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Case de Sucesso da Uberlândia Refrescos (coca cola) em Gestão Integrada

 

Uberlândia Refrescos é fruto do sonho de um empresário visionário chamado Maurílio Biagi, um imigrante italiano que instalou, em 1976, o depósito da franqueada Coca-Cola, Refrescos Ipiranga, em Uberlândia / MG. Seu capital é 100% nacional.

Conheça a História da Uberlândia Refrescos

Fazem parte da empresa uma fábrica engarrafadora e um centro logístico em Uberlândia, escritórios em Araguari, Frutal, Monte Carmelo, Patrocínio e São Gotardo; unidades em Araxá, Ituiutaba, Patos de Minas e Uberaba; distribuidores autorizados em Iturama, João Pinheiro e Paracatu; fabricando produtos da marca Coca-Cola e distribuindo produtos da Leão, Heineken e Verde Campo pelas regiões do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas.

A Uberlândia Refrescos atende direta e indiretamente mais de 2,5 milhões de consumidores e 24 mil clientes, emprega diretamente aproximadamente 1.300 colaboradores e é reconhecida no mercado por sua transparência e ética nos negócios.

Conheça o Case de Sucesso em Sistema de Gestão Integrada

Todo o trabalho desenvolvido na Uberlândia Refrescos é pautado nos valores: compromisso, paixão, respeito, profissionalismo, transparência, segurança e integridade. Por isso, a busca pelo compliance e a excelência em gestão é seu compromisso.

Por meio desses valores, a empresa segue os mais rigorosos padrões de qualidade, segurança e integridade na fabricação de suas bebidas. Suas linhas de produção possuem uma série de procedimentos de inspeção, com equipamentos eletrônicos que asseguram a qualidade das bebidas produzidas e seus processos são auditados regularmente por órgãos reguladores internacionais para comprovação e manutenção desta qualidade.

Seu comprometimento, compromisso e excelência em desempenho fazem da Uberlândia Refrescos ser reconhecida em todo o Brasil, através dos vários prêmios recebidos em seus mais de 40 anos de atuação, como por exemplo:

  • Prêmio Indústria Sustentável pela FIEMG,
  • Prêmio Qualidade Coca-Cola,
  • Prêmio Quality Brasil,
  • Melhores Empresas para Trabalhar, pelo Great Place To Work;
  • Prêmio Compliance Brasil, do Grupo Verde Ghaia,
  • Prêmio Mineiro da Qualidade (PMQ).

Possui também os selos Solar (Instituto Ideal), Empresa Amiga da Criança (Fundação Abrinq), Empresa Cidadã (CDL Uberlândia) e Empresa Solidária (FIA Patos de Minas) e a certificação LEED Platinum, que reconhece construções baseadas em obras sustentáveis.

Excelência em Sistema de gestão integrada

A Uberlândia Refrescos se destaca por ter uma gestão preocupada e atuante com a Qualidade, Meio Ambiente, Segurança de Alimentos e Segurança e Saúde Ocupacional. Por isso, é certificada nas normas internacionais: ISO 9001 (Qualidade), ISO 14001 (Meio ambiente), OHSAS 18001 (Segurança e Saúde Ocupacional) e FSSC 22000 (Segurança de Alimentos).

A gestão de qualidade foi implantada em 1999. Em 2006, conquistou a certificação na Evolução 3 e certificou-se na norma internacional ISO 9001(Qualidade).

Desde 2008, implanta em seus processos de trabalho a gestão de segurança de alimentos, que usa ferramentas para controlar os perigos e pontos críticos na fabricação do refrigerante, considerando todo o processo de produção. Em 2010, a Uberlândia Refrescos se certificou na norma ISO 22000 e PAS 220 e, em 2013, a atualização da norma levou a mais uma certificação, ainda mais abrangente: a FSSC 22000.

A Uberlândia Refrescos trabalha com o Sistema de Gestão Integrada – SGI – que é a combinação de processos, procedimentos e práticas para atingir seus objetivos de forma mais eficiente no que tange à gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional da empresa.

Políticas para o Sucesso de um Sistema de Gestão Integrada

1 – Respeitar os interesses da comunidade, funcionários, fornecedores, clientes, acionistas e governo mantendo um fluxo de comunicação interativa com os mesmos;

2 – Satisfazer nossos clientes e consumidores oferecendo-lhes produtos e serviços com qualidade;

3 – Ser uma empresa socialmente responsável;

4 – Cumprir todos os requisitos do Sistema de Gestão Integrada da Coca-Cola, as legislações e outros requisitos aplicáveis ao nosso negócio;

5 – Monitorar o produto no mercado e gerenciar incidentes;

6 – Preservar a saúde e integridade dos colaboradores diretos e indiretos, prevenindo e/ou minimizando incidentes do trabalho, doenças ocupacionais e perigos, como exposição ao ruído e aspectos ergonômicos, além de comprometer-se com a segurança pública;

7 – Minimizar os riscos e evitar incidentes com veículos que possam ameaçar ou colocar em perigo colaboradores e outros;

8 – Melhorar continuamente nossos processos da qualidade, da segurança de alimentos, do meio ambiente e de segurança e prevenção de perdas;

9 – Prevenir, minimizar e disseminar os impactos ambientais em nossas operações, protegendo o meio ambiente através da gestão de resíduos sólidos, efluentes, do controle de emissões atmosféricas e contribuindo para preservação dos recursos naturais: água e energia.

Implementação do SGI da Uberlândia Refrescos

Na Uberlândia Refrescos o SGI é formado por uma equipe multidisciplinar, composta por membros da alta direção e coordenadores da segurança, qualidade, meio ambiente, recursos humanos e planejamento estratégico e representantes de áreas, de forma a garantir o correto entendimento e a integralização dos processos.

Para o sucesso de seu sistema de gestão integrada é utilizado o software SOGI, da Verde Ghaia, para gestão das leis e regulamentos relacionados ao negócio. Assim, assegura o atendimento dos requisitos legais e outros critérios aplicáveis ao meio ambiente, segurança de alimentos, qualidade, segurança e saúde ocupacional, além de outras legislações aplicadas ao negócio da empresa.

A Uberlândia Refrescos possui ainda um processo de comunicação interna com as áreas envolvidas no atendimento às legislações e conta também com o suporte oferecido pela Verde Ghaia, gestora do software, no que se refere a esclarecimentos sobre as atualizações das normas.

Além disso, anualmente é contratada auditoria externa para verificação e validação da aplicação dos requisitos do negócio com apoio da Verde Ghaia.

Case de Sucesso da DP World: Planejamento da Cadeia logística

 

A DP World é uma das principais facilitadoras do comércio global e parte integral da cadeia de fornecimento.

O portfólio do grupo conta com 78 terminais marítimos e terrestres operando, apoiados por mais de 50 negócios relacionados em 40 países, sendo uma presença significativa tanto em mercados solidificados quanto em crescimento. Possui mais de 36.500 colaboradores que objetivam, em todas as suas ações, agregar valor e prover serviços de qualidade.

História da DP World

No Brasil, a DP World Santos é um dos maiores e mais modernos complexos portuários da América Latina. Ela está localizada na Ilha Barnabé, na margem esquerda do Porto de Santos, em uma área estratégica com acesso por via marítima, rodoviária e ferroviária.

O empreendimento conta com 653 metros de cais, 207 mil m² de pátio e capacidade de movimentação anual de 1,2 milhão de TEUs (unidade equivalente a um container de 20 pés). Proporciona mais de 800 empregos diretos e 1.500 indiretos.

Além de equipamentos modernos, tecnologia de ponta e alta produtividade, a empresa tem focado em buscar soluções complementares e integradas para ampliar o seu portfólio e agregar soluções aos clientes.

Valores importantes para a DP World Santos

A DP World Santos segue os mesmos valores da DP World: gerar crescimento; entregar resultados; adaptar e evoluir; e ajudar o outro a crescer.

Por ter esses valores, a DP World Santos, mesmo tendo iniciado suas operações em julho de 2013, já conquistou importantes prêmios relacionados ao atendimento aos clientes, Gestão de Pessoas, Ética e Relacionamento: a DP World Santos foi eleita duas vezes pelo Valor Carreira como uma das Melhores Empresas em Gestão de Pessoas e pela Você S/A como uma das Melhores Empresas para Trabalhar.

Em 2016, a DP World Santos foi apontada como o terminal portuário com melhor índice de produtividade, segundo relatório “Desempenho do Setor Aquaviário 2016”, divulgado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq): sua produtividade média foi de 88,8 movimentos por hora de operação.

Certificações da DP World Santos

  • OEA (Operador Econômico Autorizado), conquistado em 2017 na Modalidade Segurança, sendo o primeiro no Porto de Santos. Com a certificação, a empresa passou a ser o terceiro terminal portuário do Brasil a atender as exigências do Programa Mundial do Comitê da Organização Mundial das Aduanas (OMA).
  • ISPS Code (Código Internacional para a Proteção de Navios e Instalações Portuárias). A certificação foi emitida em 2013 pela Conportos (Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis).
  • ISO 28000 – Gestão da segurança da cadeia de valor. É uma certificação inédita no Brasil
  • ISO 9001 – Gestão de qualidade
  • ISO 14001 – Gestão Ambiental
  • ISO 45001 – Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional

Além de todas estas certificações, a DP World Santos possui todas as outras certidões, licenças e permissões necessárias para seu funcionamento.

Planejamento da Cadeia logística

Para atingir seu compromisso, a DP World Santos possui infraestrutura de ponta e modernos sistemas de gestão adquiridos, como o Software Online de Gestão Integrada – SOGI da Verde Ghaia, para oferecer soluções integradas de logística portuária aos clientes.

Para o planejamento da cadeia logística, a DP World Santos utiliza também o sistema de planejamento logístico NAVIS, um dos mais modernos do mundo por integrar softwares específicos para fazer as reservas no pátio e o planejamento logístico dos contêineres nos navios, agrupando-os por ordem de descarga nos portos.

Além disso, o sistema possibilita o gerenciamento da carga desde a reserva da vaga pela transportadora até o reconhecimento e orientação do motorista ao entrar no terminal e estacionar o caminhão, indo até o embarque da carga no navio.

O complexo conta ainda com Gates que garantem a agilidade e automatização de todo o processo, além da identificação dos motoristas por sistema de biometria e BDCC (sistema de identificação para recintos alfandegados).

O controle dos veículos e cargas que entram e saem por via terrestre é feito por Optical Character Recognition (OCR), que confere a placa do caminhão, o número do contêiner e as informações do motorista, o que permite o acesso automático, desde que aquele veículo esteja devidamente agendado para o horário.

Compliance Sustentável

E a sustentabilidade também é muito importante para DP World Santos. Já são mais de 30 projetos voltados à fauna e flora da região, com destaque para o salvamento de mais de 35 mil plantas e sementes, o reaproveitamento da biomassa e resíduos vegetais e monitoramento de restingas e manguezais.

A excelência do sistema de gestão em cadeia logística da DP World Santos somente é possível devido ao compromisso que a empresa assume em estar em compliance, em assegurar que seus serviços mantenham um padrão de qualidade reconhecido no mercado.

Desse modo, a DP World visa fornecer um ambiente de trabalho com condições de segurança e saúde para todos os seus colaboradores, em proteger o meio ambiente e prevenir a poluição e pelo envolvimento exigido de todos os integrantes, parceiros, subcontratados e partes interessadas diretamente empregados ou associados à DP World Santos em participarem ativamente e se empenharem para alcançar seus objetivos.

COMAU: Líder em automação industrial e em Gestão de Energia

 

A Comau é líder mundial no campo da automação industrial. Combinando soluções inovadoras de engenharia com tecnologias facilitadoras e uma automação “aberta” e fácil de usar. A Comau ajuda as empresas de qualquer dimensão e segmento industrial a desfrutarem as potencialidades da digital manufacturing.

COMAU sempre buscou por soluções eficientes

A Comau desenvolve sistemas, produtos  e serviços compatíveis com a Indústria 4.0. O portfólio completo inclui: soluções para junções, montagem e trabalhos mecânicos estudadas para veículos tradicionais e elétricos, sistemas de produção robotizados, uma família completa de robôs (incluindo soluções de robótica colaborativa e de vestir) com uma ampla variedade de modelos e múltiplas configurações de carga útil, equipamentos de logística com condução autônoma e serviços de otimização de recursos, com funcionalidades de monitoramento e de controle em tempo real.

A oferta se estende também ao project management e à consultoria, serviços IoT e à manutenção e formação, destinada uma grande variedade de segmentos industriais.

As soluções oferecidas respondem às exigências da produção automotiva, da indústria pesada, ferroviária, de energia renovável e a uma ampla gama de setores da general industry.

História da COMAU

A história da Comau tem raízes na inovação e na descoberta. Iniciou suas atividades em 1970, como Consorzio Macchine Utensili – Consórcio de Máquinas e Ferramentas, em Turim, Itália. Em 1980, se expandiu para os Estados Unidos, e começa a desenvolver o primeiro Sistema Flexível de Manufatura – SFM – e também tecnologias para mecanização de alta velocidade e os primeiros robôs a laser.

Em 1990, a Comau se expande por todo o mundo, e múltiplos centros operacionais e plantas industriais são abertos na América do Sul, Europa, América do Norte e Ásia. A empresa continua com foco na vanguarda da tecnologia e começa a desenvolver novas soluções nos campos Aeroespacial, Veículos Comerciais e Veículos Pesados, Estradas de Ferro e Energias Renováveis.

Em 2000 é criada a Comau Serviços, expandindo-se para a China, Rússia e Romênia, depois de comprar a Renault Automation na França (especializada em engenharia, corte de metais, montagem mecânica e montagem final da carroceria) e a Pico nos Estados Unidos, México, Alemanha e Reino Unido (empresa líder para a produção de linhas de carroceria).

Em 2010 a Comau lança a Comau Aeroespacial, a eComau e a Comau Adaptive Solutions. A organização continua a criar soluções adaptativas, baseadas nos conceitos de “manufatura enxuta”, a fim de melhorar a eficiência operacional de seus produtos. Isso permite que sejam abertas três novas plantas na China, na República Checa, Turquia e uma nova sede na Alemanha. Foi também ampliada a unidade produtiva da Comau México e foram inauguradas as sedes da Comau na Tailândia e no Brasil.

COMAU e a Fábrica do Futuro

Atendendo o mercado há 20 anos com foco em inovação e tecnologia - Verde Ghaia
Atendendo o mercado há 20 anos com foco em inovação e tecnologia

Atualmente, o Grupo Comau trabalha com o HUMANufacturing, a “fábrica do futuro”, indo de robôs colaborativo até soluções de automação “inteligentes” na óptica da Indústria 4.0. Tudo para responder aos desafios de um mercado em desenvolvimento permanente e aos novos requisitos determinados pela revolução digital.

O HUMANufacturing é a visão da fábrica do futuro: “inteligente”, flexível e conectada, onde as pessoas estão no centro do processo de produção e sua interação com outros elementos do processo de automação é feita de maneira eficiente e segura por meio de robôs colaborativos e tecnologias digitais.

A inovação da Comau continua na área de educação, com a introdução de um novo Executive Master em Automação de Fabricação e Transformação Digital, e muitos outros projetos de formação oferecidos pela Comau Academy.

Investimento em Gestão da energia

As empresas do Grupo Comau estão fortemente comprometidas com a condução de suas atividades, em conformidade com todas as leis, regras e regulamentos aplicáveis, e com o objetivo de respeitar os mais altos padrões de ética e integridade.

A partir da criação da eComau, a Comau começou a se dedicar na transformação da responsabilidade ambiental em economia comprovada de energia, por meio do fornecimento de soluções tangíveis para auxiliar as empresas a atingirem metas de sustentabilidade e a garantirem a mais alta eficiência energética possível. 

E para coordenar efetivamente sua estratégia de Gestão de Energia, foi introduzida a função de Gestor de Energia em sua estrutura organizacional. A seriedade com que a Comau planeja e executa seu sistema de gestão a condiciona à eficiência em seus processos, destacando o engajamento de seus colaboradores, incluindo a alta direção, e também de seus parceiros.

A empresa acredita que é um compromisso da Comau atender as expectativas das partes interessadas internas e externas, sendo os requisitos legais elementos importantes neste processo. Além disso, faz parte da Política de Sustentabilidade Comau o atendimento aos requisitos legais e outros aplicáveis.

Certificações conquistas pelo Grupo Comau

  • Certificação ISO 50001:2011
  • Eficiência Energética / ISO14001:2004
  • Gestão Ambiental / OHSAS 18001:2007

O Grupo Comau é o exemplo de que inovação, compliance e sustentabilidade podem e devem caminhar juntas. Ao criar produtos e serviços melhores para seus clientes e, ao mesmo tempo, expandir sua rede global para estar mais próxima de suas bases e caminhar em sincronia com princípios que cuidam do meio-ambiente, a Comau demonstra que respeita totalmente os valores éticos e ambientais que ajudam a impulsionar o crescimento da empresa.

Depoimento de quem vive a Gestão

“Para a Comau, a Sustentabilidade é um dos objetivos de seu plano estratégico, e por isso, a empresa estabeleceu e mantém um sistema de gestão de energia como ferramenta para impulsionar o alcance desse objetivo. Uma gestão eficiente de energias possibilita o aumento da eficiência nos processos, a redução dos custos e como benefícios secundários, torna os processos menos agressivos ao meio ambiente.

E, a gestão de compliance é um elemento fundamental para que a Comau esteja ciente de quais são os requisitos legais aplicáveis ao seu negócio e a sua gestão de energias, possibilita cumprir os requisitos reais  e estar em conformidade com a legislação vigente.

Em 2010, a Comau do Brasil, implantou um sistema de gestão de energia  com certificação na norma EN 16001 – Energy Management Systems – em sua unidade de Betim-MG. Posteriormente, no ano de 2013, migrou sua certificação para a norma ABNT NBR ISO 50001. 

No ano de 2018 a Comau estendeu sua certificação para a unidade de Santo André – SP, local onde atualmente está localizada sua sede administrativa no Brasil”.

Eliezer Neves Silva / Coordenador de Sistemas de Gestão Integrado – COMAU

Verde Ghaia: a influência da marca nos últimos 20 anos

 

A história dos videogames possui dois casos clássicos que ilustram muito bem a importância de se estar atento às tendências tecnológicas no mercado e jamais contar com a vitória certa sobre a concorrência.

Criação do Software para Monitoramento de Requisitos Legais aplicáveis

A primeira delas envolve o Atari 2600, console lançado em 1977 que chegou a vender trinta milhões de unidades em todo o mundo, um número respeitável ainda hoje. O Atari massacrava a concorrência porque oferecia gráficos superiores e, em virtude do hardware mais evoluído, conferia aos desenvolvedores liberdade para criar jogos com visual mais inovador.

Além disso, a Atari Inc conseguiu garantir a exclusividade nos direitos de adaptação dos jogos que atraiam multidões aos fliperamas. A perspectiva de poder jogar Frog ou Space Invaders em casa conquistou milhões de consumidores ávidos. Mas embora a Atari Inc tenha lançado outros modelos de console além do 2600 — tais como o Atari 5200, o Lynx, e o Jaguar —, ela pareceu estacionar no tempo no quesito tecnologia. Sendo assim, quando a Nintendo apresentou o NES (apelidado carinhosamente de “Nintendinho” no Brasil), em 1983, com a novidade dos jogos em 8 bits, a Atari não resistiu ao baque.

A segunda história envolve a própria Nintendo, que já havia derrubado a Atari Inc com tanta destreza lá no início da década de 80. Bem, é óbvio que o NES foi um sucesso, vendendo 62 milhões de unidades em todo o mundo, e um de seus triunfos foi a criação de uma biblioteca de títulos próprios de grande apelo, além de um programa de licenciamento de jogos bastante restritivo à concorrência — um truque que a Atari Inc também já havia utilizado. Só que diferentemente da Atari Inc, a Nintendo foi um pouco mais esperta e continuou inovando. Sua criação seguinte foi o Super Nintendo (SNES), em 1990.

Embora este console competisse acirradamente com o Mega Drive, da SEGA, o SNES ainda foi capaz de sair vencedor da disputa devido a sua capacidade gráfica e de áudio superior à do Mega Drive.

Só que a Nintendo não contava com outro concorrente… A Sony, que com seu moderníssimo Playstation marcou a popularização dos jogos em CD, além de apresentar uma incrível melhoria nos gráficos, universos em três dimensões e a reprodução de mais de 16 milhões de cores. Embora hoje a Nintendo tenha voltado a conquistar uma bela fatia do mercado de games, ela amargou anos difíceis em face à sagacidade da Sony. Já a Atari, pobrezinha…

O que a guerra dos videogames nos ensina?

Que não importa se uma empresa domina o mercado. O sucesso sempre pode ser temporário. Se gestores e equipes não souberem se antecipar em relação à concorrência, qualquer organização pode ser facilmente ultrapassada — e muitas vezes, jamais voltar a se reerguer.

Quando a Verde Ghaia instituiu seu primeiro software com acesso via web, por volta de 2001, já demonstrava uma preocupação em estar à frente do seu tempo. Naquela época, a maioria das empresas ainda seguia um modelo cujo acesso às informações se dava praticamente via intranet. O movimento de acesso online, com todos os dados hospedados em servidores, só passou a ganhar força no mercado geral por volta de 2008.

Em qualquer mercado, esse movimento de pioneirismo é extremamente importante, pois quando determinada empresa mimetiza um movimento inédito de uma pioneira — seja ele a invenção ou mesmo a evolução tecnológica de um produto —, seu movimento acaba soando como mera cópia. Só que em sua essência, a Verde Ghaia sempre foi uma empresa de vanguarda, sempre inovadora.

Porém, diferentemente das gigantes dos videogames, a Verde Ghaia compreendeu que seu sucesso sólido não poderia se transformar num pretexto para desacelerar. Pelo contrário: ela sempre se comprometeu em buscar a inovação constante. A Verde Ghaia sabe que todo gestor deseja respostas rápidas para otimizar as tomadas de decisão, que no meio empresarial tudo precisa ser resolvido habilmente, que as respostas devem vir praticamente em tempo real.

Criação do Software para Monitoramento de Requisitos Legais aplicáveis

Verde Ghaia: a influência da marca nos últimos 20 anos

Quando Deivison Pedroza, CEO da Verde Ghaia, criou o sistema SOGI, primeira plataforma de monitoramento de requisitos legais online, seu intuito inicial era melhorar o processo de monitoramento das legislações federais, estaduais e municipais de seus clientes através de uma solução mais eficiente do que as velhas planilhas Excel. Mas mesmo sendo bem-sucedido em seu plano, Deivison não se escorou no triunfo ou no pioneirismo de sua ferramenta. Atento ao mercado, ele continuou a avaliar as necessidades de seus clientes.

Hoje o SOGI está em sua 8a geração e é um software completo de Gestão e Desempenho em Sustentabilidade. 

Com o SOGI, várias portas se abriram, inclusive internacionais, e diversos serviços começaram a compor o portfólio da Verde Ghaia, que está sempre pensando em melhor atender o cliente. Atualmente, a Verde Ghaia atua não somente no setor de gestão ambiental, mas também no nicho de saúde e segurança ocupacional — que hoje fatura o equivalente ao seu setor de gestor ambiental — e também nos nichos de gestão de qualidade e gestão de riscos.

O grupo cresceu e hoje é composto pelas empresas Verde Ghaia, Verde Ghaia Bioenergia, Verde Ghaia Franchising, Consultoria Online e pelo Instituto OKSIGENO. Cada braço do grupo se preocupa constantemente em alinhar sua marca não apenas à tecnologia, mas também à transparência, à ética, ao comprometimento com a sociedade e à responsabilidade, afinal de contas, nenhuma inovação pode ficar acima da honestidade e da lisura.

Quando apresenta o SOGI aos seus clientes, a Verde Ghaia não oferece apenas um software. Ela oferece inovação, um sistema visionário que vislumbra estar sempre à frente do seu tempo.

E quando o assunto é tecnologia, o jogo nunca está ganho.


Qualidade, inovação e tecnologia: o futuro é agora!

 

Inovação, Tecnologia e Qualidade. “Na crise criamos as melhores oportunidades. Nossa missão é estar sempre quatro anos à frente dos concorrentes e preparados para as novas tendências, investindo muito em tecnologia” – Deivison Pedroza – CEO e fundador da Verde Ghaia.[FL1] 

Qualidade, inovação e tecnologia: o futuro é agora!

Quando a Verde Ghaia nasceu, em 1999, sua missão de melhorar processos na gestão ambiental já era bastante sólida. No entanto, interesse das empresas nesta área, de modo geral, era bem diferente. Embora os assuntos pertinentes ao meio ambiente já se fizessem presentes, a maneira de abordá-los era leiga, até mesmo um pouco preguiçosa. Na teoria, empresas diziam que era importante preservar a natureza. Na prática, descartavam seus resíduos de maneira negligente, dentre outras atrocidades.

Porém, o que poderia ser um obstáculo na verdade se revelou uma oportunidade.

Deivison Pedroza, fundador da Verde Ghaia, enxergou que em algum momento o mercado iria abrir os olhos para o conceito e prática real de sustentabilidade.

Além disso, ele percebeu que o empresariado brasileiro ainda nutria grande dificuldade para compreender e cumprir nossa legislação — especialmente as exigências na área ambiental e no monitoramento das leis, dos requisitos, de normas —, e assim  começou a pensar numa solução inovadora.

Foi desta gana que nasceu o SOGI, um sistema de gestão integrado que visa facilitar a rotina empresarial no cumprimento das leis e no gerenciamento dos negócios, mirando a conquista da compliance e das certificações em qualidade, principalmente no que diz respeito à preservação ambiental.

SOGI: melhorias para a Governança Corporativa

Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia participando do Evento WebSummit em Portugal - tecnologia, inovação e metodologias ágeis.
Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia participando do Evento WebSummit em Portugal – tecnologia, inovação e metodologias ágeis.

Quando analisamos a tecnologia do SOGI no panorama atual, ela parece um tanto óbvia, afinal praticamente todas as empresas hoje sabem que uma gestão adequada é capaz de gerar diversos benefícios que impactam diretamente no meio ambiente, certo? Só que as medidas vigentes no cotidiano da maioria delas teriam soado um tanto fúteis há vinte anos.

Por exemplo: antes uma plataforma de petróleo liberava gases no ambiente de maneira desmedida, não havia qualquer controle sobre a emissão de poluentes; hoje ela pode dedicar até 70% de sua planta de processos exclusivamente ao tratamento adequado de seus gases para mitigar efeitos nocivos.

Mas, os cuidados não se limitam à indústria do petróleo. Outro exemplo são sistemas de reúso, cujo objetivo é reaproveitar recursos hídricos, como a adoção de águas pluviais na lavagem de pisos, na descarga de vasos sanitários, na irrigação e em muitas outras possibilidades — é algo que pode ser adotado até por pequenas empresas. E o investimento em tratamento de resíduos tem se tornado tão forte, que agora as plantas industriais estão mais inteligentes e são capazes até mesmo de transformar custo em receita.

“O empresário descobriu que lixo na verdade é resíduo, e que é possível reutilizá-lo”, diz Deivison. “Esse não era um comportamento comum do brasileiro até pouco tempo. Hoje, o meio ambiente passa a ser o principal produto de uma empresa. É possível economizar, ganhar dinheiro, divulgar sua imagem e ainda tirar vantagem disso”[FL2] .

Sim, porque a responsabilidade social também se tornou um fator importante na sobrevivência de uma companhia! Isto se deve não apenas ao endurecimento da legislação ambiental brasileira — as normas ambientais têm se tornado cada vez mais restritas, — mas também à noção de que nenhum fornecedor ou consumidor deseja se relacionar com uma empresa que desrespeita o ecossistema. Além disso, há também um crescimento exponencial do interesse em conceitos de padronização e de certificação nas áreas de qualidade e meio ambiente. Os empresários desejam se adequar.

A Verde Ghaia vislumbrou tudo isso com muitíssima antecedência, e atualmente é uma das empresas mais conceituadas na área de gestão de resíduos sólidos, recebendo apoio de investidores norte americanos e compartilhando a inteligência de seu software com diversos países. Ela possui as melhores soluções para a Gestão de Risco e alcance da Sustentabilidade, e é especialista em ferramentas rápidas e práticas para monitoramento legal e implementação de sistemas de gestão, tanto para atividades in loco quanto online. Seu sucesso se deve à operação em três frentes de trabalho: Desempenho Legal, Desempenho de Gestão e Desempenho na Gestão de Resíduos.

Algumas empresas demoraram a perceber que um mundo desprovido de sustentabilidade é um mundo fadado a desaparecer rapidamente. Mas felizmente não foram todas.

Para a Verde Ghaia, o FUTURO é AGORA!


 [FL1] Entrevista de Deivison Pedroza concedida ao Jornal Hoje em dia. https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/economia/a-consultoria-mineira-verde-ghaia-%C3%A9-um-fen%C3%B4meno-de-crescimento-1.314565

[FL2] Entrevista de Deivison Pedroza concedida ao Jornal Hoje em Dia. https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/economia/a-consultoria-mineira-verde-ghaia-%C3%A9-um-fen%C3%B4meno-de-crescimento-1.314565

Por que as organizações não podem perder o timing da transformação tecnológica nos seus negócios?

 

Provavelmente você se lembra da Kodak, multinacional dedicada ao design, produção e comercialização de equipamentos fotográficos e para a área de saúde (tais como aparelhos de radiologia). Durante muito tempo, ela foi dominante na área de fotografia. Todo mundo usou um filme da Kodak alguma vez na vida. Ou então, se recorda das propagandas que estimulavam seus consumidores a registrar seu “momento Kodak” — slogan famoso para descrever aquela cena tão bonita que merecia uma foto.

Em 1997, a Kodak valia cerca de 30 bilhões de dólares. Você leu certo: bilhões. Parecia uma empresa invencível, não é mesmo? Pois bem, com a chegada da fotografia digital, a Kodak acabou ficando defasada. Entretanto, a história toda tem um toque irônico.

Em 1975, um funcionário da Kodak chamado Steven Sasson chegou a desenvolver um projeto pioneiro para criar uma câmera capaz de capturar fotos sem usar filmes. Nada mais nada menos do que o protótipo da câmera digital que conhecemos hoje. No entanto, a companhia mandou engavetar o projeto, afinal “por que inventaríamos algo que arruinaria nosso modelo de negócios?”. A Kodak declarou falência em 2012.

Em 2007, a Nokia detinha metade do mercado mundial de smartphones. Hoje, ela não chega a abocanhar nem 3% do total deste mercado. Um de seus erros foi não ter percebido que os aplicativos ganhariam tanta importância nos smartphones.

Além disso, não houve interesse em adotar um sistema operacional mais amigável ao usuário. Quando o primeiro IPhone foi lançado em 2007, suprindo todas essas questões, a Nokia foi de gigante a formiguinha no mercado de telefones. Mesmo quando o sucesso do iPhone se tornou claro, a reação da Nokia foi lenta. Isso fica bem claro quando comparamos os movimentos da Nokia aos da Samsung, por exemplo.

Muita gente sabe que Alexander Graham Bell é o inventor do telefone, certo? Mas poucos têm conhecimento de que ele tentou vender sua invenção por US$ 100 mil para a empresa mais poderosa da época, a Western Union, que era especializada em telégrafos. Assim como a Kodak, a WW não quis adotar um sistema que poderia arruinar seu principal negócio.

Só que seu conservadorismo de nada serviu. Bell montou a própria empresa, a Bell Telephone Company, e foi muito bem-sucedido. Tanto que ela ainda existe. Após uma série de fusões, virou a AT&T, dominante no mercado de comunicações norte-americano até hoje.

O que os três cases acima têm em comum?

Tanto a Kodak, quanto a Nokia e a Western Union perderam o timing da transformação tecnológica. Hoje, o uso da tecnologia já não é mais um diferencial; agora é uma necessidade, uma obrigação.

Quando a Verde Ghaia começou seu negócio, há vinte anos, seu fundador, Deivison Pedroza — até então um jovem de 24 anos —, criou alguns programas de educação ambiental infantil. Tais programas acabaram desencadeando em Consultorias de Meio Ambiente, dando origem a uma das empresas mais importantes do Brasil no ramo consultoria ambiental.

Agora imagine  a atmosfera empresarial em 1999, quando tudo começou. As primeiras análises e gráficos dependiam muito do papel. Pouco depois, quando os computadores começaram a ficar mais comuns dentro das empresas, a Verde Ghaia também se adaptou, e assim começou a adotar as planilhas de Excel. Com a chegada da internet banda larga, era hora de agarrar esta oportunidade e inovar . E foi então que nasceu o SOGI, primeira plataforma de monitoramento de requisitos legais online, que hoje é um software completo de Gestão e Desempenho em Sustentabilidade.

O processo de adaptação não foi fácil, claro. Quando a Verde Ghaia realizou a migração de todos os seus clientes para a plataforma SOGI, por exemplo, o progresso foi demorado e custoso, mas no final valeu a pena. Foi um marco muito importante para a empresa e fez com que ela se posicionasse como uma das pioneiras no ramo da gestão ambiental.

A Verde Ghaia está sempre atenta, sempre buscando avançar na tecnologia digital. Seu sistema SOGI atualmente está na 5ª geração, pode ser acessado via aplicativo e procura suprir todas as necessidades de seus mais de trinta e cinco mil  usuários atendidos nestes vinte anos de atuação.

O principal desafio da transformação digital é conseguir envolver toda a empresa no processo. “Quando falamos em tecnologia, é muito comum haver uma tendência a pensar que a responsabilidade é unicamente do departamento de TI. Mas é um engano! Se não houver envolvimento geral, a transformação tecnológica não acontece”, explica Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia.

No já citado caso da Kodak, ficou muito claro que os gestores não deram ouvidos ao seu departamento de pesquisas laboratoriais voltadas para tecnologias digitais. Uma equipe trabalhando em conjunto e se esforçando por um mesmo objetivo tende a unir forças e gerar melhores resultados. Se a empresa não evoluir, ela com certeza vai perder seu espaço.

“É preciso existir a mentalidade da mudança, abrir a mente a oportunidades, voltar a atenção a novas ferramentas e tecnologias. O tempo hoje é um bem valioso, que não pode ser desperdiçado. O mercado é muito ágil”, completa Pedroza.

A Verde Ghaia consome bastante dessa transformação digital, pois está sempre de olho nas ferramentas de mercado que otimizam o trabalho, sempre em contato com seus clientes e sempre captando as necessidades do mercado e aplicando-as em suas ferramentas. E tal movimento se traduz em crescimento.

Hoje, com quase duas décadas de experiência no ramo, com quase 03 mil clientes ativos e 120 colaboradores, o Grupo Verde Ghaia está presente em todo o Brasil, América Latina (Argentina, Colômbia, Paraguai e Uruguai) e África (Moçambique). O Grupo é composto pelas empresas Verde Ghaia, Verde Ghaia Bioenergia, Verde Ghaia Franchising, Verde Ghaia Consultoria Online – startup premiada com a solução VG Resíduos – e pelo Instituto OKSIGENO.

Se a Verde Ghaia não tivesse se adaptado, provavelmente não teria chegado ao seu vigésimo aniversário.  Felizmente, Deivison Pedroza compreendeu que a tecnologia abriria portas para que sua empresa alcançasse mercados muito maiores, os quais jamais poderiam ser atingidos caso sua mente tivesse se fechado no mundo analógico.


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