×

Os desafios da Cultura de transformação dentro das Organizações

Muito se fala em cultura de transformação nas organizações com foco em inovação e levando em consideração que estamos imersos no mundo digital. No entanto, para muitas empresas brasileiras, o processo de certificação das Normas ISO torna-se imprescindível, e deve ser considerado também como um processo de transformação cultural.

É preciso levar em conta esse processo de mudança porque as empresas precisam traçar seu plano, com os propósitos de onde quer chegar e definindo os passos de como vai chegar, mantendo o foco na execução das ações planejadas para que consigam concretizar as mudanças necessárias.

Desafios de criar uma cultura de transformação

É comum que as organizações invistam não apenas recursos financeiros, mas também recursos humanos, para implementar as Normas ISO. E mesmo assim não alcançarem os resultados pretendidos. Por esse motivo, passam então a acreditarem que ser uma empresa certificada é um modismo, e não uma necessidade.

No entanto, as organizações não percebem que, se não implementarem as Normas ISO, a sua competitividade diminui frente aos seus concorrentes, uma vez que estas Normas tem como objetivo orientar cada um dos procedimentos e alinhá-los para que o nível da qualidade dos produtos e dos serviços sejam perceptivos não apenas para a organização, mas também para o seu cliente.

Desse modo, antes de implementar um Sistema de Gestão, tenha em mente que é necessário conscientizar a sua organização, incorporando os valores imprescindíveis para que seja possível realizar uma transformação cultural. E lembre-se também da importância de um planejamento com ações graduais e que contribuam para a efetivação dessa mudança.

Implementar mudanças: sair da zona de conforto

Todo sucesso não vem por acaso. Sabemos que por trás de uma empresa bem-sucedida sempre existe um líder capaz de tornar o processo profissionalmente “transformador”, contribuindo para o crescimento humano e auxiliando seus colaboradores a lidarem melhor com os problemas que aparecerão.

A mudança é um processo lento e com dificuldades a serem vencidas. Por isso, um bom líder acompanha de perto todo o processo, devendo projetar objetivos a curto prazo visando a longo prazo alcançar os resultados almejados e conquistar melhorias para toda a organização.

Em sua palestra no Fórum CEO Brasil, Rodrigo Abreu, presidente da Quod, pontuou o processo de transformação cultural como preocupante, visto que as lideranças de hoje estão sem iniciativas para conduzirem um novo ciclo. Dessa maneira, muitas organizações se veem obrigadas a buscarem novos líderes no mercado. Diante deste problema, devemos não só nos preocupar como também questionar o que está errado e onde se encontra o erro para então buscar por transformações que sejam tangíveis.

Portanto, devemos ter mente que todo o processo de transformação cultural começa pelos seus líderes. São eles que precisam vislumbrar o futuro, estarem abertos para opiniões, mudanças e transformações. Um bom líder, que é aquele que sabe planejar todos os seus passos e sabe exatamente onde quer chegar junto com sua equipe, conduzirá então com maestria essa jornada.

A Sinergia nas atividades e nos processos

Contudo, há muitas organizações que realmente se preocupam com a transformação cultural antes de implementar qualquer novo processo. Isso permite que essas empresas tornem-se competitivas, por estarem de acordo às suas estratégias. Consequentemente, a implementação das normas ISO e a tão sonhada certificação se tornam práticas cotidianas e alinhadas, deixando de ser um processo moroso e complexo.

Embora muitas organizações reclamem sobre a complexidade de gerenciar o seu SG, o gargalo se encontra na falta de envolvimento e participação dos mais diversos níveis hierárquicos das organizações. Nesses casos, a mente da cultura organizacional pode ser descrita como: “a gerência define e nós seguimos”. E isso ocorre com cada departamento, que trabalham separados, pensando em objetivos específicos em vez de globais. Com isso, a Norma ISO passa a ser vista como um processo exclusivo de um departamento, excluindo uma visão sistêmica dos objetivos globais e dos processos de toda a organização. E não há como ter sucesso sem a participação e o envolvimento de toda a organização em todos os níveis hierárquicos.

As organizações devem perceber que o processo de certificação é uma forma de se manter eficiente e coerente com suas políticas, com seus procedimentos e com seus clientes. E, visando por essa melhoria contínua, implementar uma norma ISO nas organizações brasileiras é uma etapa essencial para a qualidade dos serviços e/ou produto bem como atestar a competitividade no mercado cada vez globalizado.

O Grupo Verde Ghaia, especializada em auditorias e com credibilidade e Know-how de 20 anos, possui profissionais capacitados, com visão minuciosa dos processos de implementação, migração e certificação das Normas ISO, bem como auditorias internas e externas. Por isso, temos ajudado a garantir o sucesso de muitas organizações ao passarem por essa transformação cultural.

Deivison Pedroza
Presidente do Grupo Verde Ghaia

Deivison Pedroza lança livro em BH

Sobre Bicicletas e Sucesso
Como o sonho de ter uma bicicleta me levou ao sucesso

Na última quinta-feira, dia 21 de setembro, Deivison Pedroza – CEO do Grupo Verde Ghaia, lançou seu novo livro em Belo Horizonte (MG). O lançamento de Sobre Bicicletas e Sucesso aconteceu no Restaurante Santa Fé, no bairro Funcionários, e reuniu uma centena de amigos, colegas de trabalho e admiradores do seu trabalho. Este é o sexto livro do autor, que também já publicou sobre educação ambiental infantil e direito ambiental.

Nesta publicação, Deivison Pedroza conta como a bicicleta foi um objeto importante em sua história, mas mais importante que ela, as experiências que viveu para obtê-la.

“Por isso, ao descrever essas experiências, decidi faze-lo de forma simbólica, considerando que o ‘universo humano é cercado de metáforas, símbolos, abstrações, enfim representações cheias de significados’. Por essa razão a bicicleta foi tomada, de forma metafórica, como veículo narrativo deste livro. Porém, antes de começarmos a pedalar, falarei um pouco de onde surgiu essa ideia.”

Assim, o autor começa a discorrer sobre as dificuldades percorridas até alcançar as alegrias dos dias de hoje.

“Sucesso é algo bem diferente de sorte. um é o resultado de uma construção, outro é o de um acaso. Sorte é ganhar a bicicleta num sorteio, sucesso é construir uma bicicleta sem nenhum recurso. (…) Portanto, empreender exige, antes de tudo, abdicar da estabilidade, dar lugar à incerteza, ano novo, e a encarar as adversidades como se fôssemos um menino que monta sua própria bicicleta e descobre que na verdade isso é só o começo. Depois dela pronta, ele ainda precisa aprender a andar.”

Deivison Pedroza é um homem determinado que superou as adversidades para alcançar seus objetivos e fez de cada experiência vivida um importante aprendizado. O vídeo de maior sucesso nos últimos anos, Sonhos – O que você quer ser quando crescer, de sua autoria, também é uma alusão a essa sua busca pelo sucesso. Vale a pena seguir essa história que ainda tem muitas páginas para serem escritas.

Confira aqui todas as fotos do lançamento.

Compre aqui o livro Sobre Bicicletas e Sucesso

Passo a passo e 4 dicas para conseguir sua certificação internacional

Pensando nisso, elaboramos um passo a passo e também quatro dicas infalíveis para você conseguir uma certificação da Norma ISO para o seu negócio. Confira a seguir tudo o que você precisa saber.

O que é uma certificação?

É uma certificação funciona como um reconhecimento, conferido por uma organização independente e habilitada. A empresa é avaliada quanto aos requisitos técnicos para obter uma certificação em determinado processo, produto ou ação.

O que é a ISO?

Criada em 1947 na Suíça a ISO – International Organization for Standardization ou em português, Organização Internacional para Padronização, tem como principal objetivo aprovar normas internacionais em todos os campos técnicos. Tais como: normas técnicas, classificações de países, normas de procedimentos e processos, para que assim, empresas do mundo todo possam trabalhar com um padrão reconhecido mundialmente e fazer negócios sem problemas. Visto que ambas seguem os padrões internacionais exigido pela norma.

Existe ISO no Brasil?

No Brasil, a aplicação e certificações da norma ISO são feitas pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. Dentre as certificação mais conhecidas e aplicadas no Brasil estão as normas: ISO 9000 / ISO 9001/ ISO 14000 / ISO 14064 / ISO 14000 / ISO 14064.

Como obter uma certificação ISO?

Para ser certificado, é preciso atender às exigências de cada norma durante o processo de auditoria. Porém, para que isso aconteça, muitas vezes são necessárias diversas adequações e eliminação de não-conformidades em diferentes processos da empresa. Para tornar o processo mais simples, aqui vai um passo a passo completo para sua empresa conseguir alcançar a certificação ISO.

Existem diversas certificações, como por exemplo, para a gestão da qualidade, segurança de alimentos, meio ambiente, responsabilidade social, segurança e saúde no trabalho e muitas outras. É importante que seja feita uma certificação, por vez, a fim de evitar problemas no cumprimento das exigências e a organização não ficar perdida com as ações corretivas necessárias para que a auditoria ocorra com tranquilidade.

Para escolher a certificação, é importante que seja feito mapeamento interno da organização, definido o que seria mais estratégico para obter um reconhecimento internacional. Por isso, alinhamento deve estar em conformidade com os objetivos organizacionais, tais como a missão, valores e a visão.

Após a definição da norma para certificação, é necessário identificar quais serão as áreas afetadas e que precisarão realizar mudanças, visando melhorias para atender aos requisitos da certificação. Saiba que é possível reduzir tempo e recurso para alcançar a sua certificação.

Formação de uma equipe focada na gestão da certificação

O terceiro passo é formar uma equipe com membros de diferentes áreas da organização, principalmente, àquelas relacionadas diretamente ao processo da certificação. Toda a organização deverá canalizar seus esforços na adequação dos processos interno, exigidas pela norma para a certificação. Não existe um número certo de colaboradores para compor esta equipe. Porém, é necessário lembrar que são grandes os esforços, além de necessários para ser uma empresa certificada. Portanto, quanto mais estratégico e focado for o time, melhor e mais próximo da certificação, você chegará.

Mapeamento dos processos

Agora, está na hora de mapear todos os processos, de todas as áreas que deverão passar pela auditoria. Não importa qual o tamanho e o impacto do processo. Todos devem ser mapeados e, cautelosamente descritos, para que possam ser acompanhados e analisados visando melhorias. Leia o nosso e-book e entenda melhor como funciona a relacao entre certificação ISO 9001 e aqualidade dos seus produtos e serviços.

Identifique as  não conformidades

Após mapear todos os processos é importante identificar as etapas que apresentam não-conformidades com os requisitos legais aplicáveis ao negócio ou que não atenda às exigências das normas ISO. Fique atento, pois este é um dos passos mais importantes e que poderá ser decisivo na hora de obter a certificação. Todos os detalhes devem ser analisados, bem como as consequências  quando as não-conformidades não são tratadas. Para isso, ajudar no monitoramento de não-conformidades, a Verde Ghaia, possui o módulo LIRA, muito útil no processo de certificação.

Elabore um plano de ação para as não-conformidades

Após a identificação é fundamental montar um plano de ação para corrigir todas as falhas que geram as não conformidades. Trace objetivos claros e tenha diferentes estratégias para a implementação de melhorias. Além disso, insira as possíveis correções para as NC e o tratamento de não conformidade no módulo LIRA do SOGI.

Analise os resultados obtidos

A mensuração de resultado garante que o plano de ação seja realmente eficiente e que resolva todos os problemas relacionados às consequências das não conformidades apontadas. Fique atento para garantir que todos os problemas foram mesmo resolvidos e/ou se ainda existem pendências que podem causar problemas.

Realize auditorias internas

Antes de realizar a auditoria para a certificação, é importante pedir à equipe, que realize auditorias internas. Salienta-se que essa auditoria seja fidedigna à realidade da organização. Pois, após a auditoria interna, ainda é possível tratar as Não Conformidades antes da auditoria com os Órgãos Certificadores. Portanto, é fundamental que você faça anotações para apontar resultados, gerar relatórios e compartilhar com todos os envolvidos, pois a partir de então, iniciam-se as mudanças necessárias exigidas pela Norma ISO.

Processo de melhoria contínua

Após todo o processo de certificação, a organização deve se certificar se os processos ainda estão sendo seguidos de maneira completa, a fim de atingir o processo de melhoria contínua, nas diferentes áreas da organização.

Dicas para a certificação internacional

Embora o processo de certificação pareça ser complexo, a organização pode realizá-lo com tranquilidade, visto que, a complexidade se dá mais ao campo da cultura organizacional do que processual. Por isso, reunimos algumas dicas que podem ajudar no momento da implementação ou da recertificação:

Dica 1: Tenha uma consultoria para obter a sua certificação

Obter uma certificação internacional, em qualquer uma das áreas, exige conhecimentos específicos e o envolvimento de profissionais que sejam especialistas na área. Por isso, contar com uma assessoria, online ou presencial, faz com que o processo seja feito com mais consistência e que a certificação venha de fato, tornando o processo mais otimizado e menos custoso.

Portanto, contratar empresas com renome é uma forma de garantir resultados. No Brasil há um grande número de consultores autônomos, que infelizmente, não oferece os mesmos benefícios que uma empresa especializada. Sendo assim, avalie bem os pós e o contra ao contratar os serviços de consultoria.

Dica 2: Escolha o momento certo para se certificar

Qual o momento certo para se certificar? Não há como definir o momento certo, mas a organização pode traçar planos, conforme o seu planejamento estratégico. Embora seja comum, as organizações buscarem pela certificação apenas quando precisam ter a vantagem competitiva. Fique atento, seja uma empresa certificada e que esteja entre os principais players do setor, com referência em processos e ações de qualidade, mantendo os padrões internacionais e em constante melhoria contínua.

Dica 3: Não deixe de fazer a migração da sua certificação

Quem já obteve a certificação, precisa se (re) certificar, pois a norma ISO 9001 e 14001 passaram por atualizações. Muitas organizações precisam realizar a migração das certificações, padronizando seus processos de acordo com as exigências mais recentes. Uma assessoria também pode auxiliar neste processo de maneira mais assertiva.

Dica 4: Olhe para o seu setor

Na hora de se certificar faça um estudo e identifique quais são as principais certificações que os concorrentes possuem, ou qual certificação poderá fazer seu negócio se sobressair em relação aos demais.

Agora que você já tem uma boa ideia do processo de certificação da Norma ISO, é importante partir para ação e enxergar na certificação uma oportunidade de elevar seus processos aos mais rigorosos padrões internacionais de qualidade, gestão do meio ambiente, responsabilidade social, segurança e saúde no trabalho.

Conte com o Grupo Verde Ghaia para fazer parte desse sucesso! Temos experiência no mercado, com mais de 20 anos de atuação, atendendo mais de 2.300 clientes de grande e médio porte, nacionais e internacionais.

E, se você é uma empresa micro ou pequena, temos serviços especializados com a mesma qualidade e que cabem no seu orçamento. Queremos te ajudar a crescer e se tornar competitivo no mercado globalizado.

Fale com a gente!!

Compliance: por que devo estar em conformidade com a lei?

Você sabe o que é compliance? Este termo está diretamente ligado à como a empresa está em conformidade com a lei e também quais são as ações preventivas e de resolução na hora de coibir uma possível transgressão ou não conformidade.

Para entender um pouco mais de como funciona este processo e as consequências das empresas que se omitirem diante das não conformidades, este guia vai ajudar com todos os detalhes necessários. Confira a seguir:

 

O que é compliance?

O termo compliance é uma palavra de origem Inglesa “to comply”, que significa agir de acordo com uma regra, uma instrução interna, um comando ou um pedido. Logo, No âmbito corporativo, o compliance é formado por um conjunto de regras e normas legais que regulamentam as políticas e diretrizes internas de uma organização, bem como as ações e planos para não conformidades identificadas no negócio.

O que é conformidade?

A conformidade está intimamente ligada ao compliance, pois é o ato de combinar crenças, atitudes e comportamentos, de modo que estejam alinhados às normas e às leis estabelecidas internamente ou por terceiros. Em suma, estar em Conformidade Legal, significa atender aos requisitos legais e leis estabelecidas pelos Órgãos públicos internacionais ou nacionais. Por que preciso estar em conformidade com a leiEstar em conformidade com a lei confere à organização diversas vantagens competitivas e estratégias, algumas delas são:

Evitar problemas com órgãos públicos

Entre as consequências, da não-conformidade, estão multas, sanções, processos e até mesmo interdições. Por isso, para evitar problemas com órgãos público é preciso estabelecer ações concretas para um compliance eficiente dentro da sua organização.

Maior qualidade dos produtos e serviços

Quando se está em conformidade com os requisitos legais e também normas internacionais, os produtos e serviços da organização atendem aos padrões internacionais de qualidade. Isso significa, aumento de confiança do consumidor, melhoria nas vendas e ainda, diminuição de perdas durante a produção, quando estas estão relacionadas ao atendimento dos padrões de qualidade, ISO 9001.

Padronização de documentos e processos

A padronização de documentos e processos, permitem que todas organização produza materiais que possam ser lidos e utilizados, sem que hajam problemas de comunicação entre as áreas, que podem resultar em retrabalho ou problemas no relacionamento com stakeholders.

 

Diminuição de prejuízos financeiros

Com os processos de qualidade, segurança do trabalho e os demais processos atendendo às conformidades legais, retrabalhos, indenização para clientes e multas são somente algumas situações que diminuem, consequentemente, o gasto da organização devido às não conformidades. Neste processo, as organizações devem se ater, pois, todo o ganho gera maior lucro, garantindo a organização, maior poder de crescimento em tamanho e competitividade.

Fortalecimento da imagem e reputação da empresa no mercado

Ao estar em conformidade com a lei, as organizações passam a ser vistas pelo público como transparentes, o que aumenta a reputação da empresa, ajudando na construção de imagem sólida, perante aos seus consumidores.

É importante lembrar, neste quesito, que um estudo divulgado pela Edelman Significa, em 2017, chamado de Trustbarometer, mostrou que os consumidores estão dispostos a pagar até 30% a mais por produtos de empresas que se preocupam com causas e que sejam transparentes quanto às suas atividades.

 

Acesso aos melhores fornecedores do mercado

Toda empresa precisa contar com fornecedores de qualidade para garantir que a produção de produtos e/ou serviços sejam feitos, visando sempre a excelência e o processo de melhoria contínua. Ao estar em conformidade com lei, é possível fazer negócio com fornecedores que também tenham tal preocupação e que possam oferecer sempre produtos e/ou serviços de qualidade e uma relação transparente com o negócio.

Como eu posso monitorar as não conformidades?

Grande parte das empresas não estão em conformidade com os requisitos legais, devido ao complexo sistema legal do país, que acarreta o não conhecimento e, consequentemente, o descumprimento de leis. Mas então, como monitorar as não conformidades? É nesta etapa que o compliance ajuda no mapeamento de todas os aspectos legais e normativos que podem impactar o negócio, bem como na execução de planos de ação, que contribuem no monitoramento todas normas em vigor, possíveis atualizações de lei e também o surgimento de novas.

Como identificar e tratar as não conformidades do negócio?

Você sabe se a sua empresa está em conformidade? O processo de identificação é a etapa que realmente pode mudar e melhorar a resposta da organização em relação aos problemas de conformidade identificados. Para ajudar neste processo, existem ferramentas e processos que contribuem na identificação e tratamento das não conformidades da sua organização.

  • Identificação da não conformidade: nesta etapa é importante olhar para todos os aspectos do negócio, bem como os seus processos, produção, relacionamento entre as áreas, gastos e todos os demais que podem ajudar na compreensão e identificação de possíveis não conformidades, bem como as suas causas.

  • Tratamento das não conformidades: após a identificação, é necessário utilizar as ferramentas e processos que possam sanar as não conformidades. O passo a passo para este tratamento é configurado por:

 

Análise crítica da não conformidade

Nesta etapa é importante classificar o nível de gravidade da não-conformidade. Uma vez que, essa classificação dependerá deste nível de gravidade, assim como o nível de consequências que ela poderá causar.

Determinar as causas da não conformidade

Saber de onde está vindo a falha no processo é fundamental para sua correção. É nesta etapa que reside a grande dificuldade das organizações. Por isso, é necessário trabalhar com afinco no diagnóstico da causa real do problema. E não se esqueça de incluir até os menores dos problemas.

Avaliação de possíveis soluções para o negócio

Com possíveis solução para sanar a não conformidade, é necessário desenhar um plano de ação com objetivos e estratégias claras.

Implantação de uma plano de ação

Com o plano de ação em mãos, está na hora de resolver a não conformidade, bem como suas causas primárias.

Através do compliance, a identificação e o tratamento correto das não conformidades, é possível saber como a empresa está e também apontar resoluções para os problemas que possam agravar e impedir o crescimento do negócio.

Conheça o Livro “Auditoria de Conformidade Legal: Compliance ambiental na prática” da Verde Ghaia.

 

SOGI – Software da Verde Ghaia para o Levantamento e Controle de Leis

Requisitos Legais é um conjunto de leis, normas e regras das legislações ambientais, trabalhistas, corporativas, dentre outras, que estão previstos na Constituição Brasileira e podem afetar o negócio. Mas, como monitorar tanta lei? Quais leis são aplicáveis ao seu negócio?

 

O que são requisitos legais?

Independentemente do setor, as empresas possuem riscos legais que devem ser gerenciados para evitar crises e não conformidades com a lei. Pensando nisso, há quase 20 anos, a Verde Ghaia lançou o SOGI – software para o levantamento e controle de leis da sua organização.

A importância de realizar o levantamento e gerenciamento de requisitos legais, vai muito além das certificações, visto que poderá influenciar até o capital de marca da organização. Isto que dizer que, quando a sua organização têm problemas com atendimento às leis, significa que você poderá perder recursos e, principalmente, a reputação do seu negócio.

Quais são as consequências de não gerenciar ou cumprir os requisitos legais?

As consequências de não estar em conformidade com a lei vão das mais leves às mais severas. Dentre elas, podemos citar, por exemplo, a dificuldade de fazer negócios com outras empresas ou prestar serviços, sanções, multas, proibição de atuação ou até mesmo interdição completa da produção/empreendimento. Todas as penalidades acarretam custos para a organização e devem ser evitados, a fim de garantir a melhoria contínua no processo e evitar perda de mercado.

Como estar em conformidade com os requisitos legais? E por que atender os requisitos das Normas Internacionais?

As normas internacionais foram criadas com o objetivo de ajudar as empresas a estarem em conformidade com os mais desafiadores e excelentes padrões de qualidade, no qual se incluem gestão de pessoas, meio ambiente e muito mais. Para você entender melhor como elas funcionam é preciso conhecer o objetivo de cada uma.

 

software de gestão da Verde Ghaia, SOGI, permite o completo gerenciamento dos requisitos legais da organização, independentemente do porte ou setor de atuação. A tecnologia é adaptada à todas as exigências feitas nas normas internacionais:  ISO 9001, OHSAS 18001, SA 8000/NBR 16001, ISO 50001, ISO 22000.

Além disso, o software de gestão da Verde Ghaia permite que planos de ação sejam traçados para que as exigências sejam alcançadas de maneira estratégica e completa, permeando em todos os setores da organização.

 

  1. ISO 9001

A ISO 9001 é uma norma internacional que diz respeito à Gestão da Qualidade dentro das empresas. Entre suas exigências estão a definição de requisitos para gerenciamento de processos, estabelecendo compromissos com a melhoria contínua.

  1. ISO 45001: 2018 (OHSAS 18001)

A ISO 45001 é uma certificação internacional para a implantação de um Sistema de Gestão da Saúde e Segurança Ocupacional, que contempla a avaliação dos perigos e riscos que os colaboradores são expostos, ao longo da cadeia produtiva, estabelecendo assim, medidas para prevenção de acidentes.

  1. SA 8000/NBR 16001

A norma SA 8000/NBR 16001 diz respeito as ações de responsabilidade social da organização. E através dela, se estabelece exigências para garantir que todos os processos da organização sejam desempenhados com transparência e segurança financeira para o negócio não sofrer prejuízos de imagem, reputação e finanças.

  1. ISO 50001

A ISO 50001 é uma norma criada para certificar empresas que gerenciam o SG de energia, de modo completo e eficiente em todas as etapas produtivas e administrativas da empresa. Entre os objetivos dessa norma, há um com maior destaque: melhorar o desempenho energético, incluindo a eficiência energética, o uso e o consumo de energia.

  1. ISO 22000

A norma ISO 22000 é voltada para a indústria alimentícia, pois está ligada ao processo e gestão da segurança de alimentos. Essa norma pode ser aplicada em toda a cadeia de fornecedores e produtores de alimentos, permitindo que sejam identificados e corrigidos problemas relacionados à segurança dos alimentos.

 

Como o SOGI – Software da Verde Ghaia ajuda na obtenção de certificações?

Por meio dos módulos do SOGI, você pode fazer a gestão de requisitos legais, auditorias, documentos internos e fornecedores em consonância com as normas internacionais, já citadas anteriormente. O SOGI oferece vários módulos que podem ser utilizados em conjunto, de modo que você monitore e gerencie o seu sistema de gestão integrado. Conheça abaixo alguns dos Módulos mais utilizados.

1. Módulo LIRA

Este módulo faz o monitoramento dos requisitos legais aplicáveis à sua organização e também o gerenciamento de planos de ações, visando a melhoria no atendimento desses requisitos. E ainda, o módulo LIRA lista todos os requisitos aplicáveis, para que você tenha uma ampla visão do processo.

2. Módulo Auditoria

O Módulo Auditoria permite que você programe e realize auditorias internas e externas; e ainda gere relatórios com todas as informações e comparativos dos processos, procedimentos da sua organização.

3. Módulo Gaia

Este módulo é voltado para o gerenciamento de todos os aspectos ambientais da sua empresa. Permite o registro e a avaliação dos impactos e, também, a criação de planos de ação voltados para melhoria e adaptação às exigências.

4. Módulo PRSSO

O Módulo PRSSO avalia e gerencia todos os perigos voltados para a segurança e saúde no ambiente de trabalho. Nesse módulo é permitido também o registro e a avaliação de todos os riscos, bem como a criação de planos de ação voltados para melhoria e adaptação as exigências.

5. Módulo TNC

Este módulo permite o tratamento e ação sob todas as não conformidades identificadas na organização. Criar e gerenciar planos de ação voltados para o processo de melhoria contínua, identificar causas das não conformidades e também a avaliação de eficácia das ações implementadas. Todas são funções estratégicas do Módulo TNC.

6. Módulo Riscos do Negócio

No Módulo Riscos do Negócio, você conhece todas as consequências, como sanções, multas, interdições e processos que podem ser aplicados ao seu negócio, em caso de não conformidade com os requisitos legais.

Agora que você assimilou o que são requisitos legais e o que algumas das normas propõe, é possível entender a importância do levantamento e gerenciamento de requisitos legais, bem como os impactos que podem gerar para a sua empresa.

O SOGI – Software da Verde Ghaia, além de ajudar neste processo permite que também seja feita a manutenção dos requisitos que já estão em Conformidade Legal, para que as mudanças e exigências das Normas ISO sejam sempre seguidas em todos os processos da sua organização. Conheça a vantagem de ter um Software como o SOGI

Livro de Deivison Pedroza é lançado no II Fórum CEO Brasil

O CEO da Verde Ghaia, Deivison Pedroza, e sua esposa, participaram da segunda edição do CEO Brasil, Fórum de conteúdo e networking mais importante do mercado. O evento realizou-se entre os dias 7 e 10 de setembro, em um resort localizado no município de Mata de São João (BA).

Em ambiente informal, cerca de 150 CEOs de empresas brasileiras e multinacionais, tiveram dias intensos compostos por atividades interativas e palestras. Esta última foi marcada por nomes importantes, como:

  • Luis Gutiérrez, CEO do grupo BB Mapfre
  • Rodrigo Galvão, CEO da Oracle
  • Marco Stefanini, fundador da Stefanini
  • Jorge Gerdau, chairman do grupo Gerdau
  • Sonia Hess, WP, fundadora da Dudalina
  • Maria Helena Johannpeter, fundadora da Parceiros Voluntários

Confira mais informações sobre o evento no site da organizadora: Experience Club

Veja reportagem sobre o evento: REDE TV

Grande parte das palestras realizadas durante o II Fórum CEO Brasil tiveram uma mesma premissa: Inovação. Um dos destaque também foi a palestra de Murilo Gun. O professor de criatividade, comediante, palestrante, deu um show de simplicidade e mostrou como a criatividade pode ser uma grande solucionadora de problemas.

Lançamento do livro Sobre Bicicletas e Sucesso

Outro momento importante deste evento foi o lançamento do livro Sobre Bicicletas e Sucesso – Como o sonho de ter uma bicicleta me levou ao sucesso, de Deivison Pedroza. Todos os participantes do evento receberam um exemplar e poderão conhecer um pouco mais sobre a vida do CEO da Verde Ghaia.

“A bicicleta foi um objeto muito importante na minha história, mas hoje sei que mais importante que ela, foram as experiências que vivi para obtê-la. Por isso, ao descrever essas experiências, decidi faze-lo de forma simbólica, considerando que o universo humano é cercado por metáforas, símbolos, abstrações, enfim representações cheias de significados.” – Deivison Pedroza.

Verde Ghaia

Estar neste evento, mais uma vez vai de encontro com os valores da Verde Ghaia. Ano passado o tema foi Responsabilidade Social e este ano Inovação, duas frentes em que a empresa é 100% engajada. Conheça algumas ações adotadas pela empresa na área de inovação:

  • Investimento em equipe de desenvolvedores;
  • patrocínio à Startup, sendo ela a mais premiada dos últimos tempos: VG Resíduos;
  • Mini-palestras quinzenalmente para colaboradores sobre Metodologias ágeis e outras frentes inovadoras
  • Investimento em diversos softwares para otimizar o trabalho das equipes;
  • entre outros.

“Estar presente em eventos como este, traz novas perspectivas de melhorias e a certeza de que estamos no caminho certo”, comenta Deivison Pedroza.

 

Como e por que fazer a integração dos sistemas de gestão das Normas ISO?

O que significa integração dos sistemas de gestão das normas ISO?

Com os desafios na integração dos sistemas de gestão nas empresas, muitas normas ISO surgiram e com elas as diversas exigências para conseguir as certificações.
Hoje, você vai entender tudo sobre a integração de gestão das normas ISO. Mas antes, vamos entender um pouco mais sobre o que cada norma, que fazem parte dos sistemas de gestão – ISO, dizem sobre o seu negócio.

a integração do sistema de gestão

 

O que é ISO 9001?

A ISO 9001 é a norma que certifica os SQG – Sistemas de Gestão da Qualidade. Ela define quais são os requistos necessários para a implantação do sistema. Além disso, ela também possui ferramentas de padronização e é um modelo para a implantação da Gestão da Qualidade.

O que é ISO 14001?

A norma ISO 14001 foi criada para identificar, priorizar e gerenciar todos os riscos ambientais do negócio, como parte de suas práticas usuais. Implantar o sistema de gestão ambiental traz vantagens para organizações. Isso porque, as questões ambientes passam a ter mais relevância para as empresas e que por sua vez, passam a gerir melhor os riscos dos empreendimentos, prevenindo danos ambientais.

O que é ISO 45001?

A ISO 45001, publicada em 2018, tem como objetivo a gestão da saúde ocupacional dos colaboradores, como por exemplo a redução de lesões e doenças ocupacionais. Quanto mais as organizações compreendem os riscos e as oportunidades, mais haverá controle da segurança dos colaboradores.

O que é um Sistema de Gestão Integrada – SGI? E como ele pode te ajudar?

O sistema de gestão SGI (Sistema de Gestão Integrada – SGI) tem como objetivo a implementação de um sistema integrado: gestão da qualidade (ISO 9001), gestão ambiental (ISO 14001) e gestão da segurança e saúde ocupacional (ISO 45001). Juntos, estes três sistemas de gestão fazem com que a empresa controle itens como, por exemplo:

  • A qualidade do produto ou serviço;
  • Satisfação do cliente;
  • Descarte corretamente os resíduos;
  • Eficiência em seus processos;
  • Preocupação com a saúde e segurança dos trabalhadores.

Todos eles possibilitam a realização de um trabalho de sistema de gestão integrado e com foco no processo de melhoria contínua na área de qualidade, meio ambiente, responsabilidade social, segurança e saúde ocupacional do trabalho, segurança da informação, recursos humanos e controle financeiro.

Quais as vantagens de um Sistema de Gestão Integrada – SGI para sua empresa?

Numa visão geral, esta integração é um feito que poucas instituições brasileiras conseguiram alcançar, dado a uma grande lista de requisitos a serem cumpridos. Entretanto, ao buscar por essas mudanças, adequadamente e de acordo com as características, atividades e necessidades de cada organização, haverá uma série de melhorias no de desempenho, de maneira geral. Os benefícios mais observados são:

  • Melhorias a redução de custos;
  • redução de duplicidades;
  • Redução de burocracias;
  • Redução do conflito de sistemas.

É importante ter em mente que, embora as normas aparentam ser específicas para cada empresa, estes processos e normas estão essencialmente alinhados. Isto ocorre, porque suas estruturas são semelhantes no que diz respeito às abordagens para o gerenciamento e monitoramento dos processos internos das organizações.

Porém, existe uma grande dificuldade da integração desses sistemas de gestão, dado a forma, de que os mesmos foram implantados. O sistema ISO foi criado há mais de 20 anos e consequentemente, as novas certificações foram implantadas de forma isolada. Mas, conduzidas por profissionais de diferentes áreas, alocados em diferentes espaços físicos e que trabalham com legislações e regulamentações totalmente diferentes. Contudo, há inúmeras vantagens que podem ajudar o seu negócio a se manter firme no processo de integração dos sistemas de gestão.

a integração do sistema de gestão

  • Diminuição de acidentes de trabalho

No Brasil, cerca de 700 mil pessoas sofrem acidentes de trabalho todos os anos. Pensando nisso, um sistema de gestão que ofereça maneiras efetivas de evitar acidentes, pode poupar aos colaboradores problemas de saúde. E a empresa gastos com desnecessários com a aárea jurídica, bem como a reputação da marca.

  • Redução dos impactos ambientais

Nos dias atuais, percebe-se urgência na resolução de problemas ambientais. Essa postura afetou a maneira das empresas fazerem negócios, por isso, um sistema de gestão integrado faz com que todas as áreas passam a trabalhar em prol de um mesmo objetivo, economizando recursos e aprimorando processos de produção. Com isso, contribui-se para a qualidade do meio ambiente.

  • Economia de insumos e recursos

Com a integração dos processos, é necessário menos esforço de tempo, recursos financeiros e do próprio colaborador para se dar conta dos diversos sistemas de uma empresa. Esta visão holística do processo permite que diferentes desperdícios sejam evitados e que uma cadeia colaborativa seja instituída.

  • Aumento da qualidade de produtos e serviços

O processo de melhoria contínua, além de ajudar em todos os pontos já citados, faz com que a qualidade dos produtos e serviços melhorem. Uma vez que, as práticas permearão todas as etapas do processo produtivo. E ainda, a melhoria contínua não é percebida somente pelos colaboradores, mas também pelos clientes, fornecedores, parceiros e os demais stakeholders da organização, potencializando o desempenho no mercado e se tornando um diferencial para a empresa, o que pode aumentar o seu lucro.

  • Redução de falhas nos processos produtivos e administrativo

 A integração dos sistemas de gestão consegue, por sua vez, diminuir a burocracia. E, com isso, as chances de falha são exponencialmente reduzidas, uma vez que se torna possível a compatibilização dos procedimentos entre si. Isso ocorre principalmente devido à otimização do tempo, ao aperfeiçoamento potencializado pelos treinamentos integrados e à conscientização mais eficiente de todos os envolvidos.

Além disso, é possível prever e administrar os  pontos críticos em cada sistema e ainda, verificar se um procedimento interfere nos demais processos da organização. Sob este aspecto, uma vez que todos os processos são observados de maneira unificada, a tomada de decisão é facilitada, o que ajuda na realização de ajustes, evitando retrabalho. 

  • Padronização e a consistência de processos

A primeira meta de todas as certificações que estão presentes no SGI – Sistema de Gestão Integrada, deve ser padronização dos processos produtivos e administrativos, com o intuito de corresponder às exigências dos diversos sistemas e certificações, simultaneamente. Todos os detalhes precisam ser avaliados em conjunto e, preferencialmente, em um único ambiente, facilitando os procedimentos e as tomadas de decisão.

Como resultado, você poderá dar mais consistência ao trabalho, especialmente se a companhia estiver em crescimento. Mesmo que, não necessariamente, tenha que lidar com a complexidade de um grande processo produtivo ou com diferentes operações, ainda é importante ter processos compreensíveis para médios e pequenos negócios.

  • Mais controle sobre as informações da empresa

Tomar decisões para o negócio sem ter dados concretos ou com base apenas em instinto ou achismo não é positivo. E não deve ser uma prática constante para a organização, independentemente de setor, porte ou outras características.

Qualquer ação empresarial deve ser embasada em evidências e dados qualitativos e quantitativos. Um Sistema de Gestão Integrada – SGI também pode ajudar a obter estas informações de forma rápida e visual.  A principal função do SGI, nesse sentido, é permitir que você acompanhe todos os sistemas de maneira holística, entendendo como eles se relacionam.

  • Otimização de planejamento

 A otimização do planejamento, de maneira integrada, também é possível com um Sistema de Gestão Integrada – SGI. Isso possibilita um melhor aproveitamento do tempo. Para exemplificar, sem este recurso, seria necessário buscar informações em diferentes setores e em diferentes formatos para depois unir tudo em um só planejamento.

E são nesses quesito que, cada vez mais, se faz necessário profissionais de formação multidisciplinar, que possuam uma visão abrangente do todo, assumindo seu papel como agente no processo.  Além disso, o SGI – Sistema de Gestão Integrado é denso e se faz indispensável o  envolvimento da alta direção.

Quais são os desafios do processo de implementação do Sistema de Gestão Integrada – SGI?

Um dos grandes desafios do processo de implantação é atender e garantir sua eficácia, satisfazendo todas as partes interessadas, conforme suas estratégias e planos futuros. Assim, entendendo que cada ambiente, se torna cada vez mais complexo e dinâmico, o meio acaba influenciando as suas principais estratégias.

Existem  ferramentas de gestão integrada que podem ajudar?

Algumas ferramentas de gestão, como o SOGI  – plataforma de Verde Ghaia, são capazes de gerir e monitorar os requisitos legais aplicáveis, mantendo o Sistema de Gestão Integrada – SGI sempre atualizado e em conformidade legal.

Por meio dos diferentes módulos que a plataforma de Verde Ghaia oferece, você pode fazer a gestão de requisitos legais, auditorias, documentos internos e fornecedores. Tudo já de acordo com as normatizações internacionais como a ISO 9001, , ISO 45001, SA 8000/NBR 16001, ISO 50001, ISO 22000. Além disso, recomendamos usar ferramentas de integração, visando traçar planos e estratégias para gerir e erradicar as não conformidades das normas, podendo impedir a certificação da sua empresa.

Hoje, você entendeu um pouco mais sobre os desafios do Sistema de Gestão Integrada – SGI, os benefícios e ferramentas que podem te ajudar. No entanto, para que tudo funcione é necessário que os colaboradores da sua organização se envolvam e estejam abertos às mudanças. Por isso, processos de capacitação, comunicação interna eficiente e ações de engajamento e pertencimento são bons caminhos. Assim, é possível garantir que todos na organização estejam alinhados aos objetivos da integração do SGI.

ISO 50001: 2018 – Mudanças previstas para a nova versão

Tendo a primeira e vigente versão pública em 2011, a ISO 50001 traz requisitos e orientações para um Sistema de Gestão da Energia. Atualmente, esta norma está em processo de revisão, sendo que já foi publicado o DIS (Draft of International Standard) da norma atualizada. Isso quer dizer que ainda podem ocorrer algumas pequenas alterações da versão atual para a final, porém, já é possível entender as principais modificações que ocorrerão nas empresas que buscam essa certificação.

Saiba as principais mudanças previstas para a nova versão.

Para as empresas que já possuem outras certificações como as ISO 9001, 14001, 45001 e 22000 a tendência é de ficar ainda mais fácil a integração dos seus sistemas com a ISO 50001 atualizada. Isso ocorre pois, assim como as demais normas com publicação a partir de 2015, a ISO 50001 seguirá a estrutura de alto nível (HLS). Essa estrutura compartilhada, assim como muitos termos e definições comuns tornam o processo de criação de um sistema de gestão integrado muito mais simples dentro das organizações.

 

ISO 50001

 

Outro benefício proveniente da nova estrutura da norma virá do envolvimento ainda maior da estratégia do negócio junto às atividades relacionadas à melhoria do desempenho energético da empresa. Isso fará com que fiquem ainda mais claros os benefícios não só ambientais, mas econômico/financeiros que a adoção de um Sistema de Gestão de Energia seguindo as diretrizes da 50001 trará para as organizações.

Dessa forma, além da inserção dos itens relacionados ao contexto da organização e suas partes interessadas, as organizações irão trabalhar com:

  • Conceitos de liderança no sistema, garantindo cada vez mais o envolvimento de todos os níveis hierárquicos dentro da empresa na melhoria do desempenho energético e designando as responsabilidades e autoridades para os papeis pertinentes;
  • Mentalidade de risco, garantindo uma postura de prevenir riscos com efeitos adversos e concretizar oportunidades levantadas;
  • Melhoria da comunicação, garantindo, em especial, uma gestão de mudanças sempre que significativa ao sistema de gestão;

dentre outros itens.

Tendo sido votado em novembro/2017, o DIS da ISO 50001:2018 – Sistema de Gerenciamento de Energia já está disponível para aquisição, não havendo ainda data prevista para sua publicação.

Em breve traremos mais informações do conteúdo da norma versão 2018! Para mais informações, acesse o site da ISO https://www.iso.org/iso-50001-energy-management.html e acompanhe esse processo!

E-Books Grátis


Saiba mais


11 Fundamentos para a Excelência na Gestão das Organizações

Ao longo deste post serão abordados alguns fundamentos para a excelência da sua gestão. Podemos destacar alguns Aprendizado Organizacional, Cultura de Inovação, Liderança, Visão de Futuro, Geração de Valor.

Os Fundamentos para a Excelência na Gestão das Organizações

O principal objetivo deste post é promover o entendimento do significado de cada Fundamento aqui descritos. Pois, uma vez abarcada essa compreensão, a adoção dos mesmos acaba sendo uma opção individual. Assim, cada profissional será capaz de compreender os fundamentos e aos poucos incorporá-los em suas atitudes, demonstrando a adoção dos mesmos. Com isso, a organização gradativamente é transformada, devido a mudança de comportamento.

Os Fundamentos para a Excelência na Gestão das Organizações expressam conceitos reconhecidos internacionalmente. Estes, por sua vez, podem ser traduzidos em práticas ou fatores de desempenho encontrados em organizações líderes, de Classe Mundial. Esse comportamento demonstra que há organizações em busca constante de aperfeiçoamento, adaptando-se às mudanças globais.

1ª Lição: Pensamento Sistêmico

O Pensamento Sistêmico é a compreensão das relações de interdependência entre os diversos componentes de uma organização. Bem como, entre a organização e o ambiente externo.

As organizações são constituídas por uma complexa combinação de recursos humanos e organizacionais, cujo desempenho pode afetar, positiva ou negativamente, a organização em seu conjunto. Como sistemas vivos, as organizações precisam aprender a valorizar suas redes formais com clientes, parceiros e fornecedores. Assim como as redes que emergem, espontaneamente, entre seus integrantes e estes com o ambiente externo.

O estabelecimento de redes informais de relacionamentos que as pessoas criam dentro das organizações são fundamentais para o cumprimento de suas tarefas. Assim como, para a disseminação de informações que agregam valor mediante ao compartilhamento dos conteúdos e contextos do conhecimento necessários à decisão. A gestão de redes não se resume à utilização de ferramentas de tecnologia de informação para armazenar e compartilhar informações e conhecimentos. É necessário criar um ambiente propício para a disseminação de conhecimentos e experiências que incluam as redes informais.

O Pensamento Sistêmico é mais facilmente demonstrado e compreendido pelas pessoas de uma organização, quando esta adota um modelo de gestão. E logo em seguida, o dissemina de forma transparente, através do monitoramento por meio de auto-avaliações sucessivas.

2ª Lição: Aprendizado Organizacional

Aprendizado Organizacional é a busca e o alcance de um novo patamar de conhecimento para a organização. Podendo esta ser realizada por meio da percepção, reflexão, avaliação e compartilhamento de experiências. O aprendizado organizacional deve estar internalizado na cultura da empresa, tornando-se parte do trabalho diário em todos os níveis e em quaisquer de suas atividades.

Preservar o conhecimento que a organização tem de si própria, de sua gestão e processos, é fator básico para sua evolução.

A organização deve buscar o conhecimento compartilhado e o aprendizado coletivo. A gestão do conhecimento, apoiada na geração, codificação, disseminação e apropriação de conhecimentos, valoriza e perpetua o capital intelectual.

O aprendizado organizacional incentiva a experimentação, utiliza o erro como instrumento pedagógico, dissemina suas melhores práticas, compartilha informação e conhecimento, além de desenvolver soluções e implementar melhorias e inovações de forma sustentada.

3ª Lição: Cultura de Inovação

Encontramos a Cultura de Inovação quando a organização promove um ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas idéias. E que além disso, permita gerar um diferencial competitivo.

No entanto, para permanecer competitiva, a organização precisa gerar continuamente idéias originais e incorporá-las a seus processos, produtos, serviços e relacionamentos. É importante gerar uma cultura que incentive o desejo de fazer as coisas de maneira diferente. Isso significa, ter a capacidade de entender de forma simples questões complexas, a propensão ao risco e a tolerância ao erro bem-intencionado. A promoção da cultura de inovação deve considerar mecanismos que incentivem a geração de idéias com relação a temas de interesse estratégico, tanto de forma espontânea como induzida.

A capacidade de interação com o ambiente externo, assim como, as redes de relacionamentos formais e informais, são também fatores essenciais para a criatividade.

A inovação não se reduz à criação de produtos, serviços, processos ou tecnologias que rompem com a maneira convencional de fazer as coisas. No entanto, ela considera também as mudanças que podem ter impactos abrangentes e duradouros na/para organização.

4ª Lição: Liderança e Constância de Propósitos

Temos a Liderança e a Constância de Propósitos quando encontramos uma atuação de forma aberta, democrática, inspiradora e motivadora das pessoas. Atitudes assim, visam o desenvolvimento da cultura da excelência à promoção de relações de qualidade e à proteção dos interesses das partes interessadas. Os líderes devem atuar como mentores. Precisam ter visão sistêmica e abrangente, ultrapassando as fronteiras da organização e as restrições do curto prazo. Devem possuir também, um comportamento ético e habilidade de negociação, liderando principalmente pelo exemplo.

Nas redes formais, o líder deve estar apto a lidar com negociação, coordenação, supervisão e cobrança das atividades acordadas. Nas redes informais, entretanto, incumbe ao líder promover o conhecimento e os valores da organização, para atuar como guia para as decisões e atividades das pessoas envolvidas.

Desenvolver habilidades para gerenciar a operação de redes é um requisito para o desempenho adequado da liderança.

A participação pessoal dos líderes, empregada de forma ativa e continuada, cria clareza e unidade de propósito na organização. Seu papel inclui a criação de um ambiente propício à inovação e ao aperfeiçoamento constante ao aprendizado organizacional. Considera-se também o aprendizado e o desenvolvimento da capacidade da organização de se antecipar e se adaptar com agilidade às mudanças no seu ecossistema.

A construção de um relacionamento baseado no respeito e confiança mútuos pressupõem um comportamento ético e transparente. Esses princípios devem ser a base de um sistema de governança eficaz e que se aplicam a todos os aspectos do relacionamento com clientes, fornecedores, acionistas ou proprietários, órgãos do governo, sindicatos ou outras partes interessadas.

A ação da liderança deve conduzir ao estabelecimento e manutenção de relações de qualidade com todas as partes interessadas. Dessa forma, obtém-se o comprometimento de todos para concretizar a visão da organização. A identificação dos riscos e oportunidades para a organização, das suas forças e fraquezas, bem como o levantamento e mapeamento dos riscos, buscam minimizar a probabilidade de eventos adversos aos objetivos estratégicos, ampliando assim as chances de sucesso.

Desenvolver as competências do líder nesta área é requisito fundamental para a governança da organização.

5ª Lição: Orientação por Processos e Informações

É compreender e segmentar um conjunto de atividades e processos de uma organização que agreguem valor para as partes interessadas. Sendo que a tomada de decisões e execução de ações devem ter como base a medição e análise do desempenho. Levando-se em consideração as informações disponíveis, além de incluir os riscos identificados.

O funcionamento de uma organização está baseado em um conjunto de atividades transformadoras inter-relacionadas. Assim, para agregar valor ao negócio, é fundamental mapear e padronizar as atividades em processos e conhecer as necessidades e expectativas das partes interessadas. A satisfação das partes interessadas é alcançada pela tradução de suas necessidades e expectativas em requisitos para os produtos e serviços. Bem como, o seu desdobramento para cada processo na cadeia de valor. Isto permite planejar e executar melhor as atividades, pela definição adequada de responsabilidades; uso dos recursos de modo mais eficiente; realização da prevenção e solução de problemas; eliminação de atividades redundantes, a fim de aumentar a produtividade.

Quando o domínio dos processos é pleno, há previsibilidade dos resultados, o que serve de base para a implementação de inovações e melhorias.

A tomada de decisão em todos os níveis da organização, deve se apoiar na análise de fatos, dados e informações dos ambientes, interno e externo. Além disso, deve-se abranger todas as partes interessadas. As medições devem refletir as necessidades e estratégias da organização, fornecendo informações confiáveis sobre processos e resultados.

Para dar eficácia ao processo de tomada de decisões, a organização deve dispor de sistemas estruturados de informação adequados às suas atividades. E deve, também, desenvolver formas de obtenção e uso sistemático de informações comparativas.

6ª Lição: Visão de Futuro

Visão de Futuro é compreender os fatores que afetam a organização, seu ecossistema e o ambiente externo, no curto e no longo prazo, visando à sua perenização. É uma visão do “túnel do tempo”. A organização com visão de futuro, pensa, planeja e aprende estrategicamente, obtendo resultados sustentáveis e de alto desempenho em suas atividades no presente e no futuro.

O planejamento deve ser voltado para o sucesso no longo prazo e para os resultados no presente. Não devendo, no entanto, comprometer o futuro em função de ganhos no curto prazo. Antecipar-se com agilidade e proatividade, além de adaptar-se às novas tendências do ambiente externo às novas necessidades e expectativas das partes interessadas, aos desenvolvimentos tecnológicos, aos requisitos legais, às mudanças estratégicas dos concorrentes e às necessidades da sociedade, é essencial ao sucesso de uma organização.

Refletir sobre o passado ao mesmo tempo em que se analisa o presente e se projeta o futuro, é realizar a “união dos tempos”. Isso promoverá um transitar seguro ao longo do “túnel do tempo”.

7ª Lição: Geração de Valor

Gerar Valor é alcançar resultados consistentes, assegurando a perenidade da organização pelo aumento de valor tangível e intangível. Desse modo, sustenta-se todas as partes interessadas. Gerar valor para todas as partes interessadas visa aprimorar relações de qualidade e assegurar o desenvolvimento da organização.

A organização que age desta forma, enfatiza o acompanhamento dos resultados em relação às metas. A comparação destas com referenciais pertinentes e o monitoramento da satisfação de todas as partes interessadas, obtém-se sucesso de forma sustentada e adicionada a geração de valor, para todas elas.

A geração de valor, depende cada vez mais, dos ativos intangíveis, que atualmente representam a maior parte do valor das organizações. Além disso, o conhecimento tácito, oriundo do trabalho, em redes formais e informais, também deve ser considerado.

8ª Lição: Valorização das Pessoas

Percebemos a valorização das pessoas quando encontramos a criação das condições necessárias para que elas se realizem profissional e humanamente, maximizando seu desempenho por meio do comprometimento, do desenvolvimento de competências e de espaços para empreender. O sucesso das organizações depende cada vez mais, das oportunidades de aprendizado das pessoas que as integram e de um ambiente favorável ao desenvolvimento de suas potencialidades.

Valorizar pessoas, significa assegurar seu desenvolvimento, bem-estar e satisfação. E assim, criando práticas mais flexíveis e produtivas para atrair e reter talentos, bem como, um clima organizacional participativo e agradável, propiciando um alto desempenho pessoal e organizacional.

Criar uma cultura flexível e estimulante ao conhecimento, disseminar os valores e crenças da organização e assegurar um fluxo aberto e contínuo de informações, são fundamentais para que as pessoas se auto motivem e atuem com autonomia. Para assegurar a motivação e o comprometimento das pessoas mais talentosas, incumbidas de criar e disseminar o conhecimento, dentro e fora da organização, é necessário dar-lhes livre acesso às suas redes internas e externas de relacionamentos.

9ª Lição: Conhecimento sobre o Cliente e o Mercado

O conhecimento e entendimento do cliente e do mercado, visando à criação de valor de forma sustentada para o cliente e conseqüentemente gerar maior competitividade no mercado. A organização com foco no cliente, além de conhecer suas necessidades atuais e se antecipar às expectativas, procede da mesma forma em relação às necessidades e expectativas dos clientes e mercados potenciais. Busca-se assim, estabelecer relações duradouras e de qualidade. E, quando essas necessidades estão claras, para toda a organização e não somente para as áreas diretamente envolvidas com os clientes, é possível desenvolver e oferecer produtos ou serviços diferenciados que irão satisfazer os clientes do mercado atual. E em alguns casos, atingir novos segmentos.

Dessa forma, a organização deve estar atenta ao seu relacionamento com os clientes e a todas as características e atributos do produto ou serviço. Pois, são eles que adicionam valor aos mesmos, intensificam sua satisfação, determinam suas preferências e os tornam fiéis à marca, ao produto ou à organização.

Organizações focadas no cliente também buscam identificar as características e atributos que diferenciam seu produto ou serviço daquele oferecido pela concorrência. O foco no mercado mantém a organização atenta às mudanças que ocorrem à sua volta, principalmente quanto aos concorrentes e à movimentação dos clientes em relação às novas demandas e necessidades.

A promoção da satisfação do cliente e a conquista de sua fidelidade, por meio do estabelecimento de relações duradouras, é a diferenciação em relação à concorrência. São portanto, fatores fundamentais para o aumento da competitividade da organização, configurando-se como uma questão estratégica.

10ª Lição: Desenvolvimento de Parcerias

Desenvolver atividades em conjunto com outras organizações, a partir da plena utilização das competências essenciais, visam benefícios para ambas as partes. As organizações modernas reconhecem que no mundo de hoje – de mudanças constantes e aumento da demanda – o sucesso pode depender das parcerias que elas irão desenvolver. Essas organizações procuram desenvolver maior interação, relacionamento e atividades compartilhadas com outras organizações. De modo que, seja permitido a entrega de valor agregado às suas partes interessadas, por meio da otimização das suas competências essenciais.

Essas parcerias podem ser com clientes, fornecedores, organizações de cunho social, ou mesmo com competidores, e são baseadas em benefícios mútuos claramente identificados. O trabalho conjunto dos parceiros, apoiado nas competências, conhecimento e recursos comuns, assim como, o relacionamento baseado em confiança mútua, respeito e abertura, facilitam o alcance dos objetivos.

As parcerias são usualmente estabelecidas para atingir um objetivo estratégico ou entrega de um produto ou serviço. Desta forma, são formalizadas por um determinado período que envolve a negociação e o claro entendimento das funções de cada parte. Bem como, os benefícios decorrentes para ambas as partes.

11ª Lição: Responsabilidade Social

Responsabilidade Social é a atuação que se define pela relação ética e transparente da organização com todos os públicos com os quais se relaciona. Estando voltada para o desenvolvimento sustentável da sociedade, a preservação de recursos ambientais e culturais para gerações futuras; respeito à diversidade e promoção da redução das desigualdades sociais como parte integrante da estratégia da organização.

A responsabilidade social pressupõe o reconhecimento da sociedade como parte integrante do ecossistema da organização. Observando esta com necessidades e expectativas que precisam ser identificadas, compreendidas e atendidas. Trata-se do exercício constante da consciência moral e cívica da organização, advinda da ampla compreensão de seu papel no desenvolvimento da sociedade.

O respeito à individualidade, ao sentimento coletivo e à liberdade de associação, assim como, a adoção de políticas não-discriminatórias e de proteção das minorias, são regras básicas nas relações da organização com as pessoas. A organização deve buscar o desenvolvimento sustentável; identificar os impactos na sociedade que possam decorrer de suas instalações, processos, produtos e serviços. Além de executar ações preventivas para eliminar ou minimizar esses impactos em todo o ciclo de vida das instalações, produtos e serviços.

Conclusão

Adicionalmente, busca preservar os ecossistemas naturais, conservar os recursos não-renováveis e racionalizar o uso dos recursos renováveis. Além do atendimento e da superação dos requisitos legais e regulamentares associados aos seus produtos, serviços, processos e instalações. O exercício da cidadania pressupõe o apoio às ações de interesse social e pode incluir:

Educação
Assistência Comunitária
Promoção da Cultura, do Esporte e do Lazer
Participação no Desenvolvimento Nacional, Regional ou Setorial.

A liderança na cidadania implica influenciar outras organizações, públicas ou privadas, a se tornarem parceiras nestes propósitos e, também, estimular as pessoas a se engajarem em atividades sociais.

Você sabe mensurar os riscos e oportunidades na sua organização?

Mensurar riscos e oportunidades ajuda na prevenção de crises e problemas, seja com o consumidor final ou outros públicos de interesse da organização. Mas como mensurar forças e fraquezas?

Para auxiliar no processo de mensuração, a  International Standardization Organization – ISO criou uma série de requisitos para a padronização do sistema de gestão da qualidade, baseando-se na identificação de riscos e oportunidades.

O que é a ISO 9001:2015?

A ISO 9001:2015 é uma das normas presente no Sistema de Gestão da Qualidade – SQG.

A norma é reconhecida internacionalmente. E muito utilizada por empresas que desejam comprovar e certificar a capacidade de oferecer produtos ou serviços que estejam alinhados às necessidades dos consumidores. Além disso, essas empresas cumprem todos os seus requisitos regulatórios necessários.

Destaca-se que as normas ISO são aplicáveis às organizações de qualquer setor, porte, público-alvo ou fornecedora de produtos ou serviços.

Para que serve a ISO 9001:2015?

Planejar sem considerar possíveis riscos e oportunidades não pode ser considerado um planejamento. Uma empresa deve mapear quais são as suas oportunidades, propósitos e os fatores internos e externos que podem impactar o desenvolvimento do negócio como um todo. Neste contexto, a ISO 9001:2015 ajuda as organizações a mensurarem seus riscos e oportunidades de maneira sistêmica. Isto é, as organizações consideram todos aspectos do seu negócio.

Além disso, a certificação ISO 9001:2015 melhora o relacionamento das organizações com os clientes, uma vez que oferecem melhorias concretas no processo de avaliação e conformidade da produção.

A mentalidade de risco

Este é um dos pré-requisitos previstos pela ISO 9001. Ele aborda um conceito que deve estar presente e incorporado em todos os departamentos da organização: a mentalidade de risco. Portanto, utilizar esta norma é um dos meios mais eficientes para abordar a mentalidade de risco. Visto que seu olhar sistêmico permite que nenhum item seja abordado de maneira isolada. Mas sim, focada em uma gestão empresarial, de maneira holística – o que facilita a identificação de riscos e oportunidades.

O gerenciamento de riscos e de oportunidades, presente na ISO 9001:2015, é uma maneira de antever e administrar os efeitos desejáveis, ou não, que podem afligir uma empresa. Afinal, todo planejamento deve ser feito com base nos resultados esperados e também nos possíveis riscos do processo, para que não haja surpresas ou que os resultados fiquem abaixo do esperado. De acordo com a norma, riscos são classificados como efeitos da incerteza e podem ser considerados positivos ou não.

Sendo assim, o risco se traduz na forma como a organização lida com os efeitos que podem ser oriundos de situações fora do padrão determinado ou resultados de um processo.

Os Riscos podem ser evitados

Entre os diversos tipos de riscos existentes em uma organização, alguns exemplos são:

  • Produtos com defeitos entre ao consumidor final;
  • Produtos fora do prazo de validade entregues ao consumidor final;
  • Insatisfação do consumidor em relação a prestação de serviço da empresa;
  • Não cumprimento de padrões e requisitos exigidos por órgãos de fiscalização;
  • Parada forçada de produção por falhas em sistemas, falta de manutenção, queda de energia ou problemas sindicais.

Considerando as Oportunidades para o seu negócio

No entanto, não devemos desconsiderar também as oportunidades. Afinal, quando bem aproveitadas pela organização podem trazer ganhos substanciais. Alguns exemplos de oportunidades que podem ser bem aproveitadas. Por exemplo:

  • Aumento na satisfação do consumidor;
  • Melhorias em produtos ou serviços;
  • Melhorias nas embalagens e apresentações do produto;
  • Aumento de portfólio;
  • Entrada em novos mercados;
  • Melhoria de preços;
  • Melhoria nos prazos de entrega de fornecedores considerados essenciais;
  • Incorporação de novas tecnologias que aceleram e otimizam o processo de produção.

O risco versus a não conformidade

É bem comum que exista alguns desencontros ao mensurar riscos e oportunidades. E um deles, é a confusão de conceitos entre risco e não conformidades. O risco se refere ao levantamento de possíveis situações que possam ocorrer e afetar a organização. O mesmo não pode ser dito sobre a não conformidade que neste caso, a situação já aconteceu. Para exemplificar esta situação, vamos imaginar que a organização identificou o risco de um produto, que apresenta defeitos, devido a problemas na etapa da produção; tal ação pode vir a ocorrer. No caso da não conformidade, o produto já apresentou defeito na etapa de produção.

Riscos e oportunidades: os requisitos

A ISO 9001:2015 determina que ao mapear os riscos e as oportunidades, todos os questionamentos referentes ao contexto de negócio da organização, seus públicos de interesse e setor de atuação, devem ser considerados. Em suma, isto significa que o planejamento estratégico deve ser feito sob uma visão macro, ou seja, sobre todos os pontos que podem afetar os objetivos da organização.

Gestão de Risco e Oportunidades ISO 45001

Mapeamento dos Riscos e Oportunidades

Ainda de acordo com a ISO 9001:2015, a missão de mapear riscos e oportunidades é importante para:

  • Assegurar os objetivos traçados

Traçar objetivos ambiciosos sem antes se programar e identificar riscos e oportunidade. É um tipo de erro que não deve ser cometido. Toda incerteza deve ser identificada e mapeada o mais cedo possível. Existem ferramentas que auxiliam no mapeamento e mensuração de riscos e oportunidades.  Essa pode ser uma solução prática para identificar problemas que ainda não foram considerados relevantes ao longo do planejamento estratégico.

  • Identificar e empoderar os efeitos positivos

Na mensuração de riscos e oportunidades não devemos esperar somente resultados negativos. Existem muitos retornos positivos. Estes podem auxiliar a organização a atingir ou superar os objetivos estabelecidos. Um bom efeito positivo é a identificação de novas fontes de receita. Seja por meio de uma economia feita em uma das etapas de produção ou seja pelo desenvolvimento de um novo produto, por exemplo.

  • Coibir, reduzir e prevenir efeitos negativos

Os efeitos negativos também podem ocorrer, porém, como a melhor maneira de preparar e garantir a eficácia do Sistema de Gestão da Qualidade – SQG. Isso significa trabalhar na identificação e coibir os seus efeitos. É importante ter em mente que não é possível eliminar todos os riscos. Mas, é possível monitorar, no entanto, uma vez que o monitoramente auxilia no processo de contingência, previsto no planejamento estratégico.

Todos os efeitos negativos devem ser analisados de maneira crítica. Somente assim, é viável estabelecer meios para não haver efeitos abaixo do esperado.

Alcançar o processo de melhoria contínua

Não é possível obter o processo de melhoria contínua e um bom Sistema de Gestão da Qualidade – SQG, sem que os riscos e oportunidades que impactam a organização sejam identificados. Ao minimizar os riscos e maximizar as oportunidades, uma organização consegue atingir o processo de melhoria contínua. Prém, a manutenção desse elemento só é possível com o monitoramento das ações já identificadas. Assim, é possível controlar os efeitos negativos e positivos. Uma maneira eficiente para o processo de melhoria, é a execução de tarefas por meio da criação de indicadores.

Ações para apontamento de riscos e oportunidades

O segundo passo, após a identificação dos riscos e oportunidades, bem como os efeitos que eles podem causar, é trabalhar na elaboração de ações. São essas ações, as responsáveis por ajudar no processo de mensuração. A mentalidade de risco exige um processo de reconhecimento, monitoramento e ações, mediante aos riscos levantados. Destaca-se que há ferramentas capazes de ajudar neste processo. Contudo, isso não é algo exigido pela norma.

Após a implementação dos requisitos é fundamental que sejam implementadas ações para abordar e administrar os riscos e oportunidades dos processos da organização. É neste momento que uma boa gestão da qualidade pode ajudar nas ações, cumprindo o objetivo proposto. A ISO 9001:2015 também possui objetivos e normatizações para o sistema de gestão da qualidade. Essa pode ser uma boa opção.

Com as ações elaboradas e implementadas, está na hora de avaliar a real eficácia dessas ações. É preciso entender que este processo está sempre em mudanças, de modo a garantir seu aprimoramento.

Garanta os resultados almejados no planejamento

Ao chegar nesta etapa, significa que todas as outras se demonstraram eficientes e apresentaram os resultados esperados. Entre a elaboração do planejamento, identificação de riscos e oportunidades, elaboração de ações que ajudem no propósito e a mensuração de todo este processo, existe um longo caminho a percorrer. Porém, uma vez com o processo encaminhado, a melhoria contínua se torna muito mais simples.

Mensuração de riscos e oportunidades: uma vantagem estratégica

Não existe somente um método para a mensuração dos riscos e oportunidades de uma organização. É importante entender que a garantia de um bom levantamento de riscos e oportunidades funciona como uma vantagem estratégica para as organizações.

A ISO 9001:2015 não exige informações documentadas para todo o processo de mensuração de riscos e oportunidades. Salienta-se porém, que ao deixar evidente como a organização monitora e age diante dos riscos e oportunidades, este sirva como um ponto positivo no processo de auditoria. Além de garantir que o processo de melhoria contínua ofereça os resultados esperados no curto, médio e longo prazo.

Mesmo que o planejamento estratégico da organização sofra alterações, não será necessário começar tudo do zero.

Portanto, chegou a hora de aplicar o seu conhecimento.
Faça as mensurações dos riscos e oportunidades da sua organização por meio da ISO 9001:2015.
E a partir desses dados, avalie todo o seu processo, visando vantagens competitivas para o negócio.

Blog VG