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Qual o significado de Missão, Visão e Valores para a sua organização?


 

Missão, visão e valores devem ser levados muito a sério pelas organizações, pois a partir dessas definições, o seu Planejamento estratégico sai do papel.

Missão, visão e valores o que é - Qual o significado de Missão, Visão e Valores para a sua organização?

Você já deve ter visto por aí: muitas empresas têm o costume de colocar três elementos em seu website ou até mesmo em plaquinhas nas paredes de seus estabelecimentos onde lemos os dizeres: “Nossa missão”; “Nossa visão“; “Nossos valores”.

Pode ser que alguns sequer tenham prestado atenção a tais dizeres ou se deem conta da tamanha importância deles. Porém, é um engano pensar assim. Mas por que três palavrinhas detêm tanto poder?

Definindo: Missão, Visão e Valores

Antes de tudo, vamos conhecer o significado de cada uma delas no ambiente empresarial.

A Missão equivale à razão de ser de uma empresa, é o propósito de sua existência e praticamente informa quem ela é à primeira vista. É como nosso documento de identidade: sempre que o mostramos a alguém, estamos comprovando quem somos, ali estão informações pessoais e intransferíveis, como nosso nome e nossa data de nascimento. Um documento de identidade informa ao mundo quem somos. E ao tentarmos interpretar a missão de uma empresa, também conseguimos descobrir muito a respeito dela.

Já a Missão dá sentido às ações diárias da empresa; toda tomada de decisão que ocorre dentro dela deve necessariamente estar alinhada à sua missão. O Google, por exemplo, diz que sua missão é “organizar as informações do mundo todo e torná-las acessíveis e úteis em caráter universal ”.

Ora, é inegável que tal missão vem sendo muito bem cumprida, afinal a Google é uma empresa que se tornou referência no que diz respeito ao compartilhamento de informações— a página google.com é nada menos do que o site mais visitado do mundo!

Perceba que o Google se ateve fielmente à sua missão e isto com certeza foi um diferencial para fazer a organização chegar onde chegou.

Missão, visão e valores da empresa - Qual o significado de Missão, Visão e Valores para a sua organização?

Leia sobre Inovação com foco em Sistema de Gestão.

Já a Visão de uma empresa diz respeito ao destino que ela almeja alcançar, ou seja, representa o que ela vislumbra. A Visão de fato se refere ao ato de olhar, é a empresa mirando no horizonte que a aguarda.

A Visão deve ser inspiradora e, se possível, contar com a participação de todos os colaboradores de uma empresa, afinal ela funciona como um sonho, um desejo — e nada mais justo do que incluir o sonho de todos aqueles que estão trabalhando ativamente em prol de uma companhia, não é mesmo? Mas atenção: embora deva ser inspirador, é esperado que tal sonho seja realizável e que cumpra a função de meta, de objetivo. Sabe quando você se pergunta “Onde eu me vejo daqui a dez anos?” e então tenta vislumbrar algo realista? É assim que funciona para uma empresa quando ela define sua Visão.

Por último, vamos aos Valores. Os Valores são os princípios que regem todos os indivíduos que fazem parte de uma organização. São basicamente os parâmetros seguidos por todos para que o ambiente seja íntegro. Os Valores de uma empresa devem ser objetivos, de conhecimento público e obrigatoriamente seguidos por todos que nela trabalham. Ora, se um funcionário não está disposto a agir de acordo com os Valores de determinada empresa, ele certamente não serve para trabalhar ali, não é? Numa comparação rasteira, seria como colocar um vegetariano para atuar num açougue. Não daria certo nunca, não é?

Toda organização precisa inovar, ter qualidade, e buscar por tecnologia!

Micro e pequenas empresas no Brasil tendem a não estabelecer metas e objetivos, e isso resulta em falta de comprometimento para com os colaboradores e clientes, e também resulta na incompreensão da própria importância e capacidade de trazer benefícios ao mundo.

Missão, Visão e Valores do grupo verde ghaia
Grupo Verde Ghaia

Definir esses pontos também é fundamental para determinar o planejamento estratégico de uma empresa, que é a competência responsável por auxiliar gestores a pensar nos aspectos de sua organização no longo prazo.

Mas atenção: não basta apenas criar a Missão, Visão e Valores. É importante que uma empresa revise suas atitudes com frequência para se certificar de que os conceitos das “três palavras mágicas” estão sendo seguidos à risca. Ou até mesmo se elas devem passar por algum tipo de ajuste, afinal o mercado está em constante evolução.

Um dos motivos que faz a Verde Ghaia estar no mercado há vinte anos é sua crença nas tais três palavrinhas responsáveis por orientar toda uma organização. São elas que estabelecem a jornada, o caminho a ser seguido e as maneiras de alcançar o sucesso desejado.

A Verde Ghaia tem plena certeza de que sua Missão, Visão e Valores são fatores determinantes para seu êxito, e assegura para que seus colaboradores abracem a filosofia da empresa e não consideram a Missão, Visão e Valores meros dizeres numa plaquinha. 

Oferecer metodologias e indicadores para a sustentabilidade através de processos cada vez mais rápidos, melhores e mais baratos.

Os princípios do Grupo Verde Ghaia

Qual o significado de Missão, Visão e Valores para a sua organização?

Oferecer metodologias e indicadores para a sustentabilidade através de processos cada vez mais rápidos, melhores e mais baratos.

PROPÓSITO: Prezamos a confiança, simplicidade, transparência e colaboração como questões essenciais nas relações.
INOVAÇÃO: Acreditamos que é sempre possível inovar.
SUSTENTABILIDADE: Entendemos que a sustentabilidade só é possível com o cumprimento da legislação aplicável (compliance).

Até 2022, ser líder em gestão de risco e compliance.


Conheça sobre o Prêmio Compliance Brasil

Prêmio Compliance Brasil possui abrangência nacional e é uma celebração das boas práticas e do controle legal adotados pelas organizações em todo o Brasil.

O Prêmio é uma iniciativa do Grupo Verde Ghaia e está em sua 4ª edição sempre com o objetivo de incentivar as empresas a implementarem práticas sustentáveis em todos os seus processos, valorizando e reconhecendo os projetos que se destacarem através de indicadores e programas de metas.


SOGI: Soluções inteligentes e Metodologias ágeis


 

Imagine que você tenha recebido um convite para um evento muito importante, daqui a alguns meses, no qual precisará se apresentar de maneira adequada, com uma roupa elegante. Então você decide que vai encomendar uma roupa sob medida a um alfaiate.

SOGI: Soluções inteligentes e Metodologias ágeis

Só que o profissional que você encontrou trabalha de um jeito um pouquinho diferente. Ele confere suas medidas no ato da encomenda e aí diz que precisa de seis meses para fazer sua roupa. Como é uma roupa muito especial, você concorda com o prazo. E então o alfaiate se põe a trabalhar, porém, não entra em contato com você nesse ínterim.

Eis que no dia da entrega, já às vésperas do evento, você vai buscar a tão sonhada roupa. Aí experimenta e… Opa… A barra está longa demais. Ih, não está abotoando na barriga, afinal você ganhou uns quilinhos depois daquelas férias na praia… E o tecido não tem um caimento tão bom quanto prometia… Que lástima, não é mesmo?

É lógico que você jamais mandaria fazer uma roupa sob medida em tais condições. Agora vamos transpor a mesma situação para uma empresa. Digamos que essa empresa esteja precisando muito de um software para gerir seus processos. Aí faz a encomenda a uma desenvolvedora. E pronto. Deixa para conferir o resultado só lá na frente, no dia do deadline. Impensável, sem dúvida!

Metodologia Ágil: princípio essencial para o desenvolvimento

SOGI: Soluções inteligentes e Metodologias ágeis

E é exatamente por isso que existem as metodologias ágeis que, sob o conceito da Tecnologia da Informação (TI), são as novas formas de criar programas. É uma abordagem que confere muito mais flexibilidade aos profissionais de TI, pois o planejamento e a execução de todas as rotinas são mais interativos. O contato com o cliente é constante e todas as modificações vão sendo realizadas de acordo com a necessidade. Comparando lá com a nossa história do alfaiate, seria o equivalente às provas de roupa, que vão servindo como referência para que as peças sejam modificadas ao longo do processo e fiquem perfeitas no ato da entrega.

A metodologia ágil é algo tão importante, que foi estruturada em padrões descritos pelo Manifesto Ágil, uma declaração de valores e princípios essenciais para o desenvolvimento de softwares. Ele foi publicado em 2001, em Utah, nos Estados Unidos, e é obra de 17 desenvolvedores que compartilhavam ideais comuns sobre a fluidez do desenvolvimento de programas de computador. O Manifesto Ágil tem sua fundação em quatro valores:

  1. Processos e ferramentas são importantes, mas a interação e comunicação entre indivíduos é mais importante ainda;
  2. Clientes querem um software que funcione, portanto a documentação só é importante se agregar real valor ao processo;
  3. A colaboração com o cliente vai muito além da negociação de contratos, pois é essencial que as decisões sejam tomadas em conjunto;
  4. Responder às mudanças é mais eficaz do que seguir um plano engessado;

A ferramenta SOGI da Verde Ghaia segue exatamente esse princípio.

Inicialmente, foi desenvolvida como uma plataforma de monitoramento de requisitos legais online, e ao longo do tempo foi crescendo de maneira tão plena, que hoje é um software completo de Gestão e Desempenho em Sustentabilidade, e conta com uma série de módulos para atender às necessidades de cada cliente.

Cada módulo foi (e vem sendo) desenvolvido dentro dos princípios das Metodologias Ágeis. O cliente participa ativamente das decisões, e todo o planejamento é adaptativo e comandado por equipes dotadas de conhecimentos multidisciplinares — e também ávida em sua busca contínua por melhorias.

E esse dinamismo, da metodologia ágil, que permite que cada módulo do SOGI seja atualizado constantemente, oferecendo soluções inovadoras e otimizadas.

Basta lembrar que o objetivo principal da ferramenta é monitorar e garantir que clientes cumpram as normas e requisitos legais pertinentes ao seu negócio. O Brasil é notório por sua imensa quantidade de leis — e quase sempre elas sofrem algum tipo de atualização, uma inserção de uma nova portaria ou decreto.

Seria impossível estar em dia, se o sistema SOGI não seguisse os princípios das Metodologias Ágeis. Atualmente, o SOGI conta com 110 mil legislações em seu banco de dados, volume para lá de robusto e que exige muita estrutura (inclusive de armazenamento na nuvem) para funcionar sem falhas. Enfim, o SOGI é basicamente o resumo de tudo o que metodologias ágeis pregam: a necessidade de manter o cliente satisfeito diante de uma entrega contínua de funcionalidades.

E é claro que com toda essa flexibilidade e integração, a entrega de resultados se torna bem mais certeira. O tempo necessário para finalizar qualquer etapa do processo de desenvolvimento de um software fica mais curto, as novas funcionalidades vão surgindo num ciclo dinâmico (deixando o cliente mais satisfeito) e até as relações entre as equipes melhoram, já que a comunicação livre de ruídos é parte importante do processo inteiro. Além disso, a implementação da gestão de risco é intrínseca ao processo, afinal o cliente atuará lado a lado com os desenvolvedores a fim de evitar erros, conferindo assim uma taxa de retorno muito maior.

Embora tenha nascido dois anos antes de o surgimento do Manifesto Ágil, a Verde Ghaia já compreendia de berço que todo o seu esforço deveria se voltar para aquilo que ela considerava mais importante: o cliente.



Verde Ghaia: a influência da marca nos últimos 20 anos


 

A história dos videogames possui dois casos clássicos que ilustram muito bem a importância de se estar atento às tendências tecnológicas no mercado e jamais contar com a vitória certa sobre a concorrência.

Criação do Software para Monitoramento de Requisitos Legais aplicáveis

A primeira delas envolve o Atari 2600, console lançado em 1977 que chegou a vender trinta milhões de unidades em todo o mundo, um número respeitável ainda hoje. O Atari massacrava a concorrência porque oferecia gráficos superiores e, em virtude do hardware mais evoluído, conferia aos desenvolvedores liberdade para criar jogos com visual mais inovador.

Além disso, a Atari Inc conseguiu garantir a exclusividade nos direitos de adaptação dos jogos que atraiam multidões aos fliperamas. A perspectiva de poder jogar Frog ou Space Invaders em casa conquistou milhões de consumidores ávidos. Mas embora a Atari Inc tenha lançado outros modelos de console além do 2600 — tais como o Atari 5200, o Lynx, e o Jaguar —, ela pareceu estacionar no tempo no quesito tecnologia. Sendo assim, quando a Nintendo apresentou o NES (apelidado carinhosamente de “Nintendinho” no Brasil), em 1983, com a novidade dos jogos em 8 bits, a Atari não resistiu ao baque.

A segunda história envolve a própria Nintendo, que já havia derrubado a Atari Inc com tanta destreza lá no início da década de 80. Bem, é óbvio que o NES foi um sucesso, vendendo 62 milhões de unidades em todo o mundo, e um de seus triunfos foi a criação de uma biblioteca de títulos próprios de grande apelo, além de um programa de licenciamento de jogos bastante restritivo à concorrência — um truque que a Atari Inc também já havia utilizado. Só que diferentemente da Atari Inc, a Nintendo foi um pouco mais esperta e continuou inovando. Sua criação seguinte foi o Super Nintendo (SNES), em 1990.

Embora este console competisse acirradamente com o Mega Drive, da SEGA, o SNES ainda foi capaz de sair vencedor da disputa devido a sua capacidade gráfica e de áudio superior à do Mega Drive.

Só que a Nintendo não contava com outro concorrente… A Sony, que com seu moderníssimo Playstation marcou a popularização dos jogos em CD, além de apresentar uma incrível melhoria nos gráficos, universos em três dimensões e a reprodução de mais de 16 milhões de cores. Embora hoje a Nintendo tenha voltado a conquistar uma bela fatia do mercado de games, ela amargou anos difíceis em face à sagacidade da Sony. Já a Atari, pobrezinha…

O que a guerra dos videogames nos ensina?

Que não importa se uma empresa domina o mercado. O sucesso sempre pode ser temporário. Se gestores e equipes não souberem se antecipar em relação à concorrência, qualquer organização pode ser facilmente ultrapassada — e muitas vezes, jamais voltar a se reerguer.

Quando a Verde Ghaia instituiu seu primeiro software com acesso via web, por volta de 2001, já demonstrava uma preocupação em estar à frente do seu tempo. Naquela época, a maioria das empresas ainda seguia um modelo cujo acesso às informações se dava praticamente via intranet. O movimento de acesso online, com todos os dados hospedados em servidores, só passou a ganhar força no mercado geral por volta de 2008.

Em qualquer mercado, esse movimento de pioneirismo é extremamente importante, pois quando determinada empresa mimetiza um movimento inédito de uma pioneira — seja ele a invenção ou mesmo a evolução tecnológica de um produto —, seu movimento acaba soando como mera cópia. Só que em sua essência, a Verde Ghaia sempre foi uma empresa de vanguarda, sempre inovadora.

Porém, diferentemente das gigantes dos videogames, a Verde Ghaia compreendeu que seu sucesso sólido não poderia se transformar num pretexto para desacelerar. Pelo contrário: ela sempre se comprometeu em buscar a inovação constante. A Verde Ghaia sabe que todo gestor deseja respostas rápidas para otimizar as tomadas de decisão, que no meio empresarial tudo precisa ser resolvido habilmente, que as respostas devem vir praticamente em tempo real.

Criação do Software para Monitoramento de Requisitos Legais aplicáveis

Verde Ghaia: a influência da marca nos últimos 20 anos

Quando Deivison Pedroza, CEO da Verde Ghaia, criou o sistema SOGI, primeira plataforma de monitoramento de requisitos legais online, seu intuito inicial era melhorar o processo de monitoramento das legislações federais, estaduais e municipais de seus clientes através de uma solução mais eficiente do que as velhas planilhas Excel. Mas mesmo sendo bem-sucedido em seu plano, Deivison não se escorou no triunfo ou no pioneirismo de sua ferramenta. Atento ao mercado, ele continuou a avaliar as necessidades de seus clientes.

Hoje o SOGI está em sua 8a geração e é um software completo de Gestão e Desempenho em Sustentabilidade. 

Com o SOGI, várias portas se abriram, inclusive internacionais, e diversos serviços começaram a compor o portfólio da Verde Ghaia, que está sempre pensando em melhor atender o cliente. Atualmente, a Verde Ghaia atua não somente no setor de gestão ambiental, mas também no nicho de saúde e segurança ocupacional — que hoje fatura o equivalente ao seu setor de gestor ambiental — e também nos nichos de gestão de qualidade e gestão de riscos.

O grupo cresceu e hoje é composto pelas empresas Verde Ghaia, Verde Ghaia Bioenergia, Verde Ghaia Franchising, Consultoria Online e pelo Instituto OKSIGENO. Cada braço do grupo se preocupa constantemente em alinhar sua marca não apenas à tecnologia, mas também à transparência, à ética, ao comprometimento com a sociedade e à responsabilidade, afinal de contas, nenhuma inovação pode ficar acima da honestidade e da lisura.

Quando apresenta o SOGI aos seus clientes, a Verde Ghaia não oferece apenas um software. Ela oferece inovação, um sistema visionário que vislumbra estar sempre à frente do seu tempo.

E quando o assunto é tecnologia, o jogo nunca está ganho.



Qualidade, inovação e tecnologia: o futuro é agora!


 

Inovação, Tecnologia e Qualidade. “Na crise criamos as melhores oportunidades. Nossa missão é estar sempre quatro anos à frente dos concorrentes e preparados para as novas tendências, investindo muito em tecnologia” – Deivison Pedroza – CEO e fundador da Verde Ghaia.[FL1] 

Qualidade, inovação e tecnologia: o futuro é agora!

Quando a Verde Ghaia nasceu, em 1999, sua missão de melhorar processos na gestão ambiental já era bastante sólida. No entanto, interesse das empresas nesta área, de modo geral, era bem diferente. Embora os assuntos pertinentes ao meio ambiente já se fizessem presentes, a maneira de abordá-los era leiga, até mesmo um pouco preguiçosa. Na teoria, empresas diziam que era importante preservar a natureza. Na prática, descartavam seus resíduos de maneira negligente, dentre outras atrocidades.

Porém, o que poderia ser um obstáculo na verdade se revelou uma oportunidade.

Deivison Pedroza, fundador da Verde Ghaia, enxergou que em algum momento o mercado iria abrir os olhos para o conceito e prática real de sustentabilidade.

Além disso, ele percebeu que o empresariado brasileiro ainda nutria grande dificuldade para compreender e cumprir nossa legislação — especialmente as exigências na área ambiental e no monitoramento das leis, dos requisitos, de normas —, e assim  começou a pensar numa solução inovadora.

Foi desta gana que nasceu o SOGI, um sistema de gestão integrado que visa facilitar a rotina empresarial no cumprimento das leis e no gerenciamento dos negócios, mirando a conquista da compliance e das certificações em qualidade, principalmente no que diz respeito à preservação ambiental.

SOGI: melhorias para a Governança Corporativa

Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia participando do Evento WebSummit em Portugal - tecnologia, inovação e metodologias ágeis.
Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia participando do Evento WebSummit em Portugal – tecnologia, inovação e metodologias ágeis.

Quando analisamos a tecnologia do SOGI no panorama atual, ela parece um tanto óbvia, afinal praticamente todas as empresas hoje sabem que uma gestão adequada é capaz de gerar diversos benefícios que impactam diretamente no meio ambiente, certo? Só que as medidas vigentes no cotidiano da maioria delas teriam soado um tanto fúteis há vinte anos.

Por exemplo: antes uma plataforma de petróleo liberava gases no ambiente de maneira desmedida, não havia qualquer controle sobre a emissão de poluentes; hoje ela pode dedicar até 70% de sua planta de processos exclusivamente ao tratamento adequado de seus gases para mitigar efeitos nocivos.

Mas, os cuidados não se limitam à indústria do petróleo. Outro exemplo são sistemas de reúso, cujo objetivo é reaproveitar recursos hídricos, como a adoção de águas pluviais na lavagem de pisos, na descarga de vasos sanitários, na irrigação e em muitas outras possibilidades — é algo que pode ser adotado até por pequenas empresas. E o investimento em tratamento de resíduos tem se tornado tão forte, que agora as plantas industriais estão mais inteligentes e são capazes até mesmo de transformar custo em receita.

“O empresário descobriu que lixo na verdade é resíduo, e que é possível reutilizá-lo”, diz Deivison. “Esse não era um comportamento comum do brasileiro até pouco tempo. Hoje, o meio ambiente passa a ser o principal produto de uma empresa. É possível economizar, ganhar dinheiro, divulgar sua imagem e ainda tirar vantagem disso”[FL2] .

Sim, porque a responsabilidade social também se tornou um fator importante na sobrevivência de uma companhia! Isto se deve não apenas ao endurecimento da legislação ambiental brasileira — as normas ambientais têm se tornado cada vez mais restritas, — mas também à noção de que nenhum fornecedor ou consumidor deseja se relacionar com uma empresa que desrespeita o ecossistema. Além disso, há também um crescimento exponencial do interesse em conceitos de padronização e de certificação nas áreas de qualidade e meio ambiente. Os empresários desejam se adequar.

A Verde Ghaia vislumbrou tudo isso com muitíssima antecedência, e atualmente é uma das empresas mais conceituadas na área de gestão de resíduos sólidos, recebendo apoio de investidores norte americanos e compartilhando a inteligência de seu software com diversos países. Ela possui as melhores soluções para a Gestão de Risco e alcance da Sustentabilidade, e é especialista em ferramentas rápidas e práticas para monitoramento legal e implementação de sistemas de gestão, tanto para atividades in loco quanto online. Seu sucesso se deve à operação em três frentes de trabalho: Desempenho Legal, Desempenho de Gestão e Desempenho na Gestão de Resíduos.

Algumas empresas demoraram a perceber que um mundo desprovido de sustentabilidade é um mundo fadado a desaparecer rapidamente. Mas felizmente não foram todas.

Para a Verde Ghaia, o FUTURO é AGORA!


 [FL1] Entrevista de Deivison Pedroza concedida ao Jornal Hoje em dia. https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/economia/a-consultoria-mineira-verde-ghaia-%C3%A9-um-fen%C3%B4meno-de-crescimento-1.314565

[FL2] Entrevista de Deivison Pedroza concedida ao Jornal Hoje em Dia. https://www.hojeemdia.com.br/primeiro-plano/economia/a-consultoria-mineira-verde-ghaia-%C3%A9-um-fen%C3%B4meno-de-crescimento-1.314565


Por que as organizações não podem perder o timing da transformação tecnológica nos seus negócios?


 

Provavelmente você se lembra da Kodak, multinacional dedicada ao design, produção e comercialização de equipamentos fotográficos e para a área de saúde (tais como aparelhos de radiologia). Durante muito tempo, ela foi dominante na área de fotografia. Todo mundo usou um filme da Kodak alguma vez na vida. Ou então, se recorda das propagandas que estimulavam seus consumidores a registrar seu “momento Kodak” — slogan famoso para descrever aquela cena tão bonita que merecia uma foto.

Em 1997, a Kodak valia cerca de 30 bilhões de dólares. Você leu certo: bilhões. Parecia uma empresa invencível, não é mesmo? Pois bem, com a chegada da fotografia digital, a Kodak acabou ficando defasada. Entretanto, a história toda tem um toque irônico.

Em 1975, um funcionário da Kodak chamado Steven Sasson chegou a desenvolver um projeto pioneiro para criar uma câmera capaz de capturar fotos sem usar filmes. Nada mais nada menos do que o protótipo da câmera digital que conhecemos hoje. No entanto, a companhia mandou engavetar o projeto, afinal “por que inventaríamos algo que arruinaria nosso modelo de negócios?”. A Kodak declarou falência em 2012.

Em 2007, a Nokia detinha metade do mercado mundial de smartphones. Hoje, ela não chega a abocanhar nem 3% do total deste mercado. Um de seus erros foi não ter percebido que os aplicativos ganhariam tanta importância nos smartphones.

Além disso, não houve interesse em adotar um sistema operacional mais amigável ao usuário. Quando o primeiro IPhone foi lançado em 2007, suprindo todas essas questões, a Nokia foi de gigante a formiguinha no mercado de telefones. Mesmo quando o sucesso do iPhone se tornou claro, a reação da Nokia foi lenta. Isso fica bem claro quando comparamos os movimentos da Nokia aos da Samsung, por exemplo.

Muita gente sabe que Alexander Graham Bell é o inventor do telefone, certo? Mas poucos têm conhecimento de que ele tentou vender sua invenção por US$ 100 mil para a empresa mais poderosa da época, a Western Union, que era especializada em telégrafos. Assim como a Kodak, a WW não quis adotar um sistema que poderia arruinar seu principal negócio.

Só que seu conservadorismo de nada serviu. Bell montou a própria empresa, a Bell Telephone Company, e foi muito bem-sucedido. Tanto que ela ainda existe. Após uma série de fusões, virou a AT&T, dominante no mercado de comunicações norte-americano até hoje.

O que os três cases acima têm em comum?

Tanto a Kodak, quanto a Nokia e a Western Union perderam o timing da transformação tecnológica. Hoje, o uso da tecnologia já não é mais um diferencial; agora é uma necessidade, uma obrigação.

Quando a Verde Ghaia começou seu negócio, há vinte anos, seu fundador, Deivison Pedroza — até então um jovem de 24 anos —, criou alguns programas de educação ambiental infantil. Tais programas acabaram desencadeando em Consultorias de Meio Ambiente, dando origem a uma das empresas mais importantes do Brasil no ramo consultoria ambiental.

Agora imagine  a atmosfera empresarial em 1999, quando tudo começou. As primeiras análises e gráficos dependiam muito do papel. Pouco depois, quando os computadores começaram a ficar mais comuns dentro das empresas, a Verde Ghaia também se adaptou, e assim começou a adotar as planilhas de Excel. Com a chegada da internet banda larga, era hora de agarrar esta oportunidade e inovar . E foi então que nasceu o SOGI, primeira plataforma de monitoramento de requisitos legais online, que hoje é um software completo de Gestão e Desempenho em Sustentabilidade.

O processo de adaptação não foi fácil, claro. Quando a Verde Ghaia realizou a migração de todos os seus clientes para a plataforma SOGI, por exemplo, o progresso foi demorado e custoso, mas no final valeu a pena. Foi um marco muito importante para a empresa e fez com que ela se posicionasse como uma das pioneiras no ramo da gestão ambiental.

A Verde Ghaia está sempre atenta, sempre buscando avançar na tecnologia digital. Seu sistema SOGI atualmente está na 5ª geração, pode ser acessado via aplicativo e procura suprir todas as necessidades de seus mais de trinta e cinco mil  usuários atendidos nestes vinte anos de atuação.

O principal desafio da transformação digital é conseguir envolver toda a empresa no processo. “Quando falamos em tecnologia, é muito comum haver uma tendência a pensar que a responsabilidade é unicamente do departamento de TI. Mas é um engano! Se não houver envolvimento geral, a transformação tecnológica não acontece”, explica Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia.

No já citado caso da Kodak, ficou muito claro que os gestores não deram ouvidos ao seu departamento de pesquisas laboratoriais voltadas para tecnologias digitais. Uma equipe trabalhando em conjunto e se esforçando por um mesmo objetivo tende a unir forças e gerar melhores resultados. Se a empresa não evoluir, ela com certeza vai perder seu espaço.

“É preciso existir a mentalidade da mudança, abrir a mente a oportunidades, voltar a atenção a novas ferramentas e tecnologias. O tempo hoje é um bem valioso, que não pode ser desperdiçado. O mercado é muito ágil”, completa Pedroza.

A Verde Ghaia consome bastante dessa transformação digital, pois está sempre de olho nas ferramentas de mercado que otimizam o trabalho, sempre em contato com seus clientes e sempre captando as necessidades do mercado e aplicando-as em suas ferramentas. E tal movimento se traduz em crescimento.

Hoje, com quase duas décadas de experiência no ramo, com quase 03 mil clientes ativos e 120 colaboradores, o Grupo Verde Ghaia está presente em todo o Brasil, América Latina (Argentina, Colômbia, Paraguai e Uruguai) e África (Moçambique). O Grupo é composto pelas empresas Verde Ghaia, Verde Ghaia Bioenergia, Verde Ghaia Franchising, Verde Ghaia Consultoria Online – startup premiada com a solução VG Resíduos – e pelo Instituto OKSIGENO.

Se a Verde Ghaia não tivesse se adaptado, provavelmente não teria chegado ao seu vigésimo aniversário.  Felizmente, Deivison Pedroza compreendeu que a tecnologia abriria portas para que sua empresa alcançasse mercados muito maiores, os quais jamais poderiam ser atingidos caso sua mente tivesse se fechado no mundo analógico.



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