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Verde Ghaia: a influência da marca nos últimos 20 anos


 

A história dos videogames possui dois casos clássicos que ilustram muito bem a importância de se estar atento às tendências tecnológicas no mercado e jamais contar com a vitória certa sobre a concorrência.

Criação do Software para Monitoramento de Requisitos Legais aplicáveis

A primeira delas envolve o Atari 2600, console lançado em 1977 que chegou a vender trinta milhões de unidades em todo o mundo, um número respeitável ainda hoje. O Atari massacrava a concorrência porque oferecia gráficos superiores e, em virtude do hardware mais evoluído, conferia aos desenvolvedores liberdade para criar jogos com visual mais inovador.

Além disso, a Atari Inc conseguiu garantir a exclusividade nos direitos de adaptação dos jogos que atraiam multidões aos fliperamas. A perspectiva de poder jogar Frog ou Space Invaders em casa conquistou milhões de consumidores ávidos. Mas embora a Atari Inc tenha lançado outros modelos de console além do 2600 — tais como o Atari 5200, o Lynx, e o Jaguar —, ela pareceu estacionar no tempo no quesito tecnologia. Sendo assim, quando a Nintendo apresentou o NES (apelidado carinhosamente de “Nintendinho” no Brasil), em 1983, com a novidade dos jogos em 8 bits, a Atari não resistiu ao baque.

A segunda história envolve a própria Nintendo, que já havia derrubado a Atari Inc com tanta destreza lá no início da década de 80. Bem, é óbvio que o NES foi um sucesso, vendendo 62 milhões de unidades em todo o mundo, e um de seus triunfos foi a criação de uma biblioteca de títulos próprios de grande apelo, além de um programa de licenciamento de jogos bastante restritivo à concorrência — um truque que a Atari Inc também já havia utilizado. Só que diferentemente da Atari Inc, a Nintendo foi um pouco mais esperta e continuou inovando. Sua criação seguinte foi o Super Nintendo (SNES), em 1990.

Embora este console competisse acirradamente com o Mega Drive, da SEGA, o SNES ainda foi capaz de sair vencedor da disputa devido a sua capacidade gráfica e de áudio superior à do Mega Drive.

Só que a Nintendo não contava com outro concorrente… A Sony, que com seu moderníssimo Playstation marcou a popularização dos jogos em CD, além de apresentar uma incrível melhoria nos gráficos, universos em três dimensões e a reprodução de mais de 16 milhões de cores. Embora hoje a Nintendo tenha voltado a conquistar uma bela fatia do mercado de games, ela amargou anos difíceis em face à sagacidade da Sony. Já a Atari, pobrezinha…

O que a guerra dos videogames nos ensina?

Que não importa se uma empresa domina o mercado. O sucesso sempre pode ser temporário. Se gestores e equipes não souberem se antecipar em relação à concorrência, qualquer organização pode ser facilmente ultrapassada — e muitas vezes, jamais voltar a se reerguer.

Quando a Verde Ghaia instituiu seu primeiro software com acesso via web, por volta de 2001, já demonstrava uma preocupação em estar à frente do seu tempo. Naquela época, a maioria das empresas ainda seguia um modelo cujo acesso às informações se dava praticamente via intranet. O movimento de acesso online, com todos os dados hospedados em servidores, só passou a ganhar força no mercado geral por volta de 2008.

Em qualquer mercado, esse movimento de pioneirismo é extremamente importante, pois quando determinada empresa mimetiza um movimento inédito de uma pioneira — seja ele a invenção ou mesmo a evolução tecnológica de um produto —, seu movimento acaba soando como mera cópia. Só que em sua essência, a Verde Ghaia sempre foi uma empresa de vanguarda, sempre inovadora.

Porém, diferentemente das gigantes dos videogames, a Verde Ghaia compreendeu que seu sucesso sólido não poderia se transformar num pretexto para desacelerar. Pelo contrário: ela sempre se comprometeu em buscar a inovação constante. A Verde Ghaia sabe que todo gestor deseja respostas rápidas para otimizar as tomadas de decisão, que no meio empresarial tudo precisa ser resolvido habilmente, que as respostas devem vir praticamente em tempo real.

Criação do Software para Monitoramento de Requisitos Legais aplicáveis

Verde Ghaia: a influência da marca nos últimos 20 anos

Quando Deivison Pedroza, CEO da Verde Ghaia, criou o sistema SOGI, primeira plataforma de monitoramento de requisitos legais online, seu intuito inicial era melhorar o processo de monitoramento das legislações federais, estaduais e municipais de seus clientes através de uma solução mais eficiente do que as velhas planilhas Excel. Mas mesmo sendo bem-sucedido em seu plano, Deivison não se escorou no triunfo ou no pioneirismo de sua ferramenta. Atento ao mercado, ele continuou a avaliar as necessidades de seus clientes.

Hoje o SOGI está em sua 8a geração e é um software completo de Gestão e Desempenho em Sustentabilidade. 

Com o SOGI, várias portas se abriram, inclusive internacionais, e diversos serviços começaram a compor o portfólio da Verde Ghaia, que está sempre pensando em melhor atender o cliente. Atualmente, a Verde Ghaia atua não somente no setor de gestão ambiental, mas também no nicho de saúde e segurança ocupacional — que hoje fatura o equivalente ao seu setor de gestor ambiental — e também nos nichos de gestão de qualidade e gestão de riscos.

O grupo cresceu e hoje é composto pelas empresas Verde Ghaia, Verde Ghaia Bioenergia, Verde Ghaia Franchising, Consultoria Online e pelo Instituto OKSIGENO. Cada braço do grupo se preocupa constantemente em alinhar sua marca não apenas à tecnologia, mas também à transparência, à ética, ao comprometimento com a sociedade e à responsabilidade, afinal de contas, nenhuma inovação pode ficar acima da honestidade e da lisura.

Quando apresenta o SOGI aos seus clientes, a Verde Ghaia não oferece apenas um software. Ela oferece inovação, um sistema visionário que vislumbra estar sempre à frente do seu tempo.

E quando o assunto é tecnologia, o jogo nunca está ganho.



Qualidade, inovação e tecnologia: o futuro é agora!


 

Inovação, Tecnologia e Qualidade. “Na crise criamos as melhores oportunidades. Nossa missão é estar sempre quatro anos à frente dos concorrentes e preparados para as novas tendências, investindo muito em tecnologia” – Deivison Pedroza – CEO e fundador da Verde Ghaia.[FL1] 

Qualidade, inovação e tecnologia: o futuro é agora!

Quando a Verde Ghaia nasceu, em 1999, sua missão de melhorar processos na gestão ambiental já era bastante sólida. No entanto, interesse das empresas nesta área, de modo geral, era bem diferente. Embora os assuntos pertinentes ao meio ambiente já se fizessem presentes, a maneira de abordá-los era leiga, até mesmo um pouco preguiçosa. Na teoria, empresas diziam que era importante preservar a natureza. Na prática, descartavam seus resíduos de maneira negligente, dentre outras atrocidades.

Porém, o que poderia ser um obstáculo na verdade se revelou uma oportunidade.

Deivison Pedroza, fundador da Verde Ghaia, enxergou que em algum momento o mercado iria abrir os olhos para o conceito e prática real de sustentabilidade.

Além disso, ele percebeu que o empresariado brasileiro ainda nutria grande dificuldade para compreender e cumprir nossa legislação — especialmente as exigências na área ambiental e no monitoramento das leis, dos requisitos, de normas —, e assim  começou a pensar numa solução inovadora.

Foi desta gana que nasceu o SOGI, um sistema de gestão integrado que visa facilitar a rotina empresarial no cumprimento das leis e no gerenciamento dos negócios, mirando a conquista da compliance e das certificações em qualidade, principalmente no que diz respeito à preservação ambiental.

SOGI: melhorias para a Governança Corporativa

Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia participando do Evento WebSummit em Portugal - tecnologia, inovação e metodologias ágeis.
Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia participando do Evento WebSummit em Portugal – tecnologia, inovação e metodologias ágeis.

Quando analisamos a tecnologia do SOGI no panorama atual, ela parece um tanto óbvia, afinal praticamente todas as empresas hoje sabem que uma gestão adequada é capaz de gerar diversos benefícios que impactam diretamente no meio ambiente, certo? Só que as medidas vigentes no cotidiano da maioria delas teriam soado um tanto fúteis há vinte anos.

Por exemplo: antes uma plataforma de petróleo liberava gases no ambiente de maneira desmedida, não havia qualquer controle sobre a emissão de poluentes; hoje ela pode dedicar até 70% de sua planta de processos exclusivamente ao tratamento adequado de seus gases para mitigar efeitos nocivos.

Mas, os cuidados não se limitam à indústria do petróleo. Outro exemplo são sistemas de reúso, cujo objetivo é reaproveitar recursos hídricos, como a adoção de águas pluviais na lavagem de pisos, na descarga de vasos sanitários, na irrigação e em muitas outras possibilidades — é algo que pode ser adotado até por pequenas empresas. E o investimento em tratamento de resíduos tem se tornado tão forte, que agora as plantas industriais estão mais inteligentes e são capazes até mesmo de transformar custo em receita.

“O empresário descobriu que lixo na verdade é resíduo, e que é possível reutilizá-lo”, diz Deivison. “Esse não era um comportamento comum do brasileiro até pouco tempo. Hoje, o meio ambiente passa a ser o principal produto de uma empresa. É possível economizar, ganhar dinheiro, divulgar sua imagem e ainda tirar vantagem disso”[FL2] .

Sim, porque a responsabilidade social também se tornou um fator importante na sobrevivência de uma companhia! Isto se deve não apenas ao endurecimento da legislação ambiental brasileira — as normas ambientais têm se tornado cada vez mais restritas, — mas também à noção de que nenhum fornecedor ou consumidor deseja se relacionar com uma empresa que desrespeita o ecossistema. Além disso, há também um crescimento exponencial do interesse em conceitos de padronização e de certificação nas áreas de qualidade e meio ambiente. Os empresários desejam se adequar.

A Verde Ghaia vislumbrou tudo isso com muitíssima antecedência, e atualmente é uma das empresas mais conceituadas na área de gestão de resíduos sólidos, recebendo apoio de investidores norte americanos e compartilhando a inteligência de seu software com diversos países. Ela possui as melhores soluções para a Gestão de Risco e alcance da Sustentabilidade, e é especialista em ferramentas rápidas e práticas para monitoramento legal e implementação de sistemas de gestão, tanto para atividades in loco quanto online. Seu sucesso se deve à operação em três frentes de trabalho: Desempenho Legal, Desempenho de Gestão e Desempenho na Gestão de Resíduos.

Algumas empresas demoraram a perceber que um mundo desprovido de sustentabilidade é um mundo fadado a desaparecer rapidamente. Mas felizmente não foram todas.

Para a Verde Ghaia, o FUTURO é AGORA!


 [FL1] Entrevista de Deivison Pedroza concedida ao Jornal Hoje em dia. https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/economia/a-consultoria-mineira-verde-ghaia-%C3%A9-um-fen%C3%B4meno-de-crescimento-1.314565

[FL2] Entrevista de Deivison Pedroza concedida ao Jornal Hoje em Dia. https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/economia/a-consultoria-mineira-verde-ghaia-%C3%A9-um-fen%C3%B4meno-de-crescimento-1.314565


Por que as organizações não podem perder o timing da transformação tecnológica nos seus negócios?


 

Provavelmente você se lembra da Kodak, multinacional dedicada ao design, produção e comercialização de equipamentos fotográficos e para a área de saúde (tais como aparelhos de radiologia). Durante muito tempo, ela foi dominante na área de fotografia. Todo mundo usou um filme da Kodak alguma vez na vida. Ou então, se recorda das propagandas que estimulavam seus consumidores a registrar seu “momento Kodak” — slogan famoso para descrever aquela cena tão bonita que merecia uma foto.

Em 1997, a Kodak valia cerca de 30 bilhões de dólares. Você leu certo: bilhões. Parecia uma empresa invencível, não é mesmo? Pois bem, com a chegada da fotografia digital, a Kodak acabou ficando defasada. Entretanto, a história toda tem um toque irônico.

Em 1975, um funcionário da Kodak chamado Steven Sasson chegou a desenvolver um projeto pioneiro para criar uma câmera capaz de capturar fotos sem usar filmes. Nada mais nada menos do que o protótipo da câmera digital que conhecemos hoje. No entanto, a companhia mandou engavetar o projeto, afinal “por que inventaríamos algo que arruinaria nosso modelo de negócios?”. A Kodak declarou falência em 2012.

Em 2007, a Nokia detinha metade do mercado mundial de smartphones. Hoje, ela não chega a abocanhar nem 3% do total deste mercado. Um de seus erros foi não ter percebido que os aplicativos ganhariam tanta importância nos smartphones.

Além disso, não houve interesse em adotar um sistema operacional mais amigável ao usuário. Quando o primeiro IPhone foi lançado em 2007, suprindo todas essas questões, a Nokia foi de gigante a formiguinha no mercado de telefones. Mesmo quando o sucesso do iPhone se tornou claro, a reação da Nokia foi lenta. Isso fica bem claro quando comparamos os movimentos da Nokia aos da Samsung, por exemplo.

Muita gente sabe que Alexander Graham Bell é o inventor do telefone, certo? Mas poucos têm conhecimento de que ele tentou vender sua invenção por US$ 100 mil para a empresa mais poderosa da época, a Western Union, que era especializada em telégrafos. Assim como a Kodak, a WW não quis adotar um sistema que poderia arruinar seu principal negócio.

Só que seu conservadorismo de nada serviu. Bell montou a própria empresa, a Bell Telephone Company, e foi muito bem-sucedido. Tanto que ela ainda existe. Após uma série de fusões, virou a AT&T, dominante no mercado de comunicações norte-americano até hoje.

O que os três cases acima têm em comum?

Tanto a Kodak, quanto a Nokia e a Western Union perderam o timing da transformação tecnológica. Hoje, o uso da tecnologia já não é mais um diferencial; agora é uma necessidade, uma obrigação.

Quando a Verde Ghaia começou seu negócio, há vinte anos, seu fundador, Deivison Pedroza — até então um jovem de 24 anos —, criou alguns programas de educação ambiental infantil. Tais programas acabaram desencadeando em Consultorias de Meio Ambiente, dando origem a uma das empresas mais importantes do Brasil no ramo consultoria ambiental.

Agora imagine  a atmosfera empresarial em 1999, quando tudo começou. As primeiras análises e gráficos dependiam muito do papel. Pouco depois, quando os computadores começaram a ficar mais comuns dentro das empresas, a Verde Ghaia também se adaptou, e assim começou a adotar as planilhas de Excel. Com a chegada da internet banda larga, era hora de agarrar esta oportunidade e inovar . E foi então que nasceu o SOGI, primeira plataforma de monitoramento de requisitos legais online, que hoje é um software completo de Gestão e Desempenho em Sustentabilidade.

O processo de adaptação não foi fácil, claro. Quando a Verde Ghaia realizou a migração de todos os seus clientes para a plataforma SOGI, por exemplo, o progresso foi demorado e custoso, mas no final valeu a pena. Foi um marco muito importante para a empresa e fez com que ela se posicionasse como uma das pioneiras no ramo da gestão ambiental.

A Verde Ghaia está sempre atenta, sempre buscando avançar na tecnologia digital. Seu sistema SOGI atualmente está na 5ª geração, pode ser acessado via aplicativo e procura suprir todas as necessidades de seus mais de trinta e cinco mil  usuários atendidos nestes vinte anos de atuação.

O principal desafio da transformação digital é conseguir envolver toda a empresa no processo. “Quando falamos em tecnologia, é muito comum haver uma tendência a pensar que a responsabilidade é unicamente do departamento de TI. Mas é um engano! Se não houver envolvimento geral, a transformação tecnológica não acontece”, explica Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia.

No já citado caso da Kodak, ficou muito claro que os gestores não deram ouvidos ao seu departamento de pesquisas laboratoriais voltadas para tecnologias digitais. Uma equipe trabalhando em conjunto e se esforçando por um mesmo objetivo tende a unir forças e gerar melhores resultados. Se a empresa não evoluir, ela com certeza vai perder seu espaço.

“É preciso existir a mentalidade da mudança, abrir a mente a oportunidades, voltar a atenção a novas ferramentas e tecnologias. O tempo hoje é um bem valioso, que não pode ser desperdiçado. O mercado é muito ágil”, completa Pedroza.

A Verde Ghaia consome bastante dessa transformação digital, pois está sempre de olho nas ferramentas de mercado que otimizam o trabalho, sempre em contato com seus clientes e sempre captando as necessidades do mercado e aplicando-as em suas ferramentas. E tal movimento se traduz em crescimento.

Hoje, com quase duas décadas de experiência no ramo, com quase 03 mil clientes ativos e 120 colaboradores, o Grupo Verde Ghaia está presente em todo o Brasil, América Latina (Argentina, Colômbia, Paraguai e Uruguai) e África (Moçambique). O Grupo é composto pelas empresas Verde Ghaia, Verde Ghaia Bioenergia, Verde Ghaia Franchising, Verde Ghaia Consultoria Online – startup premiada com a solução VG Resíduos – e pelo Instituto OKSIGENO.

Se a Verde Ghaia não tivesse se adaptado, provavelmente não teria chegado ao seu vigésimo aniversário.  Felizmente, Deivison Pedroza compreendeu que a tecnologia abriria portas para que sua empresa alcançasse mercados muito maiores, os quais jamais poderiam ser atingidos caso sua mente tivesse se fechado no mundo analógico.



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