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Quando fazer uma Auditoria de conformidade legal ambiental?

 

A auditoria ambiental é uma ferramenta de gestão ambiental definida pela norma NBR ISO 19011 e pode ser caracterizada como um “processo sistemático e documentado de verificação, executado para obter e avaliar, de forma objetiva, evidências de auditoria para determinar se as atividades, eventos, sistemas de gestão e condições ambientais específicos ou as informações relacionadas a estes estão em conformidade com os critérios de auditoria”.

Simplificando, a Norma ISO 19011 visa avaliar o desempenho e o comprometimento ambiental de empresas e indústrias.

Quando fazer uma Auditoria de conformidade legal ambiental?

É um processo de várias etapas e que leva em conta questões importantes como fontes de poluição e suas respectivas medidas de controle e prevenção, uso de energia/água/recursos naturais, produção/distribuição/manuseio/transporte de produtos controlados, bem como reformas ou construções de instalações físicas (que afinal de contas podem impactar o meio ambiente).

A auditoria de conformidade legal ambiental

A auditoria de conformidade legal ambiental se concentra especificamente no cumprimento dos requisitos legais das empresas em relação ao desenvolvimento sustentável e possui duas modalidades:

  • Voluntárias – são aquelas opcionais, ou seja, a empresa escolhe se vai querer realizá-las para conquistar determinadas certificações. Mas embora não sejam obrigatórias, as avaliações de conformidade voluntária conferem credibilidade e confiança ao produto ou serviço oferecidos, representando uma vantagem competitiva em relação aos concorrentes. Esse tipo de certificação é muito buscado por fabricantes ou importadores, como forma de atrair o consumidor e de aumentar sua participação no mercado.
  • Compulsórias – enquadra-se em atividade de política ambiental e servem como instrumento de controle pelo poder público. Sua adesão é obrigatória sob pena de não haver liberação para a empresa exercer suas atividades. Um exemplo disso é quando uma empresa deseja obter licença ambiental para operar; neste caso, é obrigatório que ela comprove estar em conformidade legal com alguns requisitos.

Países como Canadá e Estados Unidos adotam a prática voluntária da auditoria ambiental com regularidade, no entanto, o Brasil ainda se mostra muito dependente das pressões legislativas para realizar a auditoria ambiental. Mas ainda que haja essa resistência, não podemos desprezar a legislação ambiental brasileira, que é bastante moderna e abrangente, e cumpre bem seu papel no estímulo do desenvolvimento sustentável e na mitigação dos danos ao ecossistema que podem vir a ser causados pelas empresas.

Quando realizar auditoria de conformidade legal ambiental?

A auditoria ambiental compulsória deverá ser realizada a cada dois anos, ou de acordo com o histórico dos problemas ambientais identificados na atividade da organização. Dependendo do caso, o órgão ambiental responsável pelas vistorias e regulamentação pode solicitar as auditorias baseando-se nas condicionantes de licença ambiental já concedidas à empresa ou mesmo no documento de renovação da licença. No caso de auditorias ambientais em instalações portuárias, plataformas, instalações de apoio e refinarias, é necessário atender à Resolução CONAMA nº 381/2006, de 14 de dezembro de 2006.

Já quando falamos da auditoria voluntária, os períodos de realização não são tão bem definidos. Por isso é recomendado que sua empresa adote um sistema de gestão ambiental muito bem delimitado. Lembrando que a gestão ambiental é muito importante e deve ser independente de qualquer certificação.

Gerenciar licenças e condicionantes é um dos processos mais extenuantes, pois dependendo da área de atuação da empresa, a quantidade de leis que abrange o negócio pode ser imensa.

Passo a Passo para implementar um SGA

Veja como implementar um sistema de gestão ambiental mais eficiente:

  • Organize os documentos de licenciamento ambiental: devido à desorganização, muitas empresas perdem prazos de renovação de licenciamento e assim pagam multas desnecessariamente. Armazene licenças, protocolos e relatórios num só lugar. Além disso, todos eles devem estar digitalmente acessíveis e num sistema com backup seguro.
  • Faça um check list de todas as suas licenças regularmente: o cumprimento de todas as condicionantes de sua empresa deve ser avaliado com pontualidade. Atenção às datas de expiração de cada uma delas.
  • Mantenha um histórico das condicionantes: empresas têm rotatividade de funcionários, mudanças nos setores, promoção e desligamento de gestores, pessoa se aposentando etc. Mantenha um histórico de todas as licenças e condicionantes, assim, quando houver mudança no quadro de pessoal, as informações estarão sempre à mão.
  • Integre os departamentos pertinentes: as questões de gestão ambiental não são exclusividade do gestor ambiental e de sua respectiva equipe. Todos os departamentos pertinentes da empresa devem estar envolvidos — gestores vão precisar gerar relatórios, o departamento financeiro cuidará das taxas, o departamento jurídico revisará a documentação, o setor de operações cumprirá ações práticas importantes etc. Adote um sistema integrado online para que tudo seja coordenado corretamente.

Conheça a Verde Ghaia

E conte com assessoria especializada. A Verde Ghaia é especialista em Sistemas de Gestão, desde o planejamento à implementação, e ao longo dos anos tem auxiliado muitas organizações na conquista de certificações, oferecendo também tecnologia de ponta para o monitoramento de requisitos legais aplicáveis e conformidades legais.

Além de contar com uma equipe de consultores especializados e muito experientes. Com os sistemas de gestão online da Verde Ghaia e sua equipe de consultores, sua gestão ambiental estará sob controle e ficará muito mais simples definir todas as datas para realização de auditorias internas e externas.

Quer saber mais detalhes sobre a implementação de um SGA eficiente? Fale conosco!

Gestão ISO: a importância do Gestor, Auditor e Alta Direção

 

Pare para pensar na importância do Gestor ISO, na estrategia do seu negócio e avalie o comportamento da sua organização.

Gestor ISO é uma peça estratégica para o seu negócio. O Auditor contribui na validação do seu sistema de gestão, analisando seu funcionamento. A Alta Direção, por sua vez, faz uso de todos os dados e informações levantadas para as tomadas de decisão. Porém, infelizmente, ainda há muitas organizações que resistem a contratação de auditorias com a crença de que é um gasto desnecessário. E esquecem da importância do Gestor em Normas ISO.

Por que o Auditor é importante para a estratégia do negócio?

É o Auditor quem aponta as não conformidades, mostrando o que deve ser feito e ainda apresentando as melhorias que o tratamento trará para os processos internos e/ou externos, garantindo informação necessária para não ter problema futuros.

Tudo que abordamos até agora, se resume a sustentabilidade. Embora a abordagem seja do ponto de vista organizacional, não é possível discutir o futuro do nosso planeta, se não discutirmos como o tempo de vida dos produtos e serviços, se a organização não tiver um índice/indicador de sustentabilidade. Portanto, são os Auditores, bem como os gestores da ISO dessas organizações que garantem o compliance e a estratégia de crescimento da empresa.

Inter-relação: Gestor, Auditor e Alta Direção

A Política de meio ambiente e qualidade são cobrados pelos clientes, eles exigem produtos e/ou serviços que tenham padronização e exigem a qualidade daquilo que está sendo oferecido.

Esse comportamento, já é esperado dos clientes, já está enraizado na nossa cultura. Porém, está sendo instaurado um novo comportamento na sociedade, visto os diversos problemas ambientais. E, com isso, os clientes passam a cobrar das organizações mais responsabilidade ambiental. Contudo, a mudança de comportamento social, gera um novo posicionamento organizacional, ou seja, uma nova discussão sobre como se posicionar para a sociedade com mais transparência, ética e com propósito, adequando-se às transformações sociais. 

É claro que a corporação, o dono, os sócios e/ou os acionistas, têm um propósito maior que, normalmente estão associados a como manter a empresa por mais 40, 50 anos, questionando se é o momento adequado para se crescer num mercado de ações, se é a hora de fazer fusão, se é a hora de aquisição, de joy venture.

Qual a importância do Gestor ISO na estratégia do seu negócio?

Quando se gerencia um sistema de gestão, ele te oferece muitas vantagens. Há países, como a Colômbia, por exemplo, que só vende/compra de quem tem ISO implementada e certificada. Diferente no Brasil, visto que as vantagens ainda não são tão claras, de um modo geral, há vantagens específicas.

As empresas precisam entender, no entanto, que não são os custos que devem ser discutidos, mas sim, o que está sendo prevenindo e o quanto estou economizando com o investimento feito para manter a certificação ISO, bem como o gerenciamento dos sistemas de Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança. Outro ponto importante, para que esse discurso do custo possa mudar, é a comunicação entre as áreas. Os gerentes de SGQ, SGA e SSO precisam manter a comunicação entre as áreas do financeiro, administrativo, de modo que todos deixem claro os gastos ocorridos com multas, sanções, retrabalho, corretivos.

A relação entre Gestor e a Alta Direção

São os dados expostos acima, que farão diferença para a Alta Direção compreender a importância de se investir num sistema de gestão que gere indicadores com dados assertivos para tomada de decisão.

Outro questionamento, ou melhor, comparativo, que as organizações precisam entender e visualizar, são os dados reais de retrabalhos que já ocorreram, tais como, o valor gasto no ano de empregados acidentados e afastados; a interdição de empreendimentos por falta de documentação não revalidada; descumprimento de uma lei que resultou em gastos excepcionais.

Brasil: país com excesso de leis. Como cumprir lei?

É o Gestor do Sistema de Gestão ISO, que vai apontar o que precisa ser feito e ainda ajudar a organização a compreender como deve ser feito e quais leis a empresa precisa cumprir para evitar penalidades e crescer de forma saudável.

Não é novidade para ninguém que o Brasil é o campeão em leis no mundo. A gente vive rodeado de leis. Como exemplo, para elucidar o que digo, temos aproximadamente mais de 90 mil leis, só nesses quatro assuntos. E dessas 90 mil deve ter 1.000 leis, no mínimo, para qualidade e meio ambiente. É muita lei para ser administrada e interpretada. Ressalvo que não cito nesses emaranhados de leis, àquelas referentes ao padrão ISO.

Quanto custa cumprir Normas, Requisitos e Leis?

Gosto de deixar claro, que caro é não cumprir. Percebe-se que as empresas têm muita dificuldade em aceitar que é barato. Isto porque, há descredito da Alta Direção, pois ao implementar um sistema de gestão ISO, é necessário fazer algumas modificações nos processos e se sentem desmotivados de ter que mudar uma enorme quantidade de processos realizados erroneamente. Outro motivo, é que se acredita que é possível trabalhar com base na remediação.

São comportamentos assim, que fazem com que as organizações, independentemente de seu porte, perderem seus clientes. E isso, pode ser um caminho sem volta, pois cliente se constrói com confiança e é um processo longo e caro para conquistar um cliente.


Deivison Pedroza – Ceo e Fundador do Grupo Verde Ghaia


Gestão 4.0: Saindo da zona de conforto em 30 horas

 

Na semana de 22 a 24 de Outubro, participei com um grupo de CEOS do Curso Gestão 4.0, foram 30 horas de imersão, tirando todos nós das nossas zonas de conforto. Isso mesmo! Eu sai da minha zona de conforto em 30 horas. Logo eu, que acreditava estar sempre antenado e conectado ao mundo digital!

Eu demorei para escrever sobre essa experiência para vocês porque, em plena segunda-feira, 8 horas da manhã, lá estava eu na Verde Ghaia, cuja empresa fundei há 20 anos, na qual sou CEO e Presidente, estava ansioso para implementar todas as ideias inovadoras que aprendi naquelas 30 horas. Não sabia o que era cansaço nem limites. Eu só sabia, que tudo é possível.

Por que implementar gestão 4.0 nos processos?

Você deve estar pensando qual foi o aprendizado daqueles dias. Bom, como falei no post anterior, o curso Gestão 4.0 foi criado pelos grandes influenciadores do mercado atual: Tallis Gomes, Alfredo Soares e Bruno Nardon. Este curso tem como objetivo unir gestores, líderes e fundadores de empresas e prepará-los para as transformações que a inovação e a tecnologia trazem aos negócios, através de teoria, discussões e mentoria.

Sendo bem sincero com vocês, eu cheguei lá com uma expectativa bem pequena. Eu acreditava que eu já sabia, praticamente, tudo o que fosse ouvir, que não haveria tantas novidades para mim, que talvez iria ouvir mais do mesmo. E eu pensando que estava perdendo meu final de semana com a minha família. Quanto prepotência e arrogância. Eu estava muitíssimo enganado! E fiquei feliz, por isso. Foi um aprendizado incrível, falamos de experiência do usuário, fidelização, de gerentes com gestão de líderes, de projetos interdisciplinares, de mente menos departamentalizada.

O que é necessário não é a vontade de acreditar, mas o desejo de descobrir!

Eu me inscrevi para o curso mais por curiosidade, mesmo. E ao ser selecionado para participar desse grupo de CEOs, pensei: “bom, vamos ver como será, vamos descobrir se há algo de novo, nisso tudo! Embarquei para São Paulo, um pouco desmotivado, por pensar que não traria nada de novo para os negócios. Sai de Belo Horizonte com a frase de Bertrand Russel, na cabeça, “o que é necessário não é a vontade de acreditar, mas o desejo de descobrir, que é justamente o oposto”. E foi justamente isso, que ia descobrir no Curso Gestão 4.0.

Lá, fui surpreendido positivamente. No início quebrou um pouco a expectativa, pois o grupo era, em sua maioria, jovens empresários de sucesso, que já administravam empresas cifrões na casa dos 07 dígitos. E que estavam ali, para aprender mais e recriar o próprio negócio. Percebi que esses jovens queriam que seus negócios crescessem de forma constante e sustentável através de ferramentas práticas.

Quem são os Mentores do Curso Gestão 4.0?

Além de um grupo jovem e seleto, os criadores do Gestão 4.0, também eram jovens e já haviam fundado empresas milionárias do zero. Vamos conhecer um pouco sobre esses mentores!

Dennis Wang, ex-presidente da Easy Taxi, é o novo VP de Operações do Nubank no qual trabalha com relacionamento ao cliente para otimização das operações. Sua proposta é garantir o crescimento da empresa, visando as melhorias na experiência do usuário.

Wang é formado em Administração Pública da FGV, sempre atuou em Bancos de investimento de prestígio, sua atuação na área financeira lhe rendeu o mérito de transformar uma startup brasileira em uma empresa global, o Easy Taxi. Dennis Wang tem uma percepção ampla dos negócios, não apenas do ponto de vista financeiro e de investimentos, mas também de criatividade e inovação focada na experiência do usuário.

Tallis Gomes foi reconhecido como uma das 30 pessoas mais influentes do mundo pela Forbes ’30 under 30′, eleito pelo MIT como um dos jovens mais inovadores do Brasil, é Young Leader of the Year nos Estados Unidos pela Latin Trade. Ele também foi Empreendedor do Ano, por dois anos consecutivos, pelo João Doria no LIDE, Entrepreneur of the Year pela Younsei University na Coreia do Sul. É considerado pela revista Galileu como uma das 25 pessoas mais influentes da internet brasileira. Ele fundou a Easy Taxi, a escalou para 35 países em quatro continentes e depois a vendeu como uma das maiores negociações do Brasil. Hoje, é confundador e CEO da Singu, o maior marketplace de beleza e bem-estar do Brasil e mentor do Curso Gestão 4.0.

Alfredo Soares criou uma empresa do zero, a XTECH Commerce, e vendeu por R$ 14 milhões em apenas 3 anos. Alfredo, um dos principais especialistas na área e também em e-commerce do Brasil, está propondo um novo modelo de vendas. Tornou-se referência nesse tema, sendo autor do best-seller “Bora vender”, que já está indo para a sua quinta edição. Eu sempre fui vendedor, mas depois de ouvir o Alfredo, aprendi inúmeras outras técnicas e estratégias. Simplesmente fantástico.

Bruno Soares também foi muito sábio em suas apresentações, tendo mais de dez anos de experiência em tecnologia e startups, aplicando metodologia de crescimento ágil e sustentável. Nardon é cofundador da Rappi Brasil e Kanui. A Rappi é hoje o maior aplicativo de delivery on-demand e hiper-conveniência da América Latina, avaliada em mais de 3 bilhões de dólares. Ou seja, um unicórnio. A Kanui é um e-commerce de moda, estilo de vida e produtos esportivos. Em 2 anos e meio levou a empresa de zero a milhões de pedidos, fazendo a sua fusão com a Dafiti em 2015, tornando este grupo o maior e-commerce de moda na América Latina.

Aprendizados adquiridos com a Gestão 4.0

Com Tallis, eu aprendi que um time de sucesso é formado por grupos pequenos, que uma gestão baseada em tecnologia é o que permite crescer de forma exponencial, que a busca pela simplificação do complexo vai fazer com que eu obtenha resultados melhores e que eu, como CEO, tenho que dedicar mais meu tempo para criar um sistema horizontal de gestão que me permita resolver problemas específicos e a encontrar estratégias para que minha empresa continue crescendo.

Com Bruno aprendi que resiliência é essencial pra enfrentar os problemas do dia a dia, e que há muitas estratégias de crescimento para serem aplicadas no negócio a fim de achar as pequenas lacunas ou os primeiros problemas que ninguém vê.

Falando sobre gestão, troca de experiência e conhecimento, lembrei-me sobre o Mito da caverna de Platão. Esse final de semana, realmente me tirou da zona de conforto que me levou a refletir a minha vivência na própria Gestão 4.0. Digo isso, porque, quando estamos em nossa zona de conforto, é como se vivêssemos na caverna, criada por nós mesmos, que aparentemente, apresenta-se segura. Mas, que na verdade, somente nos aprisiona e nos dá a falsa sensação de segurança, pois se ficarmos expostos em algum momento, o que iremos fazer? Não temos vivências, experiência se nem conhecimento do que está lá fora!

Saindo da Zona de Conforto

E é nesse momento, que vemos apenas o senso comum, ou seja, acreditamos apenas na verdade absoluta, nos que os outros pensam e dizem, naquilo que nos acomoda e até no que nos causa medo. Então, pensamos que é melhor ficar no “ruim” a tentar o desconhecido. Esta é nossa zona de conforto, a qual se posiciona bem convidativa e segura para aqueles que não querem repensar seu comportamento, suas atitudes, ações e reações.

Quem consegue sair da zona de conforto tem a opção de voltar para ela e para tudo com o que havia se acostumado, ou pode se esforçar para começar a viver a sua nova realidade. E assim, realmente mudar. Eu achava que estava fora da minha caverna. Mas, nunca estive tão errado. Três jovens me mostraram que havia muito mais do que eu já havia estudado na vida, que mesmo com pouca idade é possível ter bastante experiência, e que temos que fazer o diferente sim, mesmo se existir medo ou receio. “Feito é melhor que perfeito”, como já afirma Tallis.

Então, foram 30 horas que me provocaram a sair da minha caverna. Eu deixei a zona de conforto e decidi que nunca mais voltaria ali, nem para fazer visitação. Saí muito mais motivado. Não vou dizer que absolutamente tudo o que aprendi foi novidade. Não foi! Mas, foi por uma perspectiva não pensada, o qual gerou insights e novos desafios.

O que superou todas as expectativas, foi unir o meu conhecimento adquirido com minha experiência de vida e de negócio, com as novidades e ensinamentos trazidos pelos jovens talentos do gestão 4.0.  E, a partir daí, perceber que ainda há muita ação a ser realizada para ir muito mais além. Alcançar o inimaginável!

Portanto, o que quero te dizer hoje, é para nunca achar que você já sabe tudo e nunca acreditar que você não pode aprender. Saiba, que algumas horas, com as pessoas certas, podem transformar a sua vida!

Então, entendeu porque você deve implementar Gestão 4.0 nos processos da empresa?

Deivison Pedroza – CEO e Fundador do Grupo Verde Ghaia


Mudança de mindset Organizacional

 

Preste atenção no óbvio! Essa foi a frase mais marcante durante os 03 dias de imersão no Curso Gestão 4.0. Contarei no artigo de hoje, sobre essa experiência enriquecedora!

Como muitos sabem, eu realmente gosto do digital e do tecnológico. E muitas das metodologias ágeis, como o Design Thinking e Design Sprint, bem como, monitoramento de NPS. São atividades que eu já venho implementando, há algum tempo, na Verde Ghaia, antes mesmo de virar “febre” nas rotinas corporativas.

Tal mudança de mindset organizacional, consequentemente, gerou um processo de modernização também, nas estruturas de comunicação e marketing, TI, gestão de conteúdo e branding. Com esse comportamento, sempre acreditei que estava direcionando os negócios para o caminho certo, estava cheio de certezas de que eu estava super antenado e conectado ao mundo digital. Então, eis que decido fazer o curso Gestão 4.0.

Curso Gestão 4.0: provocando mudanças nas organizações

O Curso Gestão 4.0 foi criado por Tallis Gomes, Alfredo Gomes e Bruno Nardon.  Já falei em outro conteúdo sobre a surpresa que foi, ter feito essa imersão rápida no mês de setembro, no Fórum CEO Brasil, participando da palestras sobre Gestão. Tallis e Bruno deixaram todos inquietos com questionamentos provocativos, tirando qualquer um da zona de conforto. E para aqueles que me conhecem bem, sabem que esse termo não existe no meu dicionário.

Foram 30 horas de curso “Gestão 4.0”, realizado nos dias 22, 23 e 24 de outubro. Foram dias de muito aprendizado, questionamento, insights. Sai de lá, muito mais motivado e satisfeito. Posso dizer que sai “ligado no 360”. Aprendi muito, repensei várias estratégias, tive vários ideia de melhoria. Um texto é pouco, para descrever o meu aprendizado. Mas, posso resumir em uma frase curta: preste atenção no óbvio.

Se o seu negócio precisa crescer, você deve prestar atenção no óbvio

Cheguei no Gestão 4.0 pensando que aquilo que eu veria lá era óbvio para mim, era comum, afinal já vivia tudo no meu dia a dia, dentro da Verde Ghaia. E o que ocorreu foi o inverso: eu fui tocado por tudo aquilo que era sim, óbvio! Mas, que estava sendo apresentado por uma outra perspectiva. Eram jovens talentos, que em poucos anos criaram empresas do zero e atingiram a cifra de milhões. O óbvio sempre esteve à minha frente, mas, eu não conseguia percebê-lo. Aliás, eu perdi as contas de quantas vezes, durante o curso, eu me perguntei: “puxa, por que não pensei nisso, se era tão óbvio, tão fácil? Por que não pensei nisso, se estava na minha cara?”

Diariamente, estamos nessa corrida louca, tentando criar negócios que dê resultados, que sejam disruptivos, tentando elevar a nossa marca para um outro patamar, buscando provocar mudanças no mercado, e normalmente ignoramos o óbvio. Esforçamo-nos para construir coisas complexas demais e deixamos de lado o principal, o que está escancarado na nossa frente, nós nos esquecemos de perguntar qual a dor real do nosso cliente.

Até porque, nessa corrida, queremos criar coisas fáceis para nós, como produtos que fiquem na prateleira, provocando em nosso cliente a vontade de comprá-los. Mas, esquecemos de perguntar o que o cliente quer. Qual a dor que de fato, ele precisa curar. Como a gente resolve? E, qual é a dor, que na realidade, estamos resolvendo no momento – e, se estamos resolvendo mesmo alguma dor ou se apenas oferecemos novos produtos ou serviços de acordo com o que julgamos ser melhor.

Esses questionamentos parecem simples, mas precisam de um trabalho intenso que envolva não apenas os colaboradores da Verde Ghaia, como também os nossos stakeholders. É um dever de casa, para ser colocado em prática.

Empresas jovens se preocupam mais com seus clientes

Nas palavras de Alfredo Soares: “não tem que pensar tanto produto e serviço, mas para quem a gente vende, entender muito bem esse persona e criar o que chama a atenção dele e dar a solução que ele precisa. A venda cada dia menos, vai ser preço e oferta. Mas sim, cada vez mais, vai ser engajamento e essa relação de construção”. Em outras palavras, se não houver estratégia, pensando na real dor de nosso cliente, não vamos chegar a lugar nenhum.

Talvez startups ou empresas mais novas tenham uma preocupação maior em conhecer a dor real de seus clientes, buscando soluções que visem não apenas ajudá-los nas rotinas operacionais, como também contribuir nos resultados estratégicos. Contudo, existem organizações com mais de dez, vinte, trinta anos de existência, que precisam se preocupar um pouco mais com o que oferecem, isto é, se ainda tiverem a ambição de crescer.

Dennis Wang, ex-presidente da Easy Taxi, é o novo VP de Operações do Nubank, desempenho um papel fundamental na relação da empresa com o cliente, gerando otimização das operações. Wang, apresentou várias ideias sobre a importância da relação empresa e cliente, bem como investir em melhorias nas interfaces das plataformas de modo que o seu cliente tenha a melhor experiência.

Crescimento das organizações está na relação com o Cliente

Todavia, quando falamos em crescimento, precisamos prestar atenção para além do óbvio, porque no meio das mudanças de comportamento, esquecemos de perguntar se as dores dos nossos clientes agora, não são outras, se as necessidades deles não mudaram. É preciso deixar claro, que a dor do nosso cliente hoje, pode não ser a mesma, amanhã. E, para isso, é preciso estreitar as relações, visando criar um diálogo mais próximo para escutar o cliente e entender as suas dificuldades nas rotinas.

Essa talvez, tenha sido a parte mais intrigante do curso. Eu fiquei me perguntando, por horas, se a forma como eu faço a minha gestão, visa prestar atenção no óbvio, nas coisas que já estavam ao meu redor e também desmistificar a ideia de que sabemos tudo. O mundo está em constante transformação, é preciso estar compenetrado, focado, conectado em pessoas que estão rompendo barreiras e ao mesmo tempo conectando-nas, como Tallis, Alfredo e Bruno.

Cito os quatros, porque além de serem os criadores do Gestão 4.0, eles são jovens completamente ligados com tudo o que acontece no mundo ao nosso redor. E, por isso, souberam muito bem exemplificar que não basta conhecer a metodologia ou ter um software instalado nos computadores da empresa. A estratégia principal é saber usar o que está disponível, é saber analisar e interpretar as informações, é fazer campanha de marketing de forma produtiva, é gastar dinheiro com publicidade de forma assertiva. E é, por isso, que não basta saber a metodologia, tem que saber aplicar.

Profissionais convencionais: o mercado está cheio

Os profissionais convencionais estão em desuso. Hoje, quem faz sucesso é quem gosta e quem sabe analisar dados, quem sabe utilizar a tecnologia para gerar os melhores resultados, tirando o foco do operacional e levando para o estratégico. O mercado busca por profissionais que saibam lidar com os dados, com lógica, com números e que a partir deles, consigam gerar novos produtos e serviços.

Por isso, o mercado precisa de profissionais flexíveis, dispostos a novos desafios e abertos às mudanças, pois vivemos num mundo cada vez mais veloz e que nos exige agilidade e foco, para que não tenhamos medo de mudar as estratégias, sempre e quando necessário. Isso porque, para que o negócio possa crescer e que a transformação não apenas alcance o seu negócio, mas o mundo. É o legado, que deixamos enquanto empreendedores.

Conflito entre as gerações

As gerações mais novas têm muito a nos ensinar. Eu, apesar de conviver com a tecnologia, não nasci na era digital. E isso, tornou-me diferente das gerações seguintes, visto que elas já surgiram imersas na era digital, usando celulares, computadores e tablets e compreendendo, consciente ou não, a sua importância. Contrário a esse comportamento, ainda estão os meus pais, que até hoje, não têm tanta percepção da importância do avanço tecnológico. São três gerações que vivem “submersas” e têm uma percepção distinta entre elas.

A partir dessa percepção, questiono o quanto temos que pensar na gestão de nossos negócios assim, visto que nas empresas, há várias gerações envolvidas nos processos e que cada uma tem a sua dor e as suas dificuldades. Por isso, escutar o cliente, criar laços de segurança nessa relação é primordial, uma vez que a tecnologia e a internet são imprescindíveis e estão ligadas aos processos desse cliente.

Por que fazer Gestão 4.0?

Realizar o curso Gestão 4.0, clareou minha trajetória, passei a prestar atenção no óbvio. Fez com que eu revesse os negócios, os planos e até a forma de elaborar o planejamento estratégico. Acredito que há muitas respostas a minha frente. São provocações pertinentes, para uma nova forma de se fazer gestão. Gestão ampla, com foco, com disciplina e envolvimento de todos os colaboradores, no qual todos devem ser seus próprios gestores.

Assim, como eu, acredito que você também pode ter uma mudança de mindset. Afinal, quantas vezes você, cheio de certezas de que já sabia de tudo, deixou de prestar atenção naquilo que estava à sua frente? Talvez, por parecer ser óbvio demais, e preferiu dar atenção nenhuma.

Deivison Pedroza – CEO e Fundador do Grupo Verde Ghaia


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Por que as organizações devem implementar procedimentos de Auditoria Interna?

 

Implementar procedimentos de Auditoria Interna é muito mais simples do que parece. A auditoria interna – também chamada auditoria de primeira parte – é o ato de verificar todos os procedimentos de uma organização a fim de localizar (e consequentemente corrigir) não conformidades.

Esse tipo de inspeção pode servir para um pouco de tudo: desde a contagem dos itens físicos de uma empresa ao exame de registros auxiliares e fiscais, sempre buscando obter informações fidedignas de várias fontes e cruzando todas as informações a fim de comprovar sua veracidade.

A auditoria interna tem como objetivo avaliar o desempenho do sistema de gestão implementado pela organização, considerando as obrigações normativas que devem ser atendidas e que podem ser de avaliação da Conformidade (in loco) ou de Adequação (à distância).

Os benefícios de uma auditoria interna

É inegável que uma auditoria bem feita traz incontáveis benefícios:

  • Controles operacionais ativos e eficazes: a auditoria interna verifica todos os instrumentos que uma organização utiliza para controlar seus processos, bem como constata a eficácia de cada um deles. Uma empresa auditada pontualmente garante o funcionamento de todos os seus setores e se mantém dentro da lei.
  • Aplicação das políticas internas: a auditoria interna também confere se as políticas internas da organização estão sendo devidamente respeitadas e funcionando corretamente.
  • Efetividade das normas: a auditoria verifica diretamente se a organização está atendendo a todas as normas existentes em seu ramo, e consequentemente se estão em conformidade. É uma garantia de que a organização está dentro da lei e também assegurando a segurança e saúde de seus colaboradores. A auditoria interna é imprescindível caso haja o desejo de conquistar um selo ISO, pois verifica todos os procedimentos antes de uma auditoria externa.
  • Previsão de possíveis problemas: toda auditoria auxilia na detecção de problemas numa organização, tanto os problemas reais quanto os problemas potenciais. A partir daí é possível elaborar estratégias e planos de ação para evitar que tais problemas se instalem e também para minimizar os efeitos daqueles que já se instalaram.
  • Identificação de possibilidades de melhoria nos processos: uma auditoria interna não identifica apenas problemas, mas também detecta pontos de melhorias, aumentando assim o desempenho de cada departamento e os rendimentos da empresa. Por este motivo, muitas vezes as auditorias internas são realizadas antes de grandes mudanças na organização.
  • Ampliação da confiabilidade da empresa: uma empresa frequentemente auditada mostra que se preocupa com a qualidade e transparência de seus processos, por isso sempre se mostra mais confiável diante de clientes, colaboradores e fornecedores.
  • Contribuição para a tomada de decisões: uma auditoria proporciona uma visão externa do negócio, ampliando os olhares para diferentes cenários e possibilidades que ainda não foram vislumbrados.

Passo a passo para implementar procedimentos de auditoria interna

Não importa se será realizada por uma equipe interna ou por terceiros; comandar uma auditoria não é um processo simples, mas com organização e planejamento, é possível ter sucesso.

  • Defina os objetivos. Qual é o objetivo de sua empresa ao final da auditoria? Encontrar não conformidades? Melhorar processos? Detectar corrupção? Organizar o sistema financeiro? Todas as opções anteriores? Se o objetivo não for bem definido, a equipe estará fadada a trabalhar num círculo inútil.
  • Tenha um cronograma em mãos. Uma auditoria não pude durar para sempre. Defina o cronograma para início, meio e fim da auditoria, determinando marcos para cada etapa.
  • Distribua tarefas. Deixe todos a par de tudo, tanto auditores quanto auditados. Defina quem fará o quê, desde a organização de documentos, passando pela montagem do cronograma e até a elaboração dos relatórios com resultados do trabalho. Quanto mais as pessoas participarem do processo, mais tranquilo será. Lembrando que auditorias comumente são vistas como assustadoras; desmitifique isso permitindo que todos se envolvam e conheçam os passos do processo.
  • Não siga um checklist genérico. Cada empresa tem suas particularidades, portanto não pense que um checklist de um processo anterior ou copiado da internet vai ser útil para sua empresa como foi para outras. Quando definir os objetivos da sua auditoria, defina também o que é importante ser analisado ao longo do processo.
  • Elabore bons relatórios. Por fim, ao término de tudo, elabore relatórios objetivos, diretos, com soluções para as não conformidades e com abordagem das oportunidades. E determine prazos para colocar tudo em prática. Nenhuma auditoria é útil se as ideias permanecerem no papel.

Quem pode realizar a auditoria interna?

É obrigatório contratar um auditor para realizar uma auditoria interna? Não necessariamente. A própria organização pode realizar uma auditoria, escalando seus próprios colaboradores, desde que estes estejam devidamente treinados para fazê-la, já que uma auditoria praticada de maneira inadequada não atinge seus objetivos.

Muitas vezes, em pequenas empresas, o auditor demonstra sua independência declarando sua isenção de responsabilidade sobre a atividade auditada, ou comprova que não há conflitos de interesse de sua parte. O ideal é que um auditor nunca audite o próprio setor.

Para evitar qualquer problema de conflito de interesses, existe a opção de contratar uma empresa terceirizada, que certamente também será mais crítica em sua análise, já que estará enxergando os procedimentos de maneira isenta, com o distanciamento que tal tarefa exige.

A Verde Ghaia possui um serviço de Auditoria Interna Integrada que visa auditar o desempenho de sua organização no que diz respeito ao atendimento de todos os requisitos das normas monitoradas, tudo sob uma perspectiva imparcial, avaliando a performance do Sistema de Gestão, o atendimento aos requisitos das normas, os pontos fortes da empresa e todas as possibilidades de melhoria.


Quer saber mais sobre como sua organização pode implementar procedimentos de Auditoria Interna? Fale conosco!


Dica de leitura: Conheça nosso E-book sobre Riscos e Oportunidades

Verde Ghaia é premiada pela Revista Guia Exame de Sustentabilidade

 

Pela terceira vez, a Verde Ghaia está presente no Guia Exame de Sustentabilidade. Nesta edição, nas 10 categorias dimensionadas, a Verde Ghaia ficou acima da média em Gestão da Água, Gestão de Resíduos e Relação com Clientes. Destacou-se também nas áreas de Dimensão Geral e Ambiental e em Dimensão Social.

Para a empresa, a participação nessa Premiação é importante, visto que é uma forma de trazer ao conhecimento público, a responsabilidade corporativa da Verde Ghaia. Além disso, ao final do processo de seleção da Revista Exame, a empresa recebe um relatório com todo o levantamento de desempenho da organização, possibilitando à Verde Ghaia uma autorreflexão sobre a melhoria contínua de seus processos.

A cada cliente novo, a Verde Ghaia encara novos desafios, pois além de oferecer um software de sistema de gestão integrada, a empresa visa levar mudança de comportamento, uma vez que sua premissa é criar um ambiente colaborativo, consciente e que estimule o desenvolvimento e a produtividade sustentável.

A reportagem da Revista Exame destaca o comprometimento da Verde Ghaia no mercado e sua gestão saudável, cujo serviço visa ações preventivas e corretivas que contribuem para a tomada de decisão das organizações.

Por que o Prêmio Exame de Sustentabilidade é relevante?

As empresas participantes abrem as portas de todo o seu negócio para os avaliadores da Premiação, através de entrevistas com os Jornalistas da Exame que solicitam evidências das informações, prestadas no questionário.

As respostas e as evidências são submetidas a um conselho deliberativo, que por sua vez, tem a obrigação de avaliar todos os dados e selecionar as empresas destaques conforme seus respectivos setores. As áreas de atuação são divididas em 10 temas, considerando os setores e a avaliação de desempenho das participantes. Os temas relacionados são os seguintes:

  1. Governança da sustentabilidade,
  2. Direitos humanos,
  3. Relação com a comunidade,
  4. Gestão de fornecedores,
  5. Gestão de clientes,
  6. Gestão da água,
  7. Gestão da biodiversidade,
  8. Gestão de resíduos,
  9. Mudanças climáticas
  10. Relação com clientes e ética e transparência

Verde Ghaia: Evolução do Prêmio

O Guia EXAME de Sustentabilidade nasceu em 2000, com o nome de Guia EXAME de Boa Cidadania Corporativa. Seu objetivo inicial era identificar, avaliar e divulgar as melhores práticas de responsabilidade social adotadas pelas empresas no Brasil. E somente a partir das análises levantadas é que a Revista Exame escolheria as chamadas “empresas-modelo”.

Contudo, foi em 2007, através de uma parceria com a FGV, que a Revista Exame passou a usar critérios de avaliação relacionados à sustentabilidade, visando estratégias corporativas de muitas organizações que se sentiam comprometidas com a sustentabilidade de seus negócios, no país.

2019 tem sido um ano importante para a Verde Ghaia

  • Em maio de 2019 comemoramos nosso aniversário de 20 anos!
  • Em Junho idealizamos e lançamos o PICS – Pacto pela Integridade e Compliance em Sustentabilidade.
  • Em setembro aparecemos entre as 100 PMEs que mais crescem no Brasil.
  • Em outubro ganhamos o Prêmio ABERJE de Comunicação com o case Prêmio Compliance Brasil.
  • Em outubro lançamos o software LIA – Legislação com Inteligência Artificial.
  • Em novembro nos classificamos entre as empresas mais sustentáveis do Brasil, como acompanharam nesta matéria.
  • E em dezembro vamos lançar a Think Tank Verde Ghaia que tem como objetivo levar à comunidade aulas gratuitas sobre sustentabilidade, empreendedorismo, responsabilidade social.

Todos esses prêmios e ações significam muito para Verde Ghaia, pois é uma forma de reconhecimento pelo nosso trabalho em sustentabilidade e governança e o aprimoramento dele. E, além disso, eles reforçam nosso comprometimento com o desenvolvimento sustentável, através de um olhar externo sobre as nossas atitudes e ações.

É assim que prosseguimos firmes com a nossa missão:

Oferecer metodologias e indicadores para a sustentabilidade através de processos cada vez mais rápidos, melhores e mais baratos. (Missão Verde Ghaia)

Ser Sustentável é mais simples do que parece! Nós, da Verde Ghaia, acreditamos que pequenas atitudes podem gerar mudanças significativas para o meio ambiente, para as pessoas e para a qualidade de nossos produtos e serviços. Conte com a gente!

Ser uma empresa premiada pela Revista Exame significa muito para Verde Ghaia, pois é uma forma de reconhecimento pelo nosso trabalho em sustentabilidade e governança. E, além disso, esse Prêmio vem para reforçar o nosso comprometimento com o desenvolvimento sustentável, através de um olhar externo sobre as nossas atitudes e ações e assim, prosseguir com a nossa missão.

Oferecer metodologias e indicadores para a sustentabilidade através de processos cada vez mais rápidos, melhores e mais baratos. (Missão Verde Ghaia)

Ser Sustentável é mais simples do que parece! Nós, da Verde Ghaia, acreditamos que pequenas atitudes podem gerar mudanças significativas para o meio ambiente, para as pessoas e para a qualidade de nossos produtos e serviços.

Verde Ghaia: Guia Exame de Sustentabilidade

A reportagem da Revista Exame destaca o comprometimento da Verde Ghaia no mercado, visto que esta fornece informações com foco em uma gestão saudável, cujo serviço visa ações preventivas e corretivas e que contribuam na tomada de decisão das organizações.

A cada cliente novo, a Verde Ghaia encara novos desafios, pois além de oferecer um software de sistema de gestão integrada, a empresa visa levar mudança de comportamento, uma vez que sua premissa é o de criar um ambiente colaborativo, consciente e que estimule o desenvolvimento e a produtividade sustentável.


Verde Ghaia: Guia Exame de Sustentabilidade

7 princípios norteadores para uma empresa de sucesso!

 

Quem deseja ter uma empresa de sucesso deve ampliar suas perspectivas em relação ao mercado de trabalho, definindo a visão, a missão e os valores do negócio para crescer de maneira eficiente, garantindo a sustentabilidade de todo o negócio, ao longo do tempo.

Essa definição é importante, porque tendo estes princípios bem definidos, a própria vida do empreendedor pode mudar. Isso porque ele saberá exatamente onde quer chegar, de que forma quer chegar e o que precisa fazer para atingir esses objetivos. Consequentemente, a empresa cresce e a renda aumenta. Quem não quer isso hoje em dia?

Mas não é apenas a visão, a missão e os valores que ajudam uma empresa a ter sucesso. Outros princípios também são fundamentais, como veremos neste artigo.

Visão, Missão e Valores: Pense em seu legado!

Para descobrir como ter uma empresa de sucesso, o empreendedor deve fazer uma análise cuidadosa sobre o que ele deseja no âmbito profissional, quais são os seus interesses e qual o diferencial competitivo da sua empresa. Dessa forma é possível buscar estratégias para se destacar no mercado e vencer seus concorrentes.

Feito isso, o passo seguinte é estabelecer três pontos que contribuem para a criação de uma base sólida e qualificada para estruturar o negócio, já citados anteriormente. São eles:

  • Visão: é o objetivo a ser alcançado.
  • Missão: trata-se da busca pela concretização do objetivo.
  • Valores: são os meios para executar a missão.

Importante lembrar que nada disso terá resultado, se não houver uma estratégia bem desenvolvida, com estrutura e pessoas dispostas a se engajarem nesse projeto para concluírem as metas estabelecidas ao longo do caminho.

Por isso, é necessário que o empreendedor, tenha uma visão de futuro para visualizar o crescimento do negócio e não ficar parado no tempo. O poder de liderança é importante, justamente, nesse momento, uma vez que podem surgir alterações necessárias dentro nos processos. E não resistir as mudanças é importante, caso contrário você estará desistindo do seu sucesso.

O que pode ajudar é o investimento na auto sustentabilidade do negócio. Não estou me referindo ao meio ambiente, nesse momento. Mas sim, em relação à sua própria empresa, para que ela possa se manter sólida ao longo dos anos, independentemente do mercado passar por alguma crise econômica.

A importância da sustentabilidade para uma empresa de sucesso

Criar e manter uma empresa sustentável é muito importante, visto que ajuda a desenvolver resultados significativos e diferenciados, atendendo às necessidades de todos os clientes, sem distinção.

Inclusive, ao equilibrar questões socioeconômicas e ambientais de maneira qualificada dentro de uma organização, as chances de se destacar no mercado crescem exponencialmente. Isso porque, o mercado está de olho e as organizações são valorizadas e respeitadas pela sociedade quando estão atentas às questões ambientais como os “aspectos e impactos” ambientais.

Um exemplo de visibilidade no mercado, quando o assunto é Sustentabilidade, Compliance e Integridade é o Prêmio Compliance Brasil, realizado pela Verde Ghaia e que já está em sua quarta edição.

O seu objetivo é justamente reconhecer e premiar as empresas que conseguem cumprir com os seus requisitos aplicáveis ao negócio e ainda crescerem de forma sustentável. Essas empresas são avaliadas criteriosamente, através de ferramentas e auditorias realizadas pela Verde Ghaia. Essa premiação é uma forma de apresentar à sociedade, o compromisso que essas empresas têm com o meio ambiente e com as suas responsabilidades sociais.

Além da sustentabilidade, seis outros princípios contribuem para a consolidação de uma empresa de sucesso e agregam ainda mais valor a experiência de ter um negócio próprio.

Os 7 princípios norteadores de uma empresa de sucesso

Para além da definição da visão, missão e valores e de buscar a sustentabilidade do negócio, seis princípios também ajudar a dar o norte para ter uma empresa de sucesso. Vamos conhecê-los.

1. Determinação: A realidade dentro de uma empresa nem sempre é fácil e a rotina muitas vezes acaba se tornando algo estressante. Por isso, ter em mente que a superação dos obstáculos é um fator essencial para alcançar os resultados estabelecidos faz toda a diferença.

Quem tem força de vontade e consegue manter o foco acaba se destacando com maior facilidade, justamente pelo fato de não se deixar abater quando os primeiros imprevistos aparecerem, tendo a certeza de que o melhor ainda está por vir e tudo, principalmente os erros, servem como aprendizado. Por isso, a determinação é essencial para quem busca ter uma empresa de sucesso.

2. Empatia: Para se destacar no mercado uma empresa precisa alcançar o seu público-alvo e consequentemente criar estratégias para fidelizá-lo. Por isso, ao analisar de perto as expectativas do consumidor, é importante considerar suas opiniões e vivências, saber olhar com os olhos do cliente, buscando demostrar a maior empatia possível, porque é essa capacidade de se colocar no lugar do outro que pode ser a diferença entre ter uma empresa de sucesso ou não.

3. Inovação: A criatividade deve tornar-se um hábito diário. Hábito mesmo, porque mesmo que em determinados dias achamos que jamais podemos pensar de forma criativa, se todo dia exercitarmos isso, vai acabar se tornando um hábito. E quando for necessário, as ideias geniais vão surgir mais facilmente.

4. Criatividade: é importante porque ela está diretamente relacionada com a capacidade de inovar. E sabemos que quem não inova fica parado no tempo, estacionado na zona de conforto, vivendo na mesmice sem perspectiva, portanto, de qualquer crescimento.

Quem deseja se destacar deve obrigatoriamente sair dessa situação e trazer a inovação para a empresa, seja em seu produto ou serviço, na forma de atender o cliente, oferecer suporte, ou quanto ao modelo de negócio, por exemplo. Não importa onde, o importante é inovar. Como cada negócio é único, cada responsável deve saber onde trabalhar com a inovação – daí mais uma vez a importância de ter a visão, a missão e os valores da empresa bem definidos.

5. Busque melhorias: A inovação faz com que a busca por melhorias seja constante. E é isso que vai possibilitar que uma empresa alcance o sucesso. Portanto, nunca esteja satisfeito, nunca se sinta confortável demais, porque somente assim você estará aberto para encontrar novas possibilidades, para enxergar onde é possível melhorar, para ter conhecimento de onde estão as oportunidades. Dessa forma, você se tornará referência para seus concorrentes, tornando seu negócio único e exclusivo, considerado uma empresa de sucesso.

6. Ouça sempre o seu cliente: Conhecer o cliente é a forma mais eficiente de obter o sucesso da empresa, porque ao observar seus modos, questionar suas preferências, ouvir suas opiniões e entender o perfil específico apresentado, fica muito mais fácil agradar e ser reconhecido pelo esforço desempenhado.

Em todo caso, essa regra só vai ser válida caso o conhecimento adquirido através do diálogo realmente seja transformado em ações concretas, para assim atrair mais clientes que se identificam com seu produto ou serviço e, consequentemente, aumentar as suas vendas.

7. Capacidade de empreender: Não são todas as pessoas que tem a capacidade de empreender. Mas essa capacidade é um dos pilares de uma empresa de sucesso. Empreender é iniciar algo novo, fazer o que ninguém ainda fez, sair das ideias e partir para a ação, identificar oportunidades e transformar em algo lucrativo.

Considerações Finais

Ser empreendedor é ter como característica a imaginação, a criatividade, a determinação, a motivação, a organização, a liderança e o conhecimento de etapas, processos e do próprio mercado. É saber ser inovador e corajoso para romper com o que existe para fazer diferente e melhor. Saber criar alternativas quando a maioria aponta sempre o mesmo caminho é o que faz toda a diferença.

Tenha uma empresa de sucesso!

Vale a pena destacar que, apesar da grande importância destes 6 princípios norteadores de uma empresa de sucesso, não é de um dia para o outro, que você vai conseguir implementá-los em sua organização. Tudo faz parte de um processo que exige esforço, a busca pelo conhecimento, aperfeiçoamento constante e disciplina.  

Mas, estando disposto a isso, com certeza estes princípios vão mudar positivamente a vida do empreendedor, ajudando-o a transformar o seu negócio em algo dinâmico e sustentável ao longo do tempo.

Então, agora que você já sabe como ter uma empresa de sucesso, que tal começar esse processo hoje mesmo?

Inteligência Artificial para Monitorar Requisitos Legais

 

A LIA e a importância da inteligência artificial para uma empresa

“Acreditamos que é sempre possível inovar”. Esse é um dos valores seguidos à risca pela Verde Ghaia. E por acreditar tanto em inovação, por estar atenta às novas mudanças e exigências do mercado e por querer que seus clientes alcancem sempre os melhores resultados, foi lançada a LIA, a Legislação com Inteligência Artificial.

A LIA definitivamente veio para cumprir tudo o que promete. Mas antes de falar especificamente sobre o que é a LIA e como ela é capaz de colocar sua empresa na vanguarda da inovação, vamos entender a importância de utilizar a inteligência artificial (IA) no meio empresarial.

Por que utilizar IA no mundo dos negócios?

A inteligência artificial não é o nosso futuro. Ela já é o nosso presente. Veja por exemplo, o estudo publicado em 2018 pelas companhias Asgard e Roland Berger, denominado “Cenário Global da Inteligência Artificial”. Nele é mostrado que os Estados Unidos possuem 1.393 empresas que se dedicam exclusivamente à IA. Em seguida vem a China. E o Brasil ocupa a 17ª posição no ranking. Nada mal para o nosso país, não é mesmo?

Por isso que, se hoje vivemos na era digital, tecnológica e de grandes volumes de informações, em que não há mais fronteiras de tempo e espaço e a hiper conectividade está cada vez mais consolidada, é claro que o desenvolvimento de máquinas inteligentes se tornou uma realidade inegável. E necessária.

Mas, por que a LIA?

Bom, se você pode realizar seu trabalho de forma muito mais rápida, por que não fazer isso? Por que continuar buscando maneiras de otimizar seu tempo em 10%, quando uma máquina pode otimizar em 80%, e fazer assim com que sobre mais tempo para você poder se dedicar ao que realmente importa?

Por que dar margem para erros quando você pode evitá-los completamente ao deixar uma máquina realizar análises complexas para você, dia e noite, sete dias por semana?

Por que não contar com ajuda especializada para tomadas de decisão estratégicas em sua empresa? Uma ajuda que seja capaz de olhar toda a sua organização e em questões de segundo dar uma resposta assertiva do que poderia ser feito, ou oferecer alternativas para que você decida o que for melhor?

Esses são alguns exemplos do que a IA pode oferecer a uma organização. E não pense que IA são aqueles robôs maus dos filmes que vão tomar o lugar dos humanos e dominá-los. Caso isso possa vir a acontecer, aí já é assunto para um outro texto.

Presença da Inteligência Artificial

A IA está presente em várias situações no seu dia a dia. Geralmente quando se fala de IA ela logo é relacionada com chatbots, aqueles softwares de trocas de mensagens. Podemos pensar também na Siri, da Apple, ou na Lu, do Magazine Luiza ou ainda na Bia, do Bradesco.

A inteligência artificial que falamos aqui é o ramo da ciência da computação que se propõe a elaborar e construir mecanismos e/ou dispositivos que simulem a capacidade humana de pensar, raciocinar, solucionar problemas, tomar decisões, processar dados e otimizar processos.

A IA pode estar também no corretor ortográfico do seu celular, nas sugestões que você vê quando deseja comprar um produto em algum site como o da Amazon, no GPS que você utiliza em seu veículo, no reconhecimento facial do Facebook, naqueles robôs que ajudam na exploração do petróleo ou no meio do mar ou robôs auxiliares para desempenhar quaisquer outras atividades, em alguns processos médicos para oferecer diagnósticos e fornecer o melhor tratamento para os pacientes, entre tantos outras aplicações possíveis.

Mas há outras formas de IA, e são essas que, além de oferecer uma melhor experiência para o usuário, realmente podem gerar resultados nos negócios, revolucionando toda a maneira de gerir uma organização.

A LIA é uma dessas IA. Vamos conhecê-la melhor.

LIA: Legislação com Inteligência Artificial

A LIA, ou Legislação com Inteligência Artificial, é a mais recente inovação lançada pela Verde Ghaia. E que inovação! Ela é a primeira robô da empresa, lançada em 24 de outubro, que está em processo de aprendizagem para desenvolver a inteligência cognitiva e preditiva.

Estes dois tipos de inteligência estão diretamente ligados à IA. A inteligência cognitiva permite que a LIA aprenda a pensar, a entender sobre abstrações, a memorizar, a usar linguajar adequado e até mesmo a ser capaz de resolver problemas, podendo usar inclusive a criatividade na busca pelas melhores soluções.

Por sua vez, a inteligência preditiva permite que a LIA consiga adequar a abordagem do seu negócio de acordo com as ações dos seus colaboradores, clientes e até mesmo concorrentes. Ou seja, ela consegue usar modelos matemáticos que ajudam a prever probabilidades de riscos, por exemplo. Ela também pode interpretar dados de forma complexa e apresentar uma base de previsões, para que você tenha toda a segurança em avaliar os possíveis riscos e tomar a decisão de qual caminho seguir.

Não é à toa que a LIA veio para mudar completamente a forma como se realiza a Gestão em Compliance baseado no atendimento de requisitos legais, normas técnicas, diretrizes corporativas e outros requisitos. Ela é a plataforma mais moderna e inteligente existente hoje no país capaz de apresentar dados estratégicos para as tomadas de decisão empresariais.

Por meio da LIA, as exigências legais são referenciadas em todos os requisitos legais que a mencionam, extinguindo a repetição das obrigações e condensando as informações de forma clara e assertiva aos clientes. Além disso, são classificadas cada exigência legal, conforme sua natureza ou tipo: inspeção, licenças e autorizações, laudos, programas, planos e prontuários e gestão de fornecedores críticos.

Benefícios da IA para monitorar os Requisitos Legais?

Alguns benefícios que a LIA traz para uma organização são:

  • Melhor experiência para o usuário;
  • Captação de leis e monitoramento dos requisitos legais através de IA;
  • Identificação dos riscos associados a essas legislações que precisam ser atendidas;
  • Custos de prevenção e custos de correção em seu dashboard;
  • Otimização do atendimento às leis;
  • Fortalecimento da segurança jurídica;
  • Dados estratégicos que facilitam a tomada de decisão;
  • Precisão e acerto;
  • Análise dos riscos;
  • 80% menos trabalho para usar o seu tempo com o que realmente importa.

E ainda tem muito mais, que fica até difícil falar em um artigo só. Por isso, se você ficou interessado e quer conhecer melhor a LIA, clique aqui, ou entre em contato com nossos consultores que eles vão explicar como você pode ter acesso a todos os benefícios dessa IA também em sua organização.

Não tenha medo de inovar!

Venha conhecer a LIA para descobrir um novo mundo! Fale conosco e agende uma apresentação!

Verde Ghaia: acompanhando a evolução da sua Gestão

 

A evolução da Gestão da Verde Ghaia é surpreendente e sua estratégia sempre visa crescer com sustentabilidade dentro dos pilares econômicos, sempre buscando inserir em suas atividades novas tecnologias com foco na informação, comunicação e serviços. Estando há 20 anos no mercado nacional e internacional, a Verde Ghaia se tornou referência na criação de metodologias para atendimento às obrigações legais.

O Grupo Verde Ghaia tem como visão de futuro a evolução constante de seus serviços, produtos e metodologias. Para o CEO Deivison Pedroza, a chave para o sucesso da empresa, é estar sempre antenado nas necessidades de cada cliente, escutá-lo e entender a sua realidade.

“É preciso entender que existem seres humanos por detrás da “departamentalização”. Não podemos ignorá-los, pois são eles que definem o rumo dos processos internos da organização onde atuam. Se não os escutarmos, não poderemos oferecer soluções reais, para problemas reais.” Deivison Pedroza

Quer saber o que mudou nos 20 anos de Verde Ghaia? Descubra como essa empresa investe em si mesma e em todos os seus clientes, colocando a gestão sustentável em primeiro lugar − e sempre alinhada às outras questões também importantes.

Como evoluímos nosso atendimento às Obrigações Legais

Muito deve ser pontuado sobre as questões ambientais e de como as empresas a considerava há 20 anos. Para começar, o monitoramento da legislação antigamente era feito de maneira muito limitada, o que restringia sua eficiência. Infelizmente, na década de 90 poucas eram as empresas que tinham conscientização ambiental e prezavam pela sustentabilidade, limitando-se no cumprimento de normas ISO, estabelecidas pelas esferas regulamentadoras. Questões de saúde e segurança, razões sociais e afins eram deixados de lado.

Contudo, apesar desse quadro desanimador, a Verde Ghaia sempre buscou estar à frente do seu tempo e apostou que o mundo poderia mudar, que as empresas poderiam fazer sua Gestão com foco na sustentabilidade, pois assim, alcançariam uma evolução na gestão.

Hoje, há diversos recursos que abrem portas para uma gestão mais auto sustentável, e que a Verde Ghaia faz questão de ficar atenta para ter cada vez mais kwon-how e assim, transmitir seu conhecimento aos clientes para que eles tenham um sistema de gestão empresarial consolidado e eficiente.

Evolução da Gestão: planejamento estratégico

O investimento em planejamento estratégico é um dos pilares da evolução da gestão empresarial. Avaliar os pontos fracos e pontos fortes da empresa é fundamental para aprender com os erros e investir nos acertos. Analisando o ambiente interno e externo da Verde Ghaia foi possível traçar estratégias para que a empresa se mantivesse em constante evolução (o que se perpetua até hoje). Um exemplo disso é a LIA.

Isso permite à Verde Ghaia a oportunidade de sempre melhorar seus processos e estar sempre a frente do mercado. Todo o pensamento estratégico se baseia no conhecimento adquirido nestes últimos 20 anos de atuação nacional e internacional.

Uso de tecnologias inovadoras

Com toda a certeza, investir em tecnologia contribui com o processo de inovação e com o crescimento do Grupo Verde Ghaia. Para se ter uma ideia, quando o grupo iniciou os seu trabalho, a tecnologia de ponta era o FAX. E hoje, por exemplo, a Verde Ghaia investe em Inteligência Artificial. E é assim, que a VG cresce! Acompanhando a visão de Futuro!

Isso não só ajuda na evolução da gestão da Verde Ghaia, como também, permite acesso dos clientes à essas informações que por sua vez, contribuem no crescimento da organização. Em nosso site, por exemplo, há informações diversas sobre Sistema de Gestão, Requisitos Legais, Auditorias, Tecnologias e informações dos mais diversos nichos empresariais.

A partir do momento em que se tem uma visão ampla de mundo, passamos a observar os mais diversos cenários e necessidades e conectá-los ao nosso negócio. Sendo assim, não há como levar soluções se não nos preocuparmos em entender os cenários diversos, a conectar-nos com o mundo. E para facilitar a entrega de soluções, a tecnologia está aí para nos ajudar. É ela que facilita o trabalho das empresas, aderindo mais qualidade aos produtos e serviços. (nós falaremos mais sobre isso mais à frente).

Investindo em tecnologias e inovações é possível abrir todos os horizontes da empresa. Tudo é influenciado pela tecnologia: gestão, comunicação, razões sociais, questões ambientais, entre outras inúmeras áreas. Saber aproveitar essa disponibilidade é o diferencial da Verde Ghaia. Apostar em novas tecnologias e metodologias para estar à frente do seu tempo e oferecer serviços que realmente possa surpreender seus clientes.

Gerenciamento da qualidade

É impossível falar de evolução da gestão sem citar os parâmetros de Qualidade. Antes é preciso entender realmente esse conceito: qualidade no meio empresarial não faz referência apenas ao produto ou serviço final, mas, sim, a TODOS os processos envolvidos para chegar até o último passo.

Uma empresa que não possui uma boa gestão de qualidade, como parte da cultura da empresa, dificilmente irá se destacar. A Verde Ghaia, no entanto, tem como intuito de sempre oferecer serviços e produtos com o mais alto padrão de qualidade. E é assim, que ela vai conquistando seu espaço no mercado, oferecendo qualidade, postura ética e profissional nas suas inter-relações.

Estar no mercado há 20 anos, tem nos possibilitado a aprender com erros e acertos, estando sempre atento ao nosso processo de melhoria contínua de uma forma bem estruturada e que faz parte da cultura organizacional da Verde Ghaia.

Verde Ghaia e sua política de Complice

A Verde Ghaia SEMPRE busca estar em complice. A empresa é consciente da sua missão de levar informação às organizações em tempo real e criar tendências no mercado.  Dentro do ponto de vista de qualidade, saúde e segurança, logística reversa, razões sociais, dentre outras questões,. Buscamos agir de forma justa e transparente.

Esse termo já está enraizado na cultura da empresa há tempos. Buscar ir além do que é exigido pelas normas, requisitos e obrigações, oferecendo metodologias abrangentes, confiáveis e seguras sempre foi o objetivo da Verde Ghaia. Um exemplo é o Prêmio Compliance criado para homenagear os clientes que estão atuando em conformidade com a sua legislação, trabalhando com transparência e ética.

Outro exemplo é o PICS – Pacto pela Integridade e Compliance Sustentável, que visa oferecer as organizações uma metodologia que instaure a integridade dentro de seus processos internos e externos, envolvendo a todos que fazem parte da organização.

Isso demonstra o quanto a Verde Ghaia tem mudado sua postura, voltando-se não apenas para a corroboração de um sistema de gestão em constante evolução, mas também para uma gestão auto sustentável e que promova causas maiores como a Integridade e o Compliance nas relações.

Otimização da comunicação empresarial

A otimização da comunicação empresarial possibilitou muito a evolução da gestão nos últimos anos. O contato entre quaisquer partes que envolvam uma empresa é infinitamente mais rápido e eficiente. Seja quanto as informações disponibilizada interna quanto externamente com os clientes e possíveis clientes. Oferecer informações em tempo real e de maneira pontual é muito importante para o crescimento de qualquer organização.

 Há muita informação sobre a Verde Ghaia e principalmente sobre os seus serviços, nesses últimos 20 anos referente a evolução de sua gestão. No blog você confere muito mais informações para que você fique por dentro do que acontece aqui na VG!

Conheça algumas ferramentas que vão acelerar a gestão do seu negócio

 

Você sabe como acelerar sua gestão e usar a criatividade a favor dela?

Saber como usar ferramentas para acelerar a gestão é algo fundamental para qualquer empresa. Isso porque, a maioria das organizações buscam por uma gestão mais criativa, voltando-se para uma inovação em projetos e que pensem fora da curva e assim, destacando-se no mercado. Isso significa, atender às necessidades dos clientes e das pessoas que desejam uma solução para o problema!

Bem, para entregar soluções, não basta sentar e pensar em ideias mirabolantes. É preciso entender o que seu cliente necessita, para então, ajudá-lo a resolver de uma maneira mais rápida, de modo que ele tenha mais tempo para o que realmente importa.

E, para pensar fora da caixa, existem diversas ferramentas e metodologias capazes de fazer isso! Incrível, né?

Essas ferramentas estão relacionadas às famosas 05 etapas do processo criativo, sendo elas, percepção, reflexão, preparação, iluminação e verificação. A partir do momento que você compreende essas etapas dentro dos seus processos de resolução de problemas, por mais complexo que seja, torna-se mais fácil expor ideias, que parecem estar desconectadas, gerando resultados extraordinários para solucionar os problemas.

Vamos conhece-las melhor!

Metodologias que ajudam na aceleração da sua gestão

8° Café Conectado: A tecnologia na Gestão Empresarial

Antes de se compreender como usar ferramentas para acelerar a gestão é preciso saber aplicar metodologias simplórias na construção de um pensamento criativo. Essas metodologias – e as tecnologias apresentadas à frente – são usadas em conjunto (busca por inovação e melhorias nos processos internos de qualquer nicho empresarial).

Compreendendo como lidar com uma ideia – do momento em que o problema surge até que a solução vá para o papel, a mera aplicação de ferramentas de gestão será algo simples e que fará parte da rotina de modo natural.

Usar essas metodologias, ajuda a tornar os processos da gestão empresarial muito mais dinâmicas e otimizadas o que, por sua vez, proporcionará melhores resultados e prezará pela sustentabilidade de todos os projetos propostos.

5 etapas do processo criativo: usando as ferramentas para acelerar a gestão

O primeiro passo é compreender como analisar um problema, idealizá-lo, analisa-lo, colocá-lo no papel e finalmente em prática. Os exercícios a serem feitos são:

  • Exercício da Percepção: trata-se de buscar perceber e observar os fatos com mais atenção, com o intuito de perceber o que está causando o problema.
  • Exercício da Reflexão: momento para colocar no papel as ideias, mesmo que em um post-it, para que seja possível visualizá-las e entender como elas se encaixam nas demandas da empresa.
  • Exercício da Preparação: busque se informar sobre as dúvidas que tiver, bem como novas formas de colocar projetos na prática, buscando desburocratizar, boas referências e bons cursos de ação.
  • Exercício da Iluminação: esse é o momento que as ideias passam a ganhar vida, pois as respostas passam a ser vistas com mais facilidade.
  • Exercício da verificação: depois de colocar suas ideias no papel, é chegada a hora de racionalizar e questionar se a sua ideia é viável e se ela vai solucionar o problema identificado.

Use ferramentas para acelerar a gestão

Uma vez que detectamos a ideia principal, ou seja, sabemos qual o seu propósito, podemos de fato, desenvolver a ideia, tirando-na do papel e explorando sua viabilidade na execução do projeto. É nessa hora que é hora que usamos as metodologias dessas ferramentas, visando a aceleração da gestão.

Para exemplificar, abaixo foram separadas algumas das principais ferramentas disponíveis no mercado e que você mesmo poderá aplicar na hora de desenvolver um projeto.

Escolha uma para otimizar seus processos!

1. Design Thinking

O Design Thinking é uma abordagem centrada no ser humano que visa organizar as ideias para que seja possível oferecer soluções mais inovadoras e mais assertivas às necessidades das pessoas.

À medida que as organizações procuram incorporar o design thinking em suas práticas, elas percebem que essa ferramenta possibilita a enxergar melhor os processos de forma organizada e viável, centrada no ser humano.

Promover uma cultura de inovação centrada no cliente é tão importante quanto o processo de inovação. Parte dessa cultura é desencadear o pensamento multidisciplinar, remover preconceitos e infundir empatia para que o resultado produzido esteja em sincronia com as necessidades humanas.

2. Kanban

O Kanban é uma ferramenta muito poderosa para melhorar a visualização de projetos e oportunidades. Essa metodologia é amplamente utilizada quando é preciso agrupar e visualizar projetos, relacionando-nas às suas etapas de fluxo de trabalho. A metodologia foi aplicada na Toyota para que eles pudessem acompanhar os processos de produção, cuja tarefa se move através de estágios que precisam ser visualizados para evitar qualquer tipo de obstáculo.

O que você vê em uma exibição de Kanban é onde o projeto em formato de pipeline nas quais as oportunidades estão alinhadas aos estágios, atribuído a cada pipeline. Uma visão kanban é como um quadro com cartões agrupados em colunas, que correspondem aos seus projetos ou oportunidades e cujas colunas correspondem aos estágios pelos quais você precisa passar.

Todas as etapas têm como foco o ponto inicial até a finalização do projeto ou oportunidade.

3. Metodologia Lean

A Lean é uma abordagem popular para a gestão e que se concentra na melhoria contínua – com o objetivo de promover uma cultura que minimiza o desperdício. É uma metodologia muito eficiente e produtiva. Essa metodologia passou a ser aplicada em uma ampla gama de indústrias, incluindo desde a manufatura e gestão de negócios até o desenvolvimento e design de produtos.

4. Faça uso de Canvas

A metodologia Business Model Canvas é uma ferramenta de gestão estratégica que permite o desenvolvimento do modelo de negócios de uma empresa. Sua estrutura possui nove blocos, pré-formatados, que fornecem a base para a criação de um modelo ou a adaptação de um existente.

Por ser uma ferramenta visual, a metodologia Canvas é um facilitador de estratégias, pois consegue ilustrar todas as estruturas organizacionais, bem com as necessidades reais das pessoas.

Saber como usar a ferramenta Canvas, para acelerar a gestão, será muito útil, especialmente para empresas que estão começando e/ou passando por modificações estruturais.

5. Scrum

O scrum é uma metodologia que toma forma através de iterações curtas de trabalho, que são apelidadas de sprints. Essa metodologia, por sua vez, são reuniões diárias realizadas, a fim de analisar um projeto em parcelas até que ele seja finalizado.

Existem três participantes principais em projetos desenvolvidos pelo Scrum: membros da equipe Scrum, product owner e Scrum master.

6. Design Sprint

A metodologia Sprint ajuda você a se concentrar nos problemas mais prementes da perspectiva de seus clientes. Você começa definindo os problemas certos, idealizando-os e, em seguida, selecionando e criando protótipos para reunir informações validadas para projetos B2B e B2C, incluindo análise de insight – tudo em menos de 5 dias.

Considerações Finais: Gestão centrada no Ser Humano.

Fazer uso de alguma dessas metodologias poderá acelerar sua gestão muito além do que você imagina, pois elas são capazes de elucidar o pensamento e organizá-los da melhor forma possível. Além disso, a metodologia pode auxiliá-lo na seleção de prioridades, ou seja, você fará o que é realmente importante para depois se preocupar com os “menos importantes”. Assim, seu projeto sai do papel e você consegue executá-lo da melhor maneira possível.

Agora que você sabe como usar ferramentas para acelerar a gestão, faça uso de uma das metodologias e dê luz a sua ideia!

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