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Principais mudanças da ISO 19011: 2018


 

Uma das principais mudanças da ISO 19011 é a abordagem da auditoria baseada em riscos e oportunidades, visando uma gestão preventiva e proativa.

A ISO 19011, norma que traz as Diretrizes para Auditoria de Sistema de Gestão, é fundamental para a elaboração efetiva de auditorias, sejam elas de primeira, segunda ou terceira parte. A versão atual é a terceira da norma, publicada em 20/12/2018, a qual fez com que ela ficasse mais semelhante com as novidades das demais normas ISO revisadas a partir de 2015.

Em geral, há uma abordagem mais ampla da auditoria desde o seu planejamento até a execução e entrega de resultados, a qual irá contribuir para o sistema de gestão da organização e, dentre outros pontos, fará com que seus resultados possam de forma mais efetiva fornecer entradas para o aspecto de análise de planejamento de negócio e contribuir para a identificação de necessidades de melhoria e atividades.

Essa norma fornece orientação para todos os tamanhos e tipos de organizações e auditorias de variados escopos e dimensões, incluindo aquelas conduzidas por grandes equipes de auditoria, usualmente de organizações maiores, e aquelas conduzidas por auditores únicos, em organizações grandes ou pequenas.

ISO 19011: o que deve ser considerado

Estão inclusos na ISO 19011 e suas diretrizes os seguintes pontos:

Os Princípios de Auditoria é que nos ajudam a entender a natureza essencial de uma auditoria;

O Gerenciamento de um Programa de Auditoria, que fornece orientação para gestão de um programa de auditoria, considerando responsabilidade, objetivos, coordenação de atividades e disponibilização de recursos;

As Atividades de Auditorias, que englobam as orientações sobre a realização de auditorias, inclusive a seleção da equipe auditora;

A Competência e Avaliação de Auditores com orientação sobre a competência necessária a um auditor.

A ISO 19011 e o atendimento aos requisitos das outras normas

As normas ISO trazem em seus requisitos normativos, os quais a empresa devem atender para obter a certificação, a necessidade de realização de auditorias internas. Para as normas que já seguem o anexo SL, essa obrigatoriedade corresponde ao requisito 9.2 – Auditoria Interna, e suas divisões.

As auditorias internas estão englobadas pela ISO 19011 ao citar as auditorias de primeira parte e, com isto, percebe-se que para que os auditores estejam qualificados para executar as auditorias internas demandadas pelas demais normas deve ser obtida uma qualificação na ISO 19011 e suas diretrizes.

Além disto, as normas de sistema de gestão demandam que a empresa realize o planejamento e gerenciamento de programas de auditorias, que irão abordar pontos como a criação do programa de auditoria avaliando a complexidade das áreas auditadas e a seleção de auditores de acordo com essas áreas, conhecimento, autonomia e independência, o que também será apresentado na ISO 19011.

Por fim, uma grande interface da versão de 2018 desta norma é a abordagem da auditoria baseada em riscos e oportunidades. Tendo em vista que essa abordagem é cobrada pelas demais normas emitidas a partir de 2015, a auditoria e seu programa passam a contribuir para uma gestão preventiva e proativa que aborda os possíveis riscos e oportunidades de forma a assegurar que o programa de auditoria atinja os objetivos propostos e esteja em constante melhoria.

O que mudou na ISO 19011: 2018

# As principais mudanças ocorridas em relação à versão anterior foram:

# Inclusão da abordagem baseada em risco aos princípios de auditoria;

# Ampliação da orientação sobre a gestão de um programa de auditoria, incluindo riscos do programa de auditoria;

#Ampliação da orientação para conduzir uma auditoria, particularmente na seção sobre planejamento de auditoria;

# Ampliação dos requisitos genéricos de competência para auditores;

# Ajuste da terminologia para refletir o processo e não o objeto (“coisa”);

# Remoção do anexo contendo requisitos de competência para auditar disciplinas específicas do sistema de gestão (devido ao grande número de normas particulares de sistemas de gestão, não seria prático incluir requisitos de competência para todas as disciplinas);

# Ampliação do anexo A para fornecer orientação sobre (novos) conceitos de auditoria, como contexto organizacional, liderança e comprometimento, auditorias virtuais, compliance e cadeia de suprimento.

Para entender melhor cada ponto abordado na ISO 19011 versão 2018 e, em especial, como interpretá-los e atendê-los, realize o curso EAD de formação de auditores internos baseado na ISO 19011:2018.

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EAD de formação de auditores internos baseado na ISO 19011:2018.

Nele serão abordados todos os requisitos, havendo ainda a disponibilidade de professores especialistas para esclarecimento de dúvidas!


Fernanda Innecco Veiga Reis / Consultoria e Projetos Especiais do Grupo Verde Ghaia

Assista ao Webinar e conheça sobre as principais mudanças da Norma ISO 19011 e o que ela impactará na sua próxima auditoria!


Perigos e Riscos: hora de avaliar os riscos do seu negócio!


 

De acordo com o Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, o Brasil registrou mais de 4 milhões de acidentes de trabalho entre 2012 e 2018, sendo que mais de 15 mil deles foram fatais.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) define um acidente de trabalho como a “ocorrência imprevista e indesejável, instantânea ou não, relacionada ao exercício do trabalho, que provoca lesão pessoal ou que decorre de risco próximo ou remoto dessa lesão”.

Como identificar os Perigos e Riscos e aplicar ações corretivas?

Há muitas situações passíveis de gerar um acidente de trabalho, tais como colisões entre indivíduos e maquinários, quedas (de alturas variadas), lesões por esforço ao erguer um objeto, exposição a temperaturas elevadas ou à energia elétrica e outros; não podemos nos esquecer também de outras questões que afetam a saúde do trabalhador, como o estresse, as lesões por esforço repetitivo (LER) e problemas de saúde variados.

Identificar os perigos e riscos num ambiente de trabalho é uma ação fundamental para aplicar as ações preventivas e corretivas a fim de evitar esse tipo de ocorrência.

A ISO 45001 é uma boa diretriz para montar um plano de identificação de riscos e perigos. Mas no caso, devemos nos atentar ao fato de que a versão mais recente da norma, de 2018, não trabalha mais com ações preventivas, e sim ações corretivas. Em caso de adoção de ações preventivas. Mas embora a ISO 45001 não foque mais em prevenção propriamente dita, ela define padrões da metodologia de trabalho, o que por sua vez também funciona para evitar acidentes ou lesões ocupacionais. As diretrizes da ISO 45001 ajudam a proporcionar um ambiente saudável e com uma ergonomia adequada aos colaboradores.

Como fazer o levantamento de perigos e riscos

Como fazer o levantamento de perigos e riscos
Como associar perigos e riscos com riscos e oportunidades?

O Levantamento de Perigos e Riscos é um procedimento no qual a empresa identifica os riscos e perigos associados às suas atividades, estabelecendo então medidas para diminuir probabilidade de ocorrências de eventos adversos que possam trazer danos e prejuízos tanto para a instituição quanto para seus funcionários.

O levantamento de perigos e riscos deve ser feito de forma cuidadosa e considerar os seguintes aspectos:

  • Fatores internos e externos à empresa
  • Processos produtivos
  • Máquinas e Equipamentos
  • Instalações
  • Layout das áreas de trabalho
  • Materiais utilizados no ambiente
  • Fatores humanos (comportamento e capacitação de seus funcionários)
  • Atividades Rotineiras e não rotineiras
  • Atividades de terceirizados e visitantes
  • Mudanças de processos, métodos e atividades
  • Requisitos legais e técnicos
  • Situações de emergência

Lembrando que cada área tem sua particularidade. Um escritório certamente não oferecerá os mesmos perigos e riscos do que um sítio de produção de aço, por exemplo.

Para levantar os riscos e perigos de maneira adequada, o profissional de segurança do trabalho pode seguir algumas metodologias:

Check list de perigos e riscos: nada mais é do que uma lista que vai servir de guia para todos os pontos críticos do ambiente de trabalho. É imprescindível na análise de perigos e riscos e deve ser adotada em todas as inspeções rotineiras e programadas.

– Entrevistas: conversar com os funcionários é a melhor forma de conhecer a realidade de cada área. Dê atenção especial aos funcionários executantes, aqueles que colocam a mão na massa, principalmente no setor industrial.

– Inspeções: inspeções rotineiras e programadas possibilitam novas análises a cada visita, permitindo assim a identificação de um risco que às vezes não se encontrava evidente na visita anterior.

– Auditorias: auditorias são a melhor forma de apontar não conformidades e oportunidades de melhorias. São uma fonte excelente para composição da lista de levantamento de perigos e riscos.

– Histórico de Incidentes e Acidentes: analisar eventos antigos é uma forma de evitar que voltem a ocorrer.

Além disso, é muito importante educar seus colaboradores, principalmente se houver um programa voltado à melhoria das questões de ergonomia. Vale adotar todos os recursos possíveis: palestras, cartazes educativos, alertas de segurança… O tratamento de perigos e riscos é dever de todos.

A Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT), atividade obrigatória prevista pela lei trabalhista brasileira, é uma ótima oportunidade para envolver seus funcionários.

ISO 45001 – Hora de repensar os processos

ISO 45001 - Hora de repensar os processos
Integrando os elementos das três normas: ISO 9001, ISO 14001 e 45001

A ISO 45001 auxilia as organizações a repensarem seus processos, visando diminuir a ocorrência de doenças ocupacionais e de acidentes no trabalho. É uma norma que praticamente já se tornou parte do padrão comercial, portanto toda organização deve conhecê-la, independentemente de haver a intenção de adotá-la oficialmente. Isto acontece porque a ISO 45001 foi planejada para reduzir a fragmentação no mercado global, permitindo que os mesmos critérios de gestão de Segurança e Saúde Ocupacional sejam adotados por organizações no mundo todo. Antigamente, essa fragmentação acontecia exatamente por não existir um padrão internacional que estabelecesse os requisitos para a gestão de SSO.

A ISO 45001 cobre todos os aspectos para controlar os fatores que podem resultar em doenças, lesões e até morte do trabalhador, mitigando os efeitos adversos sobre a condição física, mental e cognitiva do indivíduo.

São vários os benefícios proporcionados pela adoção da ISO 45001, tais como a redução de acidentes e doenças ocupacionais, o desenvolvimento de uma cultura de prevenção (que por sua vez vai reduzir cada vez mais o potencial de incidentes na organização), vai incorporar naturalmente boas práticas ao seu sistema de gestão e melhorar a organização de processos do trabalho, pois haverá mais controle sobre as metodologias de trabalho. Além disso, a organização estará em conformidade com os requisitos legais no que diz respeito à SSO.

Considerações Finais

Curso EAD da Verde Ghaia - ISO 31000 - Faça Gestão de Risco
Curso EAD da Verde Ghaia – Faça sua Gestão de Risco

O tratamento de acidentes de trabalho é uma obrigação de todos. Independentemente da adoção de Normas Regulamentadoras, toda organização tem o dever de proteger seus trabalhadores.

O levantamento de perigos e riscos é fundamental neste processo, afinal, não temos como combater aquilo que não conhecemos bem. Estando ciente dos riscos, ficamos ciente da melhor maneira de combatermos os incidentes.



Por que controlar requisitos de Segurança Operacional em aeroportos


 

No artigo de hoje, abordaremos sobre a importância de se ter o controle dos requisitos de Segurança Operacional em aeroportos. Fique por dentro!

Por que controlar requisitos de Segurança Operacional em aeroportos

O Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional (SGSO) em aeroportos abrange todas as atividades de manutenção (execução, supervisão, inspeção e aprovação para o retorno ao serviço) para que sejam realizadas conforme critérios do RBAC 145 (atualizado pela Resolução nº 463, de 07-02-2018 – Emenda nº 02), o regulamento brasileiro da aviação civil proposto pela ANAC. Este sistema também abrange as atividades de apoio à manutenção (planejamento de serviços, produção e controle de registros de manutenção, treinamentos, suprimento de peças e materiais, distribuição de publicações técnicas, controle e fornecimento de ferramentas e instrumentos de medição, entre outros).

O SGSO já está consolidado como um padrão no ramo da aviação mundial, se estendendo inclusive à gestão da segurança para além do ambiente de trabalho da aviação, conforme apontado pela ANAC. É um sistema que adota padrões complexos em suas atividades cotidianas e que requer alto nível de qualidade, requerendo alocação de tempo e de recursos, bem como o envolvimento da alta direção de um aeródromo.

É esperado que um SGSO determine a estrutura da organização onde será aplicado, nomeie os responsáveis pela segurança operacional em todas atividades e documente as políticas e procedimentos que permitam um gerenciamento efetivo da segurança operacional.

O SGSO também auxilia na compreensão dos perigos e riscos que afetam a segurança operacional de um aeródromo (lembrando que, em geral, um perigo diz respeito a algo que existe no presente; enquanto o risco está associado a um resultado potencial no futuro). Ambos podem impactar fortemente nos custos operacionais do aeródromo, o que por sua vez pode gerar danos materiais, ao meio ambiente, humanos e de, consequentemente, danos à imagem da organização.

Com a implementação de um SGSO, é possível atingir níveis de conformidade iguais ou superiores àqueles estabelecidos nos regulamentos. (Neste link, você pode conhecer principais critérios adotados pela OACI – Organização de Aviação Civil Internacional).

Critérios para um Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional eficaz

Critérios para um Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional eficaz

O SGSO para os provedores de serviços da aviação civil e o Programa de Segurança Operacional Brasileiro desenvolvido pela Anac são parte essencial de gerenciamento de risco na garantia da segurança operacional em aeroportos.

Conheça a seguir processos-chave de um SGSO eficaz:

  • Reporte de Eventos de Segurança Operacional (ESO): diz respeito à aquisição de dados e informações relacionados à segurança operacional.
  • Identificação de Perigos: é o conjunto de atividades voltadas à identificação de todos os perigos relacionados à organização.
  • Gerenciamento de Riscos: já conhecido em todas as empresas que adotam um sistema de gestão. Aqui ele abordará também elementos específicos do sistema aeroviário.
  • Medição de Desempenho: adoção de ferramentas gerenciais para avaliar se os objetivos da gestão de segurança operacional estão sendo atingidos. Lembrando que o meio aeroviário é extremamente rígido nesse sentido.
  • Garantia da Segurança Operacional: conjunto de atividades voltadas à padronização da prestação do serviço conforme critérios de desempenho já estabelecidos.

Montando o documento do SGSO

Para montar um SGSO eficaz, você deve observar os seguintes critérios:

  • Escopo do SGSO;
  • Determinação da política de segurança operacional;
  • Objetivos de segurança operacional;
  • Requisitos de segurança operacional;
  • Procedimentos, programas e metodologias definidas para o SGSO;
  • Responsabilidades relacionadas à segurança operacional;
  • Planos de resposta à emergência Aeroportuária.

A política de segurança operacional dever ser compreendida por todos os membros da equipe, e os superiores devem dar o exemplo e assegurar que todos os ensinamentos se reflitam nas ações de todos, ou seja, deve haver comprometimento real.

A política de segurança operacional deve ser única, simples e direta, descrevendo a abordagem fundamental do aeródromo. É importante que todas as pessoas relevantes no sistema de gestão se reúnam regularmente para discutir as questões relacionadas, atualizando e readequando os procedimentos de acordo com a necessidade.

Assim como todo gerenciamento de riscos, o SGSO se iniciará com a identificação de todos os perigos e riscos associados às operações do aeródromo e fará a avaliação destes e dos riscos associados, classificando cada um sob critérios de probabilidade de ocorrência e de severidade. Uma vez que cada risco ou perigo for identificado, deve-se adotar medidas corretivas e monitorá-las a fim de garantir que surtam o efeito desejado.

O processo de gerenciamento de riscos trabalha com métodos proativos e reativos. Métodos proativos são aqueles que buscam se antecipar a eventos indesejados, produzindo barreiras e controles para lidar com as situações e prevenindo acidentes, Já os métodos reativos são aqueles adotados quando os eventos indesejados já aconteceram, e envolvem desde a identificação das causas às medidas para sanar os danos e evitar que voltem a acontecer, por isso também é importante implementar um sistema de resposta a emergências.

O Sistema de Resposta à Emergência Aeroportuária (SREA)

O Sistema de Resposta à Emergência Aeroportuária (SREA)

Toda operadora de aeródromo deve estabelecer, implementar e manter operacional um Sistema de Resposta à Emergência Aeroportuária (SREA), o qual deve estar em conformidade à regulamentação específica vigente e se adequar ao tipo e ao porte das operações aéreas do aeródromo.

O SREA deve ser capaz de:

  • Responder em tempo hábil às emergências aeroportuárias que ocorram no aeródromo e em seu entorno, priorizando o salvamento de vidas e a realizando dentro do possível a mitigação de danos materiais e as consequências decorrentes de uma emergência;
  • Estabelecer ações contingenciais para a restauração das operações normais do aeródromo.

O SREA deve envolver todos os setores, órgãos, entidades e empresas relacionadas ao aeródromo em questão, bem como os recursos humanos necessários e capacitados e os recursos de infraestrutura e materiais necessários para a resposta a uma emergência. Também deve definir a abrangência, atribuição de responsabilidades e procedimentos para cada tipo de emergência, e elaborar planos e manuais para consolidar as ações atribuídas a cada elemento do sistema. Todo o planejamento deve ser avaliado pontualmente, e a busca por melhorias deve ser contínua.

O SREA deve prever as seguintes emergências aeroportuárias:

  • Ocorrências com aeronaves nas condições de urgência e socorro, dentro e fora da área patrimonial do aeródromo;
  • Ocorrências com aeronaves em áreas aquáticas, pantanosas ou de difícil acesso, onde aplicável;
  • Emergências médicas em geral;
  • Ocorrências com artigos perigosos;
  • Incêndios florestais ou em áreas de cobertura vegetal próxima ao aeródromo que, de alguma forma, interfiram na segurança das operações aéreas, onde aplicável;
  • Incêndios no terminal aeroportuário ou em outras instalações de sua infraestrutura;
  • Desastres naturais passíveis de ocorrência na região onde o aeródromo está localizado;
  • Outras emergências, a critério do operador de aeródromo.

Ao estabelecer o planejamento de resposta às emergências aeroportuárias, o operador do aeródromo deve considerar critérios de preservação do local do acidente aeronáutico ou de evidências que possam contribuir para as investigações realizadas pelos órgãos competentes, porém sem sobrepor-se à necessidade ou à oportunidade de salvamento de vidas.

Um Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional não apenas garante que todas as atividades aeroportuárias sejam executadas de forma adequada — inclusive auxiliando para que a compliance seja atingida —, como evita tragédias maiores e capazes de afetar vidas humanas e o ecossistema de maneira irremediável.


Fale com um dos consultores da Verde Ghaia e gerencie os requisitos de Segurança Ocupacional e garanta que as atividades aeroportuárias sejam realizadas adequadamente.


Gestão de Risco: Os Princípios e Diretrizes da ISO 31000


 

Independente do porte ou ramo da sua organização, ela está sujeita à riscos de eventos inesperados decorrentes dos contextos interno e externo em que a organização está inserida. Esses riscos podem afetar as suas operações, gerar perdas financeiras ou até fazer com que a organização tenha que encerrar as suas atividades permanentemente.

Gestão de Risco: Os Princípios e Diretrizes da ISO 31000
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As origens dos riscos são variadas. Eles podem se originar de desastre naturais, roubos, acidentes, falhas operacionais, reclamações de clientes, entre outros.  Através de uma análise de ambiente interno e externo a organização pode levantar essas origens e identificar os possíveis riscos inerentes ao seu negócio. É aí que começa o processo de gerenciamento de riscos.

A gestão de riscos possibilita que a organização se antecipe para o inesperado, minimizando ou eliminando os potenciais eventos adversos e custos extras antes que eles aconteçam. Ou seja, uma vez que os riscos são conhecidos, é possível a elaboração de planos de ação que farão com que o gestor não seja pego de surpresa e possa contornar as consequências negativas, protegendo o futuro da organização. Tamanha a importância do tema, existe uma norma ISO somente para abordar o gerenciamento de riscos, que é a chamada ISO 31000, que contou com a sua nova versão em 2018.

O que é preciso para se ter um gerenciamento eficaz dos riscos?

Mas na prática, o que é preciso para se ter um gerenciamento eficaz dos riscos?

Não é necessário elaborar uma metodologia complexa com planos de ação caros e demorados, ainda que cada organização sinta a necessidade de um processo mais ou menos estruturado de acordo com o seu negócio e níveis de riscos. Em resumo, algumas perguntas devem ser respondidas para que se tenha um bom plano de gestão de riscos:

1. O que pode dar errado? – Nessa etapa devemos identificar os riscos das atividades, processos ou negócio, considerando várias variáveis: infraestrutura, recursos, mercado, governo, concorrência, entre outros.

2.  Como isso afetará as operações? – Deve-se avaliar o risco quanto à sua probabilidade de ocorrência e quanto à severidade dos seus impactos. É a partir dessa avaliação que se faz a priorização de riscos.

3. O que deve ser feito? – De acordo com a priorização da etapa anterior, deve-se decidir por aceitar o risco ou planejar ações para abordá-lo. Deve-se, portanto, analisar como o risco pode ser evitado ou reduzido para que sejam registrados planos de ações.

Para que as etapas anteriores sejam realizadas com eficácia, a metodologia de identificação, análise e gerenciamento de riscos deve estar bem difundida em todos os níveis da organização.

O método deve ser estabelecido e mantido como informação documentada e os colaboradores treinados continuamente de acordo com seus níveis de responsabilidade e autoridade. É importante também que a organização mantenha comunicação ativa dentro do processo de gestão de riscos. As partes interessadas devem ser consultadas e estar cientes da base sobre a qual as decisões são tomadas.

Por fim, a organização deve monitorar continuamente seus riscos, pois poucos permanecem estáticos. Os fatores que afetam a probabilidade e as consequências de um risco podem mudar, assim como as variáveis que afetam a adequação ou custo das ações de tratamento.

Por isso, a atualização contínua do levantamento de riscos é fundamental para garantir que o processo de gerenciamento ocorra de maneira eficaz.

Quais vantagens ao gerenciar os riscos da minha organização?

1. Economia de recursos: tempo, dinheiro, pessoas, infraestrutura, etc;

2. Ambiente seguro para colaboradores, fornecedores, visitantes e clientes;

3. Redução de penalidades legais;

4. Aumento da estabilidade das operações;

5. Proteção de patrimônio contra danos;

6. Operações mais eficientes;

7. Produtos e serviços com maior qualidade;

8. Melhores práticas ambientais e de saúde e segurança ocupacional;

9. Maior credibilidade e segurança da marca.

Para se aprofundar melhor no tema, convém que a norma ISO 31000 seja estudada. A versão 2018 da ISO 31000 traz as diretrizes para a gestão de riscos dentro de uma organização e estabelece a estrutura e princípios que precisam ser atendidos para tornar o gerenciamento de riscos mais eficaz e mais prática.

O melhor é que você pode se aperfeiçoar à distância enquanto aplica os conhecimentos em seu dia a dia organizacional.

Acesse nosso site e saiba mais sobre o curso da ISO 31000:2018!


Como controlar suas Leis e reduzir os Riscos do negócio?


 

Módulo GRC: controle suas leis e reduza os riscos do seu negócio

O gerenciamento de riscos numa organização consiste na identificação, planejamento, administração e controle de seus recursos, que tanto podem ser tanto materiais quanto processuais e humanos.

O objetivo do gerenciamento de riscos é minimizar ao máximo os riscos negativos — aqueles que podem trazer prejuízos — e tirar proveito dos riscos positivos — as chamadas oportunidades.

De maneira geral, a gestão de riscos precisa proteger a empresa das oscilações do mercado — as quais podem incluir fatores de natureza política do país, instabilidade econômica, eventos sociais e tecnológicos — e também auxiliar o gestor nas tomadas de decisão.

Quando Steve Jobs revelou o iPad, em 2010, muitos julgaram o lançamento uma aposta de altíssimo risco — afinal outras empresas já tinham tentado lançar produtos com a mesma dinâmica, e falharam. Hoje sabemos que o iPad é extremamente popular. Mas é claro que Jobs não lançou seu produto a esmo, acreditando apenas em sorte ou intuição. Certamente houve um bom gerenciamento de riscos, abrangendo todos os conceitos que diziam respeito ao iPad — desde sua concepção até o monitoramento de sua recepção no mercado.

Mas obviamente este caso é só um exemplo muito pequeno dentro de um panorama imenso. O gerenciamento de riscos é muito, muito maior do que a mera escolha do momento certo para lançar uma inovação tecnológica, como neste exemplo da Apple.

Riscos em todos os lugares. Previna-se!

Uma boa gestão de riscos deve englobar questões trabalhistas, ambientais, sanitárias, concorrenciais e até mesmo de crimes financeiros. Decisões erradas podem fazer uma empresa ser penalizada com multas, prejuízos, acidentes com pessoal e até perda de reputação perante fornecedores e clientes.

Por aí, já percebemos que o gerenciamento de risco pode ser um processo um tanto árduo e complicado de se montar, não é mesmo? Porque, além de tudo, ainda envolve o mapeamento de eventos que ainda estão por acontecer (e que talvez nem mesmo venham a ocorrer, mas que nem por isso devem ser ignorados).

A gestão de riscos também envolve uma análise profunda dos processos internos de sua empresa. Quando você conhece os desafios a serem enfrentados e aplica as estratégias certas para lidar com os riscos, a liderança é exercida sob menos surpresas e o gestor se torna capaz de realizar planejamentos mais eficientes, descartando burocracias desnecessárias, impulsionando resultados e melhorando o relacionamento entre todas as partes interessadas.

Sendo assim, para dar conta de uma análise tão complexa, o ideal é recorrer a uma ferramenta que possa auxiliar a organização ao máximo, e que ofereça resultados realmente sólidos e confiáveis.

Quais benefícios são gerados através do Módulo GRC?

Para o gerenciamento de riscos, a Verde Ghaia possui o Módulo GRC (Governança, Risco e Compliance), módulo do sistema SOGI desenvolvido com base na ISO 31000, norma responsável por fornecer padrões para a implementação de um sistema de gerenciamento de riscos em qualquer tipo de organização.

Ao adotar o Módulo GRC, a empresa já se torna forte candidata a conquistar o selo ISO 31000, pois estará seguindo os melhores padrões para gerenciamento de riscos, incluindo requisitos legais reconhecidos internacionalmente.

O Módulo GRC possui funcionalidades muito específicas, que aprimoram totalmente as Políticas para o gerenciamento de riscos, organizando todas as suas fases.

Conheça as funcionalidades do Módulo GRC do SOGI

# O módulo GRC aponta se os riscos e oportunidades da empresa são significativos, e permite a criação de ações preventivas, corretivas e emergenciais personalizadas para cada risco identificado.

# Cada ação terá um campo na interface onde será registrado o nome do responsável por ela, bem como o prazo dentro do qual deverá ser cumprida.

# O sistema gera relatórios e gráficos gerenciais, classificando a origem e a severidade de todos os riscos e das oportunidades, e também aponta a probabilidade de ocorrência de cada um deles. Isso facilita a visualização dos dados e oferece respostas prontas para diversos questionamentos que o gestor possa vir a ter. A avaliação é realizada através de métodos quantitativos personalizados (como FMEA e Matriz de Risco).

# Os usuários podem receber notificações sobre todos os prazos e ações, as quais serão enviadas por e-mail e também ficarão disponíveis no painel de pendências do sistema. Os avisos também abrangem prazos legais, evitando assim que a empresa tenha problemas pelo não atendimento à legislação.

Como Módulo GRC, a empresa vai conseguir identificar seus riscos, priorizá-los, determinar tudo o que é mais relevante para seu negócio e ainda identificar as melhores áreas para investimento de seu orçamento.

Considerações Finais

É fundamental que os gestores compreendam que o risco é intrínseco a qualquer atividade, independentemente de seu ramo ou tamanho, por isso o gerenciamento de riscos é essencial em toda organização. Sempre que uma empresa monitora seus riscos, ela cria um cenário mais favorável para si, pois consegue prever boa parte dos problemas e também identificar os melhores momentos para investir ou alavancar seus negócios.

A gestão de risco, quando bem executada, agrega valor ao negócio, facilita a tomada de decisões em todos os níveis hierárquicos, valoriza o capital humano e intelectual dos colaboradores e permite um processo de melhoria contínua em todos os processos da organização.


Informe-se mais, acesse o vídeo abaixo!


Qual a visão dos empreendedores em relação a Governança Corporativa


 

Toda organização deve ter dentro do seu planejamento estratégico a visão corporativa do seu negócio, de modo que sua gestão possa ser dirigida, monitorada e incentiva a melhorar sua relação entre seu conselho administrativo, Diretoria, sócios e qualquer outra parte interessada.

Para que o negócio possa desenvolver, é importante que todo empreendedor entenda sobre a governança corporativa na prática, compreendendo, principalmente a sua relevância para um dos envolvidos.

 Para abranger melhor o assunto, vamos analisar esse tema com mais detalhes, descrevendo seu conceito, objetivos e benefícios para as organizações que queiram implementar sua gestão.

O que é Governança?

Qual a visão dos empreendedores em relação a Governança Corporativa

Entender o conceito de governança é o primeiro passo. Governança é composta por processos, costumes, políticas, diretrizes e responsabilidades que norteiam as pessoas a um objetivo em comum.

No contexto da Governança Corporativa, isto é, empresarial, é caracterizada pela forma como a organização é administrada e controlada, envolvendo o relacionamento entre sócios, diretorias, órgãos de fiscalização e controle e demais partes interessadas.

Qual objetivo primordial da Governança Corporativa?

O principal objetivo é originar um método eficiente para impulsionar incentivos e monitoramento da empresa, com o propósito de garantir o comportamento dos administradores e colaboradores, que devem seguir regras para realizar uma melhor gestão, a fim de propor o alinhamento dos interesses da corporativa com determinados princípios que são descritos através do Código de Conduta Ética.

É essencial que os gestores e todos profissionais entendam a respeito da Governança Corporativa, para poder lidar com questões complexas que podem surgir no “mundo da empresa”.

As decisões importantes devem ser analisadas, para assim garantir a qualidade de uma gestão empresarial que alcance os resultados almejados, por isso será necessário o controle interno e externo de suas atividades, evitando a ocorrência de práticas ilícitas e preservando a qualidade ética da organização.

O alinhamento entre os gestores é fundamental para garantir uma boa Governança Corporativa, afinal, as conversas diárias entre gestores e todas partes envolvidas na gestão serão necessárias para a melhor solução de qualquer problema que possa surgir.

Quais os benéficos da Governança Corporativa?

Quais os benéficos da Governança Corporativa?
  • Confiança no ambiente de trabalho
  • Resolução rápida de conflitos e problemas
  • Priorizar os interesses da empresa
  • Maiores investimentos

Organizar e alinhar os objetivos da empresa com as ideias dos gestores, preocupando-se com a qualidade dos serviços que a empresa oferta, será um grande diferencial no mercado, por isso, será influente no mercado as organizações que possuem uma Governança eficiente.

Por todo exposto é fundamental a elaboração de planejamentos estratégicos com essa visão corporativa, visando na melhoria de todas as relações e principalmente nas atividades exercidas pela organização.

Fique atento nos próximos artigos, iremos elucidar questões sobre o GRC (Governança, Risco e Compliance), não perca essas informações que podem cada vez mais auxiliar positivamente a gestão de seu negócio.

Possui alguma dúvida sobre essa temática? Entre em contato conosco, podemos agregar em seu conhecimento sobre a importância da Governança Corporativa!


Raquel Varoni / Danielle Reis / Maria Rossi / Julia Lourenço / Juliana Amora – Dept. de Compliance Ambiental e Riscos da Verde Ghaia


ISO 19011: Diretrizes para alcançar um Sistema de Gestão Eficiente


 

Um sistema de gestão eficiente é aquele que que proporciona a mais alta qualidade em seus produtos e serviços, estando em conformidade com todas as exigências do cliente e exigências legais, e ao mesmo tempo mantendo a excelência em segurança e saúde do trabalhador.

ISO 19011: Diretrizes para alcançar um Sistema de Gestão Eficiente

As auditorias são essenciais para toda empresa que deseja conquistar a qualidade em seu sistema de gestão, pois ajudam a garantir que os processos estejam funcionando da maneira esperada e que a legislação esteja sendo cumprida.

A ISO 19011 é uma aliada indispensável para montar uma auditoria eficaz, pois fornece diretrizes a todos os níveis de organizações — pequenas, médias ou grandes — que desejem realizar auditorias de primeira, segunda ou terceira parte para sistemas de gestão.

Além disso, a ISO 19011 também estabelece requisitos para a competência e a avaliação de um auditor e de uma equipe auditora.

Auditoria: protagonista incompreendida

Em geral, as pessoas desenvolveram uma tendência a tratar as auditorias como se fosse algo ruim. Sempre que a palavra “auditoria” aparece num contexto, os pretensos auditados entram num estado de alerta — e até de desespero —, como se houvesse algo a ser temido, como se o auditor estivesse ali apenas para criticá-los e condená-los gratuitamente.

Assista ao Webinar ISO 19011:2018

Você sabe como preparar sua empresa para uma Auditoria? Bem, primeiro, precisamos desmitificar essa visão sobre as auditorias. Na verdade, elas são um excelente instrumento para identificar todas as qualidades e problemas de um processo, oferecendo soluções e meios facilitadores, que tornarão a vida do trabalhador muito mais fácil no dia a dia.

A proposta de uma auditoria é simplesmente verificar se os elementos que compõem o sistema de gestão estão implementados, e se tais elementos necessitam de algum tipo de aperfeiçoamento.

Sem uma auditoria, a empresa muitas vezes pode ficar “perdida” em relação ao que precisa solucionar em seu ambiente, trabalhando no modelo “tentativa e erro”, que costuma ser caro e proporcionar grandes perdas de tempo.

Sabe quando o gestor tem noção de que precisa melhorar alguns processos em sua equipe, porém tem dificuldade para estabelecer quais pontos precisam de mais atenção e cuidado para que os índices de qualidade recomendados sejam alcançados? A auditoria existe exatamente para direcionar isso. Por isso é importantíssimo que os auditados estejam abertos e que não tentem “esconder” as falhas. A auditoria está ali exatamente para resolvê-las.

Auditorias podem ser internas e externas

As auditorias internas são essenciais para a melhoria dos processos e controles, prevenindo erros e acidentes, reduzindo custos desnecessários e agilizando as operações. Já as auditorias externas asseguram que a empresa esteja em conformidade legal com todos os requisitos e garante a transparência de seus processos. Porém,  independentemente de sua natureza, uma auditoria bem feita sempre precisa seguir alguns princípios como conduta ética, imparcialidade e abordagem baseada em evidências.

ISO 19011

ISO 19011: Diretrizes para alcançar um Sistema de Gestão Eficiente

A ISO 19011 fornece todas as diretrizes de uma auditoria eficaz. É uma norma um tanto versátil em sua aplicabilidade, sendo útil às industrias, comércio, prestadoras de serviço, ONGs e até mesmo instituições de ensino. É uma norma que se adapta muito bem às diferentes características de cada organização (como tamanho e complexidade dos  processos) e por isso pode servir de padrão a todo tipo de rotina de auditoria, seja ela interna ou externa.

A primeira versão da norma ISO 19011 nasceu em 2002. Nesse texto, as auditorias ainda se restringiam apenas às auditorias ambientais e auditorias de qualidade. Em 2011, foi vislumbrada a necessidade de atualização, então surgiu uma nova versão que pôde ser adotada por auditores de variados sistemas de gestão, empresas de consultoria e organizações que necessitassem realizar auditorias por razões contratuais ou regulamentares.

Em julho de 2018, a ISO 19011 ganhou sua terceira versão (e a que utilizamos hoje), cancelando e substituindo a ISO 19011:2011. A versão mais recente passou por revisões técnicas a fim de garantir que suas orientações continuassem eficazes.

As principais mudanças que a ISO 19011 sofreu nos últimos anos referem-se especialmente à expansão das orientações sobre gestão dos programas de auditoria, aumento dos requisitos de competência genérica para auditores, ampliação das orientações sobre a condução de uma auditoria, ajustes de terminologia e modificação em alguns de seus anexos.

A auditoria também introduz o conceito de risco para as auditorias de sistemas de gestão, abordando mudanças no mercado, tecnologias em evolução e muitos novos padrões de sistema de gerenciamento. Foram exatamente essas atualizações que permitiram a adoção da ISO 19011 em vários sistemas simultâneos de gestão, tornando o processo de auditoria muito mais simples e fácil.

Leia sobre a mensuração de riscos e oportunidades para o seu negócio.

Considerações Finais

A realização de auditorias é essencial não apenas para o cumprimento das leis, mas também para melhorar todos os processos de uma organização, o que por sua vez vai refletir não apenas na qualidade dos produtos e serviços que ela oferece, mas também no capital humano.

Uma auditoria bem realizada define os riscos que podem interferir na governança e aprofunda os conhecimentos sobre os processos e controles, prevenindo erros e aumentando a confiança perante os parceiros e colaboradores da empresa.

Para isso, a ISO 19011 é uma excelente diretriz, que irá garantir a transparência e eficácia do processo de auditoria.

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Leia mais: A nova ISO 19011 – Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão


Gestão de Alimentos: um diferencial em seu programa de Gestão da Qualidade


 

A gestão de alimentos trata da adoção de práticas capazes de controlar qualquer agente que, em contato com os alimentos, possa gerar riscos à saúde do consumidor, e é fundamental para que o processo produtivo dos gêneros alimentícios se dê de maneira adequada — desde a manipulação da matéria-prima até a distribuição ao consumidor final.

É um processo de gestão muito relevante já que pode (e deve) ser adotado por agricultores, pecuaristas, produtores de ração animal, fabricantes de insumos e ingredientes, indústrias de alimentos e bebidas, distribuidores, serviços de catering, varejistas etc.

Além disso, pode abranger vários nichos que de algum modo prestam serviço para o ramo alimentício: empresas de limpeza, sanitização e controles de pragas, transportadoras, empresas de armazenagem e distribuição de alimentos e bebidas, fornecedores de equipamentos, máquinas e produtos para higienização, fabricantes de embalagens e muito mais.

Uma área que exige cuidados específicos

Embora faça parte da gestão de qualidade, a gestão de alimentos requer dedicação específica, já que apresenta uma série de dificuldades muito particulares. Primeiro, a quantidade de requisitos na área de alimentos no Brasil é imensa: são 9 mil leis e normas para serem cumpridos, sendo que, em geral os embargos e penalidades costumam ser vultosos.

Nem precisamos ir muito longe para nos darmos conta da rigidez em relação aos processos de manufatura e controle de alimentos. Basta nos lembramos da Anvisa, a Agência Nacional de Segurança Sanitária, amplamente citada na imprensa e muito reconhecida por sua atuação em prol da saúde da população brasileira.

Mesmo cientes da necessidade de cuidados especiais no que diz respeito à manipulação de alimentos, algumas empresas ainda têm dificuldade para implementar um bom sistema de gestão devido ao desconhecimento de padrões de identidade e qualidade e devido à dificuldade na priorização dos processos. Por isso, em muitos casos é recomendável contratar uma consultoria especializada, não apenas para auxiliar no programa de gestão, como também na interpretação das complexas leis que envolvem o ramo.

Embora existam maneira diferentes e específicas para o cumprimento das regulamentações em segurança dos alimentos, é recomendado que as empresas conheçam os requisitos pertinentes às suas atividades para que decidam conscientemente sobre o cumprimento de todos os requisitos, o que por sua vez aponta para as imprescindíveis questões da conformidade. No ramo de gestão de alimentos, uma empresa somente consegue cumprir todos os requisitos e estar em conformidade se seguir um trajeto específico, o qual muitas vezes não costuma ser abordado em programas de gestão de qualidade não direcionados à área de alimentos.

A ISO 22000, por exemplo, tem como objetivo demonstrar a habilidade da organização em controlar os riscos e perigos na segurança de alimentos e buscar constantemente por produtos finais seguros e que atendam aos requisitos dos clientes. É uma norma que abrange toda a cadeia alimentícia, desde fornecedores de matéria-prima até o consumidor.

Além disso, também envolve as organizações inter-relacionadas, tais como produtores de equipamentos, produtores de embalagens, fabricantes de produtos de limpeza, aditivos, ingredientes e outros prestadores de serviços. A norma também incorpora os princípios do sistema HACCP ou APPCC (Análise de Perigo e Pontos Críticos de Controle) e do Codex Alimentarius — programa criado em 1963 pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) — cujo objetivo é estabelecer normas internacionais na área de alimentos, incluindo padrões, diretrizes e guias sobre Boas Práticas e de Avaliação de Segurança e Eficácia. Seus principais objetivos são proteger a saúde dos consumidores e garantir práticas leais de comércio entre os países.

Passos relevantes na implementação de um sistema de gestão de alimentos

A eficácia do sistema de gestão de segurança de alimentos depende da minúcia da equipe ao implementar, fiscalizar e documentar todas as etapas do processo. Eis algumas dicas que podem ajudar:

# A alta direção deve estar completamente presente no processo de implementação do sistema de gestão de alimentos, bem como deve envolver toda a equipe e se certificar de que os objetivos estão sendo compreendidos.

# Caso não tenha experiência na área, a empresa deve nomear ou contratar uma equipe de segurança de alimentos a fim de realizar a verificação de toda a linha de produção.

# A avaliação de riscos na indústria de alimentos deve ser especialmente cuidadosa, já que qualquer tipo de contaminação pode ser fatal. Considerar tanto os riscos químicos, físicos e biológicos, listando-os, classificando-os e realizando também a avaliação de riscos associados.

# O controle de medidas pode ser realizado através de PPRs (Programas de pré-requisitos operacionais) ou do sistema HACCP/APPCC.

# Cada passo da implementação do sistema de gestão de alimentos deve ser documentado. A organização deve revisar, atualizar e melhorar todo o processo sempre que for necessário. Auditorias internas são excelentes ferramentas de verificação e são de grande ajuda para tornar a empresa apta a conquistar o selo ISO.

A implementação de um sistema de gestão de alimentos alinhado às normas internacionais torna seu negócio mais capacitado para competir dentro de fora do Brasil. Além disso, permite o estabelecimento de relações comerciais com os clientes mais exigentes e zela diretamente pela saúde de seus colaboradores e clientes.


Conceitos básicos sobre Certificados e Segurança no transporte de materiais perigosos


 

CIV e CIPP: Informações básicas sobre os certificados para produtos perigosos

Quando o assunto é segurança do trabalho, há alguns aspectos que precisam ser levados em consideração, como é o caso do transporte de produtos perigosos, que requerem o CIV e o CIPP.

Mas, antes de falar mais detalhadamente sobre a Certificação de Inspeção Veicular e a Certificação de Inspeção Para Transportes Perigosos, é preciso entender exatamente no que consiste o transporte de produtos perigosos.

Produtos perigoso e a NR-20

A NR-20 é uma norma regulamentadora que define pontos específicos sobre materiais e produtos perigosos e também o seu transporte. Com base na sua regulamentação, os tanques de armazenagem de líquidos combustíveis devem ser construídos de material em aço ou mesmo concreto, salvas as exceções em que o líquido requeira material especial.

Outras normas regulamentadoras.A Associação de Normas Técnicas publicou em 2017 algumas atualizações de normas já existentes sobre o transporte de produtos perigosos. São elas:

NBR 14619:2017

Essa norma visa estabelecer os critérios de incompatibilidade química que devem ser levados em consideração no transporte terrestre de produtos perigosos e incompatibilidade radiológica e nuclear, especificamente nos casos dos materiais radioativos (classe 7).

NBR 7503:2017

Essa norma tem a função de especificar as características e as dimensões para a confecção, assim como as instruções necessárias para serem incluídas na ficha de emergência e no envelope para o transporte terrestre de produtos perigosos.

NBR 15481:2017

Por fim, essa norma visa o estabelecimento da averiguação dos requisitos operacionais mínimos que devem reger o transporte rodoviário de produtos que oferecem risco à saúde, segurança, meio ambiente e qualidade.

Vale ressaltar que essa verificação não deve oferecer prejuízo à obrigatoriedade de cumprimento da legislação, regulamentos e normas vigentes. Saiba mais!

Transporte de Produtos Perigosos

O transporte de produtos perigosos consiste em casos específicos do transporte de produtos específicos, que fazem parte de uma cadeia de fornecimento.

Esses produtos podem oferecer riscos de acidentes, incluindo explosões, por exemplo, e, portanto, precisam seguir algumas regras de segurança que garantirão a vida do transportador e das pessoas próximas ou envolvidas no processo.

Além disso, esses produtos oferecem também riscos ao meio ambiente, portanto, em casos de acidente eles podem comprometer seriamente as proximidades e seus efeitos podem vir a ter longo prazo.

Quais são os materiais ou produtos perigosos?

Classificados de acordo com os riscos que podem oferecer, os materiais ou produtos perigosos são:

• Explosivos:São produtos ou materiais que geralmente possuem detonadores ou dispositivos que podem ativá-los, causando explosões.

• Gases Inflamáveis, gases não inflamáveis e gases tóxicos: Gases inflamáveis são aqueles que, ao ter contato com o oxigênio e submetidos a uma forte ignição, causam explosão. Entre eles estão o hidrogênio, metano, o amoníaco e o acetileno, por exemplo.

Gases não inflamáveis: são gases asfixiantes ou oxidantes, ou seja, causam sérios danos à saúde das pessoas quando manuseados indevida ou incorretamente. Entre eles estão o dióxido de carbono, o criptônio comprimido e o líquido refrigerado.

Gases tóxicos: são aqueles cujos efeitos possuem ação local, agredindo principalmente os olhos e o aparelho respiratório, podendo levar à inflamação do tecido, inclusive com risco de infecção secundária.

São exemplos de gases tóxicos o cianeto de hidrogênio, o dióxido de carbono, o dióxido de enxofre, o monóxido de carbono e a amônia, entre outros.

Saiba mais sobre a avaliaçao de riscos de acidentes devido às atividades relacionadas ao trabalho.

• Líquidos inflamáveis: São os líquidos, mistura de líquidos ou líquidos contendo sólidos em solução ou em suspensão, que possuem entre as suas características a produção de vapores inflamáveis a temperaturas de até 60,5º C.

Vale ressaltar que as substâncias inflamáveis possuem origem orgânica, como os hidrocarbonetos, as acetonas, os alcoóis e aldeídos, entre muitos outros.

• Sólidos inflamávei:São materiais e substâncias sujeitas à combustão espontânea. Há também substâncias que, quando em contato com a água, passam a emitir gases inflamáveis.

Além disso, há sólidos que queimam com muita facilidade ou que, em condições de transporte, devido ao atrito podem acabar incendiando.

Entre essas substâncias estão as em pó, em grão ou em forma de pasta, que são consideradas bastante perigosas por se queimarem facilmente ou mesmo pela propagação rápida de suas chamas quando em breve contato com uma pequena chama, como um fósforo aceso, por exemplo.

Além disso, o perigo por eles oferecido não é apenas a questão do fogo, mas o fato de ele provocar a combustão de materiais tóxicos.

Saiba Como atender às condições de segurança para equipes e transportes de produtos perigosos.

Entre esses materiais, os mais perigosos são os metais em pó, especialmente pela dificuldade de combater o fogo, pois o que geralmente se utiliza para combater o fogo, como o dióxido de carbono e água, por exemplo, podem ter efeito inverso e aumentar as chamas.

• Substâncias infectantes:São substâncias que podem conter patógenos, o que oferece grandes riscos, pois são capazes de provocar doenças infecciosas tanto em seres humanos como em animais.

São substâncias que contém bactérias, vírus, fungos, parasitas ou microrganismos híbridos ou mutantes.

• Material radioativo:São aqueles que emitem energia sob forma de partículas ou radiação eletromagnética. Entre eles estão o urânio, o actínio e o tório, por exemplo.

• Materiais corrosivos ou substâncias corrosivas:São aqueles que oferecem sérios riscos à saúde das pessoas, como danos na pele e outros tecidos, além dos olhos. Além disso, a sua inalação ou ingestão prejudicam o aparelho respiratório ou o gastrointestinal.

São exemplos dessas substâncias os ácidos, soluções e bases.

Todos esses materiais podem ser transportados, inclusive seu transporte acontece com muita frequência, mas é preciso cautela e seguir á risca uma série de cuidados e orientações que têm o intuito de diminuir os riscos de acidente.

Por isso, a Agência Nacional de Transportes Terrestres criou uma série de exigências para essas atividades por meio dos CIV e do CIPP.

O que é Certificado de Inspeção Veicular – CIV?

O Certificado de Inspeção Veicular possui regulamentação na Portaria INMETRO nº 457/08. Trata-se de um certificado que atesta que toda a parte rodante do veículo, seja ele caminhão, trator ou mesmo semi-reboque, passaram pela devida inspeção e receberam aprovação quanto às suas condições de segurança para o transporte de produtos perigosos.

Essa inspeção inclui a avaliação de equipamentos de segurança, eixo, pneus, rodas, sistema de freios, sistema direcional, motor, travas e muitos outros itens.

É essencial que essa inspeção seja rigorosa e feita por profissionais altamente capacitados, pois é ali que está o segredo da prevenção de graves acidentes durante o transporte dos produtos e materiais de risco.

O que é Certificado de Inspeção para o Transporte de Produtos Perigosos – CIPP?

Com regulamentação adquirida pela Portaria INMETRO nº 91/09, trata-se do certificado conferido ao equipamento ou suporte instalado no veículo com a finalidade de acomodar o produto perigoso.

Pode ser um tanque, uma carroceria ou mesmo uma caçamba, por exemplo. Durante a vistoria são avaliadas as condições do tanque, os elementos utilizados para a fixação do produto, as tampas, válvulas, e todos os itens de segurança do equipamento ou suporte que irão acondicionar o produto ou material de risco.

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Situações específicas onde o CIV e o CIPP são obrigatórios

Ambas as certificações são somente necessárias quando o transporte de produtos se dá a granel (quando o produto de risco transportado não possui embalagem específica ou recipiente apropriado.

Neste caso ele é acomodado no tanque específico ou no próprio veículo, quando este possui contêiner. Um exemplo desse tipo de transporte é o de combustível, que é armazenado nos caminhões tanque para ser transportado até os postos de combustíveis.

Nos casos de carga fracionada, por exemplo, aquelas cujo acondicionamento ocorre por meio de embalagens (tambores, bobonas, entre outros), grandes embalagens e suportes portáteis a certificação não é exigida.

Validade dos certificados

O Certificado de Inspeção Veicular – CIV, dependendo da data de fabricação do veículo, pode ter validade de 4 a 12 meses. O Certificado de Inspeção para Transporte de Produtos – CIPP possui validade que varia entre 4 e até 36 meses, sendo levado em consideração o tipo de equipamento ou suporte.

Somente empresas credenciadas ao Inmetro podem emitir ambas as certificações. Qualquer certificação adquirida em terceiros não terá qualquer credibilidade, podendo prejudicar a transportadora.

Relevância dos certificados e da segurança para transporte de materiais perigosos

Sabemos de todos os riscos que os materiais aqui mencionados, entre outros, oferecem à população e ao meio ambiente, podendo causar grandes tragédias inclusive com danos irreversíveis. Assim, a certificação, bem como a vistoria constante são de extrema importância para a segurança do trabalho.

É dever de toda empresa priorizar a segurança no trabalho, assim como no ambiente em que está inserida. A todos nós cabe a responsabilidade e consciência ambiental, mas às organizações cabe garantir uma total segurança integridade das pessoas e do meio ambiente.

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Prêmio Compliance Brasil: empresas que buscam o Compliance Sustentável


 

Compliance! Existem termos em inglês que estão totalmente inseridos em nosso vocabulário e cujo significado não deixa dúvidas. Se você diz que vai ao shopping, por exemplo, todo mundo entende que é o estabelecimento cheio de lojas, praças de alimentação e cinema. Se você diz que vai num restaurante self-service, as pessoas entendem que é aquele restaurante onde você mesmo serve seu prato.

Mas, existem outros termos que não são entendíveis a todos. Compliance é um deles.

Vídeo "O Custo do Errado" sobre Gestão em Compliance nas organizações.
Qual o custo para as organizações?

Um dicionário inglês-português, por exemplo, pode oferecer diversos sentidos para compliance: complacência, submissão, condescendência, consentimento, aquiescência, flexibilidade. Já no âmbito institucional e corporativo, compliance é “o conjunto de disciplinas para fazer cumprir as normas legais, as políticas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades de uma instituição ou empresa, bem como evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade que possa ocorrer”. Vem do verbo to comply, que pode ser definido como cumprir, satisfazer, corresponder a, obedecer, estar de acordo.

O termo compliance foi um pouco mais citado no Brasil quando tomamos conhecimento dos aspectos da Operação Lava Jato, ação da Polícia Federal para investigar um esquema bilionário de desvio e lavagem de dinheiro envolvendo a Petrobras, empreiteiras e políticos. Só que com isto a palavra ficou diretamente associada ao combate à corrupção, à busca pela integridade. Sim, a compliance também envolve a anticorrupção, mas não se resume a isto.

Compliance: conformidade com as leis aplicáveis ao negócio

Compliance: conformidade com as leis aplicáveis ao negócio

Uma organização em compliance é aquela que está em conformidade com todas as leis aplicáveis ao seu negócio. Para alcançar os aspectos pertinentes à sustentabilidade, no que diz respeito ao tripé ambiental, social e econômico/de qualidade — os quais por sua vez são também norteados por normas internacionais —, também é essencial estar em compliance, ou seja, atendendo todas as leis que dizem respeito às respectivas áreas e que sejam aplicáveis à empresa em questão.

Estar em compliance ajuda no mapeamento de todas os aspectos legais e normativos que podem impactar o negócio, bem como na execução de planos de ação para contribuir no seu monitoramento, possíveis atualizações de lei e também o surgimento de novas. É algo que, quando bem estabelecido dentro da gestão,  faz com que a empresa evite multas e sanções, conquiste a confiança do consumidor, padronize seus documentos e processos (criando assim um padrão de qualidade de seus produtos e serviços), flagre uma redução visível em seus prejuízos financeiros e, como consequência, saia com a imagem e a reputação fortalecidas perante o mercado.

O relatório 2019 da Trust Barometer — pesquisa de confiança global realizada anualmente pela agência Edelman para medir os níveis de confiança dos indivíduos em relação a negócios, governo, ONGs e mídia —, mostrou que 73% de seus entrevistados creem que uma empresa é capaz de tomar ações específicas que tanto aumentem seus lucros quando melhorem as condições econômicas e sociais nas comunidades onde ela opera.

Por que foi criado o Prêmio Compliance Brasil da Verde Ghaia

Vídeo da Verde Ghaia apresentando situações que demonstram que fazer compliance não é modismo.
Estar em Compliance não é modismo!

Quando a Verde Ghaia criou o Prêmio Compliance Brasil, sua intenção era exatamente reconhecer as boas práticas e o controle legal adotados pelas organizações em todo o Brasil, e um incentivo para que as empresas brasileiras acolham práticas sustentáveis em seus processos.

A premiação nasceu com o objetivo de se tornar um estímulo e um reconhecimento às companhias que de fato têm se esforçado para alcançar a excelência em sua gestão legal. Conseguir estar em dia com todos os requisitos legais aplicáveis ao negócio não é uma tarefa fácil, uma vez que é extenso o número de normas e leis existentes em nosso país.

Uma fábrica de porte médio, por exemplo, precisa estar em acordo com, em média, mil e duzentas leis para atuar dentro da conformidade. É um trabalho que exige paciência e que pode colocar todo o esforço de uma empresa a perder se uma única lei passar despercebida pelo radar, ainda que os outros 1.199 estejam em segurança. Porque a quebra de um único requisito pode ser o suficiente para causar o desabamento de um prédio, o rompimento de uma barragem, o derramamento de rejeitos nos rios de uma região.

banner explicando que o cuidado com o meio ambiente é prioridade e a responsabilidade social que deve estar enraizada nas organizações.

Sendo assim, o Prêmio Compliance Brasil nasceu com o objetivo de se tornar um estímulo e um reconhecimento às companhias que de fato têm se esforçado para alcançar a excelência em sua gestão legal.

Os vencedores são escolhidos a partir de pesquisas minuciosas, que contam com amostras de aproximadamente 1,5 mil organizações de grande e médio porte que estejam em busca da excelência em sua gestão através de certificações internacionais, do cumprimento da legislação aplicável ao seu negócio e da implementação de ações para a melhoria contínua de seus processos, produtos e serviços.

Um dos critérios de participação é a realização do monitoramento de leis através do SOGI— Software de Gestão Integrada desenvolvido pela Verde Ghaia —, os quais  já ficam automaticamente inscritos no Prêmio Compliance Brasil.  Através dessa plataforma são realizadas as pesquisas quantitativas para análise da conformidade das empresas perante a lei.

Em 2019, o Prêmio Compliance Brasil celebrará sua 4ª edição. A divulgação dos vencedores acontecerá no dia 27 de junho, às 19h, no Sicepot, em Belo Horizonte/MG.



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