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A invasão da IA em nossas vidas. Como fica a nossa privacidade?


 

Seguramente o Websummit de 2018 direcionou todo o seu foco para a IA. A Verde Ghaia participou de várias palestras discutindo o tema e as Startups “nadam de braçada” no que diz respeito a IA e machine learning. Percebe-se que as ideias permeiam pela busca de melhorias e da qualidade de vida ao se empenharem em criar e desenvolver sistemas que contribuam para toda uma sociedade.

A atração do dia do palco principal foi Sophia, uma robô humanoide criada por uma empresa Japonesa. Sophia chamou a atenção pela sua capacidade de expressar emoções faciais correspondentes às nossas emoções, assim como um humano. Mesmo apresentando algumas falhas ao tentar acessar sua “inteligência”, guardada em nuvem, Sophia e seu namorado Han, não deixaram de dar um show no palco.

A cada palestra que assistimos e a cada pitch que participamos, mais a gente percebe como a IA já faz parte da nossa rotina. E esse fato tem assustado o governo português que prevê aumento dos crimes através da internet, considerando-os como os ataques mais poderosos e difíceis de se conter, isto porque o cibercrime deu lugar ao ciberataque. Discute-se que serão as máquinas com inteligência artificial que farão ataques à outras máquinas, atraindo um olhar mais preciso para combater esse tipo de crime. Treinor, responsável pela divisão de cibersegurança do FBI até o ano de 2016, falou da Rússia como o principal país que mais tem acobertado crimes de internet. Além disso, os cidadãos russos que cometem crimes através da internet em países estrangeiros não sofrem qualquer tipo de julgamento, uma vez que há proteção ao crimes por Moscou. Treinor citou ainda possível rumores, referente ao apoio dado para a eleição Donald Trump a presidência dos Estados Unidos. Esses fatos são apenas rumores, afirmou.

Continuando essa discussão sobre crimes e segurança relacionadas à internet, Brad Smith, Presidente da Microsofit defendeu a importância de se criar uma legislação, exclusivamente, para o uso da inteligência artificial. Assim, a Microsofit juntamente com a CISCO e a mais famosa Rede Social do Mundo, FACEBOOK, se comprometeram a proporcionar mais segurança aos seus clientes, não contribuindo com investigações que estejam relacionadas a pessoas ou empresas idôneas. O que essas empresas têm em comum é a busca pelo uso de legislação para a IA, para que esta não seja usada acima da Lei, chegando ao ponto de tomar decisão pelo homem. Smith deixa claro, que os papéis não podem ser invertidos, o Homem e a sua Lei devem estar acima da IA, por isso, precisa-se de uma legislação própria e séria.

Na sua palestra “Opportunites for people in a age of IA”, Brad Smith discutiu sobre os mitos criados de que os computadores roubarão o emprego do homem, ressaltando que isso jamais acontecerá, pois precisa-se de homens para criar, desenvolver, manusear e até mesmo consertá-los. No entanto, é preciso entender que o comportamento do homem está mudando e isso faz parte de um mundo globalizado, sendo assim, faz-se necessário investir em conhecimento tecnológico e começar a pensar fora da caixa.

Será que estamos preparados para lidar com as transformações que estão chegando? Estamos preparados para criar uma legislação justa e séria para o universo da IA, machine learning e tudo mais que envolve o mundo digital?

E nós, estamos preparados para pensar fora da caixa?


Melhore sua Gestão de Riscos monitorando riscos e oportunidades


 

O novo módulo Riscos do negócio foi desenvolvido com base na ISO 31000 motivado pelas novas versões da ISO 9001 e ISO 14001 que enfatizam o tema.

Além disso, com a mudança da OHSAS 18001 para a ISO 45001, passou a ser imprescindível a necessidade de identificar e implementar ações para monitorar os riscos e oportunidades associados às atividades, aos produtos, aos serviços ou às tarefas da sua organização. Também as oportunidades, ou seja, os pontos fortes internos e externos e as vantagens que sua empresa tem frente a seus concorrentes.

Gestão de Risco: monitore seus riscos e oportunidades

Então, para você que deseja uma gestão preventiva, ética e eficaz dos riscos e oportunidades de seu negócio. Que quer estar de acordo com todos os requisitos legais aplicáveis, princípios éticos, missões e valores da sua organização, o Módulo Riscos do negócio foi feito para você!

Com ele é possível identificar, registrar, avaliar e monitorar todos os riscos e oportunidades da sua empresa, auxiliando na prevenção a multas, interdições, paralisações da atividade, perda de reputação e até perda de capital e de mercado. O sistema ajuda a aumentar a confiança e a atratividade dos investidores e financiadores, reduzindo o custo de capital e aumentando o valor de mercado da sua organização.

Ele permite criar critérios de avaliação e cálculo de riscos e oportunidades utilizando métodos quantitativos que podem ser adaptados à metodologia já utilizada em seu negócio, tais como o FMEA e a Matriz de Risco. Tudo isso de forma simples e clara, apontando se eles são significativos ou não, segundo os critérios da sua atividade.

Como funciona o Módulo do SOGI Riscos do Negócio?

O Módulo Riscos do negócio também permite que você crie ações preventivas, corretivas, emergenciais, ou ainda personalize ações e também defina responsáveis e prazos para cada ação. E para facilitar a visualização e a análise:

  • gera relatórios e gráficos gerenciais,
  • classifica a origem e a severidade do risco e da oportunidade,
  • classifica a probabilidade de ocorrência,
  • tem critérios de priorização e
  • permite a gestão e monitoramento da relação com as partes interessadas.

Portanto, se você deseja saber qual o impacto de determinado risco ou oportunidade para seu negócio, qual a prioridade do risco, como manter a sua equipe atendendo a condutas éticas, o que é relevante para seu negócio, quais ações priorizar e onde investir seu orçamento, contrate agora mesmo o Módulo Riscos do negócio!


O que as Startups no Websummit estão propondo ao mercado?


 

Websummit deu show em todas as suas renomadas palestras. E nāo podemos deixar de falar das Startups que se apresentaram por lá. Muitas portuguesas, obviamente, mas, as estrangeiras também conseguiram destaques nos stands.

As Startups se apresentaram nos pavilhões com Alpha e Beta, que representam negócios em fase de desenvolvimento. Estão abertas aos negócios, mas sem venda concretizada, andam assim como aquelas que já conseguiram certa estabilidade e estão colhendo resultados dos seus esforços.

As atrações foram as mais diversas, desde o stand da Google com instrutor ensinando como meditar e colocar em prática na nossa rotina, para melhorar a qualidade de vida e ajudar a reduzir o stress no trabalho. Valeu esperar por quase uma hora e passar por essa experiência. Mas, quem roubou a atenção nesse dia, foram os famosos “cafezinhos”, o cheiro e o sabor eram os mesmos. Mas, ser servido por um astronauta que portava uma pistola que serve café expresso, é mesmo divertido.  Essa ideia foi a proposta da empresa Delta de servir café em eventos corporativos. O mercado almeja ideias e tecnologia disruptivas, propondo experiências únicas, criativas, tornando aquele momento inesquecível para o cliente.

Uma outra atração foram os boxes de vidro, criados para reuniões, mas com um conceito mais criativo, servindo para quebrar um pouco de gelo na hora de falar sobre negócios. Embora havia aqueles que se sentiram meio sem graça de ter que escalar uma pequena árvore para chegar até o boxe de vidro, muitos se divertiram escalando ou subindo pelas escadas. Dentro dos boxes as cadeiras tradicionais davam lugar aos balanços, aqueles que muitas crianças costumavam brincar nos quintais de suas casas. Não pense que os tímidos ficaram sem local para se reunir. Havia um táxi antigo da Mercedes Benz, da década de 70, com poltronas confortáveis e espaço agradabilíssimo para se discutir negócios e quem sabe fechar algum acordo? Essa foi a ideia do My Taxi.

E que tal fechar um negócio e saber com antecedência como o seu cliente está se sentindo naquele momento? Essa é uma ideia da Startup Japonesa Empath. O App consegue avaliar as emoções das pessoas através do timbre da voz. Para isso, eles utilizam de IA que analisa o timbre, apresentando o estado emocional da pessoa ou até mesmo gerando um perfil detalhado das emoções. Quem sabe no futuro, as áreas de RH passarão a usar IA para avaliar os candidatos, acertando corretamente não apenas o perfil intelectual, mas o emocional, alcançando melhores resultados para as empresas? Esse App já está em fase final, mas ainda não há comprovação de que a ferramenta gera dados 100% confiáveis.

Ideias criativas, inovadoras e com olhar para o futuro é o que não faltou no Websummit. E quem se preocupou com o futuro mais “certeiro” foi a Startup Familypay. Eles criaram um App para pais divorciados. E por curiosidade, descobri que Portugal ocupa o 3º lugar na Europa com 70% dos casamentos desfeitos. E esse App visa ajudar os casais divorciados a gerirem as agendas dos filhos como os horários de visita, agenda de tarefas, horário escolar e claro, os gastos gerados. Mas, o que mais chamou atenção desse App é a possibilidade de realizar transações bancárias. Se esse App chegar ao mercado, provavelmente será um sucesso, pois o índice de divórcios tem crescido muito devido ao grande número de casamentos realizados com imaturidade.

Um App que chamou a nossa atenção, acredito que por causa de alguns acontecimentos semelhantes ao Brasil, foi o aplicativo Nina. A proposta é integrar as plataformas de transportes públicos como o Cabify, Uber, 99 Taxi para divulgar assédios ocorridos nos meios de transporte. A proposta é que através da integração as pessoas que sofrerem algum tipo de abuso possa denunciar imediatamente a empresa responsável, para que esta tome uma atitude, notificando o motorista agressor e tomando providências cabíveis.

A proposta desse App veio da dificuldade de se comunicar com as empresas responsáveis, conscientizando-as de que seus colaboradores não praticam a profissão com ética e respeito aos usuários/clientes. Espero que esse App realmente ajude a dar mais segurança e tranquilidade as pessoas que usam aplicativos de transportes como esses, pois infelizmente muitos passam por momentos constrangedores e traumáticos.

 


Você sabe como gerenciar e controlar as Licenças e Condicionantes?


 

O Módulo Licenças e Condicionantes foi desenvolvido para você que quer otimizar e agilizar o seu sistema de gestão.

Ele pode ser utilizado em pequenas, médias e grandes empresas que possuem uma gestão corporativa e diferentes licenças, condicionantes e fornecedores para monitorar. Em atividades que possuem muitos impactos ambientais como construção civil, atividades de mineração, concessões, óleo e gás, entre outras.

O que são Licenças e Condicionantes?

Ter um sistema de gestão ambiental é um diferencial para muitas organizações que querem ser competitivas no mercado e que têm em sua política preservar o meio ambiente. E, para alcançar seu melhor desempenho, as organizações precisam cumprir as licenças e condicionantes relacionadas ao licenciamento ambiental.

O licenciamento ambiental é um procedimento administrativo, exigido pelo Poder Público para controle ambiental, cuja função administrativa é autorizar, acompanhar e implantar a operação das atividades que fazem uso dos recursos naturais e/ou empreendimentos poluidores.

As condicionantes são compromissos que a organização assume com o Órgão Ambiental para a obtenção das licenças prévias, de instalação e de operação. Esta documentação é parte importante para a garantia da conformidade e sustentabilidade do empreendimento.

Mas o principal é como ter controle de todas essas condicionantes e licenças, uma vez que elas têm prazo de validade e as organizações não podem continuar suas atividades, caso elas estejam vencidas.

Como gerenciar e controlar Licenças e Condicionantes?

Com o Módulo do SOGI Licenças e Condicionantes você não perderá mais prazos e estará prevenido de multas, desorganização de documentos, interdições, paralisações das atividades e ainda pode evitar a diminuição no tempo das licenças. O sistema permite que você:

  • organize com antecedência a documentação e as condicionantes de sua licença ambiental,
  • realize o controle das informações complementares e
  • monitore licenças, AVCB, manejo florestal, alvarás, outorgas, Termos de Ajustamento de Conduta e muitos outros.

Tudo é feito de maneira simples e fácil, e isso inclui :

  • o registro das licenças com os períodos de validade e renovação,
  • o registro dos seus responsáveis e usuários que receberão as demandas e
  • o registro dos observadores do processo,
  • o registro das áreas às quais se aplicam, suas condicionantes e o atendimento de cada uma;
  • controle de documentos da licença e do processo de licenciamento;
  • criação e gerenciamento de planos de ação para monitoramento;
  • recebimento de alertas por e-mail e pelo painel de pendências do sistema;
  • geração de relatórios gerenciais de todas as suas licenças e condicionantes.

Portanto, se você quer ter a certeza se tem alguma licença para vencer, quais os documentos deve organizar, quais os status das suas condicionantes e seu histórico, contrate agora mesmo o Módulo de Licenças e Condicionantes!


Verde Ghaia marca presença no 1° dia do WebSummit Lisboa


 

159 países, 70 mil participantes, 24 palcos, 1.200 palestrantes, 1.800 startups, 1.500 investidores, 2.500 jornalistas e uma infraestrutura com uma pegada sustentável de colocar qualquer outro evento no chão. Esse foi o primeiro dia do WebSummit em Lisboa, considerado o maior evento de tecnologia do mundo, o qual a Verde Ghaia está presente!

A abertura oficial contou com a participação de Tim Berners-Lee, conhecido como o criador da internet, que transmitiu aos participantes momentos esperançosos de que um dia o mundo estará completamente conectado. “Em 2019 metade da população mundial estará conectada”, disse.

Outra figura importante e de grande peso como palestrante foi a vice-presidente da Apple, Lisa Jackson que defendeu a proteção ao meio ambiente. Além disso, garantiu que a Apple somente utiliza energia renovável e disse que as atitudes da empresa podem ser vistas como atitudes positivas para muitas organizações que ainda acreditam que investir em Meio Ambiente é gastar recursos desnecessariamente.

No dia seguinte à abertura oficial, discutia-se os mais diversos assuntos, tais como meio ambiente, segurança da informação, Inteligência Artificial, chatbots, privacidade online, igualdade de gênero e o mais polêmico que chegou a ser tema do Enem, as Fakes News.

O Brasil tem vivido momentos de insegurança política e, para complicar a situação, as eleições contaram com apoio das fake news, que influenciaram pessoas a mudarem seu voto e seu ideal devido às notícias falsas. O problema é que essas notícias são espalhadas tão rapidamente que a verdade não chega em tempo hábil e em outras nunca aparece.

As fakes news tem sido um problema e a tendência é piorar. Infelizmente ainda não se sabe como é possível investir em tecnologias que inibem compartilhamento das notícias falsas, embora acredita-se que o problema vai além da tecnologia. No entanto, houve um momento em que a fake news foi discutida numa perspectiva mais positiva, na qual a 1ª Ministra da Sérvia afirmou que através do compartilhamento das notícias falsas, o cidadão será capaz de exigir de seus governantes um posicionamento melhor e mais transparente das politicas públicas.

Outro tema que também fez parte da realidade brasileira foi a discussão de igualdade de gênero, apresentando a mulher como uma sobrevivente, tornando-a um problema social. Segundo Vera Jourova, a mulher precisa sair da sua posição de vítima de uma sociedade injusta e machista, mas que antes de se criar leis ou mesmo muda-las, a mulher precisa mudar sua mentalidade e sua crença. A mulher deve se ver como parte da sociedade em que vive, que atua, que transforma, que molda, que transcende. É preciso deixar de lado esse estereótipo criado e que a mulher faz questão de carregar como bandeira.

Um debate que marcou a muitos no Websummit de hoje, 06/11, foi a apresentação do Christopher Wylie, o homem que denunciou o Facebook à justiça. Chrystopher acusou e provou à justiça que a maior rede social do mundo fazia uso indevido das informações. Na época foram usadas mais de 80 milhões de contas da rede social.

Embora esse episódio tenha surtido um efeito negativo nas pessoas e, principalmente, em organizações que lidam com informações confidenciais próprias e de clientes, é possível ter sua privacidade online garantida.

Outra palestra foi a da representante da mais famosa plataforma de pesquisa do mundo, GOOGLE. A vice-presidente da plataforma mais usada, Tamar Yehoshua, discutiu sobre cuidados ao compartilhar informações, devendo selecionar sempre o que vai ou não ser compartilhado e ainda falou sobre o Google+, plataforma que deixou de existir, temporariamente, por apresentar problemas, expondo informações de seus usuários.

Acompanhe nosso Blog! Todos os dias vamos postar o que vimos e ouvimos por aqui!

 


ISO 37001 – Cresce o número de empresas que adotam leis antissuborno


 

É fato que muitas empresas têm investido cada vez mais nos chamados programas de compliance — a novidade é que alguns deles têm sido voltados para evitar esquemas de corrupção, como desvios de função, pagamentos de propinas e vantagens indevidas a servidores públicos ou fornecedores. Inclusive, há até mesmo uma norma para reger tais requisitos: a ISO 37001 — “Sistemas de Gestão Antissuborno”— que visa apoiar as organizações na luta contra a corrupção, criando um modelo de integridade, transparência e conformidade. A norma ISO 37001 substitui a BS10500 desde outubro de 2016.

 

 

Embora esta norma não possa garantir a erradicação do suborno, ela representa um belo apoio na implementação de medidas eficazes para preveni-lo e reduzi-lo ao máximo. A ISO 37001 é uma norma de sistemas de gestão antissuborno que pode ser aplicado em qualquer organização e tem como objetivo principal apoiar o combate aos atos ilícitos por meio de uma cultura de integridade, transparência e conformidade com as leis e regulamentações aplicáveis.

Estar em conformidade, principalmente no que diz respeito a questões de honestidade, é essencial para a sustentabilidade, sobrevivência e perpetuidade de qualquer empresa.

Crise de imagem é prejuízo incalculável

A imagem é o bem mais caro de uma empresa. Por isso, uma reputação  uma vez manchada por possíveis esquemas de corrupção certamente incita desconfiança no mercado, e isto afeta diretamente na rentabilidade de uma organização.  As companhias envolvidas em escândalos também apresentam mais dificuldade para levantar recursos: quanto pior a nota na classificação de risco de uma companhia, mais altos serão os juros do crédito concedido a ela.

A partir de tal contexto, os investimentos em programas de controle interno se mostram importantíssimos – e até mesmo indispensáveis para a sobrevivência dos negócios. Uma governança bem elaborada também é importante para tornar a companhia mais atrativa em caso de venda ou abertura de capital.

Se a empresa já identificou processos de corrupção, mas deseja realmente mudar, é recomendável fazer uma reestruturação completa, a qual inclui até mesmo vender ativos para quitar dívidas, total renovação do quadro de gestores e até modificação do nome fantasia, deixando claro para o mercado que houve renovação e que a intenção é ser o mais transparente possível.

As medidas adotadas

Embora muitas empresas possuam seus códigos internos de ética e algumas até mesmo já tenham adotado programas de compliance estruturados, é preciso ficar bem claro que não pode ser apenas uma determinação “de papel”. As regras precisam ser instituídas e cumpridas fielmente.

Eis algumas medidas que podem auxiliam na instituição de uma ética adequada:

– Criação de um departamento de compliance, inclusive com status de diretoria a fim de impor respeito e demonstrar que o exemplo vem de cima;

– Afastamento de quaisquer suspeitos de envolvimento em desvio de conduta do comando da empresa;

– Aumento de conselheiros independentes nos conselhos de administração;

– Revisão de todas as normas e procedimentos internos, incluindo políticas mais rígidas para recebimentos de brindes de fornecedores;

– Criação de um comitê̂ independente para apurar quaisquer casos de desvio de conduta;

– Implementação de um canal de denúncias anônimas (preferencialmente terceirizado, a fim de garantir a transparência);

– Desenvolvimento de programas para treinamento de todos os funcionários, o qual pode incluir um programa de prevenção à corrupção;

– Definição de metas de conformidade;

– Reavaliação da lista de fornecedores.

Lembrando que um programa de compliance jamais será eficiente se a alta liderança não estiver plenamente engajada. O compliance só́ funciona se houver conscientização, e comprometimento dos executivos sêniores e de todos os membros dos conselhos. Não adianta a empresa divulgar seu canal de denúncias, por exemplo, se sua alta cúpula realizar pagamentos de propinas às escondidas para disputar uma licitação.

Benefícios da ISO 37001

Bons motivos para implementar a ISO 37001 na sua empresa:

Minimizar o risco de ocorrência de suborno: A certificação ISO 37001 ajudará a sua organização a implementar ou melhorar controles de combate ao suborno, reduzindo ou até extinguindo a ocorrência deles.

Demonstrar publicamenente a existência de um “Programa de Integridade”: uma empresa transparente é uma empresa mais confiável.

Estabelecer a confiança entre as partes interessadas: Ao demonstrar a conformidade com a norma ISO 37001, todas as partes interessadas podem se sentir mais confiantes de que a organização tomou medidas razoáveis a fim de prevenir a corrupção.

A Lei Brasileira 12.846/2013: esta lei dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira. Como a certificação ISO 37001 exige que você implemente uma política antissuborno, ela ajuda a garantir que todos os colaboradores compreendam o que se espera deles, ajudando a organização a permanecer dentro da lei.

Proteção do Ministério Público: Em caso de investigação criminal, a certificação ISO 37001 permitirá que sua organização demonstre que foram tomadas medidas responsáveis a fim de prevenir a corrupção.

Vantagem competitiva: Ao realizar propostas comerciais, a certificação ISO 37001 deixará claro que sua organização trabalha com as melhores práticas da indústria, permitindo vantagem ante a concorrência.

Obviamente nenhum programa anticorrupção é completamente infalível, visto que o fraudador sempre busca brechas para burlar o sistema.

No entanto, a partir do momento em que se institui um processo de controle e análise dos riscos, a chance de estes ocorrerem é sempre menor. Ao implementar a ISO 37001, a organização demonstra sua preocupação em respeitar a legislação e seu compromisso no combate à corrupção. E do ponto de vista empresarial, agir de acordo com a lei é uma questão de sobrevivência.


Verde Ghaia em Portugal no Maior Evento de Inovação do Mundo


 

A Verde Ghaia já está em Portugal para participar do StartOut Brasil, que acontece entre os dias 11 e 16 de novembro. A empresa foi escolhida entre 191 inscritas para essa imersão de capacitação aos empreendedores e promoção à internacionalização.

Mas os representantes da empresa chegaram antes ao país para aproveitar um pouco também de um dos maiores eventos de inovação do mundo, o Web Summit, que está sendo realizado desde hoje, dia 5 de novembro, em Lisboa. Segundo a revista Forbes, trata-se da “melhor conferência de tecnologia do planeta”.

A proposta é conectar as mais diversas empresas de todo o mundo e convidá-las a trocar experiências. Uma oportunidade única em que os maiores CEOs e fundadores de empresas, as novas startups mais promissoras e os investidores mais influentes se reúnem no mesmo lugar com o mesmo propósito: inovar e fazer negócios.

A Verde Ghaia conta com um stand no evento para apresentação de ferramentas exclusivas desenvolvidas pelas empresas do Grupo.

 

Web Summit 2018 – maior evento de tecnologia do mundo, começou hoje e vai até dia 08 de novembro em Portugal.

 

Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia, participa do Web Summit – Lisboa. 

 

Keziah Pollyanna, da Equipe de Comunicação da Verde Ghaia, no primeiro dia do evento Web Summit.

 

Stand do Grupo Verde Ghaia no Web Summit.

Evento StartOut Brasil / Lisboa

Essa será a 5ª edição do StartOut Brasil no ano, sendo que o programa já levou empreendedores para Berlim, Buenos Aires, Miami e Paris.

A iniciativa é realizada pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Ministério das Relações Exteriores (MRE), Sebrae e Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec).

 

 

Além da Verde Ghaia, também foram escolhidas para o StartOut Brasil: Molegolar, RZ2 Sistemas de Gestão, Biosolvit, Asel Tech Automação e Tecnologia, Sizebay, Outra Coisa, Rocket.chat, Labsoft Tecnologia, MVisia, Siteware Soluções AS, Conviso Application Security S.A., Implanta IT Solutions, Shelfpix e Fastdezine.


Seguro Ambiental: quais vantagens você pode garantir ao seu negócio?


 

Seguro Ambiental para Empresas

O seguro ambiental se trata de um recurso voltado à proteção de empresas e indústrias em relação a possíveis danos ambientais capazes de promover prejuízos ao segurado ou a terceiros.

O seguro ambiental cobre perdas e danos corporais e materiais em decorrência de poluição súbita e poluição gradual, podendo se estender à cobertura de custos com limpeza, contenção de poluentes, indenizações, custos judiciais e até mesmo lucros cessantes dos próprios segurados.

Como funciona o seguro ambiental no Brasil

Para que uma empresa possa contratar um seguro ambiental, é preciso ela esteja em dia com todas as licenças ambientais e documentos comprobatórios da Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Pode ser que outros documentos se façam necessários, mas isso será determinado pela seguradora.

É preciso também identificar os potenciais danos da empresa passíveis de ser classificados como dano ambiental. Eles podem ser descritos como:

Ecológico puro: é o dano caracterizado pela destruição parcial ou total de componentes naturais do ecossistema.

Individual: é aquele que viola interesses pessoais, legitimando os lesados a uma reparação pelo prejuízo patrimonial ou extrapatrimonial.

Imediato: quando o efeito surge no instante em que se dá a ação danosa. Exemplo: um vazamento de poluentes num rio, matando fauna e flora locais.

Histórico: é o dano que, originado no passado, continua a produzir efeitos.

Futuro: é o dano sem efeito imediato, mas que apesar de partir de um evento no presente, pode gerar novos danos ou ter seus efeitos prolongados.

Benefícios do seguro ambiental

Os benefícios da cobertura do seguro ambiental muitas vezes não são perceptíveis imediatamente em comparação aos demais seguros, por isso muitas empresas ainda não têm ciência da importância deles. No entanto, o seguro ambiental define soluções para atender às necessidades de gerenciamento de risco da empresa, fornece assistência consultiva por especialistas, gera prevenção de perdas e tranquilidade no , além de auxiliar na mensuração dos riscos de passivos ambientais envolvidos em transações de fusão ou aquisição.

Ele tem a vantagem de estar alinhado a todos os conceitos técnicos relativos à poluição ambiental previstos pela Brasileira, por isso também é um grande aliado na proteção ambiental, visto que auxilia o segurado a manter todas as conformidades em dia.

Sua contratação por si só também já contribui diretamente a favor da empresa em casos de aplicações de penalidades, pois gera favorecimento por parte da lei por haver o entendimento de que houve providências para proteger o Meio Ambiente, já que não é possível contratar o seguro ambiental se a empresa não estiver em conformidade com os requisitos ambientais.

Como funcionam a proteção e as coberturas do seguro ambiental

O seguro ambiental garante ao segurado a proteção contra prejuízos gerados por contaminação e poluição do Meio ambiente resultantes do exercício de suas atividades, permitindo que muitos dos prejuízos sejam ressarcidos.

O seguro ambiental não deve ser confundido com o seguro de responsabilidade civil ambiental, que é comumente contratado como uma cobertura extra do seguro de responsabilidade civil geral e que atende apenas a indenizações a terceiros em casos de danos promovidos pelo segurado. Esta cobertura pode cobrir questões contaminantes e poluentes (contanto que sejam controladas em até 72 horas). Já o seguro ambiental, além de abranger os danos causados a terceiros, também cobre os danos promovidos ao segurado, mesmo que estes provenham de casos inesperados ou gradativos de poluição

Mas atenção: o seguro ambiental não significa carta branca para poluir! Pelo contrário. Conforme já foi dito, as empresas somente conseguem contratar esse tipo de serviço se estiverem em dia com para com suas obrigações ambientais. O que o seguro faz é permitir que, com a indenização, a empresa arque com todos os gastos referentes a remediações e reparos necessários em caso de dano ao Meio ambiente.

Dentre as coberturas existentes no seguro ambiental, as principais são:

– Cobertura de danos pessoais e materiais (dentro e fora do local);

– Isolamento e limpeza do local prejudicado e arredores;

– Responsabilidade no descarte de resíduos;

– Remediação de danos;

– Cobertura de lucros cessantes (que pode cobrir segurado e terceiros);

No entanto, independentemente da cobertura escolhida, em geral o seguro exclui danos resultantes de atos dolosos, condições pré-existentes, danos causados por amianto, existência natural de substâncias poluentes, multas provenientes de não conformidades e danos promovidos por variações climáticas (exceto em situações onde exista sentido de causa/responsabilidade).

O seguro ambiental e a política nacional do Meio ambiente

Dentro do seguro ambiental existe a possibilidade de contratar uma cobertura específica relacionada a danos causados por manipulação e descarte de resíduos sólidos. Embora se trate de cobertura adicional, esta pode ser exigida como obrigatória no momento da contratação da apólice devido ao Artigo 40 da Lei Federal 12.305, de 2 de agosto de 2010, que diz o seguinte: “No licenciamento ambiental de empreendimentos ou atividades que operem com resíduos perigosos, o órgão licenciador do Sisnama pode exigir a contratação de seguro de responsabilidade civil por danos causados ao meio ambiente ou à saúde pública, observadas as regras sobre cobertura e os limites máximos de contratação fixados em regulamento. Parágrafo único. O disposto no caput considerará o porte da empresa, conforme regulamento.”

O projeto de lei 2.313/2003 pretende instituir um seguro ambiental obrigatório para o licenciamento de empreendimentos que causem impacto ao Meio ambiente, ou seja, implementar o seguro de responsabilidade civil do poluidor, pessoa física ou jurídica que exerça atividade econômica potencialmente causadora de degradação ambiental. Em 13 de julho de 2018 ele foi enviado à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) e espera-se que receba a devida atenção em momento oportuno.

Como os valores do seguro ambiental são calculados no mercado

No ato do cálculo dos valores do seguro ambiental, a seguradora leva em conta as políticas voltadas ao Meio ambiente praticadas pela empresa, bem como as medidas de prevenção e segurança e o risco potencial ao Meio ambiente que possa ser causado por suas atividades.

Parceria Verde Ghaia, AIG e Vertex

A Verde Ghaia, em parceria com a Vertex e a AIG Seguros, fornece uma apólice customizada para empresas que desejem se resguardar de problemas caso, eventualmente, ocorra algum acidente ambiental em suas instalações. Seu diferencial é considerar o esforço do cliente no atendimento da legislação aplicável ao Meio ambiente. Isso quer dizer que, através da metodologia de Avaliação de Riscos da Verde Ghaia, é possível obter condições especiais na contratação. Conheça aqui.

Contratar um seguro ambiental quando se realiza a gestão de uma empresa ou indústria que lida com situações que possam envolver danos ao Meio ambiente é a escolha mais assertiva, visto que no caso de um desastre, os prejuízos humanos e ambientais podem ser incalculáveis.


Qual o segredo para uma boa gestão de risco na organização?


 

Nenhum modelo de gestão sobrevive sem um bom planejamento. Mas no caso da gestão de risco, o planejamento é essencial não apenas para prever os eventuais percalços que possam atrapalhar o negócio (risco negativo), mas também para enxergar as oportunidades (risco positivo).

Planejamento: o segredo da gestão de risco

Muitas vezes, um passo ousado para o crescimento de sua empresa só pode ser dado mediante uma boa gestão de risco, que é aquela que permite a previsão de todos os caminhos possíveis após análise ampla dos ambientes interno e externo da empresa, bem como um planejamento estratégico certeiro.

Tanto nas grandes, médias e pequenas empresas é possível — e muito saudável — planejar, medir e gerenciar a exposição do negócio aos riscos. Todas as decisões tomadas dentro de uma boa gestão de risco são realizadas dentro de um cenário realista, embasadas em análises e decisões. Gerir riscos é diminuir incertezas, é determinar como a empresa será afetada diante das evoluções do mercado.

Planejamento na Prática

O processo de gestão de riscos é formado por seis fases: planejar, identificar, analisar, responder, monitorar e controlar os eventos que possam gerar riscos a um negócio.

De maneira geral, uma gestão de riscos eficiente precisa proteger sua empresa das oscilações do mercado; determinar um panorama completo de todos os processos e atividades organizacionais; melhorar o processo de tomada de decisões; reunir informações baseadas na realidade do mercado e em seu contexto interno; basear-se na ética e na transparência; e trazer melhorias contínuas aos processos e projetos da empresa.

* O documento que guiará todas as ações de gestão de riscos é chamado Plano de Gestão de Riscos (PGR) e deve responder às seguintes perguntas:

* Qual será a metodologia para identificação de riscos e coleta de dados?

* Quais serão os processos e periodicidade do projeto de gestão de riscos?

* Quem serão os gestores responsáveis?

Práticas para um bom Planejamnto

Na prática, você deve observar alguns passos para se alcançar um bom Planejamento.

1. Determine os riscos prioritários

Vejamos: um incêndio no prédio de sua empresa representa um risco? Claro que sim. No entanto, qual é a chance real de que ele ocorra? Pequena, provavelmente, principalmente se a CIPA for ativa e houver todos os cuidados referentes à prevenção. No entanto, uma recessão no mercado que venha a reduzir o poder de compra do consumidor ou o investimento dos clientes é um cenário muito mais provável de ocorrer. Portanto, o segundo caso é muito mais relevante. Perder tempo com possibilidades em vez de probabilidades só desencadeará atrasos para a sua gestão.

2. Tenha sempre em mente os componentes do risco

Esta análise tem como base três pontos principais, chamados componentes do risco: evento, probabilidade e impacto. O evento é determinado pela causa raiz, ou seja, aquilo que gera o risco, bem como seus efeitos. A probabilidade é a chance de tal risco efetivamente ocorrer. Já o impacto, é a extensão da consequência, o quanto ela vai afetar a empresa.

Para calcular sua exposição ao risco (Ex), basta multiplicar a probabilidade de ocorrência (Pr) pelo impacto (Im) que o evento pode vir a causar. Quanto maior a probabilidade de um risco acontecer e maior for seu impacto, maior é sua relevância para a empresa.

3.Determine um limite entre o micro gerenciamento de atividades e a gestão focada em objetivos e metas

Tal limite é imposto pelo nível de detalhamento do planejamento, que não pode ser minimalista a ponto de constar apenas a lista de funcionalidades a serem desenvolvidas, nem tampouco extremamente exagerado em controles, burocracias e reuniões em excesso e capazes de prejudicar a agilidade da equipe no desenvolvimento da solução.

4. Identifique a interdependência entre atividades

Este passo permite que você estruture os fluxos de trabalho de modo preciso, garantindo que cada membro da equipe compreenda seu papel e evitando assim que o gestor necessite intervir de maneira constante e sufocante.

 

5. Determine a disponibilidade de cada colaborador

Como nenhum funcionário pode parar seus afazeres para se entregar exclusivamente à gestão de riscos, é necessário criar um calendário que estabeleça os períodos para se dedicar aos projetos em andamento.

6. Delegue as tarefas de maneira responsável

Seja metódico ao delegar tarefas. Conheça bem os membros das equipes, bem como suas competências e maneiras de lidas com pressão, prazos, metas e resultados. Deste modo, todas as tarefas serão cumpridas com máxima qualidade.

7. Forneça a infraestrutura necessária

Não basta ter o melhor projeto de gestão de risco e a melhor equipe. Certifique-se de que há recursos físicos disponíveis também (salas de reuniões, projetores multimídia, softwares, materiais de escritório etc), reservando cada um com a devida antecedência. Não se esqueça também de que todo recurso físico envolve um orçamento.

8. Calcule os riscos inerentes a cada trabalho

Cada função envolve um risco diferente, e sabendo de antemão o que pode acontecer de errado, fica muito mais fácil se precaver, pensar em alternativas e mitigar os riscos ao máximo. Prazos; recursos humanos, físicos e financeiros; documentos essenciais; questões climáticas, sociais e econômicas… Tente pensar em tudo.

9. Defina metas diárias

É importante determinar os prazos finais de seu projeto de gestão; no entanto, as micro-metas são extremamente úteis. Primeiro porque elas definem marcos; e também ajudam a fiscalizar o comprometimento da equipe, que sempre terá a obrigação de entregar resultados constantes, ficando ciente da importância de um trabalho segmentado e contínuo. Isso também ajuda a solucionar antecipadamente problemas, evitando que se transformem numa bola de neve gigantesca.

10. Determine marcos para reavaliação

Por mais que você tenha tudo planejado, imprevistos ainda acontecem. Para evitar que os trabalhos sejam afetados de maneira significativa, defina pontos de parada ao longo do projeto para reavaliar o desempenho de todos e o andamento das atividades, fazendo também os reajustes necessários.

 

A gestão de riscos não se trata apenas de calcular os riscos do cenário em que seu negócio atua. Mas também, o de analisar profundamente os processos internos de sua empresa.

Quando você conhece os desafios que vai enfrentar e aplica as estratégias certas para lidar com os riscos, exerce-se uma liderança com menos surpresas, criando planejamentos mais eficientes, descartando burocracias desnecessárias, impulsionando resultados e melhorando o relacionamento entre todas as partes interessadas.

Para saber mais a respeito da definição de suas prioridades, avaliação das sanções (administrativas, civis e penais) passíveis pelo descumprimento da norma, apontando como prioritário a regulação das omissões com grau de penalizações, entre em contato com o Departamento de Análise de Risco Jurídico.

O Grupo Verde Ghaia atua há 20 anos no mercado, acompanhando, auxiliando e oferecendo ferramentas  às Organizações para  o gerenciamento de não conformidades, através de uma matriz de risco. Fale conosco e evite riscos desnecesários!


Saiba como fazer análise de risco da sua Gestão, atendendo às NRs


 

O sucesso na gestão da segurança de uma empresa começa no mapeamento dos riscos presentes no ambiente de trabalho.

O que é a Análise de risco?

A análise de risco é um estudo técnico que visa identificar e analisar os possíveis riscos presentes no ambiente laboral, considerando o meio como um todo, inclusive o ambiental, e a presença de clientes e terceirizados. Tal análise é um elemento essencial para a gestão da saúde e da segurança do trabalho, proporcionando soluções para riscos e situações reais que poderiam causar acidentes e doenças com possíveis óbitos e afastamentos.

Além de contribuir diretamente para trazer mais segurança ao ambiente de trabalho, a análise de risco também serve como base para o desenvolvimento de praticamente todos os programas internos de segurança, como o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) e o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional). Também auxilia na determinação de quais EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e EPCs (Equipamentos de Proteção Coletiva) devem ser adotados.

Quem elabora a Análise de Risco?

Embora as Normas Regulamentadoras – NRs, em geral, não sejam específicas em relação a quem deva elaborar a análise de risco, é muito importante que os responsáveis envolvidos sejam experientes em relação aos processos, equipamentos e questões legais, para que assim possam identificar riscos que normalmente não seriam apontados por um leigo.

Como realizar a análise de risco?

É importante lembrar que a análise de riscos funciona de maneira diferente para cada local, atividade e maquinário. Por isso, os responsáveis por executá-la devem reservar um tempo considerável para conhecer o ambiente, as pessoas envolvidas e os processos realizados no dia a dia.

O processo pode ser feito por etapas:

Identificação dos Riscos: primeiro faz-se a análise do ambiente de trabalho e em seguida dos riscos presentes. Esta etapa pode ser feita registrando todos os passos de cada atividade, sempre com a colaboração dos trabalhadores diretamente envolvidos em cada uma delas.

Análise dos riscos e adoção de medidas preventivas: após identificar os riscos, será possível identificar quais colaboradores estarão expostos a eles e, assim, adotar as medidas preventivas e procedimentos de segurança do trabalho.

Documentação de todos os procedimentos de segurança: é importante registrar cada etapa do processo.

Revisão e otimização dos processos: depois de cumprir todos os passos anteriores, revise cada item e complemente se necessário. É essencial lembrar que qualquer alteração no ambiente, na execução e nos processos deve passar por nova análise de risco.

Parâmetros básicos que auxiliam na Análise de Risco

* Conhecer o processo produtivo e as etapas do trabalho;

* Conhecer o maquinário e produtos utilizados;

* Avaliar o ambiente de trabalho (iluminação, ventilação etc);

* Identificar os funcionários em risco, bem como a postura exigida de cada um;

* Observar a jornada de trabalho seguida no local;

* Conhecer plenamente a legislação relacionada a cada risco existente.

Não se esqueça também de analisar os trabalhos não rotineiros e intermitentes, bem como aqueles não planejados. A cada nova atividade apresentada, um novo levantamento de riscos deve ser realizando.

Normas Relacionadas

Duas normas regulamentadoras são muito relevantes no que diz respeito à análise de risco. São elas NR 12 e NR 20.

NR12 – Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos

Esta Norma Regulamentadora e seus anexos definem referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores, e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos, e ainda à sua fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão a qualquer título, em todas as atividades econômicas.

NR20 – Segurança e saúde no trabalho com inflamáveis e combustíveis

Esta Norma Regulamentadora estabelece requisitos mínimos para a gestão da segurança e saúde no trabalho contra os fatores de risco de acidentes provenientes das atividades de extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos combustíveis.

No que diz respeito, especificamente, a NR12, esta possui relação a maquinários e abrange aspectos importantes como a determinação dos limites da máquina.

1- Determinação dos Limites da Máquina – NR 12

Para a determinação dos limites da máquina, deve-se levar em consideração todas as fases do ciclo de vida do maquinário (projeto, construção, transporte, montagem, instalação, operação, limpeza, setup, manutenção, desativação, desmontagem, descarte). O limite é basicamente a utilização principal da máquina, e para efeito de concepção da máquina e análise de risco, deve ser considerada sua utilização normal e os maus usos razoavelmente previsíveis.

Segue uma lista de itens que compõem a determinação do limite da máquina:

Limite de uso

*Diferentes modos de operação

*Manutenção da máquina (desgaste e mau uso)

*Tipo de utilização (industrial ou residencial)

*Identificação do operador (gênero, idade, mão de uso dominante). Deve-se também registrar a utilização por pessoas com habilidades reduzidas (visual, auditiva, tamanho, força e outras)

*Nível de treinamento, habilidade e experiência necessários para utilização e manutenção

*Exposição de terceiros aos perigos razoavelmente previsíveis relacionadas à máquina

Limite de espaço

*Movimentos da máquina e cursos dos movimentos

*Espaços de uso do operador e manutenção

*Tipo de interação entre operador e máquina

*Conexões de energia (elétrica, hidráulica, mecânica, gravitacional e outras)

Limites de tempo

* Vida útil da máquina, considerando o uso normal ou mau uso razoavelmente previsível

* Intervalo de manutenção recomentado

Outros limites:

*Tipos de materiais e matéria-prima processados

*Limpeza e manutenção diária do equipamento

*Organização do trabalho

*Efeitos do ambiente (umidade, particulados, altitude, agentes químicos e outros)

Na elaboração desta lista de perigos existentes, é importante que o profissional se atente a praticamente todas as operações possíveis da máquina, inclusive limpeza e manutenção.

Estimativa do Risco 

O risco associado a uma situação perigosa depende de fatores como:

*Gravidade do dano no caso de um acidente

*Probabilidade de ocorrência (exposição, ocorrência do perigo e possibilidade de evitá-lo)

* Possibilidade de sanção imputada.

A análise de risco é essencial para o sucesso de qualquer gestão. E é muito importante que seja acompanhada por equipe especializada, preferencialmente pessoa jurídica, pois deste modo assegura que todos os procedimentos sejam realizados com qualidade e em pleno comprometimento com os resultados, visando a melhoria contínua de sua empresa.

Apesar de existirem diversos métodos para se fazer esta estimativa do risco, a VERDE GHAIA adota os fatores acima para apresentar aos clientes um relatório que auxilie na tomada de decisão.


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