de risco que se observa ou se considera existir na atividade, utilizando a classificação indicada nas colunas do lado esquerdo das Tabelas 3.3 ou 3.4;

b) segunda etapa: estabelecer o risco de referência (situação objetivo), ou seja, o nível de risco remanescente quando da implementação das medidas de prevenção necessárias, utilizando a classificação nas linhas da parte inferior das Tabelas 3.3 ou 3.4;         

c) terceira etapa: determinar o excesso de risco por comparação entre o risco atual e o risco de referência, localizando a interseção entre os dois riscos na tabela 3.3 ou 3.4.    

Item novo: 3.3.12 Para ambos os riscos, atual e de referência (definidos na primeira e na segunda etapas, respectivamente), deve-se determinar a consequência em primeiro lugar e, em seguida, a probabilidade de a consequência ocorrer. 

Item novo: 3.3.12.1 As condições ou situações de trabalho contempladas em normas regulamentadoras consideram-se como situação objetivo (risco de referência).

Item novo: 3.3.12.2 O Auditor-Fiscal do Trabalho deve sempre considerar a consequência de maior previsibilidade de ocorrência.        

Tópico novo: 3.4 Requisitos de embargo e interdição    

Item novo: 3.4.1 São passíveis de embargo ou interdição, a obra, a atividade, a máquina ou equipamento, o setor de serviço, o estabelecimento, com a brevidade que a ocorrência exigir, sempre que o Auditor-Fiscal do Trabalho constatar a existência de excesso de risco extremo (E).

Item novo: 3.4.2 São passíveis de embargo ou interdição, a obra, a atividade, a máquina ou equipamento, o setor de serviço, o estabelecimento, com a brevidade que a ocorrência exigir, consideradas as circunstâncias do caso específico, quando o Auditor-Fiscal do Trabalho constatar a existência de excesso de risco substancial (S).          

Item novo: 3.4.3 O Auditor-Fiscal do Trabalho deve considerar se a situação encontrada é passível de imediata adequação.       

Item novo: 3.4.3.1 Concluindo pela viabilidade de imediata adequação, o Auditor-Fiscal do Trabalho determinará a necessidade de paralisação das atividades relacionadas à situação de risco e a adoção imediata de medidas de prevenção e precaução para o saneamento do risco, que não gerem riscos adicionais.  

Item novo: 3.4.4 Não são passíveis de embargo ou interdição as situações com avaliação de excesso de risco moderado (M), pequeno (P) ou nenhum (N).    

Item novo: TABELA 3.3 – Tabela de excesso de risco: exposição individual ou reduzido número de potenciais vítimas      

Item novo: TABELA 3.4 – Tabela de excesso de risco: exposição ao risco pode resultar em lesão ou adoecimento de diversas vítimas simultaneamente         

Tópico novo: 3.5 Disposições Finais       

Item novo: 3.5.1 A metodologia de avaliação qualitativa prevista nesta norma possui a finalidade específica de caracterização de situações de grave e iminente risco pelo Auditor-Fiscal do Trabalho, não se constituindo em metodologia padronizada para gestão de riscos pelo empregador.         

Item novo: 3.5.1.1 Fica dispensado o uso da metodologia prevista nesta norma para imposição de medida de embargo ou interdição quando constatada condição ou situação definida como grave e iminente risco nas Normas Regulamentadoras.       

Item novo: 3.5.2 O embargo e a interdição são medidas de proteção emergencial à segurança e à saúde do trabalhador, não se caracterizando como medidas punitivas.     

Item novo: 3.5.2.1 Nas condições ou situações de trabalho em que não haja previsão normativa da situação objetivo (risco de referência), o Auditor Fiscal do Trabalho deverá incluir na fundamentação os critérios técnicos utilizados para determinação da situação objetivo (risco de referência).             

Item novo: 3.5.3 A imposição de embargo ou interdição não elide a lavratura de autos de infração por descumprimento das normas de segurança e saúde no trabalho ou dos demais dispositivos da legislação trabalhista relacionados à situação analisada.    

Quer saber mais sobre as mudanças ocorridas na Norma Regulamentadora 03? Fale conosco!      

Perigos e Riscos: hora de avaliar os riscos do seu negócio!

 

De acordo com o Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, o Brasil registrou mais de 4 milhões de acidentes de trabalho entre 2012 e 2018, sendo que mais de 15 mil deles foram fatais.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) define um acidente de trabalho como a “ocorrência imprevista e indesejável, instantânea ou não, relacionada ao exercício do trabalho, que provoca lesão pessoal ou que decorre de risco próximo ou remoto dessa lesão”.

Como identificar os Perigos e Riscos e aplicar ações corretivas?

Há muitas situações passíveis de gerar um acidente de trabalho, tais como colisões entre indivíduos e maquinários, quedas (de alturas variadas), lesões por esforço ao erguer um objeto, exposição a temperaturas elevadas ou à energia elétrica e outros; não podemos nos esquecer também de outras questões que afetam a saúde do trabalhador, como o estresse, as lesões por esforço repetitivo (LER) e problemas de saúde variados.

Identificar os perigos e riscos num ambiente de trabalho é uma ação fundamental para aplicar as ações preventivas e corretivas a fim de evitar esse tipo de ocorrência.

A ISO 45001 é uma boa diretriz para montar um plano de identificação de riscos e perigos. Mas no caso, devemos nos atentar ao fato de que a versão mais recente da norma, de 2018, não trabalha mais com ações preventivas, e sim ações corretivas. Em caso de adoção de ações preventivas. Mas embora a ISO 45001 não foque mais em prevenção propriamente dita, ela define padrões da metodologia de trabalho, o que por sua vez também funciona para evitar acidentes ou lesões ocupacionais. As diretrizes da ISO 45001 ajudam a proporcionar um ambiente saudável e com uma ergonomia adequada aos colaboradores.

Como fazer o levantamento de perigos e riscos

Como fazer o levantamento de perigos e riscos
Como associar perigos e riscos com riscos e oportunidades?

O Levantamento de Perigos e Riscos é um procedimento no qual a empresa identifica os riscos e perigos associados às suas atividades, estabelecendo então medidas para diminuir probabilidade de ocorrências de eventos adversos que possam trazer danos e prejuízos tanto para a instituição quanto para seus funcionários.

O levantamento de perigos e riscos deve ser feito de forma cuidadosa e considerar os seguintes aspectos:

  • Fatores internos e externos à empresa
  • Processos produtivos
  • Máquinas e Equipamentos
  • Instalações
  • Layout das áreas de trabalho
  • Materiais utilizados no ambiente
  • Fatores humanos (comportamento e capacitação de seus funcionários)
  • Atividades Rotineiras e não rotineiras
  • Atividades de terceirizados e visitantes
  • Mudanças de processos, métodos e atividades
  • Requisitos legais e técnicos
  • Situações de emergência

Lembrando que cada área tem sua particularidade. Um escritório certamente não oferecerá os mesmos perigos e riscos do que um sítio de produção de aço, por exemplo.

Para levantar os riscos e perigos de maneira adequada, o profissional de segurança do trabalho pode seguir algumas metodologias:

Check list de perigos e riscos: nada mais é do que uma lista que vai servir de guia para todos os pontos críticos do ambiente de trabalho. É imprescindível na análise de perigos e riscos e deve ser adotada em todas as inspeções rotineiras e programadas.

– Entrevistas: conversar com os funcionários é a melhor forma de conhecer a realidade de cada área. Dê atenção especial aos funcionários executantes, aqueles que colocam a mão na massa, principalmente no setor industrial.

– Inspeções: inspeções rotineiras e programadas possibilitam novas análises a cada visita, permitindo assim a identificação de um risco que às vezes não se encontrava evidente na visita anterior.

– Auditorias: auditorias são a melhor forma de apontar não conformidades e oportunidades de melhorias. São uma fonte excelente para composição da lista de levantamento de perigos e riscos.

– Histórico de Incidentes e Acidentes: analisar eventos antigos é uma forma de evitar que voltem a ocorrer.

Além disso, é muito importante educar seus colaboradores, principalmente se houver um programa voltado à melhoria das questões de ergonomia. Vale adotar todos os recursos possíveis: palestras, cartazes educativos, alertas de segurança… O tratamento de perigos e riscos é dever de todos.

A Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT), atividade obrigatória prevista pela lei trabalhista brasileira, é uma ótima oportunidade para envolver seus funcionários.

ISO 45001 – Hora de repensar os processos

ISO 45001 - Hora de repensar os processos
Integrando os elementos das três normas: ISO 9001, ISO 14001 e 45001

A ISO 45001 auxilia as organizações a repensarem seus processos, visando diminuir a ocorrência de doenças ocupacionais e de acidentes no trabalho. É uma norma que praticamente já se tornou parte do padrão comercial, portanto toda organização deve conhecê-la, independentemente de haver a intenção de adotá-la oficialmente. Isto acontece porque a ISO 45001 foi planejada para reduzir a fragmentação no mercado global, permitindo que os mesmos critérios de gestão de Segurança e Saúde Ocupacional sejam adotados por organizações no mundo todo. Antigamente, essa fragmentação acontecia exatamente por não existir um padrão internacional que estabelecesse os requisitos para a gestão de SSO.

A ISO 45001 cobre todos os aspectos para controlar os fatores que podem resultar em doenças, lesões e até morte do trabalhador, mitigando os efeitos adversos sobre a condição física, mental e cognitiva do indivíduo.

São vários os benefícios proporcionados pela adoção da ISO 45001, tais como a redução de acidentes e doenças ocupacionais, o desenvolvimento de uma cultura de prevenção (que por sua vez vai reduzir cada vez mais o potencial de incidentes na organização), vai incorporar naturalmente boas práticas ao seu sistema de gestão e melhorar a organização de processos do trabalho, pois haverá mais controle sobre as metodologias de trabalho. Além disso, a organização estará em conformidade com os requisitos legais no que diz respeito à SSO.

Considerações Finais

Curso EAD da Verde Ghaia - ISO 31000 - Faça Gestão de Risco
Curso EAD da Verde Ghaia – Faça sua Gestão de Risco

O tratamento de acidentes de trabalho é uma obrigação de todos. Independentemente da adoção de Normas Regulamentadoras, toda organização tem o dever de proteger seus trabalhadores.

O levantamento de perigos e riscos é fundamental neste processo, afinal, não temos como combater aquilo que não conhecemos bem. Estando ciente dos riscos, ficamos ciente da melhor maneira de combatermos os incidentes.


Maneiras práticas de se fazer Gestão de Risco

 

IV Prêmio Compliance Brasil e a gestão de riscos

Venha discutir maneiras práticas de se fazer Gestão de Risco

Riscos são inerentes a qualquer atividade ou organização e, em uma empresa, eles são a principal causa de prejuízo econômico. Conhecer estes riscos e poder se antecipar a eles, identificando-os antes mesmo deles virem a se tornar problemas, traz a você vantagem competitiva diante do mercado, permite agir com mais confiança nas tomadas de decisão e oferece proteção para seu negócio. Por isso a importância de uma boa gestão de riscos.

E o que é gestão de riscos?

Em poucas palavras, é “o processo pelo qual o risco é medido ou estimado e estratégias são desenvolvidas para evitá-lo, reduzi-lo ou mitigá-lo”. Também pode ser definida como o “processo de planejar, organizar, dirigir e controlar os recursos humanos e materiais de uma organização, no sentido de minimizar ou aproveitar os riscos e incertezas sobre essa organização, que possam causar danos ao projeto, às pessoas, ao meio ambiente e a imagem da empresa”.

É uma gestão de riscos eficaz que permite que sua empresa esteja em compliance, ou seja, esteja em conformidade com todas as leis aplicáveis ao seu negócio.

Esse tema é de extrema importância nos dias atuais. Por isso, no dia 27 de junho o público presente no IV Prêmio Compliance Brasil teve a oportunidade de ouvir o que os grandes especialistas sobre gestão de riscos tinham a dizer sobre essa área.

O que significa ganhar o Prêmio Compliance?

O Prêmio Compliance Brasil surgiu como forma de reconhecimento às boas práticas de seu controle legal, sendo um incentivo para as empresas brasileiras adotarem práticas sustentáveis em seus processos, buscando assim, pelas melhoria contínua.

Esse reconhecimento é essencial, porque conseguir estar em dia com todos os requisitos legais aplicáveis ao negócio não é uma tarefa fácil, uma vez que é extenso o número de normas e leis existentes em nosso país. Então, é mais que justo e necessário reconhecer a excelência de uma gestão corporativa.

As empresas vencedoras foram selecionadas conforme seu ramo de atividade, sendo 10 categorias. São elas: meio ambiente, saúde e segurança, segurança de alimentos, energia, qualidade, responsabilidade social, cadeia logística, resíduos, inovação e gestão integrada .

Conheça as vencedoras do IV Prêmio Compliance Brasil: Clique aqui

Algumas das empresas que já ganharam o Prêmio Compliance Brasil em edições anteriores são: Nestlé, Comau, Coca Cola, Bunge, PKC Group, Kanjiko, Yamana Gold, Uberlândia Refrescos, Anglo Gold Ashanti, Tarkett, Renault.

Palestras sobre Gestão de Risco, Conformidade e Desempenho

E para ajudar a sua empresa a estar em compliance, e quem sabe também ser reconhecida e premiada no próximo Prêmio Compliance Brasil, a Verde Ghaia selecionou e convidou os nomes mais renomados quando o assunto é gestão de riscos para contarem suas experiências e quais os seus segredos para estar em conformidade com todas as leis aplicáveis ao seu negócio.

Quer saber tudo sobre normas ISO? Daniela Pedroza, diretora Técnica da Verde Ghaia falou sobre gestão de riscos nas mais diversas áreas. Ela é auditora Líder ISO 14001, ISO 22000, OHSAS 18001, ISO 9001, graduada em Engenharia Ambiental, com especialização em Negócios e Engenharia de Segurança do Trabalho.

Outro nome de peso que o IV Prêmio Compliance trouxe foi Carlos Pitanga, COO Assurance, Americas na BSI. Carlos é especialista nas áreas de Governança, Risco e Compliance, Sistemas de Gestão e Serviços de Avaliação de Produtos. Além disso, ele desenvolve organizações, fornecendo soluções de negócios.

A Verde Ghaia, responsável pelo Prêmio Compliance Brasil proporcionou aos seus convidados a experiência mais completa possível sobre este tema.

Outra convidada da premiação foi Roberta Volpato Hanoff, advogada, coordenadora da Comissão de Estudos sobre Governança e Riscos do Instituto Brasileiro de Direito e Ética Empresarial (IBDEE); membro da Comissão Permanente de Estudos sobre Compliance do Conselho Federal da OAB;  e coautora da obra “Compliance: Como Implementar”, da Editora Trevisan (São Paulo/SP).

Três Palestrantes renomados para discutir Gestão de Risco

Daniela, Carlos e Roberta. Os três mostraram como é possível estar em compliance e mesmo assim crescer de forma sustentável ao adotar a gestão de riscos. Além de mostrar que é possível, eles falaram da importância de se estar em compliance, como por exemplo para evitar a responsabilização e até penalização de CEOs, Diretores e Técnicos por desvios de conduta das marcas que estes representam ou para evitar multas, penalidades, e perda de reputação de imagem e de valor perante o mercado e a sociedade.

Além das palestras sobre gestão de riscos, também falou-se sobre inovação disruptiva e compliance. Após as palestras, foram premiadas as melhores empresas brasileiras que alcançaram a excelência em gestão sustentável. Em seguida, acontecerá um happy hour, um momento pensado exatamente para criar um ambiente propício para um bom networking, troca de ideias e novas experiências.

Três Palestrantes de peso para discutir sobre Gestão de Risco

Portanto, dia 27 de junho foi um dia dedicado a viver a experiência de um grande evento com grandes nomes no cenário empreendedor nacional, de se inspirar, se motivar, se engajar, tirar dúvidas, conversar, aumentar sua rede, fazer seu trabalho ser reconhecido. Um momento único com pessoas únicas.

E de acordo com uma boa gestão de riscos, já identificamos os riscos enormes que você e sua empresa correm se não participarem do próximo Prêmio Compliance Brasil: ficar parado no tempo, fazendo mais do mesmo, sofrendo para cumprir tudo que a legislação exige, e ainda todo o trabalho e esforço feito no dia a dia não ser visto nem reconhecido por ninguém.

Será uma enorme oportunidade. Não corra o risco de ficar de fora! Em 2020, venha fazer parte desse momento!

Compliance Sustentável é a preocupação da Renault do Brasil

 
Política de Meio Ambiente da Renault
PRÊMIO COMPLIANCE BRASIL 2019 DA VERDE GHAIA NO AUDITORIO SICEPOT BH.

Um dos pilares que sustentam a atuação da Renault do Brasil é o compromisso com o meio ambiente. Esse compromisso se traduz na comemoração dos seus 16 anos de certificação ISO 14001, somente possível através de uma estreita parceria com a Verde Ghaia no levantamento e atendimento das legislações ambientais.

Esta parceria atesta o compromisso da Renault do Brasil em adotar as melhores práticas de produção limpa, de forma a controlar e monitorar todos os seus processos, a fim de garantir a melhoria contínua do seu desempenho ambiental ao mesmo tempo em que reduz seus impactos ambientais.

A empresa é comprometida com a redução do impacto de suas atividades e de seus produtos sobre o meio ambiente considerando todo o ciclo de vida, desde a concepção até a reciclagem.

A eficiência de suas ações é medida todos os anos, geração após geração, para criar carros que poluam menos o ambiente e também para tornar todas as suas instalações sustentáveis e menos agressivas, visando o reaproveitamento de todos os seus materiais. Para a Renault, crescer de forma sustentável e planejada se torna uma forma de estar em sintonia com o meio ambiente.

Política de Meio Ambiente da Renault

A organização possui uma política ambiental compartilhada por todos, sendo um desdobramento da visão da empresa no propósito de reduzir sua pegada ambiental. Através dessa política a Renault do Brasil torna-se mais eficaz e competitiva graças ao gerenciamento cotidiano do meio-ambiente em todas as funções da empresa. Os domínios de ação prioritários são:

1.    Modificação climática e eficácia energética;

2.    Recursos e economia circular competitiva;

3.    Saúde e ecossistemas;

4.    Serviços e sistema de mobilidade inovadores; e

5.    Gestão ambiental, transparência e responsabilidade da comunicação, e diálogo com as partes interessadas.

Ações Renault que visam a Sustentabilidade

Ações Renault que visam a Sustentabilidade
PRÊMIO COMPLIANCE BRASIL 2019 DA VERDE GHAIA NO AUDITORIO SICEPOT EM BH.

A Renault do Brasil, a partir dessa política, se compromete e executa suas ações visando a sustentabilidade através do:

# Controle dos consumos energéticos e das emissões atmosféricas;

# Utilização consciente de matérias-primas;

# Redução na origem e a maximização da valorização dos resíduos;

# Prevenção da contaminação de solos e águas subterrâneas;

# Controle do consumo de água e dos efluentes lançados no meio aquático;

# Prevenção de poluições acidentais;

# Redução de perturbações sonoras e olfativas;

# Controle do risco químico; e

# Implementação de soluções de transporte otimizados para os funcionários.

Resultados da Ações da Renault do Brasil

Como resultado destas ações, a Renault do Brasil é uma fábrica aterro zero. O Complexo Ayrton Senna, sua unidade produtiva localizada em São José dos Pinhais (PR), reutiliza ou recicla 100% dos resíduos gerados no processo de produção.

A fábrica alcançou esse objetivo no fim de 2016 e se tornou a primeira da marca a atingir o feito fora da Europa. Somente em 2018 foram registradas a redução de mais de 420 toneladas de resíduos e a queda de 20% do índice de geração de resíduos por veículo fabricado. Além disso, o complexo é uma reserva natural que abriga mais de 110 espécies de pássaros e quase 30 espécies de mamíferos.

A Renault do Brasil é benchmarking para todo o Grupo Renault em eficiência energética e ações voltadas à redução de consumo e ao reaproveitamento. Isso ocorre por meio de várias iniciativas, como a instalação de um Comitê Interno de Eficiência Energética; a criação da Escola de Economia de Energia, que já levou 1350 colaboradores a realizarem uma formação sobre uso racional de energia e redução dos desperdícios e dos impactos ambientais; o reaproveitamento e reciclagem dos resíduos; e a adoção de processos de limpeza manuais e a seco; entre outras.

A melhoria contínua da Renault do Brasil é evidenciada ano após ano, demonstrando que a empresa está trilhando o caminho certo rumo a uma indústria sustentável.

Venha participar do próximo PRÊMIO COMPLIANCE BRASIL. Aproveite para ver as fotos e o vídeo dos melhores momentos do Prêmio Compliance. Clique aqui para ver!

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