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Emissões Atmosféricas – Uma Introdução

 

O aumento da emissão atmosférica nas últimas décadas tem se tornado o grande desafio para a humanidade. O crescente desenvolvimento industrial e urbano, crescimento da frota automotiva, os atuais padrões de consumo, o desmatamento e as queimadas, entre outros, tiveram consequências diretas para o comprometimento da qualidade do meio ambiente, do ar e, consequentemente, da qualidade de vida das populações.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), estabeleceu um modelo analítico com um mapa interativo, em que fornece informações sobre a exposição da população ponderada a partículas com um diâmetro aerodinâmico de menos de 2,5 micrômetros (PM2.5) para todos os países.

O mapa também indica dados sobre estações de monitoramento para valores PM10 e PM2.5 de cerca de 3 mil cidades.

Link para o mapa: http://maps.who.int/airpollution/

Segundo as informações coletadas:

– 92% da população mundial vive em locais onde os níveis de qualidade do ar excedem os limites da Organização Mundial da Saúde – OMS.

– Cerca de três milhões de mortes por ano estão relacionadas à exposição à poluição do ar em ambientes externos (outdoor).

– A poluição do ar em ambientes internos (indoor) pode ser igualmente fatal. Em 2012, estimou-se que 6,5 milhões de mortes (11,6% das mortes em nível global) estavam associadas à poluição do ar indoor e outdoor.

Além das consequências nocivas para a qualidade de vida humana, o aumento das emissões atmosféricas é a principal consequência do efeito estufa, responsável direto pelo fenômeno do aquecimento global, que nos dias atuais se apresenta como o grande desafio para a manutenção da vida humana no Planeta Terra.

O aquecimento global tem impactos profundos no planeta: extinção de espécies da fauna e flora, alteração na frequência e intensidade de chuvas (interferindo, por exemplo, na agricultura), elevação do nível do mar e intensificação de fenômenos meteorológicos (por exemplo: tempestades severas, inundações, vendavais, ondas de calor, secas prolongadas), entre outros.

O gráfico abaixo é o resultado dos dados compilados de mais de 1.000 estações meteorológicas espalhadas ao redor do planeta, observações da temperatura da água do mar através de satélites e medições em estações de pesquisa na Antártida.

As marcas destacam os anos mais quentes da história. Em 2005 a anomalia ficou 0.62ºC acima da média. Em 2010 esse valor foi superado, atingindo 0.63 ºC acima da média. Em 2011 o valor caiu para 0.52 ºC (http://www.apolo11.com/[aquecimento_global.php).

 

 

 


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Publicada decisão sobre Plano de Controle de Emissões Atmosféricas

 

Foi publicado no Diário do Estado de São Paulo do dia 28 de janeiro de 2017, a Decisão de Diretoria CETESB Nº 31, DE 24-01-2017, que dispõe sobre relatório do grupo de trabalho inserido na implantação do Plano de Controle de Emissões Atmosféricas – PCEA e proposição de ações e estratégias.

A Decisão aprova o relatório do grupo de trabalho responsável pela avaliação de resultados da implantação do Plano de Controle de Emissões Atmosféricas (PCEA) e da proposição de ações para atendimento aos padrões vigentes de qualidade do ar no Estado de São Paulo.

Possui como objetivo apresentar uma atualização da proposta orientativa, para expansão e reestruturação das redes de avaliação de qualidade do ar e de parâmetros meteorológicos na região metropolitana de São Paulo, buscando sua otimização e atendimento ao monitoramento.

Dessa forma, o plano de redução de emissão de fontes estacionárias-PREFE, deverá conter o planejamento da expansão da rede de monitoramento de qualidade do ar.

Jéssica de Fátima Wolff Mendes
Estagiária do Setor Jurídico

 

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