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Como fazer análise da perspectiva de Ciclo de Vida?


 

Ainda tem dúvida de como fazer análise da perspectiva de Ciclo de Vida?
Leia o nosso post e acabe com as dúvidas!

A atualização da ISO 14001, publicada em 2015, trouxe mais do que novos conceitos. A norma tem por objetivo trazer uma nova abordagem para alguns de seus requisitos. Dentre eles estão, a análise de riscos e oportunidades do negócio, dos processos, dos requisitos legais e aspectos ambientais da organização. Além do  levantamento de necessidades e expectativas de suas partes interessadas e a avaliação dos aspectos ambientais. Considerando-os uma perspectiva de ciclo de vida.

Uma nova abordagem sobre a ISO 14001

Esta nova abordagem leva a organização a ter um olhar ainda mais crítico sobre o quão preponderante é o seu negócio. E quais são as interferências efetivas de suas atividades, na rotina das partes interessadas. E, por fim, quais os reais impactos decorrentes de seus processos. A criticidade de cada um destes, precisa ser avaliada pela Alta Direção da organização.  A fim de que, a mesma determine como e qual o melhor momento para intervir. De tal modo, que seja possível potencializar tudo que for positivo e minimizar/mitigar tudo que for negativo.

Tratando-se do levantamento e avaliação dos aspectos ambientais, podemos aplicar, de forma genérica, esta mesma lógica. De acordo com a norma, a organização deve “determinar os aspectos ambientais de suas atividades, produtos e serviços.

De modo, que possa selecionar quais serão controlados e aqueles que possam influenciar seus impactos associados. Deve-se, portanto, considerar sempre a perspectiva de ciclo de vida”. Ou seja, enfatiza-se o objetivo do requisito 6.1.2 de que a organização avalie criticamente seus aspectos. E que também possa analisar quais ela conseguirá monitorar e até mesmo atuar. Podendo ser de forma direta ou indireta.

Exemplo prático – ISO 14001:2015

Citando um exemplo prático, algumas organizações se assustaram com este requisito. Isto pois, devido a seus produtos serem incorporados em vários outros, antes de chegarem até o consumidor final. Realizando, assim uma análise completa do ciclo de vida. Incluindo, portanto, o total controle e influência sobre estes, tornando-se um trabalho técnico e economicamente inviável.

Um conselho válido que os consultores da Verde Ghaia sempre dão aos seus clientes e que principalmente, tratando-se de novos conceitos, é a leitura dos anexos da norma. E, quanto a este assunto, o anexo ressalta que a organização é que determina a extensão do controle e da influência exercida. Isto é, o segredo é elaborar uma metodologia para Gerenciamento de Aspectos e Impactos Ambientais. Devendo, no entanto, incluir a análise do ciclo de vida. E assim, dizer da forma mais clara possível, como a organização irá definir os critérios de controle e influência. Devendo, portanto, estar de acordo com a sua realidade, para que realizar tudo aquilo que for identificado no levantamento de aspectos e impactos ambientais.

Sendo assim, no caso de produtos que são incorporados a vários outros, não necessariamente à organização, precisa ter o total controle e influência. Desde a matéria-prima até a destinação/disposição final.

Metodologia e análise do Ciclo de Vida

A empresa pode determinar em sua metodologia que irá fazer a análise do ciclo de vida, a partir dos aspectos gerados por cada atividade. E assim, definir um critério para riscos e oportunidades a partir da análise da perspectiva do ciclo de vida. Por exemplo, para o aspecto “Consumo de matéria-prima x”. A organização pode influenciar o seu provedor externo, priorizando comprar sua matéria-prima em empresas que possuem Certificação em ISO 14001.

Já para o aspecto “Geração de resíduos de plástico”, quando se tratar de produtos que se tornarão resíduos após chegar até o consumidor final, a organização pode avaliar a possibilidade de inserir em seus produtos a codificação. Informando, portanto, se aquele plástico é reciclável ou não. Buscando, potencializar a reciclagem deste material. Percebe-se que, em qualquer levantamento de aspectos, é considerado a análise de ciclo de vida. Consequentemente, surgirão diversas outras possibilidades de melhorias no processo para potencializar o controle e influência da organização.

Vale ressaltar que o segredo é a elaboração de uma metodologia coerente com a realidade da mesma. Assim, será muito mais simples atender à este requisito e não ter “não conformidade” relativa a isso na auditoria externa.

Bianca Rubia Braz Moreira
Consultora de Sistema de Gestão Integrado
Engenheira ambiental e sanitarista, com especialização em legislação ambiental e tratamento de resíduos e efluentes


Gestão de Riscos e Oportunidades nas versões ISO 9001 E 14001


 

Gestão de Risco é uma das grandes mudanças que envolveu as novas versões das normas de qualidade e meio ambiente foi a necessidade da gestão de riscos e oportunidades. Posto que, nas versões antigas, não era abordado. Mas afinal, o que seria riscos e oportunidades?

Gestão de Riscos e Oportunidades nas versões ISO 9001 E 14001

Gestão de Risco: ameaças e oportunidades

De acordo com a ABNT NBR ISO 14001, Riscos e oportunidades são efeitos potenciais adversos (ameaças) e efeitos benéficos (oportunidades). No caso de riscos, a gestão tem caráter preventivo. isto explica a não exigência de ações preventivas. Entretanto, essa análise/avaliação deve ser feita, por exemplo, para:

Processos,
Requisitos Legais,
Aspectos e Impactos,
Negócio.

Riscos e oportunidades atrelados aos processos serão oriundos do mapeamento de processos. Ao se descrever todas as atividades realizadas em cada processo, deve-se em seguida, identificár o que pode ser melhorado (oportunidades). Assim como, as futuras possíveis, falhas (risco).

Levantamento das legislações aplicáveis

Gestão de Risco e oportunidade de requisitos legais poderão ser identificados a partir do levantamento das legislações aplicáveis à atividade da organização. Sendo que, para aspectos e impactos, também serão identificados no levantamento de aspectos e impactos as atividades/processos da organização.

E para o negócio, a identificação será feita através do planejamento estratégico. Este, portanto, é realizado pela , que deverá levar em conta as variáveis pertinentes ao negócio. Sendo elas:

Mercado,
Tecnologia,
Recursos Financeiros,
Recursos Intelectuais,
Recursos Humanos na Organização,
Expectativas atuais e futuras,
Experiências Passadas.

É importante lembrar que todos os riscos e oportunidades identificados deverão ser tratados. Assim como, conter planos de ação, avaliação de eficácia, monitoramento e análise crítica.

Ressalta-se, no entanto, que muitas empresas avaliam apenas os riscos negativos. Deve-se, porém, considerar imprescindível a avaliação das oportunidades, pois são elas que possibilitarão a melhoria nos processos. Cabendo a cada organização estabelecer, implementar e manter processo adequado. De modo que, cada organização seja capaz de gerenciar seus riscos. Para saber mais acesse o nosso site e informe-se mais sobre a Gestão de Riscos das Normas 9001:2015 e 14001:2015.


Flávia Gomes de Magalhães
Graduanda em Engenharia Ambiental


Quer saber mais sobre as novas versões das normas?

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12 desvantagens de não migrar para ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015


 

O prazo para as empresas concluírem a migração para as norma iso 9001 versão 2015 e ISO 14001 versão 2015 termina em 2018. Após essa data os certificados na versão anterior das normas perdem a validade.

Para não perder a certificação, as empresa precisam passar pelo processo de migração que prevê a implementação e adequação aos novos requisitos da norma e a realização de auditoria externa, feita por um organismo certificador.

A equipe de Consultoria Técnica e Jurídica da Verde Ghaia orienta as empresas a realizarem o processo com antecedência para evitar qualquer imprevisto e não correr o risco de ficar sem o certificado internacional, o que pode comprometer o negócio de qualquer empresa.

Para alertar as empresas sobre os riscos de deixar a migração para última hora, os Consultores elencaram as principais desvantagens de não realizar o processo com antecedência.

1. Falta de tempo para a empresa se organizar e programar as ações necessárias.

2. Maior impacto nas rotinas e nos processos, podendo comprometer a produtividade dos colaboradores e da empresa.

3. Não ter tempo hábil para qualificar e sensibilizar os colaboradores sobre as mudanças, podendo gerar resistências e impactos negativos na produtividade e no clima organizacional.

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4. Não avançar em novas metodologias inseridas nas versões 2015.

5. Maior impacto do custo de migração, concentrando os valores em um único período e ainda com a possibilidade do aumento do custo dos serviços motivado pela maior demanda das empresas e a escassez de consultorias disponíveis.

6. Indisponibilidade de empresas de Consultoria e de profissionais qualificados para auxiliar no processo de migração.

7. Indisponibilidade dos organismos certificadores para a realização de auditorias externas.

Não ter tempo hábil para avaliar e amadurecer o Sistema de Gestão com a aplicação dos novos requisitos, e correr o risco de só identificar falhas cruciais durante a auditoria externa, podendo, de acordo com a gravidade da não conformidade, comprometer a certificação.

8. Perda de negócios: Deixar de participar ou de ser classificado em concorrências e licitações que exijam a certificação na nova versão da norma. Estar no mesmo patamar de milhares de empresas que vão deixar a migração para a última hora e demonstrar para o mercado a falta de programação e planejamento (marketing negativo).

9. Marketing negativo: associar a imagem da empresa às questões negativas, tais como procrastinação, desorganização, gestão ineficaz. Afetando, assim, a credibilidade com os seus clientes e parceiros.

Não aproveitar os benefícios trazidos pela nova versão da norma, que agregam a gestão à estratégia da empresa, o que poderia ser fundamental para o negócio em tempos de crise.

Quer saber mais sobre a migração? Acesse nosso site e entre em contato conosco Consultoria Online Verde Ghaia

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ISO 9001 e ISO 14001 versões 2015 empresas correm para migrar


 

migracao iso 9001 versão 2015A publicação das novas versões das normas ISO9001 e ISO14001 já completou 1 ano. Agora falta pouco tempo para as empresas iniciarem a migração e completarem o processo antes do prazo de vencimento, em outubro de 2018, quando os certificados da versão anterior perdem a validade.

 

Para as empresas que consideram que o tempo é grande, os organismos certificadores alertam para que se planejem para não serem surpreendidas e correrem o risco de ficarem sem a certificação.

 

A versão 2015 das normas traz mudanças significativas para a gestão das empresas, justamente por estar mais alinhada à estratégia e contar com o maior envolvimento das lideranças em todo o processo. Por isso, é fundamental que as empresas se estruturem com antecedência para que consigam realizar a migração com tranquilidade, avaliando e conferindo o atendimento aos novos requisitos, corrigindo possíveis falhas e desvios e evitando a perda do certificado internacional, seja de Gestão da Qualidade ou de Meio Ambiente.

 

Pensando nisso, muitas empresas já iniciaram o processo de migração logo na chegada das normas, por terem receio de não conseguirem se estruturar em tempo e fazer com que o Sistema de Gestão esteja devidamente adequado para passar por uma auditoria externa de certificação.

migracao iso 9001 e iso 14001 sogi 6

De acordo com o Consultor e Presidente do Grupo Verde Ghaia, Deivison Pedroza, quanto antes as empresas iniciarem o processo mais tempo terão para avaliar o sistema e corrigir pequenas falhas que só podem ser percebidas quando os processos estiverem sendo executados. “Quem deixa para fazer o processo na última hora, além de ter um custo maior com Consultoria e Treinamentos, corre o risco de não conseguir se adequar completamente e só perceber falhas cruciais durante a auditoria, o que pode até comprometer a certificação dependendo da gravidade da não conformidade. Se pensarmos nos impactos significativos disso para o negócio, não vale a pena correr o risco”, enfatiza.

 

Ainda de acordo com Deivison Pedroza, muitas empresas já estão preocupadas em manter a certificação, por isso, a procura por serviços de consultoria, consultoria on-line e treinamentos já estão aumentando. “Nos últimos meses tivemos um volume de solicitações de propostas acima da média. O número de acessos nos nossos sites aumentou quase 10 vezes. As empresas estão em busca de materiais orientativos sobre a migração e também de serviços para assessorá-las nos processos. As empresas sabem que, quem deixa para última hora pode ser surpreendido com a escassez ou alto custo de profissionais habilitados e qualificados para ajuda-las”, explica.

 

Para melhor orientação da sua empresa, elencamos alguns fatores que mostram a importância de planejar o processo e de não deixar para fazer a migração na última hora.

Confira:

migracao iso 9001 e iso 14001 2015

 

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