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Falhas comuns no Tratamento de Não Conformidades

 

Quando se fala em causa raiz  para tratamento de não conformidades em um sistema de gestão, monitorado e alimentado com frequência, é bem provável, que haja ações mais preventivas do que corretivas. Visto que há uma percepção maior dos problemas que possam vir a acontecer, para que assim, sejam tomadas atitudes para que o problema não ocorra.

O que se observa na MAIORIA DAS ORGANIZAÇÕES é a incidência de ações corretivas e ações preventivas que não funcionam. Chamo a atenção para o termo “maioria”, visto que ações corretivas são muito mais frequentes que as ações preventivas.

Como já verificamos, uma correta metodologia passa pela identificação do problema, determinação da causa raiz, verificação da abrangência, adoção das ações preventivas e corretivas e verificação de sua eficácia, devendo-se documentar e divulgar resultados.

Causa Raiz para tratamento de não conformidades

Quando um sistema de gestão não tem monitoramento adequado e com certa frequência, é comum descobrir problemas apenas quando eles acontecem. Com isso, descobre-se tardiamente, a origem principal que provocou à empresa uma não conformidade.

É inegável a importância de monitoramento frequente do sistema de gestão, independente se ele é SGQ, SSO, SGA. Contudo, para os responsáveis do Sistema de Gestão, há um ponto crucial que é a análise da causa raiz no tratamento das não conformidades.  Em outras palavras, a real intenção dessa análise é fazer com que a não conformidade identificada, não se repita. Agora, se a avaliação não for bem realizada o Plano de Ação pode não funcionar como deveria.

Uma dificuldade que ocorrer na hora da avaliação é a identificação do problema a apenas uma causa-raiz. No entanto, o problema identificado pode ter mais de uma causa raíz, ou seja, pode ter mais de uma origem. Além disso, pode ocorrer de algumas causas acontecerem mais do que outras, mas todas têm o potencial de gerar uma “não conformidade”. Outro erro também é tratar as causas mais prováveis ao invés de fazer a análise para encontrar uma única causa. Com isso, o problema pode aumentar, tendo em vista que a atuação seria em várias frentes, bloqueando diferentes origens de não conformidades.

Sendo assim, os problemas mais usuais, em um sistema de gestão, estão relacionais a identificação do problema ou a determinação da causa raiz. Se você tem dúvida sobre o tratamento de suas não conformidades, aconselhamos algumas horas de consultoria especializada para ajudá-lo a entender seu sistema de gestão como um todo, para que assim, você tenha um panorama geral do que está acontecendo.

Mas, vamos falar mais sobre o tratamento das não conformidades!

Identificação do problema

A forma mais otimizada de realizar a identificar de ‘não conformidades’ é através da realização de uma auditoria. Por isso, é importante que ela seja feita, no mínimo, anualmente para uma avaliação mais ampla sobre a identificação do tratamento das não conformidades.

O momento da auditoria é tão aguardado quanto temido por muitos gestores de sistemas de gestão. Afinal de contas, este é o evento que validará todo o trabalho realizado pela equipe e seus responsáveis de sistemas de gestão, seja ele qualidade, meio ambiente, saúde e segurança e afins.

Selecionamos abaixo, algumas dicas sobre a identificação de problemas, que é muito comum escutar durante uma consultoria ou mesmo auditoria. Portanto, fique atento se você está se comportando adequadamente ao realizar a hora de realizar a identificação dos problemas na sua gestão.

  • Achar que o problema é do cliente, fornecedor, prestador de serviço, etc.
  • Análise de dados insuficiente;
  • Ausência de investigação dos modos de falha;
  • Desconhecimento dos dados disponíveis na organização;
  • Desconhecimento sobre como funciona o processo;
  • Investigação de abrangência incompleta ou inexistente;
  • Não desenvolver medidas para falhas potenciais importantes;
  • Pessoas não conhecem o problema;
  • Pessoas inabilitadas para execução da tarefa;

Determinação da Causa Raiz

Outro vilão é a causa raiz que parece ser um processo simples, mas que deixa muita gente em dúvida. Embora haja consciência, de que é impossível uma empresa não ter erros em seu sistema, é aconselhável que a causa raiz seja analisada com muito cuidado.

  • Achar que já sabe as causas e ir direto para as conclusões;
  • Direcionar para a causa errada;
  • Causas identificadas superficialmente;
  • Considerar erro do usuário ou de utilização como sendo causas;
  • Diagnóstico inadequado da causa raiz;
  • Escolha da solução inadequada quando houver mais de uma solução;
  • Falta de qualificação da pessoa que conduz as investigações;
  • Tentar agir sobre todas as causas possíveis;
  • Uso de ferramentas inadequadas.

Causa Raiz para tratamento de não conformidades

Exemplos de Relato de Não conformidade, análise de causa e ações corretivas

Antes de exemplificarmos as informações acima, é preciso estar claro que para implementar um sistema de gestão, o plano de ação é a parte principal. Por este motivo, ele é construído logo após o diagnóstico, devendo ser exato e objetivo, contendo breves descrições, porém com os dados completos do que será feito para atender a cada ponto da norma. É importante não esquecer de delimitar a data para execução, bem como, quem será o responsável e quais as evidências deverão ser coletadas por estes responsáveis.

Através de um bom plano de ação, será mais fácil evitar não conformidades e mesmo caso elas apareçam, será muito mais simples trata-las, pois haverá uma grande rastreabilidade das ações executadas. Uma boa implementação está intimamente ligada a um bom plano de ação.

Exemplo 01

1) NC: Não evidenciado que a organização tenha identificado os aspectos e avaliado os impactos ambientais de todos os setores.

Evidência Objetiva: Não evidenciado que a organização tenha identificado os aspectos e avaliado os impactos ambientais relativos à geração dos resíduos de torta no processo de Tratamento de Caldo / Evaporação, bagaço no processo de Preparo e Moagem e aplicação de herbicida na Subestação 69KV.

Referência: 6.1.2 da NBR ISO 14001:2015 “Dentro do escopo definido no sistema de gestão ambiental, a organização deve determinar os aspectos ambientais de suas atividades, produtos e serviços os quais ela possa controlar e aqueles que ela possa influenciar, e seus impactos ambientais associados, considerando uma perspectiva de ciclo de vida.”

Causa: O auditado não foi suficientemente treinado para conhecimento dos aspectos e impactos na planilha do setor por serem considerados subprodutos do processo de açúcar e álcool e por serem aproveitados como adubo e combustível nas caldeiras. B – A aplicação de herbicida não foi considerada na subestação por ter sido considerada como uma atividade anormal.

Correção: Revisar as planilhas de Aspectos e Impactos dos setores de moagem e tratamento de caldo e subestação elétrica detalhando e inserindo tais aspectos.

Ação corretiva

A – Promover treinamento de reciclagem de aspectos, impactos, perigos e riscos para todo grupo de trabalho. B – Revisão geral das planilhas de aspectos ambientais após o treinamento.

Exemplo 02

2) NC: Evidência disponível de que a organização não estava controlando o processo de auditoria interna do SGI

Evidência Objetiva: 1- Não realizada auditoria interna na norma  ISO 9001:2015; 2- Não realizada auditoria interna nos processos pintura, meio ambiente, comercial, manutenção e administrativo, todos programados para 2015; 3- Programa anual de auditorias internas para 2016 não disponível.

Referência: 9.2 da NBR ISO 9001:2015 “A organização deve conduzir auditorias internas a intervalos planejados para prover informação sobre se o sistema de gestão da qualidade…”

Causa: A -Redução do quadro de auditores internos devido à crise econômica. B – Não existia um calendário oficial registrado para o programa anual de auditorias.

Correção: A – Realizar Auditoria Interna do SGI na norma ISO 9001:2015.

Ação corretiva

A – Criar calendário anual de auditorias considerando área/processo auditado/processo de auditoria para os anos de 2015, 2016 e 2017. B – Planejar auditoria completa (todos os setores/áreas da empresa no ano de 2016), com auditores terceirizados. C – Formar novos auditores internos de SGI.


Se desejar mais orientações para minimizar ou até mesmo eliminar as não conformidades, entre em contato com a Verde Ghaia!

Nós te ajudamos a tornar todo o seu processo mais simplificado, oferecemos suporte e ferramentas desenvolvidas pela própria equipe usando as metodologias de sistema de gestão. Conte com a gente para que seu negócio alcance voos muito maiores!

Gestão 4.0: Saindo da zona de conforto em 30 horas

 

Na semana de 22 a 24 de Outubro, participei com um grupo de CEOS do Curso Gestão 4.0, foram 30 horas de imersão, tirando todos nós das nossas zonas de conforto. Isso mesmo! Eu sai da minha zona de conforto em 30 horas. Logo eu, que acreditava estar sempre antenado e conectado ao mundo digital!

Eu demorei para escrever sobre essa experiência para vocês porque, em plena segunda-feira, 8 horas da manhã, lá estava eu na Verde Ghaia, cuja empresa fundei há 20 anos, na qual sou CEO e Presidente, estava ansioso para implementar todas as ideias inovadoras que aprendi naquelas 30 horas. Não sabia o que era cansaço nem limites. Eu só sabia, que tudo é possível.

Por que implementar gestão 4.0 nos processos?

Você deve estar pensando qual foi o aprendizado daqueles dias. Bom, como falei no post anterior, o curso Gestão 4.0 foi criado pelos grandes influenciadores do mercado atual: Tallis Gomes, Alfredo Soares e Bruno Nardon. Este curso tem como objetivo unir gestores, líderes e fundadores de empresas e prepará-los para as transformações que a inovação e a tecnologia trazem aos negócios, através de teoria, discussões e mentoria.

Sendo bem sincero com vocês, eu cheguei lá com uma expectativa bem pequena. Eu acreditava que eu já sabia, praticamente, tudo o que fosse ouvir, que não haveria tantas novidades para mim, que talvez iria ouvir mais do mesmo. E eu pensando que estava perdendo meu final de semana com a minha família. Quanto prepotência e arrogância. Eu estava muitíssimo enganado! E fiquei feliz, por isso. Foi um aprendizado incrível, falamos de experiência do usuário, fidelização, de gerentes com gestão de líderes, de projetos interdisciplinares, de mente menos departamentalizada.

O que é necessário não é a vontade de acreditar, mas o desejo de descobrir!

Eu me inscrevi para o curso mais por curiosidade, mesmo. E ao ser selecionado para participar desse grupo de CEOs, pensei: “bom, vamos ver como será, vamos descobrir se há algo de novo, nisso tudo! Embarquei para São Paulo, um pouco desmotivado, por pensar que não traria nada de novo para os negócios. Sai de Belo Horizonte com a frase de Bertrand Russel, na cabeça, “o que é necessário não é a vontade de acreditar, mas o desejo de descobrir, que é justamente o oposto”. E foi justamente isso, que ia descobrir no Curso Gestão 4.0.

Lá, fui surpreendido positivamente. No início quebrou um pouco a expectativa, pois o grupo era, em sua maioria, jovens empresários de sucesso, que já administravam empresas cifrões na casa dos 07 dígitos. E que estavam ali, para aprender mais e recriar o próprio negócio. Percebi que esses jovens queriam que seus negócios crescessem de forma constante e sustentável através de ferramentas práticas.

Quem são os Mentores do Curso Gestão 4.0?

Além de um grupo jovem e seleto, os criadores do Gestão 4.0, também eram jovens e já haviam fundado empresas milionárias do zero. Vamos conhecer um pouco sobre esses mentores!

Dennis Wang, ex-presidente da Easy Taxi, é o novo VP de Operações do Nubank no qual trabalha com relacionamento ao cliente para otimização das operações. Sua proposta é garantir o crescimento da empresa, visando as melhorias na experiência do usuário.

Wang é formado em Administração Pública da FGV, sempre atuou em Bancos de investimento de prestígio, sua atuação na área financeira lhe rendeu o mérito de transformar uma startup brasileira em uma empresa global, o Easy Taxi. Dennis Wang tem uma percepção ampla dos negócios, não apenas do ponto de vista financeiro e de investimentos, mas também de criatividade e inovação focada na experiência do usuário.

Tallis Gomes foi reconhecido como uma das 30 pessoas mais influentes do mundo pela Forbes ’30 under 30′, eleito pelo MIT como um dos jovens mais inovadores do Brasil, é Young Leader of the Year nos Estados Unidos pela Latin Trade. Ele também foi Empreendedor do Ano, por dois anos consecutivos, pelo João Doria no LIDE, Entrepreneur of the Year pela Younsei University na Coreia do Sul. É considerado pela revista Galileu como uma das 25 pessoas mais influentes da internet brasileira. Ele fundou a Easy Taxi, a escalou para 35 países em quatro continentes e depois a vendeu como uma das maiores negociações do Brasil. Hoje, é confundador e CEO da Singu, o maior marketplace de beleza e bem-estar do Brasil e mentor do Curso Gestão 4.0.

Alfredo Soares criou uma empresa do zero, a XTECH Commerce, e vendeu por R$ 14 milhões em apenas 3 anos. Alfredo, um dos principais especialistas na área e também em e-commerce do Brasil, está propondo um novo modelo de vendas. Tornou-se referência nesse tema, sendo autor do best-seller “Bora vender”, que já está indo para a sua quinta edição. Eu sempre fui vendedor, mas depois de ouvir o Alfredo, aprendi inúmeras outras técnicas e estratégias. Simplesmente fantástico.

Bruno Soares também foi muito sábio em suas apresentações, tendo mais de dez anos de experiência em tecnologia e startups, aplicando metodologia de crescimento ágil e sustentável. Nardon é cofundador da Rappi Brasil e Kanui. A Rappi é hoje o maior aplicativo de delivery on-demand e hiper-conveniência da América Latina, avaliada em mais de 3 bilhões de dólares. Ou seja, um unicórnio. A Kanui é um e-commerce de moda, estilo de vida e produtos esportivos. Em 2 anos e meio levou a empresa de zero a milhões de pedidos, fazendo a sua fusão com a Dafiti em 2015, tornando este grupo o maior e-commerce de moda na América Latina.

Aprendizados adquiridos com a Gestão 4.0

Com Tallis, eu aprendi que um time de sucesso é formado por grupos pequenos, que uma gestão baseada em tecnologia é o que permite crescer de forma exponencial, que a busca pela simplificação do complexo vai fazer com que eu obtenha resultados melhores e que eu, como CEO, tenho que dedicar mais meu tempo para criar um sistema horizontal de gestão que me permita resolver problemas específicos e a encontrar estratégias para que minha empresa continue crescendo.

Com Bruno aprendi que resiliência é essencial pra enfrentar os problemas do dia a dia, e que há muitas estratégias de crescimento para serem aplicadas no negócio a fim de achar as pequenas lacunas ou os primeiros problemas que ninguém vê.

Falando sobre gestão, troca de experiência e conhecimento, lembrei-me sobre o Mito da caverna de Platão. Esse final de semana, realmente me tirou da zona de conforto que me levou a refletir a minha vivência na própria Gestão 4.0. Digo isso, porque, quando estamos em nossa zona de conforto, é como se vivêssemos na caverna, criada por nós mesmos, que aparentemente, apresenta-se segura. Mas, que na verdade, somente nos aprisiona e nos dá a falsa sensação de segurança, pois se ficarmos expostos em algum momento, o que iremos fazer? Não temos vivências, experiência se nem conhecimento do que está lá fora!

Saindo da Zona de Conforto

E é nesse momento, que vemos apenas o senso comum, ou seja, acreditamos apenas na verdade absoluta, nos que os outros pensam e dizem, naquilo que nos acomoda e até no que nos causa medo. Então, pensamos que é melhor ficar no “ruim” a tentar o desconhecido. Esta é nossa zona de conforto, a qual se posiciona bem convidativa e segura para aqueles que não querem repensar seu comportamento, suas atitudes, ações e reações.

Quem consegue sair da zona de conforto tem a opção de voltar para ela e para tudo com o que havia se acostumado, ou pode se esforçar para começar a viver a sua nova realidade. E assim, realmente mudar. Eu achava que estava fora da minha caverna. Mas, nunca estive tão errado. Três jovens me mostraram que havia muito mais do que eu já havia estudado na vida, que mesmo com pouca idade é possível ter bastante experiência, e que temos que fazer o diferente sim, mesmo se existir medo ou receio. “Feito é melhor que perfeito”, como já afirma Tallis.

Então, foram 30 horas que me provocaram a sair da minha caverna. Eu deixei a zona de conforto e decidi que nunca mais voltaria ali, nem para fazer visitação. Saí muito mais motivado. Não vou dizer que absolutamente tudo o que aprendi foi novidade. Não foi! Mas, foi por uma perspectiva não pensada, o qual gerou insights e novos desafios.

O que superou todas as expectativas, foi unir o meu conhecimento adquirido com minha experiência de vida e de negócio, com as novidades e ensinamentos trazidos pelos jovens talentos do gestão 4.0.  E, a partir daí, perceber que ainda há muita ação a ser realizada para ir muito mais além. Alcançar o inimaginável!

Portanto, o que quero te dizer hoje, é para nunca achar que você já sabe tudo e nunca acreditar que você não pode aprender. Saiba, que algumas horas, com as pessoas certas, podem transformar a sua vida!

Então, entendeu porque você deve implementar Gestão 4.0 nos processos da empresa?

Deivison Pedroza – CEO e Fundador do Grupo Verde Ghaia


Redação de Não Conformidade: simples e objetiva

 

A redação/registro de uma não conformidade precisa ser adequadamente realizada de forma que as partes envolvidas possam compreendê-la e atuar de forma adequada nos passos subsequentes de estudo da causa raiz e ações corretivas.

Redação: identificação de Não Conformidade

Após a identificação da sua Não Conformidade, é preciso saber como irá identificá-la. É válido ressaltar que uma potencial não conformidade não pode ser uma suposição ou mesmo uma observação.

Sendo a não conformidade um fato, é importante relacioná-la ao requisitos da norma para confirmar o não atendimento. A Não Conformidade pode ser identificada de 03 formas:

  • Não conformidade de produto
  • Não conformidade de processo
  • Não conformidade de sistema de Gestão

Dicas de Redação

Uma não conformidade mal escrita pode direcionar quem lê a uma interpretação errônea do problema identificado, fazendo com que todos os esforços envolvidos, para o foco equivocado, não resolvam a situação/desvio. Para evitar tal confusão durante a redação é importante observar se há dados relevantes que devem fazer parte da mesma. Por exemplo:

1. Defina claramente a Não Conformidade

Ao redigir uma Não Conformidade deve-se enunciar o fato constatado de forma clara, concisa e compreensível. Por isso, é importante que você faça um esboço contendo o que é o problema, qual resultado indesejado foi identificado, por que uma área não atende aos requisitos.

Entenda que o problema precisa ser descrito, por isso, ilustre bem a NC, explicando o tipo de ocorrência e a quantidade, assim como, o período da ocorrência e as pessoas envolvidas.

2. Apresente Evidências objetivas

Ao apresentar as evidências Objetivas, exemplifique a situação, listando com exemplos específicos, fatos verificados, de modo que quem for ler consiga visualizar o problema. Lembre-se sempre que o leitor precisa materializar o problema relatado, isto é, entender a “prova do crime”.

Se for preciso e tiver como disponibilizar acesso, dê evidências, tais como fatos, dados, documentos, informações, fotos. Esses materiais geram veracidade à informação e muita vezes facilita a ‘materialização” do ocorrido.

Obs.: Quando faltar evidência objetiva, ela mesma, será considerada a não conformidade.

3. Busque fazer Referências

Quando se diz, buscar a referência, significa identificar qual foi a regra contrariada ou não atendida que gerou o resultado inadequado/indevido. Portanto, após identificar a referência encontrada como válida, desenvolva um breve relato sobre o requisito (item normativo / documentação da organização/requisito legal);

Dica importante

Investigue bem as causas, aplicando métodos conhecidos que possam te auxiliar na identificação e solução de problema. Estabeleça ações de correção que possam atuar direto na causa raiz, para que a Não conformidade ocorra novamente.

4. Seja o leitor e não o redator

É importante que quem for escrever a redação de não conformidade, se veja como o leitor, ou seja, aquele que está omisso à situação e que só entenderá o ocorrido a partir dos dados da redação.

Os fatos serão interpretados com base nas informações fornecidas, por esse motivo, o redator deve deixar todas as informações bem claras, sem causar no outro que irá ler, dúvida, ambiguidade ou dificuldade de compreensão.

Resumindo, sua redação de NC precisa basicamente de 03 partes, como se fosse aquela famosa aula de redação “introdução; desenvolvimento; conclusão”. No caso da Redação NC seria: Descrição da NC; Evidência para sustentar a Descrição; Resquisitos para confirmar a aplicabilidade da NC.

5. Linguagem Clara e objetiva

É a parte que muitos pecam. Lembre-se que escrita e oralidade são bem diferentes, visto que uma conversa ocorre entre 02 ou mais pessoas, e se há alguma dúvida, a pessoa pergunta na hora e esclarece o mal entendido. Contrária a essa situação é a escrita, pois o ato de escrever é uma ação solitária e que pode causar confusão e conflitos de ideia.

Portanto, para escrever siga algumas regras básicas, como, por exemplo, usar frases curtas; sequência de fatos em ordem linear de acontecimento; use a regra clássica de sujeito, verbo e predicado.

Uma boa redação precisa ter ideia lineares (começo, meio e fim), pontuação correta e concordância adequada. Para evitar problemas, ao final da sua redação peça alguém para ler e te explicar o que entendeu. Assim, você saberá se há algum erro que possa ser corrigido.

6. Evite usar

Tenha cuidado para não ser redundante, evite gírias, sentido figurado, expressões idiomáticas e expressões com “acho que”, “seria bom”, “Ouvi dizer que”, “na minha opinião”. As gírias são temporais, ou seja, elas mudam de tempos em tempos, e por isso, elas podem perder sentido de um ano para outro.

Lembre-se que você está fazendo um relato de caso e não relatando um caso que você interpretou. Seja imparcial a situação.

7. Use na sua redação

Não tenha receio de usar expressões e palavras na sua redação que mantenham a impessoalidade, por exemplo, “convém a organização”; “sugere-se”; “pode ser confirmado através”.

8. Verifique a eficácia

É importante verificar as ações corretivas adotadas pela gestão responsável, para que assim, seja possível analisar se os resultados ocorreram conforme planejado. E não se esqueça de solicitar a Análise Crítica pela Alta direção.

Como reparar os efeitos causados pela Não Conformidade?

Existem situações em que a organização necessita, antes de mais nada, reparar de forma imediata os efeitos causados por uma não conformidade. Às ações tomadas neste sentido damos o nome de bloqueio ou contenção e correção.

O BLOQUEIO OU CONTENÇÃO é a ação contingencial e paliativa tomada sobre o EFEITO – produto ou situação não conforme – para evitar que o problema se agrave ou se propague pelo processo ou atinja o cliente, outros colaboradores ou o meio ambiente.

As ações de bloqueio ou contenção

As ações de bloqueio ou contenção ou não são definitivas. A CORREÇÃO também age no efeito buscando eliminar o desvio ou problema. Este tipo de ação visa eliminar uma não conformidade identificada – o PROBLEMA (efeito indesejado), de modo a recuperar as condições originais do processo.

A ação de correção é DEFINITIVA. No entanto é muito importante que se avalie também a EXTENSÃO da não conformidade, ou seja, deve-se averiguar se a mesma situação de desvio não ocorre em outros locais, etapas do processo ou clientes, de forma que se possa tomar ações abrangentes que resolvam os problemas em todos os locais onde estes se apresentem.

Como realizar a identificação de Causas?

Seja para tratar não conformidades REAIS ou PONTENCIAIS, o estudo das causas é uma etapa crucial para definir de forma assertiva as ações que irão realmente eliminar ou prevenir ocorrências indesejadas – problemas.

Mas o que é uma causa? CAUSAS: são todos os motivos que nos levam a ter um problema. Nem todas as causas são relevantes ou impactam de forma direta o problema / não conformidade. Por esta razão, ressalva-se que ao identificar as causas de uma não conformidade sejam utilizadas ferramentas apropriadas, de forma que o processo de identificação da CAUSA RAIZ ou FUNDAMENTAIS seja facilitado.

Ferramentas para a Identificação das Causas

Existem diversas ferramentas que podem auxiliar no estudo dos problemas e identificação de suas causas fundamentais. Iremos restringir o estudo a duas ferramentas mais comuns e amplamente utilizadas:

  • Árvore dos porquês
  • Diagrama de Ishikaua – Espinha de Peixe

Árvore dos Porquês

O objetivo desta ferramenta é realizar a análise partindo da analogia com uma árvore, que se possa analisar de forma prática e ramificada um determinado problema.

Imaginando que o problema está na copa da árvore, deve-se listar todas as causas possíveis para o problema, realizando a subdivisão destas para um estudo mais minucioso, como se fossem os galhos da árvore e ir literalmente descendo até a raiz.

Em geral as causas de um problema não são tão óbvias e visíveis, assim como as raízes de uma árvore. E se você quer eliminar uma árvore você tem que “cortá-la pela raiz”.

É um método que permite a identificação de causas especiais que provocaram problemas. É de fácil aplicação. Permite rápida determinação das causas da maioria das falhas que ocorrem.

Ações Corretivas e Preventivas

Diferentemente das ações de bloqueio e contenção que agem sobre o efeito, as ações corretivas e preventivas atuam nas CAUSAS dos problemas. As ações para tratamento das não conformidades podem ser corretivas, quando o objetivo é eliminar a causa para evitar REPETIÇÃO do desvio, ou preventivas, quando o que se deseja é eliminar a causa para evitar POTENCIAL desvio ou ocorrência.

Nota: O conceito de ação preventiva agora é expresso por meio do uso de mentalidade de risco na formulação de requisitos de sistema de gestão da qualidade e ambiental, conforme ISO 9001 e 14001 – edição 2015.

Com as causas devidamente identificadas, faz-se necessário iniciar a proposição de ações preventivas e corretivas, conforme o caso, para resolução do problema.

Existem muitas ferramentas úteis para auxílio na definição e controle de ações corretivas e preventivas e propomos o estudo de uma das mais consagradas.


Mudança de mindset Organizacional

 

Preste atenção no óbvio! Essa foi a frase mais marcante durante os 03 dias de imersão no Curso Gestão 4.0. Contarei no artigo de hoje, sobre essa experiência enriquecedora!

Como muitos sabem, eu realmente gosto do digital e do tecnológico. E muitas das metodologias ágeis, como o Design Thinking e Design Sprint, bem como, monitoramento de NPS. São atividades que eu já venho implementando, há algum tempo, na Verde Ghaia, antes mesmo de virar “febre” nas rotinas corporativas.

Tal mudança de mindset organizacional, consequentemente, gerou um processo de modernização também, nas estruturas de comunicação e marketing, TI, gestão de conteúdo e branding. Com esse comportamento, sempre acreditei que estava direcionando os negócios para o caminho certo, estava cheio de certezas de que eu estava super antenado e conectado ao mundo digital. Então, eis que decido fazer o curso Gestão 4.0.

Curso Gestão 4.0: provocando mudanças nas organizações

O Curso Gestão 4.0 foi criado por Tallis Gomes, Alfredo Gomes e Bruno Nardon.  Já falei em outro conteúdo sobre a surpresa que foi, ter feito essa imersão rápida no mês de setembro, no Fórum CEO Brasil, participando da palestras sobre Gestão. Tallis e Bruno deixaram todos inquietos com questionamentos provocativos, tirando qualquer um da zona de conforto. E para aqueles que me conhecem bem, sabem que esse termo não existe no meu dicionário.

Foram 30 horas de curso “Gestão 4.0”, realizado nos dias 22, 23 e 24 de outubro. Foram dias de muito aprendizado, questionamento, insights. Sai de lá, muito mais motivado e satisfeito. Posso dizer que sai “ligado no 360”. Aprendi muito, repensei várias estratégias, tive vários ideia de melhoria. Um texto é pouco, para descrever o meu aprendizado. Mas, posso resumir em uma frase curta: preste atenção no óbvio.

Se o seu negócio precisa crescer, você deve prestar atenção no óbvio

Cheguei no Gestão 4.0 pensando que aquilo que eu veria lá era óbvio para mim, era comum, afinal já vivia tudo no meu dia a dia, dentro da Verde Ghaia. E o que ocorreu foi o inverso: eu fui tocado por tudo aquilo que era sim, óbvio! Mas, que estava sendo apresentado por uma outra perspectiva. Eram jovens talentos, que em poucos anos criaram empresas do zero e atingiram a cifra de milhões. O óbvio sempre esteve à minha frente, mas, eu não conseguia percebê-lo. Aliás, eu perdi as contas de quantas vezes, durante o curso, eu me perguntei: “puxa, por que não pensei nisso, se era tão óbvio, tão fácil? Por que não pensei nisso, se estava na minha cara?”

Diariamente, estamos nessa corrida louca, tentando criar negócios que dê resultados, que sejam disruptivos, tentando elevar a nossa marca para um outro patamar, buscando provocar mudanças no mercado, e normalmente ignoramos o óbvio. Esforçamo-nos para construir coisas complexas demais e deixamos de lado o principal, o que está escancarado na nossa frente, nós nos esquecemos de perguntar qual a dor real do nosso cliente.

Até porque, nessa corrida, queremos criar coisas fáceis para nós, como produtos que fiquem na prateleira, provocando em nosso cliente a vontade de comprá-los. Mas, esquecemos de perguntar o que o cliente quer. Qual a dor que de fato, ele precisa curar. Como a gente resolve? E, qual é a dor, que na realidade, estamos resolvendo no momento – e, se estamos resolvendo mesmo alguma dor ou se apenas oferecemos novos produtos ou serviços de acordo com o que julgamos ser melhor.

Esses questionamentos parecem simples, mas precisam de um trabalho intenso que envolva não apenas os colaboradores da Verde Ghaia, como também os nossos stakeholders. É um dever de casa, para ser colocado em prática.

Empresas jovens se preocupam mais com seus clientes

Nas palavras de Alfredo Soares: “não tem que pensar tanto produto e serviço, mas para quem a gente vende, entender muito bem esse persona e criar o que chama a atenção dele e dar a solução que ele precisa. A venda cada dia menos, vai ser preço e oferta. Mas sim, cada vez mais, vai ser engajamento e essa relação de construção”. Em outras palavras, se não houver estratégia, pensando na real dor de nosso cliente, não vamos chegar a lugar nenhum.

Talvez startups ou empresas mais novas tenham uma preocupação maior em conhecer a dor real de seus clientes, buscando soluções que visem não apenas ajudá-los nas rotinas operacionais, como também contribuir nos resultados estratégicos. Contudo, existem organizações com mais de dez, vinte, trinta anos de existência, que precisam se preocupar um pouco mais com o que oferecem, isto é, se ainda tiverem a ambição de crescer.

Dennis Wang, ex-presidente da Easy Taxi, é o novo VP de Operações do Nubank, desempenho um papel fundamental na relação da empresa com o cliente, gerando otimização das operações. Wang, apresentou várias ideias sobre a importância da relação empresa e cliente, bem como investir em melhorias nas interfaces das plataformas de modo que o seu cliente tenha a melhor experiência.

Crescimento das organizações está na relação com o Cliente

Todavia, quando falamos em crescimento, precisamos prestar atenção para além do óbvio, porque no meio das mudanças de comportamento, esquecemos de perguntar se as dores dos nossos clientes agora, não são outras, se as necessidades deles não mudaram. É preciso deixar claro, que a dor do nosso cliente hoje, pode não ser a mesma, amanhã. E, para isso, é preciso estreitar as relações, visando criar um diálogo mais próximo para escutar o cliente e entender as suas dificuldades nas rotinas.

Essa talvez, tenha sido a parte mais intrigante do curso. Eu fiquei me perguntando, por horas, se a forma como eu faço a minha gestão, visa prestar atenção no óbvio, nas coisas que já estavam ao meu redor e também desmistificar a ideia de que sabemos tudo. O mundo está em constante transformação, é preciso estar compenetrado, focado, conectado em pessoas que estão rompendo barreiras e ao mesmo tempo conectando-nas, como Tallis, Alfredo e Bruno.

Cito os quatros, porque além de serem os criadores do Gestão 4.0, eles são jovens completamente ligados com tudo o que acontece no mundo ao nosso redor. E, por isso, souberam muito bem exemplificar que não basta conhecer a metodologia ou ter um software instalado nos computadores da empresa. A estratégia principal é saber usar o que está disponível, é saber analisar e interpretar as informações, é fazer campanha de marketing de forma produtiva, é gastar dinheiro com publicidade de forma assertiva. E é, por isso, que não basta saber a metodologia, tem que saber aplicar.

Profissionais convencionais: o mercado está cheio

Os profissionais convencionais estão em desuso. Hoje, quem faz sucesso é quem gosta e quem sabe analisar dados, quem sabe utilizar a tecnologia para gerar os melhores resultados, tirando o foco do operacional e levando para o estratégico. O mercado busca por profissionais que saibam lidar com os dados, com lógica, com números e que a partir deles, consigam gerar novos produtos e serviços.

Por isso, o mercado precisa de profissionais flexíveis, dispostos a novos desafios e abertos às mudanças, pois vivemos num mundo cada vez mais veloz e que nos exige agilidade e foco, para que não tenhamos medo de mudar as estratégias, sempre e quando necessário. Isso porque, para que o negócio possa crescer e que a transformação não apenas alcance o seu negócio, mas o mundo. É o legado, que deixamos enquanto empreendedores.

Conflito entre as gerações

As gerações mais novas têm muito a nos ensinar. Eu, apesar de conviver com a tecnologia, não nasci na era digital. E isso, tornou-me diferente das gerações seguintes, visto que elas já surgiram imersas na era digital, usando celulares, computadores e tablets e compreendendo, consciente ou não, a sua importância. Contrário a esse comportamento, ainda estão os meus pais, que até hoje, não têm tanta percepção da importância do avanço tecnológico. São três gerações que vivem “submersas” e têm uma percepção distinta entre elas.

A partir dessa percepção, questiono o quanto temos que pensar na gestão de nossos negócios assim, visto que nas empresas, há várias gerações envolvidas nos processos e que cada uma tem a sua dor e as suas dificuldades. Por isso, escutar o cliente, criar laços de segurança nessa relação é primordial, uma vez que a tecnologia e a internet são imprescindíveis e estão ligadas aos processos desse cliente.

Por que fazer Gestão 4.0?

Realizar o curso Gestão 4.0, clareou minha trajetória, passei a prestar atenção no óbvio. Fez com que eu revesse os negócios, os planos e até a forma de elaborar o planejamento estratégico. Acredito que há muitas respostas a minha frente. São provocações pertinentes, para uma nova forma de se fazer gestão. Gestão ampla, com foco, com disciplina e envolvimento de todos os colaboradores, no qual todos devem ser seus próprios gestores.

Assim, como eu, acredito que você também pode ter uma mudança de mindset. Afinal, quantas vezes você, cheio de certezas de que já sabia de tudo, deixou de prestar atenção naquilo que estava à sua frente? Talvez, por parecer ser óbvio demais, e preferiu dar atenção nenhuma.

Deivison Pedroza – CEO e Fundador do Grupo Verde Ghaia


Conheça a LIA – Legislação com Inteligência Artificial.

LIA, Legislação com Inteligência Artificial, para agilizar seu monitoramento!
LIA, Legislação com Inteligência Artificial, para agilizar seu monitoramento!

Por que monitorar as Não Conformidades?

 

Monitorar as não conformidades de um sistema de gestão é tão importante quanto tratá-las. Mas, antes de tudo, tenha claro, quais são as etapas que compõem o processo de tratamento de não conformidades.

Confira as etapas importantes que compõem o processo:

  • Identificação, Descrição e Registro;
  • Ações de Contenção;
  • Avaliação da Extensão;
  • Correção;
  • Identificação de Causas;
  • Ações Corretivas e Preventivas,
  • Avaliação da Eficácia.

Esse tema, sobre Tratamento de Não Conformidades, já foi abordado em outros artigos no blog, vale a pena conferir!

Identificação, Descrição e Registro

A adequada identificação, descrição e registro de uma não conformidade é primordial para o desencadeamento das ações subsequentes. Caso uma não conforme seja erroneamente identificada ou descrita, certamente as suas causas, ações corretivas e ou preventivas serão comprometidas e certamente ineficazes.

Para a adequada identificação de uma não conformidade a organização necessita primeiramente conhecer os requisitos que se aplicam a um determinado processo, para realizar o adequado monitoramento dos parâmetros que o influenciam.

Monitorar as Não Conformidades?

A organização deve monitorar e medir seus processos para decidir corretamente as suas tomadas de decisão. Afinal de contas, não há gerenciamento sem decisão.

Não é possível conhecer aquilo que não se mede. Então se a organização não conhece seus próprios processos podemos dizer que ela não tem controle sobre seu gerenciamento. Logo, isso significa que, não se controla, o que não se gerencia. Resumindo:

  • SE NÃO MEÇO, NÃO CONHEÇO…
  • SE NÃO CONHEÇO, NÃO CONTROLO…
  • SE NÃO CONTROLO, NÃO GERENCIO!!!

É um grande risco quando uma organização não realiza ações de controle e gestão dos seus processos. Tais ações são primordiais para garantir que os recursos empregados serão revertidos em lucros para a organização.

CONTROLE: É o conjunto de ações tomadas a fim de assegurar que os resultados planejados sejam atingidos.

GESTÃO: É o ato de administrar, de gerir. Tomada de decisão com base em dados.

Uma pergunta muito frequente é exatamente o que é importe monitorar ou medir. Na verdade, não existe uma fórmula ideal, pois isso depende das características de cada processo e do desempenho que se pretende atingir.

Parâmetros de Monitoramento

Como exemplo, podemos citar alguns parâmetros importantes para se monitorar:

  • Satisfação de clientes
  • Número de incidentes de SST
  • Parâmetros relacionados a aspectos ambientais significativos
  • Conformidade com requisitos legais
  • Alcance de objetivos e metas
  • Parâmetros relevantes dos processos

Princípio Básico da Gestão

Ao se analisar os dados obtidos da medição e monitoramento de um determinado processo e compará-los com os parâmetros estabelecidos, é necessário que se tenha o devido cuidado para identificar tendências de desvios ou não conformidades. Para tanto é primordial que quem realiza esta análise tenha o adequado conhecimento do processo, os requisitos e parâmetros aplicáveis ao mesmo.

Inicialmente, um princípio básico de gestão a se considerar é focalizar nossa atenção nos POUCOS EVENTOS VITAIS evitando os MUITOS EVENTOS TRIVIAIS, de forma que se possa atacar aquilo que realmente impacta de forma mais significante no desempenho.

Detectando a Não Conformidade

A observação do comportamento dos processos, através da realização de rotinas de verificação periódicas como, monitoramentos, auditorias, inspeções, análises críticas e etc, podem ser fontes para identificação de não conformidades.

Como detectar e monitorar as não Conformidades?

As não conformidades são detectáveis através dos seguintes meios:

  • Desvios dos controles operacionais implantados.
  • Monitoramento de objetivos, metas e programas de gestão.
  • Avaliação de eficácia de ações para aquisição de competências.
  • Avaliação da satisfação de clientes;
  • Constatação de incidentes do trabalho;
  • Constatação de acidentes ambientais, como vazamentos, descarte indevido de resíduos contaminados, etc.
  • Comunicação de partes interessadas, incluindo reclamações, solicitações e sugestões.
  • Avaliação dos simulados de atendimento a emergências.
  • Monitoramento da conformidade legal.
  • Monitoramento e medição dos processos.
  • Monitoramento e medição de produtos/serviços.
  • Auditorias do Sistema de Gestão Ambiental, da Qualidade ou de Saúde e Segurança.
  • Análise Crítica pela Direção

Esta lista não é restritiva e outros eventos diversos podem ser fontes para proposta de ações preventivas e corretivas como forma de alavancar melhorias.

Exemplos de Não Conformidades

  • Completo desconhecimento da política ou dos objetivos da organização;
  • Situações ou procedimentos que não garantam a qualidade e segurança dos produtos;
  • Descumprimento de requisitos legais (leis, decretos, portarias).

Quer saber mais sobre tratamento de não conformidades? Conheça o Módulo TNC do SOGI!

Entenda a diferença entre não conformidades maiores e menores

 

No âmbito dos sistemas de gestão é muito importante que as organizações identifiquem desvios e não conformidades, tomando as ações pertinentes para corrigir os problemas e evitar sua recorrência.

Para estudar o assunto tratamento de não conformidades, ações corretivas e preventivas devemos considerar também os requisitos previstos nas principais normas de gestão no que se refere a este assunto.

Para as normas NBR ISO 9001:2015 e NBR ISO 14001:2015 um conceito importante a ser considerado é a MENTALIDADE DE RISCO, uma vez que a ideia de prevenção (ação preventiva) está nele embutida, desdobrando-se assim da análise de riscos e oportunidades, ainda na fase de planejamento do sistema de gestão, as ações preventivas.

Falaremos sobre isso, em um outro momento.

Identificação de problemas no sistema de gestão

Para tanto existem ferramentas e metodologias apropriadas e a serem utilizadas na identificação do problema, bem como, em suas reais causas, visando a melhor forma de agir, acompanhar e garantir a eficácia das ações tomadas.

Essas ferramentas têm por objetivo ajudar na identificação, monitoramento e tratamento das não conformidades, além de contribuir com ações Preventivas e corretivas, de acordo com itens normativos da NBR ISO 9001:2015, da NBR ISO 14001:2015 e ISO 45001. Outa contribuição dessas ferramentas/metodologias para a gestão, é o fornecimento de dados e informações que vão auxiliar o gestor na execução dos tipos de ações a serem tomadas dentro da organização.

A política de qualidade, faz parte desse processo de padronização e melhoria dos processos, cuja responsabilidade deste documento é o de especificar as ações de controle de qualidade de uma organização. A inexistência de uma Política da Qualidade irá gerar sérias consequências para a empresa, como a ineficiência da comunicação dos itens de qualidade para a equipe de colaboradores.

Diferença entre não Conformidades Maior e Menor

Não conformidades maiores

As não conformidades maiores são quando um requisito inteiro da norma não foi atendido. É quando o “problema” está relacionada a algo mais grave. Em geral, são erros sistêmicos no sistema de gestão de qualidade.

Na maioria dos casos, ocorre quando um requisito inteiro da norma não é cumprido. Podemos citar como exemplo, a não existência de um método de verificação, análise e registros de equipamentos de monitoramento e medição, ou se todos os equipamentos de monitoramento e medição não possuem identificação de seu estado de verificação e registros mantidos. Outro exemplo é a ausência do requisito da política de qualidade nos processos. Para ser considerada uma não conformidade maior, deve-se considerar ao menos uma destas características:

  • A sua empresa não realizou a análise crítica pela administração, embora este seja um requisito da norma.
  • Seu processo não esta cumprindo requisitos especificados nos procedimentos. Exemplo, em um determinado procedimento do seu Sistema de Gestão Ambiental a sua empresa declara que realiza programa de gerenciamento de resíduos sólidos, no entanto, durante a auditoria externa não é comprovado à aplicação do programa.
  • Uma não conformidade menor, identificada durante uma auditoria anterior, não foi resolvida dentro do prazo – tal não conformidade menor automaticamente se torna uma maior.
  • Você tem várias não conformidades menores que estão relacionadas ao mesmo processo ou ao mesmo elemento de seu sistema de gestão.

Não conformidades menores

A determinação de não conformidade menor ocorre durante as auditorias externas de certificação do sistema de gestão. A não conformidade menor é uma falha do controle de um requisito estabelecido. Ela indica o não cumprimento de um processo específico. Trata-se de falhas pontuais, ou seja, erros mais específicos.

Para exemplificar, pode-se citar, um único equipamento de monitoramento e medição que não está com a identificação, ou então, não se tem documentação sobre o estado de calibração de um equipamento, por exemplo. Ou também, pode-se citar quando registros de competência de um determinado colaborador não estão arquivados.

Ações que ajudam a evitar as não conformidades

Embora tenhamos consciência de que é impossível que em uma empresa seja ela de grande ou pequeno porte, nunca ocorram erros no sistema, é aconselhável que se crie medidas para reduzir o número de não conformidades nos processos.

Para isso, oferecemos algumas orientações que podem ser úteis a qualquer organização que queira andar alinhada na ISO 9001.

  • Capacite os colaboradores: Treine cada um dos integrantes da equipe com informações relevantes sobre a não conformidade. A intenção é que eles entendam corretamente os conceitos de “não conformidade”, “ação corretiva”, “correção”, “ação preventiva”.
  • Promova mensurações: Crie indicadores mensuráveis para acompanhar as não conformidades. Por exemplo, relacione as não conformidades aos custos que elas geram dentro dos processos.
  • Alinhe esses indicadores as metas estratégicas da organização;

Criando cultura preventiva

É fundamental que todos saibam que exercem papel relevante para o cumprimento e correção das não conformidades. Para isso, é importante que o gestor defina ações para correção das não conformidades e que deste modo, todos estejam envolvidos e assumindo a responsabilidade de toda a organização e não apenas da área da qualidade.

Relevância do SGQ – sistema de gestão da qualidade – deve está bem enraizado na cultura Organizacional das empresas, criando a cultura de que o sistema de gestão é importante para todas as áreas, principalmente àquelas voltadas à área de Compliance.

Desse modo, a organização caminha em sintonia, na qual todos se sentem responsáveis pelas suas próprias ações e assim, é possível cumprir os requisitos e padronizações da norma ISO 9001.


Quer entender mais sobre o assunto? A Consultoria Online da Verde Ghaia possui profissionais experientes no assunto e que podem auxiliar sua empresa a identificar e tratar as não conformidades em sua gestão.

Fale conosco!


Verde Ghaia é premiada pela Revista Guia Exame de Sustentabilidade

 

Pela terceira vez, a Verde Ghaia está presente no Guia Exame de Sustentabilidade. Nesta edição, nas 10 categorias dimensionadas, a Verde Ghaia ficou acima da média em Gestão da Água, Gestão de Resíduos e Relação com Clientes. Destacou-se também nas áreas de Dimensão Geral e Ambiental e em Dimensão Social.

Para a empresa, a participação nessa Premiação é importante, visto que é uma forma de trazer ao conhecimento público, a responsabilidade corporativa da Verde Ghaia. Além disso, ao final do processo de seleção da Revista Exame, a empresa recebe um relatório com todo o levantamento de desempenho da organização, possibilitando à Verde Ghaia uma autorreflexão sobre a melhoria contínua de seus processos.

A cada cliente novo, a Verde Ghaia encara novos desafios, pois além de oferecer um software de sistema de gestão integrada, a empresa visa levar mudança de comportamento, uma vez que sua premissa é criar um ambiente colaborativo, consciente e que estimule o desenvolvimento e a produtividade sustentável.

A reportagem da Revista Exame destaca o comprometimento da Verde Ghaia no mercado e sua gestão saudável, cujo serviço visa ações preventivas e corretivas que contribuem para a tomada de decisão das organizações.

Por que o Prêmio Exame de Sustentabilidade é relevante?

As empresas participantes abrem as portas de todo o seu negócio para os avaliadores da Premiação, através de entrevistas com os Jornalistas da Exame que solicitam evidências das informações, prestadas no questionário.

As respostas e as evidências são submetidas a um conselho deliberativo, que por sua vez, tem a obrigação de avaliar todos os dados e selecionar as empresas destaques conforme seus respectivos setores. As áreas de atuação são divididas em 10 temas, considerando os setores e a avaliação de desempenho das participantes. Os temas relacionados são os seguintes:

  1. Governança da sustentabilidade,
  2. Direitos humanos,
  3. Relação com a comunidade,
  4. Gestão de fornecedores,
  5. Gestão de clientes,
  6. Gestão da água,
  7. Gestão da biodiversidade,
  8. Gestão de resíduos,
  9. Mudanças climáticas
  10. Relação com clientes e ética e transparência

Verde Ghaia: Evolução do Prêmio

O Guia EXAME de Sustentabilidade nasceu em 2000, com o nome de Guia EXAME de Boa Cidadania Corporativa. Seu objetivo inicial era identificar, avaliar e divulgar as melhores práticas de responsabilidade social adotadas pelas empresas no Brasil. E somente a partir das análises levantadas é que a Revista Exame escolheria as chamadas “empresas-modelo”.

Contudo, foi em 2007, através de uma parceria com a FGV, que a Revista Exame passou a usar critérios de avaliação relacionados à sustentabilidade, visando estratégias corporativas de muitas organizações que se sentiam comprometidas com a sustentabilidade de seus negócios, no país.

2019 tem sido um ano importante para a Verde Ghaia

  • Em maio de 2019 comemoramos nosso aniversário de 20 anos!
  • Em Junho idealizamos e lançamos o PICS – Pacto pela Integridade e Compliance em Sustentabilidade.
  • Em setembro aparecemos entre as 100 PMEs que mais crescem no Brasil.
  • Em outubro ganhamos o Prêmio ABERJE de Comunicação com o case Prêmio Compliance Brasil.
  • Em outubro lançamos o software LIA – Legislação com Inteligência Artificial.
  • Em novembro nos classificamos entre as empresas mais sustentáveis do Brasil, como acompanharam nesta matéria.
  • E em dezembro vamos lançar a Think Tank Verde Ghaia que tem como objetivo levar à comunidade aulas gratuitas sobre sustentabilidade, empreendedorismo, responsabilidade social.

Todos esses prêmios e ações significam muito para Verde Ghaia, pois é uma forma de reconhecimento pelo nosso trabalho em sustentabilidade e governança e o aprimoramento dele. E, além disso, eles reforçam nosso comprometimento com o desenvolvimento sustentável, através de um olhar externo sobre as nossas atitudes e ações.

É assim que prosseguimos firmes com a nossa missão:

Oferecer metodologias e indicadores para a sustentabilidade através de processos cada vez mais rápidos, melhores e mais baratos. (Missão Verde Ghaia)

Ser Sustentável é mais simples do que parece! Nós, da Verde Ghaia, acreditamos que pequenas atitudes podem gerar mudanças significativas para o meio ambiente, para as pessoas e para a qualidade de nossos produtos e serviços. Conte com a gente!

Ser uma empresa premiada pela Revista Exame significa muito para Verde Ghaia, pois é uma forma de reconhecimento pelo nosso trabalho em sustentabilidade e governança. E, além disso, esse Prêmio vem para reforçar o nosso comprometimento com o desenvolvimento sustentável, através de um olhar externo sobre as nossas atitudes e ações e assim, prosseguir com a nossa missão.

Oferecer metodologias e indicadores para a sustentabilidade através de processos cada vez mais rápidos, melhores e mais baratos. (Missão Verde Ghaia)

Ser Sustentável é mais simples do que parece! Nós, da Verde Ghaia, acreditamos que pequenas atitudes podem gerar mudanças significativas para o meio ambiente, para as pessoas e para a qualidade de nossos produtos e serviços.

Verde Ghaia: Guia Exame de Sustentabilidade

A reportagem da Revista Exame destaca o comprometimento da Verde Ghaia no mercado, visto que esta fornece informações com foco em uma gestão saudável, cujo serviço visa ações preventivas e corretivas e que contribuam na tomada de decisão das organizações.

A cada cliente novo, a Verde Ghaia encara novos desafios, pois além de oferecer um software de sistema de gestão integrada, a empresa visa levar mudança de comportamento, uma vez que sua premissa é o de criar um ambiente colaborativo, consciente e que estimule o desenvolvimento e a produtividade sustentável.


Verde Ghaia: Guia Exame de Sustentabilidade

7 princípios norteadores para uma empresa de sucesso!

 

Quem deseja ter uma empresa de sucesso deve ampliar suas perspectivas em relação ao mercado de trabalho, definindo a visão, a missão e os valores do negócio para crescer de maneira eficiente, garantindo a sustentabilidade de todo o negócio, ao longo do tempo.

Essa definição é importante, porque tendo estes princípios bem definidos, a própria vida do empreendedor pode mudar. Isso porque ele saberá exatamente onde quer chegar, de que forma quer chegar e o que precisa fazer para atingir esses objetivos. Consequentemente, a empresa cresce e a renda aumenta. Quem não quer isso hoje em dia?

Mas não é apenas a visão, a missão e os valores que ajudam uma empresa a ter sucesso. Outros princípios também são fundamentais, como veremos neste artigo.

Visão, Missão e Valores: Pense em seu legado!

Para descobrir como ter uma empresa de sucesso, o empreendedor deve fazer uma análise cuidadosa sobre o que ele deseja no âmbito profissional, quais são os seus interesses e qual o diferencial competitivo da sua empresa. Dessa forma é possível buscar estratégias para se destacar no mercado e vencer seus concorrentes.

Feito isso, o passo seguinte é estabelecer três pontos que contribuem para a criação de uma base sólida e qualificada para estruturar o negócio, já citados anteriormente. São eles:

  • Visão: é o objetivo a ser alcançado.
  • Missão: trata-se da busca pela concretização do objetivo.
  • Valores: são os meios para executar a missão.

Importante lembrar que nada disso terá resultado, se não houver uma estratégia bem desenvolvida, com estrutura e pessoas dispostas a se engajarem nesse projeto para concluírem as metas estabelecidas ao longo do caminho.

Por isso, é necessário que o empreendedor, tenha uma visão de futuro para visualizar o crescimento do negócio e não ficar parado no tempo. O poder de liderança é importante, justamente, nesse momento, uma vez que podem surgir alterações necessárias dentro nos processos. E não resistir as mudanças é importante, caso contrário você estará desistindo do seu sucesso.

O que pode ajudar é o investimento na auto sustentabilidade do negócio. Não estou me referindo ao meio ambiente, nesse momento. Mas sim, em relação à sua própria empresa, para que ela possa se manter sólida ao longo dos anos, independentemente do mercado passar por alguma crise econômica.

A importância da sustentabilidade para uma empresa de sucesso

Criar e manter uma empresa sustentável é muito importante, visto que ajuda a desenvolver resultados significativos e diferenciados, atendendo às necessidades de todos os clientes, sem distinção.

Inclusive, ao equilibrar questões socioeconômicas e ambientais de maneira qualificada dentro de uma organização, as chances de se destacar no mercado crescem exponencialmente. Isso porque, o mercado está de olho e as organizações são valorizadas e respeitadas pela sociedade quando estão atentas às questões ambientais como os “aspectos e impactos” ambientais.

Um exemplo de visibilidade no mercado, quando o assunto é Sustentabilidade, Compliance e Integridade é o Prêmio Compliance Brasil, realizado pela Verde Ghaia e que já está em sua quarta edição.

O seu objetivo é justamente reconhecer e premiar as empresas que conseguem cumprir com os seus requisitos aplicáveis ao negócio e ainda crescerem de forma sustentável. Essas empresas são avaliadas criteriosamente, através de ferramentas e auditorias realizadas pela Verde Ghaia. Essa premiação é uma forma de apresentar à sociedade, o compromisso que essas empresas têm com o meio ambiente e com as suas responsabilidades sociais.

Além da sustentabilidade, seis outros princípios contribuem para a consolidação de uma empresa de sucesso e agregam ainda mais valor a experiência de ter um negócio próprio.

Os 7 princípios norteadores de uma empresa de sucesso

Para além da definição da visão, missão e valores e de buscar a sustentabilidade do negócio, seis princípios também ajudar a dar o norte para ter uma empresa de sucesso. Vamos conhecê-los.

1. Determinação: A realidade dentro de uma empresa nem sempre é fácil e a rotina muitas vezes acaba se tornando algo estressante. Por isso, ter em mente que a superação dos obstáculos é um fator essencial para alcançar os resultados estabelecidos faz toda a diferença.

Quem tem força de vontade e consegue manter o foco acaba se destacando com maior facilidade, justamente pelo fato de não se deixar abater quando os primeiros imprevistos aparecerem, tendo a certeza de que o melhor ainda está por vir e tudo, principalmente os erros, servem como aprendizado. Por isso, a determinação é essencial para quem busca ter uma empresa de sucesso.

2. Empatia: Para se destacar no mercado uma empresa precisa alcançar o seu público-alvo e consequentemente criar estratégias para fidelizá-lo. Por isso, ao analisar de perto as expectativas do consumidor, é importante considerar suas opiniões e vivências, saber olhar com os olhos do cliente, buscando demostrar a maior empatia possível, porque é essa capacidade de se colocar no lugar do outro que pode ser a diferença entre ter uma empresa de sucesso ou não.

3. Inovação: A criatividade deve tornar-se um hábito diário. Hábito mesmo, porque mesmo que em determinados dias achamos que jamais podemos pensar de forma criativa, se todo dia exercitarmos isso, vai acabar se tornando um hábito. E quando for necessário, as ideias geniais vão surgir mais facilmente.

4. Criatividade: é importante porque ela está diretamente relacionada com a capacidade de inovar. E sabemos que quem não inova fica parado no tempo, estacionado na zona de conforto, vivendo na mesmice sem perspectiva, portanto, de qualquer crescimento.

Quem deseja se destacar deve obrigatoriamente sair dessa situação e trazer a inovação para a empresa, seja em seu produto ou serviço, na forma de atender o cliente, oferecer suporte, ou quanto ao modelo de negócio, por exemplo. Não importa onde, o importante é inovar. Como cada negócio é único, cada responsável deve saber onde trabalhar com a inovação – daí mais uma vez a importância de ter a visão, a missão e os valores da empresa bem definidos.

5. Busque melhorias: A inovação faz com que a busca por melhorias seja constante. E é isso que vai possibilitar que uma empresa alcance o sucesso. Portanto, nunca esteja satisfeito, nunca se sinta confortável demais, porque somente assim você estará aberto para encontrar novas possibilidades, para enxergar onde é possível melhorar, para ter conhecimento de onde estão as oportunidades. Dessa forma, você se tornará referência para seus concorrentes, tornando seu negócio único e exclusivo, considerado uma empresa de sucesso.

6. Ouça sempre o seu cliente: Conhecer o cliente é a forma mais eficiente de obter o sucesso da empresa, porque ao observar seus modos, questionar suas preferências, ouvir suas opiniões e entender o perfil específico apresentado, fica muito mais fácil agradar e ser reconhecido pelo esforço desempenhado.

Em todo caso, essa regra só vai ser válida caso o conhecimento adquirido através do diálogo realmente seja transformado em ações concretas, para assim atrair mais clientes que se identificam com seu produto ou serviço e, consequentemente, aumentar as suas vendas.

7. Capacidade de empreender: Não são todas as pessoas que tem a capacidade de empreender. Mas essa capacidade é um dos pilares de uma empresa de sucesso. Empreender é iniciar algo novo, fazer o que ninguém ainda fez, sair das ideias e partir para a ação, identificar oportunidades e transformar em algo lucrativo.

Considerações Finais

Ser empreendedor é ter como característica a imaginação, a criatividade, a determinação, a motivação, a organização, a liderança e o conhecimento de etapas, processos e do próprio mercado. É saber ser inovador e corajoso para romper com o que existe para fazer diferente e melhor. Saber criar alternativas quando a maioria aponta sempre o mesmo caminho é o que faz toda a diferença.

Tenha uma empresa de sucesso!

Vale a pena destacar que, apesar da grande importância destes 6 princípios norteadores de uma empresa de sucesso, não é de um dia para o outro, que você vai conseguir implementá-los em sua organização. Tudo faz parte de um processo que exige esforço, a busca pelo conhecimento, aperfeiçoamento constante e disciplina.  

Mas, estando disposto a isso, com certeza estes princípios vão mudar positivamente a vida do empreendedor, ajudando-o a transformar o seu negócio em algo dinâmico e sustentável ao longo do tempo.

Então, agora que você já sabe como ter uma empresa de sucesso, que tal começar esse processo hoje mesmo?

Inteligência Artificial para Monitorar Requisitos Legais

 

A LIA e a importância da inteligência artificial para uma empresa

“Acreditamos que é sempre possível inovar”. Esse é um dos valores seguidos à risca pela Verde Ghaia. E por acreditar tanto em inovação, por estar atenta às novas mudanças e exigências do mercado e por querer que seus clientes alcancem sempre os melhores resultados, foi lançada a LIA, a Legislação com Inteligência Artificial.

A LIA definitivamente veio para cumprir tudo o que promete. Mas antes de falar especificamente sobre o que é a LIA e como ela é capaz de colocar sua empresa na vanguarda da inovação, vamos entender a importância de utilizar a inteligência artificial (IA) no meio empresarial.

Por que utilizar IA no mundo dos negócios?

A inteligência artificial não é o nosso futuro. Ela já é o nosso presente. Veja por exemplo, o estudo publicado em 2018 pelas companhias Asgard e Roland Berger, denominado “Cenário Global da Inteligência Artificial”. Nele é mostrado que os Estados Unidos possuem 1.393 empresas que se dedicam exclusivamente à IA. Em seguida vem a China. E o Brasil ocupa a 17ª posição no ranking. Nada mal para o nosso país, não é mesmo?

Por isso que, se hoje vivemos na era digital, tecnológica e de grandes volumes de informações, em que não há mais fronteiras de tempo e espaço e a hiper conectividade está cada vez mais consolidada, é claro que o desenvolvimento de máquinas inteligentes se tornou uma realidade inegável. E necessária.

Mas, por que a LIA?

Bom, se você pode realizar seu trabalho de forma muito mais rápida, por que não fazer isso? Por que continuar buscando maneiras de otimizar seu tempo em 10%, quando uma máquina pode otimizar em 80%, e fazer assim com que sobre mais tempo para você poder se dedicar ao que realmente importa?

Por que dar margem para erros quando você pode evitá-los completamente ao deixar uma máquina realizar análises complexas para você, dia e noite, sete dias por semana?

Por que não contar com ajuda especializada para tomadas de decisão estratégicas em sua empresa? Uma ajuda que seja capaz de olhar toda a sua organização e em questões de segundo dar uma resposta assertiva do que poderia ser feito, ou oferecer alternativas para que você decida o que for melhor?

Esses são alguns exemplos do que a IA pode oferecer a uma organização. E não pense que IA são aqueles robôs maus dos filmes que vão tomar o lugar dos humanos e dominá-los. Caso isso possa vir a acontecer, aí já é assunto para um outro texto.

Presença da Inteligência Artificial

A IA está presente em várias situações no seu dia a dia. Geralmente quando se fala de IA ela logo é relacionada com chatbots, aqueles softwares de trocas de mensagens. Podemos pensar também na Siri, da Apple, ou na Lu, do Magazine Luiza ou ainda na Bia, do Bradesco.

A inteligência artificial que falamos aqui é o ramo da ciência da computação que se propõe a elaborar e construir mecanismos e/ou dispositivos que simulem a capacidade humana de pensar, raciocinar, solucionar problemas, tomar decisões, processar dados e otimizar processos.

A IA pode estar também no corretor ortográfico do seu celular, nas sugestões que você vê quando deseja comprar um produto em algum site como o da Amazon, no GPS que você utiliza em seu veículo, no reconhecimento facial do Facebook, naqueles robôs que ajudam na exploração do petróleo ou no meio do mar ou robôs auxiliares para desempenhar quaisquer outras atividades, em alguns processos médicos para oferecer diagnósticos e fornecer o melhor tratamento para os pacientes, entre tantos outras aplicações possíveis.

Mas há outras formas de IA, e são essas que, além de oferecer uma melhor experiência para o usuário, realmente podem gerar resultados nos negócios, revolucionando toda a maneira de gerir uma organização.

A LIA é uma dessas IA. Vamos conhecê-la melhor.

LIA: Legislação com Inteligência Artificial

A LIA, ou Legislação com Inteligência Artificial, é a mais recente inovação lançada pela Verde Ghaia. E que inovação! Ela é a primeira robô da empresa, lançada em 24 de outubro, que está em processo de aprendizagem para desenvolver a inteligência cognitiva e preditiva.

Estes dois tipos de inteligência estão diretamente ligados à IA. A inteligência cognitiva permite que a LIA aprenda a pensar, a entender sobre abstrações, a memorizar, a usar linguajar adequado e até mesmo a ser capaz de resolver problemas, podendo usar inclusive a criatividade na busca pelas melhores soluções.

Por sua vez, a inteligência preditiva permite que a LIA consiga adequar a abordagem do seu negócio de acordo com as ações dos seus colaboradores, clientes e até mesmo concorrentes. Ou seja, ela consegue usar modelos matemáticos que ajudam a prever probabilidades de riscos, por exemplo. Ela também pode interpretar dados de forma complexa e apresentar uma base de previsões, para que você tenha toda a segurança em avaliar os possíveis riscos e tomar a decisão de qual caminho seguir.

Não é à toa que a LIA veio para mudar completamente a forma como se realiza a Gestão em Compliance baseado no atendimento de requisitos legais, normas técnicas, diretrizes corporativas e outros requisitos. Ela é a plataforma mais moderna e inteligente existente hoje no país capaz de apresentar dados estratégicos para as tomadas de decisão empresariais.

Por meio da LIA, as exigências legais são referenciadas em todos os requisitos legais que a mencionam, extinguindo a repetição das obrigações e condensando as informações de forma clara e assertiva aos clientes. Além disso, são classificadas cada exigência legal, conforme sua natureza ou tipo: inspeção, licenças e autorizações, laudos, programas, planos e prontuários e gestão de fornecedores críticos.

Benefícios da IA para monitorar os Requisitos Legais?

Alguns benefícios que a LIA traz para uma organização são:

  • Melhor experiência para o usuário;
  • Captação de leis e monitoramento dos requisitos legais através de IA;
  • Identificação dos riscos associados a essas legislações que precisam ser atendidas;
  • Custos de prevenção e custos de correção em seu dashboard;
  • Otimização do atendimento às leis;
  • Fortalecimento da segurança jurídica;
  • Dados estratégicos que facilitam a tomada de decisão;
  • Precisão e acerto;
  • Análise dos riscos;
  • 80% menos trabalho para usar o seu tempo com o que realmente importa.

E ainda tem muito mais, que fica até difícil falar em um artigo só. Por isso, se você ficou interessado e quer conhecer melhor a LIA, clique aqui, ou entre em contato com nossos consultores que eles vão explicar como você pode ter acesso a todos os benefícios dessa IA também em sua organização.

Não tenha medo de inovar!

Venha conhecer a LIA para descobrir um novo mundo! Fale conosco e agende uma apresentação!

Verde Ghaia: acompanhando a evolução da sua Gestão

 

A evolução da Gestão da Verde Ghaia é surpreendente e sua estratégia sempre visa crescer com sustentabilidade dentro dos pilares econômicos, sempre buscando inserir em suas atividades novas tecnologias com foco na informação, comunicação e serviços. Estando há 20 anos no mercado nacional e internacional, a Verde Ghaia se tornou referência na criação de metodologias para atendimento às obrigações legais.

O Grupo Verde Ghaia tem como visão de futuro a evolução constante de seus serviços, produtos e metodologias. Para o CEO Deivison Pedroza, a chave para o sucesso da empresa, é estar sempre antenado nas necessidades de cada cliente, escutá-lo e entender a sua realidade.

“É preciso entender que existem seres humanos por detrás da “departamentalização”. Não podemos ignorá-los, pois são eles que definem o rumo dos processos internos da organização onde atuam. Se não os escutarmos, não poderemos oferecer soluções reais, para problemas reais.” Deivison Pedroza

Quer saber o que mudou nos 20 anos de Verde Ghaia? Descubra como essa empresa investe em si mesma e em todos os seus clientes, colocando a gestão sustentável em primeiro lugar − e sempre alinhada às outras questões também importantes.

Como evoluímos nosso atendimento às Obrigações Legais

Muito deve ser pontuado sobre as questões ambientais e de como as empresas a considerava há 20 anos. Para começar, o monitoramento da legislação antigamente era feito de maneira muito limitada, o que restringia sua eficiência. Infelizmente, na década de 90 poucas eram as empresas que tinham conscientização ambiental e prezavam pela sustentabilidade, limitando-se no cumprimento de normas ISO, estabelecidas pelas esferas regulamentadoras. Questões de saúde e segurança, razões sociais e afins eram deixados de lado.

Contudo, apesar desse quadro desanimador, a Verde Ghaia sempre buscou estar à frente do seu tempo e apostou que o mundo poderia mudar, que as empresas poderiam fazer sua Gestão com foco na sustentabilidade, pois assim, alcançariam uma evolução na gestão.

Hoje, há diversos recursos que abrem portas para uma gestão mais auto sustentável, e que a Verde Ghaia faz questão de ficar atenta para ter cada vez mais kwon-how e assim, transmitir seu conhecimento aos clientes para que eles tenham um sistema de gestão empresarial consolidado e eficiente.

Evolução da Gestão: planejamento estratégico

O investimento em planejamento estratégico é um dos pilares da evolução da gestão empresarial. Avaliar os pontos fracos e pontos fortes da empresa é fundamental para aprender com os erros e investir nos acertos. Analisando o ambiente interno e externo da Verde Ghaia foi possível traçar estratégias para que a empresa se mantivesse em constante evolução (o que se perpetua até hoje). Um exemplo disso é a LIA.

Isso permite à Verde Ghaia a oportunidade de sempre melhorar seus processos e estar sempre a frente do mercado. Todo o pensamento estratégico se baseia no conhecimento adquirido nestes últimos 20 anos de atuação nacional e internacional.

Uso de tecnologias inovadoras

Com toda a certeza, investir em tecnologia contribui com o processo de inovação e com o crescimento do Grupo Verde Ghaia. Para se ter uma ideia, quando o grupo iniciou os seu trabalho, a tecnologia de ponta era o FAX. E hoje, por exemplo, a Verde Ghaia investe em Inteligência Artificial. E é assim, que a VG cresce! Acompanhando a visão de Futuro!

Isso não só ajuda na evolução da gestão da Verde Ghaia, como também, permite acesso dos clientes à essas informações que por sua vez, contribuem no crescimento da organização. Em nosso site, por exemplo, há informações diversas sobre Sistema de Gestão, Requisitos Legais, Auditorias, Tecnologias e informações dos mais diversos nichos empresariais.

A partir do momento em que se tem uma visão ampla de mundo, passamos a observar os mais diversos cenários e necessidades e conectá-los ao nosso negócio. Sendo assim, não há como levar soluções se não nos preocuparmos em entender os cenários diversos, a conectar-nos com o mundo. E para facilitar a entrega de soluções, a tecnologia está aí para nos ajudar. É ela que facilita o trabalho das empresas, aderindo mais qualidade aos produtos e serviços. (nós falaremos mais sobre isso mais à frente).

Investindo em tecnologias e inovações é possível abrir todos os horizontes da empresa. Tudo é influenciado pela tecnologia: gestão, comunicação, razões sociais, questões ambientais, entre outras inúmeras áreas. Saber aproveitar essa disponibilidade é o diferencial da Verde Ghaia. Apostar em novas tecnologias e metodologias para estar à frente do seu tempo e oferecer serviços que realmente possa surpreender seus clientes.

Gerenciamento da qualidade

É impossível falar de evolução da gestão sem citar os parâmetros de Qualidade. Antes é preciso entender realmente esse conceito: qualidade no meio empresarial não faz referência apenas ao produto ou serviço final, mas, sim, a TODOS os processos envolvidos para chegar até o último passo.

Uma empresa que não possui uma boa gestão de qualidade, como parte da cultura da empresa, dificilmente irá se destacar. A Verde Ghaia, no entanto, tem como intuito de sempre oferecer serviços e produtos com o mais alto padrão de qualidade. E é assim, que ela vai conquistando seu espaço no mercado, oferecendo qualidade, postura ética e profissional nas suas inter-relações.

Estar no mercado há 20 anos, tem nos possibilitado a aprender com erros e acertos, estando sempre atento ao nosso processo de melhoria contínua de uma forma bem estruturada e que faz parte da cultura organizacional da Verde Ghaia.

Verde Ghaia e sua política de Complice

A Verde Ghaia SEMPRE busca estar em complice. A empresa é consciente da sua missão de levar informação às organizações em tempo real e criar tendências no mercado.  Dentro do ponto de vista de qualidade, saúde e segurança, logística reversa, razões sociais, dentre outras questões,. Buscamos agir de forma justa e transparente.

Esse termo já está enraizado na cultura da empresa há tempos. Buscar ir além do que é exigido pelas normas, requisitos e obrigações, oferecendo metodologias abrangentes, confiáveis e seguras sempre foi o objetivo da Verde Ghaia. Um exemplo é o Prêmio Compliance criado para homenagear os clientes que estão atuando em conformidade com a sua legislação, trabalhando com transparência e ética.

Outro exemplo é o PICS – Pacto pela Integridade e Compliance Sustentável, que visa oferecer as organizações uma metodologia que instaure a integridade dentro de seus processos internos e externos, envolvendo a todos que fazem parte da organização.

Isso demonstra o quanto a Verde Ghaia tem mudado sua postura, voltando-se não apenas para a corroboração de um sistema de gestão em constante evolução, mas também para uma gestão auto sustentável e que promova causas maiores como a Integridade e o Compliance nas relações.

Otimização da comunicação empresarial

A otimização da comunicação empresarial possibilitou muito a evolução da gestão nos últimos anos. O contato entre quaisquer partes que envolvam uma empresa é infinitamente mais rápido e eficiente. Seja quanto as informações disponibilizada interna quanto externamente com os clientes e possíveis clientes. Oferecer informações em tempo real e de maneira pontual é muito importante para o crescimento de qualquer organização.

 Há muita informação sobre a Verde Ghaia e principalmente sobre os seus serviços, nesses últimos 20 anos referente a evolução de sua gestão. No blog você confere muito mais informações para que você fique por dentro do que acontece aqui na VG!

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