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Por que as organizações não podem perder o timing da transformação tecnológica nos seus negócios?


 
Por que as organizações não podem perder o timing da transformação tecnológica nos seus negócios?
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Provavelmente você se lembra da Kodak, multinacional dedicada ao design, produção e comercialização de equipamentos fotográficos e para a área de saúde (tais como aparelhos de radiologia). Durante muito tempo, ela foi dominante na área de fotografia. Todo mundo usou um filme da Kodak alguma vez na vida. Ou então, se recorda das propagandas que estimulavam seus consumidores a registrar seu “momento Kodak” — slogan famoso para descrever aquela cena tão bonita que merecia uma foto.

Em 1997, a Kodak valia cerca de 30 bilhões de dólares. Você leu certo: bilhões. Parecia uma empresa invencível, não é mesmo? Pois bem, com a chegada da fotografia digital, a Kodak acabou ficando defasada. Entretanto, a história toda tem um toque irônico.

Em 1975, um funcionário da Kodak chamado Steven Sasson chegou a desenvolver um projeto pioneiro para criar uma câmera capaz de capturar fotos sem usar filmes. Nada mais nada menos do que o protótipo da câmera digital que conhecemos hoje. No entanto, a companhia mandou engavetar o projeto, afinal “por que inventaríamos algo que arruinaria nosso modelo de negócios?”. A Kodak declarou falência em 2012.

Em 2007, a Nokia detinha metade do mercado mundial de smartphones. Hoje, ela não chega a abocanhar nem 3% do total deste mercado. Um de seus erros foi não ter percebido que os aplicativos ganhariam tanta importância nos smartphones.

Além disso, não houve interesse em adotar um sistema operacional mais amigável ao usuário. Quando o primeiro IPhone foi lançado em 2007, suprindo todas essas questões, a Nokia foi de gigante a formiguinha no mercado de telefones. Mesmo quando o sucesso do iPhone se tornou claro, a reação da Nokia foi lenta. Isso fica bem claro quando comparamos os movimentos da Nokia aos da Samsung, por exemplo.

Muita gente sabe que Alexander Graham Bell é o inventor do telefone, certo? Mas poucos têm conhecimento de que ele tentou vender sua invenção por US$ 100 mil para a empresa mais poderosa da época, a Western Union, que era especializada em telégrafos. Assim como a Kodak, a WW não quis adotar um sistema que poderia arruinar seu principal negócio.

Só que seu conservadorismo de nada serviu. Bell montou a própria empresa, a Bell Telephone Company, e foi muito bem-sucedido. Tanto que ela ainda existe. Após uma série de fusões, virou a AT&T, dominante no mercado de comunicações norte-americano até hoje.

O que os três cases acima têm em comum?

Tanto a Kodak, quanto a Nokia e a Western Union perderam o timing da transformação tecnológica. Hoje, o uso da tecnologia já não é mais um diferencial; agora é uma necessidade, uma obrigação.

Quando a Verde Ghaia começou seu negócio, há vinte anos, seu fundador, Deivison Pedroza — até então um jovem de 24 anos —, criou alguns programas de educação ambiental infantil. Tais programas acabaram desencadeando em Consultorias de Meio Ambiente, dando origem a uma das empresas mais importantes do Brasil no ramo consultoria ambiental.

Agora imagine  a atmosfera empresarial em 1999, quando tudo começou. As primeiras análises e gráficos dependiam muito do papel. Pouco depois, quando os computadores começaram a ficar mais comuns dentro das empresas, a Verde Ghaia também se adaptou, e assim começou a adotar as planilhas de Excel. Com a chegada da internet banda larga, era hora de agarrar esta oportunidade e inovar . E foi então que nasceu o SOGI, primeira plataforma de monitoramento de requisitos legais online, que hoje é um software completo de Gestão e Desempenho em Sustentabilidade.

O processo de adaptação não foi fácil, claro. Quando a Verde Ghaia realizou a migração de todos os seus clientes para a plataforma SOGI, por exemplo, o progresso foi demorado e custoso, mas no final valeu a pena. Foi um marco muito importante para a empresa e fez com que ela se posicionasse como uma das pioneiras no ramo da gestão ambiental.

A Verde Ghaia está sempre atenta, sempre buscando avançar na tecnologia digital. Seu sistema SOGI atualmente está na 5ª geração, pode ser acessado via aplicativo e procura suprir todas as necessidades de seus mais de trinta e cinco mil  usuários atendidos nestes vinte anos de atuação.

O principal desafio da transformação digital é conseguir envolver toda a empresa no processo. “Quando falamos em tecnologia, é muito comum haver uma tendência a pensar que a responsabilidade é unicamente do departamento de TI. Mas é um engano! Se não houver envolvimento geral, a transformação tecnológica não acontece”, explica Deivison Pedroza, CEO do Grupo Verde Ghaia.

No já citado caso da Kodak, ficou muito claro que os gestores não deram ouvidos ao seu departamento de pesquisas laboratoriais voltadas para tecnologias digitais. Uma equipe trabalhando em conjunto e se esforçando por um mesmo objetivo tende a unir forças e gerar melhores resultados. Se a empresa não evoluir, ela com certeza vai perder seu espaço.

“É preciso existir a mentalidade da mudança, abrir a mente a oportunidades, voltar a atenção a novas ferramentas e tecnologias. O tempo hoje é um bem valioso, que não pode ser desperdiçado. O mercado é muito ágil”, completa Pedroza.

A Verde Ghaia consome bastante dessa transformação digital, pois está sempre de olho nas ferramentas de mercado que otimizam o trabalho, sempre em contato com seus clientes e sempre captando as necessidades do mercado e aplicando-as em suas ferramentas. E tal movimento se traduz em crescimento.

Hoje, com quase duas décadas de experiência no ramo, com quase 03 mil clientes ativos e 120 colaboradores, o Grupo Verde Ghaia está presente em todo o Brasil, América Latina (Argentina, Colômbia, Paraguai e Uruguai) e África (Moçambique). O Grupo é composto pelas empresas Verde Ghaia, Verde Ghaia Bioenergia, Verde Ghaia Franchising, Verde Ghaia Consultoria Online – startup premiada com a solução VG Resíduos – e pelo Instituto OKSIGENO.

Se a Verde Ghaia não tivesse se adaptado, provavelmente não teria chegado ao seu vigésimo aniversário.  Felizmente, Deivison Pedroza compreendeu que a tecnologia abriria portas para que sua empresa alcançasse mercados muito maiores, os quais jamais poderiam ser atingidos caso sua mente tivesse se fechado no mundo analógico.



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