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ISO 19011: Diretrizes para alcançar um Sistema de Gestão Eficiente


 

Um sistema de gestão eficiente é aquele que que proporciona a mais alta qualidade em seus produtos e serviços, estando em conformidade com todas as exigências do cliente e exigências legais, e ao mesmo tempo mantendo a excelência em segurança e saúde do trabalhador.

As auditorias são essenciais para toda empresa que deseja conquistar a qualidade em seu sistema de gestão, pois ajudam a garantir que os processos estejam funcionando da maneira esperada e que a legislação esteja sendo cumprida.

A ISO 19011 é uma aliada indispensável para montar uma auditoria eficaz, pois fornece diretrizes a todos os níveis de organizações — pequenas, médias ou grandes — que desejem realizar auditorias de primeira, segunda ou terceira parte para sistemas de gestão.

Além disso, a ISO 19011 também estabelece requisitos para a competência e a avaliação de um auditor e de uma equipe auditora.

Auditoria: protagonista incompreendida

Em geral, as pessoas desenvolveram uma tendência a tratar as auditorias como se fosse algo ruim. Sempre que a palavra “auditoria” aparece num contexto, os pretensos auditados entram num estado de alerta — e até de desespero —, como se houvesse algo a ser temido, como se o auditor estivesse ali apenas para criticá-los e condená-los gratuitamente.

Assista ao Webinar ISO 19011:2018

Você sabe como preparar sua empresa para uma Auditoria? Bem, primeiro, precisamos desmitificar essa visão sobre as auditorias. Na verdade, elas são um excelente instrumento para identificar todas as qualidades e problemas de um processo, oferecendo soluções e meios facilitadores, que tornarão a vida do trabalhador muito mais fácil no dia a dia.

A proposta de uma auditoria é simplesmente verificar se os elementos que compõem o sistema de gestão estão implementados, e se tais elementos necessitam de algum tipo de aperfeiçoamento.

Sem uma auditoria, a empresa muitas vezes pode ficar “perdida” em relação ao que precisa solucionar em seu ambiente, trabalhando no modelo “tentativa e erro”, que costuma ser caro e proporcionar grandes perdas de tempo.

Sabe quando o gestor tem noção de que precisa melhorar alguns processos em sua equipe, porém tem dificuldade para estabelecer quais pontos precisam de mais atenção e cuidado para que os índices de qualidade recomendados sejam alcançados? A auditoria existe exatamente para direcionar isso. Por isso é importantíssimo que os auditados estejam abertos e que não tentem “esconder” as falhas. A auditoria está ali exatamente para resolvê-las.

Auditorias podem ser internas e externas

As auditorias internas são essenciais para a melhoria dos processos e controles, prevenindo erros e acidentes, reduzindo custos desnecessários e agilizando as operações. Já as auditorias externas asseguram que a empresa esteja em conformidade legal com todos os requisitos e garante a transparência de seus processos. Porém,  independentemente de sua natureza, uma auditoria bem feita sempre precisa seguir alguns princípios como conduta ética, imparcialidade e abordagem baseada em evidências.

ISO 19011

A ISO 19011 fornece todas as diretrizes de uma auditoria eficaz. É uma norma um tanto versátil em sua aplicabilidade, sendo útil às industrias, comércio, prestadoras de serviço, ONGs e até mesmo instituições de ensino. É uma norma que se adapta muito bem às diferentes características de cada organização (como tamanho e complexidade dos  processos) e por isso pode servir de padrão a todo tipo de rotina de auditoria, seja ela interna ou externa.

A primeira versão da norma ISO 19011 nasceu em 2002. Nesse texto, as auditorias ainda se restringiam apenas às auditorias ambientais e auditorias de qualidade. Em 2011, foi vislumbrada a necessidade de atualização, então surgiu uma nova versão que pôde ser adotada por auditores de variados sistemas de gestão, empresas de consultoria e organizações que necessitassem realizar auditorias por razões contratuais ou regulamentares.

Em julho de 2018, a ISO 19011 ganhou sua terceira versão (e a que utilizamos hoje), cancelando e substituindo a ISO 19011:2011. A versão mais recente passou por revisões técnicas a fim de garantir que suas orientações continuassem eficazes.

As principais mudanças que a ISO 19011 sofreu nos últimos anos referem-se especialmente à expansão das orientações sobre gestão dos programas de auditoria, aumento dos requisitos de competência genérica para auditores, ampliação das orientações sobre a condução de uma auditoria, ajustes de terminologia e modificação em alguns de seus anexos.

A auditoria também introduz o conceito de risco para as auditorias de sistemas de gestão, abordando mudanças no mercado, tecnologias em evolução e muitos novos padrões de sistema de gerenciamento. Foram exatamente essas atualizações que permitiram a adoção da ISO 19011 em vários sistemas simultâneos de gestão, tornando o processo de auditoria muito mais simples e fácil.

Leia sobre a mensuração de riscos e oportunidades para o seu negócio.

Considerações Finais

A realização de auditorias é essencial não apenas para o cumprimento das leis, mas também para melhorar todos os processos de uma organização, o que por sua vez vai refletir não apenas na qualidade dos produtos e serviços que ela oferece, mas também no capital humano.

Uma auditoria bem realizada define os riscos que podem interferir na governança e aprofunda os conhecimentos sobre os processos e controles, prevenindo erros e aumentando a confiança perante os parceiros e colaboradores da empresa.

Para isso, a ISO 19011 é uma excelente diretriz, que irá garantir a transparência e eficácia do processo de auditoria.

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Leia mais: A nova ISO 19011 – Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão


Gestão de Alimentos: um diferencial em seu programa de Gestão da Qualidade


 

A gestão de alimentos trata da adoção de práticas capazes de controlar qualquer agente que, em contato com os alimentos, possa gerar riscos à saúde do consumidor, e é fundamental para que o processo produtivo dos gêneros alimentícios se dê de maneira adequada — desde a manipulação da matéria-prima até a distribuição ao consumidor final.

É um processo de gestão muito relevante já que pode (e deve) ser adotado por agricultores, pecuaristas, produtores de ração animal, fabricantes de insumos e ingredientes, indústrias de alimentos e bebidas, distribuidores, serviços de catering, varejistas etc.

Além disso, pode abranger vários nichos que de algum modo prestam serviço para o ramo alimentício: empresas de limpeza, sanitização e controles de pragas, transportadoras, empresas de armazenagem e distribuição de alimentos e bebidas, fornecedores de equipamentos, máquinas e produtos para higienização, fabricantes de embalagens e muito mais.

Uma área que exige cuidados específicos

Embora faça parte da gestão de qualidade, a gestão de alimentos requer dedicação específica, já que apresenta uma série de dificuldades muito particulares. Primeiro, a quantidade de requisitos na área de alimentos no Brasil é imensa: são 9 mil leis e normas para serem cumpridos, sendo que, em geral os embargos e penalidades costumam ser vultosos.

Nem precisamos ir muito longe para nos darmos conta da rigidez em relação aos processos de manufatura e controle de alimentos. Basta nos lembramos da Anvisa, a Agência Nacional de Segurança Sanitária, amplamente citada na imprensa e muito reconhecida por sua atuação em prol da saúde da população brasileira.

Mesmo cientes da necessidade de cuidados especiais no que diz respeito à manipulação de alimentos, algumas empresas ainda têm dificuldade para implementar um bom sistema de gestão devido ao desconhecimento de padrões de identidade e qualidade e devido à dificuldade na priorização dos processos. Por isso, em muitos casos é recomendável contratar uma consultoria especializada, não apenas para auxiliar no programa de gestão, como também na interpretação das complexas leis que envolvem o ramo.

Embora existam maneira diferentes e específicas para o cumprimento das regulamentações em segurança dos alimentos, é recomendado que as empresas conheçam os requisitos pertinentes às suas atividades para que decidam conscientemente sobre o cumprimento de todos os requisitos, o que por sua vez aponta para as imprescindíveis questões da conformidade. No ramo de gestão de alimentos, uma empresa somente consegue cumprir todos os requisitos e estar em conformidade se seguir um trajeto específico, o qual muitas vezes não costuma ser abordado em programas de gestão de qualidade não direcionados à área de alimentos.

A ISO 22000, por exemplo, tem como objetivo demonstrar a habilidade da organização em controlar os riscos e perigos na segurança de alimentos e buscar constantemente por produtos finais seguros e que atendam aos requisitos dos clientes. É uma norma que abrange toda a cadeia alimentícia, desde fornecedores de matéria-prima até o consumidor.

Além disso, também envolve as organizações inter-relacionadas, tais como produtores de equipamentos, produtores de embalagens, fabricantes de produtos de limpeza, aditivos, ingredientes e outros prestadores de serviços. A norma também incorpora os princípios do sistema HACCP ou APPCC (Análise de Perigo e Pontos Críticos de Controle) e do Codex Alimentarius — programa criado em 1963 pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) — cujo objetivo é estabelecer normas internacionais na área de alimentos, incluindo padrões, diretrizes e guias sobre Boas Práticas e de Avaliação de Segurança e Eficácia. Seus principais objetivos são proteger a saúde dos consumidores e garantir práticas leais de comércio entre os países.

Passos relevantes na implementação de um sistema de gestão de alimentos

A eficácia do sistema de gestão de segurança de alimentos depende da minúcia da equipe ao implementar, fiscalizar e documentar todas as etapas do processo. Eis algumas dicas que podem ajudar:

# A alta direção deve estar completamente presente no processo de implementação do sistema de gestão de alimentos, bem como deve envolver toda a equipe e se certificar de que os objetivos estão sendo compreendidos.

# Caso não tenha experiência na área, a empresa deve nomear ou contratar uma equipe de segurança de alimentos a fim de realizar a verificação de toda a linha de produção.

# A avaliação de riscos na indústria de alimentos deve ser especialmente cuidadosa, já que qualquer tipo de contaminação pode ser fatal. Considerar tanto os riscos químicos, físicos e biológicos, listando-os, classificando-os e realizando também a avaliação de riscos associados.

# O controle de medidas pode ser realizado através de PPRs (Programas de pré-requisitos operacionais) ou do sistema HACCP/APPCC.

# Cada passo da implementação do sistema de gestão de alimentos deve ser documentado. A organização deve revisar, atualizar e melhorar todo o processo sempre que for necessário. Auditorias internas são excelentes ferramentas de verificação e são de grande ajuda para tornar a empresa apta a conquistar o selo ISO.

A implementação de um sistema de gestão de alimentos alinhado às normas internacionais torna seu negócio mais capacitado para competir dentro de fora do Brasil. Além disso, permite o estabelecimento de relações comerciais com os clientes mais exigentes e zela diretamente pela saúde de seus colaboradores e clientes.


Conceitos básicos sobre Certificados e Segurança no transporte de materiais perigosos


 

CIV e CIPP: Informações básicas sobre os certificados para produtos perigosos

Quando o assunto é segurança do trabalho, há alguns aspectos que precisam ser levados em consideração, como é o caso do transporte de produtos perigosos, que requerem o CIV e o CIPP.

Mas, antes de falar mais detalhadamente sobre a Certificação de Inspeção Veicular e a Certificação de Inspeção Para Transportes Perigosos, é preciso entender exatamente no que consiste o transporte de produtos perigosos.

Produtos perigoso e a NR-20

A NR-20 é uma norma regulamentadora que define pontos específicos sobre materiais e produtos perigosos e também o seu transporte. Com base na sua regulamentação, os tanques de armazenagem de líquidos combustíveis devem ser construídos de material em aço ou mesmo concreto, salvas as exceções em que o líquido requeira material especial.

Outras normas regulamentadoras.A Associação de Normas Técnicas publicou em 2017 algumas atualizações de normas já existentes sobre o transporte de produtos perigosos. São elas:

NBR 14619:2017

Essa norma visa estabelecer os critérios de incompatibilidade química que devem ser levados em consideração no transporte terrestre de produtos perigosos e incompatibilidade radiológica e nuclear, especificamente nos casos dos materiais radioativos (classe 7).

NBR 7503:2017

Essa norma tem a função de especificar as características e as dimensões para a confecção, assim como as instruções necessárias para serem incluídas na ficha de emergência e no envelope para o transporte terrestre de produtos perigosos.

NBR 15481:2017

Por fim, essa norma visa o estabelecimento da averiguação dos requisitos operacionais mínimos que devem reger o transporte rodoviário de produtos que oferecem risco à saúde, segurança, meio ambiente e qualidade.

Vale ressaltar que essa verificação não deve oferecer prejuízo à obrigatoriedade de cumprimento da legislação, regulamentos e normas vigentes. Saiba mais!

Transporte de Produtos Perigosos

O transporte de produtos perigosos consiste em casos específicos do transporte de produtos específicos, que fazem parte de uma cadeia de fornecimento.

Esses produtos podem oferecer riscos de acidentes, incluindo explosões, por exemplo, e, portanto, precisam seguir algumas regras de segurança que garantirão a vida do transportador e das pessoas próximas ou envolvidas no processo.

Além disso, esses produtos oferecem também riscos ao meio ambiente, portanto, em casos de acidente eles podem comprometer seriamente as proximidades e seus efeitos podem vir a ter longo prazo.

Quais são os materiais ou produtos perigosos?

Classificados de acordo com os riscos que podem oferecer, os materiais ou produtos perigosos são:

• Explosivos:São produtos ou materiais que geralmente possuem detonadores ou dispositivos que podem ativá-los, causando explosões.

• Gases Inflamáveis, gases não inflamáveis e gases tóxicos: Gases inflamáveis são aqueles que, ao ter contato com o oxigênio e submetidos a uma forte ignição, causam explosão. Entre eles estão o hidrogênio, metano, o amoníaco e o acetileno, por exemplo.

Gases não inflamáveis: são gases asfixiantes ou oxidantes, ou seja, causam sérios danos à saúde das pessoas quando manuseados indevida ou incorretamente. Entre eles estão o dióxido de carbono, o criptônio comprimido e o líquido refrigerado.

Gases tóxicos: são aqueles cujos efeitos possuem ação local, agredindo principalmente os olhos e o aparelho respiratório, podendo levar à inflamação do tecido, inclusive com risco de infecção secundária.

São exemplos de gases tóxicos o cianeto de hidrogênio, o dióxido de carbono, o dióxido de enxofre, o monóxido de carbono e a amônia, entre outros.

Saiba mais sobre a avaliaçao de riscos de acidentes devido às atividades relacionadas ao trabalho.

• Líquidos inflamáveis: São os líquidos, mistura de líquidos ou líquidos contendo sólidos em solução ou em suspensão, que possuem entre as suas características a produção de vapores inflamáveis a temperaturas de até 60,5º C.

Vale ressaltar que as substâncias inflamáveis possuem origem orgânica, como os hidrocarbonetos, as acetonas, os alcoóis e aldeídos, entre muitos outros.

• Sólidos inflamávei:São materiais e substâncias sujeitas à combustão espontânea. Há também substâncias que, quando em contato com a água, passam a emitir gases inflamáveis.

Além disso, há sólidos que queimam com muita facilidade ou que, em condições de transporte, devido ao atrito podem acabar incendiando.

Entre essas substâncias estão as em pó, em grão ou em forma de pasta, que são consideradas bastante perigosas por se queimarem facilmente ou mesmo pela propagação rápida de suas chamas quando em breve contato com uma pequena chama, como um fósforo aceso, por exemplo.

Além disso, o perigo por eles oferecido não é apenas a questão do fogo, mas o fato de ele provocar a combustão de materiais tóxicos.

Saiba Como atender às condições de segurança para equipes e transportes de produtos perigosos.

Entre esses materiais, os mais perigosos são os metais em pó, especialmente pela dificuldade de combater o fogo, pois o que geralmente se utiliza para combater o fogo, como o dióxido de carbono e água, por exemplo, podem ter efeito inverso e aumentar as chamas.

• Substâncias infectantes:São substâncias que podem conter patógenos, o que oferece grandes riscos, pois são capazes de provocar doenças infecciosas tanto em seres humanos como em animais.

São substâncias que contém bactérias, vírus, fungos, parasitas ou microrganismos híbridos ou mutantes.

• Material radioativo:São aqueles que emitem energia sob forma de partículas ou radiação eletromagnética. Entre eles estão o urânio, o actínio e o tório, por exemplo.

• Materiais corrosivos ou substâncias corrosivas:São aqueles que oferecem sérios riscos à saúde das pessoas, como danos na pele e outros tecidos, além dos olhos. Além disso, a sua inalação ou ingestão prejudicam o aparelho respiratório ou o gastrointestinal.

São exemplos dessas substâncias os ácidos, soluções e bases.

Todos esses materiais podem ser transportados, inclusive seu transporte acontece com muita frequência, mas é preciso cautela e seguir á risca uma série de cuidados e orientações que têm o intuito de diminuir os riscos de acidente.

Por isso, a Agência Nacional de Transportes Terrestres criou uma série de exigências para essas atividades por meio dos CIV e do CIPP.

O que é Certificado de Inspeção Veicular – CIV?

O Certificado de Inspeção Veicular possui regulamentação na Portaria INMETRO nº 457/08. Trata-se de um certificado que atesta que toda a parte rodante do veículo, seja ele caminhão, trator ou mesmo semi-reboque, passaram pela devida inspeção e receberam aprovação quanto às suas condições de segurança para o transporte de produtos perigosos.

Essa inspeção inclui a avaliação de equipamentos de segurança, eixo, pneus, rodas, sistema de freios, sistema direcional, motor, travas e muitos outros itens.

É essencial que essa inspeção seja rigorosa e feita por profissionais altamente capacitados, pois é ali que está o segredo da prevenção de graves acidentes durante o transporte dos produtos e materiais de risco.

O que é Certificado de Inspeção para o Transporte de Produtos Perigosos – CIPP?

Com regulamentação adquirida pela Portaria INMETRO nº 91/09, trata-se do certificado conferido ao equipamento ou suporte instalado no veículo com a finalidade de acomodar o produto perigoso.

Pode ser um tanque, uma carroceria ou mesmo uma caçamba, por exemplo. Durante a vistoria são avaliadas as condições do tanque, os elementos utilizados para a fixação do produto, as tampas, válvulas, e todos os itens de segurança do equipamento ou suporte que irão acondicionar o produto ou material de risco.

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Situações específicas onde o CIV e o CIPP são obrigatórios

Ambas as certificações são somente necessárias quando o transporte de produtos se dá a granel (quando o produto de risco transportado não possui embalagem específica ou recipiente apropriado.

Neste caso ele é acomodado no tanque específico ou no próprio veículo, quando este possui contêiner. Um exemplo desse tipo de transporte é o de combustível, que é armazenado nos caminhões tanque para ser transportado até os postos de combustíveis.

Nos casos de carga fracionada, por exemplo, aquelas cujo acondicionamento ocorre por meio de embalagens (tambores, bobonas, entre outros), grandes embalagens e suportes portáteis a certificação não é exigida.

Validade dos certificados

O Certificado de Inspeção Veicular – CIV, dependendo da data de fabricação do veículo, pode ter validade de 4 a 12 meses. O Certificado de Inspeção para Transporte de Produtos – CIPP possui validade que varia entre 4 e até 36 meses, sendo levado em consideração o tipo de equipamento ou suporte.

Somente empresas credenciadas ao Inmetro podem emitir ambas as certificações. Qualquer certificação adquirida em terceiros não terá qualquer credibilidade, podendo prejudicar a transportadora.

Relevância dos certificados e da segurança para transporte de materiais perigosos

Sabemos de todos os riscos que os materiais aqui mencionados, entre outros, oferecem à população e ao meio ambiente, podendo causar grandes tragédias inclusive com danos irreversíveis. Assim, a certificação, bem como a vistoria constante são de extrema importância para a segurança do trabalho.

É dever de toda empresa priorizar a segurança no trabalho, assim como no ambiente em que está inserida. A todos nós cabe a responsabilidade e consciência ambiental, mas às organizações cabe garantir uma total segurança integridade das pessoas e do meio ambiente.

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Prêmio Compliance Brasil: empresas que buscam o Compliance Sustentável


 

Compliance! Existem termos em inglês que estão totalmente inseridos em nosso vocabulário e cujo significado não deixa dúvidas. Se você diz que vai ao shopping, por exemplo, todo mundo entende que é o estabelecimento cheio de lojas, praças de alimentação e cinema. Se você diz que vai num restaurante self-service, as pessoas entendem que é aquele restaurante onde você mesmo serve seu prato.

Mas, existem outros termos que não são entendíveis a todos. Compliance é um deles.

Como estar em compliance?

Um dicionário inglês-português, por exemplo, pode oferecer diversos sentidos para compliance: complacência, submissão, condescendência, consentimento, aquiescência, flexibilidade. Já no âmbito institucional e corporativo, compliance é “o conjunto de disciplinas para fazer cumprir as normas legais, as políticas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades de uma instituição ou empresa, bem como evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade que possa ocorrer”. Vem do verbo to comply, que pode ser definido como cumprir, satisfazer, corresponder a, obedecer, estar de acordo.

O termo compliance foi um pouco mais citado no Brasil quando tomamos conhecimento dos aspectos da Operação Lava Jato, ação da Polícia Federal para investigar um esquema bilionário de desvio e lavagem de dinheiro envolvendo a Petrobras, empreiteiras e políticos. Só que com isto a palavra ficou diretamente associada ao combate à corrupção, à busca pela integridade. Sim, a compliance também envolve a anticorrupção, mas não se resume a isto.

Compliance: conformidade com as leis aplicáveis ao negócio

Como estar em compliance?

Uma organização em compliance é aquela que está em conformidade com todas as leis aplicáveis ao seu negócio. Para alcançar os aspectos pertinentes à sustentabilidade, no que diz respeito ao tripé ambiental, social e econômico/de qualidade — os quais por sua vez são também norteados por normas internacionais —, também é essencial estar em compliance, ou seja, atendendo todas as leis que dizem respeito às respectivas áreas e que sejam aplicáveis à empresa em questão.

Estar em compliance ajuda no mapeamento de todas os aspectos legais e normativos que podem impactar o negócio, bem como na execução de planos de ação para contribuir no seu monitoramento, possíveis atualizações de lei e também o surgimento de novas. É algo que, quando bem estabelecido dentro da gestão,  faz com que a empresa evite multas e sanções, conquiste a confiança do consumidor, padronize seus documentos e processos (criando assim um padrão de qualidade de seus produtos e serviços), flagre uma redução visível em seus prejuízos financeiros e, como consequência, saia com a imagem e a reputação fortalecidas perante o mercado.

O relatório 2019 da Trust Barometer — pesquisa de confiança global realizada anualmente pela agência Edelman para medir os níveis de confiança dos indivíduos em relação a negócios, governo, ONGs e mídia —, mostrou que 73% de seus entrevistados creem que uma empresa é capaz de tomar ações específicas que tanto aumentem seus lucros quando melhorem as condições econômicas e sociais nas comunidades onde ela opera.

Por que foi criado o Prêmio Compliance Brasil da Verde Ghaia

Quando a Verde Ghaia criou o Prêmio Compliance Brasil, sua intenção era exatamente reconhecer as boas práticas e o controle legal adotados pelas organizações em todo o Brasil, e um incentivo para que as empresas brasileiras acolham práticas sustentáveis em seus processos.

A premiação nasceu com o objetivo de se tornar um estímulo e um reconhecimento às companhias que de fato têm se esforçado para alcançar a excelência em sua gestão legal. Conseguir estar em dia com todos os requisitos legais aplicáveis ao negócio não é uma tarefa fácil, uma vez que é extenso o número de normas e leis existentes em nosso país.

Uma fábrica de porte médio, por exemplo, precisa estar em acordo com, em média, mil e duzentas leis para atuar dentro da conformidade. É um trabalho que exige paciência e que pode colocar todo o esforço de uma empresa a perder se uma única lei passar despercebida pelo radar, ainda que os outros 1.199 estejam em segurança. Porque a quebra de um único requisito pode ser o suficiente para causar o desabamento de um prédio, o rompimento de uma barragem, o derramamento de rejeitos nos rios de uma região.

Sendo assim, o Prêmio Compliance Brasil nasceu com o objetivo de se tornar um estímulo e um reconhecimento às companhias que de fato têm se esforçado para alcançar a excelência em sua gestão legal.

Os vencedores são escolhidos a partir de pesquisas minuciosas, que contam com amostras de aproximadamente 1,5 mil organizações de grande e médio porte que estejam em busca da excelência em sua gestão através de certificações internacionais, do cumprimento da legislação aplicável ao seu negócio e da implementação de ações para a melhoria contínua de seus processos, produtos e serviços.

Um dos critérios de participação é a realização do monitoramento de leis através do SOGI— Software de Gestão Integrada desenvolvido pela Verde Ghaia —, os quais  já ficam automaticamente inscritos no Prêmio Compliance Brasil.  Através dessa plataforma são realizadas as pesquisas quantitativas para análise da conformidade das empresas perante a lei.

Em 2019, o Prêmio Compliance Brasil celebrará sua 4ª edição. A divulgação dos vencedores acontecerá no dia 27 de junho, às 19h, no Sicepot, em Belo Horizonte/MG.



Verde Ghaia: a influência da marca nos últimos 20 anos


 

A história dos videogames possui dois casos clássicos que ilustram muito bem a importância de se estar atento às tendências tecnológicas no mercado e jamais contar com a vitória certa sobre a concorrência.

A primeira delas envolve o Atari 2600, console lançado em 1977 que chegou a vender trinta milhões de unidades em todo o mundo, um número respeitável ainda hoje. O Atari massacrava a concorrência porque oferecia gráficos superiores e, em virtude do hardware mais evoluído, conferia aos desenvolvedores liberdade para criar jogos com visual mais inovador.

Além disso, a Atari Inc conseguiu garantir a exclusividade nos direitos de adaptação dos jogos que atraiam multidões aos fliperamas. A perspectiva de poder jogar Frog ou Space Invaders em casa conquistou milhões de consumidores ávidos. Mas embora a Atari Inc tenha lançado outros modelos de console além do 2600 — tais como o Atari 5200, o Lynx, e o Jaguar —, ela pareceu estacionar no tempo no quesito tecnologia. Sendo assim, quando a Nintendo apresentou o NES (apelidado carinhosamente de “Nintendinho” no Brasil), em 1983, com a novidade dos jogos em 8 bits, a Atari não resistiu ao baque.

A segunda história envolve a própria Nintendo, que já havia derrubado a Atari Inc com tanta destreza lá no início da década de 80. Bem, é óbvio que o NES foi um sucesso, vendendo 62 milhões de unidades em todo o mundo, e um de seus triunfos foi a criação de uma biblioteca de títulos próprios de grande apelo, além de um programa de licenciamento de jogos bastante restritivo à concorrência — um truque que a Atari Inc também já havia utilizado. Só que diferentemente da Atari Inc, a Nintendo foi um pouco mais esperta e continuou inovando. Sua criação seguinte foi o Super Nintendo (SNES), em 1990. Embora este console competisse acirradamente com o Mega Drive, da SEGA, o SNES ainda foi capaz de sair vencedor da disputa devido a sua capacidade gráfica e de áudio superior à do Mega Drive.

Só que a Nintendo não contava com outro concorrente… A Sony, que com seu moderníssimo Playstation marcou a popularização dos jogos em CD, além de apresentar uma incrível melhoria nos gráficos, universos em três dimensões e a reprodução de mais de 16 milhões de cores. Embora hoje a Nintendo tenha voltado a conquistar uma bela fatia do mercado de games, ela amargou anos difíceis em face à sagacidade da Sony. Já a Atari, pobrezinha…

O que a guerra dos videogames nos ensina?

Que não importa se uma empresa domina o mercado. O sucesso sempre pode ser temporário. Se gestores e equipes não souberem se antecipar em relação à concorrência, qualquer organização pode ser facilmente ultrapassada — e muitas vezes, jamais voltar a se reerguer.

Quando a Verde Ghaia instituiu seu primeiro software com acesso via web, por volta de 2001, já demonstrava uma preocupação em estar à frente do seu tempo. Naquela época, a maioria das empresas ainda seguia um modelo cujo acesso às informações se dava praticamente via intranet. O movimento de acesso online, com todos os dados hospedados em servidores, só passou a ganhar força no mercado geral por volta de 2008.

Em qualquer mercado, esse movimento de pioneirismo é extremamente importante, pois quando determinada empresa mimetiza um movimento inédito de uma pioneira — seja ele a invenção ou mesmo a evolução tecnológica de um produto —, seu movimento acaba soando como mera cópia. Só que em sua essência, a Verde Ghaia sempre foi uma empresa de vanguarda, sempre inovadora.

Porém, diferentemente das gigantes dos videogames, a Verde Ghaia compreendeu que seu sucesso sólido não poderia se transformar num pretexto para desacelerar. Pelo contrário: ela sempre se comprometeu em buscar a inovação constante. A Verde Ghaia sabe que todo gestor deseja respostas rápidas para otimizar as tomadas de decisão, que no meio empresarial tudo precisa ser resolvido habilmente, que as respostas devem vir praticamente em tempo real.

Quando Deivison Pedroza, CEO da Verde Ghaia, criou o sistema SOGI, primeira plataforma de monitoramento de requisitos legais online, seu intuito inicial era melhorar o processo de monitoramento das legislações federais, estaduais e municipais de seus clientes através de uma solução mais eficiente do que as velhas planilhas Excel. Mas mesmo sendo bem-sucedido em seu plano, Deivison não se escorou no triunfo ou no pioneirismo de sua ferramenta. Atento ao mercado, ele continuou a avaliar as necessidades de seus clientes.

Hoje o SOGI está em sua 8a geração e é um software completo de Gestão e Desempenho em Sustentabilidade. 

Com o SOGI, várias portas se abriram, inclusive internacionais, e diversos serviços começaram a compor o portfólio da Verde Ghaia, que está sempre pensando em melhor atender o cliente. Atualmente, a Verde Ghaia atua não somente no setor de gestão ambiental, mas também no nicho de saúde e segurança ocupacional — que hoje fatura o equivalente ao seu setor de gestor ambiental — e também nos nichos de gestão de qualidade e gestão de riscos.

O grupo cresceu e hoje é composto pelas empresas Verde Ghaia, Verde Ghaia Bioenergia, Verde Ghaia Franchising, Consultoria Online e pelo Instituto OKSIGENO. Cada braço do grupo se preocupa constantemente em alinhar sua marca não apenas à tecnologia, mas também à transparência, à ética, ao comprometimento com a sociedade e à responsabilidade, afinal de contas, nenhuma inovação pode ficar acima da honestidade e da lisura.

Quando apresenta o SOGI aos seus clientes, a Verde Ghaia não oferece apenas um software. Ela oferece inovação, um sistema visionário que vislumbra estar sempre à frente do seu tempo.

E quando o assunto é tecnologia, o jogo nunca está ganho.



CHOQUE ELÉTRICO: Cuidados que todos devem ter. Saiba como evitá-los!


 

Há um ditado que diz: “Prevenir é melhor do que remediar!”. Por isso, seguem algumas dicas para evitar esse tipo de acidente.

O choque elétrico ocorre quando uma corrente elétrica percorre o corpo humano e pode apresentar efeitos variados de acordo com o “caminho” que a corrente percorreu e a intensidade da corrente elétrica.

Outros fatores tais como, tempo de ação do choque elétrico, área de contato (se apenas o dedo, a perna, o tronco e etc), condições da pele, constituição física, estado de saúde e etc., podem influenciar para mais ou para menos nas consequências danosas produzidas pelo choque elétrico. Para isso é importante saber algumas medidas para evitá-lo.

Conheça mais sobre as ações da CIPA na sua empresa!

Dicas gerais de segurança para evitar o choque elétrico

– Jamais mexa em qualquer equipamento ou rede elétrica se não tiver o conhecimento técnico necessário para tal intervenção;

– Procure carregar o celular com carregadores originais, pois estes têm um maior controle e proteção durante o carregamento;

– Durante tempestades, usar, tanto o notebook quanto o celular, desconectado do carregador.

– Carregar aparelhos eletrônicos em ambientes arejados e nunca debaixo de travesseiros, em cima de superfícies quentes ou materiais que possam servir de combustível tais como tecidos, papeis, etc.

– Desconecte os plugues durante a manutenção dos equipamentos;

– Leia com atenção as instruções contidas nas embalagens dos produtos que serão instalados;

– Não use jóias ou objetos metálicos (relógios, pulseiras e correntes) durante a manutenção de equipamentos elétricos;

– Jamais trabalhe com mãos ou pés molhados;

Cada vez mais os aparelhos eletrônicos estão fazendo parte do nosso dia a dia. Portanto, tomemos atitudes de prevenção para que essas ferramentas, muitas vezes indispensáveis, não venham atrapalhar nossa rotina de trabalho e também a nossa vida.

Maria de Lourdes Fructuoso Cerqueira / Consultor Jurídico Internacional Verde Ghaia


Diferencie-se dos seus concorrentes: Respire inovação


 

Sistema de Gestão também precisa de inovação. Quem tem medo de mudar, fica parado no tempo e é ultrapassado facilmente pelos concorrentes. Um erro muito comum da grande maioria das empresas é, em tempos de crise e de escassez de recursos, se afundar em rotinas operacionais e esquecer das constantes mudanças do mundo que afetam as pessoas, os seus comportamentos e os seus hábitos de consumo.

Assim, quantas vezes não tampamos os nossos olhos e nos concentramos apenas naquilo que já fazemos, sem conseguir perceber e, muito menos acompanhar, as mudanças que acontecem no mercado?

Inovação e Processos mais Produtivos

Inovar não é criar algo mirabolante! Mas sim, ter uma nova forma de enxergar e fazer!

Inovar não é criar algo mirabolante! Mas sim, ter uma nova forma de enxergar e fazer!

Para inovar é preciso estar atento ao negócio, aos processos produtivos, à satisfação de seu cliente, aos concorrentes, as tendências do mercado, à mudança de comportamento da sociedade, aos novos desejos e demandas das pessoas.

Assim, é fundamental sempre avaliar e reavaliar os cenários internos e externos de seu negócio e propor as seguintes reflexões:

* O que estou fazendo está certo?

* As pessoas precisam realmente do que eu faço?

* Faço assim por que sempre fiz assim? Ou porque as pessoas desejam que seja assim?

* Será que é hora de mudar?

* Como o mercado percebia a minha empresa quando comecei?

* Como o mercado percebe hoje a minha empresa, os meus produtos e os meus serviços? Por que mudou?

* Quem são os meus clientes hoje? Eram os mesmo de quando comecei?  É para eles que desejo continuar a oferecer os meus produtos e serviços?

* Como estará o meu mercado daqui a 5, 10 e 15 anos. Vale a pena mudar?

* Estou conectado com o que acontece de novo ou mantenho-me em uma zona de conforto com extremo conservadorismo?

* Estou preparado para o tempo da virtualização e da conectividade?

* Sei o que significa “internet” das coisas?

Sempre é tempo para analisar e planejar

sistema de gestão das norma iso

Sempre é tempo para analisar o seu negócio e planejar ou mudar os rumos de sua estratégia. Será que não é a hora de pensar no futuro e parar de olhar para o passado?

Afinal, o passado já foi e não podemos permanecer nele. O mundo é feito de presente e de futuro, mas somente para quem sabe enxergar mais longe.

O mercado atual gera dúvidas sobre o seu negócio ou sobre o seu futuro como empreendedor? Então é hora de parar, refletir e retomar as rédeas de sua empresa!

A capacidade de crescimento e de superar adversidades de uma empresa está diretamente relacionada à qualidade de sua gestão. Especialmente em tempos recessivos, a Alta Direção precisa ter o controle do “barco” e manter na equipe uma onda forte de positivismo e resiliência.

Sistema de Gestão baseado em Riscos

Seguindo a máxima que é “na crise que se cresce”, a principal tarefa do empreendedor é aproveitar esse momento para fazer a “lição de casa”, ou seja, manter uma gestão eficiente, que seja capaz de entender os novos movimentos e de mudar, se isso for necessário.

Um Sistema de Gestão, baseado em riscos, poderá mostrar os caminhos certos para a empresa manter tudo sob controle ou, até mesmo, para implementar mudanças, desde que seja com foco, planejamento, comunicação, avaliação dos resultados, tomada de decisões estratégicas e melhoria contínua dos processos, produtos e serviços.

Afinal, é condição sine qua non para sobrevivência no mercado – seja ele recessivo, competitivo ou em expansão; que a empresa consiga avaliar continuamente o seu negócio, rever os rumos e reorganizar a sua estrutura, para que possa sempre evoluir e ser competitiva.

07 passos para melhorar seu Sistema de Gestão

Pense diferente e melhore seu sistema de Gestão!
Pense diferente e melhore seu sistema de Gestão!

Veja 7 passos que podemos aprender com um modelo de sistema de gestão para melhorar o gerenciamento do negócio, especialmente em tempos de crise:

1. Otimizar custos. Entender onde estão os gargalos financeiros da empresa, eliminar custos desnecessários e otimizar a utilização dos recursos essenciais, são algumas medidas importantes para qualquer negócio.

2. Investir em planejamento e produtividade para garantir margens de lucratividade e manter o faturamento ativo.

3. Rever os recursos humanos e técnicos necessários para executar as atividades com qualidade e produtividade desejados.

4. Estabelecer a cultura do “Mais com Menos”.

5. Rever priorizações, dentro dos Objetivos e Metas do negócio.

6. Choque de gestão – rever processos, atividades e rotinas produtivas, avaliar produtos e serviços, usar os procedimentos como ferramentas de controle operacional e os indicadores de resultados como ferramentas para tomada de decisões mais estratégicas.

7. Rever os planejamentos estratégicos, sempre que necessário.

Quer saber mais sobre Sistemas de Gestão baseada em RISCOS? Acesse nossos artigos em nosso Blog ou Fale com nossos Consultores!

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Leia mais sobre o assunto Inovação e Performance

Café Conectado com Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia

A importância de um programa de Compliance eficaz na Gestão Aeroportuária


 

No Brasil, todas as organizações possuem um vasto rol de legislações a serem seguidas e aplicadas ao negócio, conforme o ramo de atividade. O mesmo ocorre com o setor aeroportuário que possui um número ainda maior do que a média das empresas de outros ramos de atividade, devido às características peculiares do mesmo.

Isso inclui, a dinâmica de suas atividades, atendimento a um grande número de clientes (nacionais e estrangeiros) por dia e a intensa atuação dos órgãos reguladores como a ANAC – Agência Nacional de Avaliação Civil na atualização contínua das normas aplicáveis.  

Acompanhar tais requisitos é um processo complicado

A quantidade de exigências não somente é numerosa, como também requer pleno conhecimento jurídico para que todas as leis sejam interpretadas corretamente. E todo o processo precisa ser realizado dentro de Padrões Internacionais de Qualidade — certamente nenhum lugar carrega mais representatividade internacional do que um aeroporto, uma verdadeira ponte para a comunicação entre diversos pontos do mundo.

O descumprimento de qualquer um dos requisitos pode levar a multas e outras sanções legais, além de deixar uma empresa muito mais suscetível a acidentes, processos trabalhistas e outros problemas infindáveis que podem levar até mesmo à interrupção de suas atividades.

Por isso, é tão importante implementar um programa de compliance específico para a gestão aeroportuária, o qual atenda a todas as peculiaridades do setor.

Compliance de excelência

Ao adotar um programa de compliance voltado para o setor aeroportuário, o gestor fica por dentro de todos os requisitos de seu ramo, principalmente no que diz respeito às leis particulares ao sistema. Além disso, ele centraliza as informações e define prioridades com mais facilidade, obtendo assim grande auxílio na tomada de decisões essenciais para o desenvolvimento de seus negócios.

Conheça outras vantagens na adoção de um sistema de gestão específico:

1. Diagnóstico e visão externa e imparcial de todos processos.

2. Gestão para a prevenção e resolução de incidentes/sinistros.

3. Gerenciamento de risco e manejo da fauna nos aeródromos.

4. Prevenção e combate a incêndios nos aeródromos.

5. Capacidade de planejamento para conceder mais acessibilidade a passageiros com necessidade de assistência especial.

6. Plano de pronto atendimento em caso de emergências.

7. Maior segurança na cadeia logística.

8. Controle na qualidade dos serviços determinados para os aeroportos, permitindo que a empresa se adeque aos padrões internacionais, os quais em geral estão previstos em praticamente todos os contratos de concessão para funcionamento de toda companhia do setor aeroportuário.

9. Garantia de integridade nas operações num ambiente tão exposto como um aeroporto, o qual recebe milhares de passageiros por ano e lida diretamente com a responsabilidade sobre os colaboradores, parceiros e clientes.

10. Reforço da saúde da governança corporativa, evitando sanções criminais e financeiras para a empresa.

11. Melhoria nos processos para o transporte aéreo de produtos perigosos.

12. Facilidade na obtenção de autorizações da ANAC para construções e operações no aeródromo, pois um ambiente em conformidade certamente é mais bem conceituado no mercado.

13. Constante atualização e acompanhamento das normas aeroportuárias em âmbito federal, estadual e municipal.

Um Programa de Compliance não diz respeito apenas a multas e sanções, ele envolve valores difíceis de mensurar e intangíveis como a imagem e a reputação de uma organização.

Como exemplo, podemos citar o aeroporto  de Confins em Belo Horizonte (MG), que em 2018 foi contemplado com o prêmio Airport Service Quality (ASQ), sendo considerado o melhor terminal da América Latina e do Caribe, um título concedido pelo Airports Council International World (ACI World), uma organização que representa aeroportos em todo o mundo.

Isto só foi possível porque o Aeroporto de Confins segue rígidas diretrizes de compliance,  as quais se baseiam principalmente no SOGI, software criado pela Verde Ghaia, a única  empresa em Belo Horizonte a realizar um gestão específica para o setor aeroportuário.

 Com este programa, é possível atingir altos níveis de compliance, monitorando e gerenciando o atendimento das legislações de Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança no Trabalho, entre outros, incluindo Resoluções e Portarias da ANAC, RBAC, IAC, IS, dentre outros temas relacionados à gestão legal de aeródromos.

SOGI – Gestão Aeroportuária

Além disso,  com o SOGI AEROPORTUÁRIO  tem outras vantagens bem específicas:

# A Verde Ghaia oferece uma equipe especializada e capacitada para a interpretação da legislação — em âmbito federal, estadual e municipal —, evitando equívocos que possam render multas ou mesmo sanções criminais. As leis aplicáveis são monitoradas e atualizadas diariamente num sistema online. A consultoria também se estende aos requisitos relacionados às empresas contratadas para a prestação de serviços auxiliares.

# Ela também realiza auditorias de Conformidade Legal e Sistemas de Gestão, priorizando os possíveis pontos críticos de desvios, aumentando assim a segurança das operações.

# O sistema permite o desenvolvimento de uma matriz de Risco Legal, apontando os riscos que merecem mais atenção e ajudando a definir prioridades. O plano inclui gerenciamento de risco à segurança operacional e contra atos de interferência ilícita (AVSEC)

# A Verde Ghaia realiza treinamentos em diversas áreas, como Saúde e Segurança Ocupacional e Meio Ambiente, garantindo o alinhamento de todos os envolvidos;

O sistema também garante acesso ao módulo antisuborno, evitando fraudes e atos ilícitos no ambiente da empresa. Lembrando que uma empresa listada como inidônea pode ser impedida de firmar novos contratos com o Poder Público ou de obter crédito, o que resulta na perda de fôlego financeiro.

Os princípios e as boas práticas de gestão, somados a uma boa relação com fornecedores, clientes e sociedade, são valores (ativos) que trabalham constantemente em prol de sua marca.

O programa de compliance na gestão aeroportuária desenvolvido pela Verde Ghaia é único, e ideal para que sua organização permaneça estruturada e com a governança em dia para garantir que o compliance esteja inserido nos controles internos e nas auditorias de prevenção de riscos.

Fale com um de nossos consultores, especializados em Gestão Aeroportuária e alcance as melhorias desejadas!


Qualidade, inovação e tecnologia: o futuro é agora!


 

Inovação, Tecnologia e Qualidade. “Na crise criamos as melhores oportunidades. Nossa missão é estar sempre quatro anos à frente dos concorrentes e preparados para as novas tendências, investindo muito em tecnologia” – Deivison Pedroza – CEO e fundador da Verde Ghaia[FL1] 

Quando a Verde Ghaia nasceu, em 1999, sua missão de melhorar processos na gestão ambiental já era bastante sólida. No entanto, interesse das empresas nesta área, de modo geral, era bem diferente. Embora os assuntos pertinentes ao meio ambiente já se fizessem presentes, a maneira de abordá-los era leiga, até mesmo um pouco preguiçosa. Na teoria, empresas diziam que era importante preservar a natureza. Na prática, descartavam seus resíduos de maneira negligente, dentre outras atrocidades.

Porém, o que poderia ser um obstáculo na verdade se revelou uma oportunidade.

Deivison Pedroza, fundador da Verde Ghaia, enxergou que em algum momento o mercado iria abrir os olhos para o conceito e prática real de sustentabilidade. Além disso, ele percebeu que o empresariado brasileiro ainda nutria grande dificuldade para compreender e cumprir nossa legislação — especialmente as exigências na área ambiental e no monitoramento das leis, dos requisitos, de normas —, e assim  começou a pensar numa solução inovadora.

Qualidade, inovação e tecnologia: o futuro é agora!

Foi desta gana que nasceu o SOGI, um sistema de gestão integrado que visa facilitar a rotina empresarial no cumprimento das leis e no gerenciamento dos negócios, mirando a conquista da compliance e das certificações em qualidade, principalmente no que diz respeito à preservação ambiental.

Quando analisamos a tecnologia do SOGI no panorama atual, ela parece um tanto óbvia, afinal praticamente todas as empresas hoje sabem que uma gestão adequada é capaz de gerar diversos benefícios que impactam diretamente no meio ambiente, certo? Só que as medidas vigentes no cotidiano da maioria delas teriam soado um tanto fúteis há vinte anos.

Por exemplo: antes uma plataforma de petróleo liberava gases no ambiente de maneira desmedida, não havia qualquer controle sobre a emissão de poluentes; hoje ela pode dedicar até 70% de sua planta de processos exclusivamente ao tratamento adequado de seus gases para mitigar efeitos nocivos.

Mas, os cuidados não se limitam à indústria do petróleo. Outro exemplo são sistemas de reúso, cujo objetivo é reaproveitar recursos hídricos, como a adoção de águas pluviais na lavagem de pisos, na descarga de vasos sanitários, na irrigação e em muitas outras possibilidades — é algo que pode ser adotado até por pequenas empresas. E o investimento em tratamento de resíduos tem se tornado tão forte, que agora as plantas industriais estão mais inteligentes e são capazes até mesmo de transformar custo em receita.

“O empresário descobriu que lixo na verdade é resíduo, e que é possível reutilizá-lo”, diz Deivison. “Esse não era um comportamento comum do brasileiro até pouco tempo. Hoje, o meio ambiente passa a ser o principal produto de uma empresa. É possível economizar, ganhar dinheiro, divulgar sua imagem e ainda tirar vantagem disso”[FL2] .

Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia participando do Evento WebSummit em Portugal - tecnologia, inovação e metodologias ágeis.
Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia participando do Evento WebSummit em Portugal – tecnologia, inovação e metodologias ágeis.

Sim, porque a responsabilidade social também se tornou um fator importante na sobrevivência de uma companhia! Isto se deve não apenas ao endurecimento da legislação ambiental brasileira — as normas ambientais têm se tornado cada vez mais restritas, — mas também à noção de que nenhum fornecedor ou consumidor deseja se relacionar com uma empresa que desrespeita o ecossistema. Além disso, há também um crescimento exponencial do interesse em conceitos de padronização e de certificação nas áreas de qualidade e meio ambiente. Os empresários desejam se adequar.

A Verde Ghaia vislumbrou tudo isso com muitíssima antecedência, e atualmente é uma das empresas mais conceituadas na área de gestão de resíduos sólidos, recebendo apoio de investidores norte americanos e compartilhando a inteligência de seu software com diversos países. Ela possui as melhores soluções para a Gestão de Risco e alcance da Sustentabilidade, e é especialista em ferramentas rápidas e práticas para monitoramento legal e implementação de sistemas de gestão, tanto para atividades in loco quanto online. Seu sucesso se deve à operação em três frentes de trabalho: Desempenho Legal, Desempenho de Gestão e Desempenho na Gestão de Resíduos.

Algumas empresas demoraram a perceber que um mundo desprovido de sustentabilidade é um mundo fadado a desaparecer rapidamente. Mas felizmente não foram todas.

Para a Verde Ghaia, o FUTURO é AGORA!


 [FL1] Entrevista de Deivison Pedroza concedida ao Jornal Hoje em dia. https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/economia/a-consultoria-mineira-verde-ghaia-%C3%A9-um-fen%C3%B4meno-de-crescimento-1.314565

[FL2] Entrevista de Deivison Pedroza concedida ao Jornal Hoje em Dia. https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/economia/a-consultoria-mineira-verde-ghaia-%C3%A9-um-fen%C3%B4meno-de-crescimento-1.314565


Prêmio Compliance Brasil chega à sua 4ª edição


 

O Prêmio Compliance Brasil é uma iniciativa da Verde Ghaia para reconhecer as boas práticas e o controle legal adotados pelas organizações em todo o Brasil, e é um incentivo para que as empresas brasileiras adotem práticas sustentáveis em seus processos.

Os vencedores são escolhidos a partir de pesquisas minuciosas, que contam com amostras quantitativas e qualitativas de aproximadamente 1,5 mil organizações de grande e médio porte. Geralmente, essas empresas estão em busca da excelência em sua gestão através de certificações internacionais, do cumprimento da legislação aplicável ao seu negócio e da implementação de ações para a melhoria contínua de seus processos, produtos e serviços.

Em 2019, a IV Prêmio Compliance Brasil celebrará em Belo Horizonte. Marque em sua agenda e assista flashes ao vivo das nossas redes sociais:

Prêmio Compliance Brasil

27 de junho de 2019 às 19 horas

Av. Barão Homem de Melo, 3090Belo Horizonte

Site do Prêmio Compliance Brasil 2019

O Prêmio Compliance Brasil

A premiação nasceu com o objetivo de se tornar um estímulo e um reconhecimento às companhias que de fato têm se esforçado para alcançar a excelência em sua gestão legal. Conseguir estar em dia com todos os requisitos legais aplicáveis ao negócio não é uma tarefa fácil, uma vez que é extenso o número de normas e leis existentes em nosso país.

Oito categorias são destacadas em cada edição: meio ambiente; saúde e segurança; segurança de alimentos; energia; qualidade; responsabilidade social e gestão integrada.

A primeira edição do Prêmio Compliance Brasil foi realizada em 2012, e homenageou empresas como Coca-Cola Andina (Rio de Janeiro/RJ), Instituto Biocor (Belo Horizonte/MG), Anglogold Ashanti Mineração (Nova Lima/MG) e Kanjiko (Salto/SP). A diversidade dos premiados mostra que todas as empresas podem concorrer, basta que estejam em acordo com os critérios do regulamento para contemplação.

Premiados da I Edição

O Prêmio Compliance Brasil foi tão bem recebido, que deu origem a uma segunda edição, a qual ocorreu em 2014, agraciando empresas como Renault (São José Dos Pinhais/PR), Gerdau (Maracanaú/CE) e Leão Alimentos e Bebidas (Linhares/ES).

Premiados da II Edição

Em 2017, o Prêmio Compliance Brasil teve sua terceira edição. Foram mais de duas mil empresas participantes e uma novidade, além do apoio da ABNT: desta vez foi firmada uma parceira com a HSM EXPO, evento especializado em empreendedorismo, negociação, marketing, estratégia, finanças e liderança.

Prêmio Compliance Brasil 2019

Premiados da III Edição

A cerimônia do Prêmio Compliance Brasil 2017 foi um dos eventos em destaque do HSM Expo 2017, o qual naquele ano trouxe ao Brasil mais de cem palestrantes nacionais e internacionais, como o nadador e recordista olímpico Michael Phelps, o escritor Adam Grant, Nassim Taleb (uma das maiores autoridades mundiais em Gestão de Risco), e JB Straubel (um dos fundadores da Tesla Motors). Todos os convidados da Verde Ghaia tiveram acesso a esse evento e puderam aproveitar os três dias de relevante conteúdo.

A partir dessas edições do Prêmio, muitas das empresas participantes passaram a criar metas de curto e médio prazo para que pudessem voltar a ter chances de serem contempladas nas edições seguintes do Prêmio Compliance Brasil.

É o caso da Tarkett, líder mundial na indústria de pisos, que levou dois troféus no Prêmio Compliance Brasil 2017: 2º lugar em Excelência em Meio Ambiente, e 1º lugar em Excelência em Saúde e Segurança no Trabalho. Estimulada pela premiação, a Tarkett instituiu o “Projeto 2020”, uma matriz com oito objetivos que visam o bem-estar das pessoas e do meio ambiente. Dentre suas metas está a redução na emissão de gases e a destinação de resíduos industriais a aterros.

Confira este e outros cases na Revista do Prêmio Compliance Brasil

A Tarkett cumpriu com louvor a proposta do Prêmio Compliance Brasil ao compreender que, mais importante do que receber uma distinção, era assumir um compromisso com a sustentabilidade, pois é isto que a Verde Ghaia vislumbra: simplesmente reconhecer o empenho de todos que desejam um mundo melhor.

Como participar?

Todos os clientes do SOGI – Software de Gestão Integrada – participam automaticamente do Prêmio Compliance Brasil. O sistema realiza o monitoramento completo de todos os requisitos legais aplicáveis a uma empresa, alertando diariamente os usuários para o cumprimento da lei.

A utilização do SOGI diminui os riscos e os prejuízos, proporcionando uma nova experiência quando se trata de alcançar ótimos resultados em sistemas de gestão, tudo online, com a garantia de segurança e sigilo das informações.

Com os dados do software em mãos, os auditores da Verde Ghaia analisam os dados quantitativos e comparam com o que foi constatado durante visitas às empresas, além do comprometimento e colaboração no exercício de boas práticas.

O processo é conduzido por um corpo técnico formado por Auditores Líderes em Meio Ambiente, Saúde e Segurança no Trabalho, Responsabilidade Social, Qualidade e Segurança de Alimentos, Engenheiros Ambientais, Engenheiros de Segurança, Engenheiros de Alimentos, Consultores Jurídicos, Gestores de Tecnologia da Informação e de Projetos.

Para saber mais sobre o Prêmio Compliance Brasil, acesse nosso site.

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Saiba o que aconteceu no III Prêmio Compliance Brasil:

https://verdeghaia.jusbrasil.com.br/noticias/517377122/verde-ghaia-promove-premio-compliance-brasil-e-reconhece-grandes-marcas


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