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Acabe com suas dúvidas sobre a ISO 9001:2015

 

A Migração e Implementação da nova versão da ISO 9001:2015, está chegando ao fim. Com isso, os serviços de consultoria estão sendo super disputados no mercado.

Deivison Pedroza, Ceo do Grupo Verde Ghaia, comentou em um dos nossos posts sobre o assunto. E ainda deu dicas, para aquelas organizações que estão correndo atrás do tempo. E uma de suas dicas é a facilidade de se fazer implementação e migração através de Consultoria Online, devido a agilidade e redução de custos.

Acabe com suas dúvidas sobre a ISO 9001:2015

DÚVIDAS SOBRE A ISO 9001:2015 

A Verde Ghaia sempre foi adepta à Tecnologia, participando de muitos eventos sobre inovação e empreendedorismo. Portanto, para o Grupo quando se fala em consultoria online, estamos falando de redução de gastos, significativos. Contudo, mantendo a mesma qualidade de credibilidade de uma consultoria presencial.

Através dessa nova metodologia, muitas organizações têm aderido à consultoria Online. Principalmente as micro e pequenas empresas, pois perceberam a possibilidade de serem competitivas no mercado. Além disso, se conscientizaram que a certificação é muito mais que um papel dependurado na parede. É uma forma de viabilizar os processos internos e externos de maneira organizada, em conjunto com um plano de gestão eficiente e ágil, contribuindo para o crescimento da sua organização.

Apensar de ser um processo comum, ainda existem muitas dúvidas. Vale a pena conferir nosso post sobre o pós e os contras de uma consultoria 100% Online.

Perguntas feitas aos nossos Consultores

Com a nova versão da ISO 9001:2015, a caixa de e-mail dos nossos consultores ficaram lotadas. Além disso, o nosso chat choveu de perguntas. Com isso, pensamos em fazer tira dúvida para os nosso leitores. Afinal, essas perguntas podem também, fazer parte das dúvidas de vocês.

Confira: Como solucionar 13 dúvidas sobre a ISO 9001. Nesse link, você encontra perguntas e respostas sobre os mais diversos procedimentos. Tais como, certificação, indicadores, auditoria, plano de ação, Risco e oportunidades e muito mais. Aproveite par esclarecer suas dúvidas e realizar práticas mais assertivas.

Quer saber mais sobre as novas versões das normas?
Confira o material orientativo que a equipe de Consultoria Técnica e Jurídica da Verde Ghaia preparou:

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Por que realizar Auditoria? Quais os benefícios?

 

Ainda tem dúvidas sobre a Gestão de Auditorias? O post de hoje vai ajudá-lo a entender sobre elas e a sua importância para o Sistema de Gestão. A realização de auditorias é algo imprescindível para quem tem um sistema de gestão implantado e precisa que o mesmo seja realimentado.

O que é Gestão de Auditorias?

A ABNT NBR ISO 19011 é bem flexível quanto às diretrizes de auditoria, podendo variar de acordo com cada tipo de organização, quanto ao seu tamanho e complexidade de processos. Considerando as novas versões da ISO 9001 e ISO 14001, atualizadas no ano de 2015, e a ISO45001:2018, é importante frisar que a ISO19011 já introduz o conceito de risco para as auditorias de sistemas de gestão. De acordo com a própria norma:

“O enfoque adotado se relaciona com o risco do processo de auditoria em não atingir seus objetivos e com a possibilidade de a auditoria interferir com os processos e atividades da organização auditada. Esta Norma não fornece diretrizes específicas sobre o processo de gestão de risco da organização, mas reconhece que as organizações podem focar o esforço de auditoria em assuntos de importância para o sistema de gestão”.     

A função das auditorias é checar se realmente  o sistema de gestão está entregando os resultados pretendidos dentro do objetivo de cada processo.

Para realização de uma boa gestão de auditorias, é importante ressaltar que elas se dividem em três tipos. Para entender um pouco mais sobre Auditoria e seus príncipios, sugiro a leitura do  texto “Auditoria: Príncipios e Classificação“.

1. Auditoria de Processo

Requer amostragem em determinado processo somente. Isto é, são auditorias focadas somente no que aquele processo faz de atividades, suas entradas e saídas.

As auditorias de processo são importantes para checar se o mesmo está alinhado com o objetivo da organização. Além de checar se seus indicadores estão alinhados com as metas e se todas as suas interfaces são seguidas.

2. Auditorias de Produto

Estas focam na produção de um produto ou serviço específico. Em outras palavras, como ele é concebido: desde a matéria prima utilizada até embalagem. Quando se fala em prestação de serviços, foca-se em uma das prestações da empresa e suas interfaces com as áreas de apoio.

3. Auditorias de sistema

Esse é o tipo mais utilizado. Esse tipo de auditoria é muito famosa por ocorrer uma vez ao ano. Seu objetivo é verificar se o sistema de gestão está de acordo com as diretrizes, pré-estipuladas pela organização.

E, principalmente, se está havendo melhoria contínua. A função destas auditorias é retroalimentar o sistema e assim, mostrar os pontos falhos a serem trabalhados,. Além disso, é possível verificar os principais gargalos, conscientização de pessoal e verificar se a organização está no caminho certo.

Procedimentos para Auditorias

Para realizar qualquer uma das auditorias é importante haver uma diretriz. As normas de gestão nos exigem um programa de auditoria.

E esta deve ser alinhado com os auditores internos pelo auditor líder e alta direção. Geralmente, há um responsável na empresa por fazer esta gestão podendo ser o responsável pelo SGI.

O programa consiste em um calendário de auditorias, ou seja, quais delas ocorrerão ao longo do ano sejam estas internas ou externas, data planejada, auditores envolvidos e tipo de auditoria.

Lembrando que este programa pode ser alterado ao longo do ano e a comunicação sobre as mesmas deve fluir para os envolvidos.

Cada empresa organiza suas auditorias de uma forma, seja pela utilização de um check list, de forma horizontal ou vertical, mas, o importante é que todo resultado de auditoria seja registrado em relatório, numa análise crítica ou até no próprio check list e contenha as conformidades, não conformidades, observações e oportunidades de melhoria.

A ISO 19011:2018 surge para tornar o processo de auditorias mais fácil, uniforme e harmonizado. Confira as principais novidades presentes na nova edição da norma:

* Adição da abordagem baseada em risco aos princípios de auditoria;

* Aumento das orientações sobre a gestão de um programa de auditoria, incluindo o risco do programa de auditoria;

* Ampliação das orientações sobre a condução de uma auditoria, especialmente a seção sobre planejamento de auditoria;

* Expansão dos requisitos de competência genérica para auditores.

Considerações Finais

As conclusões da auditoria podem indicar a necessidade de ações corretivas e preventivas ou de melhoria, se aplicável. Normalmente, tais ações são decididas e empreendidas pelo auditado dentro de um cliente da auditoria informando a situação destas ações.

Convém que sejam verificados a completeza e a eficácia da ação corretiva. Esta verificação pode ser parte de uma auditoria subsequente.

O programa de auditoria pode especificar o acompanhamento por membros da equipe da auditoria, o que agrega valor por usar a experiência adquirida. Em tais casos, convém que sejam tomados cuidados para manter a independência em atividades de auditoria subsequentes.

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Paula Baptista
Consultor Externo Pleno
Engenheira Ambiental – Especialista em Gestão Estratégica da Qualidade

Sua empresa está preparada para as mudanças da ISO 14001:2015

 

Mudanças da 14001:2015. Sabemos que para manter harmonia e o lucro com desenvolvimento sustentável, a organização deve conhecer e aplicar as diretrizes da ISO 14001. Norma tão conhecida e exigida no mercado de trabalho. Com a nova versão, muitas organizações já migraram, adequando-se a nova Norma.

Se a sua organização ainda não migrou, chegou a hora! E, se será que ela está preparada para as mudanças necessárias? Saiba o que será necessário para que a sua Organização Implemente? E o que é preciso fazer para se manter certificada?

Preparado para as mudanças da 14001:2015?

O sistema de gestão ambiental possui uma série de requisitos normativos. Implementando e gerenciando estes requisitos, as organizações são obtém, por exemplo:

Reconhecimento da imagem da organização;
Atendimento aos requisitos legais e outros;
Aumentar o desempenho ambiental;
Otimiza e melhora a eficiência dos processos;
Reduz os riscos de acidentes ambientais;
Melhora os produtos e serviços disponibilizados no mercado;
Reduz gastos com energia e matérias-primas e etc.

A modificação da Estrutura da ISO 14001:2015

De acordo com a nova versão, a ISO 14001 está estruturada em 10 seções. Conforme definido pela Estrutura de Alto de Nível, ou Anexo SL:

1. Escopo;
2. Referências normativas;
3. Termos e definições;
4. Contexto da organização;
5. Liderança;
6. Planejamento;
7. Apoio;
8. Operação;
9. Avaliação de desempenho,
10. Melhoria

Mas, afinal o que a empresa precisa saber das mudanças?

A organização que já é certificada e/ou tem o interesse de atender a Norma, tem suas responsabilidades. Uma delas é atender com compromisso, elaborar e executar efetivamente a gestão ambiental estratégica da empresa. Isso porque, sem as estratégias oriundas da Alta Direção, a organização fica impossibilitada de ter uma excelente gestão ambiental.

Vale ressaltar que gestão estratégica “é o conjunto de práticas e objetivos definidos pelos principais gestores de uma empresa, levando em consideração os ambientes interno e externo da companhia. Além de determinar os principais objetivos de uma organização em determinado período de tempo, os executivos também são responsáveis por definir como esses objetivos serão alcançados e alocar recursos para que as metas se concretizem”.

Outro ponto é a Liderança. Pois, este é o comprometimento da Alta direção. Fundamental para a implementação e o sucesso do SGA. É, portanto, necessário que a Liderança alinhe os objetivos estratégicos da organização, considerando os objetivos ambientais e desempenho ambiental. Sempre em busca de potencializar a eficiência dos processos da empresa, bem como a eficácia dos SGA.

Enquanto que a Proteção do meio ambiente, cabe as organizações cuidar, zelar do bem coletivo. Isto inclui “água, ar, solo, fauna, flora que interage com os seres humanos.” Devendo portanto, observar que seu objetivo é de utilizar os processos, práticas, técnicas, materiais, produtos, serviço e/ou energia, a fim de evitar, reduzir e controlar os diversos tipos de impactos ao meio ambiente.

Desempenho Ambiental: apontar a performance da organização

É importante a empresa aplicar o Desempenho ambiental.  Uma vez que, tem-se a finalidade de demostrar a performance tanto quantitativamente como qualitativamente na gestão das suas atividades, processos e produtos, sistema e organização. De acordo com a ISO 14001, o desempenho ambiental está relacionado com à gestão de aspectos ambientais. Isto é, os resultados podem ser medidos em relação à política ambiental, objetivos e outro critério. Podendo ser usado como indicadores da organização.

A Perspectiva de Ciclo de Vida. Em seu novo conceito, a organização é corresponsável por todos seus insumos adquiridos. Em outras palavras, desde sua obtenção até o final de vida, de maneira a exercer influência e/ou controle sobre suas atividades. Assim como, as atividades de todas as partes interessadas.

Para a ISO 14001:2015, o foco principal é controlar e/ou influenciar os estágios. Considerando a perspectiva do ciclo de vida. A finalidade é buscar as melhores práticas socioambientais para gerenciar seus processos, entradas e saídas de forma mais eficiente e sustentável. Bem como influenciar e, quando possível, controlar a cadeia produtiva.

Falando sobre Gestão de Risco e outros temas

Gestão de riscos. Tem como objetivo auxiliar na abordagem para determinar os riscos e oportunidades que possam afetar a conformidade de produtos e serviços. Assim como, a capacidade em alcançar os resultados pretendidos e/ou de aumentar o desempenho ambiental da organização, associados com seu contexto, política e objetivos que compõem o Sistema de Gestão da Ambiental da empresa. Podendo utilizar a o método SWOT –  também conhecido como Matriz SWOT que tem por significado de suas siglas, traduzindo do inglês para o português, streghts (forças), weaknesses (fraquezas), opportunities (oportunidades) e threats (ameaças).

A Comunicação é uma ferramenta relevante para a obtenção do sucesso do SGA. Uma vez que ela permite que todos acompanhem e compartilhem as informações. A comunicação interna inclui reuniões, informativos, quadro de aviso, intranet e etc. Já a comunicação externa com as partes interessadas pode ser feita através do site da empresa e divulgação por meio de comunicação externa o SGA da empresa.

O termo de Informação documentada, tem por premissa fixar as condições para padronização e controle dos documentos. Assim como, o tratamento dos registros que compõem o Sistema de Gestão da organização, contemplando por exemplo, Manual; Política de Gestão; Objetivos; Matriz de Responsabilidade; Procedimentos Gerais; Instruções de Trabalho; registros e etc.

Os Processos obtidos externamente da organização, deve definir as atividades críticas do processo de avaliação e qualificação de provedores externos. Bem como, aquelas também relativas à aquisição de materiais e serviços. Os itens de controle e monitoramento, considerando os critérios do SGI dos produtos e serviços.

Portanto, a organização para que a mesma esteja pronta para a certificação e/ou migração da ISO 14001:2015, convém atender as principais mudanças citadas anteriormente. Mantendo sempre com o compromisso de aumentar o desempenho ambiental da empresa.


Fabiana Brant
Consultora e Auditora de SGI do Grupo VERDE GHAIA


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Requisitos de Competência e Conscientização

 

As normas de gestão trazem consigo os requisitos de competência e conscientização. Mas qual a diferença entre eles? Eles possuem correlação?
Posso atender aos dois com as mesmas evidências?

Requisitos de Competência e Conscientização

Requisitos de Competência e Conscientização - Normas de sistema de gestão

Estas perguntas são muito comuns. E elas podem ser sanadas apenas com o conceito que as normas trazem para o sistema de gestão. Porém, na prática, a maioria das organizações ou confunde uma coisa com a outra. Ou então, cumpre um mais do que o outro, ou em alguns momentos cumprem somente o requisito de competência.

Primeiramente, precisamos entender que são coisas distintas. A competência se refere apenas ao necessário. Deste modo, pode exercer a função para qual o indivíduo tem designação, dentro da empresa. Isto é, se a pessoa é competente, irá acarretar em formação, ou simplesmente o que se aprende em escolas, treinamento adquirido ou experiência. Podendo, portanto, ser evidenciada pela bagagem adquirida no mercado de trabalho através de currículos, carteira de trabalho. E em alguns casos, provas que as organizações utilizam para medir o nível de experiência e conhecimento adquirido pelo funcionário.

Ao contrário, a conscientização traz um conceito mais voltado para o comportamento do indivíduo. Valorizando o exercer de sua função. A conscientização promove uma sensibilização no trabalhador e faz com que ele leve para si e não somente para a organização (função) aquilo que aprendeu.

O que é mais difícil: Requisitos de competência ou conscientização?

Não há dúvidas de que conscientizar. Por mais simples que seja o conceito, é bem mais complicado do que treinar. Esta dificuldade se dá principalmente porque para conscientizar é preciso convencer. E para convencer, há necessidade de mexer com tudo o que o empregado já aprendeu. Isto é, modifica-se tudo, seu comportamento em casa, em empregos anteriores ou até mesmo na própria organização. E assim, se vê necessária uma mudança.

A conscientização requer mudanças de cultura. E isso pode exaltar indivíduos que se adaptam ou não. É bem comparado à questão de seleção natural que aprendemos em biologia na escola. Em outras palavras, se nos adaptamos, temos bons resultados. Mas se não, infelizmente aquela cultura não será aceita, aderida. E os prejuízos para a empresa e para o empregado podem ser muitas vezes irreversíveis. Por isso, conscientizar muitas vezes pode significar educar.

Assim como se faz com as crianças em fase de aprendizado, quando se explica o porquê e as consequências ao se ter determinadas atitudes.

Já o treinamento. Como estamos condicionados a fazer aquilo que está determinado no procedimento, já é uma atividade padronizada. E, requer interfaces com máquinas, equipamentos e materiais. Desse modo, acabamos realizando de forma mais habitual. Isto acontece porque, muitas vezes, o treinamento somente reforça o que fazemos no dia a dia.

Avaliação de Eficácia

O que é mais difícil: Requisitos de competência ou conscientização?

O que precisamos lembrar é a questão da avaliação de eficácia. Esta se dá somente em relação a treinamentos segundo as normas ISO 9001, 14001, OHSAS 18001 e ISO 45001, que entrará em vigor, brevemente. Tudo de forma registrada pelos gestores. No entanto, isso não quer dizer que não há avaliações de eficácia para conscientização. Mas esta se dá muitas vezes através de auditorias internas, análise de indicadores e até mesmo avaliações de desempenho.

Portanto, é necessário que seja tratado de forma distinta a questão dos Requisitos da competência e conscientização. Posto que, cada uma tem sua importância dentro dos sistemas de gestão.

Por exemplo, no sistema de gestão de SSO e meio ambiente, a conscientização tem muito mais valor do que muitos treinamentos não obrigatórios. Já para o sistema de gestão de qualidade, os treinamentos com suas avaliações de eficácia registradas são fundamentais para o bom desenvolvimento da organização. Assim como, para a prevenção de não conformidades.

Tem alguma dúvida sobre os Requisitos de Competência e Conscientização. Assista ao nosso Webinar sobre Auditoria de Requisitos e aprenda mais!

Como implementar uma Gestão Ambiental com eficiência?

 

Gestão Ambiental. Nos últimos anos tanto a população quanto as empresas têm demonstrado crescente preocupação com as questões ambientais. Essa mudança de mentalidade ganhou muito mais destaque na Conferência Rio 92.

Por que a mudança de mentalidade é importante?

Naquela época, pregava-se o combate à poluição, preservação dos recursos naturais e igualdade nas relações da sociedade. Devido a essas transformações, as organizações se viram obrigadas a modificar seus processos produtivos, afim de demonstrar mudanças nas atitudes. Principalmente aquelas relacionadas às questões ambientais.

Além disso, houve mudanças significativas para a evolução da legislação. Tornando-se está cada vez mais rigorosa. Contudo suas penalidades/multas também ficaram mais onerosas. Aumentando assim, expressivamente a procura pelas certificações. Como resultados, as organizações passaram a moniotrar mais de perto as  assim como os seus cumprimentos legais.

Logo em seguida ao cenário de Rio 92, surge a primeira versão da norma de gestão ambiental (ISO 14001). Isso ocorreu em 1996 cujo obejtivo era buscar o equilíbrio entre meio ambiente, desenvolvimento social e econômico. Posterior à primeira versão, vieram as revisões da ISO em 2004 e a sua última em 2015. Tais revisões demonstraram a , frente aos problemas ambientais.

Por que implementar um sistema de gestão ambiental?

Dentre os principais objetivos, podemos destacar, por exemplo:

  • Proteção do meio ambiente pela prevenção ou mitigação dos impactos ambientais adversos;
  • Mitigação de potenciais efeitos adversos das condições ambientais na organização;
  • Auxílio à organização no atendimento aos requisitos legais e outros requisitos;
  • Aumento do desempenho ambiental;
  • Controle ou influência no modo em que os produtos e serviços da organização são projetados, fabricados, distribuídos, consumidos e descartados, utilizando uma perspectiva do ciclo de vida que possa prevenir o deslocamento involuntário dos impactos ambientais dentro do ciclo de vida;
  • Alcance dos benefícios financeiros e operacionais que podem resultar da implementação de alternativas ambientais que reforçam a posição da organização no mercado;
  • Comunicação de informações ambientais para as partes interessadas pertinentes.

Comprometimento da Alta Direção com SGA

Com um SGA implementado e empresa certificada, além de expor o comprometimento com o desenvolvimento sustentável perante a sociedade, os ganhos econômicos são imensos, escapando de multas, possibilitando a obtenção de financiamentos com juros mais justos e minimizando gastos.

Para saber  informações sobre Legislação Ambiental, aconselhamos assistir ao nosso 5o Café Conectado.No qual falamos sobre a Legislação Ambiental, fornecedora dos parâmetros para balizamento, assim como a identificação das ações de manejo ambiental. Buscando, portanto, estar em conformidade com a legislação.


Flávia Gomes de Magalhães

CORRUPÇÃO E A ISO 37001: DESAFIOS E OPORTUNIDADES

 

Corrupção e a ISO 37001.
No atual contexto vivido pelo Brasil, em relação aos escândalos de corrupção, têm-se crescido cada vez mais o interesse por práticas, ferramentas e programas antissuborno. Busca-se assim, implementar tal prática no mundo corporativo. Um estudo realizado este ano pelo movimento global Transparência Internacional avaliou a transparência corporativa em 110 empresas brasileiras.

Dimensões consideradas: Corrupção e a ISO 37001

Corrupção e a ISO 37001

No estudo apontado, considerou-se três dimensões essenciais, conforme apresentado abaixo:

1. Divulgação de Programas Anticorrupção: considera-se o compromisso que a organização tem contra a corrupção. A divulgação de seus programas e políticas utilizadas para combatê-la.

2. Transparência organizacional: considera-se o quanto a organização permite que os cidadãos conheçam a estrutura da organização. Visa-se, deste modo, acompanhar seus aspectos financeiros, organizacionais e legais;

3. Relatório por país: destinado às empresas que atuam em outras nações. Deve-se considerar se os dados financeiros básicos, como receitas, retorno em forma de impostos e contribuições diretas da organização, são divulgados nas nações, em que o grupo atua.

Como um resultado geral do estudo e analisando as três dimensões, simultaneamente, foram consideradas 53 empresas. Uma vez que, nem todas possuem atividades no exterior. A pontuação média em 10 pontos distribuídos foi de apenas 4,5. Isto significa que a maioria das empresas obtiveram um desempenho abaixo da média.

Apenas 23 das 53 empresas obtiveram uma nota maior que 5. E, nenhuma delas obtiveram pontuação maior que 7,5. Ou seja, o mundo corporativo no Brasil ainda tem muito o que melhorar no que diz respeito à práticas anticorrupção.

Prática anticorrupção conforme a ISO 37001

Prática anticorrupção conforme a ISO 37001

Nesse contexto, podemos enxergar a ISO 37001 como uma saída para o desenvolvimento de um sistema de gestão. Para isso, deve-se basear em práticas de transparência e integridade. A norma ISO 37001:2016 traz os requisitos para a criação, implementação, manutenção, revisão e aprimoramento de um Sistema de Gestão Antissuborno. Ou seja, ela é vista como uma iniciativa isolada ou como parte de um programa mais amplo de conformidade anticorrupção.

Dentre os requisitos da ISO 37001, podemos citar como principais os pontos a seguir:

* Implementação e divulgação de uma política e programa antissuborno para todas as partes interessadas relevantes ao negócio da organização;

* Fornecimento de treinamentos apropriados ao pessoal, envolvendo a temática antissuborno;

* Identificar, avaliar e priorizar os riscos de suborno, bem como verificar se o programa antissuborno existente (se houver) aborda todos esses riscos;

* Tomar medidas aplicáveis para garantir que os parceiros de negócios e as empresas que trabalham em nome ou para a organização tenham implementado os controles antissuborno apropriados;

* Tomar ações para garantir que as partes interessadas aplicáveis cumpram a política antissuborno;

* Controlar presentes, doações e benefícios para garantir que eles não tenham um propósito corrupto;

* Implementar controles financeiros, de aquisições e outros controles comerciais apropriados para prevenir o risco de suborno;

* Implementar procedimentos de denúncias;

* Investigar e lidar adequadamente com qualquer suborno real ou potencial.

Por onde devo começar?

Prática anticorrupção conforme a ISO 37001
Adote Práticas conforme a ISO 37001

Comece entendendo como a norma se encaixa no sistema regulatório e de conformidade. Do ponto de vista da regulamentação brasileira, tem-se a Lei nº 12.846/2013, também conhecida como Lei Anticorrupção, que prevê responsabilização objetiva de organizações que praticam ações danosas contra a administração pública nacional ou internacional. Tratando-se diretamente da conduta dos corruptores.

A ISO 37001 é um acréscimo que fornece diretrizes e conteúdo adicional baseado nesses princípios regulatórios de todo o mundo. Incluindo Estados Unidos, Reino Unido e o Brasil. Para começar a sua implementação, a organização deve então considerar o contexto na qual ela está inserida e o seu perfil de risco de corrupção, fatores que são específicos para cada empresa.

Dentro dessa análise, deverá ser proposto um programa, cuja solidez de seus elementos será crítica do ponto de vista de certificação. Deve-se levaro em consideração a qualidade das informações fornecidas e minúcia das ações realizadas. É importante, então, realizar um diagnóstico para saber as práticas que devem ser adotadas. Ou então, se um programa já existir e a maturidade do sistema, além do que pode ser melhorado.

Quais são os desafios e oportunidades?

Quais são os desafios e oportunidades? ISO 37001

As organizações terão o desafio de saber e verificar de maneira cuidadosa todos os seus riscos inerentes às práticas de fraude ou corrupção. Para isso, faz-se necessário a realização de uma análise crítica de como os programas abordam esses riscos. Além de verificar se essa abordagem é realizada de maneira eficaz. Para isso, nas diretrizes do programa, deve-se considerar não só os padrões regulatórios, mas também os não regulatórios.

É importante lembrar que aos olhos de um órgão regulador, a mera certificação na ISO 37001 não oferecerá um “porto seguro” de conformidade ou defesa ao processo de violações. A certificação, portanto, não é obrigatória.

No entanto, a pressão para se ter um certificado de sistema de gestão anticorrupção está crescendo cada vez mais. Um sistema certificado garante integridade e confiança para os negócios perante as partes interessadas. E a demanda cresce à medida que há aumento na exigência da transparência das negociações entre as empresas e seus terceiros.

Portanto, tanto para empresas que já possuem programas anticorrupção maduros, ou para quem está começando, a ISO 37001 traz uma orientação eficaz. A proposta é que as empresas avancem cada vez mais para impedir, detectar e responder à práticas de antissuborno.


Fernanda Pinheiro
Engenheira Ambiental e Sanitarista e de Segurança no Trabalho 
Especialista em SGI

Como associar perigos e riscos com riscos e oportunidades?

 

Gestão de Riscos e Oportunidades.

A nova ISO 45001 traz consigo o conceito de riscos e oportunidades. Da mesma forma, como as versões 2015 das ISO’s 9001 e 14001. Para a gestão da qualidade e gestão ambiental este conceito é mais claro. Isto porque não existem nas mesmas, o risco para o trabalhador. Mas, e na 45001? O que realmente difere o risco ocupacional do risco para um processo ou para o negócio?

Perigos e Riscos ou Riscos e Oportunidades?

A 45001 no requisito 6.1.2.2, fala de avaliação de riscos para a saúde e segurança do trabalho. Além disso, adentra outros riscos para o sistema de gestão de SST. Estes riscos para a saúde e segurança tratam exatamente dos riscos que já estamos habituados. Isto é, são riscos que trabalhamos desde a concepção da OHSAS 18001:2007. Entretanto, há outros riscos para o sistema de gestão como o próprio nome diz, falam do todo. Ou seja, o que pode impactar o sistema, e que pode comprometer toda a organização no que diz respeito a saúde e segurança ocupacional. E, consequentemente trazer malefícios para o negócio.

Ao realizar o levantamento de riscos para a saúde e segurança, podem ser realizadas confusões das oportunidades com os controles operacionais. Portanto, um certo cuidado deve ser mantido pois, nos dois casos estamos falando de prevenção de riscos. Porém, em um dos casos falamos de negócio e em outro falamos de pessoas, trabalhadores.

Tanto em um caso como no outro, devemos ter critérios para quantificar os riscos. E para tal, podemos utilizar a ISO 31000 como guia e as metodologias da ISO 31.010 para quantificação dos mesmos. A quantificação de riscos e oportunidades nos guiará, a fim de saber no que haverá atuação a curto, médio e longo prazo. E será importante a percepção do que está frágil para o negócio naquele momento. Já na quantificação de perigos e riscos para o trabalhador, definiremos critérios que vão desde a probabilidade e severidade de ocorrência para quantificação e definição de controles operacionais. Desse modo, visa-se eliminar ou mitigar os riscos.

É importante lembrar que um conjunto de riscos ocupacionais para o trabalhador pode resultar em um grave risco para o negócio. E por isso, deve-se dar importância das análises de dados. Elas vão nos auxiliar na verificação e apontar se não haverá mudanças nestes riscos. Além de apontar se surgirão novas oportunidades de acordo com a eficácia dos controles operacionais aplicados.

As Análises dos dados: ISO 45001

As análises de dados permitirão a realimentação do sistema de gestão como um todo. Além de contribuir para a tomada de decisões mais assertivas por parte da alta direção. É através dela que a liderança atua.  E daí, a importância de uma boa quantificação de perigos e riscos e de um bom levantamento de riscos e oportunidades.

É imprescindível, ao levantar riscos, não se esquecer dos requisitos legais aplicáveis. O atendimento a estes requisitos, pode trazer a organização diversos cenários. Dentre ele, um no qual a alta direção pode ter alterações no seu direcionamento estratégico. Visto que, há requisitos legais por exemplo, que demandam investimentos, mudanças e podem dar novo rumo aos objetivos da empresa.

A boa gestão de riscos e oportunidades dará às organizações uma visão sistêmica junto ao levantamento de perigos e riscos já existente. Desse modo, as ações poderão ser tomadas de modo preventivo. A tendência é que tenhamos recursos mais planejados. Sejam estes humanos, financeiros, tecnológicos, maior satisfação dos empregados e empregados mais saudáveis. Consequentemente, trazendo mais produtividade à organização. E por fim, menores passivos ao empregador.

É importante ressaltar que, para se atingir tais objetivos, o levantamento de perigos e riscos e riscos e oportunidades deve ser bem feito. E principalmente bem gerido. Uma boa gestão de riscos faz com que a empresa enxergue novos objetivos. E assim, traga os colaboradores para o sistema de gestão de modo assertivo e claro.

E-book sobre a nova versão da ISO 45001:2018

Após a publicação da nova versão da Norma ISO, nossos especialistas elaboraram um E-BOOK, pontuando as principais mudanças. Aproveite o momento e fique por dentro das novidades, acessando nosso BLOG.  Assim, você terá materiais diversos, nos quais nossos especialistas fazem uma breve intrepretação sobre as mudanças, processos e ainda dão dicas de orientação de migração. E claro, sobre relacionados aos diagnósticos.

1 Autora: Daniela Pedroza – Diretora Técnica do Grupo Verde Ghaia.

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Principais Mudanças da ISO 45001

ISO 45001 – Principais mudanças

Conheça a nova versão da ISO 45001

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