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A importância da gestão da segurança e saúde ocupacional


 

Quer fazer gestão da segurança e saúde ocupacional da sua organização? Fique por dentro das informações sobre Sistema de Gestão e Certificação. Pois, através dos textos dos especialistas do Grupo Verde Ghaia sua organização só tem a ganhar.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que a cada ano 2.78 milhões de pessoas morrem e 374 milhões são lesionadas ou tem doenças não fatais relacionadas ao ambiente de trabalho. Sendo assim, com objetivo de minimizar esses números estrondosos, surgem normas que ambicionam um ambiente mais seguro e melhor de se trabalhar.

O que é Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional

A antiga OHSAS 18001:2007, no entanto, advém de uma série de normas britânicas que foram desenvolvidas pelo BSI Group. Esse grupo, entre os anos de 1975 a 2000, publicou muitas normas de sistemas de gestão mundiais. Dentre elas as três mais utilizadas no mundo inteiro, relacionadas a meio ambiente (BSI 7750:1992), qualidade (BSI 5750:1979) e segurança e saúde (BS 8800:1996) que mais tarde inspirou a OHSAS 18001.

Principais benefícios da Gestão SSO

De acordo com o BSI Group, dentre os principais benefícios da gestão de saúde e segurança ocupacional (SSO) podemos citar, por exemplo:

  • Criação das melhores condições de trabalho possíveis na sua organização;
  • Identificação de perigos e definição de controles para gerenciá-los;
  • Redução de acidentes e doenças de trabalho, reduzindo custos e inatividade;
  • Engajamento e motivação dos funcionários com condições de trabalho melhores e mais seguras;
  • Demonstração de conformidade para clientes e gestão de fornecedores.

Prazo de Migração para a nova ISO 45001

Recentemente, em março de 2018, a OHSAS foi substituída pela ISO 45001. De tal modo, a ideia dessa nova versão é facilitar a integração com as normas ISO 9001:2015 e 14001:2015, uma vez que apresenta mesmo formato do Anexo SL.

As organizações terão 3 anos para migrarem, ou seja, 2021 é a data limite. Como as mudanças não foram muito significativas, as organizações que já forem certificadas na OHSAS não terão muita dificuldade de conquistarem a certificação na 45001.

Dúvidas sobre a migração e do que mudou acesse: https://www.verdeghaia.com.br/.

Faça uma boa gestão com equipe especializada e que atua no mercado há 20 anos!

Flávia Gomes de Magalhães
Graduanda em Engenharia Ambiental pela UFMG
Integrante do Grupo Verde Ghaia


5 ações proativas para faciliar o processo de Migração para ISO 45001


 

Seja Proativo, agindo com antecipação. Faça a Migração ISO 45001.

Isso significa que tanto as organizações quanto seus colaboradores devem preencher alguns requisitos para serem considerados proativos. Isto é, deve-se ter uma mentalidade cultural de antecipar, evitar e revolver situações e/ou problemas futuros. Portanto, uma organização ou colaborador somente será proativo se forem capazes de trazer melhorias internas e externas.

Migração ISO 45001

Passo a passo para Migração da ISO 45001

Sendo assim, cada um deve ser capaz de analisar suas responsabilidades e processos, criticamente. De modo, que seja possível alcançar soluções eficientes. Além disso, cada um deve avaliar, constantemente seus processos e procedimentos, visando executá-los com mais segurança.

1. Mantenha-se informado

Informe o seu time, alta direção, colaboradores e outras partes interessadas pertinentes, fazendo com que eles conheçam a ISO 45001 e entendam suas diferenças em relação a OHSAS 18001. Os requisitos da nova norma devem ser entendidos e compreendidos, principalmente, pela equipe que irá conduzir a migração. Assim, a organização poderá se planejar e identificar os recursos necessários para proceder com as próximas etapas da migração.

2. Faça um diagnóstico do sistema de gestão existente

Uma das principais ações que devem ser tomadas por uma organização que almeja a migração para a ISO 45001, é identificar as lacunas organizacionais que precisam ser preenchidas para atender aos novos requisitos. Isso pode ser realizado através do diagnóstico. Atravé dele, realiza-se uma avaliação interna em todos os aspectos que envolvam saúde e segurança ocupacional. Em seguida, são identificados os pontos positivos e os pontos a serem trabalhados. O diagnóstico ajudará a organização a entender melhor os seus processos e subsidiará a criação de planos de ação que irão suportar a etapa de implantação.

3. Desenvolva um plano de implementação

Pode parecer óbvio, mas muitas empresas ainda falham no processo de implantação por falta de planejamento. Antes de se iniciar a migração do seu sistema de gestão é preciso planejar. Isto é, estabelecer um cronograma a partir do diagnóstico com as ações necessárias, procedendo com o processo de implantação da nova norma. Assim, tem-se em mãos as questões que serão diretamente afetadas. Além de outras informações que propiciarão ao gestor uma correta priorização de tarefas e o gerenciamento mais assertivo. Se a mentalidade de risco, que está ainda mais enraizada na ISO 45001, for colocada em prática, pode-se ainda reduzir as chances de fracasso e potencializar as oportunidades que forem identificadas.

4. Forneça treinamento e conscientização

A essência de uma organização está nas pessoas que contribuem para o seu sucesso. Por isso, é importante que todas as partes que têm impacto sobre a eficácia da organização, estejam treinadas e conscientizadas sobre as questões de saúde e segurança. Principalmente, no que diz respeito às novidades trazidas pela ISO 45001. É importante que as partes interessadas sejam capazes de interpretar os requisitos normativos. E assim, aplicar a mentalidade de risco em sua rotina operacional. Uma ótima maneira de promover a conscientização é fornecendo treinamentos, que, além de tudo, ainda promovem o desenvolvimento de habilidades na organização e fazem com que as pessoas possam contribuir cada vez mais com a eficácia do sistema de gestão.

5. Mantenha sempre a mentalidade de risco

Uma das principais introduções da ISO 45001 no âmbito de saúde e segurança ocupacional é a mentalidade de risco aplicado ao sistema de gestão. O conceito que antes se limitava às ações preventivas, agora deve estar aplicado desde o planejamento estratégico, até as pontas do sistema de gestão, passando pelos processos e sendo levado em consideração na análise crítica da direção.

A abordagem de riscos permite que a organização identifique os fatores que possam causar desvios no sistema de gestão, no seu desempenho e em sua capacidade de atingir os resultados planejados, além de, é claro, auxiliar na identificação das oportunidades, garantindo assim a melhoria contínua.

Fernanda Pinheiro
Engenheira Ambiental e Sanitarista e de Segurança no Trabalho 
Especialista em SGI

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