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Legislação Comentada: um jeito diferente de entender as Leis!

 

Há 21 anos no mercado, trabalhando com Legislação Aplicada aos diversos ramos de atividade, a Verde Ghaia criou “Legislação Comentada” com objetivo de atualizar de forma rápida e didática questões polêmicas sobre legislação ambiental, trabalhista e saúde e segurança ocupacional, e ainda auxiliar o gestor a entender e aplicar as leis em suas rotinas, incrementando ações de caráter preventivo e pedagógico.

A Legislação Comentada estará disponível para todos os clientes da Verde Ghaia durante um mês, gratuitamente.

O que esperar dos Vídeos da Legislação Comentada?

Os vídeos da Legislação Comentada são curtos, dinâmicos e com conteúdo resumido sobre interpretação das obrigações legais, aplicabilidade para as empresas, riscos envolvidos pelo seu não atendimento pelo público em geral. E, em especial para as empresas que realizam a gestão dos requisitos legais aplicáveis ao seu negócio. 

É um produto que une a teoria e prática de forma didática, facilitando a compreensão de questões complexas da legislação brasileira, transmitindo segurança e conhecimento aos gestores para que eles possam definir melhor suas estratégias.

A Legislação Comentada contém uma explicação atualizada, baseada na interpretação dos consultores jurídicos, adicionado com a experiência prática conquistadas nas auditorias de conformidade legal e também nas consultas aos órgãos regulatórios do país.

Atualmente, seu diferencial está para aqueles que buscam compreender a aplicabilidade da lei, mas que não são advogados, pois apresenta uma visão prática da Equipe Jurídica da Verde Ghaia, que conhece muito bem os riscos envolvidos nos mais variados ramos de atividades.

Conhecimento e otimização de tempo

Na era digital, o acesso ao conhecimento tem se tornado algo comum e rotineiro em nossas vidas, principalmente agora que as nossas rotinas do trabalho passaram a ser feitas de casa.  Portanto, ter acesso a conteúdos informativos como os vídeos da Legislação Comentada é uma forma de você otimizar o seu tempo, agregar conhecimento, esclarecer suas dúvidas sem a necessidade de acionar especialistas e tornar seus processo mais rápido e eficiente.

Através da Legislação Comentada, você estará atualizado e ciente das obrigações legais, bem como dos riscos envolvidos na sua atividade, entendendo a aplicabilidade das leis, uma vez que elas se tornam essenciais para atingir resultados e também se resguardar de problemas futuros, como por exemplo, multas e até prisão.

Neste contexto, Legislação comentada é o produto ideal para transformar suas dúvidas jurídicas em conhecimento de forma rápida e eficiente.

Como acessar?

Através da Plataforma LIRA, os clientes Verde Ghaia terão acesso aos vídeos e poderão sanar suas dúvidas de forma rápida e eficiente. É simples e rápido, basta um clique para abrir os vídeos na tela do seu computador ou smartphone!

Através do ícone da Camera (dentro da Plataforma LIRA) é possível acessar de imediato, sanando assim, as dúvidas mais recorrentes dos nossos clientes e esclarecendo também sobre a aplicabilidade das obrigações legais daquela norma. Clique nas legislações abaixo para acessar a plataforma LIRA SOGI e entender como funciona!!

Lei Nº 6.938, de 31-08-1981
Resolução Anvisa Nº 52, de 22-10-2009

Quem não é cliente Lira, pode ter acesso?

Diante de tantas mudanças no cenário empresarial, este é o momento para adquirir conhecimento, se atualizar e estar próximo de profissionais especializados com conhecimento prático e teórico!

Por isso, quem não é cliente LIRA, Verde Ghaia, também poderá ter acesso. Aproveite a oportunidade para assistir alguns vídeos gratuitamente!

Conheça a Legislação Comentada!

Abraços,

Marcela Guaracy |Legislação Comentada

A importância de realizar a Gestão de Risco Normativo da organização

 

As organizações precisam ter acesso a todas obrigações legais vinculadas a uma evidência, dispostas em normas Federais, Estaduais e Municipais. Contudo, fazer a gestão do risco normativo atendendo aos requisitos exigidos por lei não é tarefa fácil. E caso a organização não realize o atendimento adequado a essas obrigações, estará sujeita as penalidades previstas em lei/normas/decretos.

A LIA foi desenvolvida, justamente para ajudar as organizações a gerenciar os riscos normativos. Sendo seu principal objetivo, o de Reduzir e otimizar os processos de monitoramento legal através do agrupamento de obrigações, e apresentar o risco normativo a que a organização está sujeita, seja por temas prioritários, quanto pela apresentação do resumo financeiro, considerando o somatório de todas obrigações com previsão de multa aplicáveis ao cliente.

A LIA se apresenta como uma ferramenta interativa para transformar situações-problema em soluções, avaliando os riscos normativos a que o cliente está exposto, com devida segurança e assertividade, possibilitando ao mesmo escolher com mais precisão o melhor caminho a ser trilhado.

Veja como a LIA vai te ajudar!

Através da ferramenta LIA, você poderá visualizar os temas paritários da organização. Isso é, o grau de risco que a organização está exposta por temas prioritários, que são aqueles que somados possuem maior grau de risco desconhecido (através da não avaliação de uma exigência legal) ou do risco exposto (ocorrido pelo não cumprimento de alguma dessas exigências/obrigações).

Essa forma de visualização de dados e informações, auxiliam as empresas a terem ciência dos temas integrados, o que facilitará ainda mais a gestão.

Como a LIA impactará sua forma de fazer Gestão!

Visualização das penalidades

Referente ao não atendimento dos requisitos, as organizações podem estar sujeitas a aplicação de penalidades. Não obstante, através da análise da inteligência artificial da LIA, você poderá visualizar quais são as penalidades aplicadas em cada obrigação legal, sendo as referidas penalidades divididas em 04 (quatro) tipos:

(i) educativas;

(ii) privativa de liberdade;

(iii) financeira (multa),

(iv) restritiva de direito.

Vantagens da ferramenta

Seja para demonstrativo de valores a que a organização está exposta, no tocante às sanções, seja para alta direção, bem como para a tomada de decisões efetivas.

Sem dúvida, a  LIA  tem muito a oferecer a sua Gestão de Risco.

  • Traz as penalidades avaliadas individualmente para cada obrigação;
  • Resumo financeiro, consideração a avaliação de todo o risco exposto (que é pelo não atendimento de uma obrigação/ não conformidade);
  • Risco Desconhecido (que a empresa ainda não avaliou);
  • Risco Prevenido (o quanto que a organização já preveniu e corrigiu):
  • Risco Total (somatório de todos riscos);
  • Priorização dos temas relevantes de acordo com o status da conformidade das obrigações aplicadas a organização, para que assim possam ser tomadas decisões pela organização;
  • Demonstrativo do valor total de multa com um paralelo nos planos de ações estabelecidos pela empresa, com o que está previsto e o que já foi realizado para correção/adequação.
  • Indicadores de risco, considerando alertas: baixo, médio e alto.

Por que toda organização deve identificar seus Riscos?

A importância do conhecimento do risco normativo a que a organização está sujeita, é de suma importância para evitar danos e prejuízos futuros, para isto, conte conosco! Nós vamos te auxiliar de modo que você possa lidar melhor com a rotina de sua gestão e de seu processo de monitoramento legal. A LIA irá trazer indicadores relevantes para a sua tomada de decisão.

Em suma, a inteligência artificial da Lia vai te auxiliar a gerenciar e monitorar seus requisitos, ajudando você na identificação de seus riscos para tomar decisões com mais segurança e assertividade.

Para mais informações,  Fale Conosco e  agende uma apresentação da LIA!


Se você já é cliente Verde Ghaia, acesse aqui para que possamos atualizar seu perfil de acesso a LIA!

A LIA irá trazer indicadores relevantes para a sua tomada de decisão. Através da análise da inteligência artificial da LIA, você poderá visualizar quais são as penalidades aplicadas em cada obrigação legal,

SGA – Sistema de Gestão Ambiental na Agroindústria

 

É importante e necessário ter um Sistema de Gestão Ambiental implementado na sua empresa? A resposta é Sim !

Conforme abordamos nos artigos anteriores, ter um sistema de gestão de qualidade, segurança ocupacional e ambiental na Agroindústria é extremamente importante e necessário, como meio estratégico e gerencial de uma organização.

Ressaltamos aqui a importância e participação da Agroindústria no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, principalmente nesse momento de crise que enfrentamos no Brasil e no mundo.

Implementar um SGA na Agroindústria

O tema “Sustentabilidade” é amplamente abordado em todo o mundo, e o Brasil sempre foi referência em matéria ambiental, seja no âmbito legal ou em práticas e medidas de controle ambiental. Entretanto, sabemos que muito ainda deve ser feito em relação a preservação ambiental, criação de novas tecnologias a favor da redução e geração de resíduos, novas políticas ambientais e melhoria no que tange padrões e legislação ambiental.

Nesse sentido, implementar e manter um SGA – Sistema de Gestão Ambiental favorece e possibilita a organização:

  • Estabelecer uma Política Ambiental estabelecendo um comprometimento com a proteção do meio ambiente, objetivos ambientais e prevenção a poluição.
  • Estabelecer objetivos ambientais, metas, programas, e responsabilidades organizacionais.
  • Identificar os riscos, oportunidades (negócio, processos), identificar os aspectos e impactos ambientais.
  • Manter excelência na gestão dos requisitos legais e avaliação do atendimento.
  • Desenvolver um programa de capacitação, treinamentos dos colaboradores, conscientização e educação ambiental.
  • Implementar controles e procedimentos operacionais, controle de documentos.
  • Desenvolver um plano de atendimento e preparação a emergências.
  • Monitorar o desempenho ambiental e tratar as não conformidades que ocorrem nos processos.

Agenda de Sustentabilidade

Em 2013 teve início um processo de negociação mundial, contando com o Brasil em suas discussões e definições a respeito de uma “Agenda de Sustentabilidade” com Objetivos e Metas a serem cumpridos (acordo global sobre a mudança climática, ações contra a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar para todos, e proteção do meio ambiente.

Em setembro de 2015 durante a Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, foi apresentada uma Agenda Mundial composta por 17 objetivos e 169 metas a serem atingidas até 2030.

Nesta agenda estão previstas ações mundiais nas áreas de erradicação da pobreza, segurança alimentar, agricultura, saúde, educação, igualdade de gênero, redução das desigualdades, energia, água e saneamento, padrões sustentáveis de produção e de consumo, mudança do clima, cidades sustentáveis, proteção e uso sustentável dos oceanos e dos ecossistemas terrestres, crescimento econômico inclusivo, infraestrutura, industrialização, entre outros.

Os temas podem ser divididos em quatro dimensões principais: Social, Econômica, Institucional e Ambiental. Nesse contexto, foram estabelecidos 17 ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável:

  1. Erradicação da pobreza
  2. Fome Zero e Agricultura Sustentável
  3. Saúde e Bem Estar
  4. Educação e qualidade
  5. Igualdade de gênero
  6. Água potável e saneamento
  7. Energia limpa e acessível
  8. Trabalho decente e crescimento econômico
  9. Indústria, inovação e infraestrutura
  10. Redução das desigualdades
  11. Cidades e comunidades sustentáveis
  12. Consumo e produção responsáveis
  13. Ação contra a mudança global do clima
  14. Vida na água
  15. Vida terrestre
  16. Paz, justiça e instituições eficazes
  17. Parcerias e meios de implementação

Nota-se que a Agricultura possui uma abordagem objetiva nessa agenda, tanto pela questão de fornecimento de alimentos, quanto pela sustentabilidade.

Importância do SGA na Agroindústria

Diante do exposto, fica clara a importância do SGA na agroindústria e em toda cadeia produtiva, pois favorece a organização no atendimento aos requisitos legais e de gestão, produção de qualidade, condições saudáveis dos processos e o atendimento aos ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (Mundial).

A Verde Ghaia possui equipe altamente qualificada e competente para lhe auxiliar na implantação de Sistemas de Gestão na Agroindústria.

Além disso, temos o Módulo GAIA – Gerenciamento de Aspectos e Impactos Ambientais, que oferecemos para a Agroindústria utilizar como software de gestão de aspectos e impactos ambientais, e riscos e oportunidades, além de nossas consultorias e auditorias.

Entre em contato conosco e converse com nossos consultores.

Edson Filho |Consultor Verde Ghaia / Advogado


Referência Bibliográfica

ISO 14001 – Sistema de Gestão Ambiental

https://www.cepea.esalq.usp.br/br/pib-do-agronegocio-brasileiro.aspx

https://nacoesunidas.org

O que você precisa saber sobre Licenciamento Ambiental?

 

Primeiramente, é preciso compreender que licenciamento ambiental é muito mais do que um simples documento que permite seu empreendimento operar de forma legal.

É através do licenciamento que as organizações são instruídas quanto aos procedimentos administrativos necessários para que as atividades de operação impactem o mínimo possível o meio ambiente.

Como monitorar os requisitos das suas licenças ambientais?
SOGI Módulo Licenças e Condicionantes
SOGI: Monitoramento de Requisitos

E, são justamente as atividades desses empreendimentos que precisam ser monitorados adequadamente, conforme o estabelecido pelo Órgão competente. Isso porque, ao manter o controle do empreendimento, através de uma gestão eficaz, as empresas conseguem realizar o levantamento de seus aspectos e impactos. Em outras palavras, a gestão se compromete com as disposições legais e regulamentares, bem como as normas técnicas aplicáveis dispostas pela Resolução do CONAMA nº 237/97, art. 1º.

Ressalta-se que as bases legais de um licenciamento ambiental são elaboradas com base nas Resoluções de Órgãos competentes como o CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente, responsável pelos procedimentos de licenciamento ambiental, pela Política Nacional do Meio Ambiente, cujas normas visam à preservação ambiental, Lei Complementar 140/11 que estabelece normas de cooperação entre os âmbitos Federais, Estaduais e Municipais. O objetivo desses Órgãos é proteger o meio ambiente, estabelecendo regras para operação das organizações.

O que é Licença ambiental?

Já pensou em todas as organizações realizando suas atividades da forma que julgarem adequadas? Provavelmente o resultado não seria nada positivo para o meio ambiente, e consequentemente, para Sociedade que a usufrui. Contudo, ter um país que busca pelo desenvolvimento econômico, certamente causará impactos ao meio ambiente que podem ser, em alguns casos, irreparáveis. Por isso, o licenciamento ambiental, faz-se necessário para que haja equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a proteção ambiental.

A legislação federal, estadual e municipal estabelece a lista de atividades que são passíveis de licenciamento e as que são dispensadas. Portanto, toda organização que se enquadrar como passível de licenciamento, quando for realizar uma atividade, seja qual for o seu porte ou ramo, é preciso solicitar ao órgão ambiental competente a licença ambiental. É através dessa licença, que são estabelecidas as condições, restrições e medidas de controle ambiental que deverão ser obedecidas pelo empreendedor, seja pessoa jurídica ou física. Portanto, ao iniciar uma operação, faz-se necessário tirar a licença ambiental e, somente após a obtenção, é que o empreendedor terá a permissão para dar início a sua atividade.  

É importante ressaltar que, ao requerer a sua licença ambiental, pode ser solicitado pelos Órgãos competentes, o EIA/RIMA, a prévia realização de estudo de Impactos Ambiental, bem como o relatório de impacto sobre o Meio Ambiente. Em alguns casos, pode ocorrer a realização de audiências públicas para acordo de regulamentação.

A partir dessa premissa, é preciso que as empresas compreendam que o licenciamento ambiental é um importante instrumento de gestão que contribui no controle das atividades das organizações que interferem de forma direta ou indireta nas condições ambientais. Assim, é possível conciliar o desenvolvimento econômico e o uso dos recursos naturais, assegurando uma gestão mais consciente e sustentável.

Qual o Órgão responsável pela Licença Ambiental?

O responsável pela licença ambiental é das três esferas de poder: Federal, Estadual e Municipal e cada estado tem sua legislação. Sendo, no entanto, a esfera Federal de responsabilidade do IBAMA e os Órgãos de Meio Ambiente da esfera estadual. Contudo, a esfera municipal é mais complexa, devido a extensão do território brasileiro, logo uma empresa que funcione em Belo Horizonte e outra em São João Del Rei terão regulamentos municipais distintos.

Como tirar licença ambiental e controlar licenças e condicionantes.
Qual a relevância da Avaliação da Conformidade para a economia?

Como tirar licença ambiental pela internet?

É muito comum, empreendedores desejarem tirar sua licença ambiental pela internet, contudo, devem-se atentar, pois varia de estado para estado, conforme deferimento do Órgão ambiental.

No entanto, há alguns municípios e que possibilitaram a emissão da licença pela internet. Porém, é válido pesquisar se no seu estado e no seu município há a possibilidade de emiti-las remotamente.

Por que controlar as licenças ambientais de operação?

Antes de falarmos sobre os tipos de licenças e a importância de cada uma delas para a operação do empreendimento, vamos discutir sobre o controle que se faz necessário para evitar embargos ou multas. O controle das licenças é importante, pois cada uma delas tem um prazo de validade determinado pelos Órgãos competentes as quais também são impostas condições e medidas de controle, visando dar responsabilidade ao empreendedor pelo descumprimento dos requisitos estabelecidos.

O licenciamento ambiental (incluindo o atendimento às condicionantes) é o principal item legal que uma organização deve priorizar, pois a ausência de uma licença (ou o não atendimento a condicionantes) pode impactar na operação da organização gerando paralisação, embargo da atividade, multas e até prisão.

Tendo conhecimento que existem muitas dificuldades para as empresas terem o controle detalhado dos documentos necessários para o funcionamento regular das suas atividades seguindo toda a legislação pertinente, e preocupada em garantir que você tenha um sistema de gestão ágil e eficaz, a Verde Ghaia desenvolveu o Módulo Licenças e Condicionantes do SOGI.

Esse módulo é indicado para pequenas, médias e grandes empresas, bem como para organizações que possuam várias unidades, para o ramo da construção civil ou mesmo para qualquer atividade que gere muitos impactos, como por exemplo, as mineradoras, empresas de concessões de óleo e gás, as siderúrgicas, dentre outras.

Através do Módulo Controle de Licenças e Condicionantes, o empreendedor não perderá prazos da validade, prevenindo sua gestão de multas, interdições, paralisações de atividades e ainda evitar paralisação, esperando a validação das licenças.

O melhor do controle está na organização e na antecedência de documentação e de condicionantes de sua licença ambiental, possibilitando a realização dos controles das informações complementares, bem como do monitoramento de licenças, Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), manejo florestal, alvarás, outorgas, Termos de Ajustamento de Conduta e muitos outros.

Vale a pena agendar uma demonstração do Módulo e conferir como o seu controle pode ser muito mais ágil e seguro. Conquiste uma gestão eficaz e com resultados.

Tipos de licenças ambientais

Falamos anteriormente sobre o controle de licenças, no Brasil, há 03 tipos. Existe, no entanto, há possibilidade da empresa tirar a Autorização Ambiental e a Licença Ambiental Simplificada conforme os critérios estabelecidos por cada Estado brasileiro.

Todavia, a Autorização Ambiental é outorgada quando a atividade é temporária e não é caracterizada como uma instalação permanente. Se ocorrer alguma mudança, que essa atividade venha a se tornar permanente será exigido, portanto a licença ambiental. Já a Licença Ambiental Simplificada é outorgada quando o empreendimento é considerado como micro ou pequeno porte, esses critérios, no entanto, podem variar conforme o estado e o seu potencial poluidor.

Tirando essas duas outras formas de licenças, há outros três tipos de licenças mais comuns. Porém, cada uma tem etapas específicas para que o empreendedor possa requisitá-la.

1.   Licença Prévia – L.P

A Licença Prévia, também conhecida como LP, é a primeira etapa do licenciamento. É nesse momento que o Órgão Licenciador irá avaliar a localização e a concepção do seu empreendimento para atestar a viabilidade ambiental e os requisitos que o empreendedor deverá assumir. Após o empreendedor cumprir com os requisitos estabelecidos, será possível obter a sua licença Prévia.

Ressalta-se que nessa etapa, o Órgão ambiental pode solicitar alguns documentos, como o EIA/ RIMA, RCA, se for necessário. E através de uma análise criteriosa, definir as condições em quais atividades, a empresa está enquadrada, de modo que as normas ambientais vigentes sejam cumpridas.

E para cada um dos documentos, o prazo de validade será variável, pois cada órgão ambiental responsável, sendo eles especificados na sua licença conforme com os parâmetros estabelecidos na Resolução CONAMA 237/97.

2 – Licença de Instalação – LI

Licença de Instalação – LI é a que autoriza a organização a dar início a implantação do seu projeto, seja a construção do seu empreendimento, bem como a instalação de seus equipamentos  numa perspectiva ambiental. A LI é obtida após a Licença Prévia, isto é, a aprovação do projeto inicial, no qual devem estar inseridas as medidas de proteção ambiental.

É importante ressaltar que a execução do projeto deve ser feita conforme apresentado e qualquer modificação no projeto deve ser formalmente enviada ao órgão licenciador para avaliação.

3 – Licença de Operação – LO

A Licença de Operação – LO autoriza o início de todo o funcionamento do seu empreendimento, isto é, dos processos operacionais. Ela é obtida após a vistoria, responsável pela verificação do cumprimento das exigências estabelecidas pelos Órgãos responsáveis e envio de documentação comprobatória de atendimento às condicionantes.

A Licença de operação ambiental é fundamental para o empreendimento funcionar legalmente, visto que nessa licença estão estabelecidos os métodos de controle de operação.

Ressalta-se que os empreendimentos licenciados devem receber as auditorias periodicamente para que verificação do cumprimento dos requisitos legais aplicáveis. E se em algum momento ocorrer modificações e/ou alterações nos processos operacionais, é preciso revisar a licença junto ao Órgão licenciador para serem definidas as adequações de um novo licenciamento. 

Quais empresas precisam de Licenciamento Ambiental?

O licenciamento ambiental é obrigatório em todo o território nacional, conforme a Lei nº 6.938/81, regulamentando o funcionamento das organizações. Contudo, quando uma organização não cumpre seus requisitos e/ou não opera com as devidas licenças ambientais, a organização fica sujeita às sanções previstas em lei, podendo ser punida em consonância com a Lei de Crimes Ambientais de 1998.

Deste modo, as licenças ambientais devem fazer parte da base estrutural de qualquer organização, uma vez que elas são as responsáveis pelo equilíbrio o desenvolvimento econômico e o controle ambiental das atividades.

As atividades que precisam de licença são estabelecidas pelo Ministério de Meio Ambiente, listado na Resolução CONAMA 237/97. Sendo, portanto, obrigatória à licença ambiental para todas essas organizações. Fique atento às restrições e exceções estabelecidas na Resolução.

Empreendimentos já em operação: Licença Corretiva

Uma dúvida muito comum entre os gestores responsáveis pelo controle de licenças, está relacionada à emissão da licença ambiental para funcionamento das atividades, mas que já funcionam sem a licença correspondente.

Quando situações como essas acontecem, é necessária a emissão da Licença de Operação Corretiva ou Licença Corretiva. Esse tipo de licença deve ser solicitado em casos especiais, nos quais os empreendimentos, já em atividade, desejam regulamentar seu funcionamento. Por isso, são dispensados da Licença Prévia, mas os exima dos requisitos a serem cumpridos.

Conheça o módulo Licenças e Condicionantes do SOGI e conquiste uma gestão diferenciada. Nossos produtos e serviços são ousados porque acreditamos que toda gestão deve ser personalizada!

Fale conosco e agende uma demonstração do SOGI Licenças!

Qual a relevância da Avaliação da Conformidade para a economia?

 

Você quer adquirir um novo computador. Embora já tenha em mente a configuração do equipamento que deseja, você não sabe qual é melhor loja para realizar a compra. Independente da sua atitude, você, provavelmente recorrerá aos seus dois melhores amigos, que dão as seguintes recomendações:

Amigo 1: “Vá na Loja X. O atendimento deles é mais ou menos, atrasaram muito a entrega da minha máquina, mas são baratíssisimos. Ah, eles não dão nota fiscal. Mas, se o produto der problema, eu conheço um técnico excelente, que conserta rapidinho e por um preço camarada.”

Amigo 2: “Recomendo a Loja Y. Atendem bem, entregaram o meu produto no prazo, oferecem assistência caso a máquina apresente problemas dentro do período da garantia. Embora, eu tenha pago mais caro, não tive dor de cabeça para resolver alguns problemas. Eles são bem ágeis e cuidadosos. São tão bons que no ano passado eles conquistaram o selo ISO 9001 de qualidade.”

E aí? Qual das lojas soa mais confiável? Pode até ser que a referência ao preço baixo da Loja X tenha chamado sua atenção. Mas, você, certamente não desprezou as informações negativas (como o não cumprimento do prazo de entrega e a ausência da nota fiscal).

Assim como você, o mercado como um todo também nutre uma série de expectativas a respeito de produtos e serviços oferecidos pelas empresas. Tais expectativas podem abranger vários critérios: qualidade, segurança, desenvolvimento ambiental, economia, confiabilidade, eficiência etc.

Não são poucas, as organizações que fazem o possível, para satisfazer o consumidor. No entanto, aquelas que possuem o selo ISO saem na frente, por estarem sempre atentas aos detalhes dos processos antes de chegar ao consumidor final.

Vamos falar de Gestão Acelerada?

Avaliação da conformidade: Qualidade – ISO 9001

Provavelmente você já conhece o conceito, mas não custa lembrar: ISO é a sigla para International Organization for Standardization, ou seja, Organização Internacional para Padronização. A ISO é uma entidade de padronização e normatização criada na Suíça em 1947 para promover o desenvolvimento de normas, testes e certificação, incentivando assim o bom comércio de bens e serviços.

Quando uma empresa conquista um selo ISO, ela prova publicamente que passou por uma auditoria confiável, a qual atestou o cumprimento de uma série de requisitos de normas, regulamentos e outras especificações, a chamada avaliação da conformidade. A avaliação da conformidade ajuda a assegurar que os produtos e serviços oferecidos por aquela empresa estão cumprindo aquilo que prometem ao seu público consumidor.

Entenda sobre avaliação da conformidade nos processos

Em alguns casos, quando a saúde pública,  a segurança ou o meio ambiente estão envolvidos, a avaliação da conformidade se torna legalmente obrigatória. É por isso, que temos órgãos fiscalizadores como o IBAMA, por exemplo.

Mas, mesmo quando o cumprimento de alguns requisitos não é obrigatório por lei, a avaliação da conformidade pode fazer grande diferença – não apenas individualmente nas empresas, mas para a economia como um todo. Veja só o que ela afeta:

Órgãos reguladores:

Eles se beneficiam da avaliação da conformidade porque elas são um recurso para auxiliar no cumprimento da legislação de saúde, de segurança e de meio ambiente. Quanto mais gente cumprir a legislação, melhores serão os índices de desenvolvimento das políticas públicas. A sociedade toda sai ganhando.

Comércio internacional:

A padronização de requisitos facilita a negociação entre diferentes países. Como as normas ISO são reconhecidas internacionalmente, elas funcionam como uma espécie de código conhecido no mundo inteiro, o qual deixa bem claro que aquela empresa que carrega o selo é confiável.

Na era da globalização, as “melhores práticas comerciais” são cada vez mais esperadas por todas as partes envolvidas, e isto inclui também os órgãos reguladores e governamentais, que buscam proteger seus cidadãos de produtos perigosos ou de qualidade inferior.

Sugestão de Leitura: Confira o passo a passo da implementação ISO 9001 e os benefícios da norma para o seu negócio

Consumidor:

O consumidor direto se beneficia imensamente também. Muitas vezes não percebemos, mas certificações de qualidade são extremamente importantes para nossa segurança. Um exemplo disso é o selo do INMetro.

Embora ele seja parte da autarquia federal (e portanto, reconhecido apenas em território brasileiro), é um selo que já se tornou bastante conhecido entre nossa população — você já deve ter visto o símbolo do órgão em vários produtos que consome. Se você dá um brinquedo ao seu filho pequeno, certamente espera que aquele brinquedo seja seguro e que não cause riscos, como asfixia, intoxicação ou outros acidentes.

É o INMetro que garante essa segurança através de testes dos produtos. O selo ISO tem esse mesmo peso, mas numa escala internacional e em diversos nichos.

Consideração Final

Como podemos ver, a avaliação da conformidade é uma atividade “de toda a sociedade”, pois não apenas garante a segurança do consumidor, como protege o meio ambiente, agrega valor à marca, estimula a constante melhoria de qualidade, fortalece o comércio interno, facilita e estimula o comércio exterior e propicia uma concorrência justa entre as organizações.

E você? Já sabe como aperfeiçoar seus processos e oferecer aos seus clientes produtos e serviços com a qualidade que eles esperam e ainda diminuir gastos desnecessários? Fale com um dos nossos consultores.

Será um prazer te ajudar a alcançar novos patamares em seu negócio. Fale conosco, atuamos há mais 20 anos no mercado nacional e internacional, temos uma equipe preparada para te orientar e ajudar.


Leia a matéria sobre o Prêmio Compliance Brasil e saiba como empresas renomadas como a Nestlé estão sempre a frente do seu tempo!

Indicadores de risco para atender Requisitos Legais?

 

No artigo de hoje, faremos uma explanação de como atender Requisitos Legais através de Indicadores.

Entenda sobre os Riscos do negócio

Risco é definido como “acontecimentos, condições ou circunstâncias futuras que podem provocar impacto, normalmente negativo, em um projeto ou empreendimento, como prejuízos ou danos”. É a probabilidade de algo vir a ocorrer. Mas ao contrário de ser algo apenas negativo, como a própria norma ISO 31000 afirma, o risco pode apresentar também uma oportunidade para o negócio.

Então, indicadores de risco são indicadores sobre os principais riscos aos quais uma organização está exposta. Explicando melhor, são as métricas utilizadas pelas empresas para verificarem qual é o potencial de exposição a um determinado risco, como se antecipar à ocorrência de um risco e reduzir seus impactos negativos ou, ainda, como maximizar alguma oportunidade.

Através desses indicadores, ou seja, dessas métricas, torna-se possível monitorar o nível de risco de uma área ou da própria organização como um todo. Assim sendo, os indicadores de risco fornecem informações significativas para o atingimento de metas estratégicas, sinalizando a necessidade de ações a serem tomadas, dando suporte à análise crítica dos resultados e às tomadas de decisão, e é exatamente por isso que devem estar alinhados aos objetivos da empresa.

O que os Indicadores de Risco geram para a empresa?

Os indicadores de risco atendem a cinco requisitos: são mensuráveis, previsíveis, comparáveis durante um período de tempo, devem ter uma pessoa responsável por cada indicador, e devem estar inseridos dentro do contexto do negócio.

Portanto, são os indicadores de risco os responsáveis por medirem os riscos potenciais e por permitirem ações em tempo hábil, garantindo, desse modo, o sucesso de uma organização. Nisso reside a sua extrema importância para todas as empresas. Por isso, os indicadores de risco devem estar sempre associados às áreas do negócio cujo não atendimento à legislação causa maior impacto no sucesso/desempenho da organização, podendo assim contribuir no gerenciamento e no atendimento aos requisitos legais aplicáveis.

Como avaliar os indicadores de risco?

Os indicadores de risco, ao permitir monitorar diversos processos internos e externos, o desempenho de cada um e da atividade como um todo, ajuda a identificar o que deve ser foco de atenção visando o atendimento dos requisitos legais. É por este motivo que se torna necessário buscar sempre por indicadores que possam contribuir realmente para tornar esse processo eficiente e garantir a manutenção do sistema de gestão.

Um dos pontos a ser destacado para que isso aconteça é que os gerentes/diretores das mais diversas áreas da organização se comuniquem entre si. Por exemplo, o gerente do departamento de qualidade deve falar com o da área ambiental e ambos com o da área de segurança e saúde ocupacional, que também precisam conversar com o administrativo e o financeiro. E assim por diante.

Todos os departamentos devem manter esse diálogo, de modo que todos deixem claro os gastos ocorridos com multas, sanções, retrabalho, corretivos. São esses dados que farão diferença para a alta direção compreender a importância de se investir num sistema de gestão que gere indicadores com dados assertivos para as tomadas de decisão.

Portanto, se toda a decisão estratégica é feita com base nos indicadores que se controla na gestão, é preciso que a organização sempre esteja em busca dos indicadores mais adequados para seu negócio, que sejam capazes de apontar para estratégias de crescimento e de novas oportunidades de negócio, bem como para o crescimento sustentável da organização.

Como usar os indicadores para gerenciar requisitos?

Hoje a modernidade e a tecnologia vieram para facilitar as nossas vidas. E com os indicadores de risco para o gerenciamento do atendimento aos requisitos legais de uma organização não foi diferente.

Há 20 anos a Verde Ghaia é referência no mercado nacional na assessoria e monitoramento dos requisitos legais. A empresa sempre está em busca do que existe de mais moderno e inovador, desenvolvendo metodologias próprias para simplificar a vida de seus clientes.

A Verde Ghaia desenvolveu o SOGI, o seu Software Online de Gestão Integrada, que já está em sua oitava geração e agora conta com inteligência artificial também para ajudar no processo de monitoramento de leis (se quiser saber sobre essa inovação da Verde Ghaia, é só clicar aqui).

Como atender requisitos legais?

O SOGI é uma ferramenta que ajuda as organizações no gerenciamento do atendimento aos requisitos, sendo capaz de gerar indicadores de riscos condizentes ao andamento dos atendimentos da organização, contribuindo assim para a gestão das obrigações mais críticas e mais personalizada. Por ser um software para a gestão integrada, ele agrega diversas funcionalidades, de modo que você possa fazer uma gestão baseada na prevenção de riscos.

Com o SOGI os clientes da Verde Ghaia que o utilizam conseguem administrar seus indicadores com mais assertividade e realmente fazer a sua gestão. Por exemplo, de maneira bem simples e intuitiva é possível verificar quais os requisitos de maior ou menor risco, que precisam ser atendidos prioritariamente, o custo do atendimento dos requisitos (e também do não seu atendimento), sendo possível também elaborar gráficos e relatórios que ilustram melhor o cenário atualizado da empresa em relação ao atendimento legal dos requisitos. E a gestão pode ser feita por cada unidade corporativa ou de todo o grupo de empresas, de forma geral.

São tantas vantagens e benefícios para uma organização que fica difícil falar tudo em um texto só. Então, para saber mais sobre o SOGI e sobre indicadores de risco, entre em contato com os consultores Verde Ghaia e descubra porque melhorar todos os seus resultados só depende de uma decisão sua!

Agora é a sua vez de definir com a sua equipe como atender requisitos legais do seu negócio. Se houver alguma dúvida, Fale conosco! A Verde Ghaia possui uma equipe capacitada para te auxiliar.


Assessoria para gerenciar Requisitos Legais

 

É uma prática comum, as organizações contratarem empresas de assessoria para gerenciar os Requisitos Legais. Contudo é necessário se ater a alguns critérios, como know-how, por exemplo.

Quem contrata serviços de Assessoria para gerenciar requisitos?

Qualquer empresa, independente da sua área de atuação, tem requisitos legais a serem cumpridos. E se manter em conformidade é extremamente importante, pois a falta de controle dos requisitos legais pode ser devastadora, tanto econômica, ambiental e socialmente, e principalmente para a reputação da marca e da imagem organizacional. E tudo, pode ficar ainda pior, se você parar para pensar no universo gigantesco de leis, normas e requisitos a que uma empresa está submetida para que ela esteja em conformidade legal.

Vamos imaginar como exemplo uma organização da área de mineração que queira se instalar na cidade de Paracatu, estado de Minas Gerais. Para estar em operação legal, essa empresa necessariamente precisaria atender 447 leis federais, 187 leis estaduais, 14 leis municipais, 68 normas técnicas e 4.655 obrigações derivadas da legislação aplicável. Como realizar a gestão dessa enorme quantidade de requisitos legais de forma eficiente, segura e prática?

O que é gestão de requisitos legais?

A gestão de requisitos legais pode ser compreendida como uma assessoria no atendimento aos requisitos legais, pertinentes às atividades, processos, produtos e serviços de uma empresa, para o atendimento das obrigações identificadas, cujo objetivo é de facilitar o gerenciamento e a análise de desempenho e conformidade legal da organização.

Na gestão de requisitos legais, além de identificar a legislação aplicável, que inclui leis, decretos, portarias, resoluções e instruções normativas aplicadas à realidade das atividades, produtos e serviços, é necessário verificar constantemente seu texto atualizado e periodicamente avaliar se as obrigações estão sendo atendidas.

Como iniciar a gestão dos requisitos legais?

Para começar a gerenciar os requisitos legais, o gestor deve identificar o ramo de atividade da empresa, conhecendo o funcionamento dos seus processos para que ele seja capaz, também, de avaliar os perigos e riscos e os aspectos e impactos ambientais. Além disso, para que o gestor inicie o seu gerenciamento é fundamental que ele:

1. estabeleça, implemente e mantenha procedimento(s) para identificar e acessar os requisitos legais aplicáveis e a outros requisitos, relacionados à Segurança, Meio ambiente, Saúde, Responsabilidade Social e Qualidade;

2. determine como esses requisitos se aplicam a suas atividades; e

3. mantenha todas as informações atualizadas e comunicadas às pessoas que trabalham sob controle da organização e outras partes interessadas relevantes.

Por isso, outro ponto fundamental é que haja uma equipe de profissionais experientes na empresa, especialista em cada área que atuem, para que possam ficar responsáveis pelo monitoramento e por gerenciar os requisitos a serem cumpridos.

Talvez agora você possa estar pensando que não deve ser tão difícil assim fazer a gestão dos requisitos legais. Infelizmente você está enganado, e uma assessoria neste momento é praticamente o que vai determinar se o negócio vai conseguir se desenvolver ou não.

Por que contratar Assessoria para gerenciar os Requisitos?

Abordar a identificação dos requisitos legais aplicáveis é geralmente um trabalho extremamente desgastante para muitas organizações, uma vez que o porte e a complexidade de seus processos irão interferir nas leis que ela deverá atender. Lembra-se lá no começo no exemplo sobre a empresa de mineração? Então, foi só um exemplo, mas em menor ou maior grau a complexidade do processo de gestão estará sempre presente. E você pode se sentir perdido, se saber ao menos por onde começar.

Outro grande problema é que as leis, as publicadas no site oficial do planalto, contém erros de digitação. Isso sem falar das leis em desuso. Vale lembrar ainda, que os órgãos de fiscalização batem cabeça nas pilhas de atos administrativos, no planejamento de atividades e nos altos custos operacionais na sua gestão de requisitos legais, tornando tudo ainda mais burocrático e lento.

Portanto, ter um banco de leis sempre atualizado não é tarefa fácil. E se a empresa ainda opta, por utilizar planilhas de Excel e verificação manual das informações, o problema piora mil vezes!

Há uma luz no fim do túnel?

A maneira mais fácil, simples e segura para contornar todos esses problemas e se proteger de desvios de condutas, fraudes e penalidades é contar com uma assessoria técnica especializada, que possa identificar todos os requisitos aplicáveis à sua atividade, monitorar seu cumprimento e verificar o que ainda precisa ser cumprido, inclusive oferecendo a possibilidade de construir planos de ação para ajudar o gestor em todo esse processo.

A assessoria para gerenciar requisitos, ajuda você encontrar a mais completa e moderna ferramenta que existe hoje no Brasil para a gestão de requisitos legais. Esta ferramenta é o SOGI, o Software Online de Gestão Integrada da Verde Ghaia.

SOGI é um grande diferencial no mercado, visto que, se compará-lo a tudo o que existe hoje no mercado, nada se iguala a esse software, pois ele é capaz de agilizar sua gestão em até 80%.

Além disso, destaca-se o controle de banco de dados de legislações de todo o Brasil e seu serviço de inteligência Artificial na interpretação legal, sendo feito 24 horas por dia, utilizando-se do Big Data. E segundo, foi lançada a LIA, uma plataforma de IA que identifica toda a legislação aplicável a qualquer ramo de atividade, oferecendo respostas seguras sobre custos preventivos, corretivos e preditivos para o cumprimento dos requisitos legais.

O faz a Verde Ghaia?

A Verde Ghaia presta assessoria e consultoria no monitoramento de requisitos legais há mais de 20 anos, sendo referência no mercado nacional quando o assunto são sistemas de gestão. Seus clientes são empresas de todos os portes e segmentos, que se preocupam em se manterem em compliance e crescerem de forma sustentável ao longo do tempo. E claro, que não abrem mão da modernidade e segurança das suas informações.

Por isso a Verde Ghaia, através de metodologias próprias, desenvolveu o SOGI. Ao adquirir este software, o gestor passa a ter a tranquilidade de sempre contar com assessoria completa para gerenciar todos os seus requisitos. O SOGI, junto com a LIA, é o que há de melhor hoje para a assessoria de requisitos legais. Somente ele pode garantir uma gestão eficiente orientada para resultados, utilizando a modernização tecnológica, a regulação responsiva e o gerenciamento adequado da informação.


Se quiser saber mais sobre o SOGI, entre em contato agora mesmo com os consultores da Verde Ghaia, e saiba mais sobre a Assessoria para gerenciar os requisitos legais do seu negócio.


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Como melhorar: o Gerenciamento dos Requisitos Legais do seu negócio?

Gestão de Requisitos Aplicáveis: conheça Outsourcing Lira!

 

Em uma Gestão de Requisitos Aplicáveis é fundamental contar com uma assessoria para que seja possível crescer de forma sustentável. Para exemplificar o que queremos dizer a você, tente imaginar, por exemplo, uma empresa que possua milhares de leis para cumprir. Isto é fácil, né? Agora, imagine que ela faça essa gestão, ou seja, que ela gerencia e suas leis, decretos, portarias, resoluções e instruções normativas aplicadas à realidade das atividades, produtos e serviços de forma manual, dependendo de planilhas para isso. Percebe que essa organização perde maior parte do seu dia com o operacional, enquanto que o estratégico fica esquecido?

Resolver problemas como esse, na sua gestão, pode ser muito mais simples do que você imagina. E é sobre isso que discutiremos no artigo de hoje.

Gestão de Requisitos Aplicáveis: Como fugir do operacional?

O que essa organização tem nesse caso? Economia de gasto, porque só depende de algumas pessoas para a gestão de requisitos aplicáveis, ou um grande problema que está colocando em risco toda a organização?

Se você respondeu a segunda opção, você já está bem antenado nas atuais necessidades das empresas, e provavelmente já sabe também que optar pela modernidade e pela inovação é a saída para muitos problemas que muitas organizações enfrentam.

E o que existe hoje de mais moderno e inovador quando o assunto é gestão de requisitos legais é o SOGI, o Software Online de Gestão Integrada da Verde Ghaia, empresa há mais de 20 anos referência do mercado nacional quando o assunto é assessoria e monitoramento de requisitos legais.

O SOGI é dividido em módulos. Cada um deles tem o objetivo de resolver um problema específico da sua empresa, além de oferecer inúmeras vantagens e benefícios. E quando falamos de ajudar na gestão dos requisitos aplicáveis, o ideal é o Outsourcing LIRA. Vamos conhecê-lo melhor.

Outsourcing: Conheça a Metodologia da Verde Ghaia

E o que é o Outsourcing LIRA?

O outsourcing pode acontecer nas mais diversas áreas. Uma delas é a gestão dos requisitos aplicáveis a uma organização. A Verde Ghaia, por ser especialista em assessoria e monitoramento de sistemas de gestão, desenvolveu o Outsourcing LIRA.

O Outsourcing LIRA basicamente é uma consultoria jurídica de ponta que confere muito mais qualidade aos processos de uma organização. Ele permite ter um controle dos planos de ações da empresa, mantendo-os atualizados de acordo com o planejamento proposto e ainda minimizando os riscos derivados do não atendimento às obrigações legais.

E ainda tem mais! O Outsourcing LIRA auxilia na identificação das áreas de abrangência das obrigações ou na indicação de documentos e evidências de atendimento em todas as obrigações aplicáveis ao negócio. Este módulo ainda é de grande ajuda para manter uma organização atualizada sobre as novas publicações legislativas, proporcionando um melhor controle dos processos e diminuindo os riscos e sanções legais devido à não conformidade.

Portanto, o objetivo do Outsourcing LIRA é ajudar o cliente da Verde Ghaia a atingir 100% de toda a sua conformidade legal aplicável, de modo que a empresa seja resguardada e ainda possa acompanhar o andamento de todas as ações realizadas, pelos responsáveis em manter o LIRA sempre atualizado.

Como funciona o Outsourcing de Requisitos Aplicáveis?

Ninguém na sua empresa é obrigado a dar conta de tudo. Existem tarefas complexas que seria muito mais produtivo contratar alguém para fazer do que ficar tentando e desperdiçando um tempo valioso. Ou sairia caro demais criar um departamento para realizar algumas funções que poderiam muito bem ser feitas por terceiros.

Exemplificando. Uma empresa do ramo alimentício não precisa de um departamento de TI porque esse não é foco da sua atividade, apesar de ser um serviço necessário para o seu funcionamento. Mas essa mesma empresa pode contratar uma outra empresa especializada em TI que pode oferecer esse tipo de serviço. Ambas acabam ganhando em uma situação como essa: a empresa alimentícia economiza com contratação e montagem de um departamento de TI, além de contar com experts neste setor; e a empresa de TI consegue especializar mais ainda seus funcionários, focando sempre em uma melhoria de entrega de serviços.

Esse tipo de contratação de terceiros é o que chamamos de “outsourcing”, que vem para suprir ou atender uma necessidade ou demanda bastante pontual, que geralmente não são feitas na organização mas que é essencial para que a empresa possa atingir excelentes resultados. Por isso, o outsourcing permite conhecer as fraquezas e as forças de sua empresa, valorizando as áreas estratégicas da sua organização, tornando os processos ainda mais produtivos, otimizando todas as atividades e conduzindo ao sucesso duradouro.

Além disso, o outsourcing confere uma série de vantagens às empresas que o contrata para controle de leis e requisitos legais aplicáveis, sendo uma oportunidade de utilizar uma mão de obra externa como estratégia comercial e de negócios, alavancando os resultados de uma organização ao reduzir custos e mantendo e aumentando a eficiência empresarial.

Quais as vantagens e benefícios de utilizar o Outsourcing LIRA em uma organização

Com o serviço de outsourcing, o cliente Verde Ghaia elimina riscos legais e ainda alcança melhorias através do atendimento às obrigações aplicáveis, mantendo sempre a sustentabilidade do negócio. Além deste serviço, a empresa tem acesso ao SOGI que contribui na avaliação e no registro do atendimento às obrigações legais por meio da verificação da conformidade legal.

Outro serviço que o Outsourcing LIRA agrega à gestão empresarial refere-se à auditoria de conformidade legal. Nelas são realizadas auditorias nas atividades da organização que por sua vez receberá relatórios específicos com detalhamento das não conformidades.

A auditoria de conformidade legal é realizada por consultores com formação em Auditor Líder com experiência no mercado em diversos segmentos, tendo, portanto, mais visão do negócio, identificando com mais facilidade as fragilidades, bem como as melhorias que podem favorecer o negócio.

A função do auditor é verificar in loco todos os atendimentos às obrigações legais, cabendo a ele avaliar todos os documentos pertinentes para que no final ele emita um relatório completo (diagnóstico), apresentando as análises das tratativas das não conformidades apontadas, bem como as oportunidades e as melhorias identificadas. Então, contar com esse auditor significa uma preocupação a menos para sua organização.

Benefícios do Outsourcing LIRA para a sua Gestão

  • implementa melhorias significativas na empresa;
  • aumenta a produtividade e o desempenho, porque deixa a equipe da sua empresa mais disponível para se dedicar aos processos operacionais, já que todo o foco nas obrigações legais ficará por conta de um time especializado;
  • aumenta a competitividade da empresa, porque vai contar com experts em gestão de requisitos legais;
  • reduz os riscos, tanto técnicos quanto financeiros;
  • reduz custos;
  • oferece maior segurança em todos os processos;
  • foca mais no cliente, que é o mais importante para qualquer organização.

Se pudéssemos resumir, com o Outsourcing LIRA sua organização terá muito mais agilidade, facilidade e acompanhamento diário do seu monitoramento de requisitos legais aplicáveisAssim, fica mais fácil tomar decisões assertivas, uma vez que o gerenciamento está sendo realizado constantemente.

Por que escolher o Outsourcing LIRA da Verde Ghaia?

Bom, depois de tantas vantagens e benefícios, fica fácil decidir em contratar o Outsourcing LIRA. Afinal, além de tudo o que já foi dito, ele foi desenvolvido pela Verde Ghaia, empresa experiente no mercado de gestão que possui capacidade técnica e jurídica para mapear todas as obrigações legais aplicáveis às atividades da organização, dando segurança necessária na tomada de decisão.

Além dessa expertise toda, seu objetivo maior é fazer com que seu cliente tenha praticidade, eficiência e segurança em sua gestão. Por isso, sempre busca o que existe de mais novo e moderno para oferecer a seus clientes. Tanto que nos últimos tempos a Verde Ghaia vem investindo pesado em avanços tecnológicos para suas ferramentas, como o desenvolvimento da LIA, a plataforma de inteligência artificial da Verde Ghaia que auxilia também a gestão dos requisitos legais.

Quer saber o que mais temos para oferecer a você e à sua organização? Então entre em contato conosco!

Falhas comuns no Tratamento de Não Conformidades

 

Quando se fala em causa raiz  para tratamento de não conformidades em um sistema de gestão, monitorado e alimentado com frequência, é bem provável, que haja ações mais preventivas do que corretivas. Visto que há uma percepção maior dos problemas que possam vir a acontecer, para que assim, sejam tomadas atitudes para que o problema não ocorra.

O que se observa na MAIORIA DAS ORGANIZAÇÕES é a incidência de ações corretivas e ações preventivas que não funcionam. Chamo a atenção para o termo “maioria”, visto que ações corretivas são muito mais frequentes que as ações preventivas.

Como já verificamos, uma correta metodologia passa pela identificação do problema, determinação da causa raiz, verificação da abrangência, adoção das ações preventivas e corretivas e verificação de sua eficácia, devendo-se documentar e divulgar resultados.

Causa Raiz para tratamento de não conformidades

Quando um sistema de gestão não tem monitoramento adequado e com certa frequência, é comum descobrir problemas apenas quando eles acontecem. Com isso, descobre-se tardiamente, a origem principal que provocou à empresa uma não conformidade.

É inegável a importância de monitoramento frequente do sistema de gestão, independente se ele é SGQ, SSO, SGA. Contudo, para os responsáveis do Sistema de Gestão, há um ponto crucial que é a análise da causa raiz no tratamento das não conformidades.  Em outras palavras, a real intenção dessa análise é fazer com que a não conformidade identificada, não se repita. Agora, se a avaliação não for bem realizada o Plano de Ação pode não funcionar como deveria.

Uma dificuldade que ocorrer na hora da avaliação é a identificação do problema a apenas uma causa-raiz. No entanto, o problema identificado pode ter mais de uma causa raíz, ou seja, pode ter mais de uma origem. Além disso, pode ocorrer de algumas causas acontecerem mais do que outras, mas todas têm o potencial de gerar uma “não conformidade”. Outro erro também é tratar as causas mais prováveis ao invés de fazer a análise para encontrar uma única causa. Com isso, o problema pode aumentar, tendo em vista que a atuação seria em várias frentes, bloqueando diferentes origens de não conformidades.

Sendo assim, os problemas mais usuais, em um sistema de gestão, estão relacionais a identificação do problema ou a determinação da causa raiz. Se você tem dúvida sobre o tratamento de suas não conformidades, aconselhamos algumas horas de consultoria especializada para ajudá-lo a entender seu sistema de gestão como um todo, para que assim, você tenha um panorama geral do que está acontecendo.

Mas, vamos falar mais sobre o tratamento das não conformidades!

Identificação do problema

A forma mais otimizada de realizar a identificar de ‘não conformidades’ é através da realização de uma auditoria. Por isso, é importante que ela seja feita, no mínimo, anualmente para uma avaliação mais ampla sobre a identificação do tratamento das não conformidades.

O momento da auditoria é tão aguardado quanto temido por muitos gestores de sistemas de gestão. Afinal de contas, este é o evento que validará todo o trabalho realizado pela equipe e seus responsáveis de sistemas de gestão, seja ele qualidade, meio ambiente, saúde e segurança e afins.

Selecionamos abaixo, algumas dicas sobre a identificação de problemas, que é muito comum escutar durante uma consultoria ou mesmo auditoria. Portanto, fique atento se você está se comportando adequadamente ao realizar a hora de realizar a identificação dos problemas na sua gestão.

  • Achar que o problema é do cliente, fornecedor, prestador de serviço, etc.
  • Análise de dados insuficiente;
  • Ausência de investigação dos modos de falha;
  • Desconhecimento dos dados disponíveis na organização;
  • Desconhecimento sobre como funciona o processo;
  • Investigação de abrangência incompleta ou inexistente;
  • Não desenvolver medidas para falhas potenciais importantes;
  • Pessoas não conhecem o problema;
  • Pessoas inabilitadas para execução da tarefa;

Determinação da Causa Raiz

Outro vilão é a causa raiz que parece ser um processo simples, mas que deixa muita gente em dúvida. Embora haja consciência, de que é impossível uma empresa não ter erros em seu sistema, é aconselhável que a causa raiz seja analisada com muito cuidado.

  • Achar que já sabe as causas e ir direto para as conclusões;
  • Direcionar para a causa errada;
  • Causas identificadas superficialmente;
  • Considerar erro do usuário ou de utilização como sendo causas;
  • Diagnóstico inadequado da causa raiz;
  • Escolha da solução inadequada quando houver mais de uma solução;
  • Falta de qualificação da pessoa que conduz as investigações;
  • Tentar agir sobre todas as causas possíveis;
  • Uso de ferramentas inadequadas.

Causa Raiz para tratamento de não conformidades

Exemplos de Relato de Não conformidade, análise de causa e ações corretivas

Antes de exemplificarmos as informações acima, é preciso estar claro que para implementar um sistema de gestão, o plano de ação é a parte principal. Por este motivo, ele é construído logo após o diagnóstico, devendo ser exato e objetivo, contendo breves descrições, porém com os dados completos do que será feito para atender a cada ponto da norma. É importante não esquecer de delimitar a data para execução, bem como, quem será o responsável e quais as evidências deverão ser coletadas por estes responsáveis.

Através de um bom plano de ação, será mais fácil evitar não conformidades e mesmo caso elas apareçam, será muito mais simples trata-las, pois haverá uma grande rastreabilidade das ações executadas. Uma boa implementação está intimamente ligada a um bom plano de ação.

Exemplo 01

1) NC: Não evidenciado que a organização tenha identificado os aspectos e avaliado os impactos ambientais de todos os setores.

Evidência Objetiva: Não evidenciado que a organização tenha identificado os aspectos e avaliado os impactos ambientais relativos à geração dos resíduos de torta no processo de Tratamento de Caldo / Evaporação, bagaço no processo de Preparo e Moagem e aplicação de herbicida na Subestação 69KV.

Referência: 6.1.2 da NBR ISO 14001:2015 “Dentro do escopo definido no sistema de gestão ambiental, a organização deve determinar os aspectos ambientais de suas atividades, produtos e serviços os quais ela possa controlar e aqueles que ela possa influenciar, e seus impactos ambientais associados, considerando uma perspectiva de ciclo de vida.”

Causa: O auditado não foi suficientemente treinado para conhecimento dos aspectos e impactos na planilha do setor por serem considerados subprodutos do processo de açúcar e álcool e por serem aproveitados como adubo e combustível nas caldeiras. B – A aplicação de herbicida não foi considerada na subestação por ter sido considerada como uma atividade anormal.

Correção: Revisar as planilhas de Aspectos e Impactos dos setores de moagem e tratamento de caldo e subestação elétrica detalhando e inserindo tais aspectos.

Ação corretiva

A – Promover treinamento de reciclagem de aspectos, impactos, perigos e riscos para todo grupo de trabalho. B – Revisão geral das planilhas de aspectos ambientais após o treinamento.

Exemplo 02

2) NC: Evidência disponível de que a organização não estava controlando o processo de auditoria interna do SGI

Evidência Objetiva: 1- Não realizada auditoria interna na norma  ISO 9001:2015; 2- Não realizada auditoria interna nos processos pintura, meio ambiente, comercial, manutenção e administrativo, todos programados para 2015; 3- Programa anual de auditorias internas para 2016 não disponível.

Referência: 9.2 da NBR ISO 9001:2015 “A organização deve conduzir auditorias internas a intervalos planejados para prover informação sobre se o sistema de gestão da qualidade…”

Causa: A -Redução do quadro de auditores internos devido à crise econômica. B – Não existia um calendário oficial registrado para o programa anual de auditorias.

Correção: A – Realizar Auditoria Interna do SGI na norma ISO 9001:2015.

Ação corretiva

A – Criar calendário anual de auditorias considerando área/processo auditado/processo de auditoria para os anos de 2015, 2016 e 2017. B – Planejar auditoria completa (todos os setores/áreas da empresa no ano de 2016), com auditores terceirizados. C – Formar novos auditores internos de SGI.


Se desejar mais orientações para minimizar ou até mesmo eliminar as não conformidades, entre em contato com a Verde Ghaia!

Nós te ajudamos a tornar todo o seu processo mais simplificado, oferecemos suporte e ferramentas desenvolvidas pela própria equipe usando as metodologias de sistema de gestão. Conte com a gente para que seu negócio alcance voos muito maiores!

Processo de Tratamento de Não Conformidades

 

Saiba como medir o tratamento de não conformidades da sua gestão. Contudo, é importante que antes de vislumbrar esse universo que permeia o Tratamento de Não Conformidade , você possa compreender esse procedimento como um processo composto de etapas distintas a serem seguidas. Deve-se considerar, portanto, que cada uma tem propósito específico e são muito importantes para garantir o objetivo que é evitar que o problema/desvio se apresente novamente.

Como detectar e descrever não conformidades

Detectar e descrever não conformidades, incidentes e acidentes. A adequada identificação e descrição do problema é primordial para que as ações sejam conduzidas com o foco adequado.

Muitas organizações ao identificar de forma equivocada uma não conformidade, acabam por conduzir ações que se resultam ineficazes e o problema volta a ocorrer. Adequado conhecimento e experiência são fatores importantes para que se identifiquem os problemas reais relacionados a determinado processo/atividade.

Análise crítica: você sabe medir o tratamento de não conformidades

Uma análise crítica compreende a visualização sistêmica da não conformidade que se apresenta, seus impactos reais e potenciais no processo onde ocorre, na organização e também fora dela.

Impactos no atendimento de requisitos de clientes, regulamentos legais, perdas financeiras, ou outros fatores de interesses advindos de uma não conformidade devem ser considerados na referida análise de forma que se possa, inclusive, agravar sua criticidade, se for o caso.

Como medir o tratamento de não conformidades

Definir ações de bloqueio ou contenção e medidas para correção. O processo deve ser iniciado com o bloqueio/contenção dos efeitos da não conformidade, como forma de evitar que a mesma se propague pelo processo e atinja de forma ainda mais severa outros processos subsequentes, o meio ambiente, afetem a segurança dos trabalhadores, impactem em partes interessadas, clientes, etc.

Determinação das causas de não conformidades

Um adequado estudo de causas deve permitir que a organização defina e implante as ações necessárias para atuar e solucionar a não conformidade de forma eficaz. Existem inúmeras ferramentas de investigação de causas e a organização deve identificar qual melhor se adapta à sua cultura e ao caso em estudo.

A identificação da causa raiz de uma não conformidade é talvez o fator mais importante para a definição das ações em busca da sua eliminação. Quando uma organização define de forma equivocada as causas de uma não conformidade, pode empregar esforços e recursos em ações que geralmente não estão relacionadas com o problema em si, mas sim a eventos secundários que contribuem para o mesmo, mas não são a chave para sua resolução.

Definir e implantar ações corretivas e preventivas

A organização deve executar ações para eliminar as causas de não conformidades, de forma a evitar sua ocorrência ou repetição. As ações corretivas devem ser apropriadas aos efeitos das não conformidades detectadas, para tanto a organização deve avaliar de forma abrangente a necessidade e definir ações coerentes para assegurar que não conformidades não ocorram novamente.

As ações preventivas devem ser tomadas obviamente para evitar que um problema venha a ocorrer. Tanto preventiva como corretivamente, não basta somente determinar a implementação das ações necessárias, é preciso realizar o devido acompanhamento e realizar os ajustes necessários para garantir o bom andamento do processo, a disponibilidade de recursos, cumprimento de prazos, etc.

Avaliar o tratamento de não conformidades

Após a conclusão das ações é primordial que se verifique a sua real implementação, bem como a eficácia na resolução do problema e causa raiz anteriormente identificada. Sendo assim, é recomendado que o pessoal que realizou a identificação e descrição da não conformidade, seja envolvido na avaliação da eficácia das ações propostas.

Ações ineficazes não serão capazes de evitar a ocorrência (preventiva) ou recorrência (corretiva) de desvios e não conformidades. Por este motivo, caso se observe que as ações propostas não foram adequadamente implementadas ou não foram eficazes, deve-se repetir o ciclo proposto para identificação de causas a fim de reanalisar o cenário e identificar falhas em alguma fase do processo de tratamento da não conformidade.

Vale ressaltar que os registros dos resultados de ações executadas e da análise crítica da eficácia das ações corretivas ou preventivas executadas devem mantidos.