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Vantagens e Benefícios de um Sistema de Gestão para o seu negócio

 

Administrar um negócio exige muita dedicação e bastante trabalho. Muitas vezes, podemos pensar que não é nada fácil. Mas, hoje em dia, existem algumas ferramentas que podem auxiliar você no monitoramento do sistema de gestão, permitindo inclusive, expandir a sua empresa e melhorar a qualidade do seu produto. 

Essas ferramentas são necessárias porque não basta apenas a força de vontade do empreendedor para fazer dar certo seu negócio. É importante que haja planejamento, visão integrada e muito conhecimento para gerir as diversas atividades que estruturam a empresa.

Para agilizar e tornar eficiente todo esse processo, o indicado é implementar um sistema de gestão. Utilizando essa ferramenta, você terá uma melhora significativa em todos os setores do seu negócio, além de economizar tempo e dinheiro.

Quer conhecer mais vantagens e benefícios de um sistema de gestão para a sua empresa? Você sabe como implementar seu SG e quais são os melhores indicadores? Então continue a leitura, porque esse artigo vai tratar exatamente sobre esse assunto.

O que é um sistema de gestão?

Se você tem buscado formas de melhorar a organização dos seus dados e informações, assim como a comunicação da sua empresa de modo que seja possível economizar tempo e aumentar a qualidade e quantidade de venda de seus produtos e/ou serviços, um software de sistema de gestão é ideal para você.

O sistema de gestão é um programa desenvolvido para automatizar e informatizar diferentes setores e processos administrativos de uma empresa. Através desse software é possível ter um controle de estoque, controle de finanças, gerenciar documentos, requisitos. Existem ferramentas para monitorar todo tipo de sistema de gestão.

Ao implementar seu sistema, vise um sistema que trate a sua gestão de forma integrada, você estará ampliando a visão geral das suas atividades e facilitando a tomada de decisões ao mesmo tempo em que diminui riscos e prejuízos e planeja estratégias para o crescimento da sua empresa.

Quais são as vantagens e os benefícios de um sistema de gestão?

Adotar um sistema de gestão poderá trazer várias vantagens e benefícios para o seu negócio, não só no âmbito administrativo, mas também em outros setores de sua empresa, auxiliando o seu crescimento de uma forma geral. Veja só alguns exemplos:

  • Otimização na utilização do capital de giro: através desse sistema é possível ter um maior controle sobre a gestão de estoque. Conhecendo melhor as operações da empresa a chance de ocorrência de imprevistos e erros diminuem.
  • Aumento do lucro e redução de gastos: com a automatização de diversos processos, os gestores terão mais tempo para se preocupar com o crescimento da empresa, desenvolvendo estratégias e metas.
  • Redução de falhas: ao implementar um sistema de gestão integrada, as chances da ocorrência de falha durante os processos diminuirão significativamente. Além disso, o sistema te ajudará a destacar pontos de melhorias.
  • Padronização dos processos: a padronização de processos da empresa torna o trabalho mais consistente e eficiente, melhorando inclusive a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pelo seu negócio.
  • Dados e informações precisas: através do sistema de gestão você terá acesso aos dados reais da sua empresa, desde estoque até mesmo a gestão de clientes. Dessa forma fica mais fácil tomar decisões e entender em que patamar está o seu negócio.
  • Diminuição do retrabalho: uma empresa que não possui um sistema de gestão corre o risco de gerar retrabalho, ou seja, ter duas ou mais pessoas fazendo a mesma tarefa. Isso faz com que sua empresa tenha mais desperdício de tempo e consequentemente de dinheiro.

Agora que ficou claro quais são as vantagens e os benefícios de um sistema de gestão e a importância da presença dele no negócio? Vamos entender como iniciar a sua implementação.

Como iniciar a implementação de um sistema de gestão?

Para iniciar esse processo é importante que seja feito um levantamento geral dos dados e das informações da empresa. Além de um bom planejamento, é importante criar metas, visualizando onde você deseja chegar e qual deverá ser as ações a serem tomadas para atingir esse objetivo.

É essencial que haja uma estrutura organizada a ser seguida, de modo que a implementação ocorra da maneira mais simples possível. Cada sistema de gestão, de acordo com seu segmento, terá exigências específicas para seguir. Entretanto, existem seis categorias bases na estrutura de um sistema de gestão. São elas:

  • Política de administração;
  • Planejamento estratégico;
  • Implantação e operação;
  • Avaliação do desempenho;
  • Correções e melhorias;
  • Exame crítico.

Quais são os indicadores para avaliar o sistema de gestão?

Para que haja um aprimoramento constante dos fatores que integram a estrutura de um sistema de gestão, corrigindo possíveis erros, é preciso o acompanhar alguns indicadores. Dentre os mais utilizados temos:

  • Indicadores de qualidade – ISO 9001: esse indicador irá monitorar a quantidade de defeitos encontrados em produtos ou equipamentos, a quantidade de matéria-prima e recursos humanos que estão sendo utilizados, assim como o desperdício dos mesmos durante os processos de produção. Você poderá verificar também o número de reclamações recebidas por consumidores de seus produtos finais e o tempo gasto em cada processo.
  • Indicadores de saúde e segurança – ISO 45001: os principais fatores utilizados para medir esses indicadores são acidentes de trabalho, número de atestados médicos, gastos com plano de saúde, número de faltas, horas de treinamento, entre outros.
  • Indicadores de sustentabilidade – ISO 14001: aqui os principais fatores considerados são o consumo de água e energia gasto na produção, quantidade de resíduos gerados, destinação dos resíduos, matéria-prima sustentável ou não, reaproveitamento, etc.

Ferramentas para avaliar o seu Sistema de Gestão

É importante ter em mente que após a implementação de um sistema de gestão é necessário monitorá-lo, para que ele possa ser eficiente e trazer os resultados desejados. Quando você possui um software moderno, como o SOGI – Software Online de Gestão Integrada da Verde Ghaia, você não precisa se preocupar tanto, uma vez que essa ferramenta é capaz de te ajudar no monitoramento, facilitando a sua gestão.

Algumas das ferramentas geralmente utilizadas para monitorar o sistema de gestão, tanto por softwares como o SOGI, quanto por gestores, a fim de economizar muito tempo e recursos, são:  

  • 5W2H: esta ferramenta trata-se de um checklist de atividades que devem ser realizadas na empresa, fornecendo um mapa de atividades que vai permitir analisar todo o processo, tornando-o muito mais ágil e eficiente. O significado dela é: 5 W: What (o que será feito?) – Why (por que será feito?) – Where (onde será feito?) – When (quando?) – Who (por quem será feito?) 2H: How (como será feito?) – How much (quanto vai custar?).
  • PDCA: (do inglês: PLAN – DO – CHECK – ACT ou Adjust), essa é uma ferramenta que visa a melhoria gradativa dos processos através de cinco passos: planejar, fazer, checar e agir.
  • PMBOK (Project Management Body of Knowledge): este é basicamente um guia com 47 processos de gerenciamento, separados nos grupos: Iniciação, Planejamento, Execução, Monitoramento e controle e Encerramento.

Qual é o melhor sistema de gestão para seu negócio?

Adotar um sistema de gestão nem sempre pode ser uma tarefa fácil. Lembre-se de que você estará reestruturando toda a sua empresa, e isso requer planejamento e dedicação. Mas, depois de tudo isso feito, você estará pronto para ter todas as vantagens e os benefícios em sua empresa.

Mas como descobrir qual o melhor sistema de gestão para a sua empresa? Cada negócio possui uma necessidade diferente, e para determinar qual o melhor sistema de gestão utilizar, você poderá recorrer ao Outsourcing.

Outsourcing

Outsourcing é um modelo de negócio criado pela Verde Ghaia no qual o cliente contrata os nossos serviços para monitorar o desempenho de sua gestão, através do SOGI. Isso possibilita que os especialistas da Verde Ghaia, utilizem as nossas tecnologias para melhorar o desempenho do seu negócio, de modo terceirizado.

Consultoria Online

Outra forma de conseguir traçar caminhos para melhorias na sua empresa é através da Consultoria Online da Verde Ghaia. Através dessa ferramenta, você será capaz de comprar horas para consultas em sistema de gestão de forma prática e fácil, sem ter que sair da comodidade do seu ambiente de trabalho.

Através da consultoria online você é capaz de realizar o diagnóstico da sua gestão e buscar por melhorias para que o seu negócio possa desenvolver de forma segura, eficiente e sustentável ao longo do tempo.

E então? Vamos descobrir a melhor ferramenta para você começar obter as vantagens e os benefícios de um sistema de gestão? Fale conosco!

Integrando os elementos das três normas: ISO 9001, ISO 14001 e 45001

 

Um sistema de gestão integrada é aquele que trata os elementos comuns a todos os sistemas de uma forma integrada, mas respeitando-se e assegurando-se o cumprimento dos requisitos específicos e particulares de cada sistema independente.

Para efeito de integração, tomar-se a estrutura da norma ISO 9001, pelo fato de exatamente a mesma estrutura da norma 14001 e por esta estrutura ser absolutamente compatível com a norma ISO 45001.

Princípios do Sistema de Gestão Integrada

Os princípios que regem o sistema de gestão integrada são os seguintes:

Contexto da organização: onde a organização apresenta as questões internas e externas, bem como as necessidade e expectativas das partes interessadas relacionadas.

Sistema de gestão e a interação dos processos: As normas define que a organização inclua os processos e suas interações.

Política:A organização deve estabelecer uma política integrada que a busca atender por exemplo, a satisfação das necessidades de seus clientes, a proteção do meio ambiente e preservação da poluição, a eliminação de perigos e redução de riscos de SSO. Deve assegurar o seu cumprimento e estar comprometida com o Sistema de Gestão Integrada.

Gestão de riscos e oportunidades: A organização vai levantar os riscos e oportunidades do negócio da organização e também do Sistema de Gestão Integrado. Para atender este item normativo recomenda-se utilizar a Matriz SWOT: Forças e Fraquezas (ambiente interno) e Oportunidades e Ameaças (ambiente externo).

Planejamento: Um plano para cumprir a política integrada definido:

1. Identificação de modos de falha e seus efeitos, aspectos e impactos ambientais, perigos e riscos à segurança e saúde do trabalhador;

2. Estabelecimento de objetivos e metas para qualidade, desempenho ambiental e saúde e segurança ocupacional.

3. Desenvolvimento de planos de ação associados aos alcances dos objetivos e metas estabelecidos.

Implementação: A organização deve capacitar as pessoas envolvidas e prover os mecanismos de apoio necessários à efetiva implementação das ações planejadas.

Avaliação de desempenho: A organização deve mensurar, monitorar e avaliar seu desempenho quanto aos elementos do sistema de gestão integrada.

Análise Crítica e Melhoria:A organização deve avaliar criticamente e aperfeiçoar continuamente seu sistema de gestão integrada para melhorar seu desempenho nos requisitos da qualidade, do meio ambiente, da saúde e segurança ocupacional.

Fortalecimento do Sistema de Gestão

Objetivo de um sistema de gestão integrada é de fornecer à organização meios para se planejar, desenvolver, verificar e corrigir, avaliar criticamente e melhorar as atividades relacionadas como por exemplo: Qualidade de produtos, atividades e serviços; Aspectos e impactos ambientais; Saúde e segurança no trabalho.

Visando o atendimento de requisitos legais, requisitos de outras partes interessadas e a melhoria contínua do desempenho organizacional.

Política integrada do SG

Deve ser estabelecida e mantida uma política integrada quanto à qualidade, meio ambiente, saúde e segurança ocupacional, autorizada pela alta administração da organização que claramente estabelece objetivos globais desempenho e comprometimento quanto a busca da satisfação plena das necessidades dos clientes.

Tendo uma visão mais ampla da política integrada, espera-se que a organização cumpra a legislação e outros requisitos subscritos, melhore continuamente o desempenho da qualidade, meio ambiente, da saúde e segurança ocupacional e busque satisfazer os anseios das partes interessadas.

Ganhos com a integração

São inúmeros os ganhos com a integração dos sistemas de gestão. Dentre os quais, pode-se destacar:

Simplificação: A integração permite que a documentação gerada, principalmente normas, procedimentos e instruções operacionais, seja racionalizada. Evitando duplicidade de documentos e, principalmente, conflitos e ambiguidades entre eles.

O menor número de documentos, por sua vez, permite um controle mais simples e efetivo, demando menor tempo para a atividade, menor necessidade de mão-de-obra, menor consumo de recursos de informática ou recursos gráficos e, consequentemente, menor custo.

Com os recursos humanos, a integração dos sistemas de gestão permite um controle mais simples e efetivo, demandando menor tempo para a atividade, menor necessidade de mão-de-obra para elaboração de documentos, menor tempo com a gestão global do sistema, menor consumo de recursos de informática ou recursos gráficos, menor consumo de recursos naturais: energia, papel.

Porém, o ganho mais expressivo reside no fato de um sistema integrado permitir a todos os funcionários da organização – gerentes, operários, colaboradores, auditores internos e etc uma visão global das atividades. Cada funcionário passará a enxergar sua atividade como parte integrante de um sistema mais amplo, conhecendo as várias relações de causa e efeito nela envolvidas. Cada funcionário poderá, também, perceber que o desempenho organizacional requer um bom desempenho de todas as atividades e de todos os funcionários da organização quanto a todos os fatores relacionados a qualidade, meio ambiente, saúde e segurança ocupacional no trabalho.

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Implantação, Certificação e Manutenção

Há também ganho financeiro com a redução de custos de implantação, certificação e manutenção.

Redução acentuada dos custos de avaliação e análise inicial, elaboração, análise crítica, aprovação, distribuição e controle de procedimentos, uma vez que a ampla maioria da documentação estará integrada, exceto aqueles documentos estritamente específicos e técnicos, o volume total de documentos a serem gerados caíra aproximadamente, segundo estimativa não comprovada, em 50%.

Redução dos custos de treinamento para sensibilização, conscientização e formação dos funcionários. Com a documentação integrada será possível a preparação e aplicação de treinamentos mais abrangentes, que forneçam uma visão integrada das atividades da organização.

Tais treinamentos, mesmo sendo mais eficazes, demandarão menor tempo de elaboração e aplicação. Também a avaliação de eficácia dos mesmos será favorecida, já que poderão ser criados mecanismos que também façam a avaliação de forma integrada.

Leia também:

Por que o SGI oferece respostas mais efetivas a sua gestão?

 

O sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e da saúde e segurança ocupacional fazem parte do sistema integrado das empresas cujo objetivo é oferecer respostas mais efetivas e apropriadas para a melhoria do desempenho global da organização. Pode-se facilmente perceber que os resultados dos negócios dependem da integração e harmonia dos fatores.

Produtos e serviços

Para ser bem-sucedida e garantir a sobrevivência da organização é preciso fornecer produtos e serviços que atendam às necessidades explícitas e implícitas das pessoas. Os requisitos para tal atendimento são: qualidade; entrega no local certo, na quantidade certa e na hora certa, preço condizente a qualidade, assim como segurança e moral.

Uso ativo do dinheiro, tecnologia e posição no mercado

A gestão financeira da organização tem que ser eficaz, de tal forma que ela se torne capaz de saldar seus compromissos com fornecedores, colaboradores e o Estado. E também capaz de assegurar lucros para as organizações aprimorarem seus processos operacionais.

O uso da tecnologia é elemento extremamente importante para ajudar a organização a se manter numa posição mercadológica vantajosa, isto é, frente a seus concorrentes. Além disso, a implantação de metodologias agéis e de recursos tecnológicos ajudam na disputa competitiva, no qual será possível oferecer produtos melhores e com custos significativamente menores.

Outro fator, é a posição no mercado, parte extremamente importante, uma vez que todos os concorrentes estão trabalhando para conquistar seu espaço no mercado. Neste contexto, estratégias de propaganda e marketing são fundamentais para ampliar vendas, apresentar vantagens competitivas, apresentar valor agregado e, assegurando a sobrevivência da organização.

Relações Humanas

A base de toda organização são seus colaboradores. Sendo cada um deles responsável por sua tarefa diária, que vai desde a aquisição de mercadorias até a entrega do produto ou serviço ao cliente. Neste contexto, cabe à organização criar, continuamente, um ambiente propício ao bom desempenho, através do respeito às pessoas, da satisfação de suas necessidades básicas, da garantia de ume livre de riscos, ferimentos, doenças ou quaisquer outros danos.

A segurança é um fator importante que influencia o desempenho e a produtividade das pessoas. Desse modo, ela deve ocupar lugar de destaque e ser tema do planejamento e decisões estratégicas da organização.

Relações com fornecedores e clientes

Qualquer organização só existe para satisfazer os anseios de seus clientes, entregando produtos e/ou serviços condizentes a expectativa deste. Tal satisfação só será assegurada por um elevado nível de qualidade de toda a cadeia organizacional: desde os fornecedores, passando por todas as etapas do processo produtivo, até a entrega do produto e/ou serviço ao consumidor.

Por melhor que possam ser os projetos e os processos produtivos, a qualidade jamais será satisfatória se os produtos e/ou serviços recebidos não forem alto nível de qualidade.

A organização deve estabelecer com fornecedores e clientes uma relação de parceria, confiança e, por consequência, gerando um relacionamento de longa duração. Esta relação se caracteriza pelo fato, de que todas as partes ganham com esse relacionamento e assim, assegura-se a sobrevivência de ambos, por um longo prazo.

Meio ambiente e processos

É do meio ambiente que todas as espécies vivas tiram os elementos necessários à sua sobrevivência. Os recursos naturais devem ser usados de maneira racional, causando o mínimo impacto possível, tomando os todos os cuidados necessários para não comprometer as gerações atuais e futuras. Além disso, com o aumento da poluição e com o esgotamento de vários recursos naturais, a legislação ambiental, na ampla maioria dos países, vem se tornando cada vez mais exigente e restritiva, imputando a quem degrada o meio ambiente severas penalidades.

Os desafios ambientais, se não forem tratados com a devida atenção, pode se tornar uma fonte de aumento de custos, perda de competitividade, uma vez que podem estar associadas a imagem da organização como poluidora e destrutora do meio ambiente. A imagem da organização, vista pelo mercado, podem refletir diretamente na inviabilização do negócio, como, por exemplo, cassação do direito de operar.

Toda organização é constituída de uma série de processos, são eles os responsáveis por tudo, de benéfico ou adverso, que a organização produz. Os processos devem ser continuamente monitorados, a fim de se avaliar as condições de operação, determinando se continuam atendendo aos requisitos especificados, se continuam apresentando somente riscos toleráveis às partes interessadas, se continuam produzindo impacto ambiental insignificante, se continuam operando dentro do custo esperado.

O monitoramento contínuo permite a identificação de tendências que poderá levar à futuros desvios operacionais.

A gestão dos negócios a partir de uma abordagem por processos, permite que encontrar falhas nos processos e não culpados. Fica, portanto, claro que todos os sistemas da organização são apenas meios para o alcance da missão.

É, então, imperativo que todos coexistam de forma integrada e harmônica, cumprindo cada qual a sua missão e assistindo e suportando aos demais sistemas para que se cumpram as suas.


Leia mais sobre Gestão Integrada das Normas ISO

Webinar ISO 19011 – Pronto para se atualizar?

 

No dia 27 de fevereiro, quarta-feira, às 10 horas, a consultora de SGI e professora do EAD Verde Ghaia, Raissa Osaki, estará ao vivo para apresentar as principais mudanças trazidas pela nova versão da ISO 19011:2018 e realizar o lançamento dos Cursos EAD Verde Ghaia de Formação de Auditores.

A nova versão da ISO 19011 – Diretrizes para Auditoria de Sistemas de Gestão, publicada em julho de 2018, cancela e substitui a edição anterior da norma, ISO 19011:2012. Portanto, os profissionais que já atuam como Auditores precisam se atualizar de acordo com a nova versão da norma para continuarem conduzindo os processos de auditorias nas organizações. E aqueles que desejam iniciar nessa área de atuação também necessitam de formação baseada nas diretrizes trazidas pela ISO 19011:2018.

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Torne o processo de Auditoria mais fácil

A ISO 19011:2018 surge para tornar o processo de auditorias mais fácil, uniforme e harmonizado. Confira as principais novidades presentes na nova edição da norma:

* Adição da abordagem baseada em risco aos princípios de auditoria;

* Aumento das orientações sobre a gestão de um programa de auditoria, incluindo o risco do programa de auditoria;

* Ampliação das orientações sobre a condução de uma auditoria, especialmente a seção sobre planejamento de auditoria;

* Expansão dos requisitos de competência genérica para auditores.

Curso de Auditores Internos- EAD Verde Ghaia

Para quem é essa aula

– Profissionais que já atuam como auditores de sistemas de gestão e precisam realizar reciclagem de acordo com a nova edição da norma.

– Profissionais que desejam atuar como auditores de sistemas de gestão nas organizações.

– Estudantes e profissionais envolvidos com programas de auditorias e interessados em geral.

Nesse momento será lançado os cursos EAD VERDE GHAIA de Formação de Auditores Internos baseados na ISO 19011:2018.

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A Era das certificações ISO

 

Atualmente é muito comum se ouvir as expressões: Empresa Certificada ISO 9000, ISO 14000; Produto Certificado; Processo Certificado. Mas o que é uma Certificação? Existem vantagens em obter Certificações? Quais são as vantagens?

O que são certificados?

Certificados são documentos, emitidos por entidades específicas, preferencialmente as publicamente reconhecidas, que atestam determinado produto, serviço, atividade ou sistema que está sendo produzido, fornecido, implantado ou mantido de acordo com os requisitos de um padrão específico.

Esse padrão pode ser setorial, nacional, regional ou internacional. Por exemplo, uma determinada empresa receberá do organismo avaliador o certificado ISO 9001 apenas se, após o processo de verificação, o organismo apresentar evidências objetivas de que o Sistema de Gestão da Qualidade implementado pela empresa está em conformidade com todos os requisitos da norma NBR ISO 9001.

Da mesma forma, um fabricante de automóveis concederá um certificado de conformidade a um processo produtivo de um fornecedor de autopeças se observar, através de evidências objetivas, que tal processo está sendo operado de acordo com os requisitos especificados por uma norma de sua escolha.

Todo certificado de conformidade tem prazo de validade definido e a sua manutenção depende da manutenção do nível de desempenho do produto, atividade, serviço ou sistema ao longo do tempo. Portanto, há necessidade que se façam avaliações periódicas para que seja verificado se o objeto da certificação continua atendendo os requisitos especificados pelo referencial normativo usado.

Uma organização pode atestar conformidade de um sistema de gestão, por exemplo, através de três tipos de auditorias

Pelo Cliente – Auditoria de Segunda Parte: por exemplo, uma montadora de automóveis atesta que o processo produtivo de um fornecedor de autopeças está de acordo com os requisitos de um padrão específico.

Por Entidade Autônoma e independente em relação ao cliente e ao fornecedor de um produto ou serviço – Auditoria de Terceira Parte: por exemplo, o certificado de conformidade conferido por uma Instituição Avaliadora ao sistema de gestão da segurança e saúde ocupacional de uma empresa baseado na norma ISO 45001.

Há também a possibilidade da autodeclaração de conformidade –  Auditoria Primeira Parte: a própria organização garante que determinado produto, atividade, serviço ou sistema está de  acordo com os requisitos de um referencial normativo específico.

Obtenção de um Certificado

A obtenção de um certificado por uma organização específica pode ser:

* Facultativa: caso a organização decida espontaneamente demonstrar que segue as diretrizes definidas por uma norma específica. Por exemplo, a implementação e manutenção de um sistema de gestão ambiental de acordo com os requisitos da norma ISO 14001 é uma decisão exclusiva da administração de uma empresa, não sendo ela obrigada por agentes externos a tomar tal decisão.

* Compulsória: caso a organização para produzir, comercializar ou desenvolver uma atividade específica seja obrigada a demonstrar que segue os requisitos de uma norma. Por exemplo, só podem ser comercializados no Brasil brinquedos cujas características estejam em conformidade com a norma Segurança do Brinquedo ABNT NBR NM 300-5:2004.

Motivos para certificação de produtos, atividades, serviços e sistemas

Além da certificação compulsória, determinada por órgão competente, as empresas podem buscar a certificação de produtos, atividades, serviços e sistemas por motivos diversos. Porém, é importante que as empresas vejam a certificação como algo que contribuirá efetivamente para a melhoria de sua gestão; do nível de qualidade de desempenho de seus produtos, atividades e serviços e da sua lucratividade.

A certificação deve ser algo que agregue valor à organização. Os motivos podem ser os seguintes:

* Demonstrar a clientes, mercado e sociedade em geral que a organização produz e fornece produtos ou serviços com alto nível de qualidade, através de melhores práticas ambientais ou de segurança ocupacional.

* Demonstrar que a organização é gerida de forma eficaz, através de um sistema em conformidade com um referencial normativo reconhecido.

* Manter elevado nível de qualidade de produtos, serviços e gerenciamento através da manutenção do certificado.

* Obter vantagem competitiva com relação aos concorrentes pelos motivos expostos acima.

Receber pressão de clientes ou do mercado – a certificação neste caso pode até ser favorável à organização, mas se a mesma não for efetivamente utilizada como um instrumento para a gestão e o sistema tiver sido implantado apenas para se estabelecer laços comerciais, ele não proporcionará o desempenho pretendido. Assim, ao invés de estar agregando valor à organização ela passa a gerar apenas custos.

Organismos certificadores

Para obter uma Certificação de Terceira Parte, a organização interessada deve contratar uma Empresa Especializada para efetuar a avaliação do produto, serviço, atividade ou sistema, que se deseja certificar. Esta empresa, especializada em efetuar avaliações e independente em relação à empresa contratante e aos clientes desta, é o chamado Organismo Certificador.

Existem inúmeros organismos certificadores no mundo, sendo que na sua grande maioria, possuem ação global, emitindo certificados de conformidade para organizações de inúmeros países do mundo.

Organismos credenciadores

Como já foi dito, existem inúmeras empresas certificadoras no mundo e o certificado emitido por elas, para ser devidamente aceito pelo mercado, precisa ser formalmente reconhecido. Estas empresas para operarem, com a confiabilidade que o mercado exige, precisam estar credenciadas por Entidades que disciplinem suas atividades.

Estas Entidades são os Organismos Credenciadores – algumas organizações certificadoras também os chamam de Organismos Acreditadores.

Estes organismos têm os seguintes objetivos:

  • Supervisionar a atuação dos organismos certificadores.
  • Assegurar a imparcialidade dos avaliadores.
  • Avaliar a competência técnica para o desenvolvimento do trabalho em questão.
  • Assegurar que os recursos e instalações sejam apropriados e suficientes para o trabalho.
  • Assegurar que o desempenho do avaliador seja na verdade o requerido pelo referencial normativo.
  • Garantir que o avaliador seja capaz de sustentar o nível de desempenho requerido.

Certificação de Terceira Parte

Pode-se ver que o processo de Certificação de Terceira Parte envolve três agentes distintos:

1. O cliente que busca a certificação;

2. A instituição avaliadora que emitirá o certificado em caso de  conformidade; o organismo acreditador que avaliará e declarará a competência das instituições avaliadoras.

3. É este sistema de “três cabeças” que assegura a credibilidade de tais certificados, que permite que eles sejam um retrato fiel da qualidade fornecida por uma organização às partes interessadas – acionistas, funcionários, clientes e vizinhos – em seus produtos, atividades e serviços.

Por último, é importante ressaltar que a maior parte dos sistemas certificáveis são implementados de acordo com normas publicada pela ISO. Porém não existe Certificado ISO 9000 ou Certificado ISO 14000, por exemplo.

A ISO é uma instituição que apenas cria e divulga padrões aceitos sob consenso internacional, não efetuando qualquer tipo de avaliação – esta cabe aos Organismos Certificadores.

Portanto, a terminologia correta para declarar uma certificação é:

O Organismo Certificador atesta – ou registra, ou certifica, que a Empresa possui um Sistema de Gestão da Qualidade – ou Sistema de Gestão Ambiental, ou outro qualquer, em conformidade com os requisitos da Norma ISO 9001 – ou ISO 9002, ISO 14001 ou outra qualquer.

Deve-se notar que o Certificado de Conformidade não é emitido pela ISO – ele sequer tem o reconhecimento desta instituição. Ele é emitido por um Organismo Certificador credenciando uma Entidade competente para tal.

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Quão sustentável será o seu negócio até 2050?

 

95% das terras estarão degradadas e 5 bilhões de pessoas serão afetadas pela falta de água até 2050. Quão sustentável será o seu negócio?

Que tipo de negócio se sustenta sem a utilização de recursos naturais? Desde atividades administrativas até as mineradoras, todos utilizamos estes recursos no nosso cotidiano em nossas casas e no trabalho. Quando alguém fala a palavra “sustentável”, logo se pensa que tem a ver somente com a natureza e que isso não irá nos atingir, que podemos deixar para depois. Porém, os acontecimentos atuais têm demonstrado que, além dos impactos nas vidas das pessoas, os impactos na natureza afetam diretamente nas atividades econômicas, podendo alterar drasticamente o rumo de um negócio.

E de onde surgem tantos problemas ambientais?

Certamente, muitos deles têm a ver com a falta de cuidado com o , principalmente no que diz respeito à postura das organizações em lidar com seus produtos químicos perigosos, seus descartes, seus resíduos, seus rejeitos. Até um escritório comum tem a sua responsabilidade nessa cadeia, uma vez que há interferência em todo o ecossistema.

Os danos podem deixar sequelas irreparáveis à saúde humana e ao meio ambiente. Os dois exemplos citados abaixo demonstram que, quando uma gestão é realizada precariamente ou existem falhas não identificadas pelos gestores, as consequências podem ser fatais.

1.O acidente radiológico em Goiânia com o césio 137, no ano 1987, por exemplo, foi um caso clássico de destinação inadequada de resíduo tóxico. Catadores de um ferro-velho encontraram uma cápsula contendo césio e a desmontaram, pensando se tratar de sucata comum. Devido ao alto teor de contaminação deste resíduo, duas pessoas faleceram e milhares foram contaminadas.

2. O rompimento da barragem de um dos polos da empresa Vale, na Mina do Feijão, em Brumadinho-MG, se deve principalmente a uma gestão totalmente inadequada no depósito de rejeitos de minério de ferro. Segundo relatos da ONU, “50 milhões de toneladas de rejeitos de minério de ferro lançados com as rupturas das barragens, continham altos níveis de metais pesados tóxicos e outros produtos químicos tóxicos”. Após um mês da tragédia, o número de vítimas fatais chega a 179 e os trabalhos de buscas ainda tentam localizar 134 pessoas.

Apesar de não haver números consumados, sabemos também que muitos animais, rios e outros corpos hídricos estão sendo contaminados pela lama tóxica. A prefeitura de Brumadinho multou a Vale em R$ 100 milhões, e o Ibama em outros R$ 250 milhões depois da tragédia. Quanto às vítimas, o ministério público propôs indenização de 2,6 milhões por pessoa, o que ainda está em negociação com a Vale. Quanto aos moradores, um contrato foi assinado exigindo que a mineradora deverá pagar ao longo de 12 meses um salário mínimo (R$ 998) mensal para cada morador de Brumadinho, meio salário mínimo para cada adolescente (R$ 499) e um quarto de salário (R$ 249,50) para cada criança.

Um estudo para Pesquisas e Políticas Públicas do Reino Unido (IPPR) constatou que o planeta está entrando num colapso ambiental devido ao excesso de interferência humana. A consequência disso pode ser uma desestabilização da sociedade e da economia global. De acordo com os autores da pesquisa, houve um aumento considerável:

  • Aumentou 15 vezes o número de inundações
  • Aumentou em 07 vezes o número de Incêndios florestais
  • solo está sofrendo perdas entre 10% e 40% mais rapidamente do que o tempo que levam para realizar sua regeneração natural.
  • 30% das terras em todo o mundo se tornaram improdutivas devido à erosão.

E estima-se que 95% das terras estarão degradadas e 5 bilhões de pessoas serão afetadas pela falta de água até 2050 caso continuemos nesse ritmo de descuido com as questões ambientais. Dentre os potenciais acidentes que merecem nossa especial atenção, estão aqueles relacionados aos produtos químicos perigosos, que podem ocorrer ao longo de todo o processo de uma cadeia produtiva, ou seja, que vai desde a extração, passando por produção, armazenamento, transferência, transporte, utilização, chegando até a destinação final.

A VIGIAPP (Vigilância em Saúde Ambiental associada aos Acidentes com Produtos Químicos Perigosos) é uma das instituições que visa desenvolver ações para identificar, caracterizar e mapear riscos, ameaças, vulnerabilidades e recursos para uma atuação eficiente em casos de acidentes, bem como, realizar a vigilância epidemiológica dos efeitos à saúde humana decorrentes da exposição à produtos químicos perigosos.

De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP), produtos químicos são conceituados como “produtos líquidos comercializados que possuem determinada função” ou “uma preparação química qualquer”. Porém, a classificação de produtos químicos pode ser muito mais complexa.

Para entender mais sobre Produtos Químicos Perigosos e melhorar sua gestão, convidamos você para ler algumas matérias sobre o tema “Produtos Químicos Perigosos“.

Por uma Gestão mais responsável e, consequentemente, um negócio mais sustentável

No Brasil, a evolução na produção e no consumo de produtos químicos tem tido como efeito colateral um aumento na ocorrência de acidentes, o que implica em incremento no risco de exposição humana e de contaminação ambiental, não só pelo perigo intrínseco da atividade, mas também como resultado de ordenamento territorial inadequado.

A periculosidade intrínseca de determinados produtos, associada à probabilidade destes serem liberados na natureza acidentalmente — seja por falha na operação, por deficiência nos requisitos de segurança, por carência de treinamentos ou negligência nas auditorias — só agrava a situação. Acidentes com produtos considerados perigosos podem afetar diretamente os trabalhadores responsáveis pelo manuseio (o que por sua vez resulta em doença ocupacional ou até mesmo acidente de trabalho, podendo ser fatal) e também a população e ambiente nas adjacências. Dependendo das características do acidente, os efeitos podem ser de longo prazo e até mesmo irreversíveis.

Muitas tragédias poderiam ter sido evitadas através do gerenciamento adequado nos processos de manuseio de produtos contaminantes, tanto para o homem quanto para o solo. Ao analisar a causa raiz destas tragédias, geralmente se trata de não cumprimento e monitoramento inadequado de leis já existentes em conjunto com a falta ou negligência de fiscalização, tanto pela empresa, quanto pelos órgãos competentes.

Mais do que nunca, o clichê “Prevenir é remediar” tem se mostrado como algo que deve ser extremamente levado a sério e não apenas como frase de efeito. Estudos revelam que acidentes catastróficos exigem gastos, pelo menos, sete vezes maior do que os investimentos em prevenção. Sem mencionar os danos ao meio ambiente e às pessoas atingidas, bem como seus amigos e familiares, que sofrem uma perda irreparável.

Ao tratar de prevenção com relação à saúde e segurança e ao meio ambiente, temos dezenas de milhares de legislações aplicáveis aos diversos ramos de atividades. Relacionados especificamente à produtos químicos, temos mais de 150. Dentre as mais utilizadas por todas as empresas, podemos ressaltar a NBR 14725.

Esta Norma Brasileira estabelece exigências quanto à rotulagem de produtos químicos e na ficha de segurança do produto químico, também conhecida como FISPQ. É obrigatório que todas as empresas fabricantes de produtos químicos elaborem a FISPQ que deverá ser utilizada pelos consumidores, para prevenir e minimizar os danos em casos de acidentes. O consumidor, ao utilizar este produto em outra embalagem, deve identifica-la pelo mesmo motivo. São atitudes que parecem muito simples mas que, no caso do acidente radiológico em Goiânia, poderia ter evitado os danos à milhares de pessoas. A correta identificação da cápsula contendo césio como produto químico perigoso, que causa grave danos à saúde, provavelmente teria intrigado os catadores do ferro velho a descobrir melhor do que se trata, antes de desmontar a cápsula.

É importante que exista uma normatização para elaborar diretrizes que contemplem a gestão dos fatores de riscos associados a ameaças por produtos químicos perigosos.

As esferas estadual e federal do SUS (Sistema Único de Saúde) também definiram duas ações direcionadas ao fortalecimento da prevenção, preparação e resposta no que diz respeito aos riscos associados a acidentes com produtos químicos perigosos (e que podem resultar em desastre).

A primeira delas é a instituição do Comitê Estadual de Saúde em Desastres ou a inclusão do tema Saúde em Desastres, caso a empresa já possua um comitê específico para lidar com o assunto. A segunda é a elaboração obrigatória de um Plano de Contingência para Desastres. Vale a pena conhecer os critérios e medidas de cada uma.

Medidas para prevenção

Além disso, sugere-se que a empresa realize algumas medidas para prevenir e lidar com acidentes referentes a produtos químicos perigosos:

– Elaborar um sistema de preparação e alerta para a população para o caso de acidentes com produtos químicos perigosos. Lembrando que sistemas de alerta — como sirenes, por exemplo — devem ser inspecionados regularmente.

– Proporcionar a realização de cursos e treinamentos voltados à vigilância dos fatores de risco e à prevenção de acidentes. É importante também capacitar os recursos humanos quanto ao manuseio correto dos produtos químicos e quanto à conduta em casos de emergência.

– Constituir um Comitê de Saúde em Desastres e definir a responsabilidades de cada envolvido em todas as fases da gestão do risco.

– Definir indicadores para avaliar as ações de intervenção nos fatores de risco e de enfrentamento.

– Propor e acompanhar a elaboração do Plano de Preparação e Resposta do SUS frente aos acidentes com produtos químicos perigosos.

– Adotar um sistema eficiente de Gestão de Risco.

– Certificação nas normas ISO referentes a segurança do trabalho, Meio ambiente e saúde ocupacional,  uma vez que ambas as normas exigem o atendimento aos requisitos legais e o cumprimento destes é verificado periodicamente através de auditorias internas e externas.

Podem existir incertezas quanto ao futuro, quanto ao mercado econômico, quanto à estabilidade financeira do seu negócio. Porém, nada disso se compara com a importância de cercar o seu negócio das certezas negativas, de evitar que tudo que você e sua equipe conquistaram seja destruído por um acidente que poderia ser prevenido.


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 O resultado deste estudo saiu no dia 13/02/201. Acessado em 13.02.2019. http://g1.globo.com/globo-news/videos/v/numero-de-inundacoes-aumentou-em-15-vezes-no-mundo-diz-pesquisa-britanica/7375958/

Quanto vale um Sistema de Qualidade para a sua empresa?

 

A certificação em Qualidade pode ser uma conquista estratégica para as empresas, especialmente, em um mercado tão competitivo. Afinal, conquistar a certificação das normas ISO, além de ser um diferencial competitivo, poderá trazer inúmeros benefícios para o negócio, como maior organização dos processos e atividades e melhorias contínuas para a produção e/ou prestação de serviços.

“…O CUSTO DE CERTIFICAÇÃO SER “CARO” OU “BARATO” É UMA DEFINIÇÃO RASA… DIANTE DO QUANTO A EMPRESA TENDE A GANHAR…”

O que mais se destaca é o quanto a Gestão se torna mais eficaz em relação aos seus indicadores e metas, principalmente, em relação a satisfação dos clientes. É por isso, que ao dizer que o custo para certificação é “caro” é uma definição rasa. A questão é relativa, diante do quanto a empresa poderá ganhar em termos produtivos e competitivos, comparado ao que ela precisará investir. Além disso, existem inúmeras variáveis no processo, que poderão interferir nos custos.

Quanto vale um Sistema de Qualidade para a sua empresa?

Quais são as variáveis que impactam nos custos da Certificação ISO?

1. Realidade da empresa: somente um diagnóstico poderá indicar o que a empresa precisará fazer e/ou mudar para se adequar aos requisitos da norma. De acordo com o cenário da empresa, as adequações podem ser mínimas e, talvez, até não seja necessário fazer nenhum investimento nessa etapa. Mas, só será possível definir essa questão a partir de uma avaliação inicial.

2.Treinamento / conscientização: o envolvimento e a participação dos colaboradores são fundamentais para se obter a certificação. Por isso, é necessário investir em tempo para promover cursos e reuniões para capacitação e em ferramentas de comunicação para conscientização dos colaboradores, especialmente, daqueles que forem responsáveis pelo processo.

Nesta etapa é interessante a empresa contar com uma Consultoria Especializada, que poupará tempo para a elaboração de materiais orientativos e informativos, bem como com os seus Consultores, que já estão habilitados e preparados para conduzir cursos, treinamentos e para assessorar os responsáveis pela certificação.

3. Consultoria Especializada: contar com profissionais capacitados e especializados nas normas reduzirá tempo e retrabalhos para a empresa. Isso porque os profissionais já têm expertise no processo e vão planejar e conduzir as ações com mais efetividade e eficácia. Isso sem falar que o custo de uma Consultoria poderá ser muito menor que a utilização de um profissional da própria empresa, que precisará passar por uma capacitação, não tem experiência no processo e ainda será retirado de sua função, interferindo nas rotinas produtivas.

Uma outra opção, porém incerta, são os consultores autônomos. Isto porque, além de não terem o respaldo e a credibilidade de uma empresa capacitada em Auditoria e Consultoria, podem gerar riscos desncessários. É muito comum, as empresas terem retrabalho por causa de consultores autônomos.

4. Tempo e disponibilidade da empresa: quanto mais comprometida a empresa estiver com o processo, menor será o tempo gasto e, consequentemente, menor será o custo do processo, além de oferecer produtos e serviços com mais qualidade. Por isso, é necessário que os colaboradores estejam envolvidas e se comprometam a executar as ações e os prazos estabelecidos no planejamento.

5. Contratação de organismo certificador: o processo de certificação só é concluído com a auditoria externa, que precisa ser conduzida por um organismo certificador. Para isso, a empresa precisará contratar uma certificadora e pagará pelos custos de logística do auditor. Este ficará responsável por avaliar o atendimento aos requisitos normativos. Caso sejam identificadas não-conformidades graves, a empresa corre o risco de não conseguir a certificação.

Por isso, é importante que a auditoria externa só seja realizada quando a empresa estiver completamente estruturada e preparada para o processo. Caso contrário, poderá ter um custo considerável com auditoria e não ter o sucesso com a certificação.

Aconselhamos realizar auditorias internas com empresa especializadas e reconhecidas no mercado, pois essas empresas têm uma visão do que precisa ser feito evidenciando as não conformidades e auxiliando a organização na resolução, isto é, nas tratativas.

Vale a pena investir na Consultoria de Certificação ISO 9001?

A resposta é SIM, sempre! A Consultoria Especializada e qualificada representa redução de custos com tempo e com retrabalhos para a certificação da norma ISO 9001.

Afinal, a Consultoria conta com profissionais qualificados e experientes na implantação do sistema de gestão da qualidade e na certificação das normas internacionais, o que permite que o processo seja conduzido com mais eficácia, conforme descrito abaixo:

1. Diagnóstico: avaliação mais imparcial da realidade da empresa e análise mais efetiva das adequações necessárias para o atendimento aos requisitos da norma;

2. Planejamento: a maior experiência permite que as estimativas sejam mais realistas para definição de prazos de execução das ações, minimizando erros que poderiam comprometer todo o planejamento da empresa.

3. Direcionamento: o maior conhecimento sobre as exigências da norma, bem como sobre as avaliações dos organismos certificadores, permite que a Consultoria faça o direcionamento mais eficaz dos processos de implantação do Sistema de Gestão da Qualidade, evitando atividades desnecessárias e retrabalhos.

4. Capacitação e conscientização: a Consultoria já possui materiais e modelos de documentos que vão contribuir para a melhor orientação dos colaboradores e dos profissionais envolvidos no processo. Isso sem contar que os Consultores também estão habilitados a realizar cursos e treinamentos, que poderão ser até customizados e alinhados com a realidade da empresa.

5. Custo/benefício: os ganhos promovidos pela contratação de uma Consultoria, com toda certeza, são muito maiores que os custos do processo. Isso sem falar que existe hoje no mercado a opção da “Consultoria On-Line”, que possibilita a realização do processo com a mesma qualidade de uma Consultoria Presencial, porém com os custos muito mais reduzidos.

Consultoria Online, como funciona?

O processo é todo conduzido por uma equipe de Consultores Especializados através de uma plataforma on-line, que vai facilitar a comunicação entre a sua empresa e a nossa equipe.

• São oferecidas ferramentas intuitivas que auxiliam, adequadamente, na implantação de um Sistema de gestão, além de materiais complementares como modelos de documentos e vídeos orientativos.

• A Consultoria On-Line tem como foco, não apenas as resoluções dos problemas, mas caminhos para identificação que visam a solução e o alcance do objetivo proposto;

• A consultoria pode ser 100% on-line e contar com uma auditoria presencial ao final, de acordo com a contratação.

• A plataforma pode ser acessada em qualquer horário e de qualquer lugar, sem necessidade de instalação de um software ou sistema.

• A plataforma também poderá ser acessada através de aplicativo, com ferramentas de comunicação.

Quais os benefícios de uma Consultoria Online?

O custo de uma Consultoria Online é bem inferior ao de uma consultoria presencial, uma vez que, praticamente, não haverá custos de logística. Além disso, a empresa tem total flexibilidade no processo, e não haverá interferência nas rotinas internas da organização. Há outros benefícios como, por exemplo:

• A empresa contará com todo o “know how” de uma consultoria convencional Verde Ghaia, que está há mais de 17 anos no mercado, aliada a uma tecnologia para facilitar a comunicação;

• Os consultores são experientes e possuem conhecimento em diversas áreas de negócios;

• Oferece suporte de um consultor especializado em certificações para orientar e esclarecer dúvidas.

• Plataforma oferece “Dashboard” para que você tenha total controle da utilização dos serviços.

• Todos os serviços prestados são de qualidade e certificados pela Verde Ghaia;

• A Verde Ghaia se compromete em manter as informações da sua organização em total sigilo.

Implantar um Sistema de Gestão da Qualidade e buscar a certificação internacional são decisões estratégicas, que vão influenciar de forma direta a condução dos negócios de uma empresa.

O processo pode ser feito de forma tranquila e trazendo resultados melhores para a empresa, desde que seja bem planejado e estruturado. Caso contrário, ele poderá gerar ruídos internos e impactar negativamente as rotinas e a produtividade, durante a implantação.

Por isso, é recomendável que a empresa tenha ao seu lado uma empresa de Consultoria qualificada, com profissionais especializados na norma e que possam desenvolver o planejamento de mudanças, respeitando a realidade da organização e trazendo o menor impacto para as rotinas produtivas. São por esses e outros motivos que a Consultoria é um importante investimento para a empresa que quer implantar um sistema de gestão e conquistar a certificação.

Afinal, a Consultoria será uma parceira para todos os momentos!

Assim, a Consultoria e os seus Consultores especializados tornam a implantação de um Sistema de Gestão e a certificação em processos eficazes e produtivos, diminuindo resistências internas, problemas com o clima organizacional e possibilidade de erros. Isso porque a Consultoria garante que todo o processo seja feito de forma planejada e sistematizada, respeitando as especificidades da empresa e conscientizando todas as partes interessadas sobre a importância do Sistema de Gestão e da Certificação para a melhoria dos resultados e para maior competitividade no mercado.

Implantar a ISO é fácil! Até mesmo para micro e pequenas empresas que desejam aumentar a satisfação de seus clientes ou conquistar novos mercados.

Fale com os nossos consultores e conheça mais sobre a Consultoria Online!

Conceitos e definições para um Sistema de Gestão eficiente!

 

De um modo simples e objetivo, para quem ainda não está familiarizado com os termos utilizados num sistema de Gestão, destacaremos a importância destes para que seja possível alcançar os resultados almejados.

Serão abordados os principais termos: Sistema de Gestão, Requisitos, Não-conformidade, Correção, Ação Corretiva, Ação Preventiva, Melhoria Contínua, Eficácia, Eficiência e Ciclo PDCA.

As organizações devem assegurar uma comunicação clara e objetiva para que os conceitos ajustados entre os colaboradores envolvidos, em um mesmo projeto, esteja menos vulnerável ao desentendimento.

Quais os objetivos do Sistema de Gestão?

Nestes objetivos podemos incluir: estrutura organizacional, as atividades de planejamento, determinação de responsabilidades, padronização de práticas e procedimentos, mapeamento dos processos e identificação dos recursos necessários para desenvolver, implementar, atingir, analisar criticamente e manter a organização em constante evolução.

Sistema de Gestão é um “Sistema que serve para estabelecer políticas e objetivos com a finalidade de se atingir os objetivos propostos”. Portanto, implantar um Sistema de Gestão na organização, significa favorecer o alcance de seus objetivos com eficácia e eficiência.

Requisitos do SG: necessidade ou expectativa

O requisito é uma “necessidade ou expectativa que é expressa, geralmente, de forma implícita ou obrigatória.” Requisito é aquilo que temos que atender. Requisitos podem ser estatutários, legais ou contratuais. A fim de proteger os interesses dos clientes e da própria organização devemos conhecer e entender todos os requisitos inerentes.

Requisitos podem ser renegociados. Todas as cláusulas de um contrato representam requisitos e como tal devem ser atendidos por todas as partes envolvidas.

O que é uma Não-conformidade?

Não-conformidade é o “não atendimento a um requisito.” Cada requisito que deixa de ser atendido gera uma “não-conformidade”. Para toda não-conformidade identificada há que ter um requisito não atendido. Portanto, quando não houver nenhum requisito (seja estatutário, legal ou contratual), não devemos categorizar uma não-conformidade, teremos sim uma Oportunidade de Melhoria.

A pergunta é: Uma não-conformidade, é uma não-conformidade em relação a quê? Um defeito em uma peça ou um atraso no prazo contratado representa uma não-conformidade.

O que é correção de uma não-conformidade

Correção é a “ação para eliminar uma não-conformidade identificada.” Essa ação deve “transformar” a não-conformidade em conformidade, através de um reparo, retrabalho ou até transferência para uso alternativo, mas que esteja conforme para tal uso.

A correção sempre está voltada para defeito, ou seja, para a não-conformidade propriamente dita. A observação do Gráfico Causa-e-Efeito, chamado também “Espinha de Peixe” ou “Ishikawa”, nos dá uma ótima referência de onde é a atuação da Correção.

Ações remediadoras, momentâneas, temporárias, “quebra-galho” não representam Correção, pois não “elimina” a não-conformidade. Por exemplo: A simples troca de um pneu furado pelo step não é uma correção, pois o pneu continuará furado. O reparo sim, pois elimina a não-conformidade (que é o pneu furado).

Quando e como adotar uma Ação Corretiva?

A Ação Corretiva é adotada para “eliminar a causa de uma não-conformidade ou de uma situação indesejável”. Ou seja, se você atuar na CAUSA REAL, está adotando uma ação corretiva. Observe que há uma relação de “causa-e-efeito” entre ação corretiva e correção. Com a ação corretiva, evitamos a recorrência ou reduzimos a probabilidade de uma não-conformidade ocorrer novamente.

Na grande maioria das situações temos mais de uma causa real. Nesses casos, toda e qualquer ação efetivamente realizada em uma ou mais dessas causas, será considerada uma ação corretiva. Novamente a observação do Gráfico Causa-e-Efeito, nos propicia uma ótima referência de onde é a atuação da Ação Corretiva.

Como a Ação Preventiva pode ajudar?

A Ação Preventiva é aquela ação “para eliminar a causa de uma potencial não-conformidade ou outra situação potencialmente indesejável”. O foco da Ação Preventiva não é sobre uma não-conformidade existente, mas sim, quando há a possibilidade dela vir a existir.

Sempre que você eliminar, ou pelo menos minimizar a potencialidade de uma situação indesejável, ou de uma potencial não-conformidade, estará adotando uma Ação Preventiva. Realizar exames periódicos conforme cada faixa etária é uma Ação Preventiva.

Melhoria Contínua: como identificar oportunidades?

Consideramos a Melhoria Contínua como sendo uma “atividade regular para aumentar a capacidade de atender requisitos”. E isso poderá ser conseguido com o aumento da eficácia e/ou da eficiência.

O processo de estabelecer objetivos e identificar oportunidades para melhoria é um processo contínuo, através do uso das constatações e conclusões de uma auditoria, da análise de dados, das análises críticas pela direção, ou outros meios que geralmente nos conduz às ações corretivas ou às ações preventivas.

O objetivo da Melhoria Contínua é, portanto, aumentar a probabilidade de fazer crescer a satisfação dos clientes e de outras partes interessadas.

Eficácia: planejamento alcançado

Eficácia é a “extensão na qual as atividades planejadas são realizadas e os resultados planejados, alcançados.” Isso significa fazer exatamente o que foi planejado. Cumprir o plano.

Se o planejado tem um mínimo como referência, fazer o plano ou até mais que o plano será considerado eficácia. Somente devo considerar algo ineficiente, quando o que foi planejado não tenha sido realizado ou não se alcançou os resultados previstos.

Eficiência: resultados x recursos

Eficiência é a “relação entre o resultado alcançado e os recursos usados.” Na análise de eficiência é necessário avaliar o alcance do resultado considerando os recursos aplicados.

Se você obtém o resultado previsto e “economiza” algum dos recursos disponíveis, será considerado “mais eficiente” do que aquele que também obteve o mesmo resultado mas aplicou o valor exato dos recursos disponíveis.

Então teremos várias combinações entre eficácia, eficiência, ineficácia e ineficiência. Isso dependerá do Realizado em relação ao Planejado e da aplicação dos recursos para obtenção de tal resultado.

O que é Ciclo PDCA?

O ciclo PDCA é uma ferramenta que nos orienta no processo de melhoria contínua da Organização. Esse ciclo é composto por 4 etapas:

  • Planejar (P) é a 1ª etapa. Essa etapa nos auxilia na antecipação dos Imprevistos.
  • Realizar (Do, em inglês) é a 2ª etapa. É a fase onde fazemos aquilo que foi planejado.
  • Verificar (Check, em inglês) é a 3ª etapa. É a etapa para compararmos o que foi realizado com o que foi planejado.
  • Agir (A) é a 4ª etapa. Agir no sentido de melhorar. Aqui registramos tudo que poderá ser adotado a fim de aprimorar todo o ciclo, todas as etapas.

A intensidade ou detalhamento de cada etapa do ciclo deverão ser proporcionais às demais etapas. Dentro dessas 4 etapas devemos considerar um “pequeno” ciclo PDCA. Isso significa que, em cada uma delas, nós devemos planejar, realizar, verificar e melhorar a própria fase.

O que é um Sistema de Gestão? Como e por que implementar?

 

Você sabe o que é um Sistema de Gestão?
A definição mais comum de um sistema é um “conjunto de elementos concretos ou abstratos, intelectualmente, organizados”.

O que é um Sistema de Gestão? Como e por que implementar?

Para descrever de maneira mais simples, um sistema seria um conjunto de itens ordenados que trabalham para um determinado fim. Um automóvel é um sistema de peças que trabalham em conjunto, no intuito de transportar os passageiros. Um computador é um sistema de componentes que trabalham em conjunto para processar dados. Um sistema é uma simples ordenação dos processos para que funcionem com um determinado objetivo.

Como Funciona um Sistema na Empresa?

Em uma organização não é diferente. Enxergar a empresa como um sistema dá ao gestor uma possibilidade única de tratá-la como um todo. Objetivar um determinado fim, sem se esquecer das partes menos visíveis do “mecanismo”. Em um carro é simples perceber a ação das rodas, dos pedais, do volante e até do motor. Mas, poucos veem o trabalho desenvolvido pelos parafusos e mangueiras escondidos dentro da estrutura do automóvel. No entanto, sem que essas peças funcionem bem é impossível que o carro saia do lugar.

Sistematizar para Atender aos Objetivos da Empresa

Um sistema de gestão empresarial é um conjunto de ferramentas desenvolvidas para organizar o trabalho de uma organização no intuito de fazê-la operar de maneira eficiente para cumprir seu propósito de existência.

e-book sobre o que você precisa saber antes de implmentar uma ISO?

Uma empresa privada existe para gerar lucro para seus donos e estes, por sua vez, investirem cada vez mais em melhorias. Este é, em última instância, o objetivo máximo de uma empresa. Caso ela não gere lucro, certamente irá falir. Mas, para que gere lucros, ela precisa atender demandas vindas de todas as partes: dos clientes, funcionários, fornecedores, Governo, entre outros. Quando a empresa satisfaz de maneira eficiente todas as suas demandas, o sistema está em perfeito funcionamento e ela cumpre seu fim: o lucro do acionista.

Visão Antiga X Visão Sistêmica

No passado, a gestão da empresa era quase à similaridade de seu organograma, ou seja, a forma como cada ação era executada, dependia diretamente do fluxo de poder e de ordens vindas da hierarquia. Contudo, a visão sistêmica inovou os processos de gestão, justamente, por considerar que a empresa é um sistema de partes que devem trabalhar em conjunto para um determinado fim.

Então, provê-se a integração de todas as áreas da empresa, para que, em conjunto, possam agir no sentido dos objetivos da organização.

Desse modo, pode-se pensar no setor de compras dependente do setor de transportes, que é dependente do setor de manutenção, que é dependente do setor financeiro, que é dependente do setor de vendas, e assim sucessivamente, até que todos os setores estejam entrelaçados e trabalhando em conjunto.

Sistemas de Gestão Baseados nas Normas ISO

O sistema de gestão empresarial mais famoso do mundo é o regido pela ISO (international standardization organization), principalmente através das normas ISO 9001 (Sistema de Gestão da Qualidade) e ISO 14001 (Sistema de Gestão Ambiental).

e-book sobre a importância do SOGI no sistema de gestão integrado

Os sistemas de gestão baseados nas normas ISO são dispostos em tópicos que abrangem todas as áreas da organização. Assim todos os pontos inclusos no escopo da certificação serão levados em consideração durante a implementação do sistema de gestão, e então a empresa poderá ser observada a partir de uma visão sistêmica.

ISO 9001 e 14001

A ISO 9001 reúne os itens relativos à gestão da qualidade. Ela estabelece o conceito de qualidade, deixando claro que ele não se resume às características do produto final, mas à forma com que o processo de gestão da empresa é desenvolvido. Assim desde o trabalho de produção das mercadorias e serviços, até as atividades de limpeza são levadas em consideração e desenvolvidas com máxima qualidade.

A ISO 14001 reúne os itens relativos à gestão ambiental das atividades da empresa. A norma estabelece processos e cria padrões para que todas as ações da empresa estejam ambientalmente alinhadas à sua política.

Há outras normas da ISO bastante significativas, relacionadas a outras áreas, como a OHSAS 18001 (ISO 45001) voltada para a gestão de segurança e saúde ocupacional, a ISO 22000 relacionada a segurança, dentre outras. Para descobrir qual é a norma ideal ao seu empreendimento, converse com um dos especialistas da Consultoria Online Verde Ghaia.

Para agendar uma conversa com um dos consultores, clique aqui.

Como o SOGi beneficia seu Sistema de Gestão Integrada – SGI?

 

Obter informações precisas e conhecimento são fundamentais para se alcançar excelência em gestão. E, através de sistemas integrados gerenciais, é possível garantir à organização tomada de decisões mais precisas, proporcionando o alcance dos resultados esperados, e se tornando mais competitiva.

O objetivo deste artigo é demonstrar que por intermédio de um software em plataforma WEB, é possível gerenciar normas, leis, decretos, portarias e melhorar o desempenho da empresa para atingir a sua melhor performance.

Como o SOGi influencia o Sistema de Gestão Integrada?

O que as Organizações esperam de um Software em gestão?

A importância do Software de Gestão Integrada – SOGI é justificada pela necessidade das organizações responderem prontamente ao surgimento de novos paradigmas sociais, relacionados à um mercado globalizado, cada vez mais consciente e exigente, além de facilitar a interação e a gestão das áreas de qualidade, meio ambiente, segurança, saúde ocupacional e responsabilidade social.

As organizações buscam por simplicidade e objetividade, abordando assuntos relacionados ao Sistema de Gestão Integrada. Em específico o Software SOGI. Através da comparação entre literatura e sistema, conclui-se que o programa atende as premissas de um Sistema Integrado de Gestão e correspondente a funcionalidade de auxiliar os gestores na tomada de decisão, perante as normas, leis, decretos e portarias.

Entendendo na prática as funcionalidades do SOGI

O Sistema de Gestão Integrada, que envolve qualidade, meio ambiente, responsabilidade social, saúde, segurança dentre outros, tem um papel decisivo no processo de globalização, tais como abertura de mercados e novos mercados e na acirrada competição entre as organizações. Isto pois, apenas as empresas socialmente responsáveis, que buscam atender às legislações vigentes, irão obter êxito em atingir a lucratividade e o reconhecimento no mercado mundial.

Neste contexto,  o objetivo principal é de analisar a importância do Software de Gestão Integrada – SOGI, demonstrando que o mesmo é uma ferramenta de gestão integrada e adequada ao controle e atualização da legislação aplicável. Através de um conteúdo atualizado e editado a partir das normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), ISO (International Organization for Standardization) e BSI (British Standards Institution).

O SOGI é um sistema multifuncional e flexível no meio on-line, que busca informar os requisitos legais e outros requisitos aplicáveis para a organização em tempo real. Isto facilita o gerenciamento do Sistema de Gestão Integrada da empresa e apresenta, de forma resumida, os tópicos ou quesitos que sofreram alterações ou que foram criados recentemente.

O surgimento de normas como ISO 9001 (Sistema de Gestão da Qualidade), ISO 14001 (Sistemas de Gestão Ambiental),  OHSAS 18001 (Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional) e SA 8000 (Sistema de Gestão da Responsabilidade Social), cuja aceitação está ocorrendo a nível mundial, fornece às organizações subsídios para a melhoria contínua de processos, produtos e serviços em todos os seus níveis hierárquicos.

A utilização deste sistema possibilita a interação entre essas áreas, facilitando a gestão integrada que é de extrema importância para os administradores, justificando a necessidade de uma ferramenta ágil, intuitiva e simples. Através de nossos clientes, conseguimos responder às suas indagações e necessidades, como, por exemplo:

1. As informações obtidas através dos relatórios do SOGI facilitam a tomada de decisão relacionada à legislação vigente?
2. O sistema facilita o gerenciamento efetivo de normas, leis, decretos e portarias?

Através dos resultados obtidos pelos nossos clientes, percebemos que a utilização do sistema evita que a empresa tenha custos desnecessários, provindos de infrações relacionadas ao não atendimento da legislação.

SOGI: facilitador da sua gestão integrada

Embora não seja possível encontrar uma definição universalmente aceita para o conceito de Gestão, e apesar deste ter evoluído muito ao longo do último século, existe algum consenso para o termo. Deste modo, este pode ser definido como um processo decisório, no qual se é o responsável pelos resultados dos objetivos e metas propostos por um sistema, uma empresa ou organização.

palavra Gestão, deriva do latim gestione, e significa administração, que por sua vez é definida como o conjunto de princípios, normas e funções que têm por fim ordenar os fatores de produção e controlar a sua produtividade e eficiência, para se obter determinado resultado (MAXIMIANO, 2000).

Assim, entende-se como Sistema de Gestão Integrada (SGI), a combinação e administração de processos, procedimentos e práticas que abrangem as áreas de: qualidade, meio ambiente, responsabilidade social, segurança e saúde ocupacional e outros, e que são implantados em uma empresa de forma conjunta, sobrepondo sistemas individuais, visto que desta maneira melhoram o desempenho da organização, otimizando ferramentas sistêmicas de controle, tempo e dinheiro. Segundo Seifert (2008, p. 16):

“A importância da implantação de um SGI surge com a necessidade concreta de as organizações responderem prontamente ao surgimento de novos paradigmas sociais relacionados a um mercado globalizado, cada vez mais consciente e exigente. Isso implica devido ao fato de que os clientes, particularmente em países desenvolvidos, buscam adquirir produtos produzidos por organizações que operem segundo critérios socioambientais mais adequados, de modo a contribuir para a melhoria continua na qualidade de vida da sociedade. Asseguram, assim, o respeito aos direitos humanos de modo geral e ao meio ambiente, segundo a ótica de desenvolvimento sustentável”.

Com a implantação de um SGI, surgem oportunidades para as empresas se reestruturarem, além de possibilitar a crescente integração de sistemas estruturados, com vistas a atender as demandas de normas, leis, decretos e portarias, suportando o fluxo de informação associado, bem como, colaboram para a certificação das organizações em normas internacionais, tornando-as mais competitivas e reconhecidas no mercado mundial.

Existem várias normas que certificam a empresa conforme a área que o SGI contempla, a exemplo da ISO 9001 voltada para a qualidade, a ISO 14001 com foco ambiental, a OHSAS 18001 que trata de segurança e saúde ocupacional, e ainda a SA 8000 que cuida diretamente da responsabilidade que as organizações têm com a sociedade. Estas normas são instrumentos internacionalmente reconhecidos que fornecem diretrizes para a estruturação de um Sistema de Gestão Integrada, obtendo melhorias progressivas no desempenho organizacional.

Desta maneira a gestão integrada implica em adotar políticas em todas as dimensões da organização, as quais expressem as necessidades e expectativas dos seus acionistas, clientes, funcionários, fornecedores e comunidade em geral.

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