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Guia de retorno ao trabalho: Prevenção e cuidados – COVID-19

 

O Guia de retomada ao trabalho, elaborado pela equipe Técnica da Verde Ghaia, tem como objetivo orientar os colaboradores e organizações quanto aos Protocolos Básicos de Saúde e Segurança estabelecidos pelas Secretarias de Saúde e a OMS. Esses protocolos devem ser obedecidos rigorosamente pelos colaboradores, bem como pelas empresas. Para a elaboração deste e-book, reuniram-se diversas informações importantes, visando orientar você, leitor, quanto as medidas necessárias de prevenção contra o Coronavírus. Buscou-se detalhar as informações através de dicas que possam orientar as empresas a transmitirem de forma assertiva todos os cuidados necessários que os colaboradores devem ter nesse período de pandemia do COVID-19.

Orientações para retorno ao Trabalho Presencial

Esse Guia orientar as empresas, nesse período de retomada ao trabalho, sobre como manter um ambiente seguro e saudável para os trabalhadores e, como os trabalhadores deverão se portar diante dos cuidados necessários para contenção de propagação do vírus. Dentre as orientações, foram apresentados e detalhados os protocolos básicos de prevenção da COVID-19, bem como os cuidados com a saúde em domicílios, transportes públicos e privados, comércios, fábricas, escritórios. Os protocolos básicos, contidos nesse guia, são comuns a todos os negócios e precisam ser rigorosamente obedecidos, de maneira a garantir a segurança de colaboradores, bem como todos aqueles que estão ao seu entorno.

Protocolos Básicos

  • Atendimento ao Cliente;
  • Higienização dos Ambientes,
  • Superfícies e Equipamentos;
  • Descarte do Lixo;
  • Orientação das Equipes,
  • Comunicação Interna.

Salientamos que a decisão para a reabertura dos comércios é feita de acordo com as decisões de cada Cidade e Município, cabendo essa decisão às autoridades competentes. Contudo, este Guia pode ser utilizado, mesmo se você estiver em trabalho remoto, pois são orientações para a sua saúde e segurança de todos nós!

Boa leitura! Cuidem-se!

 

 

Legislação Ambiental no Brasil: Desordem ou equação impossível?

 

A legislação ambiental brasileira é frequentemente apontada como uma das mais avançadas do mundo, podendo, em algumas matérias específicas, ser comparada pelo menos, sob o aspecto formal, com a estrutura normativa de países hoje na vanguarda em termos de gerenciamento das questões ligadas à preservação dos recursos ambientais e à promoção da sustentabilidade do desenvolvimento econômico.

Legislação Ambiental após a ECO-92

Impulsionada e dinamizada após a realização da ECO-92, a política ambiental no Brasil apresenta, por outro lado, um nível razoável de institucionalização, articulando-se os órgãos ambientais públicos no âmbito do chamado Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA), com projeções nas esferas federal, estadual e municipal, atuando na formulação e execução de planos, programas e normas definidoras das diretrizes relacionadas à preservação do meio ambiente e à manutenção do equilíbrio ecológico.

Todo esse arcabouço jurídico-institucional, no entanto, padece de problemas crônicos de efetividade. Não obstante termos uma legislação abrangente, padrões de qualidade ambiental equiparáveis a alguns dos mais rigorosos países desenvolvidos, sanções penais e administrativas suficientemente expressivas e órgãos ambientais legalmente dotados das devidas atribuições para o exercício do poder de polícia, os resultados concretos em termos de melhoria da qualidade dos parâmetros relacionados ao meio ambiente são, em geral, excessivamente demorados, pouco significativos ou incompatíveis com o ritmo de agravamento dos problemas ambientais associados ao crescimento das necessidades econômicas da sociedade brasileira.

Em linhas gerais, a regulamentação da política ambiental brasileira segue uma orientação preponderante voltada para os instrumentos de comando e controle, baseados na regulação direta das atividades econômicas utilizadoras de recursos ambientais. Mecanismos de natureza econômica ainda têm um emprego pouco significativo na gestão ambiental pública, embora venha ocorrendo um progressivo interesse por sua utilização.

MP 936/2020 – ASPECTOS PRÁTICOS E JURÍDICOS  

 

A Medida Provisória nº 936, de 1º de abril de 2020, é uma das inúmeras normas que o Governo Federal editou para mitigar os prejuízos das empresas e evitar demissões em massa durante a crise causada pela pandemia decorrente do COVID-19.

Inicialmente, no que toca à área trabalhista, foi editada a MP 927, de 22 de março de 2020, que dispôs sobre:

(i) a migração do trabalho presencial para o teletrabalho (homeoffice);

(ii) a antecipação de férias individuais;

(iii) a concessão de férias coletivas;

(iv) o aproveitamento e a antecipação de feriados,

(v) banco de horas;

(vi) a suspensão de exigências administrativas em segurança e saúde no trabalho,

(vii) o direcionamento do trabalhador para qualificação e

(viii) a prorrogação do prazo de recolhimento do FGTS.

MP dos Salários

Na  MP 927/2020, especificamente em seu artigo 18, também se previu a possibilidade de suspensão do contrato de trabalho por até 4 (quatro) meses, para participação do empregado em curso ou programa de qualificação profissional não presencial, mediante o pagamento de ajuda compensatória mensal, sem natureza salarial, a ser definida pelo empregador e empregado.

O artigo 18 foi alvo de fortes críticas, considerando que não se especificou como seria a ajuda compensatória prestada pelo empregador, além de que não se previu qualquer ajuda por parte do Governo Federal, motivo pelo qual o artigo 18 foi revogado pela MP 928/2020, de 23 de março de 2020.

Em 01 de abril de 2020, foi editada a MP 936, popularmente conhecida como “MP DOS SALÁRIOS”. A Verde Ghaia tem muito material sobre tal MP, já divulgados através de news, E-BOOK, artigos e outros.

Entretanto, considerando as inúmeras dúvidas que estão surgindo de nossos clientes e parceiros, do ponto de vista prático, fez-se necessária a elaboração do presente material, em que se visa aclarar, de forma clara e objetiva, os principais questionamentos decorrentes de tal MP.

COVID-19 e os Procedimentos das Autoridades Ambientais

 

No dia 22 de janeiro de 2020, foi anunciado pela Organização Mundial de Saúde, um alerta sobre a propagação do COVID-19, popularmente conhecido como “coronavírus”, que é causado por um agente viral no qual provoca infecções respiratórias, responsável por grandes impactos sociais e econômicos em todas as esferas globais. Em razão de sua alta virulência e gravidade, principalmente em grupos classificamos como “grupos de risco”, fez-se necessária a articulação de algumas medidas de segurança a serem tomadas por todos os países infectados, tais como: manter as mãos sempre limpas com água e sabão, usar frequentemente o álcool em gel, cobrir o nariz e boca ao espirrar ou tossir, evitar aglomerações, manter os ambientes abertos e ventilados e não compartilhar objetos pessoais.

Este alerta teve o intuito de avaliar se o surto se tornará uma emergência de saúde pública de interesse internacional. Com a confirmação no dia 26 de fevereiro da chagada do vírus no Brasil pelo Ministério da Saúde e com os aumentos de números de casos de contaminação que vem surgindo ao longo dos dias, fez com que as autoridades ligassem o alerta máximo de preocupação, uma vez, que estruturalmente o país não comportaria tal situação gravídica.

Como forma de prevenção dessa contaminação e proliferação, as autoridades se viram na obrigação de publicar informativos, comunicados, decretos, medida provisória e portarias a serem adotadas por toda população afim de garantir o bem maior a vida. As medidas adotadas estão àquelas relacionadas à higiene pessoal, as garantias e deveres do trabalhador e empregador, o funcionamento dos órgãos estatais e o cumprimento das obrigações de natureza ambiental que será o tema do nosso artigo. Em âmbito ambiental, tais deliberações alcançaram os processos de
licenciamento, renovação, comprimento de condicionantes, outorgas, autorizações, saneamento de pendências e o próprio atendimento presencial dos órgãos oficiais.

Com o intuito de orientá-lo melhor quantos aos procedimentos das Autoridades Ambientais, criamos esse e-book para você!

Boa leitura!

 

Temática Jurídicas COVID-19: seus Impactos Legais

 

É certo que nenhum país do mundo aguenta três, quatro meses sem a economia girando. Por isso, é necessário bom senso e cuidado para tratarmos o assunto aqui proposto sem julgamentos partidários. É importante compreender que não está fácil ser empregado em época de Coronavírus e muito menos ser o empregador.

A incerteza ainda reina e ninguém sabe o que vai acontecer depois. A única certeza que temos é que tudo vai passar. E a pergunta a ser feita é: como você estará depois dessa crise?

Diante dos inúmeros impactos legais decorrentes da pandemia do COVID-19, a Verde Ghaia elaborou esse E-BOOK para facilitar a compreensão dos leitores sobre algumas importantes temáticas jurídicas relacionadas ao assunto.

Boa leitura!

Medidas Provisórias de enfrentamento contra o Coronavírus

 

Há duas semanas, o Coronavírus chegou mudando a rotina de todas as empresas no Brasil. E, mediante aos últimos desdobramentos da disseminação do vírus COVID-19, fomos “obrigados” a tomar precauções e postergar assuntos importantes que envolvem tomadas de decisão para o crescimento saudável das organizações e da vida profissional. Apesar de toda essa mudança, devemos manter confiantes de que juntos, poderemos enfrentar os impactos dessa pandemia.

Por isso, a Equipe Jurídica realizou a junção das MPS contra Coronavírus nesse e-book. Fique por dentro do que está acontecendo em cada estado brasileiro.

O que são Medidas Provisórias?

De acordo com as explicações advindas do Site do Congresso Nacional:

As Medidas Provisórias (MPVs) são normas com força de lei editadas pelo Presidente da República em situações de relevância e urgência. Apesar de produzir efeitos jurídicos imediatos, a MPV precisa da posterior apreciação pelas Casas do Congresso Nacional (Câmara e Senado) para se converter definitivamente em lei ordinária. O prazo inicial de vigência de uma MPV é de 60 dias e é prorrogado automaticamente por igual período caso não tenha sua votação concluída nas duas Casas do Congresso Nacional. Se não for apreciada em até 45 dias, contados da sua publicação, entra em regime de urgência, sobrestando todas as demais deliberações legislativas da Casa em que estiver tramitando.

art. 62 da Constituição Federal traz as regras gerais de edição e apreciação das MPVs, definindo inclusive os assuntos e temas sobre os quais não podem se pronunciar. Já o disciplinamento interno do rito de tramitação dado pela Resolução do Congresso Nacional n° 1 de 2002  exige, por exemplo, sobre emendas, a formação da comissão mista e prazos de tramitação. As fases relativas à tramitação de uma Medida Provisória no Congresso Nacional estão detalhadas logo a seguir, com a disponibilização dos principais documentos produzidos na várias instâncias de deliberação, incluindo emendas apresentadas, parecer aprovado e quadros comparativos que demonstram as modificações promovidas no texto principal da matéria.

Medidas Provisórias em Tramitação

As Medidas Provisórias são normas com força de lei, editadas pelo Presidente da República em situações de relevância e urgência. Apesar de produzir efeitos jurídicos imediatos, a Medida Provisória precisa da posterior apreciação pelas Casas do Congresso Nacional (Câmara e Senado) para se converter definitivamente em lei ordinária.
Seu prazo inicial de vigência é de 60 dias, e será prorrogado automaticamente por igual período, caso não tenha sua votação concluída nas duas Casas do Congresso Nacional. Se não for votada em até 45 dias, contados de sua publicação, entrará em regime de urgência na Casa em que se encontrar (Câmara ou Senado), ficando sobrestadas, até que se termine a votação, todas as demais deliberações legislativas da Casa em que estiver tramitando.

Agora que você entendeu o que são as Medidas Provisórias, vamos saber o que cada Estado Brasileiro têm feito para combater essa pandemia.

Boa leitura!

Baixe seu e-book!

E-book Medidas Provisórias contra Coronavírus

 

E-book ISO 50001 – Eficiência Energética

 

A racionalização dos recursos energéticos é matéria que cada vez mais ganha destaque, seja entre as preocupações da sociedade, nas políticas públicas do governo ou no planejamento estratégico das empresas dos mais variados segmentos. Isso porque nos últimos tempos, passamos por uma crise energética, como poucas vezes, se te teve notícia no Brasil.

Faltas de chuvas, escassez hídrica, aumentos discrepantes da conta de luz e criação da metodologia de bandeiras, que incluiu a dolorosa bandeira vermelha, que além de representar um aumento ainda maior no valor da conta para os consumidores, indica também (como uma das causas) o aumento da necessidade de maior uso (contratação) de energia advinda de termelétricas.  Logo o Brasil, país cuja matriz energética é composta por mais de mil usinas hidrelétricas espalhadas pelo território nacional e que juntas produzem 65% da energia do país.

Eficiência Energética: visando a sustentabilidade do negócio

Melhoria do desempenho energético, diminuição de desperdícios e gastos e redução da emissão de gases que provocam o efeito estufa. Esses são apenas três dos vários benefícios de se implantar um Sistema de Gestão da Energia baseado nos requisitos da ISO 50001:2018. Ou seja, a norma leva a empresa a se preocupar não só com fatores econômicos, mas também sociais e ambientais.

A implantação adequada dos requisitos normativos, seja para uma certificação ou migração para a norma mais atualizada, inicia-se com um bom conhecimento em relação ao conteúdo da ISO 50001:2018.

Capacite seus profissionais na Norma ISO 50001

Quanto mais colaboradores entenderem o propósito do Sistema de Gestão da Energia e seus requisitos, maior a probabilidade de se atingir o resultado esperado. Portanto, é imprescindível para as empresas poder contar com profissionais especializados na ISO 50001:2018 e, assim, realizar a efetiva implementação da norma. Para ampliar o seu conhecimento, faça os cursos de Interpretação e Formação de Auditor Interno da ISO 50001:2018

Acesse o e-book!

E-book sobre Eficiência Energética – ISO 50001 2018

E-book Riscos e Oportunidades

 

Como definir Riscos e Oportunidades no Sistema de gestão?

Uma das grandes mudanças que envolveu as novas versões das normas de qualidade e meio ambiente foi a necessidade da gestão de riscos e oportunidades, que, nas versões antigas, não era abordado. Mas o que seria riscos e oportunidades?

Segundo a ABNT NBR ISO 14001, são os efeitos potenciais adversos (ameaças) e efeitos benéficos (oportunidades). No caso de riscos, a sua gestão tem caráter preventivo, o que explica a não exigência de ações preventivas. Essa análise/avaliação deve ser feita para os processos, requisitos legais, aspectos e impactos e negócio.

Segundo as novas versões das Normas ISO, os Riscos e oportunidades atrelados aos processos serão oriundos do mapeamento de processos. Ao se descrever todas as atividades realizadas em cada processo, identificar-se-á o que pode melhorar (oportunidades) e possível falha futura (risco). Os Riscos e oportunidades de requisitos legais poderão ser identificados a partir do levantamento das legislações aplicáveis à atividade da organização. Para aspectos e impactos, também serão identificados no levantamento de aspectos e impactos das atividades/processos da organização.

E para o negócio, a identificação será feita através do planejamento estratégico realizado pela Alta Direção, que deverá levar em conta as variáveis pertinentes ao negócio, como: mercado, tecnologia, recursos financeiros, recursos intelectuais, recursos humanos na organização, expectativas atuais, futuras e experiências passadas.

Você sabe mensurar seus riscos e oportunidades?

Mensurar riscos e oportunidades ajuda na prevenção de crises e problemas, seja com o consumidor final ou outros públicos de interesse da organização. Mas como mensurar forças e fraquezas? Para auxiliar no processo de mensuração, International Standardization Organization – ISO, criou uma série de requisitos para a padronização um sistema de gestão da qualidade baseado na identificação de riscos e oportunidades.

Considerações sobre os Riscos e Oportunidades

É importante lembrar que todos os riscos e oportunidades identificados deverão ser tratados, conter planos de ação, avaliação de eficácia, monitoramento e análise crítica. Muitas empresas avaliam apenas os riscos negativos, porém é imprescindível a avaliação das oportunidades, pois são elas que possibilitarão a melhoria nos processos.

A mentalidade de risco

Este é um dos pré-requisitos previstos pela ISO 9001. Ele aborda um conceito que deve estar presente e incorporado em todos os departamentos da organização: a mentalidade de risco. Utilizar esta norma é um dos meios mais eficientes para abordar a mentalidade risco;  seu olhar sistêmico permite que  nada item seja abordado de maneira isolada, mas sim, focada em uma gestão empresarial, de maneira holística – o que facilita a identificação de riscos e oportunidades.

O gerenciamento de riscos de oportunidades, presente na ISO 9001:2015, é uma maneira de antever e administrar os efeitos desejáveis, ou não, que podem afligir uma empresa. Afinal, todo planejamento deve ser feito com base nos resultados esperados e também nos possíveis riscos do processo, para que não haja surpresas ou que os resultados fiquem abaixo no esperado. De acordo com a norma, riscos são classificados como efeitos da incerteza e podem ser considerados positivos ou não. Sendo assim, o risco se traduz na forma como a organização lida com os efeitos que podem ser oriundos de situações fora do padrão determinado ou resultados de um processo.

O risco versus a não conformidade

É bem comum que exista alguns desencontros ao mensurar riscos e oportunidades e, um deles, é a confusão de conceitos entre risco e não conformidade. O risco se refere ao levantamento de possíveis situação que possam ocorrer e afetar a organização. O mesmo não pode ser dito da não conformidade; neste caso, a situação já aconteceu. Para exemplificar esta situação, vamos imaginar que a organização identificou o risco de um produto apresentar defeitos devido a problemas na etapa da produção; tal ação pode vir a ocorrer. No caso da não conformidade, o produto já apresentou defeito graças à etapa de produção.

Cada organização deve estabelecer, implementar e manter processo adequado, de modo a gerenciar seus riscos.

Leia nosso e-book e saiba mais!

E-book SGI: quando e porque integrar os Sistemas de Gestão?

 

Sistemas de Gestão Integrada – SGI

Os sistemas de gestão da qualidade, meio ambiente e da saúde e segurança no trabalho são parte integrante do sistema global de gestão da organização. Sendo assim, faz-se necessário a sua integração, a fim de que se obtenham respostas mais efetivas e apropriadas a melhorar o desempenho global da organização. Pode-se facilmente perceber que os resultados dos negócios dependem da integração e harmonia de alguns fatores, tais como os citados abaixo:

Produtos e serviços

Para ser bem sucedida e garantir sua sobrevivência, a organização precisa fornecer produtos e serviços que atendam às necessidades explícitas e implícitas das pessoas.

Uso ativo do dinheiro, tecnologia e posição no mercado

A gestão financeira da organização tem que ser eficaz, de tal forma a torná-la capaz de saldar seu compromissos com fornecedores, funcionários e o Estado, e também capaz de assegurar lucros para os acionistas. O uso da tecnologia é elemento extremamente importante para colocar ou não a organização numa posição vantajosa frente a seus concorrentes. A tecnologia pode permitir a colocação no mercado de produtos mais competitivos, além de poder reduzir sensivelmente os custos de produção.

Relações humanas

A base de toda organização são seus funcionários, são eles os responsáveis por todas as atividades desde a aquisição de mercadorias até a entrega do produto ou serviço ao cliente. Neste contexto, cabe à organização criar continuamente um ambiente propício ao bom desempenho das pessoas, através do respeito às pessoas como seres humanos, da satisfação de suas necessidades básicas.  A segurança é um fator importante que influencia o desempenho e a produtividade das pessoas. Desse modo, ela deve ocupar lugar de destaque e ser tema do planejamento e decisões estratégicas da organização.

Relações com fornecedores e clientes

Qualquer organização só existe para satisfazer as necessidades de seus clientes. Tal satisfação só será assegurada por um elevado nível de qualidade de toda a cadeia organizacional: desde os fornecedores, passando por todas as etapas do processo produtivo, até a entrega do produto ou serviço ao consumidor. Por melhor que possam ser os projetos e os processos produtivos, a qualidade jamais será satisfatória se os materiais e serviços recebidos não forem alto nível de qualidade.

A organização deve estabelecer com fornecedores e clientes uma relação de parceria, confiança e, por consequência, de longa duração. Esta relação tem que caracterizar-se pelo fato de todas as partes ganharem. Só assim, poder-se-á assegurar a sobrevivência de todos a longo prazo.

Meio ambiente e processos

É do meio ambiente que todas as espécies vivas tiram os elementos necessários à sua sobrevivência. Os recursos naturais devem ser usados de maneira racional, causando-se o mínimo impacto possível e tomando-se os cuidados necessários para não comprometer a capacidade das gerações atuais e futuras satisfazerem suas necessidades. Além do mais, com o aumento da poluição e com o esgotamento de vários recursos naturais, a legislação ambiental na ampla maioria dos países do mundo vem se tornando cada vez mais exigente e restritiva, imputando a quem degrada o meio ambiente severas penalidades.

A questão ambiental se não for tratada com a devida atenção pode se tornar numa fonte de aumento de custos, perda de competitividade, pelo fato de associar-se à organização a imagem de poluidora e destrutora do meio ambiente, e, até mesmo, na inviabilização do negócio, por exemplo, pela simples cassação do direito de operar.

Relação entre as Normas ISO: 9001 / 14001 / 45001

Há muito em comum entre os três sistemas de gestão analisados, o que não é simples coincidência. Os três seguem os Princípios para Gestão da Qualidade. Relembrando, alguns princípios:

  • Organização focalizada no consumidor.
  • Liderança.
  • Envolvimento das pessoas.
  • Abordagem por processos.
  • Abordagem sistêmica para a gestão.
  • Melhoramento contínuo
  • Abordagem factual para a tomada de decisão.
  • Relacionamentos com os fornecedores mutuamente benéficos.

Processos Organizacionais conforme o SGI

Toda organização é constituída de uma série de processos, são eles os responsáveis por tudo, de benéfico ou adverso, que a organização produz. A melhoria contínua dos processos é o único meio de se obter a melhoria contínua do desempenho ambiental, das condições de saúde e segurança no trabalho e da qualidade de produtos ou serviços.

Os processos devem ser continuamente monitorados, a fim de se avaliar suas condições de operação, se continuam atendendo aos requisitos especificados, se continuam apresentando somente riscos toleráveis às partes interessadas, se continuam produzindo impacto ambiental insignificante, se continuam operando dentro do custo esperado. O monitoramento contínuo permite a identificação de tendências que poderão levar a futuros desvios operacionais. A gestão dos negócios a partir de uma abordagem por processos, permite que se procurem falhas no processo e não culpados.

Fica, portanto, claro que todos os sistemas da organização são apenas meios para o alcance da missão desta: a sobrevivência. É, então, imperativo que todos coexistam de forma integrada e harmônica, cumprindo cada qual a sua missão e assistindo e suportando aos demais sistemas para que cumpram suas.

Saiba mais, lendo o e-book sobre SGI, gratuitamente!

E-book ISO 19011 – Conheça os principais conceitos!

 

Ebook o que é ISO 19011 e seus principais conceitos

No e-book ISO 19011,  vamos abordar as diretrizes para auditorias de sistema de gestão. Esta norma se aplica às auditorias de sistemas de gestão em geral, trazendo orientações sobre a gestão de um programa de auditoria e de como realizar as auditorias, incluindo as definições dos princípios de auditoria e avaliação das competências da equipe auditora.

A ISO 19011 fornece orientações para todos os tamanhos e tipos de empresas e auditorias de variados escopos e dimensões, incluindo aquelas conduzidas por grandes e pequenas equipes de auditoria. O que devemos fazer é adaptar conforme o escopo complexidade e dimensão do programa de auditoria e da maturidade do sistema de gestão em questão.

Nos últimos anos, diversas normas de sistema de gestão foram revisadas e publicadas, assumindo uma estrutura em comum com requisitos gerais, logo estes passam a ser muito parecidos em seus termos e definições centrais, os quais são chamados estrutura de Alto Nível, o Anexo SL.

Como resultado dessas mudanças, as auditorias de sistema de gestão devem ter uma abordagem mais ampla e sistêmica. Isso significa que os resultados das auditoria irão fornecer dados mais assertivos para o planejamento estratégico das organizações, auxiliando na identificação das necessidades de melhoria do negócio.

Critérios de Auditoria – ISO 19011:2018

Uma auditoria pode ser conduzida com base em vários critérios de auditoria de forma separada ou unificada. Esses critérios podem ser: requisitos definidos em uma ou mais normas de sistema de gestão, políticas e requisitos especificados por partes interessadas pertinentes, requisitos estatutários e regulamentares, um ou mais processos de sistema de gestão definidos pela organização ou outras partes.

Escopo da auditoria – ISO 19011:2018

Escopo da auditoria é a abrangência e limites de uma auditoria e inclui uma descrição dos locais físicos e virtuais, funções, unidades organizacionais, atividades e processos, bem como o período de tempo.

Dica importante

Se você é auditor e estiver com dificuldade de encontrar o requisito de referência da Não Conformidade, quer dizer que talvez o desvio não exista e você está inferindo. Portanto, tenha muito cuidado! Você tem total responsabilidade sobre suas constatações e conclusões.

É muito importante que os auditores sejam imparciais, isto é, não julguem ou tomem decisões precipitadas. É preciso expressar bem suas colocações e questionamentos e se necessário, repita de diferentes formas a mesma pergunta, a fim de que o auditado compreenda de forma clara os seus questionamentos. O auditor deve usar uma linguagem compatível com o público auditado, respeitando sempre a cultura local, evitando assuntos polêmicos que não condizem com o escopo da auditoria.

A auditoria é baseada e evidências, por isso, frases como: posso ver? me mostre, são cruciais para atestar a conformidade de um sistema de gestão, Ao perceber que a evidência apresentada pode demostrar alguma fragilidade, o auditor deve traçar uma trilha de auditoria para que a situação seja investigada e a decisão pode ser tomada de forma mais assertiva.

Relatório de uma Auditoria

O relatório deve fornecer dados precisos e claros da auditoria e deve conter: os objetivos, escopo, equipe auditora e demais participantes, cliente da auditoria, data e local que as atividades foram desenvolvidas, bem como os critérios de auditoria, as constatações, as evidências e conclusões. Também podemos incluir o plano de auditoria, incluindo as oportunidades de melhoria e os pontos fortes da organização.

Não se esqueça que o relatório deve ser elaborado de uma forma que todos consigam entender e aplicar as melhorias identificadas. Portanto, quanto maior o nível de detalhamento, melhor será o relatório da Auditoria.

Leia o e-book sobre Auditoria de Sistema de gestão, gratuitamente!